Oficiais de Justiça: Candidaturas abertas até ao dia 01-10-2024
Foi publicado ontem (10SET) o aviso que abre o concurso de ingresso para admissão de novos Oficiais de Justiça até 570 lugares.
O prazo de candidatura decorre até ao dia 01-10-2024.
O valor anunciado para o vencimento é, este ano, de 915,47 – valor, obviamente, ilíquido –, sendo ainda anunciado o acréscimo precário, isto é, temporário (até à conclusão da revisão do Estatuto dos Oficiais de Justiça), no montante de 13,5% sobre aquele vencimento, portanto, trata-se de um acréscimo, também ilíquido, de 123,59, valor este que é pago 12 vezes ao ano, ou seja, não acompanha os 14 pagamentos anuais do vencimento [No concurso do ano passado o valor anunciado era de 854,30, sem qualquer acréscimo].
Embora a precariedade do suplemento não esteja anunciada no aviso, a previsão é a de que este suplemento de 13,5%, relativo ao Suplemento de Recuperação Processual, seja pago apenas até ao final do corrente ano, mais coisa, menos coisa, altura em que deverá estar concluída a revisão estatutária em curso, sendo então esse suplemento remuneratório suprimido.
No entanto, o aviso não informa da provisoriedade do suplemento remuneratório, pelo contrário, apresenta-o como algo perfeitamente estabelecido, isto é, consolidado, como algo que fará parte efetiva da remuneração, levando os candidatos a acreditar que, de facto, irão auferir esse suplemento depois do ingresso, e isso, pelo menos, durante todo o período probatório, normalmente de um ano, prorrogável até mais seis meses.
Ficamos, pois, com a dúvida se aquele propósito antes anunciado (transmitido pelo Governo aos sindicatos nas reuniões) de pôr termo a este suplemento, aquando da revisão estatutária, se mantém, ou se houve, entretanto, uma inversão dessa intenção, ou se, mesmo que venha a terminar o suplemento, excecionalmente não termine para quem ingressar neste concurso, uma vez que o aviso é claro ao anunciá-lo sem qualquer nota sobre a sua precariedade e, portanto, é com essa solidez do anúncio que os candidatos se sentem garantidos de que é esse o valor que irão receber durante os doze meses do ano que é o prazo mínimo do período probatório.
Claro que temos profundas dúvidas e não acreditamos mesmo que aquele suplemento se mantenha durante todo o período probatório, o que será uma situação estranha, uma vez que o mesmo está perfeitamente anunciado e é com esse valor que os candidatos farão as suas contas e tomarão as suas decisões.
E em termos de decisões, que não se confundam os candidatos com as notícias que ouvem relativamente a outras carreiras, porque na carreira de Oficial de Justiça não se descongela dos anos travados como outros, não se obtêm incrementos salariais de centenas de euros mensais como tantos, nem existe um subsídio para os deslocados que pode ir até aos 450,00 como acaba de ser anunciado para os professores, porque na carreira de Oficial de Justiça, embora se congele como os demais, embora os deslocados sejam obrigados a anos de desterro, e não a apenas um ano letivo, não há compensação nenhuma, a não ser fazer horas extraordinárias, ou melhor: horas extraordinárias não, porque as extraordinárias são pagas, mas horas a mais, horas suplementares, até pela noite dentro, sem qualquer compensação, seja remuneratória, seja de qualquer outro género, o que é caso único em todas as profissões. Sim, há a obrigação, mas não há nenhuma compensação; há hora de entrada, mas não há hora de saída.
Para além dos requisitos gerais, temos os requisitos especiais que impõem que os candidatos sejam detentores (habilitações efetivamente detidas até ao dia 01-10-2024) de qualquer um dos seguintes cursos: curso de técnico de serviços jurídicos (este ano ampliado ao curso ministrado pelo IEFP) e, ou, uma da seguintes licenciaturas: Técnico Superior de Justiça (concluída no tempo da licenciatura ou do bacharelato), Administração Público-Privada, Criminologia e Justiça Criminal, Direito, Solicitadoria e Solicitadoria e Administração.
Curiosamente, a inclusão das licenciaturas como requisito de candidatura é algo que não consta no atual Estatuto EFJ que, simplesmente, está em vigor e, apesar de poder ter sido alterado antes do concurso, o facto é que não o foi.
A inclusão, ou mesmo a restrição, de acesso à carreira a licenciaturas de Direito, ou da área do Direito, é requisito defendido por muitos para a revisão do Estatuto, mas tal alteração ainda nem proposta é, trata-se apenas de uma ideia a propor, pelo que se pode afirmar que inexiste tal requisito e, anunciando-o, antes de qualquer alteração, constitui requisito anómalo e contrário à previsão legal, portanto, ilegal.
