A distorção na carreira e as eventuais inconstitucionalidades
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) informou a Lusa e esta agência distribuiu a informação pelos órgãos de comunicação social, no entanto, apenas o “Observador” deu a notícia de que o SFJ solicitou à Procuradora-Geral da República (PGR) e à Provedora de Justiça que suscitem a verificação de constitucionalidade no decreto-lei de 2019 relativo ao descongelamento e progressão na carreira por ter criado “distorções injustificadas e injustas”.
Em termos de interesse público e noticioso deste assunto, constatamos que é praticamente inexistente, uma vez que apenas um órgão de comunicação social reproduziu a informação da Lusa e se o interesse público é nulo, o interesse interno em termos de divulgação para os Oficiais de Justiça parece ser igualmente muito baixo, uma vez que o SFJ também não divulgou a sua ação junto da PGR e da Provedoria de Justiça, isto é, não informou os Oficiais de Justiça, tendo se limitado à colocação da ligação à notícia do “Observador” na sua página do Facebook.
Perante tanta falta de informação, vamos lá ver se aqui conseguimos suprimir isso, tanto mais que ainda ontem aqui abordamos este assunto do descongelamento, à luz das declarações de apoio a um orçamento retificativo formuladas pelo secretário-geral do PS.
O que está em causa é o Decreto-Lei nº. 65/2019, de 20 de maio, que estabeleceu uma recuperação mínima do grande tempo de congelamento, concedendo aos Oficiais de Justiça em geral um pequeno período de 2 anos, 1 mês e 6 dias, tempo este que foi concedido de forma faseada em frações de 8 meses. Esta recuperação, ou melhor dizendo, a mitigação, não foi, no entanto, concedida a todos os Oficiais de Justiça. Na altura, aqueles que tinham sido promovidos recentemente não obtiveram essa compensação ou obtiveram apenas uma pequena parte.
Em 2019 e mesmo nos anos posteriores a norma compensatória passou despercebida à maioria dos Oficiais de Justiça até que, no ano passado, 4 anos depois, se reparou numa anomalia nas progressões e promoções.
Sucede que os Auxiliares que não foram promovidos antes de 2019 continuaram na mesma categoria e com a aceleração compensatória dos dois anos e pico subiram mais rapidamente de escalão, muitos tendo alcançado o último escalão da categoria e, depois disso, foram promovidos passando não para o primeiro escalão de Adjunto, mas para o quarto, assim ultrapassando aqueles que desde 2017 estavam na categoria e ainda estavam no segundo ou terceiro escalão.
Em síntese, a distorção introduzida pelo Decreto-lei resulta num recém-promovido estar a ganhar atualmente mais do que um promovido há 6 anos.
Esta distorção advém de uns terem beneficiado da compensação dos dois anos e pico enquanto que outros não e é esta a distorção que se alega ser inconstitucional, pedindo o SFJ que as entidades competentes possam suscitar a avaliação da constitucionalidade dessa norma de 2019 que hoje se constata ter introduzido diferenças de vencimento que, em alguns casos, alegam os promovidos, entre 2011 e 2017, que estão a perder mensalmente cerca de 140 euros por estarem num escalão atrás daquele que seria devido caso também tivessem beneficiado da compensação dos dois anos e pico.
Para o SFJ, “não existe qualquer justificação para a diferenciação legal, dado que pertencem à mesma carreira e são-lhe aplicadas as mesmas regras legais (…). Além de que se violou o princípio da igualdade, da justiça, da proporcionalidade previstos na lei e constitucionalmente reconhecidos”.
Na comunicação do SFJ à Lusa, o sindicato afirma que para os Oficiais de Justiça que não viram contado aquela parte do tempo congelado depois da promoção se concretizar, aquele tempo “nunca mais poderá ser recuperado” e “cria desigualdades entre eles sem motivo justificado”, acrescentando que, “em termos práticos”, se verificou que “manter a categoria de base foi mais vantajoso do que ser promovido”.
O SFJ considera que “o mais correto seria contabilizar-se aos trabalhadores até à promoção o tempo proporcional aos 70% do módulo de tempo padrão e a partir da promoção, o tempo proporcional aos 70% do módulo de tempo padrão. Só assim se conseguiria respeitar a lei e o princípio da igualdade. E permitindo que todos recuperassem na exata medida o tempo de serviço que foi permitido recuperar”.
Para o presidente do SFJ, António Marçal, o nível de desigualdade e discriminação pode aumentar nos próximos tempos face a outras carreiras na administração pública, uma vez que a coligação Aliança Democrática e o Partido Socialista tinham nos programas para as legislativas de 10 de março a recuperação de tempo de serviço ainda congelado aos professores.
“Se não for resolvido o problema, a discrepância [entre carreiras] vai ser ainda pior”, disse Marçal.
