Movimento despachado para ser impugnado

      É hoje o último dia das férias judiciais da Páscoa, período que coincide com férias pessoais de muitos Oficiais de Justiça.


      É hoje também o primeiro dos trinta dias em que os Oficiais de Justiça se podem candidatar ao Movimento Ordinário (único) deste ano 2024.


      Para este Movimento Ordinário a diretora-geral da Administração da Justiça apresentou um despacho que, tal como outros no passado, constitui um atentado à mobilidade dos Oficiais de Justiça e é expectável que, tal como outros, seja este também motivo de impugnação pelos sindicatos.


      Para começar, anuncia-se que os lugares de chefia vagos ou a vagar (Secretário de justiça, Escrivão de Direito e Técnico de Justiça Principal) vão todos ao Movimento, independentemente do défice no preenchimento dos quadros, mas, no entanto, terão em conta a média diária de atos praticados por cada Oficial de Justiça nas respetivas aplicações informáticas (Citius/Sitaf), nos termos que estão fixados na alínea d) do ponto 2 do despacho da diretora-geral da Administração da Justiça.


      A contagem de atos praticados pelos Oficiais de Justiça é, pois, de acordo com a DGAJ, condição de movimentação de Oficiais de Justiça, designadamente, os lugares de chefia. Mas será que esta condição serve para compreender as dinâmicas das secretarias?


      Imagine-se uma secção criminal que a cada papel junto abre vista e, depois, conclusão, enquanto outra onde se espera pela junção de todo o expediente para se abrir uma única vista e uma única conclusão, onde tudo será sanado, pratica muito menos atos.


      Imagine-se a secção que cumpre oficiosamente sem necessidade de vistas e conclusões determinados assuntos, seja por acordo verbal entre os magistrados e a chefia da secção, seja mesmo porque há um provimento nesse sentido, deixando de concluir inúmeros atos.


      Imagine-se o Oficial de Justiça que envia uma comunicação por correio eletrónico e junta, para além da comunicação em si que envia em anexo, o corpo do e-mail de envio, o comprovativo de entrega e o comprovativo de leitura; estes quatro atos, muito praticados, são, no entanto, simplificados em apenas um ato por muitos outros Oficiais de Justiça.


      Imagine-se uma secção que detém um juiz que é muito rápido a realizar julgamentos enquanto que noutra o juiz deixa que as partes perguntem e repitam as perguntas e os julgamentos demoram dias inteiros; na primeira o Oficial de Justiça que presta assistência ao julgamento acabará praticando muitos atos por dia, enquanto que na segunda pode praticar apenas um ato.


      E já nem sequer nos referimos às greves e aos atos que ficam por praticar, nem aos Oficiais de Justiça que trabalham fora de horas praticando mais atos.


      Estamos, portanto, perante um método de decisão de exclusão e inclusão de núcleos no Movimento que não está dependente das reais necessidades, mas da forma de trabalhar de cada um ou de acordo com as instruções que recaem sobre as secções.


      Estamos perante instruções de práticas processuais, muitas vezes vertidas em provimentos, que, em vez de ajudar, podem estar a perpetuar a carência de pessoal, uma vez que contribuem  diretamente para o número de atos que se praticam e, embora todos compreendam que não se deveriam contar tais atos, a entidade que faz a gestão das colocações dos Oficiais de Justiça decide contá-los e valorizá-los sobremaneira.


      Quanto aos lugares de Adjuntos e de Auxiliares, as restrições estão especificadas no ponto 2 do mesmo despacho e aí as condicionantes são todas e mais algumas: o défice no preenchimento dos quadros, as médias nacionais e a contagem dos atos praticados pelos Oficiais de Justiça, não havendo, no entanto, nenhuma restrição quanto às circunstâncias de no dia de apresentação do requerimento de movimentação poder chover ou poder estar um dia solheiro.