A inclusão do curso ministrado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), similar ao já há muito aprovado, aportará ao concurso muitos mais candidatos, uma vez que este Instituto Público leva a cabo centenas de milhares de formações diversificadas por ano em todo o país, embora, claro está, não sejam todas deste curso. Não conseguimos apurar números concretos de formandos neste curso, apenas os totais anuais de todas as formações e esses números são avassaladores, como se disse, na ordem das centenas de milhares a cada ano.
Realçamos ainda o facto de, no atual concurso, estarem excluídos aqueles com habilitação diversa, mas que frequentaram estágios e exerceram (ou mesmo ainda exercem) funções idênticas às dos Oficiais de Justiça, nos tribunais, nos serviços do Ministério Público ou em equipas de recuperação, pelo menos durante um ano completo, tal como constava no concurso do ano passado.
Evidentemente que essa exclusão põe de parte os Funcionários de Justiça não Oficiais de Justiça que já vêm desempenhando funções nos tribunais e nos serviços do Ministério Público, estando perfeitamente familiarizados com as funções a desempenhar e com toda a máquina da justiça, tal como até o estão os funcionários emprestados pelos municípios a algumas secretarias de tribunais, todos a desempenhar funções ou tarefas dentro do sistema e, portanto, potenciais candidatos que poderiam ser aproveitados para a carreira, tal como se especificou nos critérios do concurso do ano passado.
Claro que o Estatuto atual não prevê nada disto e em cada concurso se inventam requisitos especiais, ora com experiência, ora com licenciaturas, enfim, são requisitos à “la carte”, ano após ano, sem oposição de relevo, designadamente, sem oposição alguma do sindicato com maior número de associados, bem o sabendo a tutela que, por isso, se sente perfeitamente à vontade para impor o que quiser.
Em suma, mesmo sabendo o valor do vencimento (915 + 123 euros), que não é nada de especial em relação àquilo que muitos potenciais candidatos já auferem em qualquer lugar, como, por exemplo, sendo repositores ou nas caixas de um hipermercado, na sua localidade, sem esforço, complexidade ou especial responsabilidade, e mesmo desconhecendo completamente que tipo de progressão na carreira poderão ter, isto é, que futuro poderão ter estes candidatos, que podem acabar congelados para sempre na mesma categoria, sem nunca chegarem a postos equivalentes ao de gerentes de loja, como agora podem aspirar, ainda assim, uma coisa é certa: é perfeitamente expectável que se apresentem ao concurso um bom par de milhares de candidatos.
A entrada para a carreira de Oficial de Justiça é uma porta de entrada, muito utilizada, para ganhar vínculo na função pública e, daqui, partir para outras carreiras, por isso a atratividade, pela entrada, não propriamente pelo vencimento mensal, pois alguns até perderão dinheiro se acabarem entrando.
Caso a prova de conhecimentos mantenha o mesmo grau de exigência de sempre, acabarão por reprovar cerca de metade dos candidatos, mas, ainda assim, será possível colocar preencher todos os 570 lugares disponibilizados, uma vez que as novas regras do movimento que se há de fazer para o efeito, não serão restritivas como até aqui e permitirão o acesso a lugares por todo o país, como é agora pretendido pelo atual governo, caso no próximo ano se mantenha a mesma intenção, para que, desta vez, se possa concluir com êxito este concurso, êxito esse que será o resultado da aprendizagem com os sucessivos erros e fracassos a que se vem assistindo nos ingressos. Recordemos que ainda agora mesmo, há cerca de dois meses, o movimento que disponibilizava 106 lugares obteve 5 candidatos.
Para mais informação veja-se o Aviso 20101/2024/2 publicado no Diário da República de 10-09-2024, ao qual acede através da hiperligação incorporada.
Pode aceder também ao Formulário de Candidatura ao concurso, diretamente através da hiperligação que incorporamos.
Pode saber ainda mais consultando os documentos e demais dados relativos ao Concurso Externo do ano passado, acedendo diretamente pela hiperligação incorporada.

Uma manifestação/concentração numa sexta-feira, dia 13, 'Eu não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem!»'
ResponderEliminarAlém, da escada, levem também o cartão de cidadão, porque, depois do que aconteceu no MAI e em Vale de Judeus, vão ser todos identificados.
Esta concentração/manifestação, tem tudo para correr mal, menos para uma pessoa, o sr. Marçal.
Cancelem isto, que não tem outro nome, o Carlos Almeida, que marque greve para todos os dias e vamos “atacar” os processos mediáticos e os de 1.º interrogatório com arguidos presos.
Neste momento a única coisa que eu quero é um escadote para saltar para fora desta carreira miserável.
ResponderEliminarBoa sorte para quem vai concorrer!
Ninguém vai ser identificado, não sei qual é o seu problema, é uma manifestação pacífica, não há nada a cancelar.
