Não confiáveis: PSD e PS chumbam as 2 propostas dos Oficiais de Justiça
Tal como aqui anunciamos, no artigo que publicamos no passado dia 02MAI, esteve em apreciação, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, da Assembleia da República, as propostas apresentadas pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista que diziam respeito aos Oficiais de Justiça.
Essas propostas constituíam Recomendações dirigidas ao Governo relacionadas com a revisão do Estatuto, promoções, aposentação e com o ingresso urgente de Oficiais de Justiça.
Foram apreciadas e votadas, sendo o resultado conhecido esta última quarta-feira 08MAI.
Em síntese a proposta do Bloco de Esquerda conclui com os seguintes três pontos:
«.1. A abertura de procedimento para acesso a todas as categorias cujos lugares se encontrem vagos, designadamente, Escrivão Adjunto, Técnico de Justiça Adjunto, Escrivão de Direito, Técnico de Justiça Principal e Secretário de Justiça.
.2. A inclusão dos funcionários num regime especial de aposentação e de acesso ao regime de pré-aposentação.
.3. A revisão do estatuto profissional que valorize e dignifique a carreira, tornando-a mais atrativa.»
E a proposta do Partido Comunista conclui com os seguintes quatro pontos:
«.1 – Durante o ano de 2024, conclua a revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça.
.2 – Crie 1500 vagas nos Tribunais para recrutamento de funcionários judiciais e integração na respetiva carreira.
.3 – O provimento das vagas previstas no número anterior, seja da responsabilidade da Direção-Geral da Administração da Justiça, ficando para este efeito dispensada de obter autorizações dos membros do Governo, e seja concretizado nos seguintes prazos:
.a) 50% até final de 2025;
.b) 100% até final de 2026.
.4 – Sejam disponibilizadas pelo Ministério da Justiça as verbas necessárias às contratações para 2024, desde que solicitadas pela Direção-Geral da Administração da Justiça.»
A proposta do BE foi apresentada em março e, um mês depois, em abril, foi apresentada a proposta do PCP.
Parecia que estas propostas seriam facilmente aprovadas, talvez mesmo por unanimidade, no entanto, foram reprovadas.
Vejam só:
O Deputado Pedro Neves de Sousa, do PSD, centrou a sua atenção apontando – e passamos a transcrever o que consta da informação oficial da AR (uma espécie de ata): «a incapacidade do BE na resolução do problema, dado ser uma reivindicação de há mais de 20 anos e atendendo a que o executivo denominado «geringonça» contara com o seu apoio. Afirmou que o Governo quando tomou posse encontrou um cenário de falta de paz social quanto a um conjunto de carreiras relacionadas com a função pública, reconhecendo que o caso mais gritante na Justiça era o dos oficiais de justiça, atentas as razões já elencadas.
Aludiu ao procedimento do ano passado e à desistência dos candidatos devido às dificuldades encontradas, notando que os candidatos não sabiam onde seriam colocados e que em tal entroncavam vários outros problemas, como o da habitação.
Notou que as greves não se tinham iniciado há um mês e que o Governo anterior não fora capaz de resolver a questão e de dialogar.
Deu nota de que o novo Governo reunira com os vários sindicatos, no sentido de apresentar propostas que pudessem ser o pontapé de saída para uma resolução.
Considerou, face ao exposto, que o projeto de resolução do BE enfermava de oportunismo político e de alguma injustiça em relação àquilo em que o Governo estava a trabalhar, frisando que o problema estava identificado e que era preciso negociar para depois tomar decisões.»
Para além desta consideração do PSD, a Deputada Isabel Moreira, do PS, referiu que «estas resoluções caracterizam-se por oportunismo político e uma injustiça em relação ao Governo, que está a negociar com os sindicatos», declarou, salientando que há um processo negocial em curso com o Governo (que agora é do PSD).
A Deputada do PS referiu que ambos os projetos de resolução continham pontos com os quais concordavam e outros com que discordavam e que, em todo o caso, era necessário respeitar o processo negocial em curso.
