Balanço da Concentração de Ontem
E dizia ontem a Mila: “Faz mais quem quer do que quem pode”, enquanto que, por sua vez, a Fátima comentava assim: “Se todos assim fossemos, outro galo cantaria”.
Entre tantos outros comentários, ontem publicados no nosso Grupo Nacional de Oficiais de Justiça no WhatsApp, destacamos esses dois para representarem a apreciação da iniciativa da Concentração de Oficiais de Justiça que decorreu ontem em Lisboa, junto ao Ministério da Justiça.
E destacamos esses dois comentários porque contêm apreciações que são verdades tão fortes como punhos; punhos fechados que agridem e doem.
A comunicação social dava conta da presença de cerca de 50 Oficiais de Justiça, concentrados na praça mais conhecida do país e na fotografia de grupo contamos cerca de 80.
Evidentemente que aqueles que compareceram não são todos os que sentem como a carreira está a ser injustiçada; são apenas alguns poucos, mas representantes de uma vasta maioria que sente da mesma forma.
Fossem 80 ou fossem 8, o que releva é que no dia de ontem houve uma manifestação de desagrado com o estado atual da carreira, e essa demonstração só ocorre, porque, realmente esse desagrado existe e muito.
Quanto ao desencanto com a carreira, basta um exemplo: sem ir mais longe, foi ontem mesmo publicado em Diário da República o Decreto-Lei n.º 57-A/2024, de 13SET, no qual se estabelece, entre outros aspetos, a compensação a pagar aos professores, de acordo com a distância da sua colocação ao seu domicílio.
Assim, tal como aqui já anunciamos, o novo suplemento criado à medida dos professores, processa-se da seguinte forma: desde que a colocação ocorra a mais de 70 km do seu domicílio, o suplemento será de 150 euros mensais, mas se a distância for de mais de 200 km, o valor do suplemento passa para 300 euros e, por fim, acima de 300 km, o suplemento passa para o seu valor máximo que é de 450 euros.
Os Oficiais de Justiça, são igualmente colocados através de concursos nacionais a cada ano, acabando muitos por desistir das colocações, porque o vencimento não cobre as despesas. Por tal motivo, há zonas do país para onde ninguém quer ir e não vão mesmo, sendo os Oficiais de Justiça de ingresso obrigados a abandonar a carreira, o que vem acontecendo cada vez mais e em maior número.
Veja-se, a título de exemplo, a recente autorização dada pelo atual Ministério das Finanças para preencher, em reforço, 108 novos lugares, tendo a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) conseguido apenas 5.
Esse exemplo é do mais flagrante que há, denota perfeitamente a decadência da carreira e o estado da justiça em Portugal.
Por isso, e por outras, é perfeitamente natural encontrar uma vasta maioria de Oficiais de Justiça por todo o país que não se identifica com o discurso conformista e de pacificação, alinhado com o Governo, como alguns, espantosamente, ainda teimam em ter.
Por isso, assim, vão ocorrendo – todos os dias – todo o género de manifestações, como greves, abaixo-assinados e ações de rua, como a de ontem, mas também como a do acampamento junto à Assembleia da República, em frente aos tribunais, enfim, diversas iniciativas nascidas no seio dos Oficiais de Justiça, espontaneamente e sem o apoio das estruturas sindicais, que demonstram muito bem o desgosto que os acompanha, também no que diz respeito à atividade e suporte sindical.
Como dizia ontem a Mila: “Faz mais quem quer do que quem pode!” e estes que querem fazer e fazem, são um exemplo tão grande para a classe dos Oficiais de Justiça que, corroborando a Fátima, “Se todos assim fossemos, outro galo cantaria!”
Fizemos uma recolha de fotografias e também de vídeos da ação de rua de ontem, podendo ver a seguir algumas dessas fotografias, especialmente para os muitos que não estiveram presentes e que, desta forma, poderão apreciar aqueles que, esforçados, compareceram, em defesa e em representação do coletivo.
Amanhã divulgaremos mais fotografias e vídeos.










Uma profissão de sonho.
ResponderEliminar915 euros
Longe da família
Longe de casa durante imensos anos.
Pagar duas rendas.
Altos níveis de stress, de exigência e de responsabilidade.
Tudo isso e muito mais por 915 euros.
Um sonho de profissão.
Uma profissão que tanto abre a porta a um indivíduo com o 9. ano com uma formação no IEFP como a um licenciado em Direito, pagando-lhes exactamente o mesmo salário.
ResponderEliminarUma profissão de sonho sem dúvida.
