A mundivisão de Marçal que escapa aos meros mortais
António Marçal, em declarações citadas pelo Jornal de Notícias, diz entender a revolta dos Oficiais de Justiça pelo acordo que subscreveu com o Ministério da Justiça.
«Entendo que estejam revoltados, porque são muitos anos de luta. Mas temos de olhar para o cenário parlamentar. Já garantimos um degrau, nada nos diz que, daqui a seis meses, a situação seja a mesma.»
Afinal, o acordo terá sido por uma questão de cautela relativamente ao seu olhar sobre o “cenário parlamentar”.
António Marçal, enquanto bom observador dos cenários políticos, excelente politólogo e futurólogo, decidiu para os Oficiais de Justiça aquilo que advém da sua visão do cenário político e não pelo que advém da visão, da decisão e da imposição dos seus associados que representa, ou deveria representar, em exclusividade, ainda que tal representação dos Oficiais de Justiça colidisse com a sua visão dos cenários políticos.
E caso verificasse que não era capaz de representar os seus associados nos termos que os mesmos desejam e decidiram, porque tal representação colide com a sua visão dos cenários, então competir-lhe-ia renunciar ao cargo e não fazer o contrário daquilo para o qual estava mandatado.
Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar, diz o refrão popular, e no caso de Marçal aplica-se perfeitamente e se não fosse a última oferta dos 3,5% seriam os 3% iniciais ou mesmo os 2,5% anteriores que, afinal, só por si, já tinham dado origem à proclamação da aceitação do acordo.
Este aspeto do “cenário parlamentar” tem vindo a ser muito explorado nos tribunais pelos delegados sindicais do SFJ que, entretanto, perante o caos, instruídos, iniciaram um processo de branqueamento da decisão considerando-a boa, precisamente porque se conseguiu algo. Claro que se conseguisse menos, também seria boa e se não se conseguisse nenhuma percentagem nova, até se diria que se havia conseguido manter o suplemento e manter os 10%, aliás, como já no passado foi dito, ser a manutenção uma vitória.
De vitória em vitória até à derrota final. A mensagem que se transmite agora passa também por considerar que este assunto do suplemento não era relevante e que havia que “desbloquear o processo” para passar para “o mais importante”, como refere Marçal, referindo-se à revisão do Estatuto e da tabela salarial como “o mais importante”.
Ou seja, afinal, a questão do suplemento não era importante, apesar de tanta greve ao longo de tantos anos e de tanta perda de rendimentos, o importante, afinal, é, antes, a visão que Marçal tem também para um novo Estatuto; uma visão que não é mais do que uma ilusão, uma complexa utopia, sem qualquer simplificação e correspondência com a realidade. Esse sonho tem sido vendido (sim, vendido, porque pagam todos os meses uma assinatura mensal) aos Oficiais de Justiça e estes têm-se deliciado a sonhar, assim se mantendo tranquilos com o que há de vir, tal e qual um crente espera o Paraíso “post mortem”.
Por outro lado, Marçal considera que a questão do suplemento estava bloqueada, que tal bloqueio era da responsabilidade dos Oficiais de Justiça e que só a estes cabia desbloquearem o bloqueio, rendendo-se e aportando a tal pacificação à justiça, desistindo mesmo de imediato das greves das manhãs. É a pacificação.
Isto é conceção idêntica à daqueles que dizem que a questão da guerra na Ucrânia está bloqueada e para desbloquear a situação e pacificar a região, a Ucrânia tem de ceder todos os territórios já conquistados e a conquistar pelo invasor para que este fique satisfeito e, assim, haja a tão desejada paz. É a pacificação.
Este tipo de pacificação por rendição só deve ocorrer quando já não haja mais saídas nenhumas e o quando o que está em risco é a própria sobrevivência dos indivíduos. O soldado só se rende quando vê que o seu carregador ficou vazio de munição e não tem outra saída, mas até que isso aconteça vai à luta.