Ou seja, a desculpa do PS foi, essencialmente, a da preocupação com o Governo PSD, alegando a Deputada que já que a coisa vai estar em negociação, não vale a pena votar favoravelmente estas propostas do BE e do PCP.
O Chega, por intermédio de Cristina Rodrigues, manifestou estar de acordo com as resoluções do Bloco de Esquerda e do PCP sobre revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça e valorização da respetiva carreira. Porém, estes dois diplomas foram travados pelo PSD e PS.
No final do debate, a Deputada Joana Mortágua (BE) comentou a crítica tecida pelo PSD, referindo que, no seu entender, oportunismo era mudar de posição quando se passava da oposição para o Governo, o que não se podia confundir com a coerência na defesa das reivindicações dos funcionários judiciais.
Por sua vez, o Deputado António Filipe (PCP) notou que as intervenções não haviam sido elucidativas quanto aos sentidos de voto, sinalizando a sua expetativa de que os projetos de resolução fossem aprovados, caso em que se teria de alcançar um texto final. Concluiu referindo que o PCP não podia ser acusado de não lutar por aquela causa há vários anos e que continuariam a apresentar as iniciativas que consideravam justas sobre aquela matéria.
À atenção dos Oficiais de Justiça: as propostas do BE e do PCP foram travadas pelos votos contra do PSD e do PS.
Pergunta-se: mas esta gente é confiável ou, antes, cofiável?

Fontes: “AR-Atividade-BE” e “Proposta BE”, “AR-Atividade-PCP” e “Proposta PCP”, “Informação AR” e “Correio da Manhã”.
Nenhum partido é confiavel especialmente quando está no governo.
ResponderEliminarEstá visto que o bloco central dos interesses não tem vontade nenhuma de resolver os problemas da justiça.
GREVE!
ResponderEliminarSó têm um nome
ResponderEliminarCanalhas!
Agora, sim votarei sempre CHEGA!
Afinal os populistas são outros.
Vão gozar com os pais deles.
É deixar afundar isto de vez.
E senhores magistrados permaneçam no silêncio que são pagos para calar e ver o barco afundar.
Vota lá nisso à vontade.
ResponderEliminarA malta já se está a habituar a ter 20% de ignorantes no porão deste barco à deriva.
Penso que é tempo de passar das palavras aos Atos e retomar a greve aos Atos.
ResponderEliminarCom ou sem desconto de pagamento de horas, terá sempre mais eficácia que qualquer outra.
Bom dia,
ResponderEliminarDo texto publicado hoje, parece que todos têm razão no que dizem, senão vejamos, de forma objetiva:
- O PSD tem razão quando falam da herança pesada no que respeita às reivindicações das classes profissionais a que não foram dadas respostas pelo PS (Polícias, Professores, Médicos, Guardas Prisionais, Oficiais de Justiça, Técnicos da DGRSP, etc.);
- O PSD tem ainda razão quando diz que estes partidos (PCP e BE) tiveram a oportunidade de resolver estes problemas e fizeram zero, principalmente durante 6 anos com os acordos da "Geringonça", preocupando-se com a renacionalização da TAP entre outros assuntos que priorizaram (fala-se também nos acordos escondidos ou encapotados como foi o caso dos CTT);
- O PS tem razão quando diz que o Governo está num processo negocial que iniciou ou vai iniciar , volvidos pouco mais de 30 dias sobe a chegada ao poder;
- Aliás, o PS não podia dizer outra coisa, pois foi incapaz de resolver o problema o qual foi constantemente relegado e adiado em todo o tempo em que esteve no poder;
- Que cara, que imagem, resultaria se o PS aprovasse o diploma que contempla assuntos como a aposentação a que declaradamente se opôs assim como à integração do suplemento?! Seria no mínimo ridículo para não dizer uma palhaçada.
