“Nem um circo, nem um jardim infantil”

      Após o final da reunião desta quarta-feira, 05JUN, no Ministério da Justiça, na qual o SFJ firmou o acordo com o Governo sobre o Suplemento Remuneratório de Recuperação Processual – acordo esse a que pode aceder por "Aqui" –, e com o qual pôs termo às suas negociações e às suas greves das manhãs; o SOJ, ainda no mesmo dia, discordando e não subscrevendo o tal acordo, enviou uma comunicação à ministra da Justiça, nos termos que abaixo vão reproduzidos.


SFJ+MJ=Acordo-20240605=A.jpg


      «O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) vem, por este meio, e na sequência da reunião hoje ocorrida [05JUN], informar V. Exa. que a proposta apresentada não corresponde às expectativas dos Oficiais de Justiça, nem dá resposta às reivindicações desta carreira.


      Assim, se solicita a V. Exa. que informe da data da próxima reunião, para que possa ser alcançado um acordo, que se pretende, mas que confira justiça à carreira dos Oficiais de Justiça.


      Mais, à cautela, e caso V. Exa. determine encerrado o processo negocial – o que até ao momento não nos foi comunicado – o SOJ requer, nos termos legais, a negociação suplementar.»


SOJ-Oficio-20240605.jpg


      Com a divulgação do ofício dirigido à ministra da Justiça, o SOJ, em nota publicada na sua página do Facebook, esclarecia assim:


      «O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), perante a proposta apresentada pelo Ministério da Justiça, e que considerou insuficiente, solicitou ao mesmo que informasse se a negociação estava encerrada.


      Como, nessa reunião, isso não nos foi informado nem transmitido, o SOJ saiu da reunião e comprometeu-se a analisar a proposta, o que foi, entretanto, feito.


      O SOJ não abandonou o processo negocial – retirou-se da sala pois não faria sentido participar das fotos de assinatura de acordo com outra entidade –, mas insiste em negociar, encontrar um acordo justo e que dê resposta aos problemas da carreira e da Justiça.»


SFJ+MJ=Acordo-20240605=B.jpg


      No Público, leem-se declarações de Carlos de Almeida, presidente do SOJ, que dizem o seguinte: “Temos uma greve a decorrer durante as tardes e podemos lançar um novo aviso prévio que abranja também as manhãs”.


      Ou seja, agora que o SFJ desistiu das greves das manhãs, poderá o SOJ marcá-las, uma vez que não se mostra satisfeita nenhuma das reivindicações base no acordo, como a integração do suplemento e o seu pagamento em 14 vezes ao ano.


SFJ+MJ=Acordo-20240605=C.jpg


      O presidente do SOJ, em declarações que o Público reproduz, recorda que, em março do ano passado, quando era o atual ministro das Finanças, Miranda Sarmento, líder parlamentar do PSD, os sociais-democratas apresentaram na Assembleia da República uma proposta de pagamento do suplemento em 14 vezes e a sua integração no vencimento. “Agora que está no Governo, Miranda Sarmento diz que a lei não o permite. Ora, o Parlamento não é um circo, nem um jardim infantil”, critica Carlos Almeida, questionando as condições do social-democrata, ora ministro, para se manter em funções governativas.


SFJ+MJ=Acordo-20240605=D.jpg


      Fontes: “Nota-SOJ-Fb”, “MJ-Instagram” e “Público”.

Comentários

  1. Anónimo7/6/24 08:24

    A Assembleia da República através de duas leis reforçadas (veja-se a lei de orçamento de estado e a sua natureza jurídica conforme consta na mesma) ordenou ao Governo que legislasse no sentido de 14 meses e que tivessem em conta a aposentação dos Oficiais de Justiça, ambas fixando um prazo.

    Após o terminus do prazo nenhuma das direções (tanto do Soj como Sfj) recorreu aos Tribunais para responsabilizar o Governo por omissão legislativa.

    Agora, temos este acordo de 12 meses com efeitos a 1-6-2024.

