Da Informação e da Omissão

      Seja qual for a motivação do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) em apresentar aquela dita “informação” sindical sobre a reunião desta terça-feira 06AGO no Ministério da Justiça, seja qual for, não deixa a mesma de ser insultuosa para com os Oficiais de Justiça, desconsiderando-os ao não lhes fornecer verdadeira informação, informação essa que os Oficiais de Justiça não só merecem, como dela carecem e com sofreguidão.


      Não há nenhum olimpo composto por decisores que tomam as decisões quando e como querem sobre a plebe, não lhes passando cartão.


      Atitude diferente é a que tomou o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) quando, no final do dia de ontem, apresentou aos Oficiais de Justiça uma informação digna desse nome.


      Na informação sindical do SOJ, este sindicato começa por chamar a atenção, em questão prévia, para o facto da reunião, embora convocada (ou convidada…) em nome da ministra da Justiça, fosse realmente apenas com os membros do seu Gabinete e não propriamente com a ministra. Essa particularidade consta das informações anteriores, tanto do SFJ, na denominada “Nota do Presidente”, como do SOJ, através daquela imagem do e-mail recebido que foi divulgado aos associados do SOJ e que, depois de o termos obtido, acabou por ser amplamente divulgado, já na semana passada (nosso artigo da passada sexta-feira intitulado: “Reunião no MJ na próxima terça-feira 06AGO”.


      Quanto ao objeto da reunião, ressalva também o SOJ que “a matéria em apreciação era o conteúdo funcional da carreira”, tal como já fora indicado, fazendo tal observação “procurando afastar interpretações e discussões estéreis”, como se pode ler na nota sindical.


      Consta na nota informativa:


      «Ora, perante a natureza do “convite” e o tempo que mediava entre a sua receção e a realização do evento, o SOJ solicitou aos seus associados, através de e-mail, contributos restritos à matéria em apreciação (conteúdo funcional). Feito este esclarecimento, pois foram diversos os colegas que percecionaram que se iria discutir o Estatuto, importa informar do seguinte:


      O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) reuniu-se, no âmbito do “convite” exarado por Sua Excelência a Senhora Ministra da Justiça, dia 6 de agosto, no Ministério da Justiça (MJ), com a Senhora Assessora do Gabinete da Ministra da Justiça, Dra. Filipa Caldas Machado.


      Pese embora a natureza do convite e a matéria em apreciação, o SOJ transmitiu à Senhora Assessora do Gabinete que desse nota à Senhora Ministra da Justiça de que, no entendimento deste Sindicato, SOJ, a discussão dos conteúdos funcionais da carreira é extemporânea uma vez que, tal como ocorre com outros trabalhadores, também os Oficiais de Justiça exigem discutir, de imediato, a tabela remuneratória.»


      Note-se bem o aspeto das prioridades comunicado. Tal como tem sido aqui noticiado, em termos práticos, temos as Finanças a autorizar o preenchimento de 108 lugares e um Movimento Extraordinário próprio para o efeito com apenas 5 lugares indicados; indicados, nem sequer efetivamente preenchidos.


      Note ainda que é pretensão do Ministério da Justiça abrir novo concurso sem ter revisto a tabela remuneratória. Ou seja, voltamos aos 108 e as 5. Por isso, a chamada de atenção do SOJ é pertinentíssima, porquanto a realidade do dia a dia das secções judiciais e do Ministério Público não se compadece com a gritante falta de Oficiais de Justiça.


      Prossegue a nota informativa do SOJ assim:


      «Bem sabemos, e isso mesmo foi abordado na reunião, que por razões que decorrem do PRR o Estatuto deve estar concluído até dezembro de 2024. Todavia, não aceitaremos que se coloque em causa o funcionamento da antecâmara dos “tribunais”, e por consequência desse Órgão de Soberania, por razões de dependência de fundos comunitários.


      Abordada também, e uma vez mais, a questão do SIADAP, este Sindicato compreende que possa haver colegas já seduzidos pela narrativa de um “SIADAP adaptado aos Oficiais de Justiça”. Contudo, considera o SOJ que, antes de se avançar para esse “SIADAP adaptado aos Oficiais de Justiça”, cabe ao Parlamento rever a Constituição da República Portuguesa e, se assim for determinado, revogar o artigo 218.º n.º 3 da CRP. De outra forma, o SIADAP adaptado terá de abranger também os Magistrados Judiciais e do Ministério Público. Aí teremos um SIADAP adaptado para o CSM.»


      Muito bem observado pelo SOJ essa ambição de aplicar aos Oficiais de Justiça esse método de avaliação, ainda que adaptado. Como é evidente, as revisões da Constituição não se fazem por dá-cá-aquela-palha.


      Continua a nota informativa, nos seguintes termos e afirmações:


      «Posto isto, a Senhora Assessora referiu, e bem, que essa argumentação poderá não ser acolhida pelo Sr. Ministro das Finanças. Ora, se dúvidas houvesse de que a questão é meramente orçamental, estavam dissipadas. O Governo não quer uma melhoria no funcionamento dos tribunais, por via da avaliação, mas sim espoliar o direito dos Oficiais de Justiça à progressão na carreira.»


      Claro que já ninguém duvida nesta altura da existência de um plano destinado à espoliação dos direitos dos Oficiais de Justiça, nem sequer duvida da existência de cúmplices na prossecução desse plano.


      A nota informativa continua a informar assim:


      «Igualmente relevante, e isso mesmo defendeu o SOJ, é que associada à discussão dos conteúdos funcionais, para lá de questões remuneratórias que se exigem imediatas, possam ser discutidos os requisitos habilitacionais para ingresso na carreira e se defina um Centro de excelência, com o CEJ, para formação contínua de Oficiais de Justiça.


      Por outro lado, o SOJ defende, no imediato, a criação de um Curso Técnico Superior Profissional (CETESP) e, a médio prazo – o processo para a criação de um curso superior é moroso –, uma licenciatura, para ingresso na carreira. Outras licenciaturas deverão ser consideradas em regime supletivo.»


      Na mesma nota informativa, que temos vindo a citar, consta ainda o seguinte:


      «A carreira dos Oficiais de Justiça, e esta matéria é inegociável, é de grau de complexidade 3. Isso mesmo tem de ser garantido a todos os Oficiais de Justiça, em exercício de funções.»


      E note-se bem o que o SOJ a seguir afirma:


      «Relativamente a funções de menor complexidade, que existem junto das secretarias judiciais e do MP, o Governo deveria estar informado que a roda já foi inventada: há trabalhadores nesses espaços, funcionários judiciais, que exercem funções nas carreiras de assistentes operacionais e assistentes técnicos, que desempenham, ou deveriam desempenhar, essas funções.


