Analisar a situação política, mas dos troca-tintas
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) acaba de convocar uma reunião de emergência com todos os seus representantes nacionais e regionais para uma reunião plenária em Lisboa.
Perante a tumultuosidade provocada entre os Oficiais de Justiça, após a assinatura com o Governo do contrato de rendição dos Oficiais de Justiça, na próxima quinta-feira, 20JUN, a reunião plenária da cúpula representativa do SFJ (que exclui os delegados sindicais) tem como objetivo – notem bem – “analisar a situação política e todas as demais informações”, lê-se na nota informativa do SFJ.
Analisar a situação política? O eufemismo é cómico, embora não deixe de haver uma real necessidade de uma análise da situação política, mas pelos motivos que a seguir vamos expor.
De todos modos, o que se prevê que possa sair dessa reunião de dirigentes não é nada de especial que possa afetar a vida dos Oficiais de Justiça, mas apenas todo um conjunto de desculpas, idênticas às que já circulam, embora já melhor estruturadas, que justifiquem a assinatura do contrato de rendição dos Oficiais de Justiça, que foi apelidado de “acordo”, mas que afinal foi só um armistício.
Enquanto o SFJ reunia para marcar a reunião plenária de dirigentes, o SOJ tratava de repor a greve das manhãs, nos dias sem serviços mínimos, de que o SFJ havia desistido.
Interpelado pela comunicação social, Carlos Almeida, presidente do SOJ, em declarações à SIC, explicava ainda que o atual ministro das Finanças, antes do o ser, enquanto deputado, apresentou no Parlamento, obviamente de acordo com a bancada do PSD, um “projeto-lei onde se defendia que este suplemento deveria ser integrado no vencimento e pago 14 vezes. Acontece que, agora, na condição de ministro das Finanças, o Dr. Miranda Sarmento, entende que essa situação seria ilegal; alterar esse decreto-lei é uma situação de ilegalidade neste momento. Nós entendemos que o Parlamento não é, digamos assim, um espaço lúdico onde as pessoas vão para ali divertir-se, a colocar aquilo que entendem e que, afinal de contas, não é legal.”
E acrescentava:
“Eu recordo que o anterior Governo tornou pública e apresentou uma proposta, sobre este suplemento, um aumento de 10%. Os Oficiais de Justiça não aceitaram. Esta senhora ministra da Justiça, este Governo, depois de ter dado razão aos Oficiais de Justiça na legislatura anterior, agora diz que aquilo que pode dar, o máximo que pode dar é 3,5%. Ora, isto é brincar, de facto, com os Oficiais de Justiça.”
Vamos recordar o que constava da motivação do projeto-lei apresentado pelo PSD quando não era Governo, há tão-só um par de meses atrás (NOV2023), sendo primeiro subscritor o atual ministro das Finanças, o próprio Joaquim Miranda Sarmento.
Dizia assim:
«A integração do suplemento de recuperação processual no vencimento dos Oficiais de Justiça, pago por 14 meses, constitui promessa não cumprida pelo Governo que se arrasta há demasiado tempo.
Por iniciativa do PSD que apresentou uma proposta nesse sentido, a lei do Orçamento do Estado para 2020 previa, no seu artigo 38.º, que essa integração fosse feita no âmbito da revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça, que deveria estar concluída com a sua publicação em Diário da República até ao final do mês de julho de 2020.
Também por impulso do PSD a Lei do Orçamento do Estado para 2021 previa, no seu artigo 39.º, que a revisão do Estatuto dos Funcionários de Justiça deveria estar concluída com a sua publicação em Diário da República até ao final do mês de março de 2021.
A revisão do Estatuto tem, porém, tardado, com o Governo a incumprir, em toda a linha, a calendarização fixada em lei da Assembleia da República e, com isso, tem vindo a ser protelada a concretização desta legítima expectativa dos Oficiais de Justiça, que se sentem defraudados com toda esta situação.
De resto, mesmo depois de ter prometido a esta classe profissional a integração no vencimento deste suplemento e o seu pagamento em 14 meses, o Governo não concretizou esta promessa no projeto de revisão do Estatuto recentemente publicado em BTE.
