As três eleições deste fim de semana
Este fim de semana houve eleições em duas estruturas sindicais da justiça. Os dois sindicatos que representam as magistraturas, foram a votos e elegeram novos corpos sociais, aliás, como é costume e como costume é também que os presidentes não se recandidatem, deixando o lugar para outros.
Esta atitude tão democrática que se verifica nestes sindicatos: no Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) e na Associação Sindical dos Juízes (ASJP), não se verifica noutras estruturas, sindicais ou não, e está em sintonia com países de regimes ditatoriais, como é o caso da Rússia, onde este fim de semana também se realizaram eleições, ou melhor: uma farsa de eleições, reelegendo, com a indicação oficial de quase 90% dos votos, aquele que já todos no Mundo inteiro sabiam que seria forçosamente reeleito para mais seis anos e com uma alegada extraordinária votação.
Na ASJP o novo presidente é o juiz desembargador Nuno Matos que venceu o outro candidato, Moreira das Neves, por apenas mais dois votos: 813 para Nuno Matos e 811 para Moreira das Neves.
Este ato eleitoral para a ASJP foi bastante concorrido. Desta vez os juízes não se alhearam tanto da eleição, atribuindo-se a razão desta grande participação ao facto destas eleições terem recorrido, pela primeira vez, ao voto eletrónico, o que facilitou muito a participação dos juízes associados.
Os Oficiais de Justiça já experimentaram este tipo de votação aquando das eleições para os órgãos da ADSE e por aqui se vê que esta é uma via a explorar e a expandir.
Os novos órgãos sociais da ASJP foram eleitos para o triénio 2024-2027 e o novo presidente eleito declarou à comunicação social que aquilo que pretende levar a cabo no triénio é aquilo que era o lema da candidatura: “Pela independência, unir e dignificar”.
«Unir uma associação de todos os juízes e para todos os juízes, de todas as jurisdições, porque não é só dos tribunais comuns, é também dos tribunais administrativos e fiscais, e também dos juízes aposentados; dignificar os juízes e a justiça, em tudo o que nisso possa estar incluído, desde a legislação até às condições de trabalho, até aos sistemas informáticos, todas essas questões que têm de ser resolvidas», enumerou Nuno Matos.
E a esse propósito avançou ainda que “a reforma da justiça tem de ser feita ao nível legislativo, mas também olhando para essas questões mais do exercício da função”.
Por sua vez, no Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), foi eleito Paulo Lona, com 438 votos, encabeçando a lista única que concorria aos órgãos do sindicato.
Neste caso, a abstenção foi elevada, uma vez que esta magistratura conta com cerca de 1500 magistrados do Ministério Público e cerca de 90% estão sindicalizados e aptos a votar. Portanto, os 438 votos que elegeram o procurador Paulo Lona, contra os 28 brancos e 6 nulos, constitui uma participação muito reduzida.
Em declarações à Lusa, após o sufrágio, Paulo Lona adiantou que a tomada de posse da nova direção, que conta com o procurador Carlos Teixeira como secretário-geral, deve ocorrer “no dia 12 ou 13 de abril” e mostrou-se tranquilo com os números da votação: “É uma expressão normal, tendo em conta que é uma lista única. Os colegas não se dão tanto ao trabalho de votar nas eleições quando é uma lista única”, admitiu, sublinhando a “renovação grande dos quadros na estrutura do sindicato” para o próximo mandato de três anos, depois de ter sido secretário-geral na direção cessante presidida por Adão Carvalho.
Eleito sob o lema “Independência, União e Combatividade”, o novo presidente reiterou como grande objetivo a “defesa intransigente do Ministério Público e da autonomia dos magistrados”, sobretudo perante a anunciada intenção de vários partidos em avançar com reformas da justiça.
