“Nem mais um cêntimo!”
A ministra da Justiça anunciou ontem mais um acordo alcançado entre o Governo e os sindicatos e os sindicatos também anunciaram, satisfeitos, o mesmo acordo.
Não se trata de um acordo do Governo com um sindicato, nem com dois, mas com todos e todos, neste caso, são três os sindicatos que representam todos os trabalhadores da Justiça que compõem o corpo dos Guardas Prisionais.
É possível, como bem se vê, alcançar acordos que satisfaçam todos os sindicatos, todos subscrevendo o mesmo acordo, sem que o acordo esteja limitado ao sindicato A ou B, ou ao mais representativo dos Guardas Prisionais.
De igual forma, os acordos não têm de ser alcançados rapidamente, como bem se vê, à segunda ou terceira reunião; no caso dos Guardas Prisionais foi à quinta reunião.
Os Guardas Prisionais queriam uma atualização do suplemento de 400 euros, mas, depois da famosa afirmação do primeiro-ministro de que não daria “nem mais um cêntimo”, veio a ministra da Justiça e propôs 300 euros de aumento no suplemento e, para compensar os 100 em falta, ainda propôs mais.
O acordo contempla ainda um compromisso de revisão do sistema de avaliação da carreira dos Guardas Prisionais e ficou já definida para 24 de julho uma reunião sobre este tema.
Para janeiro de 2025 ficou agendada também uma reunião para discutir a indexação do suplemento ao ordenado do diretor nacional da Polícia Judiciária e a tabela remuneratória única.
Ficou igualmente acordada a abertura para breve de um concurso para a entrada de novos 225 elementos para o corpo da Guarda Prisional.
O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP), a Associação Sindical de Chefias do Corpo da Guarda Prisional e o Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional, alcançaram o acordo na reunião de ontem com a ministra da Justiça, na qual estiveram também presentes a secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Maria Clara Figueiredo, e a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido.
Os 300 euros de aumento no suplemento remuneratório dos Guardas Prisionais será faseado. Para já levam mais 200 euros e os restantes 100, serão introduzidos em duas prestações: 50 euros a partir de janeiro de 2025 e os outros 50 euros a partir de janeiro de 2026.
Por sua vez o primeiro-ministro afirmou perante o Conselho Nacional do PSD, numa intervenção aberta à comunicação social, que “Estamos a pensar, naturalmente, depois desta situação resolvida, promover outras negociações com outros setores da Administração Pública. Nós não temos capacidade para ir a todos ao mesmo tempo, mas temos de ir estabelecendo prioridades”, disse Montenegro.
Montenegro indicou as prioridades do Governo: “Educação, justiça – porque também chegámos a um acordo com os Oficiais de Justiça –, forças de segurança, e Forças Armadas, que é o passo seguinte”, afirmou.
Portanto, a estratégia do Governo é fechar acordos, aportando “paz social”, como já fez com os professores, com os Oficiais de Justiça e com as forças de segurança, partindo a seguir, depois de todos estes pacificados, para as Forças Armadas.

Fontes: “CNN-Portugal”, “Sapo24” e “Jornal Económico”.
Não consigo perceber o que se está a passar... Há dinheiro para todos menos para nós? O que se passa??? Somos nós que não sabemos negociar?
ResponderEliminarCada vez mais acho que o acordo que o SFJ fez foi uma valente mer....... Isto é revoltante!! Oh Marçal, ganha vergonha na cara e demite-te!! Ontem já era tarde.
ResponderEliminarEu também queria 300 mensais sem mais um cêntimo!
ResponderEliminarMas houve quem quisesse apenas 40, porque assim queria, porque podia ...
A mim devem-me 250 mês, 3500 anos, 35 000 em 10 anos ...~
Agora, é tudo muito bonito, mas quando se prejudicam milhares de pessoas, em milhares por ano é grave, muito grave!
Podem até passar economicamente incólumes, mas quanto à consciência, nunca mais vão ter sossego!
