SFJ: presidente pede pagamento extraordinário das quotas

      Esta semana, muitos dos associados do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), não todos, e, bem assim, também muitos dos demais Oficiais de Justiça, ficaram espantados com a nota publicada na página desse sindicato, intitulada “Nota do Presidente”.


      A referida nota aborda dois assuntos. O primeiro assunto diz respeito à dúvida, que vem sendo manifestada, em relação à liquidação do imposto IRS pelo recebimento dos montantes compensatórios das diferenças relativas ao acerto dos escalões pela consideração do período probatório inicial.


      É facto que a DGAJ não está a realizar a retenção na fonte desse imposto, relativamente aos montantes extraordinários pagos, embora realize as outras retenções das contribuições obrigatórias.


      Começa assim a nota do presidente:


      «O cumprimento pela DGAJ da sentença proferida no processo n.º 2073/09.1BELSB, transitada em julgado a 9 de junho de 2023, tem suscitado algumas questões junto dos seus beneficiários e também do próprio Secretariado Nacional, por força da não retenção de qualquer retenção na fonte em sede de IRS a que se soma a ausência de uma cabal informação sobre como se irá processar a liquidação e eventual pagamento do imposto devido em 2025.»


      Seguidamente, informa o presidente do SFJ que o Sindicato colocou a questão à DGAJ, que esta entidade mencionou o procedimento como estando de acordo com um parecer do Fisco, parecer esse que foi solicitado, mas nunca foi entregue.


      Mais diz a nota que, perante a ausência do esclarecimento da DGAJ, solicitou à secretária de Estado dos Assuntos Fiscais uma informação sobre a liquidação do imposto, aguardando resposta.


      Conclui indicando a forma e o texto que cada um pode colocar no portal das Finanças para tentar saber como liquidar o IRS sobre o montante extraordinário recebido.


      Em suma, o que o presidente do SFJ vem comunicar é que não sabe nada sobre o IRS dos montantes que os Oficiais de Justiça estão a receber, que perguntou à DGAJ, presencialmente, e não obteve resposta e que perguntou por escrito a uma secretária de Estado que também ainda não respondeu, aconselhando, por isso, que todos os seus associados perguntem também.


      Ou seja, o que o sindicato mais representativo da classe veio dizer é que não sabe nada e que está à espera que alguém lhe diga o que fazer em relação à sentença transitada há já mais de um ano.


      O que o sindicato com mais associados de Oficiais de Justiça veio dizer é que nem sequer consultou um contabilista para obter esclarecimentos sobre a melhor forma, a existir, para que os Oficiais de Justiça não sejam prejudicados, ou saiam menos prejudicados, aquando da apresentação da declaração de IRS no próximo ano, sendo certo que alguns Oficiais de Justiça, especialmente os que recebem valores elevados, como o caso dos totais superiores a vinte mil euros, que, como é óbvio, serão surpreendidos no próximo ano com um valor muito elevado de IRS.


      Casos há em que os recebimentos de rendimentos deste género podem ser declarados de formas diferentes, no momento do preenchimento da declaração de IRS anual, podendo alguns enquadramentos vir a ser mais vantajosos do que outros. Para apurar esta possibilidade bastará consultar um contabilista certificado (inscrito na respetiva Ordem; não são pessoas com jeito para preencher e apresentar declarações) que, certamente, saberão aconselhar qual a melhor forma de apresentar às Finanças o rendimento extraordinário que consiste no somatório das pequenas diferenças apuradas ao longo de décadas.


      Assim, já que o presidente do sindicato mais representativo veio dizer que não sabe nada sobre o IRS, caso alguém obtenha essa informação, gostaríamos que a pudesse partilhar, ajudando os colegas Oficiais de Justiça e, para o efeito, poderá enviar-nos a informação para o nosso endereço de correio eletrónico geral que é o seguinte: OJ@sapo.pt


      Mas se o presidente do SFJ diz que não sabe como os Oficiais de Justiça devem proceder em relação ao IRS, sabe bem que a DGAJ, embora proceda aos descontos das contribuições obrigatórias, não procede de igual forma ao desconto das voluntárias, como é o caso da quota sindical que pode ser paga na mesma proporção. Por exemplo: um Oficial de Justiça que esteja a pagar uma quota de cerca de 10 euros, com o recebimento do pagamento extraordinário de mais de vinte mil euros, deveria pagar uma quota de quase duzentos euros.


      Ora, perante essa ausência do desconto na fonte e, bem assim, das diferenças muito significativas em causa, o presidente do sindicato maioritário termina a sua nota sindical informando da vantagem que cada sócio obterá pagando o suplemento da quota.


      «A DGAJ não efetuou também qualquer desconto em sede de quota sindical. Assim, os associados do SFJ, poderão proceder a esse pagamento, uma vez que o mesmo será majorado em 100% na dedução específica na categoria A. Ou seja, por cada 10 € pagos de quota (0,75% do vencimento no caso da quota do SFJ), o associado terá uma dedução específica de 20€.»


CitoteDEZ2020=Bandeira+Marçal-2.jpg


      Fonte: "SFJ, Nota do Presidente".