Em suma, a onda de desencanto nacional dos Oficiais de Justiça, bem como a desvinculação sindical de uma grande quantidade de associados do SFJ, vem sendo classificada como mera burrice e ignorância, uma histeria injustificada desses desencantados, por não perceberem nada de visões políticas nem de desbloqueios negociais.

Fonte: “Jornal de Notícias”.
Marçal até foi contido e cauteloso. Vai aguardar o cenario parlamentar, mas eu recomendava aguardar o cenario parlamentar do parlamento europeu tambem. Nunca se sabe o que pode vir da europa.
ResponderEliminarAssim, vamos ter esperança que os astros parlamentares nacional e europeu vão ficar alinhados e favoráveis às reivindicações dos oficiais de justiça de justiça de Portugal.
Como é que todos os outros dirigentes sindicais das polícias e professores não viram isso? Já teriam firmado o respectivo acordo para os seus associados em vez de os manter a sofrer.
Marçal, um homem sempre à frente do seu tempo.
Os 13,5% são apenas para vigorar até ao final do ano.
ResponderEliminarAbram os olhos!!
Não são nada. É para vigorarem até à entrada em vigor do novo estatuto. Leve o tempo que levar.
ResponderEliminarPare de propalar mentiras.
Aula n 5
ResponderEliminarAbono por falhas.
Quem tem direito a receber abono para falhas?
1 - Têm direito a um suplemento remuneratório designado 'abono para falhas' os trabalhadores que manuseiem ou tenham à sua guarda, nas áreas de tesouraria ou cobrança, valores, numerário, títulos ou documentos, sendo por eles responsáveis.
Qual o valor?
82 euros
Uma vez que os oficiais de justiça manuseamento valores que se encontram nos processos não deveriam ter direito a este suplemento?
Este é o trabalho de casa bom estudo.
O Marçal está certo.
ResponderEliminarAté poderíamos chegar aos 15%, mas isso levaria, no mínimo mais duas ou três reuniões. Como a MJ não está no país metade deste mês, a próxima reunião já seria para as calendas.
Ou seja, talvez lá para Outubro estivéssemos a chegar a um entendimento.
Na minha opinião, tempo precioso é possivelmente desperdiçado para a discussão do estatuto onde se vai discutir a verdadeira tabela salarial para além de tudo o resto.
Não podemos comparar a nossa luta aos polícias porque a nossa causa de pedir é outra.
Só não entende, quem não quer entender.
Vai-te catar. És uma melga dos diabos .
ResponderEliminarNão tens graça, nunca tiveste.
Não és um sabichão, nunca foste
Desaparece de cena, ou contribui pela positiva .
Já ninguém está interessado (se e que alguma vez houve) no que.
escreves, para além de ti.
Vai de férias, descansa a cabecinha, toma os remédios a tempo e horas
Faz um favor a ti próprio, Vinge que vais cagar e sai de cena.
Os oficiais de justiça têm de compreender uma coisa: o SOJ nunca vai assinar qualquer acordo, porque dá-lhe jeito viver da contestação. Quem assume decisões está sempre sujeito a críticas.
ResponderEliminarMas é para isso que os Sindicatos estão mandatados, para tomarem decisões, mesmo sabendo que jamais agradarão a todos.
Também é preciso ter atenção a outra coisa:
A maioria dos contestatários que vão para os grupos chingar o SFJ não são sindicalizados.
Pergunta: então mas que moral tem esta gente para criticar os sindicatos, seja ele qual for?
Enfim, usem a vossa cabeça e pensem por vós próprios, não se deixem levar pelos outros.
Para além do mais, é preciso não esquecer que, desta vez, vamos estar dentro da negociação. O que anteriormente nunca aconteceu. Os projectos eram impostos e não negociados
ResponderEliminarTemos tudo para correr bem, até os resultados eleitorais de ontem e a grande derrota do chega, que assim nunca deixara cair o governo para não passar de 50 para 20.