Sem descurar que a integração deste suplemento no vencimento deverá ocorrer no âmbito das negociações da revisão estatutária em curso, parece-nos de elementar justiça que o referido suplemento possa ser, desde já, no Orçamento para 2024, pago por 14 meses, à semelhança do que sucedeu com subsídio de compensação dos juízes e dos magistrados do Ministério Público.»
Isto acima é a transcrição da nota justificativa apresentada pelo PSD há meia-dúzia de meses e que agora diz que é impossível.
Isto, sim, é motivo de análise política e motivo mais do que suficiente para encetar novas ações de luta em que se desmascare a atitude atual do Governo e em especial daqueles mesmos indivíduos que não têm competência para o exercício de funções públicas por serem, manifestamente, uns troca-tintas.

No vídeo que segue assiste às declarações de Carlos Almeida, acima transcritas, na SIC.
Fontes: “SFJ-Info”, “Proposta AR do PSD” e “SOJ-Info”.
E Sr. Sarmento e o seu chefe são de memória curta.
ResponderEliminarO que interessava mesmo, era ganhar as eleições.
O resto, não interessa.
Por causa de troca tintas que nos têm governado há 50 anos, pos 25 de abril, sim por causa de mentirosos é que o CHEGA apareceu e vais subir mais.
ResponderEliminarCulpa de politicos aldrabões , troca tintas.
A Assembleia da República através de duas leis reforçadas (veja-se a lei de orçamento de estado e a sua natureza jurídica conforme consta na mesma) ordenou ao Governo que legislasse no sentido de 14 meses e que tivessem em conta a aposentação dos Oficiais de Justiça, ambas fixando um prazo.
ResponderEliminarApós o terminus do prazo nenhuma das direções (tanto do Soj como Sfj) recorreu aos Tribunais para responsabilizar o Governo por omissão legislativa.
Agora, temos este acordo de 12 meses com efeitos a 1-6-2024.
Por outro lado, da parte do Ministério, e atenta a craveira da Ministra e C.ª, o dirigente do SFJ toma atitudes pueris, mais de uma criança atrasada, que não sabe negociar.
Não seria melhor recolhermos assinaturas dos sócios do SFJ para uma assembleia geral para pôr a andar toda a direção.
Rua Marçal.
GREVE !
ResponderEliminarSim senhor, PÁRA TUDO.
A vergonha é de quem anda a governar este lamaçal.
PÁRA TUDO !
Não há paninhos quentes para governantes sem palavra!
Não, Não é assim! Nem pensem!
ResponderEliminarO Governo tem de cumprir o que prometeu!
Tem que cumprir o programa que anunciou para a Justiça, e não não lhes admitimos que não o façam!
É pegar no programa do Governo para a justiça e mostra-lo à comunicação Social, à AR e ao PR!
De seguida, PARAR TUDO!
Coitadinho do SFJ, anda mesmo perdido!...
ResponderEliminarJá foste! É tarde!
Mas desconfio que ainda aí vem arrogância, uma espécie de fuga para a frente!
Vergonha SFJ! Vergonha!
Penso que os Oficiais de Justiça estão no ponto de rebuçado!
ResponderEliminarO SOJ que decida, que decida bem, que nós vamos atrás!
O senhor Marçal está convencido de que é um grande político e serve-se do sindicato para isso. O grande desgosto dele deve ser ainda não ter conseguido um tacho ao seu gosto. Entretanto, conseguiu arrastar para um buraco negro muitos sócios. Os sucessivos ministros, como já o conhecem, conseguem tudo o que querem. Veja-se o último caso.
ResponderEliminarPeço ao SOJ que seja objetivo e incisivo na apresentação das reivindicações dos OJ, tanto junto da ministra como na comunicação social. Nada de comentários, apresentando os factos por pontos e com calendarização pensada.
ResponderEliminarSOJ,
dependendo do resultado da reunião e postura de luta nos dias a seguir, irei tomar decisão de me sindicalizar.
É o desnorte total. Esta reunião, a ser feita nesta altura, deveria ter ocorrido adia 8, para darem uma resposta dia 9.
ResponderEliminarAssim, parece-me que vão, mais uma vez, tentar mascarar a falta de planeamento, falta de planeamento, e alguma preguicite aguda.
Nada de bom de lá pode sair!
