Finda a ronda dos programas, o atrevimento de uma previsão
Finda a ronda de apresentação dos programas e dos partidos políticos, hoje atrevemo-nos a uma reflexão geral sobre aquilo que poderão ser os resultados eleitorais do próximo domingo, atrevendo-nos numa previsão, baseada nas muitas sondagens divulgadas e nas declarações dos diversos líderes políticos.
Independentemente de quem fique em primeiro lugar, isto é, de quem obtenha o maior número de votos, como bem sabemos e já assistimos, formará governo quem disponha de maior apoio parlamentar, mesmo que não tenha o maior número de votos e o maior número de deputados.
Acreditamos que nenhum dos dois partidos mais votados terão maioria absoluta, isto é, nem a coligação AD nem o PS terão votos suficientes para governarem sozinhos, sendo perfeitamente irrelevante quem tem mais ou quem tem menos votos e deputados, isto é, qual destas estruturas vai ficar em primeiro ou em segundo lugar.
Determinante será, antes, obter o apoio de outros partidos que permita, quer à AD, quer ao PS, uma maioria no parlamento que suporte o novo governo. A isto começamos a chamar “geringonça” e, parece-nos que nestas eleições se tentará criar uma nova geringonça, tanto pela AD como pelo PS. A coligação da AD já é, em si mesma, uma geringonça de três partidos, mas para conseguir a maioria dos deputados, carecem de alargar a geringonça a outros partidos.
Posto isto, parece-nos que serão fundamentais para a formação do novo governo, todos os demais partidos com muito menos votos, com menos deputados, mas com os suficientes para que, somados, formem uma maioria que possa sustentar um governo.
No que se refere ao Chega, todos os demais disseram que não fariam acordos com este partido e, apesar daquela excecionalidade que ocorreu numa das regiões autónomas, em que o PSD acabou acordado com o Chega, não nos parece que nestas eleições legislativas alguém ouse qualquer acordo com o Chega. O próprio André Ventura já foi mudando o seu discurso, passando das exigências de ter presença (cargos ministeriais) no governo, para um discurso de mero apoio, afirmando que viabilizará, mesmo sem contrapartidas, um governo que não seja do PS e da Esquerda.
Assim, tendo em conta a previsão do peso eleitoral do Chega, caso a AD aceite o apoio do Chega, ainda que na incerteza da sua durabilidade, poderá a AD formar governo e governar em minoria. No entanto, acreditamos que a AD procurará estabelecer compromissos mais firmes e seguros, pelo que terá de se voltar para a Iniciativa Liberal, eventualmente, para o PAN e até mesmo para o Livre que já se mostrou disposto a “dialogar com a Direita democrática”.
Por sua vez, o PS, tentará uma nova geringonça com o Bloco de Esquerda, com a CDU, agora também com o Livre e, eventualmente, com o PAN. Colocamos o PAN como possibilidade de fazer acordos à Direita e à Esquerda, uma vez que a sua atitude a isso se presta, sendo o exemplo da única deputada eleita pelo PAN numa das regiões autónomas paradigmático. Por outro lado, a posição do Livre, embora à Esquerda, não fecha portas a ninguém, com a óbvia exceção do Chega, como já afirmou, e poderá, em troca de ver viabilizados alguns aspetos que reivindica, vir a apoiar qualquer um dos partidos mais votados.
Por isso, acreditamos e prevemos que o Chega será sempre ignorado, tentando os dois grandes partidos (AD e PS) criar novas geringonças que permitam alcançar a maioria absoluta de que precisam para uma governação mais estável, sem a participação do Chega.
Perante esta previsão, consideramos que os votos no Chega, servirão a final, sem dúvida alguma, para eleger mais deputados, mas nunca servirão para suportar quatro anos qualquer governo. Assim, serão, inevitavelmente, os partidos menos votados aqueles que construirão os acordos para os próximos quatro anos.
Posto isto, pessoalmente acreditamos que a opção mais acertada e útil será a de tentar canalizar os votos para esses partidos menos votados, uma vez que serão esses que aportarão equilíbrio e contraditório a uma futura geringonça, servindo, ao mesmo tempo, de fiscais mais próximos do governo, desta forma se rejeitando as maiorias absolutas que, como bem sabemos, nunca deram bons resultados.