Existe vários suplementos que basta serem integrados no estatuto e você não acha importante???
ResponderEliminarSuplementos que todos os oficiais de justiça desconhecem bem como os sindicatos....
Quando nos apenas falamos do suplemento da recuperação processual...
Desbloqueia essa mente doentia...e básica..
O problema é que até nisso tivemos azar.
ResponderEliminarTemos agora um sindicato minoritário que dá uma reviravolta ideológica e quer ser o Stop dos OJs, mas sem dar uma para a caixa.
Se não gosta, não leia! Passe à frente.
ResponderEliminarEu gosto das publicações do King e acompanho-o diariamente e portanto, quero que ele continue por aqui.
Já leu o texto da alteração ao DL?
ResponderEliminarQual texto?
ResponderEliminarAinda não existe 😅
Não se consegue escapar aos tentáculos insidiosos do polvo..... Estão por todo o lado 😬
ResponderEliminarConvide-o para sua casa, ou passe a viver com ele. Não suporto pessoas que pensam ser melhor que as outras, com egos do tamanho de comboios e depois vai-se a ver e .... ..nada
ResponderEliminarO ar jocoso que o sr articulista empregou ao artigo e escolhendo uma foto dum momento de descontração do visado par o rebaixar, não lhe fica nada bem.
ResponderEliminarO Marçal tem angariado a estima, consideração e admiração de imensas personalidades do panorama judiciário português e europeu. Tal deve-se ao facto de realmente ser uma pessoa com muita inteligência e uma grande visão.
O bota abaixismo dos OJs é que os vai levar ao abismo. Ao não apoiarem quem os quer levar longe, só se prejudicam.
Não sou sócio do SFJ, mas lixaram a vida a mim e a muitos colegas. Nem me pediste a opinião nem sequer aos sócios do SFJ. No dia anterior já sabiam o que iam assinar, e na boa verdade, deixaram o soj de mãos atadas essa é verdade. Digam lá qual é o poder que tem o soj perante a declaração de vossa ex. A dizerem que estamos prontos para assinarem. Até compraram uma caneta nova para o efeito. Deixem se de lançar arreia para os olhos dos outros.
ResponderEliminarFoi por isso que nunca me sindicalizei, não tenho a inteligencia e capacidade mental de acompanhar lideres tão inteligentes...
ResponderEliminarA sagacidade e a inteligencia é tanta na classe que estamos como estamos por termos lideres com uma inteligencia acima da média.
Idem
ResponderEliminarQuero dizer: Idem, para o comentário De Anónimo a 10.06.2024 às 10:08
ResponderEliminarDe facto tem uma grande visão, andar mais de 20 anos em luta para conseguir 40€/ mês não é para todos.
ResponderEliminarCom um visão destas daqui a 70 anos talvez tenhamos o restante reivindicando.
Precisamente. Não existe.
ResponderEliminarPortanto, diga-me onde leu que é para vigorar até ao novo estatuto!
Não diga disparates e não tente iludir.
Estes 13,5% têm prazo de validade!
E esse prazo termina no final do ano.
Eu vejo a coisa de outra maneira.
ResponderEliminarSe ele sabia que a maioria dos representados estaria contra o acordo, então ele ultrapassou os limites da sua representação!
Ele não está ali para fazer o que lhe apetece, mas sim para defender os nossos interesses da forma em que a maioria dos OJ de revê.
Foi uma grande c.agada o que ele fez e devia pagar por isso metendo o lugar à disposição.
Pela parte que me toca, passei para o SOJ!
Oh zorrinho, aprende a ser mais plural, mais tolerante e a respeitar as opiniões e o pensamento dos outros.
ResponderEliminarTambém não gosto de muita coisa mas tolero-os porque todos devemos ter o nosso espaço.
Repito, não gostas passa em frente. Não és obrigado a ler o que o King escreve e pensa.
"uma pessoa com muita inteligência e uma grande visão"?!
