SOJ mostra a fita do tempo da reunião do (des)acordo e agora quê?

      O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) emitiu uma informação sindical na qual descreve a sequência de acontecimentos na reunião conjunta ocorrida no Ministério da Justiça (MJ) no passado dia 05JUN, o dia do acordo do MJ com o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ).


      Consta assim na informação sindical:


      «Iniciada a reunião, a Senhora Ministra da Justiça anunciou que o SFJ, depois da última reunião, enviou ao Governo uma contraproposta, escrita, em que reivindicava, para assinar um acordo, o pagamento do suplemento aos Oficiais de Justiça que se encontram de baixa médica, dos provisórios e dos que tinham notação igual ou superior a suficiente. Reivindicava também, esse Sindicato, que as alterações retroagissem a janeiro de 2024.


      Esclareceu a Senhora Ministra da Justiça ainda, que a retroatividade antes discutida com o SOJ, e aceite como negociável, era agora afastada pelo Governo.


      Posto isto, o SOJ recordou à Senhora Ministra da Justiça que, foi a própria, em reunião anterior, a informar este Sindicato, quando propusemos que pudessem as propostas e contrapropostas ser apresentadas por escrito, quem defendeu que não fazia sentido andar a trocar propostas e contrapropostas escritas, pois a negociação decorria com mais celeridade, se as propostas fossem verbalizadas e discutidas durante a reunião.


      Ora, tendo a Senhora Ministra da Justiça aceitado, na última reunião, depois de termos discutido o pagamento do suplemento aos colegas em situação de provisórios, aos colegas de baixa médica e aos colegas com notação de suficiente, no que este Sindicato considerou pouco, reivindicando mais, nomeadamente uma proposta de valor mais robusto, não fazia qualquer sentido, nesta reunião, aceitar um acordo que é inferior ao que esteve em cima da mesa na última reunião.


      O SOJ considera, igualmente, que a proposta apresentada, agora, de 13% – num aumento de 0,5% relativamente à proposta anterior –, está muito abaixo do que entende por proposta mais “robusta”.


      Assim, o SOJ, pediu à Senhora Ministra da Justiça que informasse se o processo negocial estava encerrado, esclarecendo que, caso estivesse, iria requerer, em 5 dias, reunião de negociação suplementar. Como não foi encerrado o processo negocial, pois isso não nos foi transmitido, o SOJ informou que sairia da sala, para que outra entidade assinasse o acordo.


      Perante isto, a Senhora Secretária de Estado da Administração Pública solicitou ao SOJ que aguardasse e, após diálogo com a Senhora Ministra da Justiça, informou que iria ser apurado, junto de outros membros do Governo, a possibilidade de ser robustecida e melhorada a proposta. Reivindicava então o SFJ, para melhoria do acordo, que os efeitos retroagissem a janeiro de 2024.


      Passados uns minutos a Senhora MJ e a Senhora SEAP regressaram à sala de reunião, informando que o Governo recusava a retroatividade, mas que apresentavam nova proposta, mais robusta, no valor de 13,5%


      Todavia, entendeu este Sindicato, SOJ, que aumentar 1%, relativamente à proposta apresentada na anterior reunião, continuava a ser insuficiente e o SOJ sairia da reunião, o que fez de seguida.»


      Termina assim o relato da reunião, saindo o SOJ e ficando na sala todos os membros do Governo e do SFJ, para a assinatura do seu acordo.


      Recapitulando, o MJ apresentou uma primeira proposta de subida do valor do suplemento de 1,66%, depois, na segunda reunião, subiu para 2,5% e, por fim, na terceira reunião ofereceu, no início 3% para acabar na quarta percentagem ofertada de 3,5%.


      No final da informação sindical acima transcrita, o SOJ recorda que a sua greve de todas as tardes, iniciada em 10 de janeiro de 2023, isto é, há um ano e meio, se encontra ativa, que é por tempo indeterminado e que não tem serviços mínimos.


      Diz assim:


      «Essa greve não tem serviços mínimos e abrange o período entre as 13h30 e as 24h00. Todos os Oficiais de Justiça, sejam sindicalizados neste ou em outro sindicato, e mesmo os não sindicalizados, podem fazer greve, pois não vamos desistir de lutar pela nossa razão.»


      Mas, para além da greve desta greve do SOJ de todas as tardes a começar às 13H30, está também ativa a do SFJ a partir das 12H30 até às 13H30 e depois das 17H00, também por tempo indeterminado e sem serviços mínimos.


