Preocupações não sindicais
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), para além de divulgar e reproduzir a carta que a ministra da Justiça remeteu a todos os Oficiais de Justiça, de forma integral e sem qualquer análise crítica, isto é, comportando-se como mero veículo transmissor governamental, ou como um mero departamento do Governo, omitiu esse sindicato – completamente – o artigo do seu presidente, António Marçal, publicado no Correio da Manhã desta semana, a 03JUL.
Assim, em face da omissão dessa divulgação, que não se verifica com outros artigos, vamos a seguir reproduzir esse artigo que denota a preocupação e o foco do presidente do SFJ.
Diz assim António Marçal, no artigo intitulado “Justiça e Imprensa”, publicado nesta última quarta-feira, 03JUL, no Correio da Manhã:
«A relação entre a justiça e a imprensa é complexa e delicada, marcada pela necessidade de equilibrar o direito à informação e o direito a um julgamento justo.
A imprensa desempenha um papel crucial na democracia, informando a população e fiscalizando o poder. No entanto, a cobertura mediática de processos judiciais pode influenciar a opinião pública e, indiretamente, os próprios atores judiciais.
A Constituição da República e demais legislação estabelecem a liberdade de imprensa e o direito à informação, mas esses direitos devem ser exercidos com responsabilidade, essencialmente em casos judiciais.»
E conclui o pensamento e o artigo assim:
«O pré-julgamento mediático é um dos maiores riscos, onde a cobertura sensacionalista pode preocupar a imagem dos envolvidos com assassinatos de caráter e comprometer a integridade do processo judicial.
Para mitigar esses riscos, a imprensa deve adotar uma abordagem ética e responsável, com autorregulação e fiscalização.
A justiça, por sua vez, precisa de comunicar eficazmente para combater a desinformação. A relação entre a justiça e a imprensa requer um equilíbrio cuidadoso para garantir tanto o direito à informação, quanto à justiça nos julgamentos»

Fonte: “Correio da Manhã”.
E em que é que este pensamento tão elevado resolve ou ajuda a resolver os problemas dos OJ?
ResponderEliminarComo está tudo pacificado no mundo dos oficiais de justiça, virou-se para os problemas dos outros
ResponderEliminarEste cavalheiro está desperdiçado a tratar de assuntos comezinhos como a vida dos Oficiais de justiça! Os seus pensamentos são de outro mundo que não o nosso! Poderia convidar a nossa mais recente BFF ( a Sra. Ministra da justiça) para o convivio do SFJ e aí debaterem estas problemáticas existenciais e até debaterem um plano para acabar com a guerra na Ucrânia e na faixa de Gaza! Tudl o resto são "peanuts" para eles!
ResponderEliminarAcho que a preocupaçāo do colunista do CM deve ser a de nós todos, dentro e fora dos Tribunais.
ResponderEliminarAgora, ao falar em influência dos atores judiciais, esteve mal, pois em regra estes não são nada mesmo influenciáveis daquilo que conheço.Nāo percebi por escreveu tal estranha coisa?!?!
Já quanto à opinião pública, o "povinho", dada a gravíssima falta de informação oficial ao cidadão, atempada e completa, com elementos de facto na medida do possível, claro que acredita naquilo que lê, ouve e vê na televisão, como sendo a versão final !
Desde quando é que os efeitos do grau de cobertura mediática de processos judiciais "são problemas dos outros"?😬
ResponderEliminarOnde é que trabalha?
Pelo menos pensa, coisa rara por aqui!
ResponderEliminarO SFJ há muitos anos não é verdadeiramente um sindicato e isso é reconhecido por todos. O problema, para os Oficiais de justiça, é que se constituiu como um polvo na proteção dos interesses de alguns.
ResponderEliminar
ResponderEliminar"assassinatos de caráter"
Onde é que já ouvi isto...?
Ora, muito bem.
ResponderEliminarOuviu da boca dos poderosos, donos disto tudo, quando lhes toca a eles.
ResponderEliminarPorque quando toca ao Zé povinho, nada dizem.
Hipocrisia total
Sim sr Marcal
ResponderEliminarE falar da falta gritante de pessoal nas secretarias que leva a que quase nada funcione em tempo util?
E o ordenado de entrada que não atrai gente nova? Que deslocado de casa atualmente mal consegue pagar a renda?
E o resto dos problemas humanus e materiais de quem vive o dia a dia das secretarias??
Experimente ir uns dias trabalhar nos processos para ver o que é bom e estar longe de casa.
Ora,
ResponderEliminarE convide a sra ministra e assessores, para experimentarem a realidade dos funcionários judiciais.
Colegas de Matozinhos e Famalicão.
ResponderEliminarObrigado
O Marcal é a nova acessoria do Gabinete de Imprensa do MJ.
ResponderEliminarVá de retro.