Ou seja, tal como consta do artigo que aqui ontem publicamos, a muito previsível “recuperação” do tempo restante em falta (7 anos, 2 meses e 26 dias), aprofundará a distorção, mais ainda se, de igual forma, não for novamente aplicada a todos os Oficiais de Justiça e novamente ficar barrada aos promovidos.
Por outro lado, embora não faça parte da alegada inconstitucionalidade cuja apreciação o SFJ solicitou, uma outra eventual inconstitucionalidade desde já se vislumbra com toda a facilidade. A ser concedido, como se prevê, os 7 anos e pico de tempo para a progressão, grande parte dos Oficiais de Justiça que passaram pelo período de congelamento não vão beneficiar dessa recuperação por já estarem no último escalão e não haver mais para poderem beneficiar, como os demais, dessa recuperação.
Assim, a recuperação do tempo de congelamento não será dada efetivamente a todos os Oficiais de Justiça que estiveram congelados, mas tão-só a alguns, a não ser que se reformule a tabela de vencimentos acrescentando, pelo menos, mais três escalões, escalões estes que já há muito deveriam ter sido acrescentados, pelo menos há cerca de uma década, desde logo quando se decidiu aumentar a idade possível para a aposentação dos 55 para os 66 anos de idade, logo aí deveriam ter sido aumentados os escalões para cobrir esses 11 anos e tal a mais.
Portanto, estamos perante distorções já implementadas e outras que se preveem vir a ser implementadas, pelo que os sindicatos, desta vez, deverão ter uma intervenção efetiva, diferente da anterior mitigação do período de congelamento, reivindicando já a introdução deste instrumento para que todos possam realmente ser compensados pelos anos de congelamento, prevenindo futuras solicitações de verificação da constitucionalidade do novo decreto-lei.

Fonte: "Lusa/Observador".
O tema de hoje há muito que é bem conhecido, sem que tivesse sido corrigido a impulso de quem quer que seja.
ResponderEliminarCom efeito, apenas não se deu a conhecer mais cedo por causa dos congelamentos das carreiras e, concretamente, das promoções a adjuntos.
É inconcebível a manutenção da situação por muito mais tempo.
Vou dar o meu exemplo pessoal: sou adjunto desde abril de 2009 e, presentemente, estou no índice 410 (RB 1 543,88 €) , quando deveria estar - nas minhas contas pessoais - no índice 450 (RB 1 684,22 €) .
Quem entrou, como eu, em 1998, com vinculação definitiva em 1999/2000, está hoje no último escalão de auxiliar (com 1 649,15), ou seja 35 € de diferença, sendo que se for promovido ainda com este Estatuto vai ganhar o mesmo que eu, que conto com 15 anos na categoria.
Isto é uma aberração do tamanho de uma montanha.
Se é certo que por um lado não deverá existir grandes diferenças salariais, certo deverá ser também que o ingresso na categoria superior deverá significar uma diferenciação mais expressiva, pelo menos em valor.
Ora, o que temos hoje é - apenas e só - praticamente um estender - por mais escalões - da possibilidade de progressão na categoria.
Ou seja, no fundo, é como se tratasse de uma carreira plana.
Não se preocupe com aquilo que lá vem escrito.
ResponderEliminarMuita coisa tinha de mudar para colocar aquilo em prática e ser minimamente eficaz.
Aquilo foi feito por gente que nunca entrou numa secretaria e nem sabe o que ali se faz.
Existem muitos exemplos de intenções parecidas e que até hoje nunca foram implementadas por diversos motivos.
Nem o habilus/citius, programa desenvolvido e criado por oficiais de justiça, conseguiram desenvolver, por inúmeras tentativas, quanto mais colocar o que ali vem escrito a produzir e a ter eficácia.
Quer um exemplo simples? Veja a possibilidade de um NUIPC (número único identificador de processo crime) ser registado em todas as comarcas.
Ou seja, o NUIPC 111/22.1ZZZZZ pode ser criado na comarca de Setúbal, de Bragança, de Faro, de Lisboa e noutras.
É um exemplo, mas poderia elencar outros que se passam diariamente.
Infelizmente, acho que continuamos a pensar que nada vai acontecer. Enfim! Quanto a pessoas fora dos tribunais, por acaso faz parte da equipa o Daniel Costa. Por acaso!
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ResponderEliminarAberração mesmo.
Não se percebe como sindicatos não falam nessa aberração.
Fosca-se
ResponderEliminarBem haja a esta página.
Colega, vai acontecer porque o que está em causa são €€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€ do PRR. Além disso, não é de hoje que querem alterar as bases do nosso trabalho como OJ. ( que a par dos assessores , somos os "colaboradores"-vd a redação do despacho).
ResponderEliminarAutomação se vir bem já existe há muito tempo: quem não se lembra do "sempre fiz assim e nunca tive problemas"? Só que doravante será feita pela máquina e poupa-se uns euros no pagamento de salários aos "colaboradores".
