Nota do SOJ: Congelamento, Estatuto e Tabela
Difundiu ontem publicamente o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) uma nota informativa na qual aborda três assuntos fulcrais no interesse dos Oficiais de Justiça e que são: o tempo de congelamento da carreira, o Estatuto e a tabela salarial.
Relativamente ao tempo de congelamento da carreira e em relação à recuperação concedida aos professores, através do recente DL 48-B/2024, de 25JUL, refere o SOJ assim:
«Informar, relativamente a esta matéria, que há diversas carreiras na Administração Pública, entre elas a dos Oficiais de Justiça, que, tal como a dos professores, têm como módulo de progressão o tempo de serviço.
Assim, a exemplo do ocorrido em 2019, o Sindicato dos Oficiais de Justiça, voltou a defender, no seio da FESAP (Federação de que é membro fundador), a reivindicação, nomeadamente junto dos Ministérios das Finança e da Presidência, da contagem de todo o tempo de serviço dessas carreiras, cumprindo-se o princípio da igualdade.»
Obviamente, tal como sucedeu em 2019, esse princípio da igualdade não pode continuar a ser ignorado. O Governo não pode compensar apenas uma das carreiras especiais, desprezando as demais, pelo simples motivo daquela ser a carreira que mais tempo de antena tem nas televisões.
Apesar dessa intervenção do SOJ no seio da FESAP se mostrar pertinente, uma vez que é esta Federação que se vai sentar à mesa das negociações com o Governo, a intervenção pública da FESAP não tem sido especialmente clara, indubitavelmente objetiva, em relação a este assunto concreto, pelo que os Oficiais de Justiça gostariam que o SOJ usasse de forma mais relevante a sua influência, quer no seio da FESAP, quer noutras instâncias.
No que se refere à revisão do Estatuto, o SOJ informa que a última reunião sobre o Estatuto ocorreu há um mês, no passado dia 06AGO, o que foi então informado, realçando o seguinte:
«De salientar, todavia, que o SOJ também informou à carreira de que o Governo, pese embora as exigências decorrentes do PRR, ainda não determinou as carreiras que serão objeto de revisão estatutária neste ano de 2024.
Por outro lado, e tal como ocorreu em 2022/2023, o SOJ não deixará de reivindicar, junto do Governo, nomeadamente do Ministério das Finanças/Secretaria de Estado da Administração Pública e do Ministério da Presidência, para que assumam, em documento, a revisão da carreira dos Oficiais de Justiça, ainda este ano.
Assim, e para esclarecimento público, uma vez que diversos colegas solicitam, todos os dias, informação sobre pretensas reuniões, se informa que o processo negocial, formalmente, ainda não se iniciou e, eventuais reuniões sobre a matéria, ainda que informais, são e serão sempre transmitidas à carreira, até pela sua importância para a mesma.»
Em relação à tabela salarial, acaba o SOJ a nota informativa assim:
«O SOJ, de acordo com o Protocolo Negocial estabelecido com o Ministério da Justiça, requereu à Senhora Ministra da Justiça uma reunião para que se inicie o Processo de Revisão da Tabela Salarial.
De salientar que no âmbito do Protocolo Negocial diversas matérias podem ser negociadas, desde que identificadas em reuniões anteriores e acordadas por ambas as partes.
Ora, a matéria da Revisão da Tabela Salarial foi já apresentada pelo SOJ, em reuniões anteriores, e decorre da Lei que a POE para 2025 deve dar entrada no Parlamento até ao dia 10 de outubro.
Assim, o SOJ requereu, com carácter de urgência, reunião para negociação da Tabela Salarial e cabe agora ao Ministério da Justiça informar se há acordo, ou não, para se negociar.»
Por fim, já em “Post Scriptum” (P.S.), o SOJ recorda o seguinte: «As greves decretadas pelo SOJ mantêm-se.»
Em relação à atividade do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), embora não haja divulgação pública, apuramos que estão a decorrer em Fátima, as reuniões dos especialistas internos selecionados, em diferentes grupos de trabalho, numa espécie de “brainstorming” de propostas para apresentar nas negociações para a revisão do Estatuto.
Queremos acreditar que estas reuniões dos especialistas internos se destinem a aperfeiçoar e a afinar as propostas que já desde há anos existem e não seja uma solução de recurso e de última hora, em face de algum acontecimento ou eventual inversão recente e atual.

Fonte: "Info-SOJ-06SET2024".
Os sindicatos têm que entender que o tempo que toda a classe andava desligada e não queria saber, acabou.