Está abertura do concurso a cursos do IEFP pode facilmente ser contestada..isto é uma humilhação para toda a classe.
ResponderEliminarQual a ação dos sindicatos?
Afinal o estatuto para efeitos de valorização salarial precisa de ser alterado.
Mas para efeitos de concurso a admitir o pessoal o IEFP já não é preciso ser alterado.
Assim se conclui que afinal não é necessário alterar o estatuto para surgir a famosa valorização salarial.
Estamos a ser enganados com a cumplicidade do SFJ.
Convido a todos a verificarem o programa de Formação do IEFP são apenas umas horas. Aqui vai o link.
ResponderEliminarPrograma de Formação
https://iefponline.iefp.pt/IEFP/pesquisas/IEFP/pesquisas/detalheOfertasFormacao.do?idFormacao=250191&posAbs=3&nav=true
Bom dia,
ResponderEliminarPara quem não saiba, Penafiel é uma cidade do distrito do Porto, é também sede da comarca de Porto-Este, reúne essencialmente os círculos de Paredes e de Penafiel, perdeu Castelo de Paiva e ganhou Felgueiras.
É uma região do têxtil, do calçado, da indústria extrativa de enertes, de pedreiras, e alberga a capital do móvel, parte dela integra a área metropolitana do porto.
Muitos dos oficiais de justiça provêm dos talhos, padarias, das referidas fábricas, balconista de hipermercados e até do campo entre muitas realidades que conhecem bem.
São gente habituada a trabalhar e que não fica á espera que a chuva caia ou se faça sol, nada disso, tem iniciativa e faz acontecer.
Dizem que é a terra das "palas", dos "óculos á penafidelense", na verdade era, em tempos idos que já não lembra á memória de muitos vivos, a terra de ferreiros onde além das luminárias de rua se faziam as ditas palas, região onde confluíram as gentes das serras, aquém e além Douro e Tâmega e que ainda hoje respeitam a memória no cortejo do Corpo de Deus.
Atitude é o que tem esta gente.
E porquê que têm esta característica?
Porque lhes toca mais na pele a discricionariedade das decisões e a escassez de recursos.
Porto Este tem uma Exma sra Administradora - não está em causa a pessoa por quem aliás nutro muita simpatia - que se mantém há cerca de DEZ ANOS no cargo sem que alguém reponha a legalidade - quanto ao limite de renovação das comissões.
Os cargos de chefia estão pesados de colegas colocados e recolocados em regime de substituição que se mantém para além do razoável, renovados sucessivamente sem qualquer limite e, por vezes, eivados - na minha modesta opinião - de ilegalidades, pois não se pode recolocar escrivães recentemente colocados num núcleo para de seguida os nomear como secretários apenas porque serve o interesse destes. - poderá estar em causa um problema de desvio de poder.
Dou os parabéns ao José Silva e a muitos outros que lutam pela valorização da carreira.
Aos sindicatos, aos seus líderes e amigos de repasto, uma palavra - incompetência, elitismo, favoritismo e desinteligência é o que os caracteriza na minha modesta opinião - muitos só conhecerem os tribunais e não sabem nada da vida.
Somos otários.
Depois dizem que querem a valorização da carreira
ResponderEliminarOs sindicatos deviam impugnar este concurso, já!
Será realmente a mesma coisa estarem 80 ou 8, 1000 ou 50? O que se constata é muita gente com tesão nos dedos, para digitar tudo e um par de botas, mas na hora da verdade revelam bem estar instalados...
ResponderEliminarOnde está a respectiva providência cautelar com efeitos suspensivos relativamente a este concurso...
ResponderEliminarIsto do IEFP tem que ser irradicado isto é uma falta de respeito para quem tirou o curso de serviços juridicos que ao menos esses ainda tem que estudar 3 anos sem falar das licenciaturas .
Afinal qual a posição dos sindicatos??
Ou terá que ser uma pessoa individual a intentar tal providência cautelar?
Se invoca os 3 anos, deveria ter algum sendo e saber que esses indivíduos todos têm no mínimo o 12° ano e alguns licenciaturas. Portanto algum senso, nomeadamente quando se desconhecem os assuntos. Relativamente à propositura de uma ação a nível individual, qual a legitimidade para ser apresentada nessa forma? Haja conhecimento das coisas
ResponderEliminarE conseguiram saber alguma coisa dos colegas que estão a ser notificados pela DGAJ para se pronunciarem sobre os valores da Ação 2073/09?
ResponderEliminarNeste concurso aberto a semi-analfabetos, vão chover candidaturas e finalmente vamos ver os 570 lugares totalmente preenchidos.
ResponderEliminarGrande Ministra!!