Peguemos no exemplo da automação das citações: o acto mais formal do processado será todo ele feito por uma máquina? A ser, a arguição de nulidades será potencialmente aumentada. Por mais cuidados que o IGFEJ tenha na sua concepção.
Travar a automação é como impedir o vento com as mãos; é inexorável. Podemos é prepararmo-nos para tal tendo uma atitude pró-activa: automação sim, mas como auxiliar. A supervisão, a última palavra, será sempre humana.
preparar mas é para deixar isto.
ResponderEliminartrabalho escravo.
ResponderEliminarNão há aqui nenhum colega que tenha sido eventual de 2001 a 2005?
Ninguém questiona se temos de meter ação em tribunal para ver reconhecido 1 escalão?
Os assessores já não estão à par dos Oficiais de Justiça e o que se prepara para vir, seremos mesmo uns auxiliares, uns colaboradores, uns administrativos do sistema. É triste mas também não temos muita vontade em mudar. Só protestar por mais escalões...
ResponderEliminarExcelente representação da realidade. E mesmo isso.
ResponderEliminarNum futuro não muito distante seremos gestores de trâmites - ou seja, seremos responsáveis pelo acompanhamento e monitorização dos automatismos e aferição das eventuais vicissitudes, obstando à evolução do trâmite, interrompendo-o, para suprir eventuais irregularidades e/ou representá-las superiormente.
No mais, ou evoluiremos, pela diferenciação na carreira, para duas funções distintas - a de gestor de trâmites e a de coadjuvação ao magistrado - ou ficaremos reduzidos a meros tarefeiros - apenas com o tratamento informático do expediente (registo de intervenientes - que no cível acontece cada vez menos por causa do ônus que impende sobre as partes - ou a presença às diligências, feitos "pagems decorativos" uma vez irão passar a ser registadas com som e imagem).
Existem outras tarefas que vão exigir outra qualificação - nos inventários, no crime, etc. - cuja valorização deverá ser uma realidade a breve prazo.
Boas tardes
ResponderEliminarPor acaso, algum colega tem a tabela remuneratória dos oficiais de justiça do presente ano que possa disponibilizá-la?
Obrigado.
A tabela do corrente ano, bem como as demais desde 1989 estão disponíveis nesta página, permanentemente, na coluna da direita (visto em PC), na secção das Ligações a Documentos e por ordem alfabética.
ResponderEliminarComentário ao comentário do Colega" De Anónimo a 21.03.2024 às 10:14"
ResponderEliminarJá por diversas vezes aqui tinha deixado alguns pensamentos avulsos sobre como deveriam evoluir os serviços, concretamente, ao nível informático - seja nas plataformas de interação com os utentes (com balcão virtual semelhante ao da Autoridade Tributária) seja no desenvolvimento de automatismos (com evolução de trâmites pré-programados segundo cada tipologia de processos e sem intervenção humana, semelhante à tramitação das contraordenações e execuções na AT), na interoperacionalidade dos sistemas, com o seu uso pelos OPC e outras entidades externas com colaboração direta com os tribunais (v.g. a INMLCF) à semelhança do que acontece já hoje acontece com a DGRSP e EVEs.
O diploma que dá nota no seu comentário corresponde, na íntegra, áquilo que tenho vindo a alumiar em sucessivos comentários.
Com bem refere, esta (r)evolução vai ser uma inevitabilidade.
O que deve ser perguntado é se estamos preparados para esse advir? Não não estamos preparados ou sequer qualificados.
Ademais, cumpre dizer para os mais desatentos e que não se convenceram disso, que o projetado Estatuto pretendia na realidade uma desqualificação generalizada - cuja machadada seria dada oportunamente com a consagração da carreira paralela de técnico superior nos tribunais sendo a única compatível com as modificações pretendidas.
Por isso, as reivindicações têm de ser também projetadas e direcionadas para um novo estatuto profissional, o que urge fazer.
Pela minha, sendo OJ a prestar serviço no MP, se aparecer alguma máquina que faça os interrogatórios, inquirições etc, etc que me são distribuídos estão completamente à vontade.
ResponderEliminarPagam-me como se fosse um mero funcionário administrativo, tratam-me como se fosse um administrativo então já agora tirem-me trabalho do lombo......
ResponderEliminarOra, muito bem.
Mas parece que alguns Oj´s querem é dizer que lhe delegaram serviço.
Mesmo que ganhando uma miséria.
É a mania das grandezas.
Têm o que merecem.
Colega, no dia em que a automação chegar plenamente às secretarias do MP, digo-lhe, muito sinceramente, que toda a sociedade, planeta, toda e qualquer actividade humana, foi tomada pelas máquinas. Essa aldeia gaulesa, do qual o Viriato teria inveja se fosse vivo, habitada pelos lauditas( não só OJ), vergar-se à digitalização/automação... não vejo jeito.