ResponderEliminarAssim é importante que entendam, que tem que dar informação á classe de forma atualizada e constante..
Que contratem mais funcionários, que contratem advogados prontos a reclamar para o tribunal europeu.
Está na hora do paradigma mudar..
Qual a lógica do SFJ reunir em Fátima e ninguém saber?
Verificamos que as únicas reuniões que houve foram aquelas do acordo dos papo secos.
ResponderEliminarAlcançado esse acordo e alcançada a paz no seio da carreira (dizem eles!), não voltou a haver qualquer outra reunião.
Esqueçam o estatuto!
Esqueçam a revisão da tabela salarial!
Podem ambos os sindicatos ser validamente criticados, mas vejam as diferenças entre SOJ e SFJ!
ResponderEliminarE não se tratam de pequenas nuances!
Embora mais pequeno, o SOJ tem um outro cuidado.
Afinal, as questões pertencem acima de tudo aos OJ.
Não consigo perceber a estratégia e secretismo do SFJ, cujos resultados são absolutamente negativos.
Mas isto é a minha opinião ...
Pode ter razão, mas se for preciso, eu e muitos, muitos OJ, estamos aqui para parar a "máquina" !
ResponderEliminarNós temos o poder nas nossas mãos!
Uns não o sabem, outros não sabem o que fazer com ele!
Percebam que a "máquina" não funciona sem nós.
Trabalhei com uma procuradora que me chegou a dizer, a propósito das nossas greves e do nosso descontentamento: "vocês nem imaginam a força que têm..."
ResponderEliminarEfetivamente o SFJ anda com um grd défice de comunicação, mas o SOJ tb nao está muito diferente, talvez por a questão que mais nos preocupa atualmente, ser tão fraturante.
ResponderEliminarContudo, quando falo com colegas que participam em grupos de trabalho organizados pelo SFJ, com objetivo bastante pertinente, só posso concluir que o SFJ adotou uma postura mais proativa, apelando à participação dos trabalhadores, tentando assim fazer parte da solução, enquanto o SOJ, do que se sabe, vai fazendo exigências perante a tutela, que "tem a faca e o queijo na mão".
Portanto não vejo qual o "outro cuidado" que refere.
Muito honestamente separa a semana não houver novidades é parar tudo de novo, das greves que estão em vigor, é começar a organizar cada tribunal, está na altura na nos voltarmos a mobilizar e parar os tribunais outra vez.
ResponderEliminarChega de desrespeito.
Não esquecer que enquanto continuar está situação "pantanosa", há não há reuniões, há não há novo estatuto, há não há nova tabela remuneratória, há não há novidades, os actuais dirigentes do SFJ vão -se mantendo no poleiro.
ResponderEliminarE eleições no SFJ??
Pois é, eleições nem vê -las...
Enquanto for um período demasiado importante para cair uma direção, entrar outra, com as consequentes mudanças de quem representa a classe, vai haver sempre a desculpa que "agora" não é a altura ideal para eleições.
Aliás, ao contrário do que se julga, com as muitas saídas de sócios do SFJ, decorrentes da negociação do pequeno aumento salarial com a tutela, só veio beneficiar quem está ao leme do sindicato, pois aquelas pessoas eram potencialmente votantes em lista diferente da actual direção.
É tudo política.
É tudo nojento.
a alteração dos estatutos é pouco relevante o que interessa é a ALTERAÇÃO À TABELA SALARIAL.
ResponderEliminarna TABELA SALARIAL é que está o problema.
As substituições e outras manobras de âmbito subjetivo deveriam estar em Tribunal por parte dos sindicatos
há muita gente em cargos de chefia (não todos - note-se) que pela via normal nunca lá chegariam.
e na fotografia fica a imagem de compadrio e caciquismo
Não sei o que lhe dizer!
ResponderEliminarEu vejo e você não.
Fica ao critério de cada um!
Acima de tudo, como nas nossas distintas opinião ficou demonstrado, respeito!
Professor é carreira de luxo.
ResponderEliminarFérias de Junho a Setembro, no Natal, na Páscoa e no Carnaval.
Recuperação integral do tempo de serviço congelado, enquanto para os outros - carreiras especiais - 70%, até ver.
Esperemos que este governo seja um pouco mais justigeneroso do que o anterior e não venha para cá com a história da sustentabilidade.
Não sei se será da maioria relativa tangencial, podemos especular, mas o PSD tem-me parecido muito menos arrogante do que o PS vinha sendo até aqui, digo-o porque tenho feito algumas reclamações às quais pelo menos vou obtendo respostas, e me considero completamente acima de qualquer suspeita porque nunca em 4 décadas de votante o fiz em ninguém, partido ou individualidade, à direita do PS.
