BE já apresentou dois Projetos na AR
Nesta última segunda-feira, dia 01ABR, a nota informativa do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) dava conta que não comentava o nome apresentado pelo primeiro-ministro para ministra da justiça, esclarecendo assim: «Ao SOJ não importam os nomes, sejam notáveis ou não, mas as políticas! Outrossim, o SOJ tornou público, antes de se conhecer o Governo, o que espera relativamente aos responsáveis pela pasta da justiça.»
Mais constava dessa nota informativa o seguinte: «Após a tomada de posse dos novos Deputados e Deputadas, o SOJ solicitou audiência aos Grupos Parlamentares e requereu, junto de todos, que apresentem Projetos de Lei para alteração ao DL n.º 485/99, passando a constar do mesmo os 14 meses, e ao DL n.º 4/2017, dele fazendo constar o “Pessoal Oficial de Justiça”.
O mencionado DL 4/2017, de 06JAN, estabelece um regime de exceção na aposentação às polícias, pessoal de apoio à investigação criminal e pessoal do corpo da Guardas Prisional.
Prossegue o SOJ a nota assim:
«Posteriormente, fomos informados que o PSD vai reunir com este Sindicato, logo que esteja nomeado o responsável pela área da Justiça e que o BE apresentou um Projeto de Lei para alteração ao DL n.º 485/99, nos termos defendido por este Sindicato.» [Pode consultar esta proposta do BE por AQUI]
Relativamente a este assunto conclui o SOJ: «Esperemos, sinceramente, que não se criem, uma vez mais, "fait divers" que obstaculizem a aprovação deste projeto de lei. Basta de prejudicar a carreira, na defesa de interesses grupais!»
Depois desta nota informativa de 01ABR, o SOJ inseriu o seguinte “Post Scriptum”:
«P.S. – Depois de elaborado este artigo fomos informados, dia 2 de abril, que o BE apresentou outro projeto de resolução.» (Pode consultar esta proposta do BE por AQUI)
Por sua vez, ontem, quarta-feira, dia 03ABR, o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) publicou nota informativa com informação idêntica à do SOJ, na qual refere que «na sequência da tomada de posse do novo Governo, ocorrida no dia de ontem, o SFJ acaba de pedir a realização de uma reunião urgente à Sra. Ministra da Justiça, Dra. Rita Júdice.» e refere, igualmente, que também pediu reuniões aos grupos parlamentares.
«O SFJ, na sequência da tomada de posse da Assembleia da República, aguarda a realização, no mais breve espaço de tempo possível, das reuniões por si solicitadas a todos os Grupos Parlamentares e partidos com assento parlamentar.
Como resultado da realização destas reuniões do SFJ com os vários Grupos Parlamentares e partidos com assento parlamentar, esperamos que emane a apresentação de Projetos de Lei, a par de outras iniciativas legislativas e parlamentares, que tragam justiça para a nossa classe profissional, justiça para quem nela trabalha.»
Também o SFJ dá notícia das iniciativas legislativas apresentadas pelo Bloco de Esquerda, apresentadas logo no primeiro dia, não sendo mais do que reedições de apresentações já ocorridas no passado que, como se sabe, foram rejeitadas pela maioria de então. Hoje, no entanto, em face da reviravolta da cena política, torna-se mais difícil que estas propostas do BE sejam tão facilmente rejeitadas como antes foram.
Diz o SFJ:
«O Bloco de Esquerda (BE) comunicou ao SFJ que, na sequência das reuniões e dos contactos realizados com este sindicato nos últimos meses, apresentou já na Assembleia da República, após o início da presente Legislatura, o Projeto de Lei N.º 12/XVI/1.ª com vista à integração do Suplemento de Recuperação Processual no vencimento dos Oficiais de Justiça por 14 meses, com retroativos a 1 de janeiro de 2021.