“Preocupa-nos que se pense em pactos de regime para alterar a justiça. Há muitas coisas a fazer: faltam Oficiais de Justiça, magistrados, técnicos… Esses são os reais problemas. O que os preocupa são dois ou três processos”, afirmou, descrevendo como “absurdo” esse cenário: “Os processos estão numa fase inicial e com medidas de coação que nem estão consolidadas. É preciso olhar de forma mais larga, não só para a árvore, mas para a floresta”.
Contudo, Paulo Lona não descartou que se avance com mudanças no setor, desde que sejam auscultados os diversos agentes judiciários.
“Todos os intervenientes deverão ser ouvidos, não é possível fazer reformas na justiça sem ouvir os diferentes agentes. Agora o que me preocupa é que se pense em reformas a reboque de dois ou três processos. Os problemas são muitos e não resultam desses dois ou três processos”, finalizou.
A melhoria do estatuto remuneratório, a necessidade de uma verdadeira autonomia financeira do Ministério Público, a formação específica dos magistrados, o défice de quadros, a importância da especialização dos Oficiais de Justiça que prestam serviço nas secretarias do Ministério Público e o apelo para que as decisões proferidas pela Procuradoria-Geral da República e pelo Conselho Superior do MP sejam pautadas pela legalidade, transparência, independência e defesa dos magistrados são outros compromissos da lista.
A preocupação com os Oficiais de Justiça é uma constante deste sindicato dos magistrados do Ministério Público, com notas constantes desde há anos, reconhecendo que a função desses trabalhadores é fundamental para o bom desempenho de todos e da justiça em geral.
Portanto, no mundo da justiça, temos agora na ASJP: Nuno Matos, no SMMP: Paulo Lona, no SFJ: António Marçal e no SOJ: Carlos Almeida; são estes os quatro mosqueteiros que sairão em defesa de todos os trabalhadores da justiça.

Fontes: "Sapo24" e "Observador".
Que se lembrem dos oficiais de justiça que são cada vez menis, com maus trabalho e menos dinheiro.
ResponderEliminarE condições de trabalho miseráveis.
Justiça da treta.
Se tivessem senso democrático, ao tempo que lá andam, já tinham pedido a demissão.
ResponderEliminarPelo que conheço do Dr. Paulo Lona, não hesitará a sair em defesa dos OJs.
ResponderEliminaroh colega, nem senso comum, quanto mais democrático.
ResponderEliminarmas os culpados somos nós e este carneirismo que está enraizado na profissão, porque é muito fácil falar mal, mas não vejo ninguém a criar listas estruturadas com pessoas com capacidade de pugnar pela mudança.
e depois vêm aqui dizer que quem não está bem que se mude (não estou a falar do colega, mas dos inúmeros comentários que vão sendo escritos nestes espaços opinativos) .
e olhe, já o passos coelho mandava os portugueses ir para fora, está na altura de começar a ir tudo em debandada e acredite, tal como eu, muitos são aqueles que estão a fazer por isso.
e depois que fique a elite, até à extinção da carreira.
ResponderEliminarSerá?
Desde que salvaguardados os interesses do MºPº
ResponderEliminar(dos da 9:25 aos das 9:44)
ResponderEliminarTens razão colega: devemos ser pragmáticos.
Vê lá que está a correr o prazo para o congresso e uma das alineas da ordem de trabalho é a alteração aos estatutos,
mas anda tudo muito calado e a publicidade ao congresso muito escondida.
Eles, alguns da direção, pensam, e conseguem, jogar com assuntos da secretaria para passarem a perna.
Assim por lá ficam.
Estou como o outro que dizia, eles falam, falam, falam, mas não os vejo a fazer nada.
ResponderEliminarConversa bonita no discurso da vitória, mas quem está nos tribunais a trabalhar diariamente, sabe que não é o que se passa.
O que é necessário são relatórios e estatísticas.
Quanto ao resto, condições de trabalho, meios para trabalhar condignos, recursos humanos, recursos materiais e outras situações, ninguém se importa.