ResponderEliminarEstá gente ignorante ou com outra agenda... Enfim
É uma iniciativa fora dos sindicatos, só por isso tem mais valor.
Os policiais conseguiram o que conseguiram quando um agente com recurso a redes sociais iniciou o movimento.
Se estamos á espera dos sindicatos, sobretudo dos nossos... Não vamos a lado nenhum
Bastante sugestivo
ResponderEliminarVolta e meia lá sai em DR um anúncio do género.
Ontem lá estava de facto:
Ólhó trampolim!!!
Para administrador, secretário e escrivão nada.
ResponderEliminarHá anos, parece, que se regulam por aquilo que pode ser o novo estatuto.
Que política e direito é este.
Sera que o MJ tem medo do MF.
ResponderEliminarTodos caladinhos e contentes.
Depois da no que dá.
MF com chorudos ordenados e prémios.
E os presos a fugirem porque não há dinheiro para as grades.
O comentário a que está a responder fez-me lembrar uma coisa que nós dantes fazíamos à mão nos processos, na contabilidade, que era o transporte.
ResponderEliminarO autor deve ter sentido saudades desses tempos e fez o transporte de ontem para hoje.
Foi apenas um mero exercício de retórica.
Mesmo que sejamos identificados qual o problema?? Ui que medo...
ResponderEliminarAté me podem levar detido...somos cidadãos com os mesmos direitos e obrigações que outros...
Olhe que não, olhe que não!!!
ResponderEliminarVeja melhor o artigo de hoje.
Mesmas obrigações sim, mas direitos não.
Podem abrir vagas para 1 milhão, com o que pagam, deslocados de casa, ao preço das rendas é pagar para trabalhar e assim não vão conseguir ninguém ou conseguirão uma meia duzia.
ResponderEliminarMais do mesmo.
Ninguém quer ver o obvio.
Isto não é gestão danosa?
É gozar com quem?
Vão brincar com os país deles, pá!
Governantes e gestores da treta.
A brincar aos concursos e com os serviços que estão de rastos.
EU FUI UM DOS QUE SAI DE MANSINHO DEPOIS DE ME INTEIRAR DA VOSSA MISERAVEL CARREIRA DE ASSISTENTE TÉCNICO...... AI NÃO OFICIAL DE JUSTIÇA.
ResponderEliminarQUEREM LICENCIADOS AO PREÇO DE 4ª CLASSE.
BOA SORTE
Eu já tentei várias vezes sair disto um dia hei-de conseguir...
ResponderEliminarAos trambolhões, é como isto vai.
ResponderEliminarÉ verdadeiramente inacreditável o que se está a passar por cá, em Portugal.
Então agora oferecem salários a licenciados que são mais baixos do que aqueles que são pagos a balconistas ou até ao pessoal da limpeza?!
Se calhar deviam colocar no Aviso de Abertura a letras bem gordas "trata-se de uma porta de entrada para outros serviços mais bem remunerados".
Todos os dias entro no tribunal e junto à entrada estão dois seguranças e ambos ganham mais que eu (entram às 8:30 e saem às 19:00, isso é certo, mas não é que quase todos os dias entro à mesma hora que eles e, por vezes, até saio mais tarde e não estou a fazer com que as horas passem como sucede com os mesmos após o encerramento da secretaria e do tribunal).
Isto está a ficar cada vez mais saturante - mais serviço, menos funcionários e cada vez mais é menor a expetativa de carreira ... bem ela não existe!
Eu, assim que puder, vou pular fora e já estou com as trouxas prontas ... assim que seja publicado abalo daqui para fora - sei muto bem que ninguém terá saudade de mim mas também sei - e isso é uma certeza ainda maior - que não terei saudades nenhumas desta casa que me tratou muito mal.
Espero que existam muitos candidatos e que entrem muitos jovens qualificados a ver se mudam as mentes tacanhas de muitos dos nossos colegas - a começar pelos representantes das estruturas sindicais.
O texto de hoje fala nos excluídos - pessoas com experiência e afinidade entre os quais alguns a desempenhar as funções de Oficiais de Justiça nos tribunais - e eu, neste aspeto, discordo do autor e tendo a aceitar que fiquem excluídos quanto mais não seja para que não se prestem a desempenhar funções de oficiais de justiça sem o serem e que efetivamente haja recrutamento e preenchimento dos lugares vagos, pois que esta situação há muito que deveria ser denunciada.
Eu conheço mais de uma dezena de pessoas - licenciados - que vão concorrer (não sei se vão ficar aptos/aprovados), mas apenas com o fito de ingressarem noutras carreiras.
Assim, a instabilidade dos quadros de pessoal vai continuar e a qualidade dos serviços sempre a decrescer.
