A descrença no sistema alcança maioria absoluta

      «Não se confia nos partidos, não se confia na Assembleia da República, não se confia no sistema. Um retrato da perceção sobre a política em Portugal.


      Mais de 60% dos cidadãos em Portugal tendem a não confiar na Assembleia da República, um valor acima da média europeia, que é de 56%, segundo um retrato da perceção sobre a política, divulgado este domingo pela Pordata.


      De acordo com o relatório que analisa a perceção dos portugueses sobre a política, elaborado pela base de dados estatísticos da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que usa dados do Eurobarómetro de 2023, oito em cada 10 inquiridos em Portugal tendem a não confiar nos partidos políticos, em linha com a tendência em 19 dos 27 países da União Europeia (UE), em que mais de 70% das pessoas tendem a não confiar nos partidos políticos.


      Já os dados do Inquérito Social Europeu revelam que Portugal está entre os quatro países onde os cidadãos menos confiam na sua capacidade de participar na política (83%), a seguir à Eslováquia (84%) e ao lado da Letónia e da Chéquia (83%).


      Ainda sobre a participação política, a Pordata destaca que 73% dos cidadãos nacionais consideram que o sistema não permite, ou permite pouco, a influência das pessoas na política, uma perceção partilhada por mais de metade dos países analisados, com exceção da Noruega, Suíça, Finlândia, Islândia e dos Países Baixos, onde se considera que os sistemas políticos permitem às pessoas algum grau de influência.


      Tendo em conta as diferentes possibilidades de participação política, nos últimos 12 meses, 15% dos inquiridos referem ter contactado um político, 12% publicou ou partilhou na internet algum conteúdo sobre política, 12% assinou uma petição, 5% boicotou algum produto por razões políticas e 4% participou, incluindo através de doações, nas atividades de um partido político ou grupo de interesse (sindicatos e confederações patronais, associações profissionais, associações ambientalistas, entre outros).


      Segundo o relatório, mais de metade dos inquiridos (56%) diz estar satisfeita com a democracia nacional, um valor ligeiramente acima da média europeia (55%), embora 43% refiram a sua insatisfação.


      Já quanto ao interesse na política, os portugueses e os italianos são os europeus que mais tempo passam a ver, ouvir ou ler notícias sobre política ou a atualidade (mais de duas horas por dia), com quatro em cada 10 pessoas em Portugal a manifestar muito ou algum interesse pelo tema.


      Ainda assim, de acordo com os dados do Eurobarómetro, 32% das pessoas em Portugal dizem nunca falar sobre política com amigos ou familiares, enquanto apenas 10% referem discutir frequentemente sobre o tema, muito abaixo da média europeia de 25%.


      Relativamente ao posicionamento político, tendo em conta o espectro esquerda-direita, 31% dos inquiridos no país afirmam posicionar-se ao centro, 28% mais à esquerda e 19% mais à direita, face à média europeia de 38% ao centro, 28% mais à esquerda e 23% mais à direita.


      O relatório destaca ainda os 16% de inquiridos que não sabem responder a esta questão e os 6% que recusaram fazê-lo.


      Quanto ao sistema de justiça, Portugal está entre os nove países da UE em que mais de metade (53%) dos inquiridos tendem a não confiar no sistema de justiça, um valor nove pontos percentuais acima da média europeia de 44%.


      Por outro lado, mais de metade dos inquiridos (54%) em Portugal tendem a confiar na União Europeia, comparativamente a 47% da média europeia.»


Caricatura-Vote.jpg


      Fonte: “Notícias.Zap”.

Comentários

  1. Anónimo8/3/24 09:37

    A mentira na boca de um mentiroso nunca passa por verdadeira, pelo menos para mim.

    Acho até inacreditável como é que ainda há gente nos tribunais, porque é isso que me interessa enquanto oficial de justiça, a acreditar nesta personagem depois da trapalhada de esquecimentos e de decisões precipitadas, de um ministério que não resolveu coisa nenhuma (falo da habitação e infraestruturas) pois o pretendido era, como no tempo do Sócrates o aeroporto e o TGV, fosse de que forma fosse, sem estudos e a comprometer o país - alocando recursos imprescindíveis para a fixação dos jovens em Portugal em projetos megalómanos para um país pobre como o nosso.