ResponderEliminarEle até usa óculos ...
Mamem lá 40 euritos por mês e aguardem pelo filet Mignon...
ResponderEliminarRealmente tem razão, ser o peão de brega do anterior presidente dos juízes é curriculum. Mas respeito!!!??
ResponderEliminarDesculpa? Só não entende quem é limitado. Ou já se esqueceu das últimas promessas! Agora finalmente atingiu-se um exclente acordo, ainda que à revelia dos sócios. Amigo é melhor tomar algo para a memória MEMOFANTE quiçá !!!!!
ResponderEliminarSim o sfj estava mandatado para este acordo... Outro precisa memofante, mas compre já três embalagens! Como é possível haver colegas tão mesquinhos e vendidos CHEGA.
ResponderEliminarPOIS SÓ DÁ PARA RIR !!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderEliminarSempre quero ver a cara de alguém aquando da "negociação" do estatuto, quando a Ministra lhe atirar à cara que o governo já "cedeu" na parte do subsídio e que cabe agora aos OJ's fazer cedências naquela discussão. É nisto que dão as prendas envenenadas aceites pelo SFJ e já não é a primeira.
ResponderEliminarVamos fazer uma petilão pública, para que ponha o LUGAR À DISPOSIÇÃO, chega de aldrabões !!!!!
ResponderEliminarRei dos Oficiais de Justiça? És mesmo é o bobo da corte!!
ResponderEliminarJá o escrevi aqui e mantenho.
ResponderEliminarOs dois sindicatos tem culpa por não acertarem estratégias.
Podem não gostar uns dos outros, mas podem delimitar as linhas vermelhas antes das negociações.
O Marçal tirou o tapete ao SOJ com este acordo.
A ministra, esperta, aproveitou o acordo para mandar foguetes na comunicação social.
O SOJ ficou sozinho.
Só lhe resta radicalizar.
Fazer as greves do SFJ.
A ministra vai fazer uma avaliação.
Se perceber que também precisa do acordo do SOJ para não ficar mal, dá mais umas migalhas.
Qualquer que seja a migalha, se a der, o senhor Marçal só tem que pedir na hora, a demissão.
O SFJ, sendo o sindicato mais representativo dos OJ, devia e podia ter sido mais complicado de negociar.
Se tivesse sido ao contrário, acordo com o SOJ, o governo não mandava a foguetada.
O SFJ devia ter sido o polícia mau, e foi o polícia bom.
Quanto ao Marçal.
Desconfio sempre de alguém que se julga o tipo mais inteligente da sala.
Pode ser bem intencionado mas a soberba........
Como referi anteriormente, basta uma migalha ao SOJ e tem que se por a andar, imediatamente.....
Quanto à leitura política, bem, depois dos resultados das eleições de ontem, todos os analistas políticos referirem não haver eleições nos próximos tempos.
Portanto , a previsão do analista Marçal, ao não concretizar-se quer dizer que fez bluff e perdeu......
Quanto aos colegas do; " mais vale um pássaro na mão que dois a voar", não parece assim um pássaro tão bom.....
Abraço.
FF
Para começar não gosto da liderança de nenhum dos sindicatos. Não sou apoiante do SOJ. Acho o comportamento de ambos os sindicatos relativamente aos seus sindicalizados vergonhoso.
ResponderEliminarDito isto, já pensaram que neste momento os oficiais de justiça em grupo têm uma arma que não lhes custa um tostão, sem greves sem o mínimo prejuízo para eles?
Basta simplesmente em massa mudar de sindicato, deixar o SFJ sem sindicalizados. Ficam a pagar o mesmo, mas o acordo cai por terra, obrigam o SFJ a mudar, colocam o governo sem acordo, mostram que os funcionários não querem aquele acordo, que vão lutar, é uma boa jogada politica até a nível da comunicação social, provando que o que é comunicado não corresponde à verdade.
Custa 0, e daqui a uns meses podem voltar ao SFJ se quiserem.