      O que se mostra inaceitável, e revela má gestão de recursos humanos, é ver alguns desses funcionários usurparem funções que não são suas e Oficiais de Justiça a carregar móveis ou mudar lâmpadas. Todas as carreiras devem ser valorizadas e todos os trabalhos são dignos, mas cada um deve exercer as funções que lhe são atribuídas por lei.»


       Quanto aos conteúdos funcionais, relativamente à postura do SOJ, consta o óbvio:


       «Igualmente relevante, para se definirem os conteúdos funcionais é determinar se o Governo quer reduzir os quadros, como parece ser opção, ou os redimensionar, aumentando-os, para que a resposta, atribuídas outras competências e funções, possa ser eficaz.»


      Como é evidente o conteúdo funcional atribuído aos Oficiais de Justiça está dependente do número de Oficiais de Justiça que o Estado pretende ter à disposição. Se forem poucos é uma coisa, se forem muitos é outra. Ou seja, se se pretender que ingressem 108 é uma coisa, mas se for só preencher 5 é outra coisa bem diferente.


      Portanto, em suma, o que o SOJ alega é que o Ministério da Justiça e outros que tais, se deixem de tretas filosóficas e passem a encarar a realidade conforme ela é e está de facto.


      Prossegue o SOJ assim:


      «O SOJ defende que no conteúdo funcional da carreira de Oficial de Justiça podem, e devem, constar algumas das competências atribuídas por lei, atualmente, aos Magistrados. Igualmente, algumas das competências atribuídas à AIMA, num momento em que esse serviço não consegue dar resposta às solicitações, podem ser atribuídas aos Oficiais de Justiça. Relativamente à ação executiva é necessária maior intervenção do Oficial de Justiça, nomeadamente nas execuções em que são exequentes pequenas e médias empresas.


      Sobre a matéria (conteúdos funcionais) dizer ainda, e foi referido, que o SOJ acompanha, em grande parte, o relatório exarado pelo centro de Formação da DGAJ, em 2021, sobre os conteúdos funcionais da carreira.


      O quadro técnico do Centro de Formação, na sua maioria, e o trabalho desenvolvido têm prestigiado a DGAJ e este reconhecimento, feito pelo SOJ, não colide, pelo contrário, com a necessidade apontada de estar junto do CEJ.


      Assim, e concluindo, foi uma reunião, no nosso entendimento, extemporânea, para abordar uma matéria que será discutida em sede de estatuto e cuja discussão, na globalidade, devidamente maturada.


      Outras matérias há, tão ou mais importantes, que exigem respostas imediatas. Essas respostas, se o Ministério da Justiça pretende a melhoria do sistema, têm de ser dadas!»


      E assim conclui o SOJ a sua informação sobre a reunião com o Gabinete da ministra da Justiça, apontando, pública e abertamente, qual a sua postura, algo que é substancialmente diferente dos silêncios, das omissões e das eventuais negociatas, que outros, em segredo e em desprezo pelos demais, demonstram.


      No que se refere à comunicação do SFJ, uma vez que as reuniões são em separado, a hora agendada para a reunião do SFJ poderá, afinal, ter sido realmente passada apenas naquilo que o SFJ comunicou e nada mais.


      Nada mais? Quem quiser acreditar que acredite, até à anunciada vitória de um novo e extraordinário acordo, porque tem de ser, porque temos de avançar e porque disseram que não dava para mais.


      Depois de tantos anos disto, não será hora de cada um tomar uma atitude que se possa mesmo chamar de “atitude”?


OculosParaOuvidos.jpg


      Fonte: “SOJ-Info-07AGO2024”.

Comentários

  1. Anónimo8/8/24 08:27

    Utópica, sonhadora e populista a postura do SOJ...
    Alguém consegue, na realidade, acreditar que a tutela vai rever a tabela salarial antes do Estatuto e das "novas" competências funcionais?

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  2. Anónimo8/8/24 08:32

    Estou de acordo com as pretensões do SOJ. Elevação da classe com a exigência da licenciatura e abertura de escolas para o efeito, formação contínua ...
    E diz abertamente o que se passou com ideias claras, sabe o que quer. O SFJ não diz nada, porque não sabe o que quer e age segundo os métodos comunistas, só as cúpulas é que resolvem e sabem o que se passa e depois é só o povo cioso aceitar. Por outro lado, está a ver o que o vizinho diz para boicotar. Isso não é trabalho sério.

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  3. Anónimo8/8/24 08:40

    Muito bem SOJ!

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  4. Anónimo8/8/24 08:41

    SURREAL

    Para uma reunião sobre conteúdo funcional, acho surreal...

    Também acho surreal:
    - "criação de um Curso Técnico Superior Profissional (CETESP)", par quê Direito e Solicitadoria não chega, ou é demais?

    - "revogar o artigo 218.º n.º 3 da CRP. De outra forma, o SIADAP adaptado terá de abranger também os Magistrados Judiciais e do Ministério Público", este artigo não deve ter sido bem entendido... A parte em que fala da presença de funcionário judicial no CSM quando se tratarem de assuntos pertinentes, não incluí todos os funcionários judiciais (oficiais de justiça e demais) em todos os direitos e deveres dos Magistrados que compõem o CSM. Há dúcidas?

    - Formação junto com o CEJ?...
    Numa reunião de uma hora para falar sobre o conteúdo funcional, num pais que acabou de sair de uma banca rota?

    Épá...Menos, MENOS!!

    O Confucionismo perdura há milénios, mas não produz nada de colectivo. Infelizmente...

    Saudações,

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  5. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 08:42

    Aula n. 21

    Esclarecer confusões

    Bom dia caros alunos bem vindos a mais uma aula.

    Após verificar vários comentários que denotam falta de conhecimento sobre, os seguintes temas o grau de complexidade da carreira, remuneração, posição remuneratória vamos esclarecer.

    O grau de complexidade 3 , consiste no grau de dificuldade das funções exercidas numa profissão.

    A carreira de oficial de justiça é de grau 2 atualmente contudo a complexidade das funções deveria ser de grau 3 .

    As carreiras com grau de complexidade de grau 3 recebem mais, atualmente o salário mínimo é de 1385 euros brutos.

    Assim todos os oficiais de justiça deveriam ter interesse que a carreira passe a grau 3 pois dá mais relevância á profissão e todos passam a ganhar mais

    Como já vimos a posição do SOJ e da ministra vai no sentido de conferir grau 3 á profissão isso é irredutível.

    Contudo a confusão que existe é a seguinte se o grau 3 é apenas profissões exercidas por técnicos superiores o que acontece aos outros?

    Simples esses nunca sofreram redução salarial pois é b proibido, ou seja manteriam o salário.

    Por uma questão de simplificação todos deverão passar a grau 3 pois é a caracterização da profissão.

    Uma coisa diferente será o acesso aos lugares de chefia, será por concurso? Ou será por candidatura? Isso ninguém sabe. Apenas se sabe que os licenciados poderiam concorrer a esses cargos e talvez os principais.

