As divergências com o abaixo-assinado

      Depois da divulgação que ontem aqui fizemos, sobre a última espontânea iniciativa de Oficiais de Justiça, à margem dos sindicatos, isto é, o abaixo-assinado dirigido ao presidente da Assembleia da República, fomos imediatamente surpreendidos, logo às primeiras horas do dia, com muitos e-mails contendo a digitalização de assinaturas colhidas.


      Alguns e-mails continham apenas uma ou duas assinaturas, enquanto que outros se contavam na casa das dezenas, e de repente já tínhamos cerca de 200 assinaturas, quase num abrir e fechar de olhos.


      E isto porque divulgamos a iniciativa, explicando-a, disponibilizamos o documento e anunciamos ainda a disponibilidade para recolher, agregar e remeter todas as assinaturas daqueles que não tiveram acesso ao e-mail original, onde constava o e-mail pessoal oficial para envio, e-mail esse que não quisemos divulgar publicamente, por óbvios motivos de reserva. O nosso e-mail geral para envio ou para o que fizer falta é este: OJ@sapo.pt


      Todos os ficheiros com as assinaturas que nos sejam remetidos, serão enviados para o tal endereço indicado para recolha, e faremos isso na próxima segunda-feira, data limite para a conclusão do abaixo-assinado.


      Ao mesmo tempo que recolhíamos as assinaturas, recolhíamos também relatos sobre a iniciativa; curiosos relatos que nos foram sendo enviados, seja por colaboradores habituais, seja por novos e espontâneos Oficiais de Justiça inquietos com a situação presente.


      Desde logo, no “Top+” dos relatos está o facto de no dia de ontem ainda haver muitos Oficiais de Justiça que não sabiam da iniciativa ou que não tinham tido tempo para ler toda a motivação do abaixo-assinado, apontando como defeito o facto do texto ser muito extenso e não terem tempo para o ler todo.


      É triste ouvir os Oficiais de Justiça dizerem que não têm tempo para ler um par de páginas, cujo conteúdo diz diretamente respeito à sua carreira e ao seu próprio futuro, porque têm muito trabalho.


      Em segundo lugar da tristeza vem o relato de muitos episódios em que os Oficiais de Justiça questionavam, antes de mais, de que sindicato era a iniciativa, colocando-se uns do lado de um dos sindicatos e outros do outro, acrescentando o anúncio de que não assinariam nada, se fosse de um dos sindicatos ou, para outros, se fosse do outro sindicato. É muito triste.


      Em terceiro lugar das tristes ocorrências mais frequentes, os Oficiais de Justiça apontaram os casos das manifestações de oposição total à assinatura do abaixo-assinado, normalmente sem explicar o motivo pelo qual rejeitavam o ato que, no mínimo, corresponde a um ato de solidariedade.


      De todos modos, fora estas nefastas ocorrências, os relatos apontam também para uma maioria de subscritores do abaixo-assinado, o que nos leva a antever um bom resultado que poderá perfeitamente atingir e até ultrapassar metade da quantidade de Oficiais de Justiça existentes, que à data de 31DEZ2023, perfaziam um total global de 7391.


      Sabemos que os sindicatos receberam cópias do abaixo-assinado e, sendo uma iniciativa que nasce e que conta com forte apoio do Oficiais de Justiça, esperávamos que os sindicatos, ambos, divulgassem e apoiassem a iniciativa, uma vez que não aporta prejuízo, mas apenas a possibilidade positiva de algo poder vir a acontecer.


      Adivinhamos facilmente que quando os projetos-lei forem a votação, o PSD votará contra, sendo secundado pela IL, pelo que resta convocar todos os outros partidos para que apoiem e votem favoravelmente estes projetos-lei.


      Tal como ontem aqui dizíamos, os projetos obtiveram o apoio do Conselho dos Oficiais de Justiça (COJ), com um parecer direto e franco, mas carecem ainda do apoio inequívoco dos Oficiais de Justiça, uma vez que será argumentado que os Oficiais de Justiça, representados na sua maioria, pelo SFJ, firmaram um acordo que até lhes é mais vantajoso, relegando tudo o mais para a negociação estatutária que se há de realizar, ou iniciar, em princípio, após o período das férias de verão.


