A partir de amanhã há 5 períodos possíveis de participação
Começa amanhã, pela manhã, o período em que os Oficiais de Justiça podem participar em qualquer um dos 5 períodos possíveis da nova iniciativa espontânea dos Oficiais de Justiça, a Concentração-Vigília agendada para os próximos dois dias junto da Assembleia da República.
.1. Manhã de quinta-feira 11ABR,
.2. Tarde de quinta-feira 11ABR,
.3. Noite de quinta para sexta-feira, de 11 para 12ABR,
.4. Manhã de sexta-feira 12ABR e
.5. Tarde de sexta-feira 12ABR.
Como temos vindo a anunciar, esta nova iniciativa, nascida no seio dos Oficiais de Justiça, não conta, desta vez – e até este momento – com nenhum apoio explícito por parte dos sindicatos, apesar de convidados há muito, contando, pelo contrário, até com a oposição obtusa de alguns dirigentes sindicais que alegam, entre tantos motivos negativos, que não é o momento, ou até que os organizadores apenas pretendem protagonismo e, quiçá, criar um novo sindicato.
Há disparates que, de tão disparatados, não são passíveis de demonstração contrária, no entanto, o argumento de que não é o momento e que o momento é, antes, o de esperar, é facilmente desmontado por posturas idênticas já experimentadas, gastas e desgastadas ao longo de, pelo menos, 20 anos.
Todos os momentos, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, são todos momentos mais do que oportunos para os Oficiais de Justiça se afirmarem em qualquer aspeto da sua vida privada ou profissional e em toda a variedade da sua dimensão.
Nesta nova oportunidade de os Oficiais de Justiça poderem dizer “Estamos aqui!”, ou melhor: “Também estamos aqui!”, para além das outras carreiras sempre mais badaladas na comunicação social, esta oportunidade ilumina os Oficiais de Justiça e tira-os um pouco mais da penumbra em que se encontram, enquanto esperam, ou melhor: enquanto esperavam pelos resultados da aplicação dos cânones tradicionais.
Temos notícia de Oficiais de Justiça que, apesar de não poderem comparecer e permanecer os dois dias, comprometeram-se já a comparecer numa manhã, ou numa tarde, ou mesmo na noite, isto é, em um, dois ou três dos cinco períodos.
Já quanto aos Oficiais de Justiça que têm domicílios mais distantes de Lisboa, há os que se comprometeram no esforço de comparecer, apesar da distância, e há aqueles que não conseguem, de todo, deslocar-se a Lisboa, mas, no entanto, estes últimos, ainda assim, têm manifestado apoio à iniciativa, havendo alguns casos extraordinários como o que a seguir vamos relatar.
Como já anunciamos, está autorizada também a vigília noturna e a instalação de tendas de campismo. Neste aspeto, os Oficiais de Justiça organizadores depararam-se com a existência de Oficiais de Justiça que pretendem ali passar a noite, mas que não dispõem de tenda. Para tentar superar este problema, os organizadores receberam uma contribuição monetária de um único Oficial de Justiça que, lamentando não poder comparecer, quis colaborar com 80 euros para a aquisição de tendas. Depois da transferência imediata por “MBWay” e mais outra contribuição, por parte dos organizadores, serão adquiridas três tendas, a juntar às demais que vão comparecer.
Uma oferta de 80 euros para tendas é algo muito significativo, não apenas pelo valor, mas pelo gesto que, só por si, independentemente do valor, é exemplo merecedor do nosso aplauso que deveria ser, indubitavelmente, geral e comum a cada e a todos os Oficiais de Justiça.
Falta mencionar que, para além da vasta divulgação da iniciativa levada a cabo pelos organizadores, foram também informados todos os grupos parlamentares, sendo ainda convidados os Deputados a comparecerem na concentração e na vigília, parecendo ser certo que haverá deputados presentes.
Presentes estarão ainda, na sexta-feira, os polícias e os guardas que recentemente enveredaram por manifestações espontâneas à margem dos cânones sindicais, com efeitos que são sobejamente conhecidos de todos, porque, para estes, o momento também é oportuno.

Caros colegas, é preciso mexer nisto, falar, reivindicar!
ResponderEliminarE é preciso a participação de todos!
Não é preciso histerismos nem de revanchismos bacocos.