    Por outro lado, da parte do Ministério, e atenta a craveira da Ministra e C.ª, o dirigente do SFJ toma atitudes pueris, mais de uma criança atrasada, de quem não sabe negociar.

    Não seria melhor recolhermos assinaturas dos sócios do SFJ para uma assembleia geral para pôr a andar toda a direção.

    Rua Marçal.

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  2. Rei dos Oficiais de Justiça7/6/24 08:26

    Bem vindos a mais uma aula de direito, espero que esteja tudo bem com vocês e vossas famílias.

    Aula n4

    Subsídio de fixação.

    O que consiste/ lei?

    Decreto-Lei nº 190/99 de 05-06-1999

    ----------

    Artigo 6.º - Subsídio para a fixação



    1 - O subsídio para a fixação consiste num único abono pecuniário a atribuir imediatamente, após o início de funções no serviço de destino.
    2 - O subsídio previsto no número anterior é de montante correspondente ao vencimento base mensal, multiplicado pelos factores 6 ou 10, consoante se trate de deslocação para localidade situada a uma distância entre 50 km e 80 km ou superior a 80 km do local da residência.

    Este subsídio os nossos amigos do irn e guardas prisionais recebem.

    Quantos oficiais de justiça residem mais 50/80 KLM e não vem um cêntimo.

    Será que os oficiais de justiça teriam direito a este subsídio?

    Os trabalhos de casa é analisar esta questão, bom estudo.

    Em vez de andarmos a lutar por uma percentagem de um suplemento, que tal incluir no estatuto como outras classes estes vários suplementos.

    Alguém pode dar estas ideias aos sindicatos...coitados não estudaram precisam de ajuda nas ideias.


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  3. Anónimo7/6/24 08:59

    É mau demais e a debandada para o lado do SOJ já começou!

    Daqui a 1 ou 2 meses o SFJ vai sentir na pele a desvinculação de centenas de OJ!

    Não tenho pena nenhuma, apenas o facto de estar sindicalizado nessa estrutura por mais de 20 anos.

    Ontem, isso acabou, dando oportunidade a outros!

    Acredito que façam melhor.

    Abraço.

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  4. Anónimo7/6/24 09:01

    SOJ

    És a minha esperança.
    Não abandones a greve das tardes e marca para as manhãs.
    As migalhas que nos dão são um gozo.
    Num ano darem o que os policias recusam receber num mês.

    Nojo

    SOJ
    Força

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  5. Rei dos Oficiais de Justiça7/6/24 09:16

    Mas tem conhecimento oficial dessa debandada?? É que se sim é bem feita para o SFJ.

    Dizem k não tem culpa ..porque a classe não é unida. Contudo o nível do que reivindicam é sim culpa deles...

    ResponderEliminar
  6. Anónimo7/6/24 10:02

    Quando este governo tomou posse, foi imensamente falado na comunicação social de que haveria que reforçar remunerações de algumas profissões do estado, entre as quais GNR, OJ e outros.

    Quando a Srª. Ministra chamou, na 1º reunião, os sindicatos e estabeleceu as matérias a discutir bem como o calendário, deveriam os sindicatos ter dito à Srª. Ministra que, nesta fase, falariam apenas de um reforço salarial, deixando o subsídio e o estatuto para a fase das negociações imediatamente a seguir.

    Se o tivessem feito, como aqui todos os dias comentei, teríamos no mínimo um reforço de 300 euros (6 vezes mais do que o acordo do SFJ).

    Depois, num gesto de boa vontade, e não prescindindo de robustecer os salários aquando da discussão do estatuto, poderiam então suspender todas as greves, com exceção das relativas a período de almoço e após as 17 horas.

    Isso sim, teria sido negociar com ganhos significativos para todos.

    Seria difícil a Srª. Ministra dizer não a um aumento de 300 euros a 7000 funcionários, quando a sua colega da Administração Interna o dava a DEZENAS DE MILHARES da PSP e GNR!

    Todos os dias dias aqui o disse, todos.