Enquanto não existir um estatuto que preveja conteúdos funcionais de grau 2 e. 3, não faz mesmo qualquer sentido este regime de concursos, onde os requisitos vão desde a licenciatura a cursos profissionais.
ResponderEliminarQuanto a este último concurso ser ilegal já tenho dúvidas, já que os cursos do IEFP cumprem a
Portaria n.º 948/99, de 27.10, e o nível habitacional licenciatura tb está previsto no aviso e respetivas portaria, ao admitirem T Superiores de Justiça.
Qual providência cautelar?
ResponderEliminarIsso não faz qualquer sentido.
Esta amplitude de requisitos é de facto descredibilizante, mas os fundamentos dos recursos aos tribunais não se restringem a estados de alma.
o aviso de abertura revela o desnorte e o desespero da Dgaj, mas nada tem de ilegal, acho eu.
A mim não me espantou nada a manifestação ter tão pouca gente.
ResponderEliminarLógico que a maioria dos OJs não estão satisfeitos por a diferença de tratamento que ainda têm relativamente a outras carreiras, mas a realidade não é a que muitos tentam retratar nas redes sociais e blogues, em funçao da sua agenda.
Muitos OJs estão confiantes no trabalho que está a ser feito para valorização da carreira, e acima de tudo, com a certeza de que o governo vai ter que ceder, dada a atual falta de atratividade da carreira, pois caso contrário, os tribunais param, ou em casos extremos, poderão mesmo encerrar portas por iniciativa dos órgãos de gestão.
Meu caro, têm todos mais anos de escolaridade que muitos dos atuais OJs, alguns com mais mais do que 9°ano.
ResponderEliminarÉ preciso ter cuidado com as pedras que se lançam, quando temos telhados de vidro.
" com pouco mais..."
ResponderEliminarFalar é fácil, sair da zona de conforto é outra questão.
ResponderEliminarInstigadores de sofá!
Tem razão colega. Mas há quem trabalhe longe, há quem esteja temporariamente fora dos tribunais e não pode deslocar-se a Lisboa - foi o meu caso - e isto não é desculpa pois na verdade houvesse outra motivação e dinamismo, falo dos sindicatos, e tudo seria tão diferente.
ResponderEliminarNão acredito que as coisas mudem para melhor porque, principalmente os sindicatos não o querem fazer.
Assim resta apenas fugir e eu que estou fora , mas numa situação precária, conto agora sair definitivamente.
Por isso sinto-me autorizado a dizer o que muitos pensam de nós - as magistraturas, uma boa parte delas, não todas, acham que somos piegas e incompetentes, que devíamos trabalhar, pelo menos, mais 1 a 2 horas por conta do suplemento (SRP) .
Quando lhes perguntam (a tutela, CSM, CSMP, PGR) o que deve ser feito para melhorar os serviços e a produtividade a resposta imediata é : mais magistrados, assessores técnicos ou técnicos especialistas para os auxiliarem.
Esquecem completamente os funcionários, só se lembram destes para justificar a falta de produtividade nos relatórios.
E nós somos otários todos os dias, quando falam de nós como se falassem de meliantes ou pedintes, quando nos desprezam e tratam como coitadinhos, quando nos deixam desamparados e quando, por vezes, nos destratam ou desconsideram nas decisões que tomam.
Conheço magistrados que pagam mais a senhoras de limpeza por mês do que aquilo que recebem os auxiliares em início de carreira.
Somos otários por acreditar que isto vai mudar, por pensarmos que os dirigentes sindicais estão aí para nos defender - quando na verdade apenas se servem dos cargos para satisfazerem os seus interesses e dos amigos que os rodeiam - é a minha modesta opinião e respeito quem pensa diferente.
Somos e seremos otários... até ao final dos tempos.
Sim, claro.
ResponderEliminarClaro que sim.
Acredito que tenham andado muitos e muitos anos a estudar, muitos anos repetidos, muitos "chumbos", até que finalmente alguém lhes deu aquelas "novas oportunidades" ...
Meu amigo está na constituição (CRP) para trabalho igual salário igual.
ResponderEliminarVelhos ou novos, licenciados, doutores e engenheiros, todos fazem a mesma coisa logo todos devem receber por igual.
Não fiquem com ilusões, vão melhorar o salário na base para atrair mais pessoas, os que têm menos qualificações e os que tendo-as se dispõem a aceitar um cargo até arranjarem melhor ou para assim os habilitar a dar um salto dentro da função pública.
A carreira deixa de existir, passará a ser unicatgorial, só nivelada por escalões e com nomeação em comissão de serviço para chefiar o serviço ou núcleo.