O BE comunicou ainda ao SFJ que, dando seguimento a todos os problemas que a nossa carreira vive e que afetam o regular funcionamento dos tribunais e serviços do Ministério Público, apresentou também o Projeto de Resolução Nº 11/XVI/1ª, propondo que a Assembleia da República recomende ao Governo o seguinte:
.1. A abertura de procedimento para acesso a todas as categorias cujos lugares se encontrem vagos, designadamente, Escrivão Adjunto, Técnico de Justiça Adjunto, Escrivão de Direito, Técnico de Justiça Principal e Secretário de Justiça.
.2. A inclusão dos funcionários num regime especial de aposentação e de acesso ao regime de pré-aposentação.
.3. A revisão do estatuto profissional que valorize e dignifique a carreira, tornando-a mais atrativa.»
Conclui o SFJ este assunto com a seguinte nota:
«De salientar que este projeto de resolução, para além de na sua exposição de motivos dar relevo ao que transmitimos ao BE nas reuniões connosco realizadas, sustenta-se ainda no estudo encomendado pelo SFJ, denominado “Relatório Final do Inquérito Nacional às Condições de Vida e de Trabalho dos Funcionários Judiciais” – estudo científico coordenado pelo Observatório para as Condições de Vida e de Trabalho, realizado por um conjunto de investigadores da Universidade Nova de Lisboa e de outras universidades, o qual foi já apresentado e publicitado (ver AQUI) e retrata as graves condições de trabalho da nossa classe profissional.»
Concluindo, dos dois projetos apresentados pelo Bloco de Esquerda, apenas aquele que fizemos referência em primeiro lugar, que corresponde a um projeto de lei (integração suplemento e pagamento 14 vezes ao ano com retroativos desde 2021), poderá ter efeitos imediatos nos vencimentos dos Oficiais de Justiça, uma vez que o segundo projeto, mesmo que seja aprovado, não deverá ter efeitos nenhuns no imediato, porquanto consiste na aprovação de uma mera recomendação ao Governo, que poderá seguir, ou não, uma vez que se trata de uma recomendação e não de uma Lei, esta, sim, de cumprimento obrigatório.
Há aqui que salvaguardar dois aspetos relevantes sobre este assunto: antes de mais, quando se diz que a lei é de cumprimento obrigatório, embora tal seja verdade, bem sabemos que o anterior governo não o fez, designadamente, incumprindo em dois anos consecutivos as duas leis do Orçamento de Estado que impunham ao governo ações e prazos, pelo que se espera que o atual governo, já bem diferente, não aja da mesma forma que os anteriores do PS, desrespeitando as leis da Assembleia da República.
Depois, há que considerar que, excluída a recomendação, existe atualmente a séria possibilidade do projeto do BE ser aprovado, em face da atual composição do Parlamento e das posturas assumidas por todos os partidos durante a campanha eleitoral, vindo o tal suplemento a ser pago em 14 vezes ao ano, sem redução do seu montante mensal, e até, eventualmente, ser integrado no vencimento, podendo até chegar-se ao ponto de ficar determinado o seu recebimento com retroativos a 2021.
É claro para todos que a concretizar-se esta reivindicação da carreira, que se arrasta há cerca de duas décadas, aporta um beneficiozito que em nada resolve os problemas reais da carreira, pois muito mais há a tratar. No entanto, e tal como aqui já o dissemos várias vezes, esta é a reivindicação mais fácil de conseguir, dada a sua dimensão, tendo de ser considerada como o primeiro passo.
Ou seja, antes de mais há que consolidar este suplemento como vencimento e depois partir para a construção salarial já em cima desta consolidação, isto é, acrescentando, somando, sem truques como o que ocorreu na última proposta de Estatuto em que se tentava enganar os Oficiais de Justiça com a dádiva de um suplemento de 20% sobre o vencimento, quando se retirava os atuais 10%.