      Estão a faltar as greves das manhãs, que o SFJ retirou, sendo certo que o SOJ já insinuou à comunicação social que poderia convocar greve para as manhãs, repondo a posição de força que até aqui existia nos Oficiais de Justiça.


      Perante essa insinuação do SOJ, muitos Oficiais de Justiça mostraram satisfação pela ideia, manifestando desejo para que tal aconteça o mais depressa possível, ainda antes da próxima reunião do SOJ com o MJ/Governo, sugerindo, e aqui damos nota disso, de que o aviso prévio deveria ser emitido imediatamente para ser remetido também à ministra da Justiça e aos demais elementos do Governo presentes nas reuniões, repondo a força que foi retirada aos Oficiais de Justiça, força essa que nunca antes tinham tido nesta dimensão que tanto apavorou o Governo.


      Uma vez que a ministra da Justiça se encontra no estrangeiro por estes dias, é perfeitamente possível voltar a ativar a greve para as manhãs, com os mesmo serviços mínimos anteriores nos mesmos dias, pois já antes assim foi aceite pelos colégios arbitrais, embora sem a dependência limitadora da necessidade das diligências agendadas.


      Os Oficiais de Justiça que manifestaram opinião sobre este assunto da reposição das greves das manhãs, consideram que essa seria uma boa forma de retomar a negociação para o robustecimento do já acordado com o SFJ. Mais consideram que, no mínimo, sentir-se-iam mais confortáveis se os termos do acordado fossem alargados no novo acordo, fazendo incluir uma cláusula de compromisso da integração do suplemento.


      Ou seja, embora sem se abdicar da reivindicação imediata da integração, no mínimo, deveria constar no escrito um sério e inevitável compromisso de que tal integração virá realmente a suceder e que este extra remuneratório não virá a ser suprimido aquando da implementação do novo suplemento, como se pretende. É uma questão de segurança; de garantia e, se o Governo estiver de boa-fé, nada oporá em acordar algo tão simples quanto isso.


      Quer isto dizer que os Oficiais de Justiça já nem reivindicam nada para o imediato, querem é segurança e que os compromissos, isto é, a palavra dada, seja mesmo sempre honrada e por todos, pois estão cansados de que a palavra dada seja perdida e que mesmo os compromissos escritos e até democraticamente alcançados pelo voto venham a ser ludibriados, desrespeitando sempre os mesmos.


      Também na impossibilidade de imediatamente robustecer o valor percentual, para compensar a falta de integração imediata e o pagamento em 14 prestações, como o Governo vem teimando, então há que acordar no aumento do valor atual dos 3,5%, valor este que foi subindo aos bocadinhos em três reuniões, estabelecendo novas subidas pré-programadas, por exemplo: mais meio ponto percentual em agosto, outro meio ponto em outubro e terminar o ano em dezembro com mais meio ponto percentual, a fim de se atingir o patamar mínimo da decência dos 5%.


      Perante alguma postura de inflexibilidade do Governo, não se desiste, inovam-se as propostas, para contornar os obstáculos negociais, é essa a postura responsável a ter.


      Nesse sentido, outras variantes podem ser pensadas e negociadas, como, por exemplo, um aumento percentual diferenciado, mais alto para as categorias que auferem menor valor de vencimento e estão mais sujeitos às contingências da própria recuperação processual e mais deslocados dos seus domicílios, como os Escrivães Auxiliares, baixando, ou não subindo tanto, o valor percentual das categorias com vencimentos mais elevados e, na sua maioria, mais próximos dos seus domicílios. Por exemplo: seria possível e justo diferenciar retirando a um Secretário de Justiça meio ponto percentual para o incluir a um Escrivão Auxiliar? Descer a um de 3,5 para 3 para que outro possa subir de 3,5 para 4? Seria justo? Claro que estas distinções são de evitar, mas numa situação de necessidade extrema podem ser apresentadas e buriladas.


      É o mínimo dos mínimos que não se pode deixar de reivindicar e não é nada do outro mundo, pelo contrário, é perfeitamente alcançável.


      Nenhuma entidade sindical que se preze pode parar um processo negocial à segunda reunião, desistindo das suas reivindicações e levando um acordo pronto de desistência, das reivindicações e das greves, para a terceira reunião, anunciando mesmo, de véspera, tal acordo à comunicação social, gabando-se de ter logrado um grande feito porque a ministra disse que não era possível mais e acreditaram nisso.