Vale mais que uma hora de greve e é muito mais económico. E é uma demonstração que não andam a brincar.
É precisamente isso!
ResponderEliminarChega de aldrabões!
ResponderEliminarServiços todos delapidados.
Tristeza de carreira esta.
Mo que deixaeam transformar isto.
Quase ordenado mínimo de entrada e agora aceitarem migalhas.
Chega
O blogue reflete algo no sentido do que já aqui tinha comentado.
ResponderEliminarUm acordo insignificante ( serviu de alguma coisa à Sr(a) Ministra , serviu para lhe agradar).
Um acordo à revelia dos Of.J. , sem lhes perguntar se o aceitavam perante as perspetivas, dado ser tão ao lado do que era pedido ao longo de anos.
Um acordo baseado em "visões" de um fraco vidente,
assente na imaginação de cenário de uma anunciada e suposta dissoluçāo do Parlamento em outubro, de um terminar das negociações de um BOM estatuto até final do ano?! Tudo é nada.Concreto nada. Factos, a realidade, nada condiz.
São previsões, futurologia, que levaram a que o sfj viesse das negociações e lutas de há anos, com uma mão cheia de (quase) nada.
Como não se sentir revoltado e de que vale o entendimento disso, manifestado nas declarações citadas pelo JN ?! 🤔
Parabéns ao Partido que venceu ontem as eleições.-
Hoje, viva Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas. Orgulho por Portugal, sempre!
Meus amigos descontentes, como eu .
ResponderEliminarTenhamos calma. Vai tudo correr bem. Vamos estar nas negociações. Vamos estar com juízes, procuradores e advogados nodo nosso lado. Vai haver uma negociação seria
Temos linhas vermelhas estabelecidas que não deixaremos passar
Temos tudo para que agora corra bem .
Sejamos pacientes
Sou de esquerda, maioritariamente votei no partido que anteriormente estava no governo. Todavia e o partido de direita que melhor tratou e vai tratar a classe
Tenham calma e respeitem os quem nos representa
Aguardemos, com solidariedade para com eles, até setembro, outubro, depois soltem aingua.
Saber esperar e uma virtude, saber respeitar ainda e melhor
Claro! Temos que honrar a nossa proverbial mansidão!
ResponderEliminarCaso contrário, qualquer dia estaríamos a ganhar salários dignos e a ser respeitados por todos!
Deus nos livre!
BEM DIZ O PINA SOMOS TODOS UNS GRANDES MEREICIDOS MANSOS!
ResponderEliminarAinda há quem defenda isto...
Boa sorte para a carreira!
Grande a visão... Mas usa óculos! E o Sr/Sra também está a precisar claro.
ResponderEliminarNão acredito nem um bocadinho nas justificações do Marçal. Gostava era de saber o que ganha ele com a aceitação dos 13,5. Isto deve ser do seu interesse por motivos por mim desconhecidos. Isto foi uma traição em toda a regra. E atenção! Ele não é capaz de negociar um estatuto! Não sabe, não tem conhecimentos, só quer nivelar todos por baixo, tudo igual para todos e todos a rastejar exceto os que se vão safando à custa das amizades para poderem progredir. Não sou filiado em nenhum sindicato, mas o SOJ tem ambições para os OJ que nos servem muito mais. Abram os olhos!
ResponderEliminarEntretanto, as polícias vão-se aproximando do que querem. Quando me lembro... ... ... .
SIM e merece investigação do MPº
ResponderEliminarLá está! São quase sempre os não sindicalizados que vêm para aqui incendiar os ânimos.
ResponderEliminarAbram os olhos, por.ra!
Um Presidente do Sindicato não está para se representar, nem a sua visão da política, mas sim para representar associados.
ResponderEliminarAqui manifestamente não o fez!
POR ISSO RUA COM ELE.
Use óculos s. f. f. ...
ResponderEliminarQuer se aceite ou não o nível salarial de uma classe social reflete a sua posição social e a percepção junto da sociedade da importância e prestigio dessa mesma classe profissional.