    Enviei também aos sindicatos e-mail em que, com urgência, deveriam discutir a criação de escalões suplementares para permitirem a recuperação do tempo congelado (como os professores), ou até para poderem continuar a progredir, já que muitos, não conseguindo passara a categoria superior, atingiram já o último escalão.

    Todos os dias falei sobre estas coisas e sobre a ordem que as mesma deviam seguir, de forma a que uma se pudessem somar às demais, não correndo de dizerem que já nos tinha satisfazido.

    Nada foi seguido, e acordaram (SFJ) num acordo altamente prejudicial pelas portas que encerra.

    SE tivessem pedido os 300 € em primeiro lugar nada nos pedia, em sede de estatuto, pedir a integração do suplemento.

    Agora como aceitaram o suplemento sem integração e com um pequenos aumento, sempre dirão que já nos deram muito, quando deram migalhas!...

    Sem paciência, mudei ontem para o SOJ e acho que já foi tarde!

    Abraço.

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  7. Anónimo7/6/24 10:08

    Longa vida ao Rei!!!

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  8. Anónimo7/6/24 10:31

    bem dito.
    migalhas, quando outros não aceitam um pão nteiro.

    isto assim não motiva.
    fazer o minimo dos minimos e largar o serviço logo que chegue a hora.
    não há motivação.

    SOJ FORÇA

    ResponderEliminar
  9. Anónimo7/6/24 10:58

    O SFJ vai ganhar o prémio Guiness do pior sindicato da europa e do pior acordo feito desde a primeira revolução industrial e desde que existem sindicatos no começo da era industrial.

    ResponderEliminar
  10. Anónimo7/6/24 11:04

    Recolha de assinaturas para destituir o Marçal !

    Ninguém o mandatou para isto !!!

    Para que foi o congresso ?!?!?

    ResponderEliminar
  11. Anónimo7/6/24 11:06

    FORÇA NISSO APOIADA A 111%

    ResponderEliminar
  12. Anónimo7/6/24 11:10

    Ele pode ficar no lugar, mas perdeu a face ...

    Seria sempre melhor ponderar...

    ResponderEliminar
  13. Anónimo7/6/24 11:50

    Consta por aqui (um Tribunal algures no país...) que o Marçal aceitou este acordo porque está convencido e tem informações seguras que o governo não passa de Outubro e que é certo que vai cair, e vai ficar tudo suspenso novamente, e que por isso terá aceite o mal menor, que é garantir um aumento que mesmo caindo o governo já não poderá ser retirado.
    Será verdade? Não sei. Mas a ser, a jogada até não teria sido má, mas porque raio não explicou aos colegas ? Ficou muito, mas muito mal na fotografia...Traidor é o minimo que parece.

    ResponderEliminar
  14. Anónimo7/6/24 11:58

    Apoiado a 13,5% ! eheheheh

    ResponderEliminar
  15. Anónimo7/6/24 12:04

    Pode-se especular o que se quiser para salvar a face, mas o que resulta para a comunicação social é que houve acordo, e se num futuro muito próximo, discutindo o novo estatuto, não houver acordo, e houver necessidade de voltarmos à greve, TODA a gente vai dizer que aqueles fulanos (nós) nunca estamos satisfeitos!

    Ninguém vai saber dos pormenores das negociações, nem ninguém quer saber !

    Foi demasiado grave o que se passou em 1506-2024, um dia de vergonha para os OJ!

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  16. Anónimo7/6/24 12:18

    Vocês não querem compreender. Toda a gente do sindicato já explicou.
    O que se passou é que a ministra disse que não dava mais nada, nem % nem 14, e não integrava nada. Portanto, como ela disse aquilo, o Marçal só tinha que agradecer a esmola, assinar o acordo e acabar à pressa com as greves, porque estão aí os santos populares, e seus feriados, e com as greves a ministra estava à rasca.
    Portanto, foi um alívio e uma pacificação e não era de cavalheiro aproveitar-se do stress de uma senhora, mas acalmá-la.
    Muito bem esteve o Marçal, um verdadeiro cavalheiro, como já não há.

    ResponderEliminar
  17. Anónimo7/6/24 12:37

    Pois, Pois!