    Assim percebam que o fato da profissão passar a ter grau de complexidade três é uma vitória para todos.








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  6. Anónimo8/8/24 08:45

    O SOJ disse mais neste comunicado sobre a profissão que durante toda a sua existência enquanto sindicato.

    O discurso parece saído de uma qualquer reunião realizada no fim do século passado, com uns salpicos de actualidade.

    Nao deixa de ser engraçado que o SOJ quando começou tenha sido apelidado de sindicato dos licenciados - e era-o de facto, e que agora os papeis se estejam a inverter, ou seja, o SFJ a assumir as licenciaturas e o SOJ a empurrar com a barriga com a história da criação de um curso (outro) e a dar a ideia que está tudo bem com a já existência dos assistentes tecnicos e que o problema é a péssima gestão de recursos humanos e a falta de dinheiro ao fim do mês, num discurso muito mais próximo dos actuais não licenciados e que foi o discurso do SFJ desde sempre com os resultados que se conhecem.

    É difícil ser levado a sério por quem de direito quando se anda em círculos.






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  7. Anónimo8/8/24 08:48

    Se isto é mesmo verdade, a mim parece-me aquelas pessoas muito ideólogas que vão lá ao balcão fazer qualquer coisa e aproveitam para desabafar sobre tudo e mais um par de botas, a achar que estão a dizer grande coisa e que não lhes estamos a dar toda a atenção do mundo.

    A diferença é que aqui, então, sobre o conteúdo funcional, nada!

    Percebi bem?

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  8. Anónimo8/8/24 08:49

    ERRO

    "A carreira de oficial de justiça é de grau 2 atualmente "

    Carreira não revista não tem Grau

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  9. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 08:51

    Quanto á posição remuneratória obvio que aí existirá uma transferência para a tabela única da função pública e faram correspondência aos atuais salários..

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  10. Anónimo8/8/24 08:53

    E se a rever, para nós vão ser migalhas !!

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  11. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 08:54

    Você percebeu bem o que quis dizer...

    Obvio que por ser uma carreira especial tem as suas noances ...
    Mas em termos remuneratórios corresponde a carreira 2.

    Contudo para carreira grau 2 já recebem muito apenas por ser considerada especial.

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  12. Anónimo8/8/24 08:57

    Onde está escrito, ou quando é que a Ministra disse, que a proposta do Governo é no sentido de conferir grau 3 á profissão a todos?

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  13. Anónimo8/8/24 08:58

    Podem, e muito, criticar o SOJ!

    Todos, sem excepção, estão sujeito a crítica!

    Mas, em abono da verdade, vejam e comparem as comunicados emitidos pelo SOJ e pelo SFJ.

    Sem o comunicado do SOJ, e apenas o do SFJ, o que saberíamos agora do que se passou na reunião?. Quase nada!...

    Desde há muitos anos que os comunicados destes dois sindicatos têm esta diferença. Basta consultar!

    Tirem as vossas conclusões, e mudem se for caso disso.

    (Não me acusem de ser angariador do SOJ porque não sou, sou associado).

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  14. Anónimo8/8/24 09:03

    Hoje os meninos que alegavam grau 2 lol desaparecem todos...

    Então perderam o pio.

    A tendência será a valorização da carreira.

    Acordem ..essa valorização passa por elevação na qualificação..

    Foi isto que se passou á cerca de 15 anos com os solicitadores que tambem.nao era necessário licenciatura...

    Pim PAM pum

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  15. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 09:10

    Vamos ver se me faço explicar melhor o grau de complexidade 3 é atribuído á carreira derivado á complexidade das funções que desempenha.

    Se as suas funções atuais como oficial de justiça tem essas complexidade e vice consegue as executar, logo independentemente da sua escolaridade, obvio que passa para o grau de complexidade 3.

    Caso isso não aconteça aí existirá um grave atropelo aos direitos do trabalhador, pois você não pode estar a efetuar atos de oficial é inerente á sua categoria.

    Para além de existir a proibição da diminuição de salário, também existe a proibição de lhe baixarem de categoria...isto decorre da lei do trabalho é facilmente
    Contestável em tribunal, para além de ser inconstitucional.

    Ou seja apesar de ser defensor dos licenciados, é uma questão de justiça, e mesmo de lei.

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  16. Anónimo8/8/24 09:10

    Claro que não é assim!

    Se a totalidade, ou quase, dos OJ decidirem fazer efectivamente uma greve, que pare os serviços de forma drástica, vocês vão ver se eles não pagam!

    Agora, continuo à espera da efetividade da conquista do acordo do SFJ.

    Onde está o ganho?!!

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  17. Anónimo8/8/24 09:11

    Também não li...

    Foi em sonho, do outro lado da lua. Só pode.

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  18. Anónimo8/8/24 09:14

    A minha vênia ao SOJ...

    Hoje vou me sindicalizar.


    Viva aos licenciados,

    Licenciados ganhamos...

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  19. Anónimo8/8/24 09:14

    ERRO

    "em termos remuneratórios corresponde a carreira 2"

    Também não

    Em termos remuneratórios sempre se assemelhou mais ao grau 3

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  20. Anónimo8/8/24 09:17

    Pá, ó "REI", ontem já acharam a pólvora quanto a isso:

    Abrem concurso para ingresso na carreira OJ e pedem licenciados...

    A conclusão é óbvia:

    - As funções de OJ são de grau 3 (Todas).

    Não há cá tretas... TODAS as funções de OJ.

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  21. Anónimo8/8/24 09:44

    Claro que não... Obviamente.

    Está a delirar com o outro lado da lua.

    Sair do objecto da reunião, contestando-o, e delirar com o mundo perfeito é auto alhear-se da responsabilidade que TODOS temos de fazer um Estatuto bom para nós e para as gerações vindouras!

    Mas o confucionista só pensa no seu próprio umbigo.

    Ridículo.

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  22. Anónimo8/8/24 09:47

    Boa piada.😁

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  23. Anónimo8/8/24 09:47

    Ó colega:

    Mas qual pretensão?

    Aquilo era uma reunião para "conteúdo funcional".

    É como ir votar numas eleições e em vês do voto usar um boletim do totoloto para inserir nas urnas de voto.

    O mundo perfeito, todos queremos.

    Ontem era para falar do "conteúdo funcional"

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  24. Anónimo8/8/24 09:57

    Ó colega, o conteúdo funcional é que vai ditar o grau de complexidade das funções e o dinheirito ao final do mês, ou não será assim?

    Basicismos não!

    ResponderEliminar
  25. Anónimo8/8/24 09:57

    Eu espero bem que NÃO

    Espero bem que venham os dois escalões congelados pela TROIKA

    ResponderEliminar
  26. Anónimo8/8/24 09:58

    O SOJ não é o sindicatos dos licenciados, é o sindicato dos oficiais de justiça!