Resumindo, no meu entendimento, que valerá o que valer, a questão da recuperação do tempo de serviço congelado, mais ou menos faseada, seria fulcral, ela sim, para a pacificação da classe.
Associada às progressões - que é preciso ampliar e abolir o esquema da substituição -, permitiria a todos os oficiais de justiça, sim, mesmo aos auxiliares e aos adjuntos que já se encontram nos últimos escalões - e ainda que não sejam criados mais - melhorar os seus vencimentos progredindo na categoria seguinte por via da recuperação. Teria era que ser, primeiro a progressão e depois a recuperação.
Será?...
Nesta altura já devia estar tudo pronto, todas as questões discutidas e acertadas.
ResponderEliminarEra o momento de o novo estatuto ser conhecido e publicado no BTE.
Afinal parece que não há nada.
E parece que o sindicato ainda anda em reuniões em Fátima para discutirem os conteúdos funcionais, entre outras coisas.
Siginifica que o que temos é NADA, ZERO, RIEN!!
Fomos ENGANADOS e somos vítimas de um EMBUSTE.
EMBUSTE!!
Esqueça, nesta carreira nao vai haver alteração da tabela sem alteração do estatuto.
ResponderEliminarReclamar isso sabendo da sua impossibilidade, não passa de populismo e de um logro.
O atual estatuto está completamente anacrónico, desfasado da realidade.
Não sei como alguém defende um estatuto em que grd parte do respetivo regime é aplicado com adaptações a outras outras normas, de valor hierarquicamente superior, como por exemplo, a lei orgânica 62/2013.
Além do mais, tudo indica que as atuais categorias vão desaparecer, pondo atuais e adjuntos no mesmo patamar e chefias em comissão de serviço.
Acho pertinente e essencial que se defenda a criação imediata de um subsídio de residência em locais de maior custo de vida, como Lx, Porto, Algarve.
Quanto a alterar a tabela nesta fase, só um tolo acredita nisso.
"auxiliares e adjuntos", digo
ResponderEliminarParece-me, que o REINO DO SFJ, precisa de mão divina, para a distribuição dos poleiros.
ResponderEliminarDizer que professores têm esses meses de férias revela uma total ignorância, revelador de um forte grau de iliteracia.
ResponderEliminarMas sim, tb há quem pense que os OJs estão no sofá nas férias judiciais e que os tribunais estão fechados.
Tenho vários orofessores na familia, sei o que passam, o grau de exaustão e de de instabilidade emocional que têm e que que causam a quem faz parte da vida deles, e só mesmo o amor a uma profissão, pode levar alguém a uma vida tão sacrificada.
Dada a importância que o trabalho de um professor tem na formação de qualquer cidadao, devia sem qualquer dúvida, ser a profissão melhor remunerada, acima de qualquer outra.
Somos 7 mil, mas, se parar-mos a máquina, são dezenas de milhares de advogados e mais uns 4 mil ou mais magistrados que ficam "inoperantes".
ResponderEliminarComo é que se para a "máquina"?!!
É super simples, mas não vou dizer o termo porque haverá comentários dizendo que isso está em vigor há anos ...
Mas não é só decretar, é a totalidade, ou quase, a totalidade dos OJ a praticarem de facto.
Se assim for, temos muito, muito poder, e paramos um pilar básico de qq regime democrático!
E não tenham dúvidas, dão-nos tudo o que nós quisermos!
Agora, é preciso efectivar, é preciso que, junto, avancemos para isso!
Abraço.
Temos que não ter medo do parecer da PGR e fazer a greve dos atos outra vez, por tempo indeterminado.
ResponderEliminarNesses actos, terão de estar incluídos tudo o que são diligências.
Bastará apenas isso!
ACREDITEM, bastará apenas isso (greve às diligências) e eles estarão dispostos a dar mais do aquilo que sempre pedimos ! ...
Acreditem que é verdade ...
O Orçamento já está a ser decidido, e é isso que eles vão dizer, que já não é possível para o próximo ano, pois não está na discussão em vigo!
ResponderEliminarFalsos e demagogos, é o que os políticos são! Todos!
É preciso extremar a forma de luta!
E qual é o problema de desaparecer o auxiliar e o adjuntos?
ResponderEliminarDesde que ninguém perca nada do processo.
Se passarem tos auxiliares a adjuntos e a todos, auxiliares, adjuntos e demais categorias), deram mais 350 paus, qual será o problema?!
Nenhum, façam-no!
Temos que fazer pela vida, nem que seja sozinhos!