      Claro que é necessário mais esforço, vontade, resiliência e, sem dúvida nenhuma, responsabilidade para com os seus representados.


EspelhoMaçã.jpg


      Fontes: “SOJ-Info” e “Público”.

Comentários

  1. Anónimo8/6/24 09:16

    Não se percebe o Governo.

    Deve estar mal informado: só o facto de os colegas sairem da carreira por esta não ser atrativa não é preocupante.

    Não é suficiente para tomarem medidas.

    Estão à espera de quê?

    Rua Marçal.

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  2. Anónimo8/6/24 09:26

    O SOJ tem agora uma responsabilidade enorme! Tem de mostrar a ambição e a vontade que faltou ao SFJ.
    Se for para lutar, mais vale assaltar o Banco de Portugal do que a mercearia da esquina! Pelo menos luta-se por algo que valha a pena! O SFJ demonstrou uma mesquinhez e uma pequenez insultuosa para todos nós! Se a justificação é não saber se o governo vai aguentar por 6 meses, mais uma razão para exigir o máximo e não se contentar em negociar aos 0, 5 % por reunião! Perdi, e os colegas, milhares de euros com tanta greve feita e em troca tudo se resumiu a um ganho de 3,5 % de um subsídio! Em vez de de 4 carcaças, graças à luta estóica e aguerrida do SFJ, conseguimos 5!
    Francamente, tenho os olhos postos no SOJ e o governo também os deve ter! Por isso, vamos exigir sem vergonha nem complexos aquilo a que temos mais que direito!

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  3. Anónimo8/6/24 09:28

    Distraíram-se com o SRP e deu nisto!

    Nós temos coisas muito importantes a discutir com o Governo.

    A questão da reforma diferenciada, a estruturação da carreira, a integração do SRP, e até questões menores como a disponibilidade permanente ou a exclusividade, são questões que devem ser discutidas no futuro próximo (que se quer muito próximo), todas em conjunto no âmbito do novo estatuto.

    Como nos últimos anos existia um verdadeiro sentimento de crispação entre os OJ e o MJ, deveriam os sindicatos, em troca de um período de paz, ter negociado um reforço da massa salarial, sem que isto nada tivesse a ver com o SRP.

    Bem sei que podem dizer que o governo não aceitaria, mas com tanta exigência de outras carreiras da administração pública era por aí que se deveria ter começado.

    Podia-se, por exemplo, ter proposto ao Governo que os sete mil OJ aceitariam, para já, o aumento já proposto a dezenas de milhares de agentes de segurança (300 euros), e que estes recusaram, comprometendo-se os sindicatos a retirarem as greves em vigor até Outubro deste anos, data final para se concluir o "novo estatuto".

    Conseguíramos assim uma vantagem económica substancial e o Governo alcançaria uma paz nas secretarias judiciais. Todos ganhariam e todos poderiam mostrar serviço.

    Mesmo que exista da parte do SFJ e do governo mais algum compromisso que nós desconheçamos, a verdade é que outros governos no passado já deram o dito por não dito. Repito, se há outros compromissos, estes deveriam ter sido ou serem tornado público de forma a obrigar o Governo a honrá-los.

    A situação agora é de grande perplexidade.
    As pessoas sabem que vão ganhar um poucochinho mais, mas não sabem de mais nada, parecendo que estamos à mercê da boa vontade do Governo.

    Isto não pode ser, isto não pode ficar assim, e o SFJ e o SOJ têm que dizer mais algumas coisas aos OJ, alguma coisa que mostre o futuro próximo, que parece não existir.

    O SFJ este mal, muito mal, mas agora meus colegas, há que continuar a luta, em todas as sua formas possíveis!

    Abraço.

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  4. Anónimo8/6/24 09:38

    Um sindicato que na nossa classe não consegue a integração do suplemento nem os 14 meses nem um pequeno aumento desse suplemento de 5% aos 14 meses já integrados não é digno de se chamar sindicato.
    Era o minimo que se exigia nesta negociação. Nem isso conseguiram.
    Esse minimo passou agora para o SOJ.
    Depois tera de vir em breve um novo estatuto e uma valorização salarial a serio, pois estes minimos nem assim são suficientes para captar novos funcionarios e gente interessada na carreira.
    O governo tem de compreender que em certas áreas do estado acabou as facilidades de conseguir mão de obra barata e a trabalhar ao preço da chuva.

