Agora todas as greves (e são 4) são diárias e por tempo indeterminado
Começa hoje uma nova série de greves às manhãs, por convocação do SFJ.
Como já anunciado, as duas greves ora convocadas são idênticas às duas anteriores que terminaram a 26ABR, agora com a diferença de não terem uma data limite para terminar, como antes acontecia, sendo agora por tempo indeterminado, tal como as outras duas que já correm.
Quer isto dizer que as novas greves das manhãs, por tempo indeterminado, somam-se à greve das tardes, também por tempo indeterminado, e ainda à greve da hora do almoço e depois das 17H00, igualmente decretada por tempo indeterminado.
São quatro as greves decretadas para todos os dias, para todos os Oficiais de Justiça e por tempo indeterminado. Das quatro greves em vigor só uma detém serviços mínimos fixados, tal como antes existiam, que é a greve dos três dias correspondente às manhãs das segundas, terças e quintas-feiras. Só nestas manhãs e nos termos estabelecidos pelo SFJ, conforme constam especificados no aviso prévio de greve apresentado e ainda pelo acordo posteriormente alcançado entre o SFJ e a DGAJ ampliando os serviços mínimos nos seguintes termos: “para o Tribunal Central de Instrução Criminal em 2 Oficiais de Justiça da área judicial e 1 da carreira do Ministério Público, caso exista”.
No cimo da nossa página, encontra uma lista de todas as greves ativas, com todas as informações necessárias atualizadas e compiladas, num único local para mais fácil compreensão por todos daquilo que está atualmente em vigor, tantas são as greves e tantas são as alterações. De referir que a greve do SOJ de todas as tardes começou por não ter serviços mínimos, depois foram-lhe fixados e, por decisão do tribunal acabaram anulados. Também a greve do SFJ ao serviço fora do horário normal de funcionamento chegou a ter serviços mínimos fixados após as 17H00 e pela noite adentro, mas, novamente, um tribunal acabou por os anular.
Por isso, dada a variedade, quantidade, especificidade e as vicissitudes das greves, a nossa lista única de síntese das greves ativas, com o histórico e as ligações aos documentos essenciais, permitem uma compreensão total do passado e do presente das greves, permitindo aos Oficiais de Justiça fazer as suas escolhas de forma mais informada.
No que se refere às greves das manhãs do SFJ, que começam a partir de hoje, convém debruçar-nos um pouco sobre a atitude da DGAJ em relação a estas, e bem assim, a todas as greves.
Não concordando a DGAJ com a circunstância do SFJ não ter indicado serviços mínimos para a greve dos dois dias (quartas e sextas-feiras), ao contrário do que fez com a greve dos 3 dias (segundas, terças e quintas-feiras), foi convocado o colégio arbitral para resolver o conflito.
A DGAJ pugnou, junto do colégio arbitral, pela fixação de serviços mínimos para todos os dias da semana, sem exceção alguma. O SFJ contestou alegando que tal entendimento da DGAJ “não tem suporte na lei nem na CRP”, porquanto já existem serviços mínimos para os outros dias (segundas, terças e quintas-feiras), alegando que o entendimento da DGAJ “não respeita os princípios da necessidade, da adequação e da proporcionalidade”.
O colégio arbitral analisou ambas as posições e, entre outras considerações, concluiu que “não tendo o nosso legislador deixado os tribunais a funcionar contínua e ininterruptamente, dia e noite todo o ano, não atribuindo impreteribilidade ou inadiabilidade da satisfação das supra aludidas necessidades respetivas, não nos cabe fazê-lo”.