ResponderEliminarClaro que se Marçal e os que lhes estão próximos, e que são responsáveis pelo dia da vergonha, abdicarem, as coisas ficam um pouco mais transparentes, tipo a floresta depois incêndio, está tudo negro, não pode ficar pior, mas só pode melhorar.
Portanto, sejam consequentes, saiam de fininho!
Até pode ser que outros façam melhor, poi pior é impossivel!
Saiam, por favor!
Já por aqui escrevi algumas vezes que os sindicatos servem-se e prestam-se mais ao refreio do descontentamento que, verdadeiramente, à luta pelos interesses da classe que representam e do setor que integram.
ResponderEliminarA premência da revisão dos estatutos, da carreira remuneratória e não só, deixou de o ser para assumir uma inevitabilidade que urge resolver mais depressa do que se imaginava e, por isso, por ser apressada vai necessariamente redundar num remendo que nada servirá para resolver a situação mas apenas aumentará o buraco e irremediavelmente comprometerá o futuro de todos os que integram a classe.
O dirigismo sindical pautou-se por uma desmesurada falta de visão do futuro, das exigências que as inovações e transformações tecnológicas demandam dos tribunais e de toda a problemática conexa associada a esta transformação.
Faltou-lhes - a todos eles - e ainda falta largura de banda cognitiva, a visão nessa transformação que já é de ontem sobre o nosso papel é muito redutora, resumiu-se a uma aceitação da situação imposta pelos sucessivos governos sem ser questionada, deixaram-se convencer que assim seria melhor e caminhamos todos par o caos que agora se torna cada vez mais visível em todos os serviços.
Pergunto-me muitas das vezes qual o papel no futuro dos tribunais e não colho uma resposta ou sequer vislumbro uma ideia do que quer que seja nesses dirigentes e governantes, pois nenhum deles (das últimas equipas do MJ /DGAJ) se preocupou com isso.
A razão da reforma parece agora descobrir-se: quiseram desclassificar a carreira de oficiais de justiça, reforçando o apoio às magistraturas com Técnicos Superiores.
Sucede que agora têm receio de levar a cabo essa transformação até ao fim pois sabem das reais consequências, a paralisação dos serviços é/vai ser inevitável.
Quem ainda estiver por cá que fuja.
É o que tenciono fazer, sair dos tribunais assim que puder e está quase a acontecer, vamos a ver se é desta feia que consigo dar o salto e libertar-me deste marasmo, deste situacionismo desesperante, desta falta de ideias, de expetativas, de uma vida presa a um trabalho sem sentido ...
Quanto aos políticos nada a acrescentar ao texto: são simplesmente pessoas desacreditadas e que na maioria das vezes não nos falam com verdade.
Assim, seja qual for o partido do governo sabemos que teremos grandes adversidades pois que a importância que dele merecemos é a mesma que um moribundo tem de um estranho - a indiferença.
Eu sempre critiquei e ainda o faço com bastante acutilância a forma como o SFJ andou nas últimas duas décadas.
ResponderEliminarQualifico, aliás, o sr. Marçal nas funções de dirigente sindical como uma "nulidade absoluta", confundindo os interesses de fações com os interesses da classe (é a minha opinião pessoal com todo o respeito que a pessoa me merece, será virtuoso porventura noutras funções que não nesta e isso é obvio).
A qualificação dos serviços nunca foi um tema para o SFJ, a valorização profissional foi sempre remetida para uma discussão secundária, andaram-se anos a discutir minudências quando se exigia a discussão de outros assuntos de maior relevo.
Quando acabaram com a diferenciação da idade da reforma deveriam ter compensado as perdas de expetativas - de progressão por falta de lugares - com revisão das tabelas remuneratórias ou então dos quadros de pessoal.
Não foi isso que aconteceu - ficaram todos como meros expetadores - a assistir ao desmoronamento do que havia sido erigido para a classe.
E ficaram assim, impávidos e serenos, num faz de conta às greves, num laxismo de bradar aos céus.
Agora que se faz tarde, corre-se atrás do tempo e este não se deixa apanhar.
Volvidos todos estes anos compreende-se agora que deveriam ter sido mais intensos nas lutas e mais vivos nas discussões, mais interessados no futuro do que ser expetadores de um canal de memórias passadas.
Fomos e somos otários!