Assim, por esta perspetiva, quem quiser que o próximo governo seja de pendor de Direita, seja encabeçado pela AD e não queira votar nesta coligação, ou conferir-lhe a liberdade total da maioria absoluta, deverá votar na Iniciativa Liberal ou, em último caso, no PAN e, no limite, no Livre.
Por outro lado, quem quiser que o próximo governo seja de pendor de Esquerda, seja encabeçado pelo PS, mas sem o poder total do absolutismo da maioria absoluta, poderá votar em qualquer um dos três partidos à Esquerda do PS, isto é, no Bloco de Esquerda, na coligação CDU, no Livre ou podendo ainda, como já dissemos, também votar no PAN, uma vez que estes dosi últimos partidos poderão vir a participar num acordo tanto à Direita como à Esquerda, caso o número de deputados que detenham façam falta para compor alguma das maiorias.
Esta é a nossa leitura do panorama eleitoral, baseado nas muitas sondagens, nas diversas declarações políticas e naquilo que é o conjunto do nosso conhecimento geral, também advindo das hipóteses baralhadas nas regiões autónomas e mesmo daquilo que vamos vendo suceder noutros países.
Por tudo isso, acreditamos na constituição de um governo, seja da AD, seja do PS, mas sempre com apoio de outros partidos, não necessariamente a ocupar cargos governamentais, mas com acordos escritos (e mesmo não escritos, como já até declarou a CDU) para verem alguns dos aspetos que defendem (linhas gerais, vermelhas ou verdes) serem considerados ou negociados para implementação.
Portanto, apesar de todos os partidos, votos e deputados serem considerados – menos os do Chega – para a formação de um novo governo para 4 anos, serão os partidos menos votados que, somados, poderão fazer toda a diferença.
Por fim, indo ainda mais longe na previsão, atrevemo-nos a considerar que, uma vez mais, mesmo que a AD recolha mais votos e tenha mais deputados, isto é, que venha a vencer as eleições, mesmo com a ajuda da IL, não deverá conseguir atingir uma maioria que lhe permita formar governo, acreditando que será novamente o PS, agora com uma geringonça mais alargada (em vez de mais dois partidos, agora com mais quatro: BE, CDU, Livre e PAN), o partido que deverá formar governo, governando de forma mais equilibrada e ponderada, sem os desvarios da maioria absoluta, introduzindo na governação as reivindicações e equilíbrios daqueles quatro outros partidos.
Evidentemente que não é nossa pretensão indicar a quem quer que seja onde deve colocar a cruzinha no boletim, devendo esta reflexão aqui apresentada servir apenas como uma análise global possível da leitura da situação político-partidária, com mero intuito esclarecedor da multiplicidade de opções existentes, embora, obviamente, outras leituras possam ser realizadas e, portanto, outras previsões apontadas.
Fica o contributo desta análise e desta previsão que tenta ser o mais imparcial possível, limitando-se à leitura dos factos e dos acontecimentos políticos atuais e do passado recente.

Fontes: Programas eleitorais: AD, BE, CH, CDU-PCP, CDU-PEV, IL, Lv, PS e PAN.
Ha...e tal...os socialistas governaram muito mais tempo em democracia, do que a direita e o país está como está, dirão alguns.
ResponderEliminarPois...a malta até dá a hipótese à direita, de vez em quando, é verdade.
Mas acaba com os bolsos vazios, com cortes salariais permanentes, e com claros retrocessos covilizacionais em toda a linha pois smepre que lá chegam, lá vem a conversa do aborto.
Sem falar do retrocesso civilizacional do empobrecimento de quem trabalha, em detrimento de grandes patrões, claro!!
Duas coisas não esqeuço relativamente ao empobrecimento das classes média e média baixa:
1 - Com a direita, tornou-se impossível viver nos grandes centros urbanos, para qualquer família portuguesa.
2 - A Lei dos Eucaliptos infestou de uma vez e para sempre a paisagem e a economia rural portuguesa, de uma forma irreparável.
E foi este o liberalismo de direita. Trouxe muita riqueza, decerto, mas não foi ao comum português. Aliás, metade do investimento estrangeiro neste país está concentrado em Lisboa e adivinhem lá qual o sector?? Imobiliário, pois claro!!
E contra factos...