E prossegue o acórdão assim:
«Conforme referimos – apesar do principio geral da continuidade dos serviços públicos –, o padrão de funcionamento normal dos tribunais não é continuo/ininterrupto e sendo as interrupções em dias úteis (durante 1 hora para almoço diário entre as duas partes da jornada de trabalho diário e durante 16 horas para descanso diário justificadas pela natureza humana deste instrumento de trabalho nos tribunais que são os funcionários judiciais e cuja dignidade humana destes trabalhadores justifica tal proteção (destinada a acautelar as necessidades básicas de alimentação diana, de descanso diário e de realização de outras necessidades básicas diárias que justificam tais interrupções na jornada diária de trabalho destes trabalhadores) que não se compadece com a imposição, até 7 horas consecutivas, de privação dessa interrupção diária, após a jornada vespertina de trabalho diário, que redundaria em 10 horas e 30 minutos consecutivos de trabalho vespertino e noturno – a adicionar ao trabalho matinal já prestado no mesmo dia pelos mesmos trabalhadores –, sob o pretexto de haver uma situação de greve decretada por estes, precisamente, ao trabalho suplementar em dias úteis.
Tanto mais, gozando o direito à greve de tutela constitucional tão intensa (não como mera liberdade, mas como uma garantia dos trabalhadores à qual corresponde uma proibição do Estado proibir e de os trabalhadores grevistas ficarem a salvo de condutas do empregador ou de terceiros que visem aniquilar a greve ou os seus efeitos), então, não se compreende que não seja salvaguardado aquele direito tao fundamental em maior medida ou, pelo menos, não seja em igual medida, sem a restrição da fixação de serviços mínimos (como sucede quando não há a greve em apreço).
Não havendo um sistema de laboração continua nos tribunais das 0 horas as 24 horas de cada dia útil, nem sequer entre as 9 horas e as 24 dias de cada dia útil, impõe-se respeitar o atual modo de funcionamento/laboração, através dos respetivos mecanismos legais (quer processuais quer substantivos previstos no nosso sistema jurídico – nomeadamente os constantes dos respetivos diplomas e normas supra transcritos no nossa introdução e aqui dados por reproduzidos) de compatibilização daqueles direitos dos trabalhadores judiciais com os direitos dos cidadãos em geral e de alguns cidadãos em particular – quer envolvidos num processo judicial (nomeadamente, a propósito de medidas de coação, de medidas tutelares, de medidas coercivas de saúde mental) quer envolvidos num processo eleitoral quer nacional (continente e, ou, regiões autónomas), quer europeu.
Todos pertencentes ao suporte material da vida comunitária e, relativamente aos quais, se a lei permite alguma compressão – em prol do aludido sistema de funcionamento dos tribunais e do inerente direito ao descanso obrigatório dos seus trabalhadores –, também se justifica essa mesma compressão para tutelar o direito à greve.
Em suma, não se justifica onerar o direito a uma greve, impondo-se-lhe restrições inexistentes em tempos de paz social:
– Porque se mantém acautelado/salvaguardado o prazo de 48 horas para a apreciação judicial de eventual privação da liberdade, como sucede em tempos de paz social;
e/ou
– Porque existem outros meios menos onerosos para o direito à greve e que são os utilizados em tempos de paz laboral”.
Assim, não se justifica que, a pretexto da greve dos funcionários judiciais, se pretenda impor um sistema de funcionamento dos tribunais que não é imposto em tempos normais/ de paz social.
Por isso, analisando o caso concreto, com atenção, racionalidade e ponderação, constatamos que, a existência da decretada greve, não justifica a fixação de serviços mínimos obrigatórios para todas as manhãs de quartas-feiras e sextas-feiras, a partir do dia 8 de maio de 2024, e por tempo indeterminado, entre as 09:00 horas e as 12:30 horas, em todas as unidades orgânicas e, ou, juízos, para todos os funcionários judiciais a exercer funções nos Tribunais e serviços do Ministério Público.»
Face ao exposto, o Colégio Arbitral, por unanimidade, decidiu não atender os argumentos da DGAJ e não fixar quaisquer serviços mínimos para a greve das duas manhãs: das quartas e das sextas-feiras.
A DGAJ já anunciou que vai recorrer desta decisão do colégio arbitral, aliás, como já antes o fez na anterior greve para estes mesmos dois dias da semana, não tendo o Tribunal da Relação ainda decidido a greve anterior, entretanto finda.
