Total de Oficiais de Justiça bate no fundo mais fundo dos últimos 20 anos

      Foram ontem divulgadas as últimas listas de antiguidade dos Oficiais de Justiça, com referência a 31 de dezembro do ano de 2023.


      Estas listas contêm todos os Oficiais de Justiça existentes até ao final do ano 2023, divididos por categorias, o que nos permite ter uma real noção do estado da carreira.


      Tal como fazemos cada ano, extraímos os dados e as apreciações possíveis dessas listas, tentando contribuir para uma compreensão geral da situação presente da carreira, porque estas listas de antiguidade constituem a informação mais completa que a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) disponibiliza de forma aberta.


      Atente-se, no entanto, que estas listas são provisórias, isto é, são um projeto das listas que, após o prazo em curso de 10 dias úteis para audição dos interessados, serão divulgadas na sua versão final; ou melhor: na sua versão mais final, uma vez que após essa altura ainda poderão ser objeto de reclamação, pelo prazo de 30 dias, depois da publicação em Diário da República.


      Assim, o prazo em curso dos 10 dias úteis termina a 16 de abril. Apreciadas as pronúncias, serão divulgadas as listas finais com aviso publicado no Diário da República e isto, previsivelmente, poderá suceder ainda durante o mês de abril, portanto, ainda durante o período de apresentação das candidaturas ao Movimento Ordinário deste ano. Por isso, consideramos que serão estas listas de 2023 as que serão usadas para a feitura do Movimento e já não as de 2022, como se suspeitava até ontem.


      Cada Oficial de Justiça deve verificar a sua colocação na ordem da respetiva lista da sua categoria e verificar se existe algum erro ou lapso, desde logo no que a si diz respeito, sem prejuízo de verificar as situações que conheça e possam estar mal relativamente a outros.


      Caso haja algum erro e nada seja dito, ter-se-á por correta a lista, conforme está apresentada, assim se congelando a ordem nela contida e a posição de cada um, levando-se isso mesmo em conta para as listas futuras, motivo pelo qual é necessário que todos comprovem agora mesmo se existe algo que não esteja correto.


      Esta ordenação em antiguidade serve para dar preferência aos mais antigos, desde logo nos Movimentos, seja para as transferências, transições ou promoções, em caso de empate com a mesma notação valorativa. Ou seja, primeiro avançam aqueles que possuem melhor classificação de serviço e em caso de classificações idênticas, recorre-se a estas listas para o desempate.


OJ-TotaisAnuais-Grafico2023.jpg


      No gráfico que acima pode apreciar, vê-se perfeitamente a evolução negativa do número global de Oficiais de Justiça ao serviço nos tribunais e nos serviços do Ministério Público desde 2004.


      O número total de Oficiais de Justiça atualmente caiu para o seu número mais baixo de sempre nestes últimos vinte anos e totaliza agora 7391 Oficiais de Justiça existentes. Com isto não queremos, obviamente, dizer que são todos estes os Oficiais de Justiça que estão a exercer funções nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, pois há que descontar muitos ausentes, por efeito de colocações em comissões de serviço, por baixas médicas e licenças de longa duração ou mesmo porque estão ainda colocados em Macau.


      Como não conseguimos, com facilidade e fiabilidade, deter o número exato dos ausentes, tanto mais que é um número flutuante, temos de nos cingir a estes números reais das listas de antiguidade e estes números, só por si, bastam-se para diagnosticar o estado da carreira.


      Facto: em 2023 houve um procedimento concursal para ingresso de 200 novos Oficiais de Justiça, mas o resultado no final de dezembro, não é um incremento desses 200 nem de qualquer outro valor, bem pelo contrário, o ano de 2023 resultou numa perda de 90 Oficiais de Justiça em relação ao ano anterior.


      Ou seja, mesmo com a injeção de novos elementos no ano passado, ainda assim, tal injeção não contribuiu para o aumento, apenas serviu para atenuar a perda; ou seja, não se perderam 290, mas apenas 90. A sangria continua inexorável.


      Mesmo com o concurso de ingresso dos 200, o ano 2023, também conhecido como o “Ano dos Oficiais de Justiça”, bate o recorde do pior ano e todos, terminando com o menor número de Oficiais de Justiça de sempre, nos últimos 20 anos.


      Até aqui, o recorde estava no ano de 2014, como o ano com menos Oficiais de Justiça, considerando-se que, nesse ano, a carreira tinha batido no fundo e tendo-se então encetado uma tentativa de recuperação que, no entanto, como se constata, apesar do impulso inicial de então, resultou ser totalmente ineficaz.


OJ-TotaisAnuais2023-(2).jpg


      Mas o famoso “Ano dos Oficiais de Justiça” também tem outros recordes.