      Portanto, as condições restritivas são muitas para estas categorias e, pior ainda, não foram divulgadas. Isto é, diz-se que serão usadas aquelas condições, mas não foram apresentadas, em anexo ao despacho, para que todos pudessem saber se vale a pena candidatar-se para determinado lugar antes de outro, ou o seu contrário, ou candidatando-se a mais ou menos lugares ou mesmo a nenhum, porque sabe com o que conta caso toda a informação fosse prestada aos interessados.


      No que diz respeito às promoções, voltamos aos Movimentos estéreis, não há nada para ninguém, por culpa de outrem, por culpa de quem não respondeu autorizando-as, alegam desde há anos.


      Na última informação sindical do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) consta que a diretora-geral informou aquele Sindicato “que solicitou a devida autorização para as promoções e ingressos, não tendo, até à presente data, obtido o respetivo aval”. Nessa mesma informação, o SFJ aconselha todos os Oficiais de Justiça a apresentarem requerimentos “para a promoção para os lugares que tiverem por convenientes”.


      O despacho estabelece ainda um período de arrependimento para os requerimentos apresentados até ao dia 30 de abril e esse período de eventual arrependimento é de um mês, o mês seguinte, até ao dia 31 de maio. A DGAJ aceitará desistências totais ou parciais às candidaturas apresentadas até ao final de maio, mas quem mudar de ideias depois desta data, tal mudança não será considerada, mesmo que só depois dessa data venham os candidatos a conhecer elementos condicionantes, como o défice dos quadros ou a contagem de atos, etc., como tem sido habitual noutros Movimentos. É ainda habitual que até à data limite de mudança de ideias, não se saiba o resultado do Movimento, designadamente, a título provisório.


      Prossegue o despacho referindo-se às comissões de serviço, estabelecendo que cessam para quem pedir transferência ou transição, exceto para as “situações legalmente previstas”, lê-se no despacho. Ou seja, depreende-se que cessarão as comissões “ilegais” e mantêm-se as comissões “legais”.


      Mas se até aqui o despacho que conforma o Movimento constitui uma caricata enormidade de condições, é interessante ver como ainda se outorga e aprofunda características legislativas e, como noutras ocasiões já sucedeu, se pretende por despacho alterar o que a lei determina neste caso, um decreto-lei, o Decreto-lei 343/99 de 26AGO, o Estatuto EFJ.


      Consta no despacho que são autorizadas transições entre as categorias do Judicial e do Ministério Público, sem restrições, em completo desrespeito por aquilo que consta no mencionado diploma legal, designadamente no seu artigo 14º, quando permite as transições, mas com condições.


      Consta assim: a possibilidade de transição de “Escrivão de Direito e Técnico de Justiça Principal, desde que tenham obtido aprovação na prova de acesso à categoria para a qual pretendem transitar” e a possibilidade de transição de “Escrivão Adjunto e Técnico de Justiça Adjunto, desde que tenham obtido aprovação na prova de acesso à categoria imediatamente superior àquela para a qual pretendem transitar”; assim se estabelece no Estatuto ainda em vigor.


      Claro que a não se concordar com o legalmente estabelecido, poder-se-ia ter alterado, de forma cirúrgica, também esse preceito legal, aliás, tal como ocorreu  com a eliminação dos três Movimentos Ordinários anuais para apenas um, ou com o prazo das candidaturas que passou a corresponder a todo o mês de abril, pelo que também aqui poderiam ter sido alteradas essas duas alíneas que se referem às transições, mas não foram, pelo que nenhum despacho pode agora subvertê-las.


      E recordando ainda aquela alteração cirúrgica ao Estatuto, convém recordar que, para além da criação do Movimento único anual, do prazo de candidatura no mês de abril, ficou ainda estabelecido, no nº. 2 do artigo 18º do EFJ que a DGAJ deve “publicitar os lugares previsivelmente a preencher”. Ora, como bem se vê, também nada foi indicado.