Antevejo sérios problemas para o sistema de justiça se nada for feito - sucederá o mesmo que na cadeia de Vale de Judeus, apenas com uma diferença, nos tribunais quem foge são os funcionários aprisionados a uma carreira sem futuro para tentar a sorte noutras bandas e os responsáveis pela fuga, deliberadamente desatentos é a equipa do MJ/Governo e a DGAJ.
Não sei se depois da fuga vão ser demitidos/exonerados tal é a falha grave que estão a cometer - na passividade e inércia em tomar as decisões sejam elas quais forem.
Se querem dividir a carreira que o façam o quanto antes para podermos todos conformar a nossa vida, o nosso futuro.
Espero que tenham ouvido a introdução da Sr.ª PGR, há momentos na AR.
ResponderEliminarSempre foi a minha interpretação acerca da opinião dela sobre a nossa carreira.
Foi esclarecedora?
Eu consegui sair e regressei com a promessa que o meu assunto seria resolvido até ao final do ano, estávamos em 2018 e a questão prendia-se com o diferendo dos secretários de justiça.
ResponderEliminarHoje arrependo-me do regresso - regressei com a expetativa da questão ser resolvida como me foi aventado e ela ainda se encontra por resolver, estou farto desta vida e já consegui (está quase) sair novamente, faltando apenas a publicação da colocação.
Desta feita não regressarei e só me manterei por cá se houver notícias (boas) entretanto.
Sei que a seguir a mim virá quem melhor do que eu fará, não somos insubstituíveis e , por isso, ninguém quer saber de nós - mas reconheço que esta equipa, pelo menos, agradeceu aos aposentados a sua dedicação e isso é um gesto bonito - mas também sei que a quem muda Deus ajuda!
Se fores detido o mais provável é encontrares o tribunal encerrado.
ResponderEliminarEste concurso irá atrair apenas encalhados que nem para trabalharem numa Mercadona têm habilidade!!
ResponderEliminarAgradecimentos?
ResponderEliminarEu estou-me a borrifar para esse tipo de agradecimentos e louvores em DR.
Eu preciso é do dinheiro no final do mês, caso contrário não trabalhava.
Comam os louvores e elogios.
Perfeito.
ResponderEliminarIsto a este preço e péssimas condições, já foi.
Fique quem quiser e afazer horas de borla.
não ouvi, explique lá o que entendeu desse discurso sobre os OJ, sff
ResponderEliminarComo alguém disse, até pode abrir concurso para 10 milhões,
ResponderEliminarao que pagam, ninguém vai ficar. andam a brincar e ninguém faz nada de contrário.
Engana-se!
ResponderEliminarEste concurso vai atrair muito boa gente.
Gente que sabe que as coisas estão tão mal e que é uma oportunidade única de entrar na FP - desde logo porque são precisos como de pão para a boca.
Sabem que mais à frente surgirá a oportunidade de transitarem para a sua "cadeira de sonho" em concursos internos (para Técnicos Superiores) ou restritos a pessoas já com vínculo à função pública.
Será uma classe de funcionários subservientes e extremamente obedientes aos magistrados - não se vão importar com as notas e classificações pois que é transitória a sua estadia - e farão apenas o que lhes for determinado ... e quanto menos melhor ...
Alguém sabe se aqueles três novos funcionários que entraram agora já desistiram?
ResponderEliminarOu se chegaram a aparecer?
Nas carreiras do sec. XXI
ResponderEliminarOs louvores dão pontos que dão aumento do ordenado
Nas carreiras bacocas
Deixem-se andar que estão muito bem assim
Puxe a fita atrás, oiça o intróito também, mas sobretudo as respostas por volta das 11:00 horas, um pouco antes.
ResponderEliminarNão se esqueça de que estamos a falar dum tempo de antena de excelência, com tanta gente que irá certamente ouvir, fez mais pela carreira de oficial de justiça do que muitos sindicalistas em todo o seu inteiro percurso.
Até parecia que a Dr.ª Lucília Gago tinha passado as últimas semanas a compilar este blogue para ir hoje lá despejar na AR.
concordo plenamente, entrada apenas como trampolim para a função pública, no oportunidade saem, e eu, só senão puder
ResponderEliminarO/A colega escreveu e não é que logo de seguida a Dr.ª Lucília Gago repetiu na Assembleia da República.
ResponderEliminarSr. Articulista.
ResponderEliminarAmanhã já tem matéria para um belíssimo artigo.
A intervenção de hoje da Sr.ª PGR na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias do Parlamento Português.
Confesso que tinha algumas reservas acerca da oportunidade de marcar presença sexta-feira no Terreiro do Paço, mas agora, com este grande empurrão, mais do que nunca é preciso que muitos lá vão confirmar as palavras que a Dr.ª Lucília Gago dedicou hoje aos Oficiais de Justiça deste país.