Importa dizer, porque me esqueci, que a culpa é dos políticos e nomeadamente das equipas sucessivas do MJ e da DGAJ.
ResponderEliminarNa verdade não é pelo facto do proprietário da casa ter deixado a porta fechada só com uma volta à chave que deva acervar a culpa por esta ser assaltada - a culpa é sempre de que faz o assalto, muito embora quem seja proprietário deva tomar providências para que isso não aconteça.
Todavia não podemos, mesmo assim, desculpar quem esteve nos últimos anos a defender-nos - supostamente - e pouco, muito pouco fez pela nossa vida (não sei se terá feito muito pela sua e dos seus amigos e também não me importa) .
Somos otários ...
Vai subir vai.😁
ResponderEliminarBaixem mas é a bolinha que já desceram de 2 dígitos para 1.
Felizmente o povo abriu a pestana a tempo.
Palhaços!
ResponderEliminarA triste realidade é que, dada a situação de rotura atual dos serviços, com falta de pessoal, isto é mesmo de fugir .
A bem da saúde mental.
Isto está a definhar e sem perspetivas de futuro.
Quem tiver um bocadinho (5 minutos) de tempo e deseje mudança que faça a inscrição no SOJ.
ResponderEliminarNão custa nada e pode ser bom para o nosso futuro.
Assim o espero!
O SOJ é claramente o CHEGA dos nossos sindicatos.
ResponderEliminarNa Europa, e não só, estão na moda os movimentos extremistas que misturam factos com mentiras e/ou meias verdades, tentando enganar o seu público-alvo.
Tal como esses movimentos, o SOJ quer beneficiar de toda e qualquer onda potencial de insatisfação, cavalgando a mesma e acicatando os colegas...
A maioria dos colegas, sensatamente (e ainda bem para o bom nome e imagem da carreira), sabe distinguir o trigo do joio e pensa pela sua cabeça, e reconhece quem realmente trabalha e consegue ganhos para TODOS os colegas, bem como o porquê daquilo a que o capataz do SOJ chama de "rendição".
Disse.
Post Scriptum: A Proposta de Lei n.º 109/XV/2.ª do PSD para o Orçamento do Estado para 2024 não refere qualquer integração do suplemento como afirma o autor deste blog e o Carlos Almeida... Facto!
A proposta referida diz exatamente isto:
ResponderEliminarProposta de Lei n.º 109/XV/2.ª
Orçamento do Estado para 2024
PROPOSTA DE ADITAMENTO
Artigo 19.º-A
Admissão de oficiais de justiça
1 – Em 2024, o Governo abre concurso para a admissão de novos oficiais de justiça em número que satisfaça as reais necessidades dos tribunais.
2 – Nas primeiras colocações dos novos oficiais de justiça em comarcas com custo de vida elevado, deve ser atribuído um subsídio de ingresso.
Assembleia da República, 10 de novembro de 2023
Os Deputados,
Joaquim Miranda Sarmento
Paula Cardoso
Hugo Carneiro
Mónica Quintela
Duarte Pacheco
Ofélia Ramos
Alexandre Simões
Mas há outra proposta posterior que já refere a integração
ResponderEliminarProposta de Lei n.º 38/XV/1.ª
(Orçamento do Estado para 2023)
PROPOSTA DE ADITAMENTO
Artigo 195.º-A
Alteração ao Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro
O artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro, que estabelece medidas de compensação
para a recuperação dos atrasos processuais, passa a ter a seguinte redação:
«Artigo 2.º
[…]
1 – […].
2 – O suplemento é concedido durante 14 meses por ano e considerado para efeito do disposto no n.º 1 do artigo 6.º e no artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 498/72, de 9 de dezembro.».
Assembleia da República, 9 de novembro de 2022
Os Deputados,
Joaquim Miranda Sarmento
Paula Cardoso
Hugo Carneiro
Mónica Quintela
Duarte Pacheco
Ofélia Ramos
Alexandre Simões
queria dizer «proposta anterior»
ResponderEliminarna verdade a proposta não refere a integração mas apenas o pagamento por 14 meses
ResponderEliminarNÃO.