- Claro que é um oportunismo político o que foi feito pelo BE e pelo PCP - e é muito fácil de ultrapassar o óbice, por exemplo negociando a viabilidade de outros diplomas (como é o caso do IRS que está a ser discutido) mas não o fazem porque a ideologia cega e o oportunismo político a isso obriga - é a chamada luta ou jogo partidário na a minha modesta opinião;
- MAS, na substância (que é o que importa ao caso) , o BE e o PCP têm razão: é preciso resolver os problemas contendentes com a nossa classe; a sua valorização e requalificação;
- MAS ENTÃO, porque é que lançam mão destas iniciativas no Parlamento quando o Governo as encetou quase no imediato à tomada de posse? Por oportunismo e nisso, PS e PSD, ambos têm razão!
- Mas perdem a razão, nomeadamente o PSD porque, argumentando sobre esse oportunismo, inviabiliza muito do que foi defendido enquanto oposição - e isso é uma verdade insofismável - só assim não seria se a atitude do Governo correspondesse à posição que assumiu enquanto oposição;
- Todavia, voltemos à substância, será que o processo encetado pelo Governo com vista a programar a revisão da carreira e no imediato satisfazer algumas das reivindicações BASTA para pacificar e acalmar o descontentamento generalizado ou minimizar os problemas sentidos com os recursos humanos? Por enquanto não, não garantias de uma respostas cabal e aceitável. É preciso, pelo menos, dar um sinal de que o problema não vai ser relegado para dezembro - após a votação do orçamento de estado - pois todos sabemos o que sucedeu no passado e o que poderá vir a suceder - COM MUITA PROBABILIDADE VAI FICAR TUDO NA MESMA.
E perguntamo-nos todos se isto pode continuar assim e a resposta que nos assalta o pensamento é não, não pode. Basta de palavreado de encantamento são poucos os que conseguem adormecer a serpente que há em todos nós e o vigor da luta por melhor condições florescerá com a renovação de forças das estruturas sindicais que têm de se preparar para firmar posições como antes não foi feito.
ResponderEliminarÉ urgente rever os quadros das secretarias, judiciais e do MP, as suas estruturas, em termos de conteúdo funcional, para o que importa rever a carreira, ou seja o Estatuto, e reconhecer a especificidade da função.
Quando se presenteiam classes, como foi o caso das polícias, com aumentos correspondentes a, pelo menos um vencimento, não se pode oferecer aos Oficiais de Justiça "um décimo", ou seja migalhas, denotando desconsideração e falta de respeito pela classe.
Assim, comungando, para já, da síntese conclusiva do texto - de que ambos, PS e PSD - não são confiáveis, parece-me todavia que tal situação poderá ser revertida caso a evolução das reuniões programadas assim o ditem.
Estou certo que antes de 9 de junho (das eleições Europeias) haverá novidades mais interessantes do nosso ponto de vista (da classe dos Oficiais de Justiça).
A ver vamos - por enquanto é "poupar" nos nossos salários para continuarem a injetar milhões na TAP o que não demorará muito a tornar a acontecer (onde os vencimentos não correspondem ao salário mínimo, são aliás muito generosos).
Os sindicatos tiveram tempo para pedirem ao estado a responsabilidade civil extracontratual por omissão (por não terem legislado)
ResponderEliminarA maior parte dos dirigentes dos sindicatos dos funcionários ou oficiais de justiça parecem ser limitados de inteligência
Gostam sim de se andarem a exibir como se isso resolvesse o problema
Temos nós que andar a pagar com greves quando as coisas deveriam ser dirimidas nos tribunais?
Rua Marçal
(Os partidos políticos da governação devem conhecer, com os seus relatórios detalhados, os podres intelectuais e da esperteza saloia da maior parte dos dirigentes sindicais – há que mudar de lideres)
Bá Botem neles.
ResponderEliminarAinda acreditam no Pai Natal.
Não tenham o cartão do PS ou do PSD e não sobem na carreira.
Não caem nas boas graças dos Senhores e das Senhoras.
Há uma musica da Kate Bush - "Wow" - em que na letra, numa das linhas diz - "He's too busy hitting the Vaseline"
ResponderEliminarSerá esse o futuro do OJ ?