      Nunca o número de Escrivães Auxiliares e de Técnicos de Justiça Auxiliares foi tão baixo.


      O número mais baixo nestas categorias de ingresso remonta ao longínquo ano de 2004 com um total de 3446. Depois deste pior número de sempre, todos os anos os totais foram superiores até agora, cerca de vinte aos depois, quando esse velho recorde negativo de duas décadas se mostra vencido com o total atual de 3045 Oficiais de Justiça nessas categorias.


      São menos 400 Oficiais de Justiça destas categorias do que no pior ano de sempre e são menos 1040 do que o melhor ano de todos (2015).


      Para quem pensava que em 2004 se tinha batido no fundo, enganou-se também, porque o “Ano dos Oficiais de Justiça”, bateu ainda mais fundo.


      Claro que isto se explica pelas muitas promoções às categorias de Adjunto, que no ano passado ocorreram, por força de decisão de um tribunal, e porque as mesmas estiveram congeladas tantos anos que depois acabaram saindo em catadupa descontrolada, provocando estas anomalias e desequilíbrios nas categorias que, caso não tivessem sido restringidas, como este ano volta a suceder, teriam tido uma evolução mais sadia e equilibrada.


      Neste âmbito das promoções, verifica-se um novo recorde na categoria dos Técnicos de Justiça Adjuntos que, em 2023, atingiram o valor mais alto de sempre: um total de 938 elementos. Note-se que o valor mais alto dos últimos vinte anos estava em 852 no ano de 2006, enquanto que no ano anterior (2022) o total nesta categoria foi de 764, isto é, uma diferença, só nesta categoria, de 174 indivíduos.


      Veja a seguir graficamente a dimensão de cada categoria.


OJ-Grafico2023-CategoriasPercentagens.jpg


      A seguir deixamos as ligações diretas às listas de antiguidade de cada categoria para que lhes aceda e possa conferir as mesmas. Recordamos que são listas provisórias postas à apreciação prévia dos Oficiais de Justiça pelo prazo de dez dias.


 Projeto de lista de antiguidade dos 8 Secretários de Tribunal Superior.


 Projeto de lista de antiguidade dos 120 Secretários de Justiça.


 Projeto de lista de antiguidade dos 939 Escrivães de Direito.


 Projeto de lista de antiguidade dos 132 Técnicos de Justiça Principais.


 Projeto de lista de antiguidade dos 2209 Escrivães Adjuntos.


 Projeto de lista de antiguidade dos 938 Técnicos de Justiça Adjuntos.


 Projeto de lista de antiguidade dos 3045 Escrivães Auxiliares e Técnicos de Justiça Auxiliares.


      A seguir deixamos os gráficos que construímos para uma melhor e mais rápida apreciação da evolução em cada categoria ao longo dos últimos 20 anos.


OJ-Grafico2023-Categoria1=STS.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria2=SJ.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria3=EDir.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria4=TJP.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria5=EAdj.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria6=TJAdj.jpg


OJ-Grafico2023-Categoria7=EAux+TJAux.jpg


      Fonte: “DGAJ Info”.

Comentários

  1. Anónimo3/4/24 08:47

    Meus amigos, é muito simples - Parar esta m.rda toda!

    É simples!

    Abraço

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  2. Anónimo3/4/24 09:13

    Qual será a reacção da ministra ao ver estas listas e gráficos?

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  3. Anónimo3/4/24 09:17

    Parece-me que no fim deste ano e com as aposentações previstas a lista dos Auxiliares vai baixar abaixo dos 3000.
    Quando foi o ano em que passou dos 3000? Talvez anos 70 ou 80.
    Que razia.

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  4. Anónimo3/4/24 09:35

    Não sejam escravos!

    Trabalhem o correspondente a 1 trabalhador, que são vocês, e que recebem também apenas por 1, e muito, muito mal pago!....

    Quanto ao demais, deixem bater no fundo.

    Há interesses bem superiores aos nossos que não querem que "isto" funcione, por isso - take it easy!



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  5. Anónimo3/4/24 09:48

    A juntar a esta razia, ha que acrescentar que o discurso do recém eleito primeiro ministro já está a mudar e só quem não está atento é que não se apercebe.

    Os telefonemas não devem parar e os que o elegeram querem agora o retorno no investimento tido.

    Mais uma vez caímos na esparrela da promessa de tudo e mais alguma coisa.

    A ideologia não se coaduna com respeito pela função pública. Bem pelo contrário ! Que o diga o Sr. "irmão" do avental que já cá colocou a filha, para começar, e que acha que somos uns parasitas, além de achar que Hitler respeitava as mulheres.

    Um dos maiores beneficiados do atual sistema de justiça e da democracia em si.