Acabou-se a carreira. Nada será como foi há 25 anos atrás. Enganaram-nos.
Se calhar é melhor assim, por termos sido otários merecemos o destino traçado.
Se calhar é um dos colegas sindicalizados que dá ou deu aulas numas dessas escolas e/ou IEFP.
ResponderEliminarSim senhor ... Até poderá lá ter um amigo ou família a quem agora se abre uma porta mais fácil de entrada.
Enfim .. a hipocrisia ...
Desculpe se me enganei ...mas não creio ...
Olhe, são todos aqueles que não foram a Lisboa por temerem que a DGAJ inverse na ideia de pagar a todos ...
ResponderEliminarTambém há disso mas não só.
ResponderEliminarHá casos de licenciados em áreas de fraca empregabilidade, que após anos no desemprego, atiram-se a este tipo de cursos para poder concorrer.
Ainda este ano conheci dois casos desses.
Vamos lá ver quantos Doutores é que vão chumbar nas provas... é que tem sido uma vergonha...
ResponderEliminarPara o anónimo das 10:57..
ResponderEliminarO (des)iluminado em direito basta ver o estatuto onde especifica quais os cursos admissíveis para acesso á profissão.
Para além do fato que a quantidade de horas lecionadas nos cursos do IEFP não preenche os requisitos mínimos para ir ao encontro do conteúdo funcional da profissão.
Ademais viola o princípio da equidade e igualdade ou seja todos os oficiais de justiça e candidatos a este concurso que preencham.os requisitos podem ver as suas expetativas goradas assim tem legitimidade para intentar uma ação.
Claro que existe muitos o.j. com menos escolaridade contigo antes não era exigido mais.
ResponderEliminarOu seja quando concorreram as suas habilitações cumpriam os requisitos..
Agora existe um estatuto que especifica quem pode entrar...e lá não contempla cursos do IEFP....
Um estatuto existe para ser respeitado, os tempos mudaram, agora se exige licenciatura...
Assim como sucedeu com a maioria das profissões na função pública...
...cheira-me que tens razão.
ResponderEliminar...em vez de propulsionarem o estatuto em vigor ( ninguém sequer respeita uma lei especial )..
...puseram-se com licenciaturas...e vai correr bem...vai...para meia dúzia...gandas otarios...
...como dizia o provérbio...
...tem cuidado com aquilo que deaejas não vá mesmo acontecer...
Sem tirar nem pôr!
ResponderEliminarSe dissermos a alguém que na profissão se entra a ganhar praticamente o mesmo que num Mercadona, mas com níveis de exigência e stress que estão em espectros completamente distintos, se calhar algumas pessoas dizem logo 'Eh lá. Que exagero!'.
Mas se formos a contabilizar o prémio de produtividade/faturação anual e equivalente a + 1 salário ano e que é pago aos trabalhadores em algumas cadeias de supermercados, então se calhar quem entra nesta carreira até ganha MENOS do que ganharia num supermercado.
E digo isto sem desprimor nenhum para quem aí trabalha, mas caramba...
Que raio de profissão é esta, com este nível de exigência, responsabilidades e disponibilidade e que paga isto aos profissionais que dão o seu melhor, indo até muito para lá do que deveria ser normal ou aceitável...colocando a família tantas vezes em 2° plano.
Não admira que no anterior concurso tenham ficado apenas uns 2 ou 3...das 108 vagas criadas.
Treta de profissão!!
Alguns colegas de longe deslocaram-de a Lisboa.
ResponderEliminarMas os que aí residem, seja em Lisboa ou comarca limítrofes , esses nem se dignaram a apatecer ..
Garanto que se fizessem uma concentração numa tarde de sexta feira no porto, teríamos o dobro a triplicar ..
Quando se fez uma concentração em Santarém , tendo sido mudado o lugar á última da hora da praça do comércio para Santarém. O pessoal de Lisboa não gostou e mesmo com autocarros disponíveis pelo sindicato , não puseram lá os pés..
Se não for a malta do norte a lutar!!!
Eu tinha vergonha na cara de residir em Lisboa e ou arredores e não ir á concentração...
Milhares de colegas podiam e deviam de estar presentes..
Caramba!!!!!!
Era apenas uma tarde !!!
Trabalho no tribunal de Sintra, ontem eu e mais meia dúzia de colegas fomos a Lisboa. Lutamos pelo que é justo e voltaremos a fazê-lo.
ResponderEliminarO objectivo deste comentário é outro, é informar que na quinta feira, em resultado da pressão a que somos sujeitos, uma colega nossa sofreu um colapso em pleno julgamento.