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  2. Anónima8/3/24 09:43

    Pessoalmente até acho o numero muito baixo, a não ser que os restantes 40% sejam beneficiários dos políticos, o que também pode ser uma hipótese.
    Basta estar atento aos últimos anos para se perceber.
    Até um analfabeto como eu tem essa perceção.
    Um tem amigos que lhe dão fotocópias e apartamentos, outro tem na sua casa oficial um chefe de gabinete com 75000 euros em notas, outro tem uma amiga que por mensagem de WhatsApp lhe dá 500 mil euros, outro tem uma casa em cima do mar com vista privilegiada, outro tem diamantes no gabinete, outro faz viagens de luxo às Caraíbas, outros estão sentados no camarote do estádio da luz a ver futebol, outro pede medicamentos exclusivos para pessoas amigas do filho, outro tem droga em casa, outro envia a lista de manifestantes para a Rússia, etc, etc, etc.
    Mas talvez o erro seja meu e o meu cérebro ser pouco evoluído para achar estes e outros casos normais.

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  3. Anónimo8/3/24 09:56

    O discurso atual do PS virou-se para as mulheres, sim para as mulheres mas não de uma forma verdadeira e interessada, antes para captar o seu voto.

    Mas o voto capta-se com decisões políticas, com medidas e não com palavras vãs como as promessas feitas aos oficias de justiça.

    Os quatro únicos partidos que tiveram como líderes mulheres são bem conhecidos:
    - o PSD com Manuela Ferreira Leite (Ministra de Estado e de Finanças, ocupando das principais pastas ministeriais);
    - o CDS/PP com Assunção Cristas, e,
    - o partido bicéfalo do BE com Catarina Martins (liderança que foi repartida a dois) e agora Mariana Mortágua como coordenadora.
    - o PAN com Inês Sousa Real.

    Na justiça, que e o que me importa agora sinalizar, tivemos Celeste Cardona e Paula Teixeira da Cruz, ambas levaram a cabo uma reforma em períodos difíceis, a primeira com a manta estendida ao país dos tribunais administrativos e fiscais e a segunda com a reforma do sistema de justiça num tempo conturbado da troika em que se criaram tribunais como o da Concorrência e Supervisão e se procedeu ao alargamento no âmbito das outras soluções para ajustiça, Julgados de Paz, Gabinetes de Resolução Alternativa de Litígios, a Mediação, Tribunais Arbitrais, etc..

    Noutras pastas importantes como na saúde tivemos como ministra a Leonor Beleza, cujo mérito ainda hoje é reconhecido por todo o espectro político.

    Ou seja, em termos de igualdade e reconhecimento da Mulher enquanto afirmação desta como um par entre iguais não há reparo em nenhum partido, aliás todos os partidos têm dado um lugar muito especial à mulher.

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  4. Anónimo8/3/24 10:11

    Lembrar que no que respeita à mulher e ao cuidado que merece, enquanto mãe de todos nós, verdadeira criadora do nosso ser, artífice no moldar do nosso carácter e no desenhar do nosso futuro, eu só vejo soluções na AD, e é por isso que me merece o meu voto de confiança, embora não seja militante sequer simpatizante.

    Nos últimos anos vi mães com os seus filhos no ventre, desorientadas, sem o cuidado que um pais, os seus filhos, lhe deviam merecer, percorrendo quilómetros para serem tratadas ou realizarem o seu parto.

    A primeira imagem da vida é o nosso primeiro impacto e ter que abrir os olhos para este mundo bem longe do lar e da família, com os inerentes riscos para todos é ultrajante para uma mulher, para as nossas mães.
    Tempos houve em que os partos eram feitos em casa, sem os cuidados devidos e só se recorria ao hospital em última instância - foi o meu caso, sou gémeo e nasci há cerca de 50 anos, no ano do 25 de abril, a minha irmã nasceu em Penafiel e eu no Hospital de São João, cerca de 3 horas depois, numa viagem de hora e meia, atribulada e de "barriga aberta".