Pelo que com todos os seus defeitos e incompetências reconhecidas, do mal o menos. Pelo menos votarei em uma política com preocupações sociais efetivas e não em dias de campanha.
Nunca poderia votar em quem retirou permanentemente salários e pensões, sem verdadeira necessidade de o fazer, deixando grandes capitais intactos !!
: : "Os nomes da AD fazem-nos lembrar o pior":
ResponderEliminarPedro Nuno Santos respondeu assim ao antigo líder do CDS-PP, que se juntou à campanha da AD…
: Então deve ser por isso que que o Sócrates não se junta à campanha do PS...
Não concordo que o voto no chega não importa. Penso que o chega nunca irá permitir um governo de "esquerda" e obviamente irá votar contra o mesmo ao lado do IL e AD
ResponderEliminarSempre tive uma certa inclinação pela esquerda mas este PS nada tem de esquerda.
ResponderEliminarÉ um partido que se encontra profundamente enraizado no Estado..
Server clientelas múltiplas, finança e elites, engana e cria dependências nos pobres
Até o "Mário", que não era propriamente um individuo da classe média, deve estar profundamente chocado com este PS dos últimos 20 anos!
Eu igualmente questiono onde está a democracia quando pretendem ignorar os eleitores do CHEGA?
ResponderEliminarAfinal a democracia é esta?
Marginalizar pessoas que têm direito a voto?
Tratem-se que esta democracia está podre e por isso estamos como estamos.
ResponderEliminarAo longo de 50 anos este país foi vendido ao desbarato por qurm governou.
EDP. CTT, BANCA, TÉLÉCOM. ETC
Pensem.
Pais de vendidos.
Corruptos e vendidos que até os familiares vendem, pois não olham a meios
Vergonha.
Mais do que marginalizados, deviam ser ostracizados pela falta de respeito que têm por todos aqueles que sofreram e lutaram pelo regime democrático, que por muitos defeitos que tenha, será sempre o melhor de todos.
ResponderEliminarEra reabilitar o Tarrafal e manda los todos para lá uns meses para perceberem o tipo de regime que defendem.
Parabéns a todos os partidos pela forma como têm ignorado toda e qualquer proposta que vem do chega, pois esta escória não merece outra coisa.
ResponderEliminarDeverá ser assim até ao desaparecimento e eles próprios vão contribuir para isso pela triste figura que irão fazer na AR.
Quem cortou as pensões e salários, terá de reconhecer, se for intelectualmente honesto, foi o Mário Soares primeiro e mais recentemente o Sócrates. Sabe a que partido pertenciam? É certo que o Passos também o fez, mas isso estava já acertado com o troika, como ficou esclarecido pelo Teixeira dos Santos numa conferência de imprensa conjunta com o Sócrates.
ResponderEliminarE o pai natal vai com o coelho ao circo . . . . . .
ResponderEliminarSe dissesse o que disse e fosse verdadeiro dizendo que em três governos do PS foi preciso chamar o FMI e, peo meio, houve um que abandonou o barco, deixando o país de "tanga" ainda atentaria a que falava e pensava com seriedade.
Mas como não o fez e, nos últimos 27 anos, em 20 fomos governados pelo PS, e nos últimos 8, 6 deles completamente virados à esquerda, sendo que nos 7 governados pelo PSD, 4 foram sob a tutela da troika e comprometidos com o acordo de resgate feito pelo governo do Sócrates/PS, senti a necessidade de retorquir tudo o que disse.
No mais, veja quantos hospitais, centros de saúde, tribunais de raiz, escolas, etc., resumidamente equipamentos foram construídos pelos governos ao centro, do PSD, e veja como está o parque imobiliário do Estado, como evoluiu nos últimos anos: está decadente!
A /O colega nunca se perguntou sobre os negócios milionários perto de si, veja o Tribunal de Valongo, de Santa Maria da Feira, da Maia, parte Aveiro, as instalações em Lisboa ...
Enfim, poderia estar aqui o dia todo ... mas não a esclareceria pois é daquelas/daqueles que são impermeáveis a qualquer ideia diferente da que lhe impingiram.
Bem verdade !!
ResponderEliminarTodo o espectro político fez muito bem em não dar crédito a tamanha gritaria, vinda do partido dos cadastrados.