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  27. Anónimo8/8/24 10:02

    Completamente ridículo o comunicado.
    O SOJ é o nosso Stop, apostou em sobreviver pelo populismo, como se vê ao defender a revisão da tabela antes do estatuto, sabendo que isso é um absurdo.
    Como disse aqui um colega, tem uma visão completamente anacrónica, vivem nos anos 90.
    Simplesmente defende a atual estrutura decrépita da carreira, mantendo os atuais status, com unhas e dentes.
    Quando os sucessivos governos promovem uma maior qualificação dos quadros, vem defender um curso profissional, sabendo que isto vai nivelar a massa salarial por baixo e ainda criar um clima de maior subserviência com os restantes operadores judiciários, Magistrados, advogados, etc?
    Ridiculo pensar tão pequenino.
    Resta perceber porquê.....

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  28. Anónimo8/8/24 10:03

    Mas há dúvidas que um SIADAP para nós é especial e adaptado a ser utilizado pelo COJ?

    Igual aos mecânicos das autarquias é que não haveria de ser...

    Mas o SOJ "quer" uma avaliação como a dos Magistrado!

    Está bem. "Canta Abílio que já bebes".

    ResponderEliminar
  29. Anónimo8/8/24 10:08

    Somos a antecâmara da sala de julgamento?

    Eu sou do MP. Nem estou junto de um Tribunal.

    Não percebi o SOJ

    É preciso pôr os pezinhos na Terra.

    Acho que se dispersou do essencial daquela reunião.

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  30. Anónimo8/8/24 10:10

    O curso TESP diz muito sobre o futuro da carreira.

    Fiquei esclarecido.

    Entendedores entenderão ...

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  31. Anónimo8/8/24 10:11

    Um curso profissional que é um curso superior. O SOJ até publicou o link onde pode ser acedida a informação. O curso é ministrado em ensino superior e tem 2 anos de formação. Também explica o SOJ muito bem que criar uma licenciatura no imediato leva tempo, portanto são dois passos. Começa a ser tempo de tirar as palas dos olhos.

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  32. Anónimo8/8/24 10:15

    "Senhor dos Cânones" decide que na reunião sobre conteúdo funcional é extemporâneo falar sobre o assunto sem equacionar a tabela salariar primeiro por causa do concurso ...

    De seguida um rol de sonhos.

    E é isto.

    É assim que acham que se trabalha.

    Chiça

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  33. Anónimo8/8/24 10:18

    Ó rei, por uma vez disseste uma coisa acertada!

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  34. Anónimo8/8/24 10:22

    As tantas ainda vão começar agora a dizer a verdade e a assumir que afinal foi o SOJ que fez inscrever nesta carreira um curso superior como requisito para ingresso. Não fosse o SOJ nenhum titular do curso de Aveiro estaria hoje nos tribunais. Agora parece que o SOJ mantém a mesma linha e procura dotar a carreira de formação superior específica. Parece-me bem e mostra que o SOJ não tem receio de assumir posições, algumas fora do tempo, como fez com os alunos de Aveiro, e que outros entretanto andaram a dizer ser obra sua, mas muito acertadas. Força SOJ

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  35. Anónimo8/8/24 10:27

    Como sempre, os "básicos", a conformarem-se com o pedantismo de sempre. Gente que não tem nem quer ter uma palavra a dizer quanto ao seu futuro profissional. A cultura do pedantismo, da ignorância e da subserviência ao serviço gente que passou toda uma carreira a progredir á custa de cunhas e de "boas graças" de "amigos" , tal como acontece hoje nos ditos "conselhos de gestão", que no presente é de gestão de cunhas, promovendo-se a dependência, a subserviência e a incompetência. Para estes qualquer "salmo" fora da cartilha do sindicato que traiu os OJ, é de rejeitar. O melhor é manter o "status quo" de uns quantos que não têm vergonha nem escrúpulos em se "vender"por umas migalhas a mais do que os restantes. Imaginem que havia equilíbrio na representação sindical deste grupo profissional?
    Já estaríamos a discutir coisas bem mais importantes do que valorização da tabela salarial, que devia ter sido, tal como aconteceu com outras profissões, realmente valorizada.

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  36. Anónimo8/8/24 10:28

    A ignorância é atrevida. O colega não percebeu pois desconhece os acórdãos que determinaram que a competência do COJ na prática é delegada pelo CSM. Se os tivesse lido teria aí visto, preto no branco, que as secretarias dos tribunais são a "antecâmara do órgão de soberania".

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  37. Anónimo8/8/24 10:30

    Então e as greves do SOJ que se continuam a fazer para o aumento do SRP para os 20% ou pelo menos 15% como foi falado?
    Resultados?

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  38. Anónimo8/8/24 10:33

    Parece-me evidente, mas corrija-me se eu estiver enganado, que quando se abrem concursos para ingresso na carreira OJ e se pedem licenciados, não há dúvidas que TODAS as funções de OJ são actualmente equiparadas ao grau 3 das carreiras já revistas.

    Basicamente.

    Essa discussão dos graus 2 e 3 é, basicamente, um salve-se quem puder, uns contra os outros, sem perceberem a realidade.

    Que é básica....

    Basicamente.

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  39. Anónimo8/8/24 10:36

    Muito bem SOJ, não ceder.

    ResponderEliminar
  40. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 10:37

    Você não é tolo nenhum , ou é? obvio que em termos de remuneração está equiparado ao grau três apenas por ser uma carreira especial...
    Nestes comentários por vezes não dá para meter tudo...mas o principal da mensagem que se quer passar está lá...

    ResponderEliminar
  41. Anónimo8/8/24 10:43

    E as Secretarias do Ministério Público?...

    Com a Independência do Ministério Público?

    A sua sapiência literária alastra para horizontes afastados do seu umbigo?

    Ignorante é Senhora sua Prima!

    Espertalhote...

    ResponderEliminar
  42. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 10:47

    Para o anónimo das 9:07 se acha que a pólvora foi descoberta então leia os comentários de ontem, e verá que existe colegas que de fato tem que investir na formação e saberem o cargo que ocupam.

    A profissão de oficial de justiça é uma profissão de valor, complexa e requer conhecimentos de direito.

    O único problema é que existe um sistema que desprezam estes profissionais...e tem que se acabar com isto.

    No fim do dia tenham brio profissional.e dignidade, com estudos ou sem estudos somos todos juristas.

    ResponderEliminar
  43. Anónimo8/8/24 10:50

    Concordo plenamente com o que disse, que as funções são de grau 3.


    Também não estou a ver como será possível retirar essa funções a quem já as exerce, com toda a legitimidade.

    Haverá OJ "espoliados" das suas funções?

    Será isso possível e legal?