ResponderEliminarVisto assim, os oficiais de justiça ao longo dos anos foram caindo na sua escala social, em prestigio e em salarios. Para o comum cidadão quem ganha pouco e porque tem uma actividade de menor importância. Dentro do estado a mesma coisa. Deixamos cair a nossa importância no conjunto da justiça. Agora está a refletir no nosso nivel salarial.
Para contrariar isto só temos uma opção que é mostrar que somos imprescindíveis.
Ao vender barato a nossa luta como fez o Marçal nunca vamos obter o respeito e justo valor junto do estado e população.
Sim depois deste abre olhos!!! Só não vê quem não quer... RUA
ResponderEliminarMUDAMOS TODOS PARA O SOJ !
ResponderEliminarPode chamar subsídio de risco ou outra coisa qualquer, querem é mais dinheiro, e bem, a nossa causa de pedir é exatamente igual, queremos ganhar mais, porque somos mal pagos, só não vê quem não quer ver
ResponderEliminarEngraçado que outras classes não se preocupem com a representação parlamentar mas a nossa tenha de se preocupar.
A representação parlamentar na realidade é uma vantagem
Com um governo maioritário não conseguimos nada.
Incompetência do sindicato sem desculpas.
Parem de defender o indefensável. Foi muito mau.
ResponderEliminarPonto final . Nem dá para viver o copo meio cheio, porque não chega sequer a 1/4.
Foi péssimo acordo. Sem desculpas
Parabéns ao partido que venceu ontem as eleições e que nos tramou a vida durante anos cheios de promessas vazias e permanentes enganos.
ResponderEliminarViva Portugal e a república das bananas...
Os carneiros a depositar o voto numa ex ministra que depauperou o SNS e como prémio foi passear para a Europa.
Já ninguém se lembra da tragédias dos incêndios, da desorganização e do desacerto generalizado dessa altura ...
Enfim ...
Efectivamente, se o que se alcançou fosse consensualmente satisfatório, não havia necessidade de os dirigentes sindicais andarem agora em acções de marketing pelos diversos núcleos. De qualquer modo, o que está feito está feito, há que pensar na actualização daqui para a frente para ver se ainda conseguimos algo verdadeiramente bom, que eleve a profissão e melhore a qualidade de vida dos seus profissionais. Há ainda muito, se não mesmo tudo para ser alcançado.
ResponderEliminarDesculpe mas não está feito, mude-se todo para o SOJ, e este acordo morre +ela base. Basta de se queixar mas nem ter coragem de preencher um papel e reverter a situação. O custo monetário é nenhum, e custa menos que escrever aqui. Ou não têm vontade própria?
ResponderEliminarCaros oficiais de justiça o verdadeiro problema dos oficiais de justiça, não são as ministras, os partidos ou sindicatos.
ResponderEliminarO problema reside na mentalidade como a do zorrinho, que infelizmente reflete a mentalidade de muitos colegas.
Julgam-se donos da profissão não admitem quem pense de outra forma.
Já repararam que o zorrinho não fundamenta com a lei para contrapor o subsídio.
Já repararam que incida muito despertar consciências, nomeadamente que existe 5 suplementos que ninguém fala, que outras classes usufruem, que é positivo para a profissão..
Contudo ficam nervosos por tal informação ser revelada...e como não tem argumentos partem para o insulto gratuito...de forma a desviar a atenção..
Quem és tu? Infiltrado. Vontade própria??
ResponderEliminarE é que demontras não ter.
És um seguidor
Zorrinho venho desafiar te para uma luta num ringue de boxe, e vemos se o subsídio existe ou não.
ResponderEliminarAlinhas???
Caros formandos venho informar que já foram dadas 5 aulas, nas quais ninguém fundamenta na lei que não existem.
ResponderEliminarContudo venho alertar que estes temas os sindicatos, o blog, colegas não falam..