    Eu queria ver a Srª. Ministra (nova) a não negociar nada com os sindicatos dos OJ quando os colegas dela o faziam com os professores, forças policiais e outras profissões!

    Seria muito fácil parar a máquina judicial, dizendo que ela não nos dava o que os seus colegas davam aos outros!

    Isso é desculpa, e só pode ser visto como desculpa.

    Tínhamos uma vantagem que nunca tivemos e perdemo-la porque não "soubemos" negociar.

    Não tentem dourar a pilula, foi uma vergonha!

    ResponderEliminar
  18. Anónimo7/6/24 13:10

    Há cada um na nossa profissão. Como é possível tentar justificar o injustificável

    ResponderEliminar
  19. Anónimo7/6/24 13:31

    Como diz o comentador da 12:37 foi uma vergonha.

    Nem queria acreditar no que estava a ver e ouvir nas televisões.
    Depois de leis de orçamento anteriores sem cumprimento, dias e dias em greve, foi muito estranha para os sócios esta aceitação repentina de quase nada mesmo, daquilo que os Of.J. e o sfj tinham vindo a pedir.

    Falta de consideraçāo e respeito por todas as greves, plenários, manifestações, vigílias e incoerência com declarações anteriores, com este e com anteriores governos.

    Não há explicaçāo e nada tem a ver, como alguém por aqui falou, de queda de governo em outubro.Isso é imaginação e nunca, para um sindicato sério , podia ser motivo para aceitar já qualquer coisa, tipo esmola.
    No M.Justiça com cerca de 7 000 Of.Justiça nāo há dinheiro para mais, para quem está a aguentar os Tribunais e MP em condições dificeis de falta de funcionários, falta de promoções? Até o tempo congelado, descongelando, não vai aproveitar a muitos porque já estāo no último escalão.
    E no M.Educação, Administração Interna, Saúde, que são aos milhares já há melhores finanças ?
    Para quem vão os valores do orçamento do MJ?
    Resta assim o SOJ e greve em vigor.Por enquanto quero ver o que fazem mantendo a associaçāo ao sfj.

    ResponderEliminar
  20. Anónimo7/6/24 13:45

    Há dias em que tudo parece correr mal!

    Depois, vai-se a ver, e tudo correu o melhor por bem!

    Eu reflito o seguinte:

    Para aqueles funcionários mais "rascas" , a ser simpático, o acordo não é mau, trata de um aumento , de um poucochinho é certo, mas não não deixa de o ser.
    Para os mais "dinâmicos" e "mexidos", para os que querem fazer carreira, melhorar a vida, já não será assim, é um fechar de portas por mais uns anos, uma autêntica desilusão.
    Acabei de fazer provas para o IRN e espero mudar de vida rapidamente.
    Viva o Marçal e estes Governos que nos desprezam.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo7/6/24 13:49

    Esqueci de o referir e por isso escrevo agora : ainda bem que tudo aconteceu assim para não me sentir constrangido. Assim que eu puder fujo a sete pés.

    Vistos em quem nos aldrabou é que nunca mais - mal por mal vou para iniciativa liberal...