Quer isto dizer que esses tais 20% então ofertados até poderiam ser aceites após a integração dos atuais 10%, para que estes não se percam e haja um verdadeiro ganho de 20% sobre o vencimento consolidado e é esta também a estratégia dos sindicatos que sempre se mostrou difícil, ou melhor, impossível de levar avante com os governos PS, mas cuja surpresa da súbita abertura em campanha, do mesmo PS com o novo secretário-geral, já se mostrava viável e em sintonia com todos os demais partidos de todo o espectro político.
Por isso, o projeto de lei do BE não é despiciendo neste concreto momento e em face da atual situação conjuntural, tal como também não é desdenhável o projeto de recomendação, uma vez que constitui uma importante muleta das reivindicações sindicais, mas tem de ser entendido como uma das vias abertas, pois haverá, muito em breve, outras que se abrirão, diretamente com o Governo e os sindicatos.
Assim, caso o atual Governo não caia no curto prazo, consideramos que existe hoje uma réstia de esperança de se poder concretizar mais do que uma das várias velhas reivindicações dos Oficiais de Justiça e caso não caia no médio prazo – porque acreditamos que cairá bem antes de terminar a legislatura – ainda assim, se se aguentar pelo menos este ano, até poderemos vir a dizer que 2024 é que é, afinal, o “Ano dos Oficiais de Justiça”.

É tudo muito bonito, muito verbo e tal...
ResponderEliminarMas primeiro há que baixar o IRC, que as grandes empresas e grandes grupos económicos, género bancos e cadeias de distribuição, não têm tido lucros nenhuns, coitadinhos.
Arranjem lá outro lugar onde fazer umas horinhas PAGAS, que por aqui espera-nos mais miséria e desconsideração.
Então iam lá agora fazer justiça e atualizar salários e carreiras???
Ingénuos.
Já Martin Luther King dizia: "Change does not roll in on the wheels of inevitability but comes through continuous struggle".
ResponderEliminarNão é na espera que atingiremos algo. Isso fazemos há mais de vinte anos. Esperamos, obedientemente.
È agindo que se mudam as coisas !!
São curiosos estes primeiros três comentários.
ResponderEliminarNo texto de ontem está representado graficamente o resultado de governos diferentes do atual - em 2004 com o Durão Barroso atingimos 9200 e depois com o Sócrates foi sempre em queda, depois em 2013 um novo investimento de funcionários a que se seguiu com o Costa mais uma queda vertiginosa.
E não vou falar nas promoções e no regime de aposentação cortado pelos referidos governos.
Mas apesar disso, e um dia apenas após a investidura do novo governo já por aqui se quer cobrar aquilo que em quase 25 anos o partido do governo que cessou funções não fez - corrijo - não quis fazer.
Muita "caca" foi feita por aqui, pelos tribunais, gerou-se um imbróglio com o curso dos Secretários e os sucessivos movimentos sem promoções e judicialmente impugnados.
Sem este imbróglio jurídico resolvido não há possibilidades de novos cursos para secretários ou para escrivães e técnicos principais.
Foi apenas mais um assunto que não foi resolvido pelo governo cessante e pelas equipas da MJ (Dra. Van Dunem e Dra. Catarina Sarmento).
Como ontem foi anunciado e revelam os números a cru atingimos um dos patamares mais baixos ao nível de funcionários a que se soma a sua idade avançada e fraca qualificação, com um absentismo que vai sendo cada vez mais notório - onde trabalham poucos a falta de um funcionário que seja é mais visível e notória.
Só para dizer que é inevitável um novo estatuto que reveja a nossa carreira.
ResponderEliminarEu não tenho medo de dizer o que penso e que muitos de nós - oficiais de justiça - podem discordar.
Com efeito acho que a carreira deve ser diferenciada - com dois corpos de pessoal (carreiras) distintas, mas sem distinção entre MP e Judicial.