Ah, e também falou da abertura deste concurso e da ulterior questão da permanência.
ResponderEliminarVejam, acho que vale a pena.
E o parecer sobre as inconstitucionalidades do EFJ?!!
ResponderEliminarÉ um parecer.
ResponderEliminarEm frente para o Constitucional.
A Sr.ª PGR acabou de nos dar a mão esta manhã, não vamos agora arrancar-lhe o braço...
ResponderEliminarSerá possível ouvir essa intervenção ?
ResponderEliminarEstive a procurar no canal do parlamento e nao encontro acessivel o video dessa intervenção na comissão
Foi mesmo?
ResponderEliminarhaja Luz, mas não me parece.
ResponderEliminarCome o louvor ao almoço.
Tenho que ouvir.
ResponderEliminarFoi no âmbito da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias do Parlamento Português.
ResponderEliminarAinda não o fiz, mas presumo que dê para aceder em qualquer canal de notícias, através da box.
Eu acho que vi a maior parte da audição no canal NOW.
Também achei interessante a apreciação feita pelo jornalista Eduardo Dâmaso.
O resto dos jornalistas, tal como ele próprio afirma, são todos uns avençados.
Deles, nem uma palavra acerca dos problemas da justiça que a PGR identificou, mormente a falta de oficiais de justiça e a pouca atratividade remuneratória.
ResponderEliminarA carreira já foi.
Ninguém quer ver e melhorar os salários que é o que interessa a toda a gente. Afinal levantam-se cedo para quê? por amor ao Povo é?
A pagar o que continuam a querer pagar e sair da casinha?
eheh, tristeza de governantes
ResponderEliminarA falta de engajamento no trabalho leva muitos colaboradores a se auto denominarem quite quitters.
Esse termo se origina em um fenômeno conhecido como Quiet Quitting
Já aqui houve um artigo sobre o tema.
ResponderEliminarO Quiet Quitting serve como reflexão sobre a importância de nunca negligenciar as inúmeras variáveis que compõem um nível de equilíbrio para uma vida melhor.
Agora, que já abri uma garrafa de vinho com 15 graus, vou preparar umas batatas para fritar e vou almoçar sem ter que ser a correr para o restaurante ou da marmita.
ResponderEliminarPor estar em greve tive oportunidade de ver a audição da PGR esta manhã.
Com a barriga cheia reflete-se melhor.
O problema poderá ser o vinho...
Também poderia dar um artigo interessante aqui no blogue.
Por que é que alguns comentadores, quando discordam das opiniões doutros, costumam invocar o facto de as pessoas beberem vinho ou deixarem de beber para liminarmente contestarem aquilo com que não concordam e até parecem querer erradicar deste espaço...
ResponderEliminarVinho faz bem, de preferência maduro
Pelo que vão pagar, mais vale ir trabalhar para a Mercadona e nos intervalos sempre se pode dar uma volta pelos corredores com um carrinho com um ananás lá dentro.
ResponderEliminarSe calhar é isto que nos falta, um ananás de suplemento....
FF
Os requisitos de acesso a este concurso é bastante esclarecedor quanto à reforma que o novo estatuto irá implementar.
ResponderEliminarSe por um lado abrem a porta a licenciados em Direito e .., por outro possibilitam a entrada a pessoas com curso administrado pelo IEFP.
E são estes últimos destinados ao grau 2, que vão ser recrutados em quantidade razoável neste concurso.
Os restantes, destinados a grau 3, virão depois da revisão da tabela.
Quanto aos OJs em funções, não licenciados, veremos o que vem aí, mas sem querer levantar polémica, preparem-se para um estatuto que vai criar bons momentos de guerra fria nos próximos anos.
Depois da revisão
ResponderEliminarDesde que seja muito...
Já está disponível
ResponderEliminarhttps://canal.parlamento.pt/?cid=7934&title=audicao-de-lucilia-gago-procuradora-geral-da-republica
O estatuto foi feito em 2011 e vai ser ESSE que será aprovodo (ao qual se trocam 2 vírgulas...)
ResponderEliminarJá o outro dizia, Quando não há vinho, bebe-se branco...
ResponderEliminarRealmente parecem andar a brincar com os que no terreno acumulam o trabalho dos que faltam. Concursos de fachada. Basta ver o resultado do mais recente. Misturam-se exigências de licenciatura várias com cursos do IEFP .Que confuso. Alhos e bogalhos tudo junto. E o vencimento a auferir é igual!!!!!
ResponderEliminarNão se cumpre o estatuto e os Sindicatos que fazem? Nada.
Em vez de alterarem a tabela salarial, o valor do suplemento, como se tem visto noutras profissões, continuam a tratar os of.justiça como se fossem menos importantes que outros que já obtiveram
melhores condições.