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  5. Anónimo8/6/24 10:13

    É só politiquices.... está tudo comprado.
    O Marçal que vá trabalhar.

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  6. Rei dos Oficiais de Justiça8/6/24 10:15

    Bom dia caros.formandos venho comunicar que hoje não haverá aula porque fui beber uns copos....e hoje ainda tou muito cansado...logo que possível se retomará as aulas

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  7. Bom dia penso que se devia insistir na retroavidade a janeiro de 2024 e na integração. O ministro Sarmento na campanha eleitoral foi a voz dessas promessas. Há que responsabilizar está gente. Como se pode dizer uma coisa e fazer outra. Confronta-los com essas declarações, na reunião e publicamente

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  8. Líder das Ovelhas8/6/24 11:06

    Agora é que é!!! O SOJ é o Salvador da pátria!
    Vai ter congresso, eleições e tudo!
    Desde 2006 já se fartou de trazer ganhos aos oficiais de justiça!
    O Marçal que é do PS, afinal anda locumunado é com o PSD.
    Esperem, mas não é o Carlos Almeida que é do PSD?!
    Estranho, muito estranho...

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  9. Anónimo8/6/24 11:29

    É isso mesmo, bastará vez após vez confronta-los com as próprias declarações!

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  10. Anónimo8/6/24 11:29

    Bota abaixo!

    Estás ao serviço de quem?!

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  11. Anónimo8/6/24 11:30

    Depois da esquizofrenia dos últimos dias com comentários e posições exacerbadas, há que ter cabeça fria e alguma objetividade.
    Do artigo de hoje retive uma frase que resume muitobem o ponto essencial que nos deve preocupar:
    "...deveria constar no escrito um sério e inevitável compromisso de que tal integração virá realmente a suceder e que este extra remuneratório não virá a ser suprimido aquando da implementação do novo suplemento,..."
    O mais importante de tudo são as questões que vão ser negociadas de seguida, e a importância do SRP resume se a isto mesmo.

    É uma visão muito esclarecida do articulista.

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  12. Anónimo8/6/24 11:56

    Sem dúvida

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  13. Anónimo8/6/24 11:57

    Se o Carlos Almeida é filiado no PSD não sei, mas posso dizer que já votei PSD e isso não me inibiu de votar noutros partidos ou discordar das suas políticas.

    Do que se passou é possível extrair as seguintes conclusões:
    - o Marçal estava mesmo convencido que o projeto que foi apresentado pelo PS era mesmo bom - como disse - e preparava-se para o avalizar apesar da desclassificação generalizada e do embuste em que se traduzia.
    - só não será assim se tiver sido outro o comportamento, se andaram ambos, PS e SFJ, a enganar-nos a todos com falsas reuniões com vista a protelar o assunto e a manter o caos.
    -o caos impera nos tribunais e parece óbvio que a solução é a revisão do estatuto e a qualificação e regeneração dos serviços.
    - o SFJ parece resignar-se e conviver muito bem com o catastrofismo.
    - o destino fatídico dos serviços judiciais e do MP está traçado e parece ser querido por todos.

    Era preciso mais, muito mais, e a não ser que exista uma agenda escondida o melhor é desistir e quem puder por-se a andar.

    E se a "barraca cair" deixa que caia ... hoje vai haver festa na Gandaia ....

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  14. Anónimo8/6/24 12:00

    Pois claro é o minimo dos minimos, pois há 20 anos que não honram a palavra dada.
    E ainda acreditam?

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  15. Anónimo8/6/24 12:04

    Sr bloguer

    Então a integração e pagamento por 14 meses dizem eles, elas, see ilegal?

    Mas não foi aprovada em dois orçamentos de estado e agora é ilegal?

    Pode esclarecer?
    E porque não retroage a 2021 ano em que ficou assente nessa lei do orçamento de estado?

    Que honra pela palavra mesmo escrita é esta?



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  16. Anónimo8/6/24 12:06

    Que se f... a incorporação...
    Então as promoções e o fim desse regime de exceção que agora é a regra, da substituição, quando é que vai acabar ...

    Toda a gente quer que tudo fique como está mas com mais dinheiro no bolso, isso já não é solução, pelo menos para mim, pois se não tenho expetativas de carreira ponho-me a andar e depressa que ontem já era tarde - nem olho para trás - são todos situacionistas e sem visão de futuro pensam pequeno ou muito pequenino e notoriamente tomam-nos a todos por burros de carga, por otários.