ResponderEliminarA PROPOSTA TEM ESTE TEXTO:
Proposta de Lei n.º 109/XV/2.ª
Orçamento do Estado para 2024
PROPOSTA DE ADITAMENTO
Artigo 192.º-A
Alteração ao Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro
O artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro, que estabelece medidas de compensação para a recuperação dos atrasos processuais, passa a ter a seguinte redação:
«Artigo 2.º […] 1 – […]. 2 – O suplemento é concedido durante 14 meses por ano e considerado para efeito do disposto no n.º 1 do artigo 6.º e no artigo 48.º do Decreto-Lei n.º 498/72, de 9 de dezembro.»
Assembleia da República, 10 de novembro de 2023
Os Deputados,
Joaquim Miranda Sarmento
Paula Cardoso
Hugo Carneiro
Mónica Quintela
Duarte Pacheco
Ofélia Ramos
Alexandre Simões
Daí ser MENTIRA o que o BLOG e o SOJ andam a propalar.
ResponderEliminarO acordo agora alcançado, para além do pagamento aos provisórios e doentes, resulta num aumento anual global de 1,61 %
ResponderEliminarO pagamento em 14 meses resulta num aumento global anual de 2,67 %
ERRADO!
ResponderEliminarBasta verificar o que trouxe para TODOS o acordo alcançado:
Exemplo para o 1º escalão de Auxiliar:
Venc. base = € 1.122,84
x 10% x 11 meses = € 1.235,12
x 10% x 14 meses = € 1.571,97
x 13,5% x 12 meses = € 1.819,00
Tem razão:
ResponderEliminarA primeira percentagem é 3,44 %
Ou seja, mais aumento e mais pessoas abrangidas
Relativamente ao comentário das 13:56, naquilo que nos diz respeito, concluímos que o comentador não sabe ler e propaga falsidades por tal incapacidade.
ResponderEliminarNo artigo não referimos NUNCA a integração do suplemento, apenas citamos declarações do presidente do SOJ e transcrevemos a motivação da proposta de lei apresentada pelo PSD.
Todas as citações estão entre aspas e algumas até destacadas a vermelho, precisamente para que os desatentos se apercebam que não estamos, nós, a dizer nada, mas apenas a citar o que os outros dizem.
Assim, quando se diz no comentário "como afirma o autor deste blog", isto é falso, porquanto nada afirmamos.
Para além disso, todas as citações e extratos estão, a final, com as fontes referidas e acessíveis em hiperligações, designadamente, o texto citado do projeto de lei do PSD, que está transcrito tal e qual consta. Isto é que são factos e estão documentalmente expostos, isto é, são comprováveis.
Lá se vai o acordo ...
ResponderEliminarO pessoal quer ser chefe e o novo estatuto nem ata nem desata ...
Relativamente ao comentário das 14:09, naquilo que nos diz respeito, concluímos que o comentador não sabe ler e propaga falsidades por tal incapacidade.
ResponderEliminarNo artigo não referimos NUNCA a integração do suplemento, apenas citamos declarações do presidente do SOJ e transcrevemos a motivação da proposta de lei apresentada pelo PSD.
Todas as citações estão entre aspas e algumas até destacadas a vermelho, precisamente para que os desatentos se apercebam que não estamos, nós, a dizer nada, mas apenas a citar o que os outros dizem.
Assim, quando se diz no comentário que o blogue anda a propalar mentira, isto é falso, porquanto nada afirmamos.
Para além disso, todas as citações e extratos estão, a final, com as fontes referidas e acessíveis em hiperligações, designadamente, o texto citado do projeto de lei do PSD, que está transcrito tal e qual consta. Isto é que são factos e estão documentalmente expostos, isto é, são comprováveis.
e para além da incapacitante condição de não saber ler, é burro como uma porta
ResponderEliminarNão tentem denegrir o SOJ.
ResponderEliminarQuem fez o acordo, um PÉSSSIMO acordo, foi o SFJ!
É essa a história dos factos!
Claro também está que anda por aqui muita gente a lançar a confusão, para tentar evitar perdas maiores, mas para isso eventualmente aconteça só com a demissão de muita gente no SFJ.
Quem tem coragem e avança com a demissão?!!!
Vamos lá ver quem não está agarradinho!
ResponderEliminarGrande CHEGA!
FORÇA!
Vou ao WC e bem de alto para para as criticas
O que eu me vou rir quando o Marssal for à MJ e lhe disser que o acordo fica sem efeito ...