Bem podem berrar, mas muita gente ainda tem olhos para ver que ali só há arruaceiros que nunca irão conseguir manter no poder,a imagem que pretendem fazer passar cá para fora, enquanto oposição, de gente séria e bons rapazes.
Não, não são bons rapazes e nunca serão honestos como pretendem fazer crer.
São FASCISTAS cujo discurso tem ganho adeptos por força de uma democracia e liberdade que, se chegados ao poder, logo tratarão de eliminar!!
Ou seja, usam e abusam dos direitos democráticos, para depois os eliminar.Minam as sociedades pela via do medo e do ódio.
E não vale a pena dizer qeu nada têm a ver com Trump.
Errado.
É exatamente o mesmo discurso de ódio, racismo, miserabilismo e vitimização que temos visto do outro lado do atlântico e em alguns países europeus. Até as mesmas frases e chavões utilizam. Só muda a língua, mas não a linguagem.
Ambos adoram igualmente os "poorly educated".
Vá-se lá saber porquê...
Depois o chega é que é apelidado de fascista, nazista e mais uns "istas" quaisquer.... Enfim.
ResponderEliminarOra aqui está um comentário de um verdadeiro democrata: para o Chega o Tarrafal jé era útil...
ResponderEliminarQue pena que o CHEGA esteja a crescer....
ResponderEliminarAnda aqui muita gente com a memória curta. Deve ser da idade.
ResponderEliminarO seu espírito democrático comove-me colega.
ResponderEliminar
ResponderEliminarVerdade andam para aqui uns a atacar o chega, dizendo-se democráticos, quando são apenas lobos piores que os do chega.
Hipócritas têm o que merecem.
ResponderEliminarMais facilmente irás tu desaparecer por ignorares pessoas reais que valem tanto ou mais que tu.
Tu deves ser daqueles democratas à la putin
Pelos vistos, nunca passou pela cabeça do Oficialdejustiça uma terceira hipótese e insidiosa sugestão de voto:
ResponderEliminardar uma vitória clara ao Chega para nos livrar desta pseudodemocracia podre, corrupta, envelhecida por um lado e elitista jovem por outro!
A vontade do povo é soberana, quer goste quer não, e 14, ou 15 ou 16% de portugueses são tão portugueses como os outros e nem todos são broncos, fascistas ou saudosistas! E mesmo que o sejam, têm direito ao mesmo respeito e consideração que qualquer outro cidadão!
Resposta ao comentário das 08:43: Tem razão. Isso deverá acontecer. É um fator que não foi considerado e é (será) relevante.
ResponderEliminarNão passou, porque é uma possibilidade remota nestas eleições. Poderá não ser remota no futuro, mas, para já, é claramente remota, isto baseado em dados reais e não nas declarações de Ventura.
ResponderEliminarmuito bem dito!
ResponderEliminarUm bocadinho de realismo senhor André ou acha mesmo que as sondagens no feed do seu face que lhe dão vitória são crediveis?
ResponderEliminarQuase que aposto que se for necessário o chega para a direita governar.. assim será....
ResponderEliminarNão concordo de todo com esta parte do artigo... Mas enfim... É só a minha opinião...
Andamos para aqui a discutir que foi a direita, foi a esquerda, foi o Sócrates, foi o Passos Coelho, foi Soares, foi o Cavaco, quando no fundo foram um bocadinho quase todos, uns mais outros menos, sempre, mas sempre de mãos dadas com as elites deste país que rebentaram com tudo o que tocaram.
ResponderEliminarO Salgado é de direita, tinha o Sócrates na mão que é de esquerda, passava férias no Brasil com o Marcelo que é ou era de direita, deu um emprego ao Pinho que é de esquerda e podíamos estar aqui o dia inteiro....
Os grandes escritórios de advogados de Lisboa e Porto estão cheios de deputados ou ex deputados, saltam do privado para a assembleia onde se sentam em zonas diferentes mas no escritório defendem em conjunto os interesses dos seus clientes....
São todos uns aldraboes??
Não, não são..
Há por aí gente honesta e honrada, não podemos pôr tudo no mesmo cesto.
O problema é que anda muita gente a assobiar para o lado e os partidos estão cheios de gente que não interessa a ninguém, patos bravos, mafiosos, incompetentes que vêm ali o seu elevador social...
Cabe-nos a nós decidir....
Sou de esquerda, sempre serei...mas tenho que admitir que a direita tem razão em muitos assuntos.