"Too busy hitting the Vaseline"
Eis a questão?!!!
Nem tudo é preto e branco como parece acreditar.
ResponderEliminarMas tem razão numa coisa, no uso da nossa maior ferramenta - o VOTO.
Por isso use-a com sapiência - sugiro a seguinte reflexão: "se estes dois partidos, considerados moderados são assim, como é que seria o Governo de partidos extremistas como vulgarmente apelidam o Chega, o BE e o PCP ... não se esforce olhe para a China, para o Brasil do sr. Bolsonaro ou os EUA do Trump, a Hungria do sr. Viktor Orbán entre outros - cá na Europa veja a história da Bulgária por exemplo).
Não se deixe levar por encantamentos, é preciso reivindicar direitos porque a isso obriga uma democracia sadia, a uma dialética constante entre governo e governados, já não vivemos numa Monarquia em que o rei cuidada de tudo, da alegria do povo, que lhe delegava toda a responsabilidade e a quem prestava vassalagem.
Repare bem no que a vida lhe dá e o que lhe pode ser tirado apenas por se endereçar um voto que somado a tantos outros pode vir a tirar-lhe liberdade.
Pra melhor tá bem tá bem, pra prior já basta assim!
ResponderEliminarEla lá sabia do que gostava...
Eu sou dos que defendo a incorporação dos 10% no vencimento, acrescido dos 3 meses (14) , ou seja a valorização salarial .
ResponderEliminarO que agora é proposto, mesmo que venha a ser incorporado, fica-se pela metade, mas acredito que é possível lá chegar (em vez dos 1,66% seriam cerca de 3% = 13% x12 = 10%x14).
A ver vamos ...importante era a incorporação (até porque penso mudar de carreira, fugir dos tribunais, e integraria um escalão bem mais interessante na categoria de destino).
Não sou hipócrita a incorporação dar-me-ia muito jeito e torço porque aconteça ...
A questão não será bem se gosta ou não, mas se "com" é menos mau!
ResponderEliminarÉ que o MJ tem abusado repetidamente de todos os OJ, sem exceção, e sem qq tipo de "facilitador"!!
Ignorante és tu, sumidade. Não sei como não és magistrado.
ResponderEliminarEstás tão mal aproveitado como Oj
Pronto colega, gosta de poucochinho!
ResponderEliminarHá os que gostam de romance, do erotismo, do softcore e do hardcore!
Eu gostava que a nossa valorização salarial fosse mais a nível do harcore, quero dizer com mais pujança, com vencimentos mais compridos!
Mas cada qual gosta do que gosta ...
ResponderEliminar9h- 17h
afundar, nem mais um minuto
ResponderEliminarTrabalhai escravos.
Estais todos entalados e gostais.
Colega querer mais eu até queria mas querer não é poder e, mal por mal, se fosse já incorporado eu saltaria para as Conservatórias numa posição salarial bem mais confortável e torço por isso (é o alento que ainda vou tendo tal é a minha frustração nos tribunais - já não posso mais com isto).
ResponderEliminarQuem por cá fique que toque o instrumento de cordas ... ou de beiços ...
Eu gosto! Eu gosto!
ResponderEliminarOs sindicatos das polícias apresentaram uma contraproposta por escrito para ser negociada na próxima reunião.
ResponderEliminarRealmente é pedir demais! Reforma antecipada e pré-reforma. Com estes salários só mesmo para quem está à espera para ir para outro poleiro melhor! Quem estará a tratar da sua vida?
Mostram trabalho, não é só mandar fazer greves!
ResponderEliminar
ResponderEliminarNão podem processar o Estado pela má gestão de recursos humanos nos tribunais?
Senhor articulista têm ideia se é possível isso?
Obrigado.
Sim, claro que é possível.
ResponderEliminarSim, e também é preciso processar os sindicatos por motivos semelhantes, ou de outra ordem!
ResponderEliminarConto-vos uma história, de um familiar próximo:
A entidade patronal dele tomou uma decisão que acarretava prejuízo para este meu familiar.