    Regressão funcional dos OJ?

    A resposta é não, nada disso é legalemnte possível!

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  44. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 10:51

    Para anónimo das 9:11 você sabe o que é um oficial de justiça??

    Você não tem o dever de saber interpretar lei?

    Não tem que tar escrito decorre da lei .
    Quais os artigos que quer que lhe mostre os códigos de trabalho ou a constituição??

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  45. Anónimo8/8/24 10:56

    Música para embalar meninos e atiças descontentes.

    Nada disso se aplica mim... Desculpe lá Sr. Dr.

    ResponderEliminar
  46. Anónimo8/8/24 11:01

    Ademais, vou dar um mergulho, aproveitar os últimos dias das minhas férias, que não tenho paciência para ser insultado por quem... Olha nem sei. Chau!

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  47. Anónimo8/8/24 11:08

    Também acho que não.

    ResponderEliminar
  48. Anónimo8/8/24 11:09

    Viva ao SOJ.qualificacao qualificação qualificação...

    ResponderEliminar
  49. Anónimo8/8/24 11:11

    Você anda a sonhar!!

    ResponderEliminar
  50. Anónimo8/8/24 11:13

    Curso Superior, mas Direito não. Não percebo.

    É uma coisa nova, a fazer de raiz. Mas por quem?

    É os sindicatos que vão delinear os conteúdos académicos?

    E vão lá eles dar as aulas?

    É uma coisa especial do CEJ, o CEJ vai dar licenciaturas?

    ResponderEliminar
  51. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 11:15

    Aleluia que já existe quem entendeu que a regressão de categoria como salarial. Não é admissível...afinal ainda existe oficiais de justiça com brio profissional.

    ResponderEliminar
  52. Anónimo8/8/24 11:18

    Eu sou OJ e, licenciado ou não, sou competente para desempenhar as funções que actualmente qq OJ desempenha!

    Não é possível deixar de o ser, pois o direito ao seu desempenho foi conquistado com a posse!

    Isso poderá eventualmente ser verdade em novas funções, que eventualmente venham a ser criadas, mas tão só!

    E mesmo isso não é liquido, pois os OJ é o grupo profissional competente para a tramitação processual e isso não pode ser retirado a que já exerce a profissão!

    Fala-se muito, e eu também, mas há conceitos básicos de legislação labora que esquecem, e que são determinantes ...

    Atente-se - No momento em que tenho competência para tramitação de processos, como é possível retirarem-me essas funções?!

    Resposta - Não podem!

    Meus amigos, não podem regredir funcionalmente os funcionários.

    Se assim fosse, muitos andariam com a esfregona na mão e com salário mínimo.

    Como o Rei diz, e desta vez bem, se o MJ conferir o grau 3 à nossa profissão, todos nós estamos aptos a desempenha-la, porque a isso já ganhamos legitimidade aquando da posse!

    ResponderEliminar
  53. Anónimo8/8/24 11:20

    O SIADAP é apenas uma questão orçamental ! O governo apenas pretende com o o SIADAP conter despesa. Não está preocupado com mais nada !

    ResponderEliminar
  54. Anónimo8/8/24 11:31

    E como podemos classificar as atitudes do sfj? Por respeito à educação que os meus queridos pais me transmitiram, não vou vomitar as carradas de asneiras que me apetecem dizer quanto às deploráveis atitudes do sfj.

    ResponderEliminar
  55. Anónimo8/8/24 11:34

    Não, são coisas distintas.

    Não é possível regressão salarial, mas também não é possível regressão funcional, mesmo que fique com os mesmo salário!

    Geralmente andam de mão dadas mas não tem de ser assim!

    Dou um exemplo:

    Imagine que ganha 1500 euros e faz as funções de adjunto numa secretária.

    Agora, imagine que o MJ o quer fazer regredir funcionalmente, para funções meramente administrativas, mas lhe propõe manter o ordenado, ou até, em absurdo aumentar, ISSO NÃO É POSSÍVEL!

    Perceberam agora?!!

    Todos nós somos OJ, com direito e competência à tramitação processual, e isso não pode ser retirado (seria a tal regressão funcional) mesmo que mantivessem os ordenados!

    Dúvidas?

    ResponderEliminar
  56. Anónimo8/8/24 11:39

    E há classificações de serviço que comprovam a capacidade !!

    ResponderEliminar
  57. Anónimo8/8/24 11:41

    ISSO MESMO

    Agora não venham cá com cantigas

    ResponderEliminar
  58. Anónimo8/8/24 12:00

    Problema do governo. Eu não tenho nada a ver com isso (SIADAP)

    Não fazia parte do instituído aquando da tomada de posse e, por isso, não me rege!

    ResponderEliminar
  59. Anónimo8/8/24 12:01


    Fica bem claro o porquê das reuniões em separado. É para preparar o cozinhado!


    ResponderEliminar
  60. Anónimo8/8/24 12:06

    Eheheh!
    Nos comunicados, disse bem, o SOJ diz o que os OJ querem ouvir!
    Isso chega?
    E conquistas efetivas? Para quando?
    ZERO!

    ResponderEliminar
  61. Anónimo8/8/24 12:08

    É Lei... Não é para gostar é para cumprir. Deixem-se lá de "achismos" e bora lá andar com o barco para a frente

    ResponderEliminar
  62. Anónimo8/8/24 12:10

    Bem o SOJ por informar o que se passou na reunião

    Mal o SFJ, mais uma vez, por tornar estas reuniões secretas.

    Ou o Marçal e os seus muchachos vão tirar um coelho da cartola ou isto ainda acaba à porrada.

    Tenho a percepção que o Ministério da Justiça retirou o SOJ da equação.
    Não contam com eles para nada e estas reuniões é só para encher chouriços.
    Se assim for é lamentável.

    Quanto ao conteúdo da reunião.
    Tirando os faits divers do costume, ficamos todos a saber que o estatuto tem que estar concluído até ao final do ano devido ao PRR.

    Daí a pressa toda.
    E assim ainda se compreende menos a posição do SFJ.
    A pressão estava do lado deles.
    Por esta altura o projeto de estatuto está a ser escrivinhado pela secretaria de Estado, mais um ou dois carolas, que provavelmente nunca entraram num Tribunal, alguém das finanças a cortar nos gastos e opiniões de fora, advogados, amigos dos amigos do partido, etc.

    Aquela sensação de estar a ser Cozido e nós a vermos é assim.......

    FF

    Vamos ver o que vem aí.


    ResponderEliminar
  63. Anónimo8/8/24 12:40

    É precisamente isso - É a lei, que não tem efeito retractivos e não se aplica a mim e à grande maioria dos OJ.

    Os contratos não se mudam unilateralmente, é a lei.