ResponderEliminarCom um governo que tomou posse há 7 dias e que apenas se completou na passada sexta-feira com a posse da restante equipa, portanto há 5 dias, intermediado por um fim de semana não se reveste de qualquer utilidade estas concentrações fruto de epifanias talvez provindas de quem não quer, de todo, este governo.
Então não é que a proposta do BE, e nomeadamente de recomendação ao Governo para medidas no que nos diz respeito ainda nem foi debatida, desconhecendo-se o resultado que advirá da proposta anterior sobre o suplemento, e já se caminha para a rua como se a rua fosse um espaço que deva ser poluído por ruídos até agora inaudíveis ao PS mas que de um momento para o outro sofreu uma metamorfose e do silêncio da anterior Ministra, que até dizia que queríamos o que os magistrados não tinha, passou-se para um grito do Ipiranga do género tem de ser agora (ou então nunca).
Como bem é referido pelo SFJ a preparação do futuro da carreira é premente e deve proteger quem, com muito esforço, construiu e dignificou toda uma carreira, transmitindo para os atuais e futuros colegas um imprescindível conhecimento acumulado, salvaguardando as suas legítimas expetativas.
Daí que, na minha modesta opinião, deveria aguardar-se o resultado da votação da proposta do BE e do teor programa do governo que vai ser aprovado hoje e discutido quinta e sexta-feira no Parlamento, assim como da informação da atual Ministra sobre a calendarização da revisão do estatuto e da implementação das medidas que podem ser feitas no imediato sem essa revisão - falo da incorporação dos 10% e por 14 meses.
Por isso, contrariamente à opinião plasmada no texto de hoje sou manifestamente contra estas iniciativas porque desprovidas de oportunidade.
Lembro que no passado houve um SEAJ que foi a uma reunião para dizer que estava ali "para dar a cara" e só decorridos quase 2 anos voltou a dar a cara para apresentar o mesmo projeto com uns ajustamentos aqui e ali e em que se desclassificava de forma generalizada os Oficiais de Justiça.
Agora, mas que dar a cara é preciso dar provas da intenção governativa, por isso temos de aguardar que "assentem o cu" nas cadeiras almofadadas do Ministério e comecem a trabalhar a sério na resolução dos nossos problemas.
Esperar 30 dias não faz mal a ninguém e partir para a calçada onde as pedras não nos escutam e o que se disser resvala pelas mesmas e sobe às nuvens, que por estes dias estão pejadas de poeiras provindas de todo o lado e até de África, e não se propagam como se propagam os feixes hertzianos .
Ter paciência é uma virtude!
O BE quase nem falou dos OJ! Se não formos nós a fazermos alguma coisa, ninguém quer saber de nós!
ResponderEliminarTer paciência e pedir migalhas, tem dado grandes resultados. Força nisso
ResponderEliminarJoão, ainda não trouxe o café da 10 horas!
ResponderEliminarMais uma coisa João
Estive a ver a estatística e ainda não regularizou a pasta de oficiosidades, a da distribuição, a pasta dos papeis, e ainda não cumpriu todos os despachos!
E não venha dizer que faltam 2 colegas na secção! O serviço tem que ser feito!
Mas agora João, traga-me o cafezinho!
MEIO CHEIO!
Tirando a parte do café, trabalhei com um estúpido exactamente assim até há bem pouco tempo!
ResponderEliminarForça João!!
Se te lembrares mete-lhe um laxante no café que ele até se borra todo ...
Os dos impostos, PJ, segurança social e outros, também passam a vida na comunicação social. O problema por vezes é folclore a mais...
ResponderEliminarA promessa é de que em 60 dias as promessas eleitorais relativas ao func. público serão cumpridas.
ResponderEliminarMas quais?
Já sabemos o peso que têm professores, enfermeiros etc. por terem elevado número de profissionais, coisa que nos of. justiça nāo existe. Daí que todas as iniciativas, na rua também , para fazer mexer o governo, agora já bem sentado, serão poucas.
É bom lembrar que foi Pedro Nuno Santos que falou expressamente nos of. justiça e daí para cá já estão muito na boca de comentadores pagos para falar.
Então, nunca é demais lembrar o governo que todos os partidos sabem que os of.justiça têm vindo a ficar para trás e é o tempo deles, antes que outros tomem a dianteira.
Os enfermeiros já têm greve marcada também, não querem esperar.
Depois, mais uma vez, nova Magistrada na Justiça. A tal porta giratória que era para ser proibida entre justiça e política, está ainda aberta. Interessa muito aos políticos, mas nāo faz bem à justiça, nem aos of. justiça, como se viu antes.