Ainda bem que, mais uma vez, os políticos deputados ouviram, desta vez da PGR, que só no MP faltam mais de 400 of.justiça. Que podem abrir mais concursos mas que a pagar como pagam não os têm.
Que com a falta de pessoas mais as greves, não se podem cumprir prazos e as consequências vão sentir-se não só hoje mas a longo prazo e isso também sabemos.
Vamos ver então o que fazem os políticos agora. Nāo basta chamar a PGR ao Parlamento.Isso é o mais fácil para os Partidos.
branco ou tinto? cheio!
ResponderEliminarehehe
ResponderEliminarNão fazem nada, porque o que fizeram e fazem é deliberado, está mais que visto.
Cego é quem não quer ver.
E continuem a dar horas de borla!
e falou, após as questões dos deputados, dos oficiais de justiça, referindo, como quem diz, quem quer entrar nestes 160 com o que oferecem como salário e depois nem aparecem - Boa.
ResponderEliminarjá a intervenção da ministra da justiça (MMJ) no processo negocial com o sfj, com o Rua Marçal, foi muito infeliz.
vejamos:
Como advogada, o acordo seria óptimo.
Mas como Ministra ela deveria saber que já tinham saído duas leis reforçadas da AR a ordenar que o MJ deveria legislar em determinado sentido (ora ela, como MMJ deveria ter em conta a lei como limite, mas ela foi mais para baixo - daí como adv. tudo bem - mas como MMJ deveria saber que o fica barato pode sair caro
(veja-se as prisões - este incidente deve ser a ponta do icebergue e, mais, veja-se que os funcionários prisionais são representados por advogado para mostrar as deficiências, pois contra ele não há processo disciplinar)
e mais relevente é o obvio dos baixos salários dos OJ (um segurança ganha muito mais que um auxiliar).
Note-se que o sfj e o soj não foram para tribunal pedir indemnização pelo incumprimento do MJ
ResponderEliminarSr articulista
Pode esclarecer se atualmente Adjuntos podem transitar de carreira (MP/Judicial)?
Garanto-lhe.
ResponderEliminarVá ver.
Puxe a fita atrás, um pouco antes das 11:00 horas, a Dr.ª Lucília fez alusão ao anúncio dos 570 e disse que sem atratividade seria mais do mesmo.
Mas disse muito mais a prol da nossa classe, praticamente tudo.
Venho solicitar a todos que prestem atenção que a abertura deste concurso não respeita o estatuto.
ResponderEliminarOu seja para a valorização salarial é fundamental a alteração do estatuto.
Moral da história não existe valorização salarial porque o ministério não quer, eventualmente não irá existir tal valorização.
Desculpem podem me chamar de burra ou de loura, mas e os juros da sentença, está bom de ver que alguns senhores do sindicato não sabem o que é conta.
ResponderEliminarMais informo que este concurso terá muitos candidatos, o pessoal do IEFP irá inundar o concurso.
ResponderEliminarContudo os cursos do IEFP qual a duração?? 3 anos?
Preenchem os requisitos?
Querida colega, eu, que de conta nada sei nem quero saber - aliás, se a greve de zelo e aos atos fosse por aí já tínhamos as reivindicações todas no papo ( basta ver os inspetores do COJ qual a sua maior preocupação ) -, venho por este meio informá-la de que os sindicatos consideram esta sentença a que se refere como uma espécie de multa penal...
ResponderEliminarBoa tarde Sr. Oficial de Justiça,
ResponderEliminarObrigada pelo seu artigo.
Tem conhecimento se há alguma possibilidade de algum dos candidatos que desistiu da colocação no último concurso possa concorrer no atual? Eu sei que os atual estatuto prevê essa impossibilidade durante dois anos, mas como também o estatuto não prevê o requisito da licenciatura para entrada e o presente concurso permite, gostaria de saber se tem conhecimento de alguma situação que posso permitir concorrer quem desistiu da colocação no concurso de 2023.
Desde já, agradeço a atenção.
Aqui chegados, eis que apesar de estar em casa, ao abrigo da greve decretada pelo SOJ, estava para não assomar ao blogue depois do almoço, porque bebi vinho e receei vir para aqui insultar as pessoas que eventualmente pudessem discordar das minhas opiniões.
ResponderEliminarSendo que só depois me lembrei de que sou demasiado inteligente para recorrer à figura do insulto para dirimir qualquer tipo de diferença, pelo que, afinal, cá estou de volta, ao vosso dispor.
O único problema é que, supletivamente, tenho agora aqui em casa uma ginja caseira que me foi "generosamente" ofertada, e a mistura não casa bem e se calhar vão sobrar problemas para o Sr. Articulista...
É preciso parar a máquina!
ResponderEliminarMetam isso na cabecinha!
Não há outra forma!
Apenas, parar a máquina!