    ResponderEliminar
  22. Anónimo7/6/24 13:59

    Toda a gente ficou chocada com a assinatura deste acordo pelo sfj. Incluindo os respectivos delegados sindicais.
    Entretanto, e perante as reações manifestadas, umas jovens que se identificam como sendo dirigentes sindicais desse sindicato vieram para uma conhecida rede social apelar à compreensão dos filiados, quase os acusando de serem uns ingratos, por não reconhecerem o enorme esforço que os dirigentes sindicais têm desenvolvido para concretizar os anseios da classe, que têm "dado o corpo as balas" (sic), que tantas acções judiciais ganharam, trazendo aos oj algum dinheiro, etc, etc, etc...
    Após tais dissertações, onde também explicaram que não foi possível alcançar melhor acordo porque a senhora ministra da justiça explicou que não podia ser, e após se debaterem desesperadamente para justificar o injustificável, para defender o indefensável, alguns colegas (bastantes, ao que me apercebi) começaram a claudicar, parecendo quase envergonhados da sua reação inicial e acataram as explicações dadas.
    O sfj conta com esta mansidão.
    Sabe que por muito descabidas que sejam as suas explicações, o rebanho não se afastará e continuará a acatar.
    Ninguém achou estranho que o discurso do Sr. Marçal tenha mudado radicalmente entre duas reuniões, sendo que na primeira se oferecia 12,5% a 11 meses e na segunda apenas mais 1% a 12 meses, sem a tão propalada integração, a qual constituía uma questão da qual não se abdicaria.... sendo que foi trazido ao conhecimento público que tal acordo iria ser assinado antes da reunião em causa ter tido lugar.
    O que terá acontecido entre as duas reuniões? O que terá sido combinado nas conversas que não foram trazidas a público? Alguém foi favorecido e não foi a classe dos oj.....
    Assim, sempre fica mais barato ao Estado e sempre é menos uma classe a reclamar por salários dignos.
    Somos mesmo uma carreira especial. Muito especial mesmo!
    Abraço

    ResponderEliminar
  23. Meus amigos, obtive a explicação do SFJ, facilmente compreensível de que o SRP ao passar a ser atribuído a pessoas de baixa médica, deixa de ter o conceito de suplemento e passa a ter o conceito de remuneração.
    Assim, o acordo alcançado foi extremamente positivo.
    Por outro lado, a vontade mostrada pela Sra .Ministra (na qual não votei) é extremamente positiva. Vejamos, esteve sempre presente nas reuniões, ao contrário das anteriores, deu a benesse supra descrita que abre caminho legal à integração (não acredito que uma jurista conceituada tenha efetuado tal por lapso) e ainda aumentou o valor do antigo suplemento, agora parte da remuneração.
    Ou seja, fez mais ela pela classe em poucas semanas que os anteriores em mais de oito anos.
    Os nossos representantes não podiam, não podem, estragar esta aparente boa vontade com o extremar de posições. Não podemos descarregar toda a frustração de oito anos em cima de quem nos está a considerar e a tratar com respeito.
    Aguardemos pois até setembro pelo andar da carruagem.----------Pensem, de cabeça fria, e esqueçam o rasgar dos cartões. Quem aguardou tanto tempo pode aguardar mais uns meses.
    Eu sempre fui um pouco descrente e defensor de lutas mais intensas e greves de meses. Porém, nesta fase, acredito e regozijo-me pela posição tida pelo SFJ.
    Força Marçal e companhia.

    ResponderEliminar
  24. Anónimo7/6/24 14:15

    O que se passou foi grave, muito grave.

    A questão do subsídio, sendo importante, é sempre menor em relação ao novo estatuto no seu todo, muito menor.

    Mas sendo menor, já não era o facto de ser integrado, e foi sempre isso que ouvimos nestes últimos muitos, muitos anos.

    A somar a tudo isto, não deveria sequer ter aceite os 13,5 % x 12 mas sim os 10% x 14, que foi o que sempre pedimos, embora a pequena vantagem financeira.
    É exatamente pela pequena vantagem financeira que perdemos vantagem para depois pedirmos verdadeiro reforço salarial.
    Com uns tostões a mais o MJ condicionou-nos futuramente.

    Com esta capacidade negocial, que esperar de aumentos salarias?. De regime de aposentação diferenciado? E de todo um conjunto de outras matéria que temos de reivindicar, ou rejeitar (SIADAP)?

    Com acreditar na capacidade de António Marçal e do SFJ?!!

    Eu não acredito, e já fiz o que podia fazer em relação a isso...

    Abraço

    ResponderEliminar
  25. Anónimo7/6/24 14:22

    Só podes fazer este comentário para fazer o favor a alguém, porque o que diz não tem sentido nenhum!

    O dia 05-06-2024 foi um dia de vergonha para o SFJ, que mostraram impreparação e falta de resiliência, e somos nós, estes poucos milhares que vamos pagar por isso, com os nossos salários erodidos por uma terrível inflação, pela impossibilidade de ascender na profissão, ou até progredir na antiguidade.