Comentários

  1. São Tomás de Aquino12/9/24 08:40

    Ele aí está, no seu maior esplendor. Pelo menos neste assunto não vacila, não tem dúvidas, não demora a informar, está activo, acutilante. Sim senhor
    Que pena, não seja assim no que verdadeiramente interessa á classe

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  2. O provável coveiro da carreira de Oficial de Justiça!
    Todos os oficiais de justiça deviam saber, de imediato, o que raio andaram a discutir 2 dias em Fátima, que pessoas lá estiveram e a que conclusão chegaram, ou não.
    Tanto segredo só pode ser uma coisa muito boa, para que se imponha a lei da rolha numa questão que interessa a todos os oficiais de justiça.

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  3. 4° segredo de Fátima ...

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  4. Ao Terreiro! Ao Terreiro!

    Não deixeis que outros decidam por vós!

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  5. Eu não pago!

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  6. Adolfo Dias12/9/24 09:21

    Só pode ser mais um milagre........

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  7. Chamem a policia,

    au au au

    que eu não ...

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  8. Bem Haja Blogue que nos vai informando e nesta matéria concerteza nos irá informar como proceder, já que sindicatos com advogados e ligações a fiscalidade não se dão ao trabalho de procurar algo que informe de concreto.

    Quanto ao pagamento do montante das cotas, nem um tostão!



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  9. Rei dos Oficiais de Justiça12/9/24 09:48

    Na qualidade de lider dos licenciados e rei venho informar as minhas tropas que está na hora de retirarmos.

    Venho ordenar a todos os meus seguidores licenciados que está na hora de sairmos desta profissão nojenta.

    Assim solicito a todos que comecem a concorrer para todos os locais possíveis.

    Está profissão é desumana.

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  10. APELO GREVE COM ADESÃO MASSIVA

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  11. By the way o Sr. Presidente do SFJ omite que a pessoa pagou a cota! Respeitante apenas ao valor pago à data... É preciso ter a lata de pedir aos Associados para receber o $ do diferencial !!!

    ~ABRAM OS OLHOS~

    S.O.J.

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  12. Paguem e não bufem, não é assim.
    Eu não pago, apenas pagarei o IRS.

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  13. Esqueci-me de dizer mas já havia comentado esta situação e referido a possibilidade de se pedir um parecer vinculativo à AT (o que deveria ter sido feito pelo Sindicato - SFJ - e/ou DGAJ).

    Como os valores que estão agora a ser pagos não resultam da ação judicial - embora seja por causa dela - à que atender a esta circunstância (isto em relação a quem não é parte na ação).

    Pode ver o vídeo da AT em : https://www.youtube.com/watch?v=AUolp_CU4i0

    Ler as instruções do preenchimento (pag. 220 e ss.) em : chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://antigo.occ.pt/news/Essencial/Essencial_IRS2024.pdf

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  14. Dizem que o líder de um determinado partido é especialista na matéria ???

    E pelos comentários que por aqui vejo há muitos Colegas que por ali militam ...

    Se calhar não seria despiciendo pedir ajuda ao tal "profeta" ...

    Dizem que por estes dias também anda a cobrar aos seus ...

    Falem com o especialista

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  15. Alguém anda com falta de liquidez ...

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  16. Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Que eu não pago
    Eram dez p'ra uma no restaurante, almoçava alarvemente
    A meio do café um garçom pedante chegou-se e pois me a conta a frente
    Então bebi o brande todo dum trago, berrei p'ro homem: não pago, não pago
    O gajo branco chamou o gerente, saltei p'ra trás, saquei saiu o pente
    Pra não andarem cadeiras p'ro ar, então pus-me a gritar
    Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Que eu não pago
    Que eu não pago
    Fui ver Lisboa à noite, parei no Rossio, numa noite sem frio
    Mandei vir uma cola e um guardanapo e o cara de sapo
    Pediu-me logo taco, o malcriado! Não me contive, passei-lhe um sermão
    Disse que era uso da confeitaria, que era mais seguro no tempo que corria
    P'ra não andarem cadeiras pro ar, então pus-me a gritar
    Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Chamem a polícia (au, au, au), chamem a polícia
    Que eu não pago
    Que eu não pago

    ResponderEliminar
  17. APELO GREVE COM ADESÃO MASSIVA

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  18. Aí sim, o SOJ não tem interesse nessas quotas, principalmente por motivos de equidade das contribuições dos sócios?
    Pois eu, se fosse do SOJ, iria questionar porque não pediam esses montantes, já que nesse caso, iriam existir trabalhadores a pagar percentagens maiores que outros.

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  19. Mas se o documento de Fátima já foi enviado ao ministério da injustiça, qual a razão de não ser apresentado publicamente? Será que somos todos ignorantes e a nós tem de ser apresentado uma súmula com as conclusões, por se entender que somos incapazes de compreender tão douto documento?

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  20. Caro colega, o documento "secreto", que daqui por alguns dias vai ser publicamente divulgado, mais não é do que uma compilação de artigos do código de processo civil.