Por isso mudei para o SOJ
ResponderEliminarVergonha sermos tratados com miseros 30€
com falta de pessoal horas extras de borla.
Escravos continuai na paz
Eu sempre disse que a porcaria do suplemento ficava para o fim....
ResponderEliminarPrimeiro era a valorização salarial....e para existir um aumento salarial não exige alteração de estatuto..
Ainda ninguém na função pública falou que o aumento
foi de cerca de 30 euros...
Apenas falaram do aumento em percentagens....
Corremos o risco de quando chegar a nossa vez já não existir nada..
Continuamos a perder dinheiro todos os meses....
Os policias vão começar a receber já em julho....isto é vergonhoso.
Na comunicação social não passou a ideia que o aumento foi de 30 euros falou-me de percentagens apenas...
ResponderEliminarPéssimos a negociar...óptimos a acatar !!
ResponderEliminarUma vergonha de acordo.
Reparem que nos outros, não houve necessidade de colocar na equação qualquer revisão de estatuto ou outro asusnto, para verem aumentados os seus salários em mais 300€ mensais.
O futuro desta profissão está assim condenado por não atrairem e reterem talento.
Não tarda, teremos o Kumar, o Juracildo e o Dembelé, com a 4ª classe tirada nos seus países, a trabalhar nos Tribunais. Pelo menos, não sujam ou calejam as mãos como nas obras. E mesmo ganhando um pouco menos, valerá a pena.
Ninguém mais aparecerá para estas funções.
Este acordo foi o triste canto do cisne da profissão.
Agora é dividir de vez e dar o golpe final, misericordioso ou não, (que não me parece que estejam muito preocupados com os colegas, depois do que fizeram).
O Juracildo, a Josilene, o Kauã, o Mustafá e o Tibúrcio.
ResponderEliminarSonho com esse dia!!
Finalmente alguém aqui já se apercebeu que nas outras carreiras salariais existiu aumento salarial sem depender de alteração do estatuto.
ResponderEliminarOu seja se não foi necessário alterar o estatuto para os policias e outras carreiras verem os aumentos salariais.
ResponderEliminarNão esqueçam que no início do ano os policias já tiveram um aumento de 20 porcento.
Quer isto dizer que não passa de uma desculpa
não ter existido aumento no
imediato para a nossa carreira, tamos a espera do que?
Fujam Fujam Fujam..... fujamos todos .... a ver se o barco sem vela nem leme consegue mexer-se do sítio com os remos entregues a timoneiros que só sabem impor o ritmo no trabalho dos outros mas que nada fazem para o fazer navegar.
ResponderEliminarPrecisamos de "um homem do leme" e de quem nos faça remar sem ter de nos agrilhoar ao barco correndo o risco de com ele naufragar.
Como escreveu Camões, que promessas vás são feitas para convencer ao embarque num navio sem velas e sem leme e sem saber aonde nos vai levar ... não existe sequer promessa, mas apenas e tão só a intensão de "falar" sobre algo que não se tem ideia do que se quer que seja ...
Somos os otários do sítio...
Promessas (de revisão do estatuto) levá-las o vento !
ResponderEliminarO que se passou, embora disfarçado de acordo, foi grave, muito grave!
ResponderEliminarAté o MJ deve estar perplexo coma aceitação do acordo!
Grave é ainda o facto de ninguém, que se saiba, de dentro da direção se insurgir com o sucedido, exigindo a demissão do responsável mor, ou até, por assunção de partilha de responsabilidade, se demitir!
Pergunto - O que é feito desta sociedade, em que as pessoas que a compõem fazem e desfazem da vida dos outros,, sem critérios de Honestidade e Honradez ?
... Ou como diz o homem comum - Como é possível não ter vergonha na cara?!!
Eis o nosso pântano!
E uma FARDA uma ARMA trabalhares em TURNOS teres FOLGAS durante a semana sem a tua família e umas ALGEMAS para trazeres criminosos para a esquadra à força?
ResponderEliminarNÃO QUERES?