      Por fim, o despacho refere, mais uma vez, algo que vem repetindo há anos: que haverá lugar a colocações oficiosas para aqueles que estejam em situação de disponibilidade ou colocados como supranumerários. Ora, apesar desta determinação, continuam a ficar por colocar muitos Oficiais de Justiça, ano após ano, porque, afinal, não podem ser colocados naqueles tribunais onde se encontram como supranumerários ou na disponibilidade, devido à contagem dos atos, até deles próprios, veja-se o caricato.


      E para acabar o nosso artigo de hoje, no qual não vislumbramos nada que se aproveite no despacho da diretora-geral da Administração da Justiça, falta ainda mencionar, o que não é mencionado no despacho, que é que o mesmo se realizará tendo em conta as listas de antiguidade de todos os Oficiais de Justiça com referência a 31-12-2022, uma vez que as de 2023  ainda não foram colocadas à apreciação dos Oficiais de Justiça, designadamente, em prazo anterior à abertura das candidaturas  que hoje têm início, dando a possibilidade aos Oficiais de Justiça para se pronunciarem e, retificadas, serem divulgadas na sua versão definitiva. Assim, quem hoje submeter o seu requerimento de movimentação tem de saber que o está a fazer de acordo com as listas de antiguidade de 2022, porque outras mais recentes não existem.


      E é isto o que temos, um Movimento de mera gestão; tudo pronto para uma nova impugnação.


MaoCabeca.jpg


      Fontes: “Despacho DGAJ” e “SFJ-Info”.

Comentários

  1. Anónimo1/4/24 09:01

    Bom dias colegas.

    O que se passa com o Sr. Marçal?!!
    Está a gozar com os OJ?

    Vem pedir os 10% X 14 para abrir negociações com a Srª. Ministra!
    São uns míseros 30 € por mês!....

    Eles querem-nos dar mais e este tipo vende-nos por esta miséria!

    É claro que lhe vão fazer a vontade, cortando-nos a uma atualização salarial que seria muito superior!

    Estará a descompensar? Terá uma agenda própria?

    É UM ULTRAGE!

    Abraço.

    ResponderEliminar
  2. Anónimo1/4/24 09:24

    Eu sou Escrivão de Direito com prova de acesso para Técnico de Justiça Principal, lugar a que vou concorrer por transição. O meu colega, também Escrivão de Direito, NÃO TEM prova de acesso para Técnico de Justiça Principal, mas vai concorrer comigo para o mesmo lugar. Como é mais antigo do que eu, vai ser colocado. Eu, que seria colocado de acordo com as regras do estatuto, i.e. de acordo com a lei vigente, vou ser prejudicado porque estas senhoras da DGAJ resolvem mudar a regra da LEI por simples despacho.
    Claro que vou reclamar.
    E aconselho os restantes colegas a ficarem atentos, porque já no último movimento foi cometida esta ilegalidade.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo1/4/24 09:26

    Há classes profissionais a pedirem atualizações salariais para cima de 250 euros mensais!

    Aliás, se não nos for feita uma atualização considerável, ninguém entrará para a carreira!

    O que se passa Sr. Marçal?!!!

    ResponderEliminar
  4. Anónimo1/4/24 09:40

    Não devia de haver um partido de protesto na Assembleia da República mas sim cinco ou seis, para denunciarem este tipo de comportamentos.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo1/4/24 09:52

    Mas alguém sabe destas enormidades que se passam com os OJ e com o Marçal que vem para a televisão dizer que o país está partido em dois e que é incapaz de fazer uma síntese enunciando alguns dos graves problemas da classe? É preciso correr com ele daquele lugar! Temos de ser nós por nossa conta a exigir aumentos substanciais!

    ResponderEliminar
  6. Anónimo1/4/24 10:15

    Será muito importante que um grupo de OJ faça um levantamento de aspetos que estão mal nesta classe e que peça uma audiência à nova ministra para os apresentar. A começar pelos aumentos salariais, fazer isso sem meter política na apresentação dos vários pontos.

    ResponderEliminar
  7. Anónimo1/4/24 11:26

    Vamos mais uma vez ser comidos de cebolada!!