Algures no meio estará a razão.
Tenho amigos de direita, que sempre serão de direita, mas também dão razão a algumas ideias de esquerda.
Ok.
Vamos falar sobre isso...
Devia ser assim..
Avanços, recuos, pesos, contra-pesos....
Agora como isto está, esta polarização, está crispação, não faz bem a ninguém.
Quanto a mim, estás eleições e está campanha já prestou um serviço ao país.
Foi mostrar a todas as pessoas civilizadas, quem é aquele partido que diz que é diferente e ao que vem.
Ao menos tem um propósito e uma finalidade, é juntar ali todos os grunhos deste país.
Abraço.
FF
Concordo com a previsão do blogue pelas mesmas razões, e penso que será o PS o partido que deverá formar governo. Com o que chamou de " desvarios da maioria absoluta" é que não se concorda.
ResponderEliminarAté pode mesmo vir a ter nova maioria absoluta, os eleitores o saberão e sabem que os "desvarios", esses estão na agenda da com.social e dos comentadores televisivos ressabiados com a perda em 2022. O governo não foi deposto, há muito trabalho em curso e a fazer mais mas, foi um parágrafo sem sentido da PGR que fez com que Costa, o paciente, perdesse finalnente a paciência, faltando os anos de legislatura para ver o trabalho feito.
Qualquer um de nós faria o mesmo.
Sócrates também governou com maioria absoluta.Houve investimento, ficou obra feita. Volta depois a ganhar, derivado a esse trabalho mas logo a seguir, os ressabiados logo o fizeram demitir, esquecendo o voto dos eleitores.
Se vier a ser condenado, pelo menos deixou p.ex. Trás- os- Montes fora do isolamento em que estava.Quem veio a seguir, o que deixou? Cortes em tudo para acertar, disseram, as contas e no final a dívida pública mais elevada ainda.
Mais um exemplo: Isaltino foi condenado, mas Oeiras votou nele novamente, já fora do PSD. Porque tinha deixado obra feita, um concelho em progresso, com o rendimento por pessoa mais elevado do país. Altos salários. Facilitou o investimento ali das grandes empresas, a qualidade de vida aumentou e os eleitores reconheceram obra e novamente lá está como Presidente da Câmara.
Já agora lembrar que há ainda muitos mais partidos não mencionados que vão ter os seus eleitores e que tal como os eleitores do Chega sāo merecedores de respeito, quanto mais nāo seja porque se dispuseram a votar, como devíamos todos. Nāo faltar dia 10 a um direito e um dever: votar.
ResponderEliminarvamos lá ao que importa
alguém sabe se os autores da tal ação referente ao período probatório já foram todos notificados para receber o que têm direito?
FASCISMO = COMUNISMO
ResponderEliminarMuda de dealers!
ResponderEliminarO que fumas vem marado!
Muito bem observado!
ResponderEliminarAqui em casa são 6 votos para o chega!
ResponderEliminarLá está o bloguista tendencioso!
ResponderEliminarChega = a 3ª força política neste Portugal "frouxo" e de frouxos.
Veja as sondagens de hoje.
E depois das eleições assuma-se.... ou continue a instrumentalizar com interesses difusos.
É que já dizem os antigos,
Não há almoços grátis!
E este blogue não foge à regra!
Von der Lyen avisou todos muito bem hoje. Só não refereriu ao Chega, mas aludiu a muitos outros partidos idênticos por essa Europa fora, todos com o mesmo discurso desumano e desumanizado.
ResponderEliminarPorcos fascistas, todos com o mesmo discurso.
Sim, porcos!! Pelo ódio abjeto que destilam a tudo e todos e pelo facto de serem realmente os porcos de Orwell, sem tirar nem pôr !!
Cada vez mais me convenço que esta gente tem toda a sua ideologia consertada por um só mestre global, que os financia e dá as instruções de ação política!!
Negacionistas do Holocausto, misóginos, racistas, xenófobos, ultra religiosos, nacionalistas exacerbados, cultistas...radicais em toda a sua ação.
Não há um único ponto de moderação, de bom senso, de senso comum, de sentido analítico no discurso desta gente!! Um único!! Tudo é visceral e tal reflete-se em soundbites gritados, para ninguém mais se fazer ouvir.