Tendo em conta estas circunstâncias, os Oficiais de Justiça começaram a olhar para o calendário, seja para o calendário com os feriados nacionais, seja para o calendário com os feriados municipais, apercebendo-se de dias muito oportunos para fazer uso destas greves.
Para verificarem todos os feriados, nacionais, regionais e municipais, podem consultar o Super Calendário OJ 2024 através da hiperligação incorporada.

Fonte: "Info-SFJ" e "Acórdão do Colégio Arbitral".
Sim, mas vamos ver uma coisa:
ResponderEliminarComo é sempre greve, nunca é greve!
Podemos fazer greves todos os dias, mas sabemos que os nossos colegas não o farão!
Portanto, sindicatos, marquem greves de modo a que possamos aderir.
De outra forma não faz sentido!
Não se percebe como os advogados dos sindicatos não dão ideias novas de luta, sem este tipo de greve.
ResponderEliminarTanta inteligencia e não têm uma ideia de luta niva.
Há 20 anos do mesmo.
Sem conseguir nada.
Será que nunca percebeste que há 50 anos são sempre os mesmos a governar, com o teu voto? O parlamento tem mais cores, mas há 50 anos são sempre os mesmos. Deverias refletir para perceber que não podem os trabalhadores ganhar neste quadro político.
ResponderEliminarSão espantosos estes comentários.
ResponderEliminarSe a greve é por um dia, aqui s'El Rei que assim com greves fofinhas não vamso lá.
Quando finalmente se consegue, pela conjugação das greves do SFJ com as do SOJ arranjar uma forma de termos greves por tempo indeterminado, afinal também nao serve, porque «Como é sempre greve, nunca é greve!».
IRRA que é demais.
E sem serviços mínimos !!!!!!!
ResponderEliminarComentário descuidado, de que nem leu ou pensou sobre o que foi escrito!
ResponderEliminarNós há meses que temos uma greve todas as tardes, não é assim?!
Mas não por isso que os OJ vão fazer greves todas as tardes!
As greves podem ser feitas individualmente, mas para terem efeito prático têm de o ser coletivamente, e, para isso têm de ser convocados períodos de greve. É difícil perceber isto?!!
Por isso é que eu digo "Como é sempre greve, nunca é greve!", a excecionalidade perdeu o seu timbre tornando-se na nova normalidade.
Ás vezes fazem -se comentários curtos para não aborrecer, mas quem os lê deve faze-lo com a atença para deles retirar o sentido.
IRRA para si também!
Segundas, Terças e Quintas-feiras só há serviços minimos do TIC? Certo? Quem não for do TIC, paciência, certo?
ResponderEliminarObrigado
Então como é que querem que os oj's façam greve se durante os últimos anos não tem feito outra coisa e sem qualquer resultado a não ser menos dinheiro no final do mês. E agora até dizem que os advogados é que devem pensar em outras formas de luta??!! Tá tudo doido. Exijam dos dirigentes sindicais tais propostas de luta mas que não passem por dar entrevistas nas televisões e mandar a malta para a greve. Bem se sabe que há alguns que até lhes dá jeito fazerem greves, os filhos já está criados, ganham relativamente bem para o que fazem, mas exigir de um auxiliar que leve para casa 1200 euros e que todos os meses faça 1/2/3/4 dias de greve por mês durante os últimos anos é caso para dizer que é gozar com quem trabalha.
ResponderEliminarBom dia Colegas,
ResponderEliminarNa semana passada, fomos surpreendidos com a cessação de funções da senhora Desembargadora, Diretora da DGAJ.
Não se sabe ainda quem vai assumir aquelas funções.
Para além de se propalar a notícia mais nada foi dito sobre o assunto o que é sobremaneira preocupante, pois que é uma figura com enormes responsabilidades nos que nos diz respeito.
A propósito do assunto é preciso lembrar que fazer reforma ou mudar de políticas publico/administrativas não é só e apenas mudas as pessoas, dando corpo ao típico bailinho das cadeiras.