      Para além do apoio do referido parecer do COJ, os deputados terão também um abaixo-assinado enorme no qual se demonstra que o dito acordo não encerra nada porque não é do agrado de todos os Oficiais de Justiça.


      Em síntese, o abaixo-assinado, para além da antecipação possível da votação, pretende demonstrar o apoio que os Oficiais de Justiça conferem aos dois partidos proponentes das alterações que serão apreciadas em sede de negociação estatutária.


      Seja como for, assinando os Oficiais de Justiça o documento, ou não, os projetos-lei irão sempre ao Plenário para votação e esta votação, apesar de ter possibilidade de vir a ser favorável aos Oficiais de Justiça, em face da composição atual do Parlamento, ninguém é capaz de afirmar o que quer que seja, designadamente, qual será o resultado da votação final.


      Entretanto, fica o conselho: quem não assinou que assine.


      Pode aceder e descer o abaixo-assinado dirigido à Assembleia da República por "AQUI" e pode aceder ao Parecer do COJ, no qual afirma à Assembleia da República que a reivindicação dos Oficiais de Justiça é justa, acedendo por "AQUI".


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Comentários

  1. Rei dos Oficiais de Justiça5/7/24 08:13

    Vejam o comentário de Miguel Sousa Tavares na TVI hoje....sobre os policias resumindo ele diz:

    - os policias recebem 8 suplementos;
    -o governo já aumentou 200 euros no início do ano.
    - a PSP faz serviços remunerados;
    -a PSP vai ter o aumento de 300 euros;
    - e mesmo assim exigem mais..

    Os oficiais de justiça...

    -Um aumento de 30 euros em um suplemento,
    - Ainda não começaram a receber.

    Ou seja pior é impossível.

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  2. Anónimo5/7/24 08:32

    Mas alguém quer comparar o trabalho da Polícia com o trabalho de OJ?

    Não sejam RIDÍCULOS?

    Já agora comparam-se também com o trabalho de Juiz, ou com o trabalho de Procurador da República...

    Trabalhamos no mesmo local que eles frequentam, mas não se queiram comparar. P.F. ...

    Vamos pensar concretamente, com os pezinhos bem assentes na terra, sobre as nossas funções e as nossas competências e fazer um Estatuto à Séc. XXI, sem perder direitos, com uma valorização da carreira ao nível "especial".

    Nível 2, 3... O que é que isso importa se conseguirmos ganhar acima da média para escolaridade de cada um, e reformarmo-nos uns anitos mais cedos do que a média dos restantes da função pública?

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  3. Anónimo5/7/24 08:42

    😭😭😭😭😭

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  4. Anónimo5/7/24 08:47

    Ridículo é você e as suas assunções!

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  5. Anónimo5/7/24 08:57

    De facto não se pode comparar o trabalho de polícia com o de OJ.
    No passado iam para as forças de segurança, com excepção da PJ que estava equiparada aos OJ, quem não sabia fazer nada, os chamados básicos.
    Muitos policias vieram para OJ e o contrário duvido que tenha acontecido.
    Hoje é diferente, de repente acordámos num Estado policial e a importância das forças de segurança é outra, até porque não existe exército.
    A justiça perdeu a sua importância. Os OJ, magistrados e advogados têm actualmente um peso muito menor na sociedade, o que reflete na forma como estas profissões vão definhando.
    Claro que as forças de segurança têm N suplementos e vivem com isso muitíssimo melhor que nós.
    A luta pela integração de 1 suplemento foi das coisas mais bizarras que aconteceram nesta profissão e deixaram marcas profundas em muitos OJ que ainda hoje não conseguem perceber o logro em que os enfiaram.

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  6. Anónimo5/7/24 09:02

    Ttabalha de borla pá.
    Deves edtar bem encostado numa comissão de serviço.
    Não deves saber o que é ser oj.

    Vai-te

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  7. Anónimo5/7/24 09:04

    Essas divergências só demonstram a mesquinhez da maioria dos ojs.
    Mesquinhos e invejosos.
    Assim não vamos a lado nenhum.