Por isso é de lembrar-lhes todos os dias, aos que tudo prometeram, tudo o que falta fazer.
Mas os OJ até gostam disso, de servir os senhores magistrados! Falar em licenciatura, não senhor, que papão! Para os magistrados também é um papão, interessa-lhes!
ResponderEliminarColega, quando a sua vida pessoal se afigura difícil e importa tomar decisões para o futuro o que faz?
ResponderEliminarOlhe eu sento-me à mesa, converso com quem está ao meu lado, e decido pelo melhor naquele momento sabendo que as decisões tomadas nem sempre se revelam assertivas.
Sempre que me aparece uma dificuldade, uma adversidade da vida como tantas há (doença, dívidas inesperadas por exemplo dos acertos da EDP ou co carro empanado, etc.) não vou cobrar a quem não tem culpa, sento-me com eles para dar solução.
Em relação à tutela passa-se a mesmíssima coisa, mudou a equipa e, por isso, há que se sentarem todos à mesa das conversações para se entenderem quanto à melhor solução a dar aos nossos problemas.
Isto não vai lá com gritarias e histerismos mas antes com atitudes e comportamentos adequados e - para já, neste momento - não é a altura de comportamentos destes...
É o que penso mas respeito opinião diferente!
Ontem ouvi dizer da boca de um comentador que nove (9) sindicatos da área da saúde (julgo médicos e enfermeiros) apresentaram à nova equipa do MS as suas propostas para um entendimento quanto à solução a dar aos problemas da saúde - e não apenas das classes profissionais.
ResponderEliminarMuito gostaria de ver por aqui, uma proposta semelhante por parte dos nossos sindicatos, mas bem sei que é impossível - estão entretidos com o negócio das formações, com o prestar de contas aos associados (e não falo apenas de números) e também com as suas questões pessoais na política - até porque não temos nas estruturas pessoas capazes de fazer acontecer mas apenas e só de fazer "birras" e "choradinhos", ficando-se por isso.
Num tempo em que até nas guerras se usa a A.I. - veja-se a identificação de alvos no território da Palestina ou na Ucrânia - como recentemente referiu o Aº Guterres, aludindo ao reconhecimento facial e ao erro que ceifou sete membros de uma organização humanitária por Israel.
Por cá, continua-se a pensar como há 50 anos, é na verdade uma pobreza de espírito - não se cuida dos que estão nem se providencia dos que estão para vir (para os tribunais).
Mentes desprovidas de visão e de ideias para o futuro que apenas sabem fazer contas de mercearia em que se vai somando a dívida sem fazer o apuro do dia - no final do mês pensa-se no deve e haver.
Somos uns tristes.
Resposta a "De pobre da cuca a 10.04.2024 às 13:08"
ResponderEliminarVê-se que é tribalista, ovelha do rebanho do PS, nas nem isso lhe deveria afetar o discernimento - o que é que importa se foi o PNS ou o Rui Tavares ou a Mariana quem falou no quê - lembro-lhe a autoria da famosa frase "este ano é o ano dos oficiais de justiça" , deve de saber quem foi ... ou tem Alzheimer ..
João, são 14,20 horas e acabei mesmo agora de almoçar!
ResponderEliminarTraga-me um cafezito e um xiripiti!
ResponderEliminarE um cigarrinho!
Peço o favor a todos os colegas que aqui comentam que o façam mas com comentários mais curtos!
ResponderEliminarÉ que estou a trabalhar e não tenho muito tempo para ler tudo com a atenção que se exige.
Obrigado.
João estou aqui com uma tosse esquisita, devem ser as poeiras do norte de África...
ResponderEliminarPasse ali na Teresinha e traga-me um cervejinha em lata!
Ah! João, pode ser Sagres ou Super Bock, tem é de ser fresquinha!
A Teresinha que tire lá do fundo!
Olhe João, eu não tenho trocos à mão, depois amanhã eu dou-lhe o dinheiro!
É impressão minha ou o programa do governo só fala em "Encetar um processo de revisão e valorização das carreiras profissionais dos Oficiais de Justiça"??!! QUe precisamos de um novo estatuto, isso é evidente, mas será que os sindicatos vão reunir mais umas dezenas de vezes com o governo e partidos políticos para mostrarem serviço?
ResponderEliminarEu também vou começar agora a encetar para sair às 17 em ponto!!