Entre nós o grande problema foi que o SFJ colocou como prioridade o suplemento e o SOJ colocou como "prioridade das prioridades" a revisão da tabela remuneratória. A ministra, especialista na negociação, não fosse filha de quem é, rapidamente percebeu que com o Marçal seria fácil negociar. Tão fácil que no dia antes de conhecer nova proposta da ministra já assumia aceitar. Não aceitou com 13,5%, aceitou com 12,5%, pois nem se percebeu que o mais 1% foi para tentar "conquistar" também o SOJ que soube estar à altura do processo negocial. O resto o futuro desvendar!
ResponderEliminarVerdade!
ResponderEliminarSociedade sem valores!
"Um Homem novo precisa-se"
é em gente sem palavra? não! já chega!
O seu ser inteligente...os oficiais de justiça do MP e do jic que também são opc já trabalham fora de horas para vocês poderem apresentar esses mesmos criminosos.
ResponderEliminarO técnicos de justiça também podem deter pessoas e efetuar todas as diligências externas sem necessidade dos vossos serviços...apenas não o fazem porque não existe tempo.
Por tal acorda para a vida e vai ler o estatuto....
Brutal finalmente alguém aqui diz a verdade como ela é....
ResponderEliminarPois, pois... Meu menino.
ResponderEliminarA Chicha querem todos, alombar é que é bom é que é só para alguns!
Sabes muito... Mas só convences tolos.
Anda muita gente distraída. Nunca, desde que sou OJ, houve uma greve ou um protesto ou um plenário ou uma reunião para reclamar o aumento do suplemento.
ResponderEliminarAo invés, sempre conheci as nossas mutas como tendo por objectivo a integração do suplemento no vencimento, tal como politicamente prometido desde o inicio do pagamento do mesmo.O acordo assinado ultrapassou o mandato que o direcção do SFJ tinha para negociar com o governo. Mais, a direcção do SFJ prejudicou todos, independentemente de filiação, os OJ no presente e para o futuro já que este acordo pode inviabilizar ou enfraquecer os projectos lei que estão prontos para agendamento no parlamento e que visam a integração do suplemento.
Dizer ainda que, no dia do acordo e antes de entrar na reunião os sindicatos que representam os OJ ficaram a saber que estava em cima da mesa, para os guardas prisionais, uma oferta de €300.00 de aumento por mês, e depois um deles aceita um aumento, no meu caso de €25.00 iliquidos por mês?
Se o governo teve esta facilidade nesta questão como será aquando da negociação do estatuto, querendo ainda, um dos sindicatos, fazer parte de um grupo onde estejam presentes magistrados? Convém aqui lembrar o recente passa culpas da PGR para os OJ.
Estaria na hora dos associados do SFJ assumirem as suas responsabilidades e correr com esta gente, sob pena do esvaziamento desse sindicato, se é que já não está em marcha. Pela minha parte, sócio do SFJ há já 24 anos, não estão reunidas condições para continuar a confiar. O que se quebrou na relação de filiação não é recuperável. O que foi prejudicado com a assinatura deste acordo vai marcar economicamente os OJ para o seu presente e futuro. Tenho dificuldade em lidar com a REVOLTA e VERGONHA que sinto por ter sido, até agora, representado por esta gente que, lembre-se, por lá anda há mais de 20 anos.
Em vez de seres solidário com os oficiais de justiça vens para aqui armado em miserável ? Tem vergonha.
ResponderEliminar"por lá anda há mais de 20 anos"
ResponderEliminarSão uma oligarquia com mais de 40 anos!
Quer dizer que a partir do próximo mês os guardas prisionais vamos ganhar mais 200€ e +100 até 2026
ResponderEliminarEnquanto isto oficiais de justiça com mais 30€ até 2025 se entretanto o governo não cair e puff...
A vida continua
A comida tem de ir para a mesa
Os filhos têm de ser sustentados
As contas têm de ser pagas
Mas os oficiais de justiça são todos desconsiderados...
Que Humilhação!!!!!
Que vergonha!!!!
Que grande engano que o Ministério da Justiça nos passou... Aliás ao SFJ...