ResponderEliminarSempre respeitei a relação pessoal do individuo com o divino, mas as instituições não !...
ResponderEliminarSabem porquê?!
Porque Deus nunca falou para as instituições, mas apenas para o ser, individual ...
Alguém espera um milagre em Fátima?!!
Eu, quando quero fazer caminhadas, não espero milagres ! ...
Também tenho conhecimento de causa e sim, actualmente são dos trabalhadores do Estado mais privilegiados.
ResponderEliminarComo já alguém respondeu que são efetivamente, mais que não fosse pelo facto de já terem todo o tempo de serviço congelado recuperado - faseadamente - os professores são, sim, uns privilegiados no âmbito das carreiras especiais neste país.
ResponderEliminarBem sei o que estão a fazer enquanto as escolas estão fechadas, mas se nós, oficiais de justiça, estivermos em teletrabalho - livres de levar pelas trombas com toda a porcaria que tem que enfrentar quem trabalha nas secretarias dos tribunais (muito pior do que aturar criancinhas mal educadas), a tutela exige-nos que produzamos mais do que se estivéssemos a trabalhar presencialmente.
Formação contínua a nossa profissão requer igualmente.
Andar com a casa às costas, também.
Uuuiiiii, que grande sofrimento o dos professores!!!
Únicos nacionais a não padecer de iliteracia!
Finalmente, no meu processo de formação, nessa fase em que afirma serem os professores de extrema importância, também tenho bem memória do quanto tive que apelar ao meu sentido de seleção para me poder tornar melhor pessoa, pois, tal como em todas as profissões, também há muitos professores que só o são pelo emprego em si e até nem suportam crianças e adolescentes e seus encarregados de educação.
Peço-lhe que se concentre mais na parte final do meu comentário.
ResponderEliminarReunião do SFJ em Fátima - Por mero acaso até soube, há cerca de 2 semana, que se iria realizar ,mas foi só mesmo por acaso.
ResponderEliminarPergunta: Porque é que os órgãos sociais do SFJ se vão reunir para discutir a revisão do estatuto e os interessados, os Oficiais de Justiça, nada sabem?
Responda quem souber, porque eu tenho a minha desconfiança, mas não a posso confirmar, por isso não a digo aqui. Seja como for mantem-se a habitual comunicação deficiente do SFJ, o que levanta suspeitas e cabalas.
Acabar com as progressões verticais (auxiliar para adjunto) - É errado, um erro enorme. Uma carreira é tanto mais atrativa quanto mais forem as possibilidades de progressão na carreira.
Aparentemente será benéfico para os auxiliares, mas rapidamente se aperceberão do erro e a maioria correrá o risco, se isso acontecer, de ficar imenso tempo, se calhar até ao fim da carreira, sempre a fazer serviço de sala de audiências. O que está errado agora é não haver promoções com regularidade, logo deveria ser isso que devia ser corrigido e não acabar com uma categoria, como já foi proposto e como defendem muitos colegas, sobretudo auxiliares. Perguntem aos adjuntos que foram promovidos se querem voltar atrás. Dizia a minha avó que "para trás mija a burra" e também me ensinou que ninguém nos dá nada, pelo que devíamos perguntar-nos a nós próprios, porque é que isso já foi proposto pela tutela, Será para o nosso bem?! Não não é.
Revisão da tabela salarial: É irrealista, mas nada temos a perder e por vezes há surpresas.
Recuperação do tempo congelado: Mais tarde ou mais cedo tem de acontecer porque a não ser assim, há inconstitucionalidade e serão obrigados pelo Tribunal. Convém não esquecer os funcionários que foram promovidos enquanto estavam congeladas as progressões, os quais não recuperaram tempo de serviço nenhum e que por esse motivo, hoje ganham menos que colegas mais novos na carreira e mais novos na categoria, o que é uma injustiça brutal.
Muito bem.
ResponderEliminarParabéns pelo comentário.
ALTERAR A TABELA SALARIAL com emolumentos
ResponderEliminarnão é sustentavel um escrivão (dir., adj. ou aux) nas comarcas com elevadissima pendencia estar a ganhar o mesmo que os colegas que estão em juizo de proximidade ou em nucleos com dezenas ou poucas centenas de processo.
querem ganhar mais vão para as comarcas com mais serviço.
agora faz-se exatamente o contrário vai-se trabalhar para onde há menos processos e ganha-se o mesmo.
parece que te interessa as comissões de serviço - pareces bem relacionado.