Estas mudanças - que ainda não o são ainda pois desconhece-se a personagem que ingressará nas funções, e o que existe é um lugar vago que aliás já o era antes pois a inércia foi tanta que ter lá estado alguém assim titulado ou ninguém redundaria no mesmo - sem serem acompanhadas de qualquer justificação, como se fosse normal o bailarico e a constante troca dos seus pares não me parece correta.
Estas situações só vêm dar razão a alguns que se insurgem contra aquilo que apelidam de "sistema" em que tudo gira à volta de dois grandes grupos de pessoas/famílias politicas e seus amigos e compadres.
Voltando à proposta da nova equipa do MJ, é preciso relembrar as recomendações aprovadas com os votos do PSD sobre a incorporação dos 10% e, em concreto, a postura da Dra. Mónica Quintela nas intervenções do partido no parlamento.
Propor 1,66% de aumento sobre o suplemento - no meu caso sobre 154 euros dá cerca de 2,55 euros mês, 28 euros ano - a acrescer a mais um mês de suplemento tenho a módica quantia de cerca de 182 euros, sobre estes recaem os impostos, no meu caso 1/3 (11% ADSE, 18,5 % IRS e 3,5 CGA), ou seja líquidos ficam cerca de 60 euros, que em duodécimos representa cerca de 5 euros mês (ou seja é inferior ao valor de uma refeição).
Quem atua assim, desta forma, não pode ser levado a sério mesmo que prometa uma revisão estatutária que eventualmente compreenda a revisão remuneratória.
Se esta situação é de conforto para muitos de nós, para mim, pessoalmente, não me aporta nada ou dito de outra forma só confirma a falácia e a falta de verdade quando nos falam de melhorar a situação de vida.
Senão vejamos, no quadro de negociação, as polícias já conseguiram garantir, pelo menos, um vencimento de aumento (na ordem dos 1050 euros) no suplemento a fixar.
Pretender amenizar ou tentar resolver o problema da carreira com um décimo da vontade manifestada por outros ministérios é bem representativo da - pouca ou nenhuma - vontade de reformar a justiça ou, pelo menos, resolver alguns dos seus problemas.
A Dra. Rita Júdice deveria conferenciar com o papá...
Isto está mesmo bonito. Andamos a falar de greves e mais greves e ainda ninguém se deu conta do que se está a passar por exemplo com as alterações aos estatutos do efj. Até temos uma alteração em que um qualquer dirigente que seja nomeado vereador ou outro cargo politico não perde o mandato no sindicato. Mas o que é isto? Anda tudo distraído e toca de assegurar os lugares para sempre. E depois os ministros é que são maus?;olhem primeiro para dentro de casa se queremos que nos levem a sério.
ResponderEliminarEfj -;SFJ
ResponderEliminarA resposta é uma avalanche de novos filiados e depois, tendo base de suporte, promover as alterações aos estatutos por forma a evitar estes chicos-espertismos.
ResponderEliminarAinda há pouco tempo tivemos um presidente num clube de futebol que democraticamente foi vencido e corrido do lugar que ocupava há cerca de 40 anos, e na Madeira vamos ter novas eleições e ver como corre, pelo menos a maioria do costume parece que se vai esfumar o que é bom para a alternância democrática e para acabar com os populismos.
Mas no nosso sindicato, vemos uma perpetuação que não se compreende, desde funcionários que já não estão no ativo a participar na vida sindical a conflitos de interesses claros e óbvios entre aspetos estatutários e fins prosseguidos pelos sindicatos - no caso o SFJ.
Bem, por mim, caso sejam aprovados os estatutos tenho a intenção d dirigir uma missiva à PGR para apreciar a validade das suas normas e na eventualidade promover que sejam expurgadas caso venha a confirmar-se a intentona.
Já perderam a vergonha toda ...
Face a esta proposta de alteração que é feita à medida - e todos sabem para quem - está óbvio de ver os interesses que a personagem defende (os seus, os pessoais e da sua família política, pois que a pessoa parece não encontrar conflito algum de interesses).
Só neste país - bem neste e na Rússia piis que o Sr. Putin também arranjou forma de se manter no poder por muitos e bons anos ...
