Governo e SFJ satisfeitos com acordo alcançado

      Os Oficiais de Justiça já perceberam por que razão as reuniões com os sindicatos decorreram em separado até ao dia de ontem, porque só ontem acabou por ser conjunta, porque havia a pretensão do Governo em conseguir a assinatura conjunta do acordo com os dois sindicatos, acordo esse que, afinal, já estava acordado de véspera e até de véspera fora anunciado na comunicação social.


      Ontem constatamos a satisfação de um sindicato e do Governo e a insatisfação do outro sindicato.


      Diferentes estados de alma e diferentes pontos de vista perante os mesmos factos. Enquanto um canta vitória pelo que alcançou, o outro classifica como derrota o alcançado.


      Tudo isto porque um deles subscreveu um acordo com o Governo, que põe fim às negociações e ainda a todas as greves decretadas pelo SFJ para as manhãs, enquanto o outro persiste na continuidade das negociações considerando que não se alcançou nada de substancial.


      Na informação sindical do SFJ de ontem lê-se algo que consistia na principal reivindicação dos Oficiais de Justiça: a afirmação do Governo de que o Suplemento de Recuperação Processual não pode ser integrado no vencimento e, portanto, o acordo alcançado não inclui essa incorporação, isto é, continua a ser um suplemento, um extra, que há de ser suprimido no  âmbito da negociação  do Estatuto quando se abordar a disponibilidade permanente, seguindo a mesma linha dos projetos de estatuto dos governos PS.


      «A Sra. Ministra da Justiça voltou a sublinhar a impossibilidade de integração do SRP no vencimento, bem como do pagamento do trabalho suplementar, sem ser no âmbito da negociação estatutária, o que decorria de posição do Ministro das Finanças e do protocolo das negociações em curso, sendo que só após a resolução da questão do SRP é que se poderia discutir o novo estatuto e a revalorização substancial da tabela remuneratória.», lê-se na informação sindical do SFJ.


      Relata o SFJ que após um intervalo de 20 minutos, a ministra da Justiça e a secretária de Estado da Administração Pública voltaram à sala com uma derradeira proposta, que, em síntese, consistia numa subida de mais meio ponto percentual – porque no início da reunião a proposta era de 3%, acabando em 3,5% –, aplicando retroativamente o pagamento apenas ao corrente mês de junho e não a janeiro deste ano e, muito menos, àquela que era a reivindicação dos Oficiais de Justiça e até constava em documentos legais da Assembleia da República, de retroagir a janeiro de 2021.


      Perante isto, relata o SFJ na sua informação sindical, que o SOJ abandonou a reunião. Por sua vez, o SOJ afirma que não abandonou a reunião e que apenas saiu quando lhe foi dito que não havia nada melhor para apresentar nessa reunião.


      Diz o SOJ: «Que fique claro, o SOJ não abandonou o processo negocial, o SOJ não aceitou a proposta e saiu, depois de ter sido informado que esta era a melhor proposta a apresentar, nesta reunião.»


      Relata ainda o SFJ que houve uma palavra de conforto da secretária de Estado da Administração Pública, que disse que o Governo se comprometia, caso esta última proposta fosse aceite, numa nova valorização salarial para o momento da negociação do Estatuto. Ficou prometido para o futuro, no entanto, este compromisso vago, sem especificar se a valorização é de 1 euro ou de 1000 euros, não consta do acordo escrito.


      Seguidamente, o SFJ aceitou a proposta e acabou assinando o acordo, acordo este que pode ser consultado por “Aqui”.


      O SFJ aponta o facto de, matematicamente, ao passar o valor do suplemento para 13,5% em 12 meses ser mais vantajoso do que receber 10% em 14 prestações anuais. De facto, contabilisticamente, é bem verdade, em termos anuais, como, aliás, já era também o valor anterior dos 12,5%, mesmo sem este último aumento para 13,5%.


      O SFJ apresenta os valores e aponta o real ganho de mais 200 e pico euros em cada ano para quem está no primeiro escalão de ingresso, referindo ainda que este aumento representa uma vantagem de 22% em relação ao valor dos 10% pago em 14 vezes.


      Não percebemos nada de contas, mas parece-nos que a vantagem da diferença não será de 22% como anunciado, mas de pouco mais de 13%.


      O SFJ afirma que o acordo, portanto, o recebimento deste suplemento nestes novos moldes manter-se-á até à entrada em vigor do novo Estatuto.


      Ora, sabendo-se que o Governo pretende concluir o novo Estatuto, o mais tardar, até ao final deste ano, temos acordo válido por seis meses e não para um ano, nem para vários anos, pelo que as contas feitas ao ano não podem ser feitas como o SFJ as apresentou na sua nota sindical de ontem.