    Sou um defensor do SNS.

    Bem sei que o governo não o fez de propósito, mas fê-lo em alguns aspetos pela sua inação e pela incapacidade de resolver os problemas na saúde muito por causa de uma cegueira ideológica.

    Ora, eu entendo que a posição da AD, mormente do seu líder, é muito parecida à do Sá Carneiro, muito moderno para a época pioneiro no seu pensamento, na liberdade que deve ser dada à mulher de escolher os seus destinos, a sua vida.

    Fala-se em problemas de natalidade, de demografia, atenuados com os partos dos emigrantes, dos estrangeiros que por cá passam, em que uma percentagem destes nascimentos é feita de forma eletiva no privado, mas é preciso fazer mais.

    Reconheço que o alargamento das creches ajuda à solução, pois hoje ambos trabalham (homem e mulher), mas é preciso reparar que isso só é possível - e o PS acabou por reconhecer já tarde - apenas com o apoio do setor social, das misericórdias do privado.

    A cegueira ideológica por vezes não nos deia ver o óbvio e este PS mais à esquerda sobrepôs uma venda nos olhos ainda maior do que a que teve nestes últimos anos.

    Por isso voto na AD, porque sou responsável e com responsabilidade vou votar, pela minha saudosa mãe e por todas as mães deste país.

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  5. Anónimo8/3/24 10:40

    Agora a sério!

    Aquele homem de barbas, da maneira que fala, e sobre o que fala, conseguirá convencer alguém?

    Será que alguém acredita que está pelo menos ao nível daquele que vai sair?

    Não precisará o nosso País de mudança?!

    De novas pessoas e políticas?!

    Abraço.

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  6. Anónimo8/3/24 10:51

    As pessoas têm memória curta colega....

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  7. Anónimo8/3/24 10:52

    Agora, aproveita a mesma tela e as mesmas cores e no cenário coloca o Marçal.

    O que achas?

    O Marçal, e mais, o Carlos Almeida, vão trazer alguma coisa.

    Mas eles andam por lá e nós por cá sem nada.

    Sempre a perder.

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  8. Anónimo8/3/24 11:34

    Tens razão! Também aí é preciso mudança!...

    Venha ela!

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  9. Anónimo8/3/24 11:48


    Votar PS ou AD é votar na continuidade. São os responsáveis pela situação em que nos encontramos decorrido meio século de suposta democracia.

    Todos os que trabalham votem nos partidos que defendem o interesse dos trabalhadores!


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  10. Anónimo8/3/24 11:57

    Não! Voatr na continuidade é votar PS.

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  11. Anónimo8/3/24 13:07


    Lembro-me bem do que os governos de direita nos deram e não, NÃO quero mais Cardonas ou Paulas Cruz!

    Nem Cavacos, Barrosos ou Passos Cuêlhos...!

    Longe!!!



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  12. Anónimo8/3/24 13:15



    Domingo não votarei em nenhum dos partidos do arco da governação.

    É preciso castigá-los por anos e anos de desprezo.

    Vou desprezá-los conforme eles nos desprezam!


    E relativamente à justiça, a propósito do penúltimo parágrafo do artigo, tenho a dizer que também não confio na justiça.

    Trabalho na justiça, todos nós trabalhamos, e por isso sei do que falo ...

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  13. Anónimo8/3/24 13:16

    Correto: votar na continuidade é votar PS !

    Votar na mudança é votar na AD.

    Por muito que tentem associar um um partido ao outro para dizerem que ambos são a continuidade, o que fazem por aqui com um objetivo óbvio, qual seja do de derivar o voto, isso não é verdade.

    A mudança está, como sempre esteve na AD, que é quem verdadeiramente faz reformas neste país, e concretiza os projetos bons, mesmo que provindos de outra área política, foi assim com o SNS, idealizado por socialistas mas implementado pelos sociais democratas, e é assim que deve de ser, pois a cegueira ideológica deve ser posta de parte.