Muitos referem aqui na sua cegueira ideológica e memória histórica seletiva a morte de muitos milhões às mãos de ditadores de esquerda. Verdade!!
E por isso venho dizendo há muito que extremismos se tocam e têm os mesmos pérfidos resultados para os povos.
TODA A EXTREMA É MÁ !!
Mas gostaria de lembrar esses mesmos que o regime/ideologia que mais gente matou em toda a história da humanidade foi exatamente um regime de direita/extrema direita, de nacionalismo cristão e com claras reminiscências fascistas, onde foi beber muita da sua odeologia.
E já agora, aproveito para lembrar que Hitler (esse mesmo a que me refiro acima), foi eleito democraticamente pelo povo alemão !!
CUIDADO COM O QUE NÃO SE QUER VER REPETIDO !!
Depois de chegarem ao poder, não há ditadores moderados !!
Tendenciosa é a realidade. Tendenciosos são os factos. Tendencioso é tudo aquilo que o cérebro não consegue compreender.
ResponderEliminarVejamos:
O assunto em causa era a possibilidade do Chega ganhar as eleições. O facto de ser o 3° partido mais votado não faz com que ganhe as eleições. É o terceiro e não o primeiro. Percebe? Ou seja, não se pode dizer que existe a possibilidade real do Chega ser o partido mais votado. Embora essa possibilidade esteja aberta a todos os 20 partidos.
Esperamos que possa, algum dia, conseguir compreender as diferenças.
Colega (se o é?), tem toda a razão o que disse, mas merece-me um reparo, não foi só esse sanguinário alemão quem matou mais gente, se pesquisar no google verá que:
ResponderEliminar«Assim, o ditador soviético Josef Stalin teria matado entre 3 e 50 milhões de pessoas, a depender da estimativa. O líder comunista chinês Mao Tsé-tung matou algo em torno de 40 milhões. Hitler, entre 11 e 25 milhões»
Logo, como diz e bem, as extremas são de evitar, de todo mesmo - seja à direita ou à esquerda, é tudo igual.
Numa palavra é preciso sermos moderados e votar em quem mais confiamos, por vezes acreditar na mudança e é isso que eu vou fazer apenas e só porque não vou à missa com mentirosos.
Todos nós, mesmo quem se assume socialista, dirá por estes dias: "se calhar podiam ter feito mais, muito mais!", mas na dúvida lá endereçam a confiança em quem, comprovadamente, nos iludiu com falsas promessas e nos tentou impingir um estatuto indigno para a classe.
ResponderEliminarEu pergunto-me porque é que somos cegos (ideologicamente falando) ao ponto de, independentemente das pessoas que lideram os partidos, "encarneirarmos" e votarmos sempre nos mesmos, sem qualquer deriva ou perspetiva de mudança?
Como se costuma dizer: "só não mudam os burros". Por estes dias parecemos isso mesmo, pois que não somos capazes de escrutinar o que foi feito e o que se propõem fazer e lá damos o nosso apoio e contributo para o agudizar da situação.
É preciso que nós próprios tenhamos a iniciativa da mudança quando é precisa e acreditar que é possível fazer mais e diferente em alguns casos noutros continuar com o que está a ser bem feito. A vida é assim, e não custa nada aceitar as leis da vida.
Devemos aceitar com naturalidade esta mudança.
Por vezes temos uma visão periférica, de esfinge, tendente apenas para um lado quando a visão deveria ser mais global, seguindo a teoria do "helicóptero" , ver o problema de uma outra perspetiva, acima das perspetivas de cada partido, por natureza facciosas e tendenciosas, e tendo a ideia do todo decidir aproveitando o melhor que todas as perspetivas oferecem construindo um ensaio para a solução dos problemas, mas consensual, por isso aceite por todos, e com melhores perspetivas de resultar.
ResponderEliminarHoje, depois da perspetiva global que tenho de todos os partidos, acredito que a melhor proposta para a Justiça é a do Livre, com uma compressão real do mundo e do futuro (acho mesmo excelente o seu programa nesta área), mas para o país no seu todo acho ser a AD, pela maior confiança nas pessoas, pela maior liberdade de iniciativa e respeito por quem tem mérito e com melhores expetativas para quem trabalha - não só pelo vencimento mas também pela carreira.