      Aliás, pegando no mesmo exemplo do SFJ, os seis meses restantes deste ano com o suplemento em 13,5% representarão, ao final deste ano, um ganho de 235 euros em relação ao valor dos 10%. Estes 235 euros representam uma vantagem mensal de 39 euros brutos, isto é, ilíquidos, ou seja, antes dos descontos, em termos do primeiro escalão da primeira categoria da carreira.


      Ou seja, as negociações terminam para o SFJ com um aumento de 39 euros brutos para os próximos seis meses, altura em que se extinguirá o atual suplemento.


      A verdadeira vantagem deste acordo é para as situações de quem não recebe o suplemento, seja por estar no período probatório, seja por estar de baixa médica ou ter sido classificado com “Suficiente”.


      Diz o SFJ: «E é importante também sublinhar que este suplemento, agora aumentado, tem natureza de remuneração.» Isto quer dizer o quê? Quer dizer que o suplemento continua a ter a mesma natureza remuneratória que até aqui tinha, isto é, de suplemento e de pagamento de impostos.  O facto de ser alargado a mais alguns indivíduos, sob determinadas condições, constitui uma aproximação à reivindicação da equiparação para a integração, mas o facto é que continua sem ser integrado.


      Termina o SFJ a nota sindical informando que o Governo iniciará de imediato as negociações para o novo Estatuto e que, aí sim, neste âmbito, se alcançará “uma substancial revalorização remuneratória e funcional”, afirma o SFJ.


AntonioMarcal-DeclSaidaReuniaoMJ-05JUN2024.jpg


      Por sua vez, o sindicato que não assinou o acordo e abandonou a reunião, o SOJ, em nota informativa, diz que na anterior reunião a ministra da Justiça havia aceitado que “o suplemento abrangesse os Oficiais de Justiça Provisórios, os que se encontram de baixa médica e os que têm notação de Suficiente”.


      «Ainda no decurso dessa reunião, e por reivindicação do SOJ, a Senhora Secretária de Estado da Administração Pública admitiu retroagir os efeitos da medida a janeiro de 2024. Todavia, depois de anos de luta e, conscientes de que esta matéria se encontra também em discussão no Parlamento, o SOJ reivindicou o robustecimento dos valores da proposta (12,5% x 12 meses), pois que os considerou insuficientes.


      Hoje, fomos surpreendidos por declarações públicas, de colega nosso, em que se mostrava disponível para firmar acordo com base no que havia sido alcançado, pelo SOJ, na anterior reunião. Isto é, o SOJ considerou pouco o que alcançou, mas outros colegas consideram imenso o alcançado pelo SOJ.


      Mais, no início da reunião foi este Sindicato novamente surpreendido quando a Senhora Ministra da Justiça transmitiu que outra entidade sindical apresentou, por escrito, uma contraproposta que se bastava pelas condições que este Sindicato, SOJ, considerou insuficientes.


      No decurso da reunião, e descontados os apartes de quem, com orgulho, afirmou “ter caneta nova para assinar acordos”, o SOJ considerou que a proposta hoje apresentada – fundada na contraproposta de quem, antes mesmo da reunião já se mostrava disponível para aceitar o que o SOJ alcançou na última reunião –, era pior do que aquela que conheceu na última reunião, uma vez que a anterior retroagia a janeiro de 2024 e a atual entrava em vigor em junho de 2024.


      Depois de ter este Sindicato, SOJ, reiterado que a proposta era insuficiente, pois não se mostrava “robusta” e, a ser a última proposta apresentada pelo Governo, nesta reunião, iria sair da sala, pois que não faria sentido participar da sessão de assinatura de acordo, a Senhora Ministra da Justiça determinou um intervalo para contactar com outros membros do Governo.


      Regressou, considerando que a nova proposta era “robusta” (passava de 13%, apresentada inicialmente, para 13,50%).


      Ora, o SOJ continuou a considerar que passar de 13% para 13,5% (meio ponto percentual) era insuficiente e não se mostrava condigno para assinar o acordo. Todavia, iria analisar o processo e enviaria, por escrito, a sua resposta ao Ministério da Justiça.


      O SOJ informou a Senhora Ministra da Justiça que, logo que encerrado o processo negocial – ainda não foi declarado encerrado –, o SOJ iria requerer negociação suplementar.


      Sobre esta matéria, informar aos Oficiais de Justiça que, já antes, em 2007, o Governo procurou cercear este direito (suplemento) a todos os Oficiais de Justiça (seria pago em função do número de processos de cada secção/juízo) e foi o SOJ, recém-constituído, que, através de pedido de negociação suplementar manteve este direito a todos os Oficiais de Justiça.