É inevitável que há tarefas indiferenciadas que poderão ser feitas por assistentes técnicos ou pessoal equiparado assim como todos temos de reconhecer o óbvio que é o facto de existirem muitas outras tarefas que poderem diferenciadas exigem especiais conhecimentos e preparação.
Os conteúdos têm de ser redefinidos em função da nova realidade - organização judiciária - atendendo-se à especialização das matérias tratadas e competências funcionais que se demandam dos serviços.
Assim, compreendo e estou certo que, muito facilmente, o assunto vá ter desenvolvimentos sérios nos próximos dias.
Mas alerto que os magistrados do MP e agora os Judiciais também já se puseram a caminho e querem regalias equiparadas às dos magistrados dos PALOP, mordomias como motoristas, etc. - não digo que queiram isto mas a sua equiparação ou seja em termos de quantitativo monetário.
Para nós Oficiais de Justiça se não houver coesão e união restarão apenas migalhas.
Vejamos o que sucedeu entre outubro e março deste ano com o governo cessante:
ResponderEliminar- incrementos salarias para as carreiras gerais;
- incrementos salariais diferenciados para os Técnicos Superiores;
- incrementos salariais e de subsídios para as Secretas e para a PJ;
- desbloqueios de promoções nas polícias e nas forças armadas;
- revisão salarial para Médicos (em parte já implementada e noutra parte continua em revisão).
A acrescer, sabe-se que foi anunciado o desbloqueio para os professores quanto à contagem dos tempos de serviço nos ternos por eles reivindicados.
Nas Finanças e nas Conservatórias, como sucedeu na PJ, ingressos de novos funcionários e mais qualificados com desbloqueios de promoções - nas Finanças recentemente foram promovidos e requalificados centenas de funcionários.
O ministério da Justiça foi o pior servido nestes anos - tivemos equipas manifestamente incompetentes - polvilhado com magistrados do MP e Judiciais, estes com maior incidência ao nível das Direções Gerais resultou em poucos avanços nos Tribunais (a atuação da sra. Dra Van Dunem e do Sr. Jorge Costa é na minha opinião desprestigiante para a classe a que pertencem, caracterizando-se pela sua (in)ação).
Esta equipa, parece-me, ser mais diferenciada e, porque despejada de interesses de classes sempre favorecidas pelas últimas políticas (falo das magistraturas), tenderá a servir mais os interesses da instituição, considerada no seu todo, providenciando pela resolução dos seus problemas.
Mas precisará de algum tempo, não muito, mas pelo menos uma semana ou duas.
Pedir que se encete diligências em 24 horas de governo quando na anterior equipa a Dra. Catarina Sarmento, que sucedeu à Dra. Van Dunem, dando continuidade às políticas do partido do Governo disse ter necessidade de conhecer a realidade e fez um périplo por todo o país para no final de contas fazer NADA!
E em face disso os Sindicatos ficaram a ver a carruagem passar e os cães a ladrar!
Agora querem que um novo governo, composto por gente que verdadeiramente pensa diferente, portanto disruptivo, faça em 24h ou 48h o anúncio de um compromisso sobre uma realidade que necessariamente não conhece.
É preciso dar-lhes pelo menos uma semana de benefício, uma espécie de voto de confiança.
Ouvi comentar que iriamos também ser contemplados com o subsidio de missão.
ResponderEliminarNão era em nada injusto.
Não posso dizer onde, mas que ouvi, ouvi. Ou será que sonhei?
Sim, confirma-se. É verdade.
ResponderEliminarE a acrescer ao subsídio de missão vamos ter também o subsídio de fardamento e o subsídio de renda de casa.
Venho alertar todos os oficiais de justiça que a lista de antiguidade publicada no dia de ontem, contém dados privados das nossas vidas, uma clara violação da proteção de dados, e devassa da vida privada.
ResponderEliminarCom estes dados qualquer um pode saber onde vivem, fazer créditos, etc..é muito perigoso este tipo de informação...
Não deveria isto ser mais privado? Uma vez que trabalhamos na justiça..eu tou com medo.