ResponderEliminaras pessoa introvertidas e com grande capacidade de liderança e sabedoria que se estão a borrifar para a graxice ficam pelo caminho.
o problema é que o iure constituto é que se aplica
mas já, parece, que se aplico o iure condendo
já não há cursos de administrador, secretário nem de escrivão
Mas está tudo maluco?? Só agora vão discutir o conteúdo funcional??
ResponderEliminarNão existe um calendário das negociações, não se fala do aumento salarial...nada de nada....
Eu sempre disse que em setembro não tinhamos nada....
Só resta concorrer, concorrer para fora daqui...isto é doentio..
Não existe nada.
ResponderEliminarAqueles 3,5% foram um engodo.
Bem fez o SOJ que não desmarcou as greves.
Valha-nos isso.
O colega só pode estar a brincar... que raio de informação foi aquela do sfj da ultima reunião que teve com a ministra? Para não falar que até ao momento não disse absolutamente nada aos associados. Por favor colega... clubismos não! Sejamos sérios e humildes o suficiente para admitir que em termos de comunicação e informação com a classe, para não me alongar mais, o soj dá 100 a 0 ao sfj. Acordem.
ResponderEliminarClaro não! Os colegas ainda não perceberam que, se nos unir-mos, de uma vez por todas, os nossos problemas ficam resolvidos. Sem nós, OJ, os tribunais não abrem!!!
ResponderEliminar"Convém não esquecer os funcionários que foram promovidos enquanto estavam congeladas as progressões, os quais não recuperaram tempo de serviço nenhum e que por esse motivo, hoje ganham menos que colegas mais novos na carreira e mais novos na categoria, o que é uma injustiça brutal."
ResponderEliminarNão esquecer que ainda assim ganham tanto como os que têm o dobro do tempo de serviço na categoria.
As situações são diversas, de várias, não de distintas:
Há casos, cuja inconstitucionalidade está a ser suscitada a nível sindical, de promoções ocorridas em 2017 e 2018 que são remuneradas abaixo do índice de escrivão auxiliar, mas também outros há em que, devido à antiguidade em geral na carreira, oficiais de justiça com um ano na categoria, promovidos nesses anos, passaram a ganhar mais do que quem tinha 6, 7, 8 ou mesmo 10 anos de serviço na categoria.
Vou gostar de ver como é que os conselheiros vão desembrulhar a coisa...
Se nenhuma novidade existir na próxima semana é voltar a parar outra vez já não há paciência, é mobilizar tribunal a tribunal , a greve está decretada, não precisamos dos sindicatos para fazer esta mobilização, temos de ter a iniciativa também
ResponderEliminarSFJ não parece querer isso
ResponderEliminarSó te tenho a dizer que há 20 anos quando ingressei ainda acreditei que faria algo de bom ao ir trabalhar fira de horas e sábados, a fim de o serviço não acumular.
ResponderEliminarHoje olho para trás e digo, ninguém valorizou nem valoriza.
Hoje, depois dos pontapés que todos nosderam e dão., só digo, como o povo sabio diz, se arrependimento matasse estaria morto.
Arrependido si por ter dado tanto a estes serviços e chegar ao que chegámos, tutela e chefias só dão pontapés.
Agora resta-me dizer, horas extras jamais!
Sim Colega do Sindicato SFJ.
ResponderEliminarMas não se esqueça que te dê haver primeiro ajustes...
Pois, uma grande parte dos Adjuntos ganha menos que Auxiliares do 6º escalão.
Nunca vi aqui o Colega e já ando aqui algum tempo... a referir-se aos Colegas que estão altamente prejudicados (tempo de provisório e recuperação de tempo de serviço), nem nunca fez menção de que antes do Estatuto, deveria haver primeiro os acertos que a TODOS assistem...
Preocupa-se demasiado em informar os Colegas que a solução para todas as maleitas da nossa profissão é é será o famigerado ESTATUTO.
Pois bem Colega, embora esteja em Fátima, não se livra deste pecado original que infelizmente se irá à arrastar para a nova tabela salarial.
Medite e exponha junto da SUA AGREMIAÇÃO(SFJ) este(s) problema(s) e sobretudo reflita...
"Te dê" quer dizer deve
ResponderEliminarNão concordo Colega... Que haja Justiça para TODOS e não só para os professores, enfermeiros Polícias e Outros. Eles não trabalharam mais do que eu para lhes ser reconhecida(e bem) a recuperação de tempo de serviço e nem lhes reconheço um direito
ResponderEliminardiferenciado diferente de TODOS OS OUTROS que também servem a CAUSA PÚBLICA
Falar e reclamar é fácil.