Respeito quem pense diferente, mas não respeito quem assim pense, votando nos mesmos, mas depois queira que as pessoas em quem votou mudem a sua perspetiva e decidam diferente do que já deram a conhecer e no caso da justiça é claro o que querem fazer com a nossa carreira e não foi desmentido por ninguém.
O que propuseram é o que vão fazer - a desclassificação generalizada.
"Remendo de pano novo em roupa velha só aumenta o buraco" é uma expressão bíblica e comum na boca dos sábios.
ResponderEliminarDiz a Mortágua que o PS quer remendos nos programas que encetou, quer dar continuidade com alguns ajustamentos!
Ora, se os programas levados a cabo não resultaram, nem sequer deram mostras disso, sabe-se que é uma aposta perdida e a solução deveria ser encontrada noutro lugar.
Eu tendo a concordar com a Mortágua e por isso vou pela AD.
Quem quiser mudar ficando tudo na mesma é votar nos mesmos. e sabe-se que serão demoradamente rápidos na execução das propostas dos seus programas pois que até hoje conseguiram zero de sucesso - é o caos generalizado nos serviços.
Não se queixem do que aí vem com a esquerda numa nova geringonça que se apelidará de "calhambeque desengonçado" com um BE e um PC que defende a saída de Portugal da NATO, que não aceitam a integração Europeia e, no caso do PCP mais próximos de Putin que sei lá o quê.
Precisamos de dar valor ao capital humano - já dizia José Hermano Saraiva - é esse o nosso maior valor, pelo que a "humanidade" das propostas e do que se defende é fator diferenciador e deve-nos condicionar no voto não apostando nesta proposta de exclusão da UE e da NATO.
O que seria de nós sem a UE? Um país pobre que já tem pouco de verde e cada vez mais com um interior desertificado, mas com uma "pérola" no oceano atlântico a produzir bananas e ananás.
Pela amostra que colhi - no convívio com os colegas - 3 em cada 4 votaram ou vão votar PS o que dá uma maioria absoluta.
ResponderEliminarDe facto constato que mesmo aqueles que estão insatisfeitos apostam no PS embora não o demonstrem fazem-no de uma forma envergonhada.
Apesar das sondagens darem vitória à AD (em quem vou apostar digo já) estou convencido que será o PS a vencer com uma maioria à esquerda.
Não haverá paralelo igual - será um experimentalismo desta feita ainda mais à esquerda daqueloutro pós troika.
Eu aceitarei de bom grado o resultado pois sou democrata, mas não aceito a hipocrisia.
No que respeita à justiça, vencendo o PS quer dizer que as suas propostas estão validadas pelo Povo e, por isso, são para levar em diante.
Como se propõem a fazer o mesmo que até aqui, eu, pessoalmente, exigirei (mesmo que me seja desfavorável) o cumprimento do seu programa e, na justiça em concreto, quero que se cumpra com o prometido.
E sabem o que nos foi prometido? O que nos foi apresentado no projeto de estatuto.
Votem e votem com responsabilidade que depois do dia 10 cá estaremos para exigir que se cumpra o prometido a quem assumir as responsabilidades.
Muitos de nós são hipócritas e otários!
ResponderEliminarAté há quem vote assim ou assado porque se é ou não é funcionário público, professor ou médico, polícia ou inspetor da PJ ...
Sabem que as secretas e a PJ tiveram uma valorização profissional, certo.
Lembram-se de quem foi buscar o PC ao assessor do Galamba? e de quem investigou o caso?
O assunto morreu - todos se calaram ...
Há uma espécie de gnomo que lidera um sindicato que sabiamente tem estado calado, não sei se na sombra, na penumbra da selva em que se tornaram os tribunais tem vindo a fazer alguma coisa, mas se o tem feito não se vê resultados.
ResponderEliminarA esta personagem exige-se que, em ato seguido às eleições, vencendo como tudo indica o PS, com maioria à esquerda, que cobre desde logo o que estes partidos mais à esquerda se comprometeram e faça constar do memorando do entendimento a resolução dos problemas da nossa carreira - e já agora do setor.
Estou para ver qual será a próxima justificação - ensaio aqui uma, talvez do género : "como as polícias e a GNR reivindicaram e prometemos acudir às suas reivindicações só é possível lá mais para a frente ... " para o dia de são nunca à tarde, antevendo eu.