    E é isso que somos - otários.

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  17. Líder das Ovelhas8/6/24 12:12

    É giro é ver por esses tribunais fora, o pessoal a ser contra os Provisórios receberem o subsídio, assim como são contra o recebimento na doença e a partir da nota de suficiente. Isto, na opinião do líder das ovelhas, diz muito de uma classe.
    Depois é o SFJ é que está mal.

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  18. Anónimo8/6/24 12:20

    algém sabe dizer como desvincular-me do SFJ? existe uma minuta ou basta por email? obg.

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  19. Anónimo8/6/24 12:53

    Porra, que obsessão com a porcaria da incorporação do SRP.
    Ainda não perceberam que isso já é anacrónico e é estar a falar para as paredes?
    Se nenhum dos últimos governos eleitos quer ir por esse caminho, o que adianta?
    Na questão salarial o foco tem que ser a valorização da tabela, horas extraordinárias pagas, promoções, rejeição do siadap, etc.
    É isto que torna a carreira mais atrativa e oferece motivação a quem cá está.
    O resto é obsessão de quem está de saída.

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  20. Augusto César8/6/24 12:54

    Qual é a responsabilidade do SOJ? Andar debaixo do PSD! Para mim isto é tudo combinado, os burros vem para mim e subo à conta dos outros que pensam por todos, onde já foram apresentadas as ações dos soj? Onde anda ele nestes anos todos? Convocou a greve e sumiu, tenho pensado muito no que fazer, estou casado mas a verdade é que a comunicação social fala sempre do adi, pede entrevistas a eles, as ações judiciais são todos deles, e o sou? Um balde de merda, é o chega, aproveita as migalhas e a pouca intelectualidade de muitos que só querem ver sangue e sobe a custa de todos nós que fazemos as greves, eu fiz todas, e estou cansado, sem dinheiro, quero ver quem diz que queria mais ou nada quantas greves fez? Mostrem os vossos recibos? Tomates e vergonha na cara de muitos que andam aqui a dizer que fazem e isso! depois andam aí a perder migalhas ao soj e levamos todos um grande chuto no cu. Como dizia a minha falecida mãe, quem tudo quer tudo perde, deixem se de merdas e concentrem as energias para o que vem aí, sinceramente pensei em desassociar me mas vou continuar e esperar porque é desta, em 30 anos nunca se consegui nada e agora sim, andamos a receber dinheiro das ações do sfj e do som NADA! Se não dizem nada de jeito vão trabalhar e não atrapalhem quem está a fazer um bom trabalho

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  21. Anónimo8/6/24 12:59

    O colega tem razão.
    Não é ser do bota abaixo.
    A partir do momento em que o sindicato mais representativo fez este acordo e cedência, na minha opinião precipitado, dificilmente alguma ação de luta do Soj terá sucesso significativo, tirando algumas tardes de greve à sexta feira.
    Terá mesmo que haver um período de tréguas para negociar o que importa, valorização da tabela, horas extra pagas, progressões, etc.
    Exigir um limite temporal curto para haver compromissos escritos e resultados, e se nada aparecer, reiniciar a luta de novo.

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  22. Francisco César8/6/24 13:02

    Eu pensei o mesmo mas para ir para pior deixo me estar, estes ainda fazem alguma coisa e o outro? Um dia liguei para la e ajuda? Nada, jurei para numca mais, fui para o sfj que me ajudou logo e nao fossem eles estava lixado à espera da ajuda do soj! Ele vê agora a opurtunidade para subir e ja lo aqui e é verdade, para mim esta feito com eles pois so o sfj move a massa e se os destruir têm o controlo total nos funcionários, pensa nisto colega, as ações ganhas, a influência que têm com os conselhos todos o alvo a avater é o sfj e estive a ver e se ganharmos a acao da integração do suplemento com os efeitos de 2021 vai ser muito bom para mim e todos, pensa bem pois vais para o inimigo, ele nao tem direito a menhuma reuniao complementar isto nao é a negociação do estatuto, se queremos mais é com o sfj

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  23. Anónimo8/6/24 13:08

    Está pergunta é impressionante e reveladora das capacidades intelectuais da generalidade dos oficiais de justiça.

    Depois querem uma valorização equivalente a outras carreiras de complexidade funcional nível 3 , á dos licenciados, ou até mais.