A pessoa já devia ter sido destituída do cargo por causa da situação que agora quer regularizar ...
ResponderEliminarÉ preciso dar uma imagem de justiça entendida pela medida comum do que é justo e eu não vejo justeza alguma em acumulação de cargos políticos e sindicais - pode ser normal para o PCP e para o PS pois as estruturas sindicais são para estes grupos de partidos a longa mão junto dos trabalhadores e servem ora de refreio ora para acicatar os seus ânimos.
Eu como não entendo os sindicatos desta forma sou absolutamente contra estas formas modernas de nos controlarem, sendo uma inevitabilidade (apenas porque a lei obriga à sua existência - dos sindicatos) não tenho de concordar com esta forma de estar e de ser ...
Isto não chega, o que é preciso é uma greve de 1 mês. Aí é que eles iam ver ;)
ResponderEliminarÓ rapazola
ResponderEliminarquando se diz que advogados dos sindicatos deviam dar ideias de novas formas de luta é porque os lideres sindicais lhe pagam para isso, ou melhor, os sócios pagam-lhes também para inovar na luta.
Entendes, pá?
Os juristas dos sindicatos, servem para aconselhar os lideres sindicais.
ResponderEliminarGrande colega que não apertou a mão à anterior ministra.
Esta gente continua a não merecer o meu aperto de mão.
Por mim não cumprimento gente que me mal trata há anos e insiste em mal tratar, com sorriso nos dentes.
vão para um sitio que eu cá sei, todos, todas!
Concordo,
ResponderEliminarmas não há tomates no sitio.
O sistema entalou as pessoas com dividas. As pessoas estão presas aos créditos e afins, por isso não aderem a isso.
O sistema mantém-nas presas por ai, meu caro.
E se estão presas, perderam o poder de estrebuchar dessa maneira dura.
Mas a via seria essa mesmo. Greve à Francesa, a partir.
Não. Veja melhor os serviços mínimos.
ResponderEliminarHá, há, um até está mais descaído que o outro!
ResponderEliminarO importante é mobilizarmos todos juntos, e combinar já uma adesão cabal e imediata de maior número possível de OJ, caso contrário não passam de greves marcadas, e cada um faz por si, sem qualquer efeito.
ResponderEliminarOs sindicatos deveriam através dos seus delegados fazer esta convergência.
Mas como andam a dormir à sombra ...
ResponderEliminarSabem uma coisa, eu já não acredito em nada desta profissão.
Anos e anos a penas e a ser enganado e continua o engano
Assim que possa vou pirar-me.
Esta profissão já me mete nojo mesmo.
Precisamente o que quis dizer às 8:54.
ResponderEliminarO SFJ deveria esclarecer, relativamente a admissão urgente de 500 novos oficiais de justiça, sobre as habilitações que estes devem ter.
ResponderEliminarO blog oficial de justiça que não se cansa de esclarecer sobre as greves, também se podia pronunciar.
O Instituto de Emprego tem realizado umas formações online de técnicos de serviços jurídicos que assim obtém o 12 ano.
Acho que podia ser uma boa base de recrutamento, mas gostava de ouvir a opinião do SFJ e se possível do blog oficial de justiça, para perceber se os 500 reclamados devem entrar de imediato com as habilitações que actualmente são necessárias, ou se devemos esperar por um novo estatuto para ver entrar novos oficiais de justiça nos tribunais.
Se te pudesse "pirar" já o tinhas feito!
ResponderEliminarPensamos ser praticamente inútil lançar um concurso para 500 ou 1000, com as condições atuais, para a final serem colocados (temporariamente) uma centena.
ResponderEliminarSim, é urgente abrir concurso, mas antes é mais urgente ainda valorizar a carreira e, bem assim, ampliar as condições de acesso, em vez de as afunilar.
ResponderEliminarSim, tinha pirado mesmo. Mas ao menos tento fazê-lo.
Isto como está e vai ficar é definhar.
Perde-se vida neste serviço
É isso.