ResponderEliminar😂 😂 😂 😂
Coitadinho do bloguista!!!!!!
ResponderEliminarUm inocente nas mãos dos comentadores....
O blogger é mais Calimero do que inocente!
ResponderEliminarTal como o blog cita, a motivação do PSD diz:
ResponderEliminar«Sem descurar que a integração deste suplemento no vencimento deverá ocorrer no âmbito das negociações da revisão estatutária em curso».
Não pode o SOJ vir agora dizer que o deputado Sarmento propôs a integração sem mais.
Na verdade o acordo agora conseguido consubstnacia um aumento maior que a integração total nos 14 meses dos 10%, com a vantagem de ser alargado o seu âmbito de aplicação, principalmente aos provisórios.
Pese embora o SFJ tenha andado mal porque havia que validar com os associados esta alteração, eu não posso deixar de concordar com o que foi agora alcançado, desde que o SRP seja integrado antes da futura atualizaçao salarial a negociar no estatuto, ou seja, que não seja futuramente considerado como aumento salarial.
O resto é a guerra do costume entre apoiantes do SFJ e apoiantes do SOJ, a que se juntam os que odeiam os atuais dirigentes do SFJ. Alguns nem são sindicalizados, mas querem que os sindicatos lutem por eles. Já chegaram ao ridículo de pedirem apoio jurídico a ambos os sindicatos mesmo não sendo associados.
Eu não morro de amores pelos dirigentes do SFJ, mas não confundo a árvore com a floresta.
Infelizmente há mitos colegas que se deixam facilmente manipular e parecem cordeirinhos inocentes em correria desenfreada e desorientada entre o SOJ e o SFJ.
As mensagens de ódio e rancor que se encontram por aqui não abonam nada em favor da classe.
Alguém viu o King ?
ResponderEliminarNão apresentou os trabalhos de casa
O king hoje está a juntar papéis e a cantarolar:
ResponderEliminarHakuna Matata !!!
Hakuna Matata !!!
Hakuna Matata !!!
Estou incrédulo como ha aqui gente que acha que ter o suplemento integrado ou não, é a mesma coisa.
ResponderEliminarEstão assim tão cegos que não vêem a diferença? Na aposentação e na baixa por exemplo.
Por mais alguns trocados não se importam de abdicar da integração.
Pelos vistos temos aqui colegas que pela notoria falta de inteligência e visão dão razão à tutela para continuar com este tratamento de desconsideração para com os oficiais de justiça.
ResponderEliminarSR Bloguer
afinal nos orçamentos de estado não ficou escrito
"integração em 14 meses"? ou foi que seria apenas em sede estatuto?
Pode esclarecer, sff?
Obrigado
IRRA que já por aqui cabeças duras:
ResponderEliminar«Na aposentação e na baixa por exemplo.» ??!!!
Para a aposentação sempre descontou e com este acordo é pago nas situações de doença e ainda aos provisórios.
A sua falta de inteligência é que é mesmo notória, além da má fé e da ignorância que revela.
Isso é preguiça ou falta de capacidade de entendimento ?
ResponderEliminarAs duas propostas do PSD esão ambas citadas em comentários acima.
E AMBAS foram chumbadas pelo PS.
As tabelas de vencimentos dos OJ estão feitas para reforma aos 55 anos e não aos 67 e 7 meses!
ResponderEliminarJuntem o congelamento e temos um prejuízo de mais de 15 anos nos ordenados.
E estes senhores a descutir a balela de um subsidio ou forma dissimulada de aumento de ordenado!
Sejam honestos!
O comentário das 16,31h revela capacidade ao nível do grau de complexidade 0 (ZERO)... O suplemento sempre contou para a aposentação (cálculo do valor da pensão)!
ResponderEliminarEnfim...
O acordo alcançado é bem melhor do que a integração do suplemento. Seja em termos financeiros, seja ao nível de outros benefícios.
E é pago a todos! Mesmo em baixa médica!
E, com base nos termos do acordo alcançado, ainda tem força legal de remuneração (semelhante, na prática, à remuneração base).
Pensem pela vossa cabeça e não se deixem influenciar pelos arautos da desgraça!