Quanto a Manuel Luís Goucha:
ResponderEliminar"Um rico a votar na coligação que defende os interesses dos mais ricos em detrimento dos interesses do país. Não surpreende, mas o Goucha devia lembrar-se que, se fosse por vontade dos partidos da AD, ele não poderia ser casado. Mas a carteira pesa mais na hora do voto"
Um OJ votar no mesmo partido que Manuel Luís Goucha... estranho, não?
tens medo continua no mesmo
ResponderEliminar
ResponderEliminarContinuem a votar nos mesmos de ha´50 anos
têm o que merecem
Polígrafo
ResponderEliminar"...Só há uma liderança que coloca Portugal à frente de tudo: é a de José Sócrates, é a liderança do Partido Socialista (PS)". A 2 de junho de 2011, em Santa Maria da Feira, o ex-líder da Juventude Socialista (JS) e presidente da Federação de Aveiro do PS, Pedro Nuno Santos, gritava pela permanência do Primeiro-Ministro (PM) demissionário no poder: José Sócrates.
"O secretário-geral dos socialistas viria a perder as eleições a 5 de junho, apenas três dias depois, para Pedro Passos Coelho, mas os elogios ao agora candidato à liderança do PS ainda circulam nas redes sociais. E são currículo para Pedro Nuno Santos..."
Eu não tenho medo e voto na AD
ResponderEliminarEstá a crescer está, só se for na estupidez!
ResponderEliminarCresceu durante uns tempos mas à medida que se vão dando a conhecer, já desceram de quase 20 para 12 ou 13%.
É ver a macacada que irá acontecer na AR e logo batem com o focinho no chão.
🤮
Estou a ver que a falta de lucidez é hereditária.
ResponderEliminarSó se estraga uma família nesse caso.
Abra os olhos camarada.
ResponderEliminarEm Espanha tb andavam todos eufóricos há 3 ou 4 anos atrás, e agora na Galiza o Vox nem 1 deputado elegeu.
E estamos a falar do Vox, que apesar das ideias tenebrosas, tem quadros inteligentes.
O que acha que vai acontecer em Portugal, a um partido de uma só pessoa, com burros que nem portas à sua volta?
Quanto a exigir respeito pela ideologia fascista, só pode ser brincadeira, caro colega.
Por acaso sabe que a mesma é proibida por lei sr funcionário dos tribunais?
Lei 64/78.
Se precisar peça a alguém para ler, já que para votar basta ver a suástica.
De redes sociais não sei nada, mas na internet a história não foi apagada e lá estão elogios a José Socrates de p.ex. Santana Lopes e muitos outros. Lá na internet constam as obras que os transmontanos ansiavam, para deixarem de ser região esquecida: Túnel do Marão, a A24, a A4, e muitas outras na região, que outros haviam deixado para trás. Mas essas obras sāo mesmo reais, estāo lá, servem as populações.
ResponderEliminarO "Simplex" de Sócrates foi o acabar com muita da burocracia que ainda hoje entorpece o desenvolvimento porque interessa a alguns que essa burocracia domine.A memória seletiva é doença de muita gente, mas só seleciona para um lado.Como a justiça é coisa que nāo assiste a muitos, prezo muito saber analisar ações e factos, tanto positivos como negativos. Isso é ser justo...
Nem António Costa acredita em Pedro Nuno Santos.
ResponderEliminarFoi António Costa que o afastou do governo quando ele publicou aquele despacho no Diário da República a anunciar um novo aeroporto a revelia do próprio primeiro ministro.
Os portugueses não querem um primeiro ministro a governar por mensagens no Wotsap!
O Cheguinho meteu as garras de fora mas vai acabar com as unhas cortadas, palhaços de m....
ResponderEliminarSe há algo a elogiar nesta campanha, foi o nível elevado com que maioria dos partidos se comportaram, sem lavar de roupa suja, o que pôs a nu a brejeirice, a falta de princípios e de credibilidade do Cheguinho.
Queriam luta na lama mas com o desprezo dos restantes partidos pelas suas propostas, ficaram a chafurdar sozinhos.
Muitos parabéns a todos!
Wotsap!!?
ResponderEliminarO que é isso? 🤣
CAMARADA, OLHE QUE NÃO.
ResponderEliminarUótseâpe carago!
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