    Montenegro está, à partida, completamente agrilhoado. O avental nunca lhe apertou tanto, ao ponto de ferir. Isso, junto à pressão de empresários que esperam a sua oportunidade de encher os bolsos (ainda mais), não irá permitir qualquer efetiva réstia de esperança a nenhum de nós.

    Enfermeiros, polícias e professores. Esses, talvez consigam algo, mas pouco. A nós, pouco resulta estrebuchar e fazer greves, quando temos alguém que se dá ao desplante de dizer a quem se declara em greve num julgamento depois das cinco, que "VÁ À SEÇÃO CHAMAR ALGUÉM ".

    Aliás, se dúvidas existem , aguardemos pela desulpa de não fazer qualquer atualização salarial, com base na revisão do estatuto.
    Só gostava de não estar errado e poder ver a minha vida e a dos meus colegas realmente a melhorar, com a mesma dignidade que me exigem em funções.

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  6. Anónimo3/4/24 09:48

    Parabéns aos colegas que entraram em 2023 pela sua resiliência e sua presenteia em estarem a aguentar isto.
    Na lista de antiguidade parecem-me que pelas suas idades já muitos estão perto da reforma...

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  7. Anónimo3/4/24 11:28

    Duas coisas que reparei.
    O facto de os adjuntos ja serem em maior número que os auxiliares, contando com o pessoal das secções do ministério público nas duas categorias e o mergulho dos ultimos 3 anos do numero de auxiliares, como indica o grafico. Nos próximos dois anos vai ser a pique se nao entrar mais ninguem.

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  8. Anónimo3/4/24 13:27

    É esquisito não é?

    Mas pensa - daqui a bocadinho vão ser mais os magistrados que os OJ.

    Ahhh - A pirâmide invertida!

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  9. Anónimo3/4/24 13:35

    SFJ pede o suplemento que é o" bocado de pão para alimentar os OJ!! "
    Isto vai ser o desastre total! Deixa-se um homem destes representar os OJ? Ele chega lá e quer o suplemento, mais funcionários e edificado! Enquanto os outros sindicatos têm todos os pontos que querem ver melhorados na ponta da língua ele não sabe dizer mais nada!
    A valorização da carreira passa pelos aumentos salariais que estão bastante baixos, mas muito mais, nomeadamente a reestruturação da carreira ... ... ...

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  10. Anónimo3/4/24 14:26

    Analisando as listagens/categorias e se formos ver as idades de nascimento constatamos que os Colegas nascidos em 1958/59/60/61/62... são muitos.
    Quer dizer que nos próximos 2/3 anos estarão, a maioria deles, em condições de se aposentarem.
    Aposentação merecida, pois aos anos que aturam esta me.....

    Não há reforma, estatuto ou politicas que consigam inverter esta situação.

    São demasiados funcionários num curto espaço de tempo.

    É impossível substituir tanta gente e também não há IA que o valha.

    Também já percebemos que ninguém quer vir para os Tribunais.

    Sejam licenciados ou não, há outras saídas profissionais mais aliciantes.

    Ninguém anda 5 anos a estudar para ser "lacaio" de magistrados.

    Se é para estudar, mais vale estudar para magistrado.

    Realmente não estou a ver como é que o Estado vai inverter a situação.

    Até podem estar bem intencionados, o que eu não acredito, mas isto é um barco a afundar e o rombo é tão grande que não tem salvação.

    Vejam-se as médias dos candidatos a magistrados que estão a entrar no CEJ.

    Pode não querer dizer nada, mas são baixinhas, baixinhas....

    Se alguém tiver uma ideia genial é agora a altura!!

    PS. Será coincidência a nova ministra ser filha de quem é, e que ele anda a fazer (justiça privada)????????????

    Abraço a todas e todos os Colegas.

    FF

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  11. Anónimo3/4/24 14:42



    SR Bloguer

    Como se pode saber exatamente se, por exemplo, dois adjuntos recém promovidos, estão bem ordenados?

    primeiro a nota e depois o tempo de serviço na anterior categoria e depois idade?


    Tenho duvidas,

    Obrigado

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  12. Está a misturar um pouco duas situações diferentes.
    Vejamos:

    O desempate da mesma classificação pela antiguidade serve, entre outras situações previstas do Estatuto, para as preferências nas colocações nos Movimentos (cfr. artº. 41º, nº. 3, do EFJ).

    A colocação/ordenação nas listas efetua-se de acordo com o previsto no artº. 75º do EFJ, sendo mencionados outros aspetos, como a data de nascimento, apenas por imposição do artº. 77º, nºs. 2 e 3 do EFJ.

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  13. Anónimo3/4/24 15:28

    A estratégia dos próximos anos vai ser atrofiar e esgotar os parcos recursos existentes e depois culpabilizá-los dos atrasos e prescrições que vão ocorrer, justificando assim a falta de produtividade e o consequente congelamento das carreiras e aumentos de rendimento ...