Querem esconder a existência destes suplementos para ninguém se aperceber dos roubos que a nossa classe tem sofrido...
Por tal quando falo disto ficam raivosos e partem para o insulto de forma a desviar a atenção dos temas..
Mas a aulas vão continuar...
Chega, não desistas,
ResponderEliminarVamos mudar de mentirosos.
Por isso chega de mentirosos com 5o anos de mentiras.
Chega, renovam-se as mentiras.
Mas lara slhuns mentiras Vão-se tornando lucro, caso das policias.
Nós é que catamos migalhas.
Mas continuarei chega.
Amanhã iremos dar uma revisão das aulas dadas....
ResponderEliminarSendo certo que já falei de 5 suplementos que temos direito e ninguém reivindicou até á data.
Os 5 suplementos são:
- FET- Fundo de Estabilização Tributário
- Suplemento de residência
-Suplemento de fixação
-Suplemento de secretariado
-Subsidio de hoje
-Suplemento de
"Chega não desistas"😅
ResponderEliminarNão desistas de quê?
De ser muleta do PS?
Acorda homem, daqui a 6 meses nem 4% têm.
Felizmente a generalidade do povo tem neurónios para perceber o que vale aquela escumalha.
Um abracinho de conforto ao gênio Tanger.🤦
25 anos a reclamar pão, e recebem migalhas, pena dos Associados mais velhos,
ResponderEliminarMinistério publico noticias serviços estaduais sites peticionar brasil
ResponderEliminargravações no exterior 2 anos validade passaporte apresentação pirataria origem definição negociais bloqueio antiga televisor
ao comentário de De Rei dos Oficiais de Justiça a 10.06.2024 às 17:23
ResponderEliminarSem tirar nem pôr.
Atiram areia para os olhos.
Mas a consciência não está dependente dos olhos, que são um bom auxiliar.
E continuamos a ter consciência de que as coisas andam para trás ou não andam.
Rua Marçal.
Frustração. É o sentimento geral entre os oficiais de justiça depois deste acordo.
ResponderEliminarPior vamos ficar quando virmos as policias daqui a umas semanas a concluirem um acordo e a receberem os 400 euros por eles pretendidos.
Venho apelar a todos os oficiais de justiça para apanharem o zorrinho
ResponderEliminarKing, aceito o desafio, tu escolhes as armas, Sagres ou super Bock, perde quem vomitsr primeiro, e paga a despesa. Podes escolher também, caracóis ou tremoço, diz onde e quando.
ResponderEliminarzorrinho, o típico tuga que é de esquerda e continua a votar PS, vivendo na esperança e aguardando que as coisas mudem para melhor 😃😂
ResponderEliminarDisse isso aqui todos os dias, semanas a fio!
ResponderEliminarVenho apelar a todos os oficiais para uma mega manifestação á noite onde se leve tochas com cânticos fila de forma a criar o maior impacto possível..
ResponderEliminarKing. Não te intimides pelas ameaças daqueles que em representação do Marçal não querem sair da cegueira. Força majestade os teus comentários são excelentes.
ResponderEliminarAtenção que o "Rei" não é Oficial de Justiça !
ResponderEliminarE que tal tentar a liderança do SFJ? Pior não vai ficar, de certeza.
ResponderEliminarSou oficial de justiça de coração e alma....e vim aq
ResponderEliminarUi para derrubar o sistema instalado...
Para cortar com a mentalidade de escravidão que amarra os oficiais de justiça...
Boa ideia poderia mesmo começar a pensar nisso....vou analisar...
ResponderEliminarVamos á jola, ou não?
ResponderEliminarEstás todo borradito que até já ofereces jolas ...
ResponderEliminarComo sempre, o povinho tem memória curta..... Enfim.
ResponderEliminarMarçal, a nódoa dos oficiais de justiça. Mete nojo este tipo de comportamentos.