ResponderEliminarquem puder que fuja disto
Mas na Justiça está-se assim tāo mal?
ResponderEliminarÉ que foi com o PSD e com Passos Coelho e sua ministra da justiça que houve uma reforma como lhe chamaram, a qual iria melhorar tudo e tudo e como tal mais funcionários para quê?
Tudo ía ser mais rápido, justiça especializada, oficiais de justiça concentrados. Qual a necessidade de os governos seguintes fazerem ingressar assim tanta gente se a ideia da reforma foi diminuir os meios e seus custos? É só raciocinar e a conclusão não é difícil de tirar.
A resposta é que não correu como o prometido.
E responsabilidades, nomeadamente nos meios civis e criminais dos responsáveis por todo o caos na altura? Zero.
A "reforma" fez-se porque a Ministra tinha peso politico nesse governo, coisa que nunca mais sucedeu no MJ. Nem no atual.
Ainda vão outros com maior poder, novamente ultrapassar os Of. Justiça mas, ouvindo o SOJ hoje na TSF , pouco se augura de muito melhor que antes, dada a converseta onde faltou concretização.
Neste momento o principal problema a resolver na Justiça sāo mesmo promoções, aumento de novos funcionários e escala salarial aumentada para todos os Of. Justiça. O resto, não havendo para tudo, tem de esperar.
A soluçāo vai vir agora da direita? Do feito de 2014 o que resultou?
Não perceber que as especificidades da carreira judicial e da carreira do MP são distintas e que é absolutamente necessário haver uma diferenciação é não perceber nada.
ResponderEliminarProvavelmente só trabalhou numa delas portanto nem sabe do que está para aí a comentar.
Andam com tanta sede ao pote para serem chefes de qualquer coisa que já andam a inventar..........
Os Magistrados especializaram-se e até ganham mais por isso.
Nós, funcionários vamos fazer ao contrário, tudo ao monte e Fé em Deus.
Num dia está a ouvir vítimas de violência doméstica ou de abusos sexuais, no dia a seguir está num juízo de execuções...
Já não há paciência para estas aves raras....
FF
Eu neste momento sou uma prostituta.
ResponderEliminarNão quero saber de onde vem.
BE, AD, PS. CDU, não quero saber....
Tudo que vier é lucro.
Nas próximas eleições vou votar no partido que mais nos beneficiar agora.
E é assim......
PS. Com exceção do Chega, não voto em javardolas....
Secretários de Estado??
ResponderEliminarNomes??
Cá está o sapo!
ResponderEliminarA prostituta para receber tem que dar ... e o que dá .... não é lá muito agradável !...
ResponderEliminarMas dê lá o que quiser, desde que seja seu!
Onde estão?? Onde??
ResponderEliminarTem venda no olho e deve ser canhoto, só pode...
ResponderEliminarOs da direita são maus , os da esquerda são sempre fofinhos e ate teen amanhas que cantam (mas tardam em chegar...)
O problema é que é a esquerda que nos atira para a miséria.
Eh eh, que doença.
ResponderEliminarUm dia destes estão aposentados e continuam a falar do curso de secretários.😁
O imbróglio está no cérebro de algumas pessoas.
O que precisamos é de um novo estatuto que melhore e dignifique a carreira, e acima de tudo que se valorize o mérito e não se endeuse a antiguidade.
Qual Chega? Aqueles que pediram a abertura de uma comissão de inquérito ao caso das gêmeas?😅
ResponderEliminarDeixe-os estar.
Enquanto estão entretidos com inutilidades não fazem merda.
Ou seja, já desconfia que, em quem votou não lhe vai resolver o problema mas arriscou ainda assim.
ResponderEliminarAgora já fala em eventuais benefícios que possam vir até da extrema esquerda! Muita coerência e a AD é que é a "vendida"....
Não fosse um partido de esquerda e na AR ainda hoje se andava a brincar às eleições para o seu Presidente deixando para trás o resto.