    ResponderEliminar
  8. Anónimo1/4/24 11:26

    O importante é o edificado!

    ResponderEliminar
  9. pobre da cuca1/4/24 12:47

    Hoje é o dia a que chamam o dia das mentiras!

    As condições estipuladas para o movimento anual, de tão contrárias ao regular funcionamento dos serviços, conjugado com o natural desejo de evoluçāo na carreira, nomeadamente com promoções tal como nas outra profissões, até parecem mentira.
    Tudo como antes.....

    ResponderEliminar
  10. Anónimo1/4/24 13:52

    é uma boa opção para sair deste pardieiro

    ResponderEliminar
  11. Anónimo1/4/24 13:54

    Mais um aspeto a alterar no próximo estatuto - um OJ que se prontifica e consegue com bom desempenho traduzir a oralidade e a escrita da língua inglesa, por exemplo, que tem um diploma que certifica os seus estudos nessa língua, não ganha nada nessa mesma tradução. Chamando-se um tradutor, não está no momento exato em que é necessário e já ganha. Isso tem de ser mudado!

    ResponderEliminar
  12. Anónimo1/4/24 14:02

    sabe quais são os aspetos? começa no ingresso, acaba na aposentação, somos tão pobres de espirito que não vemos que o acréscimo dos 10% são uma falácia, no fim do mês são migalhas.
    se continuarmos a dizer que está tudo bem, não vamos passar de pajens.

    ResponderEliminar
  13. Anónimo1/4/24 14:06

    Assim não há volta dar, a não ser pedir a nova Ministra da Justiça a demissão das dirigentes da DGAJ.

    Basta, chega de tantos atropelos aos direitos dos Oficiais de Justiça.

    ResponderEliminar
  14. Anónimo1/4/24 14:16


    Concordo!

    Violação reiterada da Lei. Admira a dgaj ainda não ter sido condenada por litigância de má-fé...


    ResponderEliminar
  15. Adolfo Dias1/4/24 14:47

    Deixem ver se percebi:
    Eu tenho o aprovação no curso para escrivão de direito e para técnico de justiça principal.
    Não posso concorrer porque já perdeu a validade.
    Mas para quem já detém um daqueles lugares, pode transitar para outra carreira, mesmo que tenha obtido classificação inferior à minha.
    Isto é mesmo feito por pessoas com grande nível de escolaridade, habilitações e com um sentido de justiça que eu não consigo allcançar.


    ResponderEliminar
  16. Anónimo1/4/24 15:47

    Há muita coisa que já não conseguimos alcançar!....

    Como disse um colega em anterior comentário - "Somos comidos de cebolada".

    Agora, temos de fazer qualquer coisa, qualquer coisa que imponha respeito, coisa rara nesta casa.

    Talvez o Marçal tenha que ir embora para que "isto" avance, e, se assim for, que vá!
    Rápido, de preferência!

    ResponderEliminar
  17. Anónimo1/4/24 15:47

    O Marçal é, sem dúvida, parte do problema!

    ResponderEliminar
  18. Anónimo1/4/24 15:58

    A todos os que acham que os dirigentes sindicais, mormente o presidente do SFJ, não estão à altura da representação dos funcionários judiciais/oficiais de justiça, fica uma sugestão.
    Em outubro realizam-se eleições para os órgãos sociais do SFJ, sindicato que tem cerca de 5200 associados. Não haverá entre eles 130 pessoas capazes de dar a volta a isto?

    ResponderEliminar
  19. Anónimo1/4/24 16:25

    Mas como assistente técnico.

    ResponderEliminar
  20. Anónimo1/4/24 16:38

    Vejam e analisem o relatório de contas que foi aprovado na semana passada.
    Com quase um milhão de euros de receitas, ainda assim tiveram prejuízos.
    Inexplicável.
    Mudança precisa-se.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo1/4/24 17:41

    Assim, com estas dirigentes, não vai existir paz social.no setor da Justiça!...