Ele contestou a decisão, mas a entidade patronal manteve-a.
Desesperado, recorreu ao sindicato, do qual era sócio e este (sindicato) nada fez.
Recorreu a um advogado, a expensas dele, levou o caso ao tribunal do trabalho e ganhou a causa à entidade patronal.
Pagou ao advogado, e meteu um processo ao sindicato exigindo o montante que gastou com o processo que foi obrigado a intentar individualmente.
No dia do julgamento, a advogada do sindicato fez uma transação, pagando as despesas que ele teve com o processo e com o advogado.
E só poderia ser assim!
Os sindicatos existem para defender os interesses dos seus associados, se não o fizerem estão a contrariar a razão da existência deles.
Como ele tinha uma sentença judicial que lhe dava razão em relação à sua entidade patronal, tendo o seu sindicato recusado patrocinar a ação em sua representação, ele processou-os e muito bem!
A inação do SFJ em algumas matérias deveria ser alvo de semelhante tratamento!
Abraço.
Lá está a história irritante de cumprir o horário.
ResponderEliminarMoral da história és um bom funcionário um cordeirinho, que cumpre o horário...
Queres uma taça
Acorda que não estás a lutar por nada....
O que não falta nos tribunais são tocadores de gaita de beiços ...
ResponderEliminarDizem que proibiram essas práticas por causa do cheiro nauseabundo com que ficam as secretarias após os almoço.
ResponderEliminarTanta marmita a aquecer, aquelas salas ficam com um cheiro a podre que não se pode.
Pois bem. A tutela está a admitir que paga mal aos oficiais de justiça. Almoçar em restaurantes não é para o meu ordenado. Mas pelos vistos as marmitas incomodam as chefias.
ResponderEliminarNA hora do almoço as secretarias não tem publico, não há perigo de ferir os olhares dos srs advogados e juízes. Todos almoçam de forma rapida e discreta. Devem pensar que se fazem grandes tainadas nas secretarias.
No fundo proíbem tudo só pra chatear.
Mal dá para umas sandes e uma peça de fruta, quanto mais para uma refeição em condições num restaurante!!!
ResponderEliminarA solução é um gajo sentar-se à porta dos tribunais e expor a todos a miséria que alguns de nós passamos.
Vergonhoso!!
Temos de dar conhecimento do que se passa ao Provedor de Justiça Europeu e ao Tribunal de Justiça da União Europeia! Sóa assim é que são apertados por não estarem a cumprir o delineado em 2 orçamentos de estado aprovados.
ResponderEliminarA nossa luta será sempre desvalorizada por estes corjas... enfim...
Colega, esclareça-me, pois sou um pouco limitado e há coisas que não entendo. A pessoa que deu esse provimento, impedindo os colegas de usar os espaços para comerem é Juíz? é Procurador? É advogado? Será um membro do governo? É que se for um colega nosso, oficial de justiça, então o que deve ser feito é, na segunda feira ser-lhe dito, com todas as letras que não merece o respeito de ninguém e, virar a cara a esse lambe botas. Infelizmente aí que se assiste é a ver diversos colegas a irem a correr ter com o senhor administrador para tomar café ou ver se precisa de alguma coisa. Gente covarde, falando por aqui, é o que mais existe entre nós
ResponderEliminarGrande treta
ResponderEliminarO Marçal hoje matou a carreira dos oficiais de justiça ao assumir as dores dos magistrados. Fala em limitação de processos aos juízes, secretários para juízes, assessores para juízes, etc. etc. O governo deve estar a aplaudir de pé. Isto já não é burrice é mesmo traição... Infelizmente muita malta vai rasgar as vestes hoje e amanhã manter a cabeça baixa e tudo como dantes, quartel general em Abrantes
ResponderEliminarDoente mental, vai curar-te
ResponderEliminarObrigado por informarem.
ResponderEliminarAbraço
é melhor fazer greve, e dps ir trabalhar para além da hora nos outros dias que nao se faz greve???
ResponderEliminartrabalhar no horário devagar devagarinho faz mais estragos que a greve