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  8. Anónimo5/7/24 09:04

    Quanto aos seus dois últimos parágrafos até concordo, mas relativamente ao restante comentário, digo o seguinte:
    Cada "macaco" no seu galho. Sabe, por exemplo, que uma das suas funções dos oficiais de justiça é efetuar serviço que compete aos OPC's?
    Verifique no atual estatuto o Mapa 1, a alínea i, entre outras.

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  9. Anónimo5/7/24 09:12

    E tu o que serás que chamas mesquinhos e invejosos aos outros?!!

    Não vejo personificação da virtude em ti!

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  10. Anónimo5/7/24 09:22

    Resposta:
    Estou "muito bem encostado" com auxiliar há 16 anos no crime em Lisboa...
    Com 6 anos (dois escalões) congelados...
    Com filhos para criar...
    E com uma licenciatura feita à noite, em pós laboral, com muito suor e muitas refeições improvisadas para para pagar as propinas...
    MUITO SUOR! Ok?!...

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  11. Anónimo5/7/24 09:35

    Se calhar está a trabalhar, porque não pode fazer greve todos os dias, e também já está pelos cabelos com tanta inércia...

    Tanta inércia, valha-me Deus.

    É tudo "meramente indicativo".

    Até a existência de algumas pessoas é meramente indicativa de uma personalidade concreta... LoL

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  12. Anónimo5/7/24 09:51

    Vai-te com o suor.
    Há custa de que fêz o teu trabalho.
    A ser verdade o que dizes.

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  13. Anónimo5/7/24 09:54

    Indicativa tal como a tua existência de mesquinho.
    Concordo esta excretarias estão infetadas de gente invejosa do colega do lado.
    Longe com essa gente
    Invejosos

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  14. Anónimo5/7/24 10:02

    Tem muita razão para dizer o que escreveu e, ao mesmo tempo, razão nenhuma no que disse.

    De facto, as funções dos OPC (mormente da PSP e GNR, excluindo naturalmente a PJ) são hoje muito diferenciadas, muitas delas correspondem a atribuições em tempos atribuídas aos tribunais e agora espartilhadas pela LOIC (Lei Orgânica de Invest. Criminal) em vários órgãos de polícia criminal - na PSP, para além do mais, temos as EIC ou BIC (Esquadras/Brigadas de Investigação Criminal) e na GNR temos as SIIC e os NIC (Secções de Inquéritos e Investigação Criminal e Núcleos de Inv. Criminal); temos ainda Autoridades específicas como por exemplo a ASAE com idênticas funções.

    É certo que muitas funções destas entidades policiais são próprias e especificas - tais como o patrulhamento, o serviço às ocorrências, a fiscalização (de trânsito na PSP e na GNR, através das suas brigadas, ou na área alimentar e afins, como é o caso da ASAE) - outras são comuns a muitos serviços, inclusivamente ao serviço no DIAP de um tribunal onde, muitas vezes, se faz investigação em todas as áreas abrangidas, seja na contrafação, nas ofensas e injúrias ou nos denominados crimes estradais e rodoviários, ou seja numa multiplicidade criminal, de contexto diverso e por vezes multifacetado em que também são desenvolvidas diligências de inquérito.

    Claro está que há muitos serviços gratificados que melhoram em termos salariais as suas condições e que não têm paralelo nos Tribunais - exercemos funções em exclusividade, sem gratificados (o suplemento é remuneração encapotada) e sem possibilidade de agregação de outras funções remuneradas.

    Por outro lado - qualquer um de nós (ou pelo menos a maioria) - com um pouco de dedicação consegue, muito facilmente, dominar as regras estradais e o regime das contraordenações (e nem é preciso muito esforço, basta munir-se das tabelas de acesso rápido que cada agente/militar traz consigo).

    O trabalho fora do gabinete é, por certo, menos stressante que passar horas a fio em frente de um PC a ouvir pessoas ou a realizar tarefas em ambientes pesados de informação e amplamente desgastantes.

    Por isso, respeitando as funções de cada um, as suas particularidades, não as podemos confundir mas também não as podemos menorizar ou comparar sob pena de cairmos no ridículo.