      A não ter, este Sindicato, SOJ, feito isto, quando outros deram por aceite a medida, hoje muitos oficiais de Justiça não teriam direito a este suplemento. Muito se fala, mas factos são factos.


      Assim, o SOJ já requereu, ao Ministério da Justiça, seja informado da data da próxima reunião, pois não deixaremos de negociar, mas também não deixaremos que o esforço de tantos e tantos colegas seja desconsiderado por agendas que não são da carreira.»


      Publicou ainda o SOJ o ofício enviado ao Ministério da Justiça requerendo reunião de negociação complementar.


      Também o Governo emitiu um comunicado e, nele, entre os aspetos já mencionados, conclui assim:


      «O Governo congratula-se com a obtenção deste acordo, após 18 meses consecutivos de conflito social, o que vai permitir maior celeridade na área da Justiça.»


CarlosAlmeida-PresSOJ-DeclSaidaReuniao05JUN2024.jp


      Fontes: “SFJ-Info”, “SOJ-Nota”, “Governo-Comunicado” e “Acordo firmado”.

Comentários

  1. Anónimo6/6/24 08:29

    Percebem agora alguns porque não somos levados a sério??

    Líquidos, estaremos a falar de alguns 300€/ano.

    Ou seja, um terço de um subsídio de renda mensal de outros.

    E maior problema é que negociaram por mim esta vergonha, sem eu sequer ser sindicalizado.

    Fracos, muito fracos.

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  2. Anónimo6/6/24 08:41

    No interesse da profissão está de parabéns o SFJ que finalmente, e após demasiados anos, de prejuízos causados à profissão, ou seja a muitos de nós, viu a LUZ e percebeu que o mundo , o país e as profissões mudaram.

    O SOJ revela dores de crescimento. O seu desempenho actual está associado a uma greve que existe todas as tardes e que veio continuar aquele dolce far niente criado com a pandemia e que tanta satisfação pessoal tem dado a muitos de nós, mas prejudicando claramente a profissão.

    Nos comentários rapidos das redes sociais verifica-se já a frustração do EU, sendo poucos os que emitem opinião sobre o futuro da profissão que, muitos reconhecem, pouco lhes importa.

    Agora é avançar para o estatuto, com licenciaturas de um lado e com cursos técnicos profissionais de outro.

    Por último informo que o Conselho Superior da Magistratura propôs e o governo aceitou a criação de um tribunal para resolver os 400 mil processos da AIMA. Quem é que ainda percebe de processos neste país?




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  3. Rei dos Oficiais de Justiça6/6/24 08:42

    Bom dia caros formandos bem vindos a mais uma aula de direito.

    Aula n 3

    Suplemento de secretariado

    Lei 2/2004 de 15 de janeiro.

    Em que consiste e qual o valor?

    Os trabalhadores que exerçam funções de secretariado têm direito a um suplemento remuneratório, cujo montante foi fixado pela Portaria nº1553-C/2008, de 31 de dezembro, no valor
    mensal de € 116,63

    Quem beneficia deste apoio?
    Os nossos vizinhos guardas prisionais, os do irn, e demais classes equiparadas á nossa.

    Em virtude dos oficiais de justiça efetuarem funções de secretário acham que deveríamos receber tal suplemento??

    Este é o trabalho de casa bom estudo.

    Solicito que alguém passe estás ideias aos sindicatos ,coitados não tem estudos não estudaram direito temos que ajudá-los.

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  4. Anónimo6/6/24 08:42

    Anos e anos de greves para se alcançar este acordo que é um ESCARRO!!

    NOJO!!

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  5. Anónimo6/6/24 08:48

    E O TEMPO DE SERVIÇO CONGELADO?

    NADA?...

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  6. Anónimo6/6/24 08:55

    Para os mais distraídos o SFJ é o sindicato de oficiais de justiça e assistentes técnicos e operacionais que também pagam as suas quotas para serem defendidos por este.
    SOJ ainda mantém unicamente a defesa dos oficiais de justiça.

    Logicamente não espero nada de excepcional vindo do SFJ com este dinheirinho a chegar duma categoria à qual o governo nos quer relegar a quase todos.

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  7. Anónimo6/6/24 09:01

    SOJ

    Não desarmes
    Mantém a greve as tsrdes, enquanto andsrem a brincar connosco.