ResponderEliminarApoiadíssimo
ResponderEliminar
ResponderEliminarO Conselho Consultivo do Tribunal Judicial da Comarca de Leiria deliberou, por unanimidade, pedir a célere intervenção da ministra da Justiça para que sejam tomadas medidas que mitiguem a falta de oficiais de justiça.
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No extrato da deliberação, ao qual a agência Lusa teve acesso, lê-se que o Conselho Consultivo deliberou transmitir a Rita Júdice a extrema preocupação com a situação da Comarca relativamente à falta de preenchimento dos seus quadros de oficiais de justiça, solicitando a sua célere intervenção para que sejam tomadas medidas que mitiguem o problema.
O Conselho Consultivo convidou ainda a ministra ou a secretária de Estado Adjunta e da Justiça para uma visita de trabalho à Comarca.
Deste órgão, presidido pela juíza-presidente da Comarca, fazem parte, entre outros, representantes dos magistrados judiciais e do Ministério Público, o administrador judiciário, e representantes dos oficiais de justiça, de ordens profissionais forenses e de municípios.
O Conselho Consultivo emitiu também parecer que reconhece a inexistência de recursos humanos que permitam assegurar qualquer plano de contingência tendente a manter em pleno funcionamento todos os serviços de secretaria da Comarca, estando esgotadas as medidas de gestão para o efeito possíveis.
Através do documento, que foi enviado a outras entidades da área da justiça, é pedido à diretora-geral da Administração da Justiça a imediata cessação dos destacamentos excecionais de oficiais de justiça da Comarca de Leiria, sem o que se revelará manifestamente impossível assegurar o normal funcionamento dos serviços, assim como o preenchimento, pelo menos na medida indispensável para assegurar o regular funcionamento deste Tribunal, dos lugares vagos através do movimento de oficiais de justiça em curso.
Em alternativa, o Conselho Consultivo pediu destacamentos excecionais para a Comarca.
A deliberação surge na sequência de uma sessão deste órgão, na sexta-feira, na qual foi analisada a situação de rutura iminente de diversos serviços devido à falta de oficiais de justiça.
Através do documento enviado à Lusa referiu-se que o quadro legal de oficiais de justiça previsto para a Comarca de Leiria é de 322, mas que em 31 de dezembro de 2023 estavam colocados 271.
Ao longo deste ano, "esses números têm vindo a decrescer", sendo que, por exemplo, em 14 de março, "o número de oficiais de justiça estava já reduzido a 268".
"A perda de oficiais de justiça tem tido, como causas, diversas aposentações, uma exoneração e três destacamentos excecionais para a Comarca de Lisboa Oeste", explicou, alertando que mais dois deixarão de estar ao serviço a partir de 01 de julho.
Por outro lado, o Conselho Consultivo assinalou que o projeto de movimento ordinário de oficiais de justiça, com efeitos a partir de setembro, prevê que passem a estar colocados 263 na Comarca de Leiria.
"A agravar a situação de grande carência de recursos humanos (...) impõe-se não ignorar o elevado número de baixas médicas prolongadas de oficiais de justiça (presentemente são 13) e a elevada faixa etária dos mesmos", deixando antever que até ao final de 2024 e em 2025 "aumente exponencialmente o ritmo das aposentações".
Segundo a deliberação, existem, presentemente, 75 oficiais de justiça com mais de 60 anos, sendo que 18 deles têm mais de 65 anos.
Neste cenário, "de iminente rutura do serviço público prestado pelo Tribunal Judicial da Comarca de Leiria", o Conselho Consultivo frisou que a prestação desse serviço está a ser posta em causa no distrito de Leiria, desde logo, devido à falta de oficiais de justiça.
O Conselho Consultivo notou ainda não se compreender a razão subjacente ao facto de diversas outras comarcas, com um deficite muito inferior de funcionários, (...) verem o número dos seus oficiais de justiça aumentado na sequência do projeto de movimento ordinário, enquanto a Comarca de Leiria, que já se encontra em r