    Dia 10, a mudança só acontece com a AD, pois se assim não for então é a continuidade com o PS ou, para pior, com o BE, o PCP, e eventualmente o PAN e o LIVRE (este já se afastou um pouco dessa cegueira e admitiu, de forma muito inteligente e com saúde democrática um apoio ao centro moderado - como deve de ser).

    Portanto não fraquejamos, dia 10 ou se vota na mudança ou no mesmo de sempre - numa versão mais fraca e incompetente de uma esquerda não tato moderada.

    Pergunto: quais vão ser as condições que o BE e o PCP vão impor ao PS de PNS?
    - será a saída da NATO;
    - será a renacionalização dos CTT (tentada no acordo anterior);
    - ou da REN;
    - que impostos e taxas vão criar mais? incidirão sobre o ar que respiramos, serão acrescidas se esse ar for ainda mais puro?

    Sejamos realistas e apostemos no futuro do nosso país - isto não é uma brincadeira é um assunto bem sério que exige mais que um voto gerado por um ímpeto de frustração ou de revolta, mas antes bem refletido e ponderado a pensar no nosso futuro, dos nossos filhos e dos nossos netos.

    Bem hajam

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  14. Anónimo8/3/24 13:23

    Concordo consigo, mas acho que se deve dar uma oportunidade de governar a um partido que nos últimos 20 anos, governou cerca de 4 com as amarras do resgate da troika.

    Se lhes dermos uma oportunidade poderemos pedir-lhes a responsabilidade e cobrar responsabilidades, mas se não o fizermos estamos a castigar um partido que não vai em radicalismos e que verdadeiramente se preocupa com as pessoas e não apenas com as suas ideologias e com o seu clã político.

    Não contribua, com a deriva do voto, para que tudo fique na mesma ou vá para pior.

    Precisamos de coragem, de apostar na mudança por um futuro melhor em que tenhamos reais expetativas de melhoria de vida e não nos resignemos a sermos os mais pobres da Europa.

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  15. pobre da cuca8/3/24 13:47

    13,15 : muito bem feito não votar no 'arco" é que é voto que não vai fazer falta nenhuma.Pode votar ADN.
    Dos que conheço e já são muitos, também familiares, o voto deles vai para o PS. Partido humanista, amigo dos trabalhadores, pensionistas, mas também das empresas e basta ver o investimento das mesmas, mesmo com o maior aumento do salário mínimo! É ver também as contas do país, respeitado na europa, o baixo desempreg,...
    Também não quero mais Cavacos, Cardonas, Passos, Teixeira da Cruz, Ferreiras Leite. Basta olhar e ouvir estas pessoas e fica-se deprimido, lembrando velhos tempos. E os mais velhos, que em tempos foram chamados de "peste grisalha" por alguém deste PSD não esquecem.
    Parabéns às mulheres: são a maioria nas magistraturas e muitas como oficiais de justiça, e hoje é dia de lembrar que há muito ainda a fazer para diminuir desigualdades.Ainda há casos na sociedade de trabalho igual e salário diferente para menos, em relação aos homens.
    Pessoal todo a votar domingo.É um dever e foi um direito conseguido com o 25 de abril.
    A escolha que fôr feita dia 10 tem de ser respeitada por todos.Quando P.Coelho ganhou, assim fiz, não sendo a minha escolha.Confiei que, tendo ganho alguém jovem, faria a diferença.Começou bem, mas mais tarde foi além da Troika esquecendo quem o tinha eleito.Mandou emigrar os jovens dizendo para não serem piegas.Fez cortes cegos, privatizou ctt que hoje não servem as populações do interior, etc.etc.
    Tudo para no final, a dívida pública ficar ainda maior, depois de tantos sacrifícios do povo.

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  16. Anónimo8/3/24 13:59

    Vem aí o Congresso do SFJ, apresentem-se a eleições para fazerem melhor...

    ResponderEliminar
  17. Anónimo8/3/24 15:11

    E porque não haveremos de fazer melhor?

    ResponderEliminar
  18. Anónimo8/3/24 15:12

    Vai umas coxinhas de rã?