O que o comentador das 13h56 revela é o desnote total, por parte de quem vê o chão fugir dos pés. Se verificar com atenção vai ver que o programa do Governo fala em valorização da carreira do Oficiais de Justiça e vai ver que o projeto de lei apresentado pelo PSD e, já agora, que o Carlos Almeida exibiu publicamente nas televisões, fala exatamente da integração do suplemento em 14 meses. O que realmente é falso e isso escreve o SFJ, por exemplo nos últimos avisos prévios de greve, e revela um total desconhecimento da realidade, é que a integração do suplemento consta de dois orçamentos de estado (2020 e 2021). Nessa parte, o desconhecimento por parte do SFJ é revelador da falta de acompanhamento das matérias.
ResponderEliminarE que interessa o chumbo, ou quem chumbou? A verdade é que o PSD assim apresentou um projeto de lei em que escreveu, preto no branco, alteração ao DL 485/99 e que se saiba este diploma não é o estatuto.
ResponderEliminarPortanto é cada vez mais preocupante ver agora os correligionários do SFJ como cartilheiros do PSD/Governo.
Alguém se lembra do "King's"?
ResponderEliminarAquela mítica boite que abriu em Viseu em finais dos anos 90 ...
Grandes nights ...
Resposta ao comentário das 16:37:
ResponderEliminarRelativamente ao assunto concreto (integração/14 pagamentos), apenas a LOE 2/2020 de 31MAR, determinava, no seu nº. 2 do artº. 38º, o seguinte:
«No âmbito da revisão referida no número anterior, deve ser concretizada a integração, sem perda salarial, do suplemento de recuperação processual, previsto no Decreto-Lei n.º 485/99, de 10 de novembro, no vencimento dos oficiais de justiça.»
Ou seja, aborda a questão da integração, a ocorrer no âmbito da revisão estatutária, sem perda salarial, com isto querendo dizer que não se deveria proceder, como era vontade na altura do Governo, de dividir o valor anual dos 11 meses por 14 pagamentos, o que resultava em perda salarial mensal. Portanto, "a contrario sensu", interpretar-se-á que o legislador pretendia os 14 pagamentos com a integração, ou que a integração pressupunha os 14 pagamentos anuais. Um pouco dúbio, sem dúvida, o preceito legal.
Cada um escreve (inventa) o que quer.
ResponderEliminarInteressante era ver as atas das reuniões...
Tudo o mais são lérias.
Obrigado
ResponderEliminarSOJ
ResponderEliminarNão abdiques do que pediste e passou na tv.
Força
Como é possivel ojs aceitarem 30€ , quando policias não aceitaram 300€.
ResponderEliminarFodddd
Tirei o curso em Aveiro e pretendo chegar a chefe muito em breve.
ResponderEliminarEstas isitacões na negociação do estatuto deixa-me preocupado e começo.a ver a minha vida andar para traz e a perder a paciência com tanta coisa que por aqui se escreve.
Colegas, afinal à ou não à novo estatuto brevemente?
Ah ah ah!
ResponderEliminarAinda bem que avisas que é o Chega dos sindicatos.
🤮🤮
Rico elogio.
"Isitaçoes" ?????
ResponderEliminarE nem sabes conjugar o verbo HAVER.
Deves ter tirado o curso na farinha amparo.
E não faças como o outro que diz que a culpa é do teclado.
Que vergonha de gente!!!
Olha mais um professor...
ResponderEliminarO importante é a mensagem passar e ser entendida pelo recetor.
Já agora sabe responder á pergunta feita???
23.42h...
ResponderEliminarA mim, OJ, assusta-me o facto das literacias resultarem nisto.
"Chegar a chefe", sem saber ler e escrever!
Só porque é licenciado!
A aferição dos candidatos a tal pela DGAJ está pelas ruas da amargura se o critério for, exclusivamente, detenção de licenciatura.
Mas enfim, chefe é chefe!
Existem aqueles do "tu fizestes", "tu dissestes", "tu andastes", "para que póssamos", enfim, linguagem de chefe!
DGAJ, é uns psicotécnicos para aferir chefias?
Não tirou nada, é mera desinformação do outro, " tu queres é ser chefe".
ResponderEliminarNão acreditem nesta treta
Qual mensagem ?
ResponderEliminarA de que qualquer analfabeto anseia ser chefe ?