    Claro está, que com o passar dos anos perdemos muitas competências - lembro-me sem saudade do tempo em que fiz autos de restituição provisória de posse, de entrega judicial de menor, penhoras com remoção, arrolamentos, etc., e também autos de reconhecimento, inquirições e interrogatórios, recolha de assinaturas para a realização de exames grafológicos, contas processuais e mapas de partilha, entre muitos outros atos diversificados - e, perdeu-se muitas que respeitavam à autonomia técnica (hoje a conta não é como era antes, os Agentes de Execução, os Administradores Judiciais realizam muitas das tarefas antes atribuídas aos funcionários e até os inventários tiveram um périplo fora dos tribunais regressando entretanto à sua esfera de competências).

    Claro está que a solução é a revisão da nossa carreira sob pena de continuarmos a perder competências funcionais e com isso perdas salariais.

    Mas muitos de nós continuam a enfiar a cabeça na areia deixando o rabo de fora e ao alto, enfim pondo-se a jeito de levaram um naquele sítio que todos sabem e que eu não me atrevo aqui a dizer.


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  15. Anónimo5/7/24 10:19

    Colega?
    Você mete-me nojo com os seus comentários...

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  16. Anónimo5/7/24 10:38

    Refiro-me ao comentário das 08H32m.
    Que lástima de Colega, um pseudo falhado, ressabiado por não ser magistrado ou juiz, provavelmente com um curso de direito mal amanhado tirado não sei aonde...Desculpem os restantes que têm os seus cursos de direito, os quais, eu respeito muito...conheço vários e que não são ressabiados...nem convencidos...

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  17. Anónimo5/7/24 10:53

    Não sabes mas "falas bem"...

    ResponderEliminar
  18. Anónimo5/7/24 10:54

    A reação de alguns colegas ao convite para assinarem o "abaixo assinado" e os comentários, discussões e quezilias entre colegas que aqui vejo fazem-me compreender porque razão, ao fim de 32 anos nos Tribunais, não tenho amigos nesta profissão, tenho meros colegas de trabalho, ou se calhar, nem isso: parceiros de trabalho...
    A mesquinhez, a inveja,o egoismo e a falta de educação são impressionantes...
    Recordo como exemplo do egoismo e da inveja e da falta de solidariedade que, aqui há largos tempos, e porque o dinheiro me faz falta, como à maioria, que pedi aqui a algum colega que tivesse recebido a indemnização relativa ao periodo probatório que informasse (anonimamente, claro) quanto tinha recebido e quais os cálculos que lhe foram efectuados, para servir de orientação aos milhares que estão na lista...Ainda estou à espera...Devem ter medo de se descobrir quem são e terem de pagar um café...Gente mesquinha e egoista! Incompreensivel para a minha maneira de viver neste mundo.

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  19. Anónimo5/7/24 11:55

    Colega não quis personalizar o curso de direito, o qual é muito digno...
    Como disse, o meu respeito pelos Colegas formados em direito é muito...
    E se "calhar até tenho uma ideia de quem seja"...de facto e se estiver certo na minha análise, o personagem não é formado em direito, mas talvez na área do tijolo e alvenaria...que também é muito digno e que respeito muito...
    Utilizei a palavra "provavelmente" já com essa intenção...Mas quanto ao resto mantenho o que disse...mudando as palavras "magistrado ou juiz", para cargos relacionados com Divisões dentro ou fora do MJ ou Técnicos Superiores..."

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  20. Anónimo5/7/24 12:17

    Graças a Deus, tive óptimos Colegas e excelentes Magistrados, que me incentivaram!
    Obrigado a eles.
    O trabalho, esse, muitas das vezes fi-lo nas manhãs dos fins-de-semana.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo5/7/24 12:20

    Alguns é mesmo "Nível 0 (zero)".

    ResponderEliminar
  22. Anónimo5/7/24 12:34

    Alguns, nem para a apanha da fruta colega. Nem para a apanha da fruta! Quanto mais "Nível 3" LoL

    ResponderEliminar
  23. Anónimo5/7/24 12:43

    Querem é ir todos para o Nível 3 "às costas" de uns quanto que se esfalfaram a estudar !!

    E ainda por cima, alguns são rudes e mal agradecidos !!