Devem estar a rir à grande
Aos OJ dão 3.5%
Aos guardas dão logo 200 imediatos....
Esqueçam... Sinto-me humilhado... Escandaloso...
: “Nem mais um cêntimo !??”
ResponderEliminar: Nem mais um Minuto !!!!
“há trabalho escravo em Portugal”
ResponderEliminarhttps://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/acordao-supremo-tribunal-administrativo/11-2024-871585082
Atenção que 300 euros mensais não é pouco dinheiro!
ResponderEliminarPelo menos para nós, com os nossos salários!
O problema é que não há explicação!
Simplesmente não há explicação!
E aquelas que tentaram dar não têm cabimento!
Dou voltas à cabeça e não consigo perceber porque nos fizeram isto!
INCRÍVEL!
ResponderEliminarAlém disso nem pagam os milhares que devem há 20 ou 30 anos?
Os juros devia estar deste lado ao menos, sempre dava uma ajuda no fina do mês.
ldroagem
Ao comentário das 10:26 e das 11:08.
ResponderEliminarDe facto, a FARDA QUE USAMOS é diferente da usada pelas polícias, estas usam a força para a repressão, precisam de algo mais para a persuasão que a força das palavras e daí usarem também as ARMAS, nós, os Oficiais de Justiça, respeitamos esse símbolo da ordem pública, e no contributo para a pacificação, usamos outras armas, USAMOS A FORÇA DAS PALAVRAS, e explicamos o seu sentido para que a ordem assim estabelecida seja respeitada.
O peso da farda no corpo que se arrasta ou a arma à sua cintura não é tão pesada como o peso das decisões que se tomam e se efetivam nos tribunais, gizadas com o nosso contributo.
Quem trabalha numa secretaria do DIAP, continuadamente e em constante pressão, está sujeito a um esforço mental muito mais exigente que os turnos de 8 horas, sabendo-se que estes acontecem também à noite, quando todos dormem, e os eventos dependem da região onde se encontram - em Mirandela conheci um Posto da PSP que, durante o Inverno, fechavam as portas também por causa do frio que se fazia sentir mas acima de tudo porque não se passava nada.
Ora saiba o visado que nos tribunais não se fecham as portas e o movimento é contínuo e perpetua-se num vaivém de processos e de pessoas.
Depois, na GNR aos cinquenta e picos ingressa-se na reserva e nos Tribunais alomba-se com mais serviço e responsabilidades até à carcaça ficar completamente gasta e não poder mais.
Nos tribunais assegura-se turno sem compensação de tempos, nas polícias (em sentido lato) quem assegura a prevenção (normalmente de 24 horas) tem a correspondente compensação.
Fala o visado em "carregar a farda e a arma" e em turnos de 8 horas, ignorando o "peso da responsabilidade" de quem trabalha nos tribunais, ininterruptamente, por bem mais de 8 horas e sem compensação.
Eu não menosprezo a sua profissão mas não queira menorizar a minha porque lhe fica muito mal e revela a ignorância dos serviços.
SFJ,
ResponderEliminarjulgam-se os únicos Representantes da Classe, e decidem como se fossem uma Administração Central, em que a Cúpula é esta organização... Baralham-se ....
NÃO SOU REPRESENTADO PELO SFJ !!!!
óbvio.
ResponderEliminarora aí está....
ResponderEliminarO acordo que o SFJ é das coisas mais bizarras que esta carreira já viu. Os dirigentes sindicais do SFJ, na semana passada, diziam à boca cheia que os OPC´s e guardas prisionais nada iam conseguir por serem cerca de 40 mil profissionais. Ainda acabaram a reunião a dizer para irmos estudar...Portanto a conversa do "ninguém fica para trás" já não engana ninguém.
ResponderEliminar
ResponderEliminarEscravos.
Deixaram cair a profissão no charco
Quem vai pagar são os filhos que são obrigados a emigrar.
Tudo a recuperar e nós a chupar!!
ResponderEliminarPolícias a darem 300 a zero aos oficiais de justiça!!