    SIADAP = Flatulência

    ResponderEliminar
  64. Anónimo8/8/24 12:45

    Vamos ver o que daí sai, mas não temos que aceitar o inaceitável, e aceitarmos coisas más, vamos ter que ser muito persuadido ($$$$) !

    Agora. se o MJ quiser por e dispor é simples, reformem os OJ que o desejem!

    ResponderEliminar
  65. Anónimo8/8/24 12:50

    pois...não se esqueçam de que, para a tutela há um que é mais representativo do que o outro...

    ResponderEliminar
  66. Anónimo8/8/24 12:56

    "Tenho a percepção que o Ministério da Justiça retirou o SOJ da equação."

    Não é preciso...

    Eles retiram-se a eles mesmos.

    Olha ontem: sugestão/discussão sobre conteúdo funcional...

    Blá-blá-blá whiskas saquetas, e conteúdo funcional ZERO

    ResponderEliminar
  67. Anónimo8/8/24 13:00

    “O SOJ defende que no conteúdo funcional da carreira de Oficial de Justiça podem, e devem, constar algumas das competências atribuídas por lei, atualmente, aos Magistrados. Igualmente, algumas das competências atribuídas à AIMA, num momento em que esse serviço não consegue dar resposta às solicitações – ver noticia associada a partir do link na pag do SOJ –, podem ser atribuídas aos Oficiais de Justiça. Relativamente à ação executiva é necessária maior intervenção do Oficial de Justiça, nomeadamente nas execuções em que são exequentes pequenas e médias empresas.”

    E ainda:

    https://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/conselho-de-lisboa-da-oa-pede-medidas-urgentes-ap%C3%B3s-queixas-de-advogados-brasileiros/ar-BB1qYz86?ocid=BingNewsVerp


    Ahh…!

    Mas, se ainda assim, alguém estiver interessado:

    “Estrutura de Missão pode recrutar para as duas equipas de missão um número máximo

    de 100 especialistas,
    (…)

    cujo exercício de funções pode efetivar-se por intermédio de protocolos com entidades públicas ou privadas, ou ao abrigo da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, ou do Código dos Contratos Públicos, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de janeiro, ambos na sua redação atual, e demais legislação aplicável, nas seguintes modalidades:
    a) Mobilidade;
    b) Contrato de trabalho a termo resolutivo certo ou incerto;
    c) Cedência de interesse público;
    d) Contrato de prestação de serviços.

    (…)”


    https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/87-2024-871466268

    ResponderEliminar
  68. Anónimo8/8/24 13:36

    Ai mudam, mudam...
    Reforma 55.
    LOSJ 2013.

    ResponderEliminar
  69. Anónimo8/8/24 13:38

    Queremos aumentos salariais!

    Não se negoceia bem com a barriga vazia!


    E que tal 300 € mensais para começar?

    ResponderEliminar
  70. Anónimo8/8/24 13:42

    Alguém sabe que relatório era aquele do Centro de Formação que o SOJ disse no comunicado acompanhar em boa parte?
    Seria sobre conteúdo funcional?

    ResponderEliminar
  71. Anónimo8/8/24 13:42

    "Curso Técnico Superior Profissional (CETESP)"??? O Sr. Almeida não se enxerga. O problema é que são estes representantes que não sentam o rabo numa secretaria há décadas e que supostamente falam em nome da classe. Todos devem passar para o grau 3 mas o futuro deverá prever, tão só, a admissão por via da licenciatura em direito. Só assim assumimos de vez que somos uma carreira de especialização jurídica e, com isso, asseguramos a valorização imediata e futura. O SOJ que tenha vergonha e sentido de responsabilidade nas propostas que apresenta. Para "não pensantes ou críticos" já temos os seus associados que nada dizem nem fazem sobre uma estrutura que não convoca, que se lembre, um único congresso ou reunião nacional.

    ResponderEliminar
  72. Anónimo8/8/24 13:56

    Sim, vai convocar congressos e reuniões nacionais para depois o que foi acordado nesses congressos e/ou reuniões não ser cumprido pelo seu presidente? Por favor.... Na prática, esses congressos não servem para NADA! o SFJ faz o que quer e bem lhe apetece e os associados nem piam.

    ResponderEliminar
  73. Anónimo8/8/24 13:56

    Não foi o soj que sugeriu a criação do curso de aveiro. Aproveitou-se de se fazer juntar aquando do propalado fim desse curso. Foi inteligente pois o sfj nada fez, pelo contrário, para que houvesse a manutenção do referido curso. Agora dizer que não fosse o soj e os alunos não eram integrados nos tribunais, é pura propaganda.

    ResponderEliminar
  74. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 13:57

    O que é que isso importa?? O objetivo é passar a carreira grau complexidade 3 .

    Com curso superior na área de direito seja por cesp ou o diabo a quatro..

    ResponderEliminar
  75. Anónimo8/8/24 13:59

    Tu és doente.

    A vitória é o Soj dar satisfações e o SFJ nada.

    O que eles estão a pedir é aumentar a qualificação da profissão...

    Esse é o caminho...

    ResponderEliminar
  76. Anónimo8/8/24 14:17

    És um associado angariador.

    ResponderEliminar
  77. Anónimo8/8/24 14:18

    A mim não me interessam os graus de complexidade.

    E quanto ao conteúdo funcional, quanto menos responsabilidade melhor!!

    EU QUERO É DOIS MIL EUROS POR MÊS A CAIR NA CONTA!!!

    ResponderEliminar
  78. Anónimo8/8/24 14:18

    Não é bem assim. Mas não defende congressos e conselhos nacionais? Vá lá, não se desvie do assunto.

    ResponderEliminar
  79. Anónimo8/8/24 14:22

    não é preciso muito. Basta ser adjunto nos últimos escalões e não tem qualquer complexidade de funções se ainda não tem essa categoria, aguarde serenamente pois basta o decurso do tempo e não tem de prestar qualquer tipo de provas de conhecimentos. Com sorte, ainda exerce em substituição as funções da categoria superior. Fácil, não?

    ResponderEliminar
  80. Anónimo8/8/24 14:25

    Estou deslumbrada com este sindicato (SOJ) já tivemos tantas vitórias, sim tivemos sim dinheiro fora do bolso com as suas greves e especulações que as suas intervenções não passam disso mesmo," casa aonde não há pão todos ralham e ninguém tem razão", deixem estar o estatuto como está, não mecham que estragam e os Srs.º dos sindicatos que venham trabalhar para as secretárias e que se deixem de conversas.

    ResponderEliminar
  81. Anónimo8/8/24 14:30

    Na ânsia de criticar a colega até se esquece de referir que o SOJ defende a revisão da tabela salarial como prioritária. O seu clube é que parece ter pressa do estatuto por causa dos fundos comunitários para formação.

    ResponderEliminar
  82. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 14:32

    Apesar de ontem ter explicado o princípio da irredutibilidade salarial mediante o artigo 129 CT.