    Artigos esses que nos atribuem competência para realizar determinados actos oficiosamente.

    Ou seja, no fundo não há nada de novo.

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  21. Eu, infelizmente, não vou à manifestação em Lisboa, mas vou fazer greve!

    E há mais colegas na minha secção que também vão fazer greve!

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  22. Vou dar mais meia dúzia de papos secos e vão sobrecarregar ainda mais os já atolados OJ!

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  23. Eu faço greve amanhã mas infelizmente não vou poder ir à manif.

    O meu orçamento é muito curto.

    Sou do interior profundo e uma deslocação a Lisboa implica um gasto de pelo menos 100 euros.

    Espero que compreendam colegas.

    De qualquer forma, desejo que seja uma manif com muito barulho e com muitas escadas e escadotes!!

    Estarei atento aos noticiários e estarei convosco (embora afastado) nesta nossa luta!!

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  24. APELO GREVE COM ADESÃO MASSIVA

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  25. Por mim o sindicato pode esperar... sentado!

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  26. Proposta para o novo EFJ: Indexação às tabelas dos Magistrados (como era outrora).
    Deixa de haver queixas sobre as insuficientes e deficientes remunerações !!!!!
    Porque não lutam por isso ?!?!?

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  27. Vamos fazer greve colegas!

    Vai tudo para Lisboa!

    Quem não puder, que vá para a ... praia!

    Vai estar bom tempo!

    É preciso fazer esta greve!

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  28. Boa tarde colega.
    Já que sabe o conteúdo do documento porque não partilha?

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  29. Não me convém ir a Lisboa.
    Porque já estou em greve desde dia 6, todo o dia, dia 9 à tarde, dia 10 à tarde, dia 11 todo o dia, dia 12 à tarde e dia 13 também devo fazer todo o dia.
    Espero que compreendam.
    Se fosse como antigamente, metia-me nos transportes, mostrava o livre trânsito e ia, até ia almoçar ao MAC da Rua Augusta com o cartão, mas assim não dá, espero que compreendam.

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  30. Marçal, chupa-lhes até ao tutano. É o que merecem, por consentirem que continues a ser o presidente do SFJ.

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  31. Se aqueles que receberam o dinheiro da ação devido à iniciativa do SFJ e agora não tiverem a dignidade de "ajustar contabilidade" com o mesmo é porque não são honestos. Custa mas é a verdade.

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  32. Tem toda a razão, não são desonestos não.

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  33. Se num qq momento de loucura se pagasse ao SFJ, que aconteceria em termos de IRS.

    É que o fisco tem isso em conta como abatimento no IRS!


    Nem pesem nisso, o SFJ ficava com o dinheirito, que é nosso, e o fisco mandava-nos passear!

    Tenham juízo, querem ser D. Quixotes ou Sanchos Pança??
    O segundo é que tem a vinhaça!


    ahahhaha

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  34. Obviamente que qualquer "reposição" ao sindicato é devidamente documentada. Querem o dinheiro mas serem sérios...temos o que merecemos.

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  35. APELO GREVE COM ADESÃO MASSIVA SEXTA FEIRA

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  36. Propuseram à tutela que passemos a ter tarefas que hoje são dos magistrados. É um rol grande de novas funções que vão desde a consulta das bases de dados oficiosamente, até apresentarmos proposta de despacho sobre as divergências de propostas de mapa de partilha, marcação de diligências nos processos especiais, ou proposta de graduação de créditos na insolvência, decidirmos suspensão de instância, deserção, a fase conciliatória da ação, conferirn força executiva a ações não contestadas, no com+ercio analisar as PI e fazer citação oficiosa ou avaliar medidas cautelares, tentativa de conciliação n o divórcio, etc, etc.
    Os Juízes perderiam um enorme leque de funções e os processos passariam a ser muitas vezes tratados apenas por nós e eles nunca aceitarão isso, julgo eu.
    Mas ainda gostava de ver muito boa gente que para aí anda a fazer estas novas funções, que já foram enviadas para a tutela, sem que ninguém fora do círculo do SFJ tenha conhecimento delas.
    É incrível como o SFJ está a conduzir este assunto.

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  37. Quem amanhã conseguir obter na concentração informações dos colegas que estão a ser notificados das contas da Ação, não esquecer de partilhar aqui depois.

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  38. Está preparado para essas funções, se os magistrados não se opuserem? Pelos vistos não. Não há problema porque ao que sei o SFJ tb não está esquecido de todos aqueles que não mostrarem interesse em exercê-las. Assim, durma descansado.

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  39. Pois não, são simplesmente trafulhas a cuspir no prato que comeram!

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  40. Não sei onde no meu comentários o faz dizer que pelos vistos não estou preparado, mas pronto! O que é mal feito é isto ser feito sem auscultar os oficiais de justiça. Um grupo apresentou-se disponível para propor isto e propuseram sem falar com os oficiais de justiça. Sabe se a classe quer isto? Eu não sei. Por mim pode ser.

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  41. Eu não quero!

    Mais, se for para ter um bocadinho de tarefas superiores também a tabela salarial assim teria de ser, que não é o que a tutela pretende!

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