De Famalicão?? Pensei que era só os de Matosinhos o que se passou em Famalicão?
ResponderEliminarSim, mas penas mal, que é ainda pior!
ResponderEliminarHá algo de anormal no SFJ!
ResponderEliminarPenso que todos já perceberam!
Eu nunca vi, repito, NUNCA VI, um sindicato fazer um acordo, em que faz um acordo em que nada se ganha, deitando fora toda a potencialidade da negociação!
Caros colegas, mudem para o SOJ.
Há algo que se está a passar que ninguém percebe, mas não é do nosso interesse!
Da minha Secção, que até não é das mais fervorosas da luta sindical, embora tenha feito as greves mais importantes, metade já mudou para o SOJ.
AS pessoas simplesmente não conseguem perceber o SFJ, e o facto de este, por sua iniciativa, ter feito um acordo que eu, e a maioria, considera MISERÁVEL!
Mudem!
Eu mudar não mudo de certeza.
ResponderEliminarQuando aprenderam a funcionar como um sindicato e deixarem de andar a mendigar adesões tipo IURD, talvez me convençam .
Quanto muito posso meter o vosso Nipc na próxima dec de IRS.
Da-vos jeito?
Eu sempre afirmei que algo de muito estranho se passava nesta classe
ResponderEliminarTemos um sindicato que fingia negociar mas nunca lutou pelos verdadeiros interesses da profissão.
O resultado está á vista.
Vamos todos fazer uma roda dar as mãos em volta a uma fogueira e cantar :cumbaia my lord ;cumbaia,
convidem a ministra e o sindicato
Nunca mais hei-de acreditar numa única palavra do sindicato.
ResponderEliminarNunca mais na vida.
Fui e, quando acho necessário, crítico das atitudes do colega Marçal. Todavia, desta vez, não vislumbro onde esteve mal .
ResponderEliminarO artigo de opinião é oportuno, verdadeiro e, em nada criticável
A mensagem da Sra Ministra é um oásis de cortesia no imenso deserto de má educação com que tínhamos sido brindados pelas suas antecessoras
Deixamos de ser destratados por gentinha mesquinhenta e vingativa, para agora sermos tratados por uma SENHORA, com atitude e respeito para connosco
Só podemos estar contentes e esperar um pouco mais.
Não despejemos as pedras que outros mereceram em quem os está a tratar com respeito, apreço e humildade.
Aguardemos um pouco mais, demos a oportunidade de ser feito o que outros, ao lindo de oito anos, com desdém , não quiseram fazer e riam de nós .
Desta vez estiveste bem Marçal
Quando estiveres mal, como em tantas outras vezes, cá estarei para criticar
Agora, apenas nos rest esperar e rezar para que não seja preciso voltar lutar.
Se tal for necessário, então que a luta seja mais severa que nunca
Tenhamos um pouco mais de paciência e não andemos sempre a criticar. Por vezes o que é verde é mesmo verde; o que parece vermelho e mesmo vermelho e um mais um são dois.
Que está Senhora, em quem nao votei, é diferente para melhor, muito melhor, lá isso é.
Se calhar és da direção do SFJ!
ResponderEliminarEu não sou do SOJ, portanto estou à vontade e, mais uma coisa, em nada replicaste o que eu disse, portanto, mal dizer gratuito!...
Mudem caros colegas OJ, e se o SOJ falhar no futuro, cá estaremos para criticar!
Ehehehehe...quem nos quis dar mais foi a van dumem...e todos atiraram pedras á mesma porque seria??
ResponderEliminarAgora está é a heroína por ser filha do Júdice??
Deixe lá de demagogias baratas, ela tá a ceder porque, estão detidos a serem soltos...num estado de direito isto é muito mau...
Aliás mete em causa o estado de direito...
Tenha coragem e faça uma vénia aos corajosos e míticos colegas de Matosinhos.
Eu quero ir trabalhar para Matosinhos.. só por causa deles...
Acorda para a vida....
Mais quero esclarecer que o objetivo dos advogados e solicitadores é privatizar a justiça, o mais que puderem para conseguirem mais clientes e trabalho.
ResponderEliminarÁ luz do que aconteceu com ação executiva....
E a Júdice é mentora disso
Eu não digo que a postura da Srª. Ministra não é diferente, porque o é!...
ResponderEliminarMas, Marçal e o SFJ disse que havia coisa inegociáveis, tais como a integração. Repetiu-o até ao nojo e deixou-a cair!
Imperdoável! Tal como o é deixar passar este "vento favorável" para fazer um reforço salarial!
Isto não percebo, nem nunca perceberei, e não me venham com tretas, porque se a outros foi oferecido, também nós o poderíamos exigir!
Não vamos ter outra igual, e gorou-se por culpa do SFJ.
Agora a Srª. Ministra mostra outra educação, sem dúvia!