Boa tarde, tal como muitos colegas já tentei sair da carreira de oficial de justiça e ir para outras secretarias como técnico superior, contudo foi me dito que só era possível a mobilidade intercarreiras na área da justiça. É possível realizar mobilidade para qualquer secretaria ? Obrigado
ResponderEliminarO gajo do vinho cometa o seguinte:
ResponderEliminarDeviam experimentar com uma refeição de louvor em DR um âmbar da Geórgia!
Um oficial de justiça que não conhece as regras da sua propria carreira...ou é preguiça de ler ou é falta de capacidade de entendimento de coisas muito simples.
ResponderEliminarSe fossem todos assim nem grau 2....
Silampos...
ResponderEliminarNo dia a dia nem um código abrem ou consultam, quanto mais ler o estatuto.
ResponderEliminarTa bem ta!
Clicam no botão do rato e o que sair segue!
ResponderEliminarBoa!
Não respeita este mas respeita o próximo.
ResponderEliminarAcima de tudo este concurso é um ato político, para mostrar trabalho feito.
ResponderEliminarGrau 3 ou mais, não lê, manda ler.
O que diz o estatuto é uma coisa e o que se faz na prática é outra.
ResponderEliminarDúvidas também.
e para os dos graus, por mim podem ficar com os graus todos.
Façam um bom almoço com o tal vinho do outro.
Quando se bebe vinho viaja-se a uma velocidade hipersónica.
ResponderEliminarNão é que agora me fez lembrar de Raul Seixas?:
Ói, ói o trem, vem surgindo de trás das montanhas azuis, olha o trem
Ói, ói o trem, vem trazendo de longe as cinzas do velho éon
Ói, já é vem, fumegando, apitando, chamando os que sabem do trem
Ói, é o trem, não precisa passagem nem mesmo bagagem no trem
Quem vai chorar, quem vai sorrir?
Quem vai ficar, quem vai partir?
Pois o trem está chegando, 'tá chegando na estação
É o trem das sete horas, é o último do sertão, do sertão
Ói, olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais
Vê, ói que céu, é um céu carregado e rajado, suspenso no ar
Vê, é o sinal, é o sinal das trombetas, dos anjos e dos guardiões
Ói, lá vem Deus, deslizando no céu entre brumas de mil megatons
Ói, olhe o mal, vem de braços e abraços com o bem num romance astral
Amém
Amém também para a carreira de OJ.
Quem vai ficar, quem vai partir?
Comentário das 15:20m
ResponderEliminarO Sr Dr, com os conhecimentos que demonstra na questāo que coloca, nāo o deixariam terminar o estágio de há 40 anos atrás.
Tens que servir aqui como "técnico inferior"!
ResponderEliminarPertencemos ao grupo dos pífaros.
ResponderEliminarPerdão, pífios.
A DGAJ entende a eu bel prazer (como de costume) que a mobilidade não se aplica aos oficiais de justiça por serem uma carreira especial.
ResponderEliminarÈ uma postura errada e abusiva, porque nada impede que a mobilidade intercarreiras possa ocorrer entre carreiras gerais e carreiras especiais.
Já ouvi dizer que alguém que foi vítima dessa postura colocou a DGAJ em tribunal e ganhou.
O único problema que eu vejo na mobilidade é que para efeitos de vencimento o SRP não conta e pode ficar a ganhar menos.
MUITO BEM..
ResponderEliminarEu levanto-me cedo e vou trabalhar para salvar o Mundo!!
ResponderEliminarÉ isso que me motiva todos os dias!!
Na qualidade de lider dos licenciados e rei venho apelar a todos os licenciados para irmos para concorrer a todas concursos e mobilidades afim de sairmos deste inferno.
ResponderEliminarE sermos pagos como técnicos superiores..
Sexta-feira, para me distinguir dos demais e me poderem logo reconhecer, uma vez que todos deverão levar escadas e escadotes, eu vou levar um garrafão de vinho vintage, mais conhecido como "palhinhas".
ResponderEliminarAPOIADO COLEGA...ONTEM JÁ ERA TARDE!...
ResponderEliminarFoi hoje anunciado pelo Ministério da Justiça:
ResponderEliminarPromoções de 3 em 3 anos a partir de agora.
Na situação deles faria o mesmo. É uma porta de entrada
ResponderEliminarVamos ter magotes de candidatos. Mais, vamos ter magotes de candidatos aprovados. Mais, vamos ter magotes de candidatos com nota máxima de 20 valores.
ResponderEliminarDiz assim o ponto 12.5 da abertura de concurso "a prova será feita preferencialmente online".
Adivinhem, vai haver alfovre para os próximos 4 anos. A ver vamos da qualidade das plantas.
Colegas, onde posso ver o que disse a Dr.ª Lucília Gago a respeito deste concurso dos 570 e das condições dadas aos OJ?