ResponderEliminarCarrega, carrega 💪
Vós chupais...
ResponderEliminarEles vão para presidentes de juntas...
a direção do sfj
ResponderEliminarrua Marçal
ResponderEliminarBizarra é esta polémica toda à volta de uma questão tão simples.
ResponderEliminarOs suplementos dos Opcs são de missão, de risco, logo não podemos comparar o que não o é.
Sempre disse que a integração do suplemento não é uma prioridade e agora ainda mais seguro disso estou.
Concordo com o acordo feito, como forma de criar a paz possível para negociar o que interessa verdadeiramente: um estatuto e uma valorização salarial, que dignifiquem a carreira.
O resto é ruido e vontade de arranjar confusão.
O artigo de hoje no cm afirma que os policias estão indignados com o aumento de 20 por cento no ordenado base mais o suplemento de 400 euros..
ResponderEliminarComo será que nós deveríamos sentir??
Temos farda, uma capa de super heróis. Tenham brio!
ResponderEliminarO que tenta passar é mentira!
ResponderEliminarA comunicação social disse, aquando da posso do novo governo, que era preciso dignificar certas carreiras, entre as quais as de oficial de justiça.
O novo líder do PS até disse que aprovaria um orçamento suplementar para esse fim!
O que diz é mentira!
Foi incapacidade negocial e estratégia errada, apenas isso!
Eles nem sequer conseguiram perceber o que se passou connosco!
ResponderEliminarEu também não!
Ah, sim! Protagonismo, vontade de passar à frente dos outros, nem que para isso se fizesse um acordo mau, péssimo!...
Eco:
ResponderEliminar"Governo aprova recuperação do tempo de serviço dos professores com início em setembro..."
Força Marçal 💰💲🥀🥀🥀🤓😭🤣🤓!
O estratega da desgraça dos Oficiais de Justiça!...
Estratega da desgraça ou não, representa a entidade com maior legitimidade negocial e que o governo privilegia à mesa das negociações.
ResponderEliminarDa minha parte, em que eu deposito mais confiança e arrisco mesmo dizer, que o acordo assinado foi uma jogada inteligente, perante a recusa do governo em integrar o suplemento (felizmente para a maioria).
De qualquer modo, os trabalhos de revisão e valorização da carreira vão decorrer pela primeira vez, com a participação dos representantes dos vários operadores judiciários, e mais do qual capacidade negocial, o mais importante sera a capacidade de demonstrar e pôr a nu os problemas existentes, e tudo aquilo que é imprescindível para tornar a carreira mais digna e atrativa, e reconhecer o papel fulcral dos Ojs no funcionamento dos tribunais.
Aparentemente o governo está a cumprir a sua palavra no que respeita à valorização das carreiras, e quanto à nossa, esse processo começa agora, e mais do que dizer mal, importa dar contribuições construtivas e depositar confiança.
Bla bla bla, o ganho significativo já podia ter acontecido agora. Vejam a tabela salarial e como um escrivão auxiliar precisa de 9 anos para subir 246 euros na antiguidade.
ResponderEliminarO governo acabou de dar 300 euros a dezenas de milhar, sim, dezenas de milhares, e nós, por iniciativa própria ficamos de fora!
Nunca, na história das lutas sindicais do SFJ o aumento do SRP esteve em cima da mesa, mas antes, sempre, a sua integração.
ResponderEliminarO acordo é uma traição a palavra dos dirigentes do SFJ, é uma traição a todos os OJ e, mais grave, é um desvio inaceitável ao mandato ainda recentemente dado pelo congresso a esta gente para não transigir na questão da integração.
Como concordar com um acordo que face à integração, no meu caso, no último escalão de uma determinada categoria traz um aumento de 25.00 € ilíquidos?
Não se augura nada de bom para a negociação do estatuto com este nível de amadorismo e incompetência.
Ainda hoje vi uma notícia na CNN que o governo já aumentou salários aos policias , gnr, guardas prisionais e oficiais de justiça.
ResponderEliminarTamos lixados...