    Foi grave porque mexe com as nossas vidas, com as nossas expectativas.

    Não é um brincadeira!

    É vergonhoso!

    Não tentem virar o bico ao prego!

    ResponderEliminar
  26. Anónimo7/6/24 14:28

    Estou esperançado no SOJ

    ResponderEliminar
  27. Anónimo7/6/24 14:33



    SOJ

    ACODE-NOS


    ResponderEliminar
  28. Anónimo7/6/24 15:45

    Para mim o sr. Marçal não tem legitimidade para assinar o acordo que assinou, uma vez que o que estava em cima da mesa era a integração do suplento, era para isso que ele estava mendatado, foi por isso que fizemos todos estes sacrificios, chegamos a um ponto em que tinhamos tudo a nosso favor, e num piscar de olhos fomos traídos, sim porque eu sinto-me traído. Sou sindicalizado há muitos anos, mas agora chega. Não me sinto representado por este sr. Vou entregar o meu cartão de sócio, o que já outros colegas fizeram.
    Já que não se demite vai ficar sem associados, a representar-se a si próprio.

    ResponderEliminar
  29. Anónimo7/6/24 16:39

    É uma pena mais pessoas não darem o "salto" para o SOJ.

    Só demora 5 minutos, e o facto de o SOJ ter mais associados também lhe dá mais força na mesa das negociações, quer perante o SFJ, quer perante o MJ.

    Mas eu penso que a maioria dos OJ nem sequer quer perder 5 minutos, afinal de contas isto não é nada connosco (ironia)!

    ResponderEliminar
  30. Anónimo7/6/24 16:48

    Sr. Administrador do blog,

    Havia de colocar aqui a tabela remuneratória com o valor do suplemento actualizado...
    É só uma sugestão...

    Cumprimentos.

    ResponderEliminar
  31. Anónimo7/6/24 17:53

    Sempre estou para ver durante quanto tempo o SOJ vai manter a greve da tarde.

    O Carlos vai levar um puxão de orelhas não vai tardar muito, e lá voltarão os "novos cristãos" a rasgar os cartões.

    Ou então o Carlos Almeida já tinha tudo combinado com o governo, numa estratégia que se percebe, e agora consegue mais qualquer coisa, deixando o SFJ de joelhos.








    ResponderEliminar
  32. Anónimo7/6/24 18:03

    Também acho bem.

    ResponderEliminar
  33. Anónimo7/6/24 18:05

    Temos de apoiar o SOJ, dar-lhe força para ver se ele con segue chegar mais perto do que nós queremos!

    ResponderEliminar
  34. Anónimo7/6/24 18:14

    Haja paciência.

    Maquiavel não faria melhor!...

    ResponderEliminar
  35. Anónimo7/6/24 18:43

    O que esteve em causa no recente processo de negociação foi a alteração ao decreto- lei que atribui o suplemento de recuperação processual aos Oficiais de Justiça e não uma revisão estatutária que se encontra relegada para momento posterior.

    Este decreto-lei, na sua origem, procurou compensar os Oficiais de Justiça pela necessidade da
    permanência dos mesmos, nos locais de trabalho, para além desse horário, pelo respeito pelos princípios da continuidade da audiência e da imediação, pela salvaguarda dos prazos directamente relacionados com a defesa de direitos fundamentais.

    O que eu penso, que no âmbito desta negociação, o SFJ, podia e devia ter exigido mais.

    A atribuição de um subsídio de refeição (jantar) quando as diligências se prolonguem para além das 19:O0 horas;

    Retroativos a 1 de janeiro de 2024;

    E fixação de um prazo, até Outubro de 2024, para aprovação de um novo estatuto.

    Tudo isto era possível e sem grandes controvérsias, tendo em conta o que estava em negociação.