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  8. Anónimo6/6/24 09:02

    O SOJ a viver da caniça. Quer um aumento de 25%, as reuniões iam se prolongar, sem qualquer resultado, até à queda do governo.
    Vale mais um pássaro na mão...
    O estatuto nunca entrará em vigor, na melhor das hipóteses, antes de setembro de 2025.
    E parem de se comparar a professores, eles são 120 mil...
    Concentrem se agora no que querem para a carreira, isto do subsídio tinha de ser resolvido já, era uma distração que nos afastava do que é realmente importante.

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  9. Anónimo6/6/24 09:10

    ATENÇÃO:

    Não vos desfocais do essencial!

    Não deis demasiada importância a minudências!

    A verdadeira "Pedra Angular" para a próxima década (ou mais), para todos os OJ, atuais e futuros, é o Estatuto dos Oficiais de Justiça.

    AbraÇo

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  10. Anónimo6/6/24 09:17

    Nem os 14 meses de suplemento conseguiram negociar.
    Será que os policias estão a negociar 12 ou 14 meses? O que vão conseguir? Eles já conseguiram que a ministra chegasse aos 300 euros e nós levamos uns 30. Esta é a nossa importancia como classe, cada vez mais distante de outras áreas do ministério da justiça e forças policiais e mais próximos das classes de assistentes técnicos e operaçionais.

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  11. Domingos6/6/24 09:22

    O óbvio: se a direcção do SFJ tivesse alguma vergonha na cara, ou a mínima noção do que é defender os seus representados, já se tinha demitido antes de aceitar esta esmola. Como não sabe o que isso é, há um ano "demiti-me" eu de membro deste "sindicato" de faz-de-conta.

    Irónico que seja o SOJ, filiado na UGT (desde sempre uma central "amarela"), a persistir na luta, se bem que os valores reivindicados desde o início sejam indignos e incapazes de compensar a perda do nosso poder de compra.

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  12. Anónimo6/6/24 09:29


    Sumário - 06-06-2024

    actos:
    ontem: 11
    hoje: 10!

    processos por cumprir: 1500,
    oficiosidades: 3200

    podem ficar com os 10 mais os 3.5 ...

    governantes e sindicatos podem ir gozar com a vossa maezinha!

    ResponderEliminar
  13. Rei dos Oficiais de Justiça6/6/24 09:39

    Venho apelar a todos que mudem a inscrição para o soj, valor tirar o poder ao sfj...que detém 90 por cento dos o. J.

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  14. Anónimo6/6/24 09:58

    Penso que para começar esta muito bem, o acordo abrange todos, mesmo os que vou começar, o de mais virá em negociação do estatuto.

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  15. Anónimo6/6/24 10:23

    Em 2000 eram 120 mil.

    Hoje são professores 86 mil.

    PSP/GNR/GP são 62 mil.

    OJ somos 7300.

    ResponderEliminar
  16. Anónimo6/6/24 10:33

    Curioso é que o SOJ tenha publicado, após a segunda reunião, que já tinha conseguido o que o SFJ vem agora dizer que conseguiu. O que parece claro é que o SOJ conseguiu bem mais do que o SFJ e este, tendo percebido isso, foi a correr informar o MJ que aceitava o que o outro conseguiu e insistia em querer mais. Se era para aceitar assim, mais valiam então os 20% nos moldes anteriores. 20% parecem mais do que 13,5%, pensou eu que nada percebo de política.

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  17. Anónimo6/6/24 10:36

    Hoje não sei o que sinto, se é vergonha, se é raiva, se é desilusão...!

    Estou seriamente a pensar mudar do SFJ para o SOJ, e pelo menos mais duas colegas cá da secção (com 7 elementos) estão apensar fazer o mesmo.

    Não sei que mais dizer, de tanto que haveria.

    Talvez só uma coisa - Sempre pensei que no mínimo garantiríamos os tais 300 euros que já foram oferecidos a outros, mas nem isso...

    Incrível e inacreditável!

    Por hoje fico por aqui. Abraço.

    ResponderEliminar
  18. Anónimo6/6/24 10:39

    Eu não estou a pensar, já o fiz.
    Nem sequer fomos questionados quanto á proposta uma vez que a resposta era óbvia e sabiam perfeitamente disso.
    Já foi.
    Ontem já era tarde.
    Hoje para mostrar de imediato o que sinto.