ResponderEliminarO que interessa é saber e perceber que trabalho está a ser feito, preparatório ao início das negociações, para contribuir para a melhoria das condições laborais e dignificação dos trabalhadores que representa.
De boas intenções está o inferno cheio.
A DGAJ já está a começar a resolver esses ajustes.
ResponderEliminarEstá a notificar os auxiliares ingressados em 2001 e a passá-los também para o 6.º escalão.
Eram 300 auxiliares antes nessa situação, em breve poderão ser mais de 700.
Não importa se os adjuntos a que se refere estão nos tribunais desde antes de 2001.
Está quase tudo a ficar ajustado.
Está mal informado...
ResponderEliminarOs Adjuntos de 2017,2018 e 2019, estão todos à espera...
Espero que a DGAJ tenha o bom censo de pagar o turno aos Srs do sindicato!
ResponderEliminarNão estou a falar de casos concretos. Quanto às situações a que se refere, não sei se é o que vou falar, mas se for, sempre houve essas incongruências, chamemos-lhe assim, porque está prevista nas tabelas remuneratórias do nosso estatuto. A tabela de adjunto não começa quando acaba a de auxiliar e dessa forma se um auxiliar conseguir a promoção cedo, estando posicionado até ao 3º escalão, receberá menos que um auxiliar que esteja no 5 e 6º escalão. Penso que só lá para o 4º escalão de adjunto é que passará a receber mais que o auxiliar (se este se mantiver auxiliar) e com uma diferença pequena. Se o auxiliar conseguir a promoção no 4º escalão passa para o 2º escalão de adjunto e isso também está previsto no estatuto. Certamente houve razões para fazerem assim, mas não é o desejável e pode causar injustiças. O correto era as tabelas serem seguidas e haver promoções mais frequentes, até porque muito do pessoal na sala com 60 anos é duro fisicamente.
ResponderEliminarEu por vezes não sei em que classe estou se estou no meio de oficiais de justiça ou aprendizes de direito no café.
ResponderEliminarEntão existe uma sentença, e o estado não cumpre então é fácil tem que se meter a competente execução....
É fácil então porque não executam???
Temos que criar um grupo no WhatsApp exclusivamente para auxiliares e adjuntos.
ResponderEliminarAcesso controlado através do número mecanográfico e lista de antiguidades.
Um grupo sem penetras.
Um grupo onde possamos debater ideias para novas formas de luta, discutidas à margem dos sindicatos e de quem nos anda a vigiar, sejam inspectores, secretários, administradores.
Fica a ideia.
(Já agora aproveito para alertar que no grupo do WhatsApp dos oficiais de justiça anda lá um advogado.)
O problema é que está mais do que visto que o governo não pretende dar mais aumento nenhum...
ResponderEliminarSe assim não fosse já tinha anunciado tal como fez com outras classes..
Só não vê quem não quer ver a realidade.
Anuncia abertura de concurso na ordem dos 500 funcionários...
Por tal esqueçam aumento salarial.
Estou a falar, no plural, de adjuntos com 14 anos de serviço na categoria no 3.º escalão da mesma. Com 24 anos de serviço no total.
ResponderEliminarE de auxiliares com igualmente 24 anos de serviço que auferem vencimentos superiores.
E de auxiliares com 23 anos de serviço que começam agora também a ganhar mais do que aqueles adjuntos com 24, 25 e mais anos de serviço.
Vocês devem ser é burros.
ResponderEliminarAgora os professores são uns privilegiados...
Um professor com 25 anos de serviço ganha menos que um escrivão de direito com os mesmos anos de serviço.
Querem comparar o incomparável.
Um professor em início de carreira ganha uma miséria.
E para ser Professor tem que ter uma licenciatura ao contrário dos Oficiais de Justiça.
Depois além das salas de aula, tem que preparar as aulas, tem os testes, exames, conselhos pedagógicos, reuniões de grupos de disciplinas, atender os pais, etc, etc, etc.
Tirando "aturar" as pestes que não recebem a educação em casa.
Podem vir para aqui reivindicar melhores condições para os Oficiais de Justiça sem rebaixar outras profissões tão nobres como a dos professores.
Por vezes, ao olhar para os comentários que por aí andam, só penso que esta classe só tem o que merece.
Ou estão a criticar os colegas, ou porque são adjuntos, ou porque são escrivães, ou porque são do MP, ou porque exercem cargos de chefias, ou porque ganham mais uns trocos , ou porque subiram de escalão, ou porque isto, ou porque aquilo.
Somos a classe que mais fala mal de nós próprios e dos outros.
Só temos o que merecemos.