    A solução noa tribunais é reconhecer que existem funções administrativas, e para essas os recrutamentos podem ser diferenciados, e ao nível regional ou até municipal. Depois reconhecer que existem outras funções, mais específicas e técnicas, cuja diferenciação exige qualificações específicas - a de oficiais de justiça - e para essas exige-se uma carreira atrativa e compensatória.

    Embora se possa pôr cavalos a puxar carroças não conseguimos pôr burros em corridas de cavalos.

    O que se passa nos tribunais é um pouco isso, gente trabalhadora como os famosos " Machos" de trás -os-montes a quem se carrega a albarda até arrear e não se aproveita as potencialidades de outros colocando-os a fazer "trabalho de carga" deslocando-os das funções para as quais estão melhor preparados e vocacionados.

    E enquanto está mentalidade continuar os tribunais serão aquilo que muitos apelidam de locais da "caca" , pois só por cá fica quem não consegue fugir ...

    É impressionante ver o desprestígio gritante dos tribunais e dos locais onde antes nos orgulha vamos de trabalhar.

    Os tipos mudam as pessoas parece que não ...

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  24. Francisco César8/6/24 13:14

    É sim do psd anda lá pelos corredores da AR com os do PSD, o meu filho trabalha lá e isto é combinado, cheira mal, isto está feito para nos destruir. Quero ver o que faz vão para ele e depois ianda andam a pedir guarida aos outros! Quero ver o que ele vai fazer, o que ele faz? nada o andre ventura 2, fala muito mas pouco faz, nao tem credibilidade nenhuma nem postura com ele é que nao ganho nada, ja precisei e nada! Dele distância. Anda à procura do puder e à custa dos burros que nao sab do que falam. Eu quero as migalhas, quero o que ai vem, preciso de dinheiro fiz todas as greves e já nao faço mais nenhuma, vocês o que queriam era continuar a estar sem trabalhar e agora a culpa é do sfj, agora é que vamos começar a ter tudo o que temos direito, e quando. Atenção que se sairem tem de pagar tudos os meses que passaram sem swrem sócios a mim aconteceu e por isso ja não saio ja vim onde estou mais seguro

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  25. Anónimo8/6/24 13:42

    Tem toda a razão, que eu saiba a lei é para cumprir!

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  26. Anónimo8/6/24 13:45

    Não misture as coisas nem tente criar a divisão dos OJ.

    O SFJ esteve muito, muito mal, e tem que vir explicar muitas coisas a curto prazo.

    Aliás, não se compreende todo este silêncio face ao descontentamento geral.

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  27. Anónimo8/6/24 13:49

    Para isso vá ao site do SOJ (soj.pt) -> associados > proposta de sócio.
    Preencha e submeta. Vai receber um email com um modelo com quase tudo preenchido.
    Quando enviar, eles (soj) tratam do resto junto da DGAJ.

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  28. Anónimo8/6/24 13:59

    Já perderam cerca de 15% dos associados e vêm para aqui fazer propaganda.
    Foi traição.
    Toda a gente sabe.
    Foi inqualificável.
    Não faço um ou outro sindicato, isto não são clubes de futebol

    Agora tentar branquear o que aconteceu é que não.
    Acham que somos todos burros??
    De quem foi a teimosia de fazer diz incorporação a grande bandeira?
    Em vez de se pedir logo um aumento generalizado??
    Ide dar palha a quem a come.

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  29. Grau 3 para estes analfabetos! E já!

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  30. Este Francisco César é genial. Com teorias da conspiração ridículas, e sem saber ortografia. O governo não tinha mais com que se preocupar do que fazer esquemas recambolescos para uma pequena profissão de nicho...

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  31. José António8/6/24 14:11

    O que eu sei é que já precisei do soj e não me resulviram nadinha. É só demagogia. Mudem, mudem e depois quando percebeverem que não dá nada inde a correr para o otro. Se vos fizer um manguito, é benfeito.

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  32. Anónimo8/6/24 14:13

    Não se consegue perceber uma única ideia daquilo que escreve. Parece muito claro que é um assistente operacional, pouco letrado, já aposentado, funcionário judicial. A linguagem, a falta de clareza e de educação, revelam de forma clara que não é OJ.,

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  33. Anónimo8/6/24 14:20

    O que não lhe conseguiram resolver foi a sua ortografia!...