    ResponderEliminar
  19. Anónimo6/6/24 10:40

    Com a devida vénia caro colega
    Estatuto??
    Não lhe chegou os varios apresentados e amplamente negociados pelo SFJ??
    O estatuto de escravidão??
    Que vêm dar poder somente ao licenciados em direito e solicitadoria?? (e antes que fique indignado, a mim só me vinha beneficiar, pois sou licenciado)
    Um estatuto que nada trás de digno á profissão.
    Hoje somos escravizados, sem qualquer reconhecimento ou beneficio.
    Perdemos poder de compra, alias ganha-se mais num supermercado hoje do como auxiliar, com mais de 10 anos de carreira.....
    Creio de precisamos todos de pensar melhor no nosso trabalho, valor e no poder que temos em mão, pois se pensar mos bem, se os tribunais não funcionarem, o país não funciona...por maisd que se aumente as forças e serviços de segurança ou ainda os magistrados, nada funvcionará.
    Posto isto peço que todos pensem um pouco na nossa situação.......

    ResponderEliminar
  20. Anónimo6/6/24 10:44

    Com tão numerosa entourage, com tantas cabecinhas pensadoras, foi imitar o SOJ o melhor que Marçal conseguiu??

    Efetivamente, o SFJ representa mais do que uma profissão. e tal retira-lhe poder negocial e objetividade.

    Os OJ não têm de se misturar e ser todos englobados numa só classe, para efeitos de concertação social. Deu no que deu, pois claro!!

    Quando percebermos que esta ambiguidade nos prejudica, talvez muitos passem a pretender ser representados por quem efetivaemente representa apenas a classe.

    Com todo o devido respeito por essas profissões, que é muito, eu não tenho de ser incluido para efeitos negociais, no mesmo cesto que motoristas, administrativos e outros do género. É isso que nos tem deitado abaixo. E muito !!

    Receber quotas de todos é muito bonito. Agora conseguir separar o trigo do joio depois...

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  21. Anónimo6/6/24 10:56

    Com a devida vénia caro colega
    Estatuto??
    Não lhe chegou os varios apresentados e amplamente negociados pelo SFJ??
    O estatuto de escravidão??
    Que vêm dar poder somente ao licenciados em direito e solicitadoria?? (e antes que fique indignado, a mim só me vinha beneficiar, pois sou licenciado)
    Um estatuto que nada trás de digno á profissão.
    Hoje somos escravizados, sem qualquer reconhecimento ou beneficio.
    Perdemos poder de compra, alias ganha-se mais num supermercado hoje do como auxiliar, com mais de 10 anos de carreira.....
    Creio de precisamos todos de pensar melhor no nosso trabalho, valor e no poder que temos em mão, pois se pensar mos bem, se os tribunais não funcionarem, o país não funciona...por maisd que se aumente as forças e serviços de segurança ou ainda os magistrados, nada funvcionará.
    Posto isto peço que todos pensem um pouco na nossa situação.......

    ResponderEliminar
  22. Anónimo6/6/24 10:57

    Com a devida vénia caro colega
    Estatuto??
    Não lhe chegou os varios apresentados e amplamente negociados pelo SFJ??
    O estatuto de escravidão??
    Que vêm dar poder somente ao licenciados em direito e solicitadoria?? (e antes que fique indignado, a mim só me vinha beneficiar, pois sou licenciado)
    Um estatuto que nada trás de digno á profissão.
    Hoje somos escravizados, sem qualquer reconhecimento ou beneficio.
    Perdemos poder de compra, alias ganha-se mais num supermercado hoje do como auxiliar, com mais de 10 anos de carreira.....
    Creio de precisamos todos de pensar melhor no nosso trabalho, valor e no poder que temos em mão, pois se pensar mos bem, se os tribunais não funcionarem, o país não funciona...por maisd que se aumente as forças e serviços de segurança ou ainda os magistrados, nada funvcionará.
    Posto isto peço que todos pensem um pouco na nossa situação.......

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  23. Anónimo6/6/24 11:04

    E acha o SFJ que alcançou o inalcançável... Muito triste que um sindicado não saiba o que é ser-se oficial de justiça.
    Mais do que óbvio que o suplemento vai desaparecer e que a valorização da carreira será para Licenciados e afins. Os restantes, com trabalho árduo e mais experiência ficarão na mesma, ou melhor, pior, sem o suplemento e com mais desmotivação.
    Repare-se que aqui a vitória foi dos que têm nota de suficiente também receberem o suplemento. Ora se têm suficiente é porque são mesmo muito maus, porque para alguém ter essa nota ou mesmo descer de nota dá muito trabalho e não lhes convém.
    Resumindo, colegas que contribuem pouco vão receber o suplemento como todos os outros que se esforçam.. e foi isto

    ResponderEliminar
  24. Anónimo6/6/24 11:18

    Realmente vendo melhor essa situação do SFJ representar todo o pessoal de justiça e não apenas os oficiais de justiça, compreendo agora que esse pormenor será e estará a ser um dos entraves de uma melhor valorização da classe. Sem querer desconsiderar as outras classes, todos são importantes mas penso que tem de haver uma separação nas negociaçoes.
    O que vai acontecer no novo estatuto é essa divisão, com licenciados para um lado e os não licenciados para outro patamar.