    ResponderEliminar
  24. Anónimo5/7/24 13:09

    As reaçőes ao abaixo assinado não me espantam , pois o que sempre achei é que há ainda hoje muitos com receio de tudo e todos. Nāo têm segurança no que são, no que fazem. Na hora da dificuldade ficam para trás.
    Quanto ao egoismo, inveja... isso é comum no português e faz parte de outras profissões. Não tomar a parte pelo todo.
    Cada um é livre de dizer quanto recebeu, ou nāo.Até porque cada caso é um caso.O próprio recibo do vencimento mensal é privado e bem, ao contrário do que aconteceu anos a fio.
    Por outro lado alguém que se queixa tanto de todos, se calhar nada faz para merecer a sua confiança e apoio no seu dia a dia...LoL

    ResponderEliminar
  25. Anónimo5/7/24 13:10

    Colega, só pelo facto de se ter uma formação superior ou "...se esfalfa a estudar..."não quer dizer, que o nível 3 deva ser atribuído...O nível 3 deveria ser atribuído antes de mais por "avaliação de competências" com testes psicotécnicos, provas e entrevistas isentas e independentes do MJ ou então, terá que ser atribuído a todos sem exceção, como foi feito aos Srs. das conservatórias que sem ler e escrever, todos tiveram direito àquele nível.
    Como também sou contrário ao feudo, para não dizer "lobby" de que, "...quem tem formação na área de direito, economia, gestão, contabilidade,..." é que podem ocupar determinados cargos, nomeadamente, AJ`s e Secretários e outras funções diretivas dentro da DGAJ, como já aconteceu...com legislação à medida que faz com isto pareça normal e devido..."

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  26. Anónimo5/7/24 13:23

    Página da DGAJ

    "Centro de Formação promove iniciativa "Oficial de justiça por um dia"
    Esta iniciativa decorreu a 27 de junho e insere-se no projeto do Centro de Formação da DGAJ, “Educar para a Justiça”, que pretende dar a conhecer a crianças e jovens quais as funções e a importância do papel dos oficiais de justiça no sistema de justiça português.
    04 JUL 2024, 15:00
    DGAJ"


    É este o projeto de revisão de estatutos que nos espera.

    Com esta dirigente da DGAJ não vamos lá.

    Não existe uma perspetiva de futuro.

    A classe tem que exigir, de uma vez por todas um tratamento de igualdade com o que aconteceu com os funcionários de registo e notariado.

    Grau 3 de complexidade para todos, sem exceção, e os futuros ingressos apenas para licenciados.

    Se tivéssemos tido uma liderança na DGAJ, como a que tiveram os funcionários do registo e notariado em 2018, não teríamos chegado ao ponto a que chegamos.

    Enquanto se mantiver esta liderança, mesmo que em regime de substituição, não existe qualquer esperança pois a Senhora teima, em não reconhecer a carreira de uma forma proativa.

    Nós queremos mais, muito mais, que os futuros candidatos a carreira sejam licenciados como atualmente acontece na carreira dos Oficiais de Registo.



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  27. Anónimo5/7/24 13:47

    LoL

    O CEJ dá equivalências a Mestrados aos Licenciados antigos... (Coisa que as Universidades e o Ministério da Educação não faz)

    Agora o Ministério da Justiça vai dar equivalências a Licenciaturas em modo "Novas Oportunidades"...

    Isto está bonito, está!

    É só "cabecinhas pensadoras".

    Porra!

    LoL

    ResponderEliminar
  28. Anónimo5/7/24 14:06

    Um 5º ano dos antigos vale mais do que uma licenciatura de agora.

    ResponderEliminar
  29. Anónimo5/7/24 14:18

    Não tomar o todo pela parte, quer dizer...
    Egoísmo e inveja podem ser comuns para si, enquanto português,
    para mim não são! Não há sentimento mais estúpido nem mais estéril do que a inveja.
    No que se refere à solidariedade de informar e ajudar os colegas, não se pronuncia porquê?
    E pensa que estou a pedir essa informação apenas por mim e para mim?
    Não tenho pesos na consciência relativamente ao apoio dado aos colegas. Relativamente à confiança, o seu comentário fala por si...

    ResponderEliminar
  30. Anónimo5/7/24 14:57

    Muito simples: Eu não assino porque não concordo com a íntegraçao do suplemento, nao vejo que vantagem económica a mesma trás à maioria dos OJs a curto ou médio prazo, nem que a mesma seja uma prioridade neste momento.
    Logo, não vislumbro com quem estaria a ser solidário.