    ResponderEliminar
  14. Anónimo3/4/24 15:34

    A única solução do governo que estiver em funções perante a massiva aposentação que se avizinha vai ser de certeza absoluta adiar esses pedidos de forma a ganhar tempo...
    Infelizmente já está a acontecer...
    Vai ser caótico e inconstitucional mas vão haver desculpas para não aposentar quem requereu esse direito mais que merecido.

    Preparem-se!

    ResponderEliminar
  15. Anónimo3/4/24 16:05

    Os problemas da falta de pessoal vão ser resolvidos com o aumento da idade da reforma para os 75 anos de idade!

    ResponderEliminar
  16. Anónimo3/4/24 16:31

    Sim sim, trabalhar até aos 75 ou até cair para o lado.
    Só vamos sair deste inferno para o hospital ou para a casa mortuaria. É o que eles querem. Por isso deixo o conselho a esta gente nova não se metam nos tribunais.
    Já estou a ver que chegando à idade da reforma vão andar a empatar a minha saida por mais um ou dois anos. Podem contar com as minhas baixas a partir dessa data, nem mais um dia.

    ResponderEliminar
  17. Anónimo3/4/24 16:41


    Muito obrigado pelo excelente serviço prestado.

    ResponderEliminar
  18. Anónimo3/4/24 16:43


    Mais nada.

    E pelos vistos o tal estudo sobre o BURNOUT nos tribunais

    é letra morta

    mas será que ninguém mete o ministério em tribunal, por má gestão e tudo o que vem atras disso? doenças, etc?

    ResponderEliminar
  19. Anónimo3/4/24 17:02

    Penso eu de que:
    Se os nossos representantes sindicais tivessem voz grossa e usassem algum vernáculo, e, daqui por quinze dias, dissessem, quase aos gritos, simplesmente:
    "Se as nossas medidas apresentadas não tiverem resposta dentro de dois meses, fecharemos os tribunais, com greve geral por tempo indeterminado, a começar antes das férias judiciais e depois logo se vê"
    Aí sim, deixariam de ser apelidados de fofinhos e passariam a dizer que "estes sim é que os têm no sítio".
    Quase de certeza que as soluções apareceriam.
    Mas, é o que é, e temos quem temos. Se calhar merecemos, por manter gente em determinados cargos, quando nada provaram.

    ResponderEliminar
  20. Adolfo Dias3/4/24 17:27

    Afinal, o ano de 2023 foi o ano dos Oficiais de Justiça.
    Apenas temos de agradecer a quem nos governou.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo3/4/24 19:40

    A lista de antiguidades da DGAJ reporta-se a todos os oficiais de justiça em funções no dia 31.12.2023 ou a oficiais de justiça que exerceram funções no decurso do ano de 2023?

    É que das listagens constam nomes de aposentados e que são do conhecimento geral, como por exemplo administradores judiciários aposentados no decurso do ano de 2023.

    ResponderEliminar
  22. Anónimo3/4/24 19:41

    Governaram quase 9 anos!...

    Com um sindicato fofinho, com dirigentes filiados no PS e candidatos a cargos políticos, os resultados estão a vista!...

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  23. Anónimo3/4/24 19:42

    A lista de antiguidades reporta-se a todos os oficiais de justiça em funções no dia 31.12.2023

    ResponderEliminar
  24. As listas dizem respeito a um PROJETO de listas de antiguidade com referência ao dia 31DEZ2023.
    Por favor, nos 10 dias úteis em curso, comunique à DGAJ todos os erros que consegue identificar, para que possamos ter listas limpas de erros e com dados mais reais.
    Pelo que refere, afinal o número de Oficiais de Justiça ainda deverá ser menor do que este já tão baixo.

    ResponderEliminar
  25. Anónimo3/4/24 22:58

    Aí só agora é que percebeu que da Direita nunca veio nem vira nada de bom?
    Aliás, umas das medidas já anunciadas, de descer o IRC para 15% acha que vai prejudicar quem?
    A força de trabalho do Estado, claro está.
    Com a quebra de receita que se avizinha, não vão cumprir nem metade das promessas.

    ResponderEliminar
  26. Líder dos licenciados3/4/24 23:22

    Venho alertar e ajudar todos os oficiais de justiça, que a publicação da lei era de antiguidade é uma clara violação da proteção de dados, e devassa da vida privada, com essa lista qualquer um pode ficar a saber tudo sobre as vossas vidas...descobrir onde moram, quem são etc.... é muito perigoso.

    ResponderEliminar
  27. Anónimo4/4/24 00:27

    Quem tem medo compra um cão

    ResponderEliminar

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