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  25. Anónimo6/6/24 11:19

    Continuamos todos distraídos, alegres e contentes quando as decisões e ações dos sindicatos se resumem a agendas próprias. Neste caso há que dar razão ao soj pois a questão das baixas médicas e dos suficientes já tinham sido aceites pela ministra. Mas não se apercebeu e ultrapassaram-no pela direita, antes que o sfj ficasse mal na fotografia. Resumindo, gostamos de ser ludibriados e não nos importamos.

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  26. Anónimo6/6/24 11:28

    Do que resultou do congresso o SFJ não estava mandatado para um acordo destes. E sabia perfeitamente.
    Uma vergonha e uma traição.

    ResponderEliminar
  27. Anónimo6/6/24 11:38

    Sinto vergonha do país em que vivo e dos governantes, em todos os níveis.

    O serviço vai ser minimo, das 9 h às 17h.

    quero que eles se fod........

    ResponderEliminar
  28. Anónimo6/6/24 11:50

    Isto não pode ficar assim!

    Isto não vai ficar assim!

    Um sindicato não pode "vender" toda uma carreira por meros 40 euros mensais!

    Há um direito à indignação!

    RESPEITO!

    ResponderEliminar
  29. Anónimo6/6/24 12:03

    Concordo, somos oficiais de justiça e não funcionários judiciais! A luta dos funcionários administrativos dos tribunais é bem diferente da nossa.

    ResponderEliminar
  30. Anónimo6/6/24 12:03

    Após 32 anos como sócio do SFJ, desfiliei-me agora!
    E, falando sério, sinto uma certa leveza por não me se sentir mais responsável por tamanha mesquinhez e incompetência.
    Agora, vou ponderar, calmamente, se me filio no SOJ ou se me mantenho desfiliado de qualquer sindicato.
    Penso francamente que as ordens profissionais do antigamente defendiam melhor e com mais inteligência e empenho os seus associados que estes sindicalistas pequenininhos...

    ResponderEliminar
  31. Anónimo6/6/24 12:25

    Fogo...

    "O barco a ir ao fundo" há mais de 10 anos...

    E há OJ's "agarrados ao mastro" a achar que "a água não lhes chega aos tornezelos"...

    Olha, agora, trepem mais um bocadinho nas maravilhosas carreiras do antigamente, e vão encontrar uma cesta...

    Vejam lá se cabem lá todos!

    Há gente que não vê o chão onde estão, já só veem o umbigo...

    ResponderEliminar
  32. Anónimo6/6/24 12:35

    Fracos.Bem andou o SOJ.
    Ficaram contentes com poucochinho, principalmente para os que auferem menos.
    Façam as contas é nos vencimentos maiores e aí se demonstra o porquê do acordo já!!!
    Tantos anos e é ver o resultado.Era uma festa na televisão por quase nada.Sim, porque tudo o resto é nada por agora.
    Nas outras profissões a lutar por melhores condições, não desistiram assim. Os da casa querem é descanso.

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  33. Anónimo6/6/24 12:38

    Está aqui um génio. E já vê no terreno um tribunal específico para os processos dos migrantes.Sonhador?!

    ResponderEliminar
  34. Anónimo6/6/24 12:59

    Comentário das 11-50:
    Falta de respeito e consideração pelo trabalho técnico, exausto, com falta de profissionais, sem horários, da maioria dos of.justiça.

    No mesmo Ministério da Justiça, desigualdades tamanhas entre os vários profissionais e de carreiras especiais que só visto!

    Não conseguem a tão falada integraçāo no vencimento e o pagamento em 14 meses.Apenas uma mini percentagem a mais dos 10%.Poucochinho.Uma ninharia
    Este acordo foi "autorizado" pelos O. Justiça? Não seria de ouvir pelo menos os sócios sobre a proposta?
    É uma derrota este tipo de acordo, decorridos vários anos de lutas e perante o que se tem obtido e perspetiva obter ainda em outras profissões no Estado e também no MJ. Desistem rápido.
    Querem gente nova assim? Não devem vir.


    ResponderEliminar
  35. Anónimo6/6/24 13:22


    Parabéns SFJ. Por mim, conseguiram menos um sócio.

    ResponderEliminar
  36. Anónimo6/6/24 13:43

    Completamente de acordo. Também por isso é preciso definir bem como alguém que é portador de uma licenciatura para cumprir a sua profissão.