    Existem colegas com dúvidas...

    Assim venho reforçar este ponto com jurisprudência nomeadamente o acórdão que convido a consultarem:

    ACRL de 14-09-2016 Redução da retribuição. Garantia do trabalhador. Ilicitude fora dos casos previstos na lei ou em convenção colectiva aplicável
    I-Constitui uma das garantias do trabalhador a proibição de o empregador lhe reduzir a retribuição, salvo nos casos previstos no próprio CT ou em instrumento de regulamentação colectiva de trabalho.
    II-Não se verificando nenhuma das situações previstas no código que tornam lícita a redução da retribuição (por ex°, redução do tempo de trabalho, suspensão do contrato em situação de crise da empresa, passagem do trabalhador a regime de tempo parcial, descida de categoria, nos casos em que é admitida) e não se referenciando qualquer instrumento de regulamentação colectiva de trabalho que seja aplicável à relação laboral que o permita, é ilicita a redução da retribuição
    Proc. 2898/14.6TTLSB 4ª Secção.

    Espero que desta vez entendam.

    ResponderEliminar
  83. Anónimo8/8/24 14:33

    Os oficiais de justiça já têm uma avaliação como os magistrados. O titular do processo inspetivo é o CSM, assim o determina a lei constitucional. Tire as palas!

    ResponderEliminar
  84. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 14:41

    Em virtude de continuarem com a histórias da mudança de categoria aqui vai o esclarecimento cabal.

    Mudar para categoria profissional inferior apenas é possível por mútuo acordo
    Esta situação não poderá ocorrer nunca por imposição. Se tal se verificar, estaremos perante uma ilegalidade.

    De facto, um trabalhador deve, em primeiro lugar, exercer as funções para as quais foi contratado. Qualquer mudança que ocorra, seja ela no âmbito de uma promoção, ou na transição para uma categoria de trabalhado considerada inferior, só pode ser levada a cabo mediante um acordo e aprovação do serviço responsável.

    Diz o Código do Trabalho, no artigo 119.º,

    Ou seja para mudarem de categoria tem que aceitar.

    ResponderEliminar
  85. Anónimo8/8/24 14:42

    O estatutos do SOJ determinam congressos e conselhos nacionais? Os estatutos dos sindicatos maus recentes determinam congressos e conselhos nacionais? NÃO! Até os partidos políticos estão a reduzir o tempo previsto para a realização dos congressos, por alguma razão. Realizar congressos e depois recusar os resultados é que merece reflexão.

    ResponderEliminar
  86. Anónimo8/8/24 14:51

    "ESCLARECERIMENTO SOBRE A QUESTÃO DA TABELA SALARIAL
    Alguns colegas estão a tentar desenvolver uma campanha, segundo a "cartilha" da tutela, que assenta no seguinte raciocínio:
    As carreiras têm de ser revistas estatutariamente para, posteriormente, reverem a tabela salarial. Argumento que parece até ter algum senso.
    Contudo, pois desconhecem o que se passa no mundo sindical, embora alguns com responsabilidades sindicais, que a carreira das Policiais Municipais, por exemplo, ainda não foi revista, mas o Governo anterior, por estar essa carreira a perder atratividade, reviu em 2023 a sua tabela salarial, aumentando-a em 20% e acordou avançar com a revisão dessa carreira posteriormente.
    Consequentemente, quando se defende que é possível rever tabela salarial antes de rever estatuto, fala-se com propriedade, pois há trabalho feito e antecedentes" - Publicado pelo SOJ nas redes sociais.

    E como diz o outro...

    Pim PAM pum.

    ResponderEliminar
  87. Anónimo8/8/24 14:53

    Deixar como está pelo menos até á sua reforma ninguém o chateie.
    Aceite este estatuto já era, a carreira tem de ser revista.

    ResponderEliminar
  88. Anónimo8/8/24 14:58

    Muito bem visto! O exemplo do Maduro e afins é o a seguir. O rebanho segue o pastor

    ResponderEliminar
  89. Anónimo8/8/24 15:00

    Já era vamos ver, já andam na mudança do estatuto á quantos anos? Espere sentado.

    ResponderEliminar
  90. Anónimo8/8/24 15:02

    "ESCLARECERIMENTO..." a pressa é tanta de tentar dar uma determinada imagem que nem dos erros cuidam. Isto vai de mal a pior!

    ResponderEliminar
  91. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 15:05

    Certíssimo e apoiado, contudo os colegas não gostam de fatos não gostam de lei.

    Preferem a especulação e obviamente preferem acreditar na versão que lhes for mais favorável..

    Apelo aos colegas que trabalhem nos tribunais de trabalho que percebam minimamente de direito que expliquem os colegas.

    Pois já expliquei de diversas maneiras e ele não conseguem entender..

    Não sabem a definição de complexidade funcional, não sabem consultar a lei.

    ResponderEliminar
  92. Anónimo8/8/24 15:07

    Você só é bom em português...e a meter nojo mas interpretar lei que é bom... tá quieto..

    Então siga para professor de português..

    Está na profissão errada...

    ResponderEliminar
  93. Anónimo8/8/24 15:07

    Fique sabendo que não jogo em nenhum clube, mas tenho os pés bem assentes na terra, blá blá e nada assim vamos continuar se cá continuarmos ainda vamos passar por outro governos e não vamos ver mudanças, as mudanças são cirúrgicas e não precisaram de alterar o estatuto para serem alteradas algumas regras que aí se faziam constar, deixem-se de conversas fiadas nada vai vir de novo.

    ResponderEliminar
  94. Anónimo8/8/24 15:07

    Então não poderia o governo, se assim o entendesse, valorizar o salário em, digamos, 300 €!

    Já desvalorizar não pode!

    Mas o que é que a valorização tem a ver com estatuto?!!

    Poderá haver valorização com a aprovação de novo estatuto, ou independentemente deste, nada o proíbe!

    Cada Bola Mata Um

    ResponderEliminar
  95. Anónimo8/8/24 16:03

    Exatamente!!!

    ResponderEliminar
  96. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 16:06

    Mas alguém tem dúvidas que o caminho é o que aconteceu com os solicitadores...

    Os mesmos á cerca de 15 anos não era necessário licenciatura para aceder á profissão...

    Eram desconsiderados , desrespeitados etc...

    Fizeram o seu caminho, ganharam competências e atualmente são respeitados e mudaram a sua imagem.

    Na reforma da acção executiva as últimas alterações versaram sobre o conteúdo funcional do agente de execução, os mesmos atualmente oficiosamente tomam diversas decisões no processo e só vai ao juiz excepcionalmente.

    Ou seja ganharam autonomia, tiraram carga de trabalho dos juízes.

    Tem o melhor plataforma de vendas de bens penhorados, até a estado recorre a tal plataforma.