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  34. Anónimo8/6/24 14:25

    Francisco César, identificou-se, fiz ser Francisco César, não seria melhor colocar o número mecanográfico? É que diz que o Almeida anda a passear pelo parlamento com o PSD e que o seu filho, lá trabalhador, confirma. A ser assim também os deputados devem ver essa situação e, pelo que diz o SOJ já reuniu com todos os grupos parlamentares e até obteve apoio de alguns. Pior, o SOJ parece fazer a defesa do PL do Bloco de Esquerda. Perante isso, parece pouco provável o que afirma e, a ser eu o difamado, pois a não ser verdade a afirmação que faz é difamação, ia pedir já o seu IP para apresentar queixa crime, pois o nome já se percebeu é falso.

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  35. Anónimo8/6/24 14:45

    Boa tarde.
    Anda tudo muito nervoso.
    É preciso ter calma.
    Há um erro crasso nestas negociações por parte dos dois sindicatos.
    Sim, dos dois.
    Tem políticas diferentes, tem lideranças diferentes, tem estratégias diferentes, tem um peso diferente, atenta a representação de ambos.
    Mas por amor de Deus, numa negociação tão importante para os Oficiais de Justiça, tem as duas estruturas dos sindicatos que reunir e acertar uma estratégia, delinear o que vão fazer e traçar linhas vermelhas.
    No fundo, um tem que ser o polícia bom, o outro o polícia mau, mas dar a entender ao governo que sem o acordo com os dois sindicatos não vai a lado nenhum.
    A ministra sabe que o SOJ representa menos OJ.
    Sabe que tendo o acordo com pelo menos o SFJ, as greves têm um peso menor na percepção das pessoas.
    O SFJ ao aceitar este acordo, como que tirou o tapete ao SOJ.
    A haver acordo, teria que começar pelo SOJ e depois o SFJ.
    Era possível assim, esticar mais um pouco.
    Podia-se ter dramatizado.
    Podiam os dois sindicatos ter abandonado a reunião.
    Nesta altura do campeonato, a quem interessava mais alcançar o acordo era ao governo.
    Basta ver a foguetada que houve com o anúncio com o SFJ.
    Andaram mal os dois.
    Podem não se gramar, podem não estar de acordo em muita coisa, mas podiam e deviam ter acertado estratégias antes desta reunião.
    Nesta fase o SOJ ficou com as calças na mão.
    Agora só pode radicalizar.
    Anunciar as greves para os dias do SFJ e esperar uma grande adesão para a ministra perceber que falta um player.
    Se a ministra ceder e atribuir o aumento com efeitos retroativos a janeiro, então aí, não resta outra coisa ao Marçal e companhia a pedirem a demissão e irem para bem longe.
    Se a ministra não ceder, é continuar a luta, se possível, endurecer as greves, até o governo perceber que tem que ter o acordo das duas estruturas.
    No fundo, vamos nós fazer, o que os dois sindicatos não fizeram.
    Jogar com o facto de existirem dois sindicatos.

    Abraço.

    FF

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  36. Francisco César8/6/24 15:19

    O colega é que e burro, primeiro tenho mais de inteligência e de literacia que o colega, tenha respeito! Em segundo estou a escrever no telemóvel e a minha idade é dificil perceber estes teclados. O colega é que é burro, ou quer ser à força, querem receber menos ou nada! O SOJ TEM VIVIDO NA SOMBRA! APROVEITA- E DA SUA BURRICE! Sim estou a chamar-lhe burro, porque burro é aquele que usa as talas nos olhos e não vê nada para os lados só à frente, um diz mada e os outros esfola, não pensa por si, ou melhor só pensam em vocês, gente que só quer sange e desgraça,. Quantas greves fez? NENHUMA CERTAMENTE! Caso contrário estaria como farto de tanta greve, daqui a uns meses o governo ainda estava a negociar o fim da greve e o que interessa? A mim um estatuto digno, nivel 3 para todos, melhores condições com uma tabela salarial mais atrativa, conteúdos e funções que atualmente desempenho escritas e reconhecidas.

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  37. Francisco César8/6/24 15:21

    Aqui o anonimo nao sou eu

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  38. Anónimo8/6/24 15:35

    Preocupa-me muito ver que há pessoas ligadas ao SFJ maus preocupadas em atacar o SOJ do que defender o nossa carreira. O que andam a ganhar estás pessoas para tanto defender quem andou mal? Não quero acreditar que são só as sandes de leitão. Há aqui algo que começa a cheirar mal e parece que se começa a perceber a razão de não sairmos da cepa torta.