Norte sem duvida, mais combativo.
ResponderEliminarSr marcal,
ResponderEliminarLider de?
Bem, gostava de lhe pedir que vi-se no dia a dia quem trabalha em secretarias onde quadro é de 1 0e estão 3 a trabalhar.
E esses todos a pagar renda de casa quase igual so ordenado que pagam a custo no final do mês.
Faça isso, faça-lhes uma visita com a ministra. E experimente a paz social apregoada.
Ora,
ResponderEliminarPorwue não lem em voz alta na tv o tror do mai?
Vão à tv e rádio ler em voz alta o mail.
ResponderEliminarDispensamos gente mal educada e que só denigre a imagem dos OJs.
ResponderEliminarPorque não te calas?!!
Para o comentário das 20:52.
ResponderEliminarOs e-,mail existem há já muitos anos. Porventura das anteriores algum dia recebeu algum que não fosse para ameaçar?
Que eu me lembro não.
Portanto um pouco de memória seria bom
E quando coisas boas acontecem, acontecem mesmo e não tem que ser sempre mas.
Porém há gente que só come sopa azeda e apenas sabem criticar
Já agora, assim que tive conhecimento do abaixo assinado vi do de gentes do norte, logo o fiz chegar a todos do meu núcleo e enviei mais de 2O assinaturas
O colega o que fez para além de dizer mal dos outros.
Cuidado não morda a língua, pode ser perigoso.
Coninh..s, certamente é o que vê quando está em frente ao espelho
Respeito, se sabe o que é e quer para si, dê aos outros
Estou a aguardar o tal processo do SFJ por
ResponderEliminarTer injuriado e caluniado!
Quando chega o dia??
Eu tambe agurado por esse processo do sfj.
ResponderEliminarQuero ver quem me manda calar!
Tu deves ser dos que mal chega um colega novo entrega a proposta do sfj e exige seja assinada antes do final do dia. Talvez tenhas também estado no edifício da PJ a distribuir propostas do sfj aos colegas que foram obrigados a ir a uma cerimônia que só os prejudicou. Nessas alturas não achavas era a IURD... Deixa de ser hipócrita e assume o mal que tens feito a todos nós.
ResponderEliminarClaro que o artigo do Marçal é oportuno e só peca por tardio.
ResponderEliminarHá meses que o sindicato do MP fala do defice de comunicacao como causa da ma imagem dos tribunais.
Quanto ao mail da Sra Ministra, só veio corroborar a versão do SFJ, quanto à necessidade de uma tregua para se iniciar a fase de negociações do estatuto.
Muito bem!
Esperemos que não seja preciso voltar á luta??
ResponderEliminarAcordem para a vida.
A luta está aí e não vai terminar enquanto derem 300€ a uns e 30 € a outros.
Greve greve e mais greve é o que voltar a ter.
Já viram como foi a suposta reunião para iniciar a discussão do novo estatuto?
00000000 discutiram 0000 do novo estatuto.
Reuniões de faz se conta.
Greve greve e mais greve.
Não tem vergonha de ver colegas a lutar enquanto outros nada fazem?
Trm calma pá
ResponderEliminarNão recebeste o mail da paz social?
Não diga tolices, vergonha de quê?
ResponderEliminarQue luta?!
À exceção de casos isolados como o de Matosinhos, 2/3 dos colegas que têm feito greve à tarde é por pura conveniencia pessoal.
Mas por aí tudo bem, é um dto indiscutível.
De todo o modo, não acho de todo que estejamos em tempo de greves.
Perante a postura inédita deste governo ( para minha agradável surpresa), devemos apostar numa trégua e num ambiente sereno para o que interessa ao futuro da carreira: um bom estatuto que dignifique e modernize a carreira, e a torne mais atrativa.
Na minha opinião uma das principais armas que temos, é precisamente a atratividade ( ou falta dela) da carreira!
É por aqui que o governo vai ceder, não é com as atuais greves, quase irrelevantes.
O tal estatuto cuja negociação formal o Marçal afirmou começar a 2 de julho e o Almeida desmontou a patranha? Situação que levou a própria ministra a assumir que afinal era reunião para conversa. É essa a negociação de que fala? Fartos de patranhas andamos nós, pior é agora serem apresentadas por um "sindicato"
ResponderEliminarMuito mudas de opinião... Agora as greves já são irrelevantes, mas não há muito tempo surgias ufano a falar da libertação dos traficantes... Nessa altura até assumias a greve das tardes como sendo do teu clube. VERGONHA!
ResponderEliminarDEMITE-TE MARÇAL VERGONHA
ResponderEliminarPetição para demissão do Marçal
ResponderEliminar🤣🤣🤣
ResponderEliminarMARÇAL DEMITE-TE JÁ! Não deixes a carreira apodrecer. Ventos querem mudança...
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