Deixa saudades o senhor Juiz Desembargador Dr. Manuel Soares, ate agora Presidente da Direção da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, substituído pelo recém eleito, também Desembargador, Dr. Nuno Matos.
ResponderEliminarSucede que as declarações deste último são para mim um pouco receosas do futuro.
Com efeito, é sabido que é através do CSM que se opera a interlocução dos senhores magistrados judiciais, todavia parece agora querer-se uma interlocução através da "associação sindical", ou seja pelo corporativismo (muitas das vezes, e porque é natural, protecionista), escapando àquele órgão de controlo, adensando ainda mais a problemática da interferência.
Os senhores Juízes deveriam ser efetivamente juízes e não serem comissionistas nos diversos organismos, nomeadamente na DGAJ, numa lógica de que são eles - a Magistratura Judicial através do seu órgão fiscalizador, o CSM - a quem compete administrar, dentro do setor da justiça, os tribunais (os seus recursos - materiais e humanos - e parque imobiliário).
Por outro lado, no MP, parece não haver divergência de pensamento e o voto indicia que estão contentados com a situação e com a liderança proposta.
Não sei se um consenso consentido tem tanto valor que um consenso obtido pela discussão de ideias, de divergências de entendimento.
Todavia, parece espelhar aquela hierarquia que se quer no MP.
Vamos ver como tudo vai acontecer.
Certo é que o futuro vai exigir destas personagens, nestes cargos, um papel mais interventivo e importante que nos últimos anos assumiram.
Espero que estejam ao nível da exigência do cargo e não suceda como sucedeu em determinadas pastas ministeriais em que quem assumiu funções parece ter pendurado o casaco na cadeira e fugido para parte incerta - faz lembrar aqueles contumazes que todos sabem os sítios que frequentam, o círculo de amigos, e ninguém é capaz de os apanhar.
As "velas" estão largadas ao vento e agora vamos ver para onde sopra, se nos vai levar a grandes conquistas, ou se nos vai fazer naufragar. Uma coisa é certa a âncora vai levantar!
Eh pá, não falem dos sindicatos pois este espaço não se direciona para tais assuntos falem dos artigos ( se os eleitos são simpáticos, etc) e tão só no caso das eleições dos representantes dos magistrados mas sem qualquer cariz sindicalista pois este não é o espaço próprio, diz o Sr. Oficial de Justiça! Senão serão intitulados de paranóicos
ResponderEliminarAcho piada a esse estado esperançoso para com os discursos passados e futuros dos presidentes dos sindicatos dos magistrados. Conseguimos alguma coisa com tal apoio desde há para aí 15 anos? Nada. Mas temos palavras bonitas e ficamos todos contentes, principalmente quando os pares nos obrigam a ficar para além da hora. Quem pode ter uma palavra determinante é o CSM. Tudo o resto, espremido, vale o que vale.
ResponderEliminarNa próxima quarta-feira tudo ficará esclarecido.
ResponderEliminarHá quem ainda suspire por uma votação que possa inverter os resultados conhecidos - e pode acontecer.
Uns perguntam se deve ser indigitado o PNS com um acordo de base parlamentar à esquerda, com o BE e o PCP, por terem a maioria sem o CHEGA.
Outros dizem que a linha vermelha traçada à direita deve ser igualmente traçada à esquerda - ou seja, não deve ser viabilizado um governo com aqueles dois partido.
Eu tendo a concordar e, se assim for, uma vez que o PNS e o seu PS já recusou aprovar um qualquer OE porque refere ser a expressão orçamental de uma política que não concorda (e eu aceito isso) então, negando-se o CHEGA a viabilizar também um qualquer orçamento, vai haver eleições outra vez em outubro.
Só assim não será se o CHEGA concluir que poderá não ter o mesmo resultado e quiser manter estes cerca de 50 depurados, aprovando pelo menos um orçamento.