A ver mas é se o governo novo, faz nova política, procurando negociar com quem pode viabilizar as necessárias mudanças e esquecer o lema cavaquista das catacumbas do "deixem-me trabalhar", pois com o poucochinho que teve de votos a mais, nada fará sem ajudas.....
Humildade a bem dos eleitores porque caso contrário tal governo cairá a pique e os Of. Justiça nāo podem esperar mais.
A esperar, que fiquem professores, médicos, enfermeiros, etc.
Já tiveram antes as suas " benesses"...
A subdiretor-geral da Direção-Geral da Administração Dr Ana Cláudia Figueiredo dos Santos de Cáceres Pires terminou a comissão de serviço de três anos no pretérito dia 15 de janeiro de 2024.
ResponderEliminarO CSM por deliberação de 6 de fevereiro de 2024 autorizou a renovação da comissão de serviço por mais um ano, mas cabe ao Ministério da Justiça proceder a essa renovação.
Até a presente data, não consigo encontrar a publicação no Diário da República o despacho do Senhor Secretário de Estado Adjunto e da Justiça a renovar essa comissão de serviço?!...
Alguém sabe se já foi publicado?
Já tiraram antes a sua “licenciatura”…
ResponderEliminarColega tenho mais de 25 anos de carreira, divididos entre as duas áreas, no MP/DIAP e no Judicial, e posso lhe afiançar que a afinidade entre os Juízos Criminais e as secções do DIAP não são desprezáveis ate porque conheço inúmeros casos de transição de colegas que - tao como eu - fizeram esse percurso.
ResponderEliminarOs senhores magistrados do MP reivindicam os "seus" funcionários, a quem muitas das vezes sobrecarregam com tarefas que eles próprios já podem executar (v.g. a emissão dos CRC, a pesquisa de processos ou de SPP no SIMP, assim como do cadastro no IMT/ANSR, ou ainda a obtenção de cópias dos assentos de nascimento, casamento e de óbito mediante o protocolo entre o IRN e a PGR).
Bem sei que custa muito dizê-lo mas a divisão há muito que deveria acabar até porque há muitos colegas da carreira judicial que desprezam o que é feito no MP, o que fazem apenas por desconhecer o que ali é feito.
A especialização só pode acontecer da forma como explanei, pois que a não ser assim não se conseguirá uma boa gestão dos recursos humanos.
Continuar com a estanquicidade entre carreiras é um absurdo que a DGAJ já notou e, ao arrepio da lei, já permite tudo e mais alguma coisa - veja o despacho para o movimento.
Mas esta é a minha modesta opinião e respeito a sua que é diferente.
Saiba que sem o assunto resolvido não há desbloqueios das promoções.
ResponderEliminarRepare que se a DGAJ /MJ considerar todo o universo de proponentes ao concurso de forma a todos prover em lugar criado "had hoc" como se fala por aí , tão cedo não há lugares na cúpula - ditos de chefia - para preencher o que vai impedir as promoções na base - os adjuntos continuam assim por muito mais tempo e os auxiliares idem aspas.
Duas senhoras.
ResponderEliminarUma delas lic em direito.
Fez o estágio de advocacia e depois disso não terá voltado a entrar num tribunal.
Especialista em hospitais.
Como dizia o outro, "eu é mais bolos".
Essa solução é falada porque é a única solução legalmente admissível.
ResponderEliminarOu isso ou nada.
Quanto a abertura de concursos para cargos de chefia, é claro que não haverá antes da entrada em vigor do novo estatuto, ja que os requisitos de admissao serão bastante diferentes dos atuais.
No ministério ficarão entao, duas advogadas e uma antiga Juíza.
ResponderEliminarVeremos o que dá.🤔
O CSM já manda nisto tudo !!!
ResponderEliminarNão importa em quem votemos, que quem aqui manda são os de sempre !!