    ResponderEliminar
  19. Anónimo8/3/24 15:32

    "Tudo para no final, a dívida pública ficar ainda maior, depois de tantos sacrifícios do povo."
    Fds..... qual é o seu nº de sócio do PS ? já tem tacho garantido ?

    ResponderEliminar
  20. Anónimo8/3/24 16:02

    Sirva-se então do Sócrates e Compª , dos tais que nos cortaram no tempo da reforma, nos SSMJ, nos vencimentos (conforme vídeo constante no link do primeiro cometário) e nas promoções e progressões.

    Continuemos com as Franciscas, as Catarinas e Costas que criaram "O ANO DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA".

    Contente-se com as aberrações das decisões da DGAJ e do MJ no que nos respeita - aos oficiais de justiça - com os imbróglios jurídicos criados pelos juristas e feitores das leis no parlamento - maioritariamente do PS e da esquerda.

    Prontos, sigamos a nossa vidinha.

    Vote em quem quiser, é o seu direito e é inalienável e eu não o contesto, o que não quer dizer que concorde, mas respeito-o como respeito a opinião de todos , apenas não concordo consigo.

    A sua visão, acho, está inquinada é periférica e eu julgo que se se distanciar das suas crenças ideológicas verá que a solução não está em quem aposta.

    Se ensaiar esse desprendimento, da questão partidária e ideológica, se pensar apenas na pessoa verá que a aposta deverá ser na AD.

    Mas aceito que o colega - e o é - pense diferente, apenas não concordo com o que diz porque está notoriamente enviesado - nunca por nunca referiu os "artistas" do PS ... será que serão impolutos ... não acredito nisso e por isso não acredito no que diz.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo8/3/24 16:05

    Quer dizer "amigo dos funcionários públicos" ... será, apenas de alguns ...

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  22. Anónimo8/3/24 16:16

    Decididamente não foram amigos dos oficiais de justiça, aliás nem sequer os respeitaram ao proporem um projeto de estatuto que os desclassifica de forma generalizada.

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  23. Anónimo8/3/24 16:43

    os estatutos são um obstáculo

    vejam que durante duas décadas era a direção cessante ou ainda em vigor que se apresentava às eleições

    as outras listas estão oneradas com um sem numero de obstáculos

    no congresso o melhor seria mandar embora o Marçal e criar um comissão provisória

    ou ate chamar o MP para averiguar da legalidade da atuação dos dirigentes até aqui

    Ui, eles borram-se de medo e parecem animais encurralados e aí parecem lapas

    não saem

    e querem lá saber dos problemas dos "colegas"

    querem é ficar lá

    ResponderEliminar
  24. Anónimo8/3/24 16:47

    o Vitor Norte ou a Regina que se cheguem à frente, nem que seja de forma provisória

    Rua Marçal

    ResponderEliminar
  25. Anónimo8/3/24 18:32

    Isto é o que se chama um regime, diferenciado, e de que maneira, da aposentação!...

    E ainda por cima com um governo de gestão e com uma Assembleia dissolvida.

    Afinal em gestão podem ou não podem?!...

    DN:

    :...Governo aprova lei que “beneficia” ex-ministra da Justiça
    Francisca Van Dunem pediu para se jubilar quando saiu do Executivo, o que não lhe era legalmente permitido, segundo um parecer do Conselho Consultivo da PGR. Governo alterou a lei, no mês passado, com efeitos retroativos. Ex-ministra garante não haver nenhum favorecimento na sua jubilação..."

    ResponderEliminar
  26. Anónimo8/3/24 18:40

    Oh Catarina, já fizeste as malas?

    Vai, vai!

    A tua incompetência não deixa saudades.

    Irritante incompetência.

    ResponderEliminar
  27. Anónimo8/3/24 18:41

    ... claro que não.

    ResponderEliminar
  28. Anónimo8/3/24 18:49

    Paula Teixeira da Cruz, pelo menos, conseguiu recrutar 600 novos Oficiais de Justiça l

    ResponderEliminar
  29. Anónimo8/3/24 18:52

    Querido PS traz lá o novo estatuto com mais uns 3 escalões de auxiliar para eu ir para a reforma e me dedicar à advocacia e ganhar em 10/ 15 anos aquilo que não ganhei em 40 anos de função pública!!!