A ver vamos, mas era importante que um qualquer Ministro da Justiça assumisse a pasta para evitar o colapso mais para o final do ano.
Se alguém quiser perder algum tempo e ler as entrevistas do novo representante dos Juizes é de bradar aos céus...
ResponderEliminarEntão, agora querem ser remunerados como são os administradores das empresas do Estado.
Portanto, são um órgão de soberania mas querem receber como um administrador da CGD.
Pois claro, receber como um deputado (que não são aumentados desde a troika) democraticamente eleito, está quieto....
Muitos deles já recebem mais que o presidente da República e que o primeiro ministro....
Há que subir o teto salarial....
Irresponsáveis, isenção de horário, 2 meses de férias....
Muitos, muitos deles, como todos sabemos quanto menos fazem menos querem fazer...
E agora, toma lá um ordenado de administrador da CGD.....
Também consideram que são mal pagos nos turnos de sábado...
Eu não sei como é com os colegas mas eu nos últimos 20 anos, muitas vezes tenho que ligar lá para as 11 horas da manhã e ainda recebo respostas tortas......
Queixam-se também que de alguma maneira tem que ser compensados pelo facto de demorarem muito tempo a subirem a desembargadores.....
Portanto, preparem-se..... ou vai acontecer outro "milagre" como o da "especialização" ou vão criar Tribunas da Relação pelas 23 comarcas.....
"Quem não chora, não mama"....
Depois, é claro que o "bolo" do ministério da justiça não chega para todos.....
Lastimável.....
FF
Verdadinha
ResponderEliminartriste realidade mesmo
ResponderEliminarVerdade
ResponderEliminarOra ai está!
Tudo sempre para os mesmos.
perderam a vergonha toda!
e nós reles funcionários é o como somos tratados.
por mim
09h - 17h
vão destratar a mãe deles
O que significa para si o colapso?
ResponderEliminar" Portanto, no mundo da justiça, temos agora na ASJP: Nuno Matos, no SMMP: Paulo Lona, no SFJ: António Marçal e no SOJ: Carlos Almeida; são estes os quatro mosqueteiros que sairão em defesa de todos os trabalhadores da justiça." De todos ou de cada um e com subgrupos?
ResponderEliminarSe isso for verdade, tenho apenas uma palavra:
ResponderEliminarGANANCIOSOS!!
E mais não digo por causa da PIDE!
Uns a ganharem o ordenado mínimo e outros com ordenados milionários.
Miséria de vida a nossa ...
A paranoia caracteriza-se também por o indivíduo deter uma obsessão; uma fixação obsessiva com algo ou alguém.
ResponderEliminarÉ um sofrimento.
Nem sempre! Existe uma fragância da Calvin Klein que se chama "obsession" e que, por um lado faz sentir muito bem quem o usa e, por outro, faz sorrir quem o sente. Pense lá noutra coisa sofrível...ou compre um frasco do dito e vai ver os resultados.
ResponderEliminarSe os juizes começam a achar que estão a ficar mal pagos então adivinhem lá quem vai ter actualização imediata pelo novo governo.
ResponderEliminarE mais uma vez ficamos pra trás.
A revolta seria tão grande que os tribunais paravam. Mas isto seria numa classe normal de funcionários. Claro que nada acontecia porque ja todos sabem os carneiros que tem.
Mas na dita classe normal contentava-se com os 10% por mais 3 meses?
ResponderEliminare não é que o comentário das "09:01" teve direito a lápis azul??? Disse algo sobre o "putin"? Reproduza lá o que se disse e justifique a censura, Sr. Oficial de Justiça. Que vergonha!
ResponderEliminarSindicatos, DGAj e companhia,
ResponderEliminarOnde está o dinheiro que os Oficiais de Justiça, por sentença, já deviam ter no bolso?
Nem no escalão fomos colocados!
9 às 17h e chega.
Quotas sindicais, nunca mais.