ResponderEliminarTem de haver vontade. Quanto à coadjuvação do Magistrado, acho que já vamos com algum atraso. Sugiro que averigue sobre as atuais funções dos Assessores dos Magistrados e perceba-se onde é que eles já vão! Concordo que ainda nos resta poucas "valências" mas se nada fizermos para as apanharmos, o comboio vai embora.
ResponderEliminarAutomação plena é um conceito algo relativo. Ou seja, muitos atos processuais não serão realizados por pessoas. As notificações, o correio, etc...será a máquina. Resta, se assim assumirmos, as diligências próprias - inquirições, interrogatórios - do MºPº. E nesse caso não serão precisas, por exemplo, 10 OJ's mas somente 5. Percebe a mudança? O que temos de lutar é que, em vez de remeterem as "dn's" para os OPC's, devemos ser nós, por delegação de funções e em criminalidade mais simples, dirigirmos o inquérito...
ResponderEliminarPerfeitamente, tanto é que , quando nos "retiraram" as competências executivas e de inventário, chamei a atenção acerca disso. Sabe qual foi a reação? Encolher de ombros e até alívio, no caso das execuções. Sabe qual foi a minha réplica? Se não temos competências porque nos pagam um salário?
ResponderEliminarMuito obrigado.
ResponderEliminarPior que isso são as contas do Ano Probatório.
ResponderEliminarAs referidas distorções levam a que pessoas com menos anos de serviço levem para casa largos milhares de euros.
A desculpa cada situação é um caso.
Situações por esclarecer, que custa corrigir ou não querem corrigir.
Enfim, Portugal, Século XXI, pior que isto só na Nigéria...
Porque não afixam as contas no site da DGAJ em nome da transparência?
Da audiência de interessados, para o recurso hierárquico, do recurso para a ação. A situação deve ser corrigida daqui a 10 anos quando estivermos na reforma.
Justiça só se for a Divina...
Soube hoje, pelo comunicado do SFJ, que houve já 245 colegas que receberam a indemnização. Respeitando imenso a privacidade e sem querer ser indelicado nem desrespeitador dos colegas, mas confessando que me faz muita falta qualquer dinheiro inesperado e não conseguindo de maneira nenhuma acertar com os cálculos necessários, haverá algum colega, que a coberto do anonimato possa pelo menos esclarecer os cálculos efectuados pela DGAJ e de que valores estamos a falar? Peço desculpa pelo atrevimento mas agradeço antecipadamente qualquer pequeno esclarecimento.
ResponderEliminarImagine diferenças de 3200 euros para 30000 euros...?
ResponderEliminarSolicitadas as explicações por diversos colegas estas deixam muito a desejar como sempre.
E depois há outro caso gritante a falta de diálogo por parte da DGAJ.
Venho informar todos os oficiais de justiça, que a nossa carreira irá ser revista até meados de junho de 2024, e teremos um aumento de 20 por cento a nivel salarial e promoções, esta informação foi obtida junto de ministros.
ResponderEliminarNão digam a ninguém.
Este tipo não se cansa de dizer palermices. Enfim... toda a comunidade tem um tolinho.
ResponderEliminarDisse um dia Umberto Eco
“O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”.
Mas és tão básico que nunca passarás do tolo da aldeia, um básico e iletrado troll
O que se passa com o projeto de lista de antiguidades.
ResponderEliminarNo ano passado foi publicada em fevereiro!...
Não se compreende o atraso.
O número de Oficiais de Justiça em exercício de funções não param de diminuir, ano após ano!..
ResponderEliminarAo invés, os Mapas de pessoal da DGAJ, ano após ano, inexplicavelmente têm vindo a aumentar.
Da consulta dos Mapas de pessoal da DGAJ, disponíveis na página oficial, podemos verificar que em 2020 eram 272; em 2021 já eram 322 e em 2024 passaram para 339.
É obra!...
Entre 2020 e 2024 um aumento de 67 postos de trabalho!....
Caros colegas Chegamos
ResponderEliminarJá repararam que o vosso líder precisa de ajuda?
Agora que a AD, IL e PS se estão a entender, os primeiros para formar governo e o PS para aprovação de propostas legislativas, ate dá pena ver o venturinha ostracizado e a falar para as paredes.
Vá lá, já que votaram inconscientemente, ao menos façam um abaixo assinado para pregar aos santinhos pelo ventura.
Tenham essa sensibilidade, é que as expetativas eram tão altas.😅
Um aumento de 24,5%!...
ResponderEliminarNao caraterizo este "líder" como troll.
ResponderEliminarAcho que está mesmo convicto de que apresenta as melhores soluções.
Só que às vezes engana se e estica se um bocadinho.😁