    ResponderEliminar
  37. Anónimo6/6/24 13:50

    Adiram em massa ao SOJ se querem ser OJ de verdade. Licenciados e estratégias de equiparação para os que não têm licenciatura, é nisso que temos de nos concentrar! Não tenham dúvidas! Como é que um motorista pode ter grau três? Não nos podemos equiparar a outras profissões sem a licenciatura!

    ResponderEliminar
  38. Anónimo6/6/24 13:50

    Para sindicalizado associado, não está dentro do espírito do movimento...

    "Sócio" é da coletividade.

    Deve ser tanto associado sindical, como eu do couro do episcopado.

    - Trolls

    ResponderEliminar
  39. Anónimo6/6/24 13:52

    O acordo nada diz sobre o términus, mas apenas sobre o inicio, pelo que a observação sobre os " 6 meses" não está correcta!
    Já agora, já se analisou tudo o que foi feito e está a fazer de positivo por parte do SFJ, para todos os OJ ?

    ResponderEliminar
  40. Anónimo6/6/24 14:13


    Há mais de quatro décadas, ó parvo!

    O meu 1º cartão foi do SFJ - Porto!

    Cresça e apareça!

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  41. Anónimo6/6/24 14:18

    Mais cego é aquele que não quer ver do que o que não vê.
    Não há defesa possível para o que vincularam os OJ.
    Bem sabiam que não concordavam com isto, não tinham legitimidade nenhuma para ter acordado nestes termos.
    Troll

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  42. Anónimo6/6/24 14:24


    Daí menos um sócio, ó lorpa!

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  43. Anónimo6/6/24 14:29

    Afirmo aqui, pela minha palavra de honra (embora isso hoje nada diga) que, sendo desde 2000 até agora sócio do SFJ, acabei de fazer a proposta de adesão de sócio ao SOJ, revogando a do SFJ.

    É muito simples, bastando ir ao sito do SOJ, selecionar associados, preencher eletronicamente um pequeno formulário eletrónico e submeter - Tempo preenchimento 3 minutos.

    De seguida, recebe-se um e-mail, com um formulário já quase todo preenchido, sendo só necessário datar e assinar - Tempo preenchimento menos de 1 minuto.

    Por num envelope e VOILÀ!

    Mais de 20 anos como sócio deu no que deu no dia de ontem.

    Basta colegas!

    Se queremos que as coisas mudem, também nós temos que mudar!

    Abraço.

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  44. Anónimo6/6/24 14:44

    Conselho superior de magistratura propôs um novo tribunal para tratar e agilizar processos de emigração e asilo.
    Quem vai tramitar esse tipo de processos? Os oficiais de justiça ou vão contratar os funcionarios da AIMA?
    Vão aumentar os quadros de justiça? A pagar que ordenados? Os dos tribunais ou os da Aima?
    Pagam horas extras ou vão ter as regras dos tribunais?

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  45. Anónimo6/6/24 15:14

    oh colega, ninguém lhe perguntou sobre as suas decisões. Diga lá o que conseguiu o soj? Manter a greve? Não deveria ontem ter reunido à parte com o sfj - quando a ministra se ausentou - e definir uma estratégia conjunta? Sabe, seguramente não muda para melhor. E já agora, quando demonstrar essa sua exigência, pergunte quando vai acontecer um congresso com os associados?

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  46. Anónimo6/6/24 15:28

    Eh pá!

    Não vá por aí, que eu não andei consigo na escola!

    Que eu saiba isto é um lugar de comentários e sendo assim você não tem legitimidade para me dizer que " ninguém lhe perguntou sobre as suas decisões".

    Se mudo para melhor ou não é um ato de fé, pois ninguém sabe o futuro, mas sabe-se do passado, do passado dia 05-06-2024, um dia de vergonha!...

    Quanto a "exigências" ou "congressos" não sei do que fala, nem de onde provêm essas suas ideias.

    Reforço, no entanto, o seguinte:
    Não admito que queira restringir o meu direito a expressar a minha opinião!

    Passe bem!

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  47. Anónimo6/6/24 15:31

    Se 25% dos OJ migrarem para o SOJ talvez as coisas melhorem um bocadinho.

    É difícil a um sindicato com pequena representatividade ter muito peso na mesa das negociações.

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  48. Anónimo6/6/24 15:32

    Eu já fiz a minha parte.

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  49. Anónimo6/6/24 16:04

    Este Marçal e Fernando Jorge e C.ª enquanto andarem nas direçoes e lugares indicatos por estas nada teremos.

    O sindicato dos Magistrados Judiciais é um paradigma para nós.