Não assuste os Cheganos que eles ainda têm esperança de ir para o governo, e tentar que as mulheres voltem a ter que pedir autorização ao marido para trabalhar, sair para o estrangeiro, etc.
ResponderEliminarÉ malta muito insegura com a companhia que tem em casa.😬
Não teve direito a lápis azul, porque o lápis azul riscava partes e deixava outras. Aqui vai tudo para o lixo de uma vez só. Esse comentário é um dos que no dia de hoje e de todos os dias são eliminados. Todos os dias são eliminados muitos comentários, não foi só esse. Porquê? Porque, infelizmente, as pessoas não sabem expressar-se como pessoas, preferindo expressar-se como porcos.
ResponderEliminarNas condições que constam expressas na nota para os comentários, entre outros aspetos costa a seguinte:
"Os comentários e as críticas não devem atingir pessoas mas apenas ideias. A discussão deve ser saudável, construtiva e digna. Serão eliminados os comentários que se julguem inadequados."
Como deve conseguir reparar, há comentários que permanecem, apesar de até poderem roçar a idiotice, mas há outros que ultrapassam a linha vermelha da sanidade e, por isso, para preservar a saúde de todos, vão para o lixo.
"...preferindo expressar-se como porcos...". A sua expressão denota incapacidade evidente de aceitar diferentes opiniões, de forma muito infeliz. Não estava à espera de insulto. Afinal de contas, não é diferente de muitos outros, ou seja, após vários anos a tomar conta deste espaço, o sentimento de um qualquer poder discricionário em escolher as opiniões, é perfeitamente previsível. Tal e qual uma qualquer autocracia. Se estivesse a trabalhar numa secretaria de um Tribunal perceberia que o inconformismo é mesmo muito grande. Mas quem não está no batente, arroga-se a tal "superior pensamento", desde que se mantenha a audiência neste espaço. Como já se disse, enquanto houver guerras, haverão motivos para a manutenção de "empresas do setor." E depois, vem a soberba intelectual! "somos os maiores", pensam os gestionários. O Sr. Oficial de Justiça que entenda que, se um dia trabalhar numa secretaria, perceberá que a realidade é bem diferente daquela que imagina.
ResponderEliminarPeço desculpa mas não cheguei a visualizar o comentário que foi apagado. Estou curiosa em perceber o porquê de ter sido apagado. Pode-se mostrar o mesmo para fazer o meu juízo de valor?
ResponderEliminarA realidade é muito simples, deixe-se de lamúrias emotivas e cheganices, utiliza uma linguagem adequada e não insulta ninguém e fica, caso contrário é apagado. É mesmo muito simples.
ResponderEliminarDizer que um colega se expressa como um porco é simplesmente inenarrável! Muito triste, sr. bloguer.
ResponderEliminarO comentário em questão injuriava duas pessoas concretas. Não era uma ideia, não era uma opinião, era uma injúria gratuita.
ResponderEliminarMuito triste, sim, mas não é só um que assim se expressa, infelizmente anda aí uma vara deles.
ResponderEliminaro senhor está mesmo desmesuradamente sensível e os sindicatos têm protocolos com clínicas do foro, com desconto.
ResponderEliminarNão sei porque não o li. Era sobre o A.Vent. do Cheg.? Acha que se encriptarmos os potenciais visados, não somos apagados?
ResponderEliminarFica-lhe bem considerar-se incluído.
ResponderEliminarMuito simples.
ResponderEliminarQuem ganhar as eleições deve formar governo e tudo aponta que seja o PS.
Quem formar governo, com todo o dinheiro que há para distribuir, irá concerteza ganhar as eleições daqui a um ano.
E tudo indica que o chega ou o PSD se vao enterrar ao não aprovar o próximo orçamento, já que serão 10 meses de forte popularidade do próximo governo.
Não andassem a deitar foguetes antes da festa .
Estes fachos nem o lugar vão aquecer!🙊