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  39. Anónimo8/6/24 15:38

    Este "Francisco César" anda desesperado por sentir a palha acabar. Kkkkk

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  40. Francisco César8/6/24 17:20

    Sinto é medo de ver a carreira terminar antes da minha aposentação, pois quem cá fica é que vai sofrer.
    Numca fui muito de sindicatos, durante muitos anos nunca vi nada mas agora começo a ver e isto é de louvar.
    O que me chateia é quererem aproveitar isto para endeominar os outros para terem mais greves. Os portugueses percisam de ver os seus processos resolvidos e é para isto que todos os dias me levanto para trabalhar e não para fazer greve.
    Ja agora a palha dica para o colega comer que tem bom dente

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  41. Anónimo8/6/24 18:30

    Bem vai mudando o discurso, mas já se percebeu tudo.

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  42. Anónimo8/6/24 18:44

    Mas quem é Francisco César, que só agora por aqui apareceu, e sempre a defender o indefensável, o SFJ!

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  43. Anónimo8/6/24 18:45

    Quem és tu Francisco César?!!!

    Onde trabalhas?

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  44. Anónimo8/6/24 18:47

    O francisco césar disfarçado do josé antónio!

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  45. Anónimo8/6/24 18:50

    No momento em que temos uma lei que aprova a integração em 2021, tem de ser cumprida!

    Mas essa lei existiu para nada, isso é possível? Eu penso que não!

    Não me interessa o acordo agora assinado pelo SFJ, essa lei tem que ser cumprida!

    Isto não é um estado de direito?

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  46. Anónimo8/6/24 19:02

    NÃO!!!!!!!!!

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  47. Anónimo8/6/24 19:16

    Humilhação atrás de humilhação seja de que governo for. Isto é demais.
    Mas a culpa também é nossa por termos esta mentalidade de subservientes e medrososa a qual ficou agora bem representada por este acordo e pelo SFJ.
    A ministra sabe quem tem e sabe como manipular a classe.

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  48. Anónimo8/6/24 19:31

    Verdade, se o Marçal pensa que com algumas cedências agora neste acordo vai no futuro ver a classe compensada com um estatuto vantajoso então está enganado. Isso é confiar na boa fé e boa vontade desta ministra ou quem for a seguir.
    Isso é ser ingenuo, a tutela apostou bem com este acordo na esperança de acalmar o pessoal. Mas o que vem a seguir para a classe em novo estatuto pouco mais do que isto vai ser.
    A tutela está a ver que com sindicatos assim não precisa ceder mais e acaba sempre dando o minimo de migalhas.

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  49. Anónimo8/6/24 23:57

    Sim,
    Cheira-me que não é pelas sandes de leitão

    ResponderEliminar
  50. Anónimo9/6/24 00:02

    Trsbzlgem escravos.
    Gostam de trabalhar por jm côdea. Força

    ResponderEliminar
  51. Anónimo9/6/24 00:02

    Escravos trabalhem por uma côdea

    ResponderEliminar
  52. Anónimo9/6/24 00:10

    Posdo garantir que o Sr Carlos Almeida do SOJ, quando interpelado via mail, liga para falar pessoalmente.
    E não sou sindicalizado.
    Apenas acho correcto, ao contrário do que é dito, que não responde.
    A minha vénia ao SOJ

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  53. Anónimo9/6/24 00:12

    Eu digo o contrário.
    O Sr Carlos do SOJ, liga e fala pessoalmente.
    Louvavel.



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  54. Anónimo9/6/24 00:16

    Ora si está. A lei foi aprovada em 2021 e o sfj concorda que é ilegal?

    Mas que merda é esta?

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  55. Anónimo9/6/24 00:18

    A mim não me manipulam.
    Podem mentir-me, mas manipular não sra ministra

    ResponderEliminar
  56. Anónimo9/6/24 00:19

    30 snos a confiar na palavra de governantes aldrabões
    E continusm a acreditar
    Tristeza

    ResponderEliminar
  57. Anónimo9/6/24 00:21

    Votarei chega, sabendo vqye me aldrabsm.
    Mas mufo de aldrabões.
    Cansei dos mesmos de sempre.

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  58. Anónimo9/6/24 01:34

    Aldrabões por aldraboes.
    Mudar
    Chega
    Culpa dos outros aldraboes.

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  59. Anónimo9/6/24 17:57

    Isto parece com uma "história" de um livro que li há muito tempo, A Revolta dos Porcos. 🥵

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