    Mas foi uma boa formação!

    Agora vou fazer questão de advogar no meu atual núcleo e meter uns recursos que sei irem vencer.

    Apanhei-lhes as manhas todas!

    ResponderEliminar
  30. Anónimo8/3/24 18:56

    Para recordar os mais esquecidos:

    Foi pelo Decreto-Lei nº. 229/2005 de 29DEZ que a aposentação dos Oficiais de Justiça passou para o regime geral. Este Decreto-Lei foi aprovado num governo do PS, sendo primeiro-ministro José Sócrates.

    Foi por um governo do PS liderado por António Costa que fomos discriminados em relação aos funcionários dos Registos e Notariado.

    Foi por um governo do PS liderado por José Sócrates que perdemos o direito aos Serviços Sociais da Ministério da Justiça na assistência médica.

    Foi por um governo do PS, liderado por José Sócrates, que perdemos mais alguns dias de férias no verão, que nos eram atribuídos como forma de compensação do trabalho extraordinário não remunerado, quando reduziu o período de dois meses de férias judiciais no verão.

    Foi com um governo do PS, liderado por António Costa que fomos discriminados no processo de vacinação no período da pandemia COVID
    Os Magistrados foram considerados prioritários, apesar de terem abandonado "o barco", os Oficiais de Justiça continuaram a estar presentes nas instalações sujeitos a um risco acrescido.

    Chegamos ao ponto de que um assistente técnico, no início de carreira, aufere mais 7 euros do que um Oficial de Justiça também em início de carreira. Este último, ainda sujeito a trabalho extraordinário não remunerado!

    Com este PS, chegamos ao ordenado mínimo no ingresso da carreira!...

    ResponderEliminar
  31. Anónimo8/3/24 18:57

    Já vi isso em audiência de julgamento quando um advogado nas alegações se dirigiu ao "colega advogado", outro hora Oficial de Justiça, como "Sr. Funcionário" e este respondeu "O colega está nervoso, está enervado, mas é assim, acontece !"

    ResponderEliminar
  32. Anónimo8/3/24 19:02

    Mas há transportes gratuitos, propinas baixaram, a dívida pública baixou, as reformas aumentaram e por aí fora.
    Mais não aconteceu devido ao conjunto de vicissitudes estranhas que redondaram em nada!

    O chamado assalto ao poder!

    ResponderEliminar
  33. Anónimo8/3/24 20:23

    Aí não?!...

    Lei n.º 26/2024, de 20 de fevereiro!

    Não só para os Tó Tós!

    ResponderEliminar
  34. O gajo que quer que o PS Ganhe para isto ir mesmo ao fundo...8/3/24 20:35

    Com papas e bolos se enganam os tolos...
    :
    Transportes Gratuitos ? Não são. saem do bolso de quem trabalha e paga impostos.

    Divida publica baixou ?
    Não baixou, Baixou em percentagem do PIB, em valor real aumentou.

    ResponderEliminar
  35. Anónimo8/3/24 20:38

    A converseta de sempre!!!

    Deixem é de pagar quotas!

    Um milhão de euros/ ano para está triste figura!!!

    ResponderEliminar
  36. Anónimo8/3/24 21:32

    A dívida pública ficou ainda maior!..

    Então com um resgate de 87 mil milhões de empréstimo da Troika queria que a dívida pública diminuísse!...

    Só com um milagre das rosas!...

    Quando alguém pede um empréstimo fica mais endividado.


    🤣😫😁😃

    ResponderEliminar
  37. pobre da cuca9/3/24 00:03

    O trabalho estava a ser feito. Foi interrompido. Há muita coisa para continuar a fazer e fazer de novo e no dia 11 de março veremos isso novamente.
    Caso contrário temos de respeitar que os eleitores é que mandam.
    Não ficar em casa é o lema domingo....

    ResponderEliminar
  38. pobre da cuca9/3/24 00:05

    Pois, pois, abelha!

    ResponderEliminar

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