    ResponderEliminar
  36. Anónimo7/6/24 18:53

    Um quarto de século após a moscambilha que fez crescer os salários duns sem que outros viessem exigir análoga benesse, eis que os defensores da, então beneficiada, classe, e os seus dedinhos que adivinham, vêm agora, como então, imbuídos da mais pura boa fé negocial, indicar que o caminho mais seguro para a concretização dos anseios remuneratórios dos seus apaniguados, é aquele que faz jus à máxima de que mais vale um mau acordo do que uma boa demanda.

    Qual é a pressa?

    ResponderEliminar
  37. Anónimo7/6/24 19:04

    SIM verdadeiramente V E R G O N H O SO...
    Como é que há colegas que ainda não perceberam ?!
    Continuem a mostrar que nem grau de complexidade 2 merecemos

    ResponderEliminar
  38. Anónimo7/6/24 19:06

    É verdade meu rico dinheirinho das greves para morrer na praia !

    ResponderEliminar
  39. Anónimo7/6/24 19:09

    Agora Sra ministra depois deste acordo que a fez poupar alguns milhares vai sobrar dinheiro que vai ser canalizado para outras classes do ministério da justiça os mesmos de sempre. Ate os advogados vão ter aumento nas oficiosas maior que o meu aumento que agora diz que me vai dar.
    Outros vão beneficiar ás custas dos oficiais de justiça.
    É de ficar revoltado mas como são mansos daqui a umas semanas eles acalmam.

    ResponderEliminar
  40. Anónimo7/6/24 19:10

    Eu explico, o que se conseguir agora é o que conseguir.
    Em Outubro provavelmente o governo cai e para o ano não há margem orçamental para aumentos.
    Os sindicatos mais espertos estão a dar tudo por tudo agora porque sabe que é assim.
    Negociamos com um governo minoritário, com greves sem serviços mínimos.
    O contexto nunca será mais favorável do que este.
    Haja capacidade, competência e coragem .
    O SFJ. revelou não ter nada disto .

    ResponderEliminar
  41. Anónimo7/6/24 20:44

    ???!!!!´

    Eu não sou burro, mas não percebi...!

    ... mas também não tenho 1/4 século na profissão!

    ResponderEliminar
  42. Anónimo7/6/24 20:44

    Mas quase ... !

    ResponderEliminar
  43. Anónimo7/6/24 20:46

    É como se uma desesperada fosse a uma ... ... sexshop e aí encontrasse sossego...!

    ResponderEliminar
  44. Anónimo7/6/24 20:48

    Tenha juízo que eu não sou parvo!

    Se fosse mesmo assim, era um mal menor, o problema é que não foi nada assim, e foi um mal maior!

    Alguns chamam-lhe de traição!

    ResponderEliminar
  45. Anónimo7/6/24 20:50

    Atenção:
    A primeira parte do seu comentário é contraditória com a segunda!

    Desinformação?!!!

    Que fique claro - O SFJ esteve mal, muito mal!!

    ResponderEliminar
  46. Anónimo7/6/24 23:59

    Não me admirava absolutamente nada que assim fosse.
    Aliás, seria o mais coerente com a atitude que o caracteriza.

    ResponderEliminar
  47. Anónimo8/6/24 00:14

    Hoje aconteceu um episódio Muito Grave na Conarca de Porto Este!
    Investigue-se

    ResponderEliminar
  48. Rei dos Oficiais de Justiça8/6/24 01:41

    O k aconteceu?

    ResponderEliminar
  49. Anónimo8/6/24 02:18

    As jovens dirigentes sindicais, não devem trabalhar nos tribunais... cheira a comichão de serviço...

    ResponderEliminar
  50. Anónimo8/6/24 02:22

    Mais um que deve ter um tachito em comichão de serviço e.. deve receberal uns cobres por relações públicas do Marçal...

    ResponderEliminar
  51. Anónimo8/6/24 02:24

    A luta continua Marçal para a rua

    ResponderEliminar
  52. Ah, sim: o Marçal tem 1 bola de cristal! Que deve estar rachada, ou o Marçal "pitosga"...!

    ResponderEliminar

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Mais um acordo assinado e foi “uma grande vitória” e foi “o que se conseguiu”, diz o SFJ