Porque já está em marcha.
ResponderEliminarObtive a informação, que passo a transcrever, a instâncias da Sr.ª Ministra da Justiça e por intermédio do Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e da Justiça:
"Assunto: Pedido de desbloqueio de verbas devidas ao abrigo de decisão judicial de ----------------------------------------------------
Acusando a receção da comunicação supra identificada com referência ao assunto em
epígrafe, levo ao conhecimento de V. Exa. o seguinte :
1. Por decisão proferida, em 2 de maio de 2023, pelo Tribunal Administrativo de
Círculo de Lisboa, na Ação Administrativa Comum, P.o 2073/09.1BELSB, foi
reconhecido aos oficiais de justiça associados do Autor e autores na ação, o direito
à consideração do tempo de serviço do período probatório para efeitos de
progressão na categoria, e condenou, em consequência, o Ministério da Justiça a
reconstituir a situação laboral em conformidade com o reconhecimento desse
direito;
2. Neste sentido, em sede de execução de sentença, estes serviços procederam ao
reconhecimento do tempo de serviço do período probatório para efeitos de
progressão de escalão na categoria a tais oficiais de justiça, de acordo com o
previsto no artigo 81.o n.o 1 do Estatuto dos Funcionários de Justiça, aprovado pelo
Decreto-Lei n.o 343/99, de 26 de agosto, na redação em vigor, tendo comunicado
a decisão de extensão da sentença, também aos oficiais de justiça que não foram
parte no processo n.o 2073/09.1BELSB, dando, assim, idêntico tratamento jurídico
à luz dos princípios da justiça e igualdade, divulgando, através de comunicado na
página eletrónica, a Lista dos oficiais de justiça que, em abstrato, reunem os
mesmos pressupostos dos oficiais de justiça abrangidos pela sentença;
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Direção-Geral da Administração da Justiça
Av. D. João II, 1.08.01 D/E, Ed. H - Pisos 0, 9-14, 1990-097 Lisboa – Portugal - Tel.: 217 906 200/1 - Fax: 211 545 100
correio@dgaj.mj.pt - www.dgaj.mj.pt
3. Os oficiais de justiça, ora requerentes, não se encontram abrangidos pela mencionada
sentença, mas estão indicados na Lista divulgada pela DGAJ, pelo que, em abstrato
poderão ter direito à consideração do tempo de serviço do período probatório para
efeitos de progressão na categoria (essa aferição apenas é efetuada
individualmente quanto a cada caso concreto aquando da análise do processo
individual);
4. Contudo, conforme já divulgado, a reconstituição do percurso jurídico-profissional
e remuneratório, considerando o tempo de serviço do período probatório para
efeitos de progressão de escalão na categoria, apresenta-se como uma tarefa
exigente e morosa e pese embora o processo de reconstitução referente aos
oficiais de justiça indicados na Lista supra referida esteja em curso, atento o
universo abrangido, neste momento ainda não é possível prever quando o mesmo
estará concluído.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral, em regime de substituição"
Tu também podes ser uma nódoa de oficial de justiça e não sabes....
ResponderEliminarAliás, percebe-se que no teu processo de formação houve aí uma grande falha...
Há coisas que não se aprendem nas escolas...
Como já tive oportunidade de elogiar aqui no Blogue, o atual Governo, pelo menos não assobia para o lado nem é arrogante, tendo-me sempre respondido ao que requeiro, não importa em que termos.
ResponderEliminarE tal como também já referi, considero-me acima de qualquer suspeita uma vez que em 4 décadas de votante nunca votei uma única vez à direita do PS.
E vão continuar a esperar.
ResponderEliminarEstava a ironizar.
Agora está a ser aplicado o critério "2005", só depois é que esses adjuntos poderão começar a ter esperanças, se bem que o meu palpite seja de que a seguir talvez possa vir o critério "2000".
É jogada de grande mestria da DGAJ.
Enquanto tiverem o privilégio de terem todo o tempo de serviço congelado recuperado e os outros não, inevitavelmente terão que ser assim considerados.
ResponderEliminarInteressa saber o ritmo e os critérios das notificações e respectivos pagamentos.
ResponderEliminarSenão vai durar mais uma meia dúzia de anos até todos os Oficiais de Justiça serem ressarcidos.
Tem que haver um prazo para isto.
Paguem a alguém ( dizia-se que era a empresa do Chronus a efectuar as contas), criem uma task force, façam horas extraordinárias, não quero saber...
Esse dinheiro é meu e dos meus colegas.
Paguem.
Uma falha de cumprimento da CRP.