ResponderEliminarSerá que precisamos mesmo de um novo ou precisamos rever o atual?
ResponderEliminarPrecisamos de uma valorização salarial.
ResponderEliminarOs outros comtemplados vão ter atualizações salariais independentemente dos estatutos (ou das sua revisões)
Primeiro, de imediato, venha já atualização salarial, e de seguida, nos próximos (poucos?) meses vcenha então um novo ou reformulado estatuto.
Não seja burro João!
Valorização salarial imediata e depois um novo estatuto, não reformulado.
ResponderEliminarRapidamente se vão aperceber das resistências há mudança e vamos andar aqui tempos infinitos.
Entretanto o governo cai volta tudo á estaca 0 e tudo de novo...
A valorização salarial imediata (espero que sim mas tenho dúvidas) .
Basta a integração dos 10% (medida ridícula e desatualizada) com uns bons 20€ no bolso ao final do mês... E pronto...
Sra Secretária de estado, pode contar como muita resistência á mudança ...
Já vimos este filme antes ..
Nós cá estamos para a receber!
ResponderEliminarO Marcelo disse-nos - "Agora é não parar"
O que é que nós fizemos? Parámos!
Obrigado Marçal, nem com o Marcelo como padrinho!
Mas com ou sem Marçal, nós os OJ vamos fazer com que as coisas mudem!
Oh João, então leu bem o programa eleitoral para a justiça da AD, nāo foi? Gostou, votou e agora vai esperando sentado o encetar de muitas e variadas negociações.
ResponderEliminarEstá lá : encetar. Ou seja, iniciar, mas isso todos fazem. Acabá-las é que é mais difícil de prever!!!!
São como alguns processos.
Poderá esperar sentado, talvez até depois das férias, ou até final do ano.Não se apoquente muito.
Agora, que tem um governo à sua medida pelo que se deduz, acabou-se a pressa para, no mínimo, ver os seus colegas a iniciar, terem melhores condições salariais.
Deve estar já bem no topo, nāo precisa.
Olhe que o café continua a subir de preço.
Os 10% integrados no vencimento e nada mais vão pedir...
ResponderEliminarPais ao minuto:
ResponderEliminar"A juíza desembargadora Maria Clara Figueiredo tomou posse como secretária de Estado Adjunta e da Justiça sem precisar de autorização do Conselho Superior da Magistratura (CSM), apesar das reservas no setor relativamente às 'portas giratórias' entre justiça e política..."
Parece que também temos uma subdiretora geral na DGAJ em comissão de serviço, sem despacho de renovação!
Será que a nova Secretária de Estado vai mesmo renovar essa comissão de serviço e ratificar retroativamente todas as decisões tomadas desde 15 de janeiro, data do termo da comissão de serviço da Senhora subdiretora geral?!...
Se não o fizer, temos mais um imbróglio jurídico!...
Claro que precisamos de um novo.
ResponderEliminarO atual é uma peça de museu.
É preciso um estatuto pensado na lógica da indispensável reforma da administração pública, quer orgânica, quer funcional, com especial ênfase na modernização e na valorização do mérito em detrimento da antiguidade.
A antiguidade enquanto critério de progressão e acesso a determinadas posições e categorias, é sem dúvida uma das causas do estado decrépito dos serviços públicos.
Não votei AD ou IL, mas reconheço que a reforma pretendida pelos liberais, ao dar preferencia ao mérito, na valorização das habilitações académicas, quer na atribuição de prêmios de desempenho, quer na celeridade nas progressões de acordo com a produtividade, sera sem dúvida uma vertente da pretendida reforma que merece aplausos.
ResponderEliminarFarto de velhos do restelo acomodados.
Eh pá, será que os chegamos não vão dar miminhos ao Ventura.
ResponderEliminarCoitado, continua a ser ignorado, agora no programa do governo onde estão dezenas de propostas do PS e do chega népias.
Vá lá, apoiem o homem pelo menos no caso de importantíssima relevância social das gêmeas.
Que miséria de gente, até dão dó!
O novo governo tomou posse "há 7 dias" contudo já com a conversa de sempre!
ResponderEliminarUm excedente orçamental , não é um excedente orçamental; e uma resposta rápida às justas reivindicações dos funcionários também não
é uma resposta rápida às justas reivindicações dos funcionários. Já o ordenado mínimo de 1000 € foi agora arrastado de 2028 para 2030.
Senhores e senhoras, é a politiquice dos politiqueiros.
9 to 5