    Quantos presidentes desde o ano 2000?

    O Carlos Almeida fundou o soj e quantos presidentes teve este? - é o mesmo. As pessoas deixam de pensar na participação sindical.

    É um regabofe.

    O Marçal há quanto tempo anda encostado ao sfj, sem pôr os pés na secretaria?

    Quando tiver que voltar - esperemos que seja para breve e a qua a cgtp tenha em consideração estas andanças - trabalhar numa secretaria, como ele já sabe, será um pesadelo.

    Rua Marçal.

    ResponderEliminar
  50. Anónimo6/6/24 16:04

    Eu nem era sindicalizado em nenhum e acabei de me filiar ao SOJ e nem sequer era sindicalizado, sendo certo que se parar a luta e aceitar ternos semelhantes depressa me irei desvincular

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  51. Anónimo6/6/24 16:29

    Percebo-o perfeitamente.
    Quando não há esperança, o pouco que podemos fazer é dar força ao outro sindicato que nos representa, e que não assinou tão nefasto acordo!

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  52. Anónimo6/6/24 16:55

    SOJ Sindicato dos Oficiais de Justiça

    ResponderEliminar
  53. Anónimo6/6/24 17:14

    O acordo assinado é de facto uma incongruência com tudo o que tem sido reivindicado até agora e uma desconsideração para com a luta de todos os OJs.
    Mas achar que um sindicato que anda a exigir um suplemento de 25% é sério, é de rir.
    Estas opções de mudança para o Soj, relembram a sangria recente de defesa do Chega.
    No fim de perceberem a merda que fizeram andam todos caladinhos.
    Agora já nem o gênio do Tanger defendem.
    Enfim, vão vão.

    ResponderEliminar
  54. Rei dos Oficiais de Justiça6/6/24 18:58

    Viva ao SOJ.

    ResponderEliminar
  55. Anónimo6/6/24 19:44

    O SOJ, é a única esperança, embora fragilizados pelo acordo feito, não se rendam e endureçam a luta que nos vamos atrás

    ResponderEliminar
  56. Anónimo6/6/24 20:14

    Temos de acreditar no SOJ.

    Reforço salarial imediato, tendo por conta o aumento dado a G. prisionais, GNR e PSP que vier a ser encontrado, e que para já é de 300 euros.

    Se assim for, interrupção das greves em vigor, com exceção das da hora de almoço e após as 17 horas.

    Discussão da integração do subsídio e do novo estatuto, a começar logo de seguida, com reuniões bi ou tri-semanais, com texto definitivo até ao fim de setembro!

    Redação de um texto comum entre MJ e sindicatos, anunciando os pontos acima elencados e distribuição pelo orgão de comunicação social.

    Para mim, e para já, era um ponto de partida sério!

    ResponderEliminar
  57. Anónimo6/6/24 20:22

    Caros colegas já enviei a minha inscrição no SOJ...o SOJ é corajoso, o SOJ é Forte. Não era sindicalizado mas agora vamos vamos nesta luta SOJ.

    ResponderEliminar
  58. Anónimo6/6/24 20:24

    Estes desgraçados do soj com apenas 10 por cento dos associados quase sozinhos fazem mais que seis mil e tal gajos...vamos extinguir o SFJ... até se vão c.a.g.a.r todos

    ResponderEliminar
  59. Rei dos Oficiais de Justiça6/6/24 20:34

    Na qualidade de rei venho ordenar a todos os meus seguidores para acabar com o SFJ.

    Mais ordeno a inscrição no SOJ.

    ResponderEliminar
  60. Anónimo6/6/24 21:09

    Se calhar se parece de dizer patetices ajudava á causa, digo eu

    ResponderEliminar
  61. Anónimo6/6/24 21:14

    Algo me diz que o SOJ já não deve representar apenas 10% nem o SFJ deverá representar tanto como representava.

    ResponderEliminar
  62. Anónimo7/6/24 00:04

    Obvio!

    Se as coisas estivessem mais equilibradas o SFJ não teria feito a porcaria que fez!

    Mas ainda assim subestimou a sorte, e pode ter azar ...!

    ResponderEliminar
  63. Anónimo7/6/24 01:05

    E vão dois.

    Afundar

    ResponderEliminar
  64. Anónimo7/6/24 01:23

    SOJ

    Não pares a luta.
    Ojs ainda não conseguiram nada.
    Há serviços em rotura completa e pessoal que está, não aguenta a pressão.

    Edifício em ruinas.

    Agora uns trocados que nem um pequeno almoço paga?

    SOJ és a minha esperança na luta.

    ResponderEliminar

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