ResponderEliminarGostava de ver essas declarações...
Gravações automáticas no canal dedicado à AR?
Boa noite, a DGAJ apenas pode recusar 2 x , a seguir tem de aceitar. Veja nas normas administrativas.
ResponderEliminarEstou mesmo fartinho dessa conversa de ressabiado de 9 ano e de complexado, contra detentores de licenciatura.
ResponderEliminarAlém do mais, se há 40 se exigia maior autonomia técnica, tb se aprendia a ser escravo subserviente 7 dias por semana, e ir a rastejar ao gabinete do juiz, de casaquinho vestido e de língua de fora.
O homem fez uma pergunta normalíssima, sobre uma questão cuja resposta não se encontra na lei, mas sim na vontade discricionária da administração, podendo assim alguém que já tenha estado nessa situação, ter uma resposta.
Não quer ajudar, fique calado no lugar a que pertence.
Pertinentíssima a questão, tal como outras similares. Há um Estatuto e há normas que às vezes são observadas e outras que são inventadas ou ignoradas. Por isso, como bem diz, todos ficamos na dúvida e não, não temos conhecimento de nenhum caso assim, mas isso não significa que não possa ter existido.
ResponderEliminarConselho: concorra, porque não tem nada a perder, não tem consequências a não ser a de ser novamente excluído, mas esta, a acontecer, não conta para o prazo dos dois anos, prazo este que até pode acabar já até ao final deste ano, caso se conclua a revisão estatutária.
O artigo 14º do Estatuto EFJ, na sua alínea b), do nº. 1, estabelece que o Escrivão Adjunto e o Técnico de Justiça Adjunto podem transitar nessas categorias, mas só se tiverem frequentado com aproveitamento o curso para Escrivão de Direito ou para Técnico de Justiça Principal.
ResponderEliminarOu seja, de acordo com a regra estatutária, um Escrivão Adjunto só poderia ir para um lugar de Técnico de Justiça Adjunto caso tivesse frequentado o curso de Técnico de Justiça Principal e tivesse obtido aprovação na prova de acesso. De igual modo, o Técnico de Justiça Adjunto só pode transitar para Escrivão Adjunto se tiver frequentado com aproveitamento o curso de Escrivão de Direito.
É esta a regra. No entanto, temos visto nos últimos anos despachos de abertura de Movimentos em que são autorizadas estas transições sem que se faça menção ao requisito estatutário, o que pode levar a pensar que, na prática, poderia não estar a ser considerada a previsão legal, mas é um aspeto que tem de ser verificado por cada um aquando da publicação das listas dos movimentos, pronunciando-se em conformidade.
Ora, então persiste a dúvida. Do escrito à prática há duvidas.
ResponderEliminarTomem nota senhores da crítica e dos graus
Eheh
ResponderEliminarVenham, venham
Ordenado minimo para renda de casa
Venham
Já somos dois.
ResponderEliminarCá vou eu, de lambreta.
Boas, estou com uma dúvida: os candidatos com a prova válida e realizada em 2023 necessitam de se candidatar ao novo procedimento concursal de forma a serem admitidos?
ResponderEliminarQuem ficou aprovado na prova de conhecimentos de 2023, não precisa de concorrer a este concurso de 2024, pois a sua prova está válida. Vai deixar passar o concurso e irá candidatar-se é ao Movimento que surgir a seguir para as colocações, está pronto para isso, a não ser que já tenha concorrido ou sido indicado para ir para determinado local e desistido/renunciado, circunstância esta que não só o inibe de concorrer a este concurso, como o inibe de se candidatar ao Movimento das colocações e, neste caso, teria de aguardar até 2026 para poder concorrer de novo.
ResponderEliminarRelativamente à comunicação Enviada: terça-feira, 24 de setembro de 2024 18:40, na qual:
ResponderEliminar“… solicita-se aos Senhores Administradores Judiciários interessados que registem no Portal da Formação as inscrições, relembrando que apenas devem ser inscritos funcionários que efetivamente realizem x xxxxxxx xx xxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxx (nas fases anteriores, os Senhores formadores da Xxxxxxx Xxxxxxxxx informaram-nos que alguns dos formandos não realizavam este tipo de tarefa e alguns nem exerciam funções na xxxx xxxxxxxx ou, exercendo, pertenciam ao XXXX, por exemplo; estas situações devem ser evitadas, de modo a que se retirem os melhores resultados desta formação)”:
Ou dão formação ou não dão formação.
Se dão, realmente, há que assegurar a presença dos inscritos que têm o dever de lá comparecer.
Com a falta de funcionários, todos podem de um dia para o outro vir a ter que realizar a tarefa relativa à qual se quer dar formação, portanto todos devem ir independentemente do local onde estão atualmente colocados
Publique-se.