A colega estava a aprender, era um julgamento de tribunal colectivo na mega sala, que só por si pressupõe imensos intervenientes. A nossa colega com a pressão caiu e foi de urgência para o hospital.
Era bom que quem tem responsabilidades soube-se isto é se pronuncia-se, e manda-se uma palavra de conforto.
Desejo, que a colega recupere rapidamente.
ResponderEliminarTambém, trabalho numa central criminal e acreditem, que, presentemente, não é tarefa nada fácil.
Lamento o sucedido e espero que a colega recupere rapidamente.
ResponderEliminarNão há nada que pague a nossa saúde e a nossa paz interior.
Oxalá que essa colega encontre algo melhor que esta vida miserável, vida esta que é imensamente desgastante e que não tem qualquer reconhecimento.
Não tenho dúvidas que esta é a pior carreira da função pública, pelo menos para quem começa e está colocado nestes grandes tribunais.
Grandes tribunais ou pequenos é tudo horrível...
ResponderEliminarApesar da pouca afluência dos colegas os organizadores estão de parabéns, foram notícia na SIC notícias, RTP, observador, sapo, RTP madeira, público, jornal de notícias....
ResponderEliminarObvio que num universo de 7000 funcionários obvio que se fossem pelo menos mil ou três mil o impacto seria outro....
Mas ao menos o objetivo foi cumprido...
Colega não vá por aí... Afinal parece que houve mais adesão à greve em LISBOA que no resto do país!!! O que também se compreende porque fazer uma viagem para vir a uma concentração a que nem os Sindicatos aderiram (esses sim gozam com todos...) Pois parece que andamos todos satisfeitos. PRINCIPALMENTE OS SINDICATOS.
ResponderEliminar"soubesse" e se "pronunciasse".
ResponderEliminarAs melhoras para a colega, e acima de tudo está a saúde.
Infelizmente não me parece que tenha sido cumprido qualquer objetivo.
ResponderEliminar50 trabalhadores a manifestarem-se num universo de 7000, depois de um pre-acordo, apenas deu alento e confiança ao governo, antes das negociações sobre o estatuto.
Tenho dúvidas se não foi mesmo contra-producente.
Depois do dia de ontem, só posso concluir que quem tem mais razão de queixa, os colegas em início de carreira, estão confiantes que o trabalho que o sindicato mais representativo tem estado a desenvolver, vai dar os seus frutos.
O que conta é o grau, nem que grau 3 seja incompetente em relação ao 2.
ResponderEliminarEu prefiro o grau do vinho
São otarios os que são.
ResponderEliminarEu não sou ecquero wue os otarios vão para aquele lado e sempre que posso avanço com ações impugnação
tribunal
A legitimade os tribunais dirão. Ignorante.
ResponderEliminarIgnorante. Os tribunais dirão.
ResponderEliminarHá gente aqui s dizer
ResponderEliminarSemi analfabetos e encalhados
Referindo-se s provsveis
concorrentes a novas entradas
A esses dizentes so tenho eu a dizer o seguinte
Conheç muita gente competente com a 4a classe, para não dizer 9 ano.
Tal como Conheço muita gente que trndo licenciatura, e que aqui condideram encalhados, porque simplesmente optarsm por outras vidas e outros nuncs tiveram cunhas pars ir mais além na função publica
Por isso me merecem muito respeito.
E aos comentários referidos, que a vida vos dê o veneno em dobro.
E
Sem duvida que veneno desses menininhos da mamã fará o seu trabalho.
ResponderEliminarGente invejosa apenas.
Qusnto a entradas, também digo que com o salário assim e sem ajudas de deslocação como os msgistrados e professores. Pouca gente virá.
Encalhados ou não encalhados.
Esse tipo ou tipa que disseencalhados aos que podem vir a entrsr na carereira, sim deve ser mais um filhinho na mamã e do papá que teve todas as mordomias para estudar ir para universidade. Duvido é que dê valor aos papás que lhe proporcionaram isso. Caso contrário não tinha esse tipo de discurso. Triste ou traste.
ResponderEliminarSe zelarem pelo Estatuto os Sindicatos têm de IMPUGNAR este Concurso!
ResponderEliminarSIM:
ResponderEliminar1.º O Estatuto ainda em vigor,
2.º Maior responsabilização e subir o grau de competência num novo?!.
3.º E estas habilitações, nem num nem noutro caso, se aplicam CLARO.
Depois querem grelha salarial condigna...
Resumindo a Ministra fez mer.. e se nos andam a enganar os S não pegam!
ABRAM OS OLHOS