    ResponderEliminar
  31. Anónimo5/7/24 15:02

    Lembro-me de quando retiraram os inventários dos tribunais, pouco faltou para lançarem foguetes. O mesmo da criação dos solicitadores/agentes de execução. E, nessa altura, perguntei: com o progressivo esvaziamento de competências com que base nós exigimos aumentos de renumeração? Sabe a resposta? Um encolher de ombros...
    Quando se tem um número não despiciendo de OJ a comportarem-se como meros administrativos e a receberem como OJ a praticarem de uma maneira ostensiva a incompetência estratégica e a conformarem-se com a sua estagnação a nível de conhecimentos...

    ResponderEliminar
  32. Anónimo5/7/24 15:42

    * trás

    Tudo dito.

    ResponderEliminar
  33. Anónimo5/7/24 16:02

    Traz, de trazer

    Trás, é a parte de trás de qq coizza

    ResponderEliminar
  34. Anónimo5/7/24 16:13

    COLEGAS:

    QUEM NÃO É SINDICALIZADO E NÃO SE REVÊ NAS POSIÇÕES DOS SINDICATOS (SÃO MUITOS), TIRE UM BOCADINHO DO SEU TEMPO, IDENTIFICA-SE, E FAZ UMA EXPOSIÇÃO POR ESCRITO SOBRE A SUA CARREIRA E A SUA POSIÇÃO QUANTO A UMA VALORIZAÇÃO DA NOSSA CARREIRA NO FUTURO ESTATUTO, A ELABORAR PELA TUTELA, OUVIDOS OS OFICIAIS DE JUSTIÇA.

    CUMPRIMENTOS,

    ResponderEliminar
  35. Anónimo5/7/24 16:34

    Realmente há por aqui muita gente que envergonha qualquer OFICIAL DE JUSTIÇA

    ResponderEliminar
  36. Anónimo5/7/24 17:03

    Deves ser uma boa peça para não teres amigos...eu tenho vários colegas amigos nos tribunais.

    ResponderEliminar
  37. Anónimo5/7/24 17:17

    Não existe quem evergonhe a profissão uma vez que a mesma tornou-se numa vergonha.

    ResponderEliminar
  38. Anónimo5/7/24 17:52

    Só disparates...
    Realmente temos malta muito básica nos Tribunais...

    E que tal perguntar a um agente da PSP quanto recebe ou sei lá, peça a um para lhe mostrar um recibo.

    ResponderEliminar
  39. Anónimo5/7/24 17:57

    Vistas curtas....
    Podia explicar mas não vale a pena.

    É o que há.

    FF

    ResponderEliminar
  40. Anónimo5/7/24 18:03

    JN:

    " Nove traficantes libertados devido à greve dos oficiais de justiça em Matosinhos..."

    ResponderEliminar
  41. Anónimo5/7/24 18:05

    Grau 3 para todos???
    Esquece.
    Alguns nem 2 merecem

    ResponderEliminar
  42. Anónimo5/7/24 18:49

    Para haver 3 Oj´s de acordo, é preciso que um não esteja presente e um outro esteja a dormir.

    É a triste realidade que temos.

    ResponderEliminar
  43. Anónimo5/7/24 19:22

    Vi a notícia dos 9 traficantes libertados vocês pensam que não mas isto está a apavorar o ministério da justiça....a luta visível dos oficiais de justiça começou a dois anos..

    Antes ninguém fazia nada acreditem que sei o que falo...

    ResponderEliminar
  44. Anónimo5/7/24 19:27

    Quero agradecer aos oficiais de justiça corajosos de Matosinhos da secção de instrução ou ministério público.

    Por ter coragem de desafiar o sistema, infelizmente ninguém dá o destaque aos colegas corajosos que sozinhos lutam contra este sistema doentio...

    O meu muito obrigado.

    Mereciam que os nomes fossem divulgados para podermos recompensar estes colegas, que lutam sem medo,sozinhos, ameaçados e coagidos.

    ResponderEliminar
  45. Anónimo5/7/24 21:10

    Sem medos!

    Estamos juntos!

    Abraço!

    ResponderEliminar

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