    ResponderEliminar
  22. Anónimo1/4/24 18:01

    Há muitos colegas que não percebem nada de política e muito menos de estratégia política...

    O problema do suplemento que já deveria estar resolvido há muito, e que não deixa de ser uma questão de honra, não necessita sequer de negociação (ao contrário de outros suplementos) pois tem cabimento no orçamento do MJ/DGAJ.

    Resolvida desde logo essa questão, permite avançar para a tão esperada e merecida revalorização salarial. Esta revalorização salarial sim, já obriga a negociação!

    Será necessário grau 3 para perceber isto?

    ResponderEliminar
  23. Anónimo1/4/24 18:05

    Já há informação de quem vai ser o secretário de justiça??
    Porventura mais importante que a nomeação da ministra é o nome escolhido para nos "fazer a cama".....

    ResponderEliminar
  24. Anónimo1/4/24 19:55

    Seria muito mais inteligente reivindicarmos agora, e desde já, a valorização salarial e o aumento transversal dos salários.

    Os 10% já estão garantidos e já ninguém nos tira.

    Depois sim, tratarmos de reivindicar os 14 X 10%.

    Mas isto sou eu a falar, eu que só tenho o grau 2!!

    ResponderEliminar
  25. Anónimo1/4/24 20:14

    Era precisamente isso que eu queria dizer inicialmente, no comentário inicial...


    O grau 3 não está a acompanhar!

    ResponderEliminar
  26. Anónimo1/4/24 20:51

    O sistema está montado e dominado, não é só de agora. Qualquer pessoa que tenha dois dedos de testa vê isso.
    O Putin também foi a eleições e ganhou com mais de 90 por cento
    Humildade, precisa-se, e ainda uma boa dose de auto critica.
    Como podem estar incomodados com as críticas quando nada conseguem, não sabem escutar, estão contra a mudança de estratégia e pensam que agen sempre certo?
    Quais os resultados? Continuamos a ter que fazer trabalho escravo no século XXI, temos salários que decaíram mais de 40 por cento desde há 20 anos, fomos a única classe que viu a idade de reforma aumentada e, os nossos representantes nunca nada fizeram para reverter tal medida. Conseguem vitórias em algumas acções, porém resultado prático é zero, devem servir para encaixilhar.
    Que mais querem? Medalhas?

    ResponderEliminar
  27. Anónimo1/4/24 20:57

    Mas a revalorização salarial implica outras mudanças, certo?

    ResponderEliminar
  28. Anónimo1/4/24 21:47

    Pior que Mário Belo Morgado não vai ser de certeza!...

    ResponderEliminar
  29. Anónimo1/4/24 22:36

    É precisamente o contrário.
    O que estes colegas não percebem é a falta de estratégia política, de ambição e sentido de oportunidade de aproveitar o momento certo para fazer reinvindicações que efetivamente dignifiquem e melhorem a vida da maioria dos trabalhadores e não apenas de uma parte.
    Enquadrada na generalidade das reinvindicações das várias carreiras da FP, é complemente ridiculo o que está em cima da mesa quanto aos OJs.

    ResponderEliminar
  30. Anónimo2/4/24 00:25

    Ainda a darem com a inclusão dos ,10%, já não há paciência.
    O problema é mesmo a classe envelhecida ...
    Muitos no último escalão si querem que nada mude ..
    Só quando toda essa gente for embora...
    Ao contrário do que apregoam, serão naturalmente e facilmente substituídos...
    A mentalidade do sindicato é na mentalidade da grande parte dos OJ.
    Ultrapassada...
    Não é a idade das pessoas é a mentalidade mesmo

    ResponderEliminar
  31. Anónimo3/4/24 11:04

    Mais valia dizerem que vão premiar quem não fez/faz greve para lutar pelos nossos direitos...

    INSOLENTES !

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Ministério da Justiça já tem novos mapas de pessoal da 1ª instância

A carreira dos Oficiais de Justiça é a terceira mais envelhecida da Administração Pública

Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