ResponderEliminarSou uma nódoa de oficial de justiça que tem bem consciência disso, pois sou uma nódoa deliberada.
Por mim até podem andar lá como aqui magistrados.
ResponderEliminarAs nossas aspirações são justas e razoáveis, e nada temo da apreciação de qq profissão ou qq pessoa!
São todos bem vindos, no sentido de se inteirarem da profunda injustiça que há 20 anos anda a ser feita aos OJ|
Não tenham medo do parecer da PGR.
ResponderEliminarO medo paralisa a nossa capacidade de decisão!
Temos que deixar de fazer novamente as diligências, e "eles" que metam 7000 OJ com processos disciplinares!
Acreditem, eles é que têm medo de avançar por aí.
Temos que nos juntar e avançar decisivamente!
Pois isso já não sei.
ResponderEliminarOs oficiais de justiça são mestres em se fecharem em copas, parece que têm medo que lhes suspendam o pagamento se partilharem a informação de que estão a ser notificados...
Magistrados??? Credo por amor de deus não acredito eles têm mais o k fazer...
ResponderEliminarQuero lá saber o que quer o SFJ ou até mesmo o SOJ, os oficiais de justiça só têm de se unir e organizar.
ResponderEliminarO SFJ nem um comunicado faz.
Mas a culpa é daqueles que ainda não entregaram o cartão ( nem estou a dizer filiar no SOJ).
Alguém entende que contudo o que tem acontecido o SFJ não tem uma greve marcada?????
Escreveu bem, a classe que mais fala mal...a começar por si e pelo teor do seu comentário. Distraiu-se e está a ver-se ao espelho!
ResponderEliminarHá os que nunca aprendem, mas que se acham o máximo. Revelador de problemas mais profundos.
ResponderEliminarO seu comentário é uma treta. Dizer que a classe fala mal de nós próprios, quando você o está a fazer. Para não falar no resto do comentário...
ResponderEliminarNão é possível executar a sentença porque a mesma já foi cumprida, integralmente cumprida, é tão simples quanto isso.
ResponderEliminarTrabalho nas costas dos associados... Só pode vir boa coisa! Deve ser outro acordo para um aumento de 3,5%, mas desta feita apenas sobre os 3,5% das carcaças que já recebeu!!!!!
ResponderEliminarE os duzentos adjuntos entrados com efeitos a 2021 (que apenas vincularam em 2023) ESTÁ A ESQUECER?!?!?
ResponderEliminarAqui andam é psiquiatras e psicólogos em barda.
ResponderEliminarEm tempos tive uma namorada psiquiatra e há aqui análises muito semelhantes às que lhe costumava ver fazer:
Quem não diz amém, não está bem;
Quem se sente revoltado, é desalinhado;
E quem não é borra-botas, é porque não gosta de lamber processos.
Realmente é de lamentar que os colegas falam sem ler ou então não querem interpretar o que as is's dizem.
ResponderEliminarRecordam que na última reunião com representante do mj foi dito que o SFJ iria entregar na última semana de Agosto uma tabela de conteúdos funcionais, aqueles que já são nossos, outros que adquiridos por provimentos e outros ainda por delegação, e neste trabalho só não entraram do associados quem não quis. É claro que tivemos de trabalhar em férias porque tínhamos um prazo para entrega de o documento e como cumprimos às nossas palavras assim foi feito.
Depois não fomo passear para Fátima, mas sim trabalhar naqueles que pontos precisamos acautelar para salvaguarda quem cá está.
E não foram entendidos, foram todos que quiseram trabalhar e dispor do tempo da família em prol da classe.
E não só da direcção e tb não criaram filmes, esses passam na imaginação daqueles colegas que apenas apontam defeitos e são incapazes de valorizar quando o SFJ olha pela nossa classe.
Quanto a informação nem tudo pode ser publicado exactamente pela classe que somos de egoístas e críticos destrutivos que se esqueçam do que tanto ganharam e continuam a ganhar com o trabalho dos outros.
Por último na cara dos colegas é explicado, porque somos transparentes e não temos o hábito de nos esconder atrás de ecrãs.
Estamos disponíveis para escutarmos, explicarmos e aprendermos.
Gabriela Mota
Registado que a colega tem sido parte ativa no enterro de toda esta profissão. Assumiu, seguramente também, qyeva assinatura do acordo tinha a ver com a queda do governobem Outubro. Caso o governo nao caía em outubro, esperemos assuma. Também tem sido dito que tem havido reuniões o ministério e que o documento esta a ser lavrado pelas duas entidades. Assume isso? É que temos de ser como a mulher de César...
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