ResponderEliminarMas ainda não perceberam que com o que pagam, ordenado mínimo, não conseguem captar gente?
Ainda não conseguem ver isso?
Com o que pagam podem abrir concurso para 1 milhão.
Irão ficar meia dúzia.
Tristeza de visão de governantes e gestores de recursos humanos.
Deixai bater no fundo.
Não alterarem o salário de entrada, não.
Em 30 anos nunca vi isto assim. O moral nos tribunais tão em baixo.
ResponderEliminarOutrora, uma classe orgulhosa e invejada. Agora todos fogem.
Os politicos conseguiram estragar o que estava bem e funcionava bem.
A tutela para evitar desistencias até começou a contratar pessoal das escolas e camaras municipais dos locais onde se situam os tribunais mais necessitados de pessoal. Dessa forma ainda vão conseguindo gente que mora perto. Assistentes sem formação nenhuma a fazer serviço de oficial de justiça e a receber pouco mais que ordenado minimo.
Parece que é o objectivo, pessoal barato e que não reclama. Quanto ao serviço, lá se vai fazendo, mesmo aos pontapés, pode ser que os erros não se notem muito.
O SFJ não exige desde já a subida de salários? Como pode isto ser? Isso é importantíssimo, principalmente para os auxiliares!
ResponderEliminarAo menos, o Castelo Branco faz aparecer a greve dos OJ na tv! É pena não termos sindicatos à altura!
ResponderEliminarAh...obrigado! Não tinha percebido tamanho alcance.
ResponderEliminar
ResponderEliminar“Não ponho de lado que possamos voltar à greve aos atos, em que, pela falta de oficiais de justiça vamos elencar um número de atos que vão ficar ao lado, pura e simplesmente não serão praticados, porque vamos deixar de ser pau para toda a obra, vamos deixar de trabalhar por três ou por quatro”
Ganda marçal, in sapo24
Principalmente para toda a gente, ou a inflação não corta a todos em igual percentagem?!!!
ResponderEliminarO que é que o Marcelo disse?!!
ResponderEliminar"Agora é não parar!"
O que é que o Marçal fez? Parou!!!!
Não é preciso grandes advogados para ter novas formas de luta, basta imitar os professores e seguir as minhas indicações.....acordem para vida pá.
ResponderEliminarAgora é que se vai ver se os honorários dos advogados tb entram ou se mais uma vez baixamos as calças
ResponderEliminarNa qualidade de representante de todos os licenciados oficiais de justiça quero dar os meus parabéns aos oficiais de justiça que fizeram greve no interrogatório do castelo branco.
ResponderEliminarQuanto aos traficantes no porto detidos os colegas até se cagaram todos de medo e não fizeram greve.
Na qualidade de líder de todos os licenciados venho apelar a todos para criarmos uma associação de oficiais de justiça quem tá dentro?
ResponderEliminarTá é do verbo TAR?
ResponderEliminarEu tou
tu tás
Ele Tá
Grande líder iletrado!!!!!
Agora diz que a culpa é do corretor ortográfico
Pois é, pois é!
ResponderEliminarO ortográfico nã presta!
Está malta que acha se acha muito esperta a corrigir os erros dactilografados e de escrita inteligente dos telemóveis ...
ResponderEliminarNão há paciência para este pseudo intelectualismo.
Já não há paciência.
Esta, não está, ok????
ResponderEliminarAntes que venham as correções desta gente tão letrada
Greve aos atos sem medo
ResponderEliminarNão admito que me ande a corrigir, quem é que você acha que é eu sou o rei dos oficiais de justiça não brinque comigo.
ResponderEliminar.
Se algum telemóvel corrige está por tá não se pode chamar escrita inteligente.
ResponderEliminarGreve a todos os atos, diligências urgentes, logo que termine o horário minimo fixado. Interromper logo e levar a adiamentos.
ResponderEliminarAcredita, mesmo ridículo.
ResponderEliminarSe calhar não espirram um raciocínio, mas para a crítica estão logo de dedo no ar.