    O mesmo caminho havia de ser feito para os oficiais de justiça ou seja este é o único caminho..

    ResponderEliminar
  97. Anónimo8/8/24 16:09

    Alguém já pediu aos sindicatos para contratar um constitucionalista para efetuar um estudo para averiguar acerca das irregularidades do estatuto dos oficiais de justiça? Não então fica aqui a dica.

    ResponderEliminar
  98. Anónimo8/8/24 16:10

    Verdade. E com um bocado de sorte, ainda está na Central a dar carimbos nas cartas devolvidas.

    ResponderEliminar
  99. Anónimo8/8/24 16:21

    Eu estou como o colega. Que me caiam os 1500 na conta e quanto menos fizer e quanto menos responsabilidades tiver melhor. Os Srs Drs. que fiquem com o grau 3 ou 13... quero lá saber.

    ResponderEliminar
  100. Anónimo8/8/24 16:35

    SOJ sonhador...!
    Deixem de ser crentes e acordem para a realidade.
    O SOJ é um sindicato unipessoal e populista nao sendo, por isso, credível nas negociações com a tutela.
    Só não vê quem não quer!
    Resultados: ZERO!

    ResponderEliminar
  101. Anónimo8/8/24 16:38

    Chapem o grau 3 nos "coisos".

    Eu quero é dois mil euros por mês na conta e fazer o menos possível.

    E quanto menos responsabilidade melhor.

    Sem qualquer ironia ou desprimor por quem exerce essas funções, o meu sonho é ir para uma central dar entrada a papéis, tirar CRC's e ir ao arquivo de vez em quando buscar uns processos.

    E horário das 9 às 17!!

    ResponderEliminar
  102. Anónimo8/8/24 16:52

    Eu sou um angariador associado?!

    ResponderEliminar
  103. Anónimo8/8/24 17:17

    Não assumido

    ResponderEliminar
  104. Anónimo8/8/24 17:22

    Aumentar a qualificação??? vá lá ver os requisitos para o tal "curso superior profissional". Assim não vamos a lado nenhum. Pior, ficamos mesmo mal na fotografia. Pena que nesta reunião o elevador não tenha avariado. Deste tipo de propostas a classe dispensa, Carlos Almeida.

    ResponderEliminar
  105. Anónimo8/8/24 17:52

    O comentador das 17:22 nem sabe do que fala. Os cursos profissionais superiores são ministrados em universidade, e tem uma duração de 2 anos. As licenciaturas são ministradas nas mesmas universidades e têm uma duração de 3 anos, por exemplo solicitaria e direito há uns anos na U. Autónoma ( sim, direito na autónoma eram 3 anos). Portanto, quando o soj diz que se avance de imediato para esses cursos e posteriormente para a licenciatura é por ter conhecimento, real, de como são morosos os processos para criar novos cursos. Percebe-se, claramente, que o SOJ tem um trabalho bem estruturado e que as críticas que aqui existem resultam das cúpulas do SFJ, mais interessadas em defender o acordo e acordos futuros.

    ResponderEliminar
  106. Anónimo8/8/24 18:41

    Pois a colega tem PÃO as três carcaças que o SFJ dizia que eram o aumento é o seu...

    ResponderEliminar
  107. Anónimo8/8/24 18:43

    Oh senhor, nas universidades públicas são ministrados pelos politécnicos. Nas privadas, se um dia houver proveito econômico para varrer as ruas eles criam um curso superior profissional. Essa de uma ideia estruturante por parte do soj é treta. Assumam a licenciatura e ponto final. Agora andar com fait divers só alimenta a descridibilidade. Por mim e com as ideias apresentadas pelo Carlos Almeida, só espero é que o elevador avarie. Aliás, tais avarias não podem só acontecer quando dá jeito.por último e Qt ao soj, espero que apareçam novos colegas que tenham a audácia de se apresentarem como candidatos à presidência, isto quando houverem eleições... Ops...quando foram as últimas?

    ResponderEliminar
  108. Anónimo8/8/24 18:43

    ABRAM OS OLHOS

    ResponderEliminar
  109. Anónimo8/8/24 20:27

    E se todos esperassem, incluindo o autor (o anónimo que já se percebeu a sua orientação "clubística") deste e de outros textos, pela apresentação formal do texto final do eventual novo EFJ para então se pronunciarem!
    Havia menos especulação e palhaçada e éramos todos mais felizes!!

    ResponderEliminar
  110. Anónimo8/8/24 21:20

    Ah sim, estou muito satisfeito com as satisfações.
    Sublime 🙄

    ResponderEliminar
  111. Anónimo8/8/24 21:35

    Não, não "trabalho" para o SOJ, nem conheço ninguém desse sindicato pessoalmente, mas já apertei a mão ao Marçal, que, estupidamente, tanto nos prejudicou!

    ResponderEliminar
  112. Anónimo8/8/24 21:36

    A sua ideia não é nada descabida!

    Mesmo nada!

    ResponderEliminar
  113. Anónimo8/8/24 21:38

    Então não havia razão para comentários, e levado ao extremo também não haveria motivo para os artigos do "blog", e isso seria uma pena, não?!!

    ResponderEliminar
  114. Anónimo8/8/24 21:39

    Deixe andar!

    Diga o que quer dizer, e nós também!..


    É uma espécie de catarse !

    ResponderEliminar
  115. Anónimo8/8/24 22:14

    Comenta-se por aí que apenas 2 colegas deram o seu contributo válido e objetivo para a solicitação do SOJ.

    Os restantes, perderam-se em generalidades estéreis e em assuntos fora daquilo que realmente se pretendia.

    Efetivamente - e olhando para os posts de hoje e de sempre - facilmente se constata que bitaiteiros e espalha brasas não faltam.
    Agora ir ao cerne das questões...tá quieto ó mau !!

    São todos doutorados em arruaça, confusão e discórdia. Aí, há realmente que atribuir-lhes o grau 3 !!

    ResponderEliminar
  116. Rei dos Oficiais de Justiça8/8/24 22:53

    UAU o seu comentário de fato é que contribui para algo...ou seja para nada.

    Fundamente com a lei fundamente como eu faço...

    Análise as inconstitucionalidades do estatuto.

    Se tiver essa capacidade...que duvido.

    ResponderEliminar
  117. Anónimo9/8/24 07:57

    »SIM, a propósito e qual dos Sinicatos fala nisso? Estarão em conluio com DGAJ?!?!?

    ResponderEliminar
  118. Anónimo9/8/24 09:32

    Com esse brilhante comentário de quem nem escrever sabe quanto mais interpretar o que quer que leia, sem perceber o propósito e o comando das leis que lê na transversal, julgando ser uma sumidade...I REST MY CASE !!

    Um palhaço não se torna REI porque foi viver para um palácio. Pelo contrário, ele torna o palácio num circo !!

    ResponderEliminar

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