Afinal há, pelo menos, um outro acordo, para dois diplomas estatutários
Como já divulgado, está agendada para esta manhã às 10H00 a reunião com o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) e depois, às 11H00, a reunião com o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ).
Estas reuniões não fazem parte das reuniões da negociação coletiva que aprecia a proposta do Governo para o novo Estatuto, porque tal proposta não existe, são reuniões prévias, isto é, são preliminares, ou de desenho, como diz o SFJ, para tentar um documento que há de ir depois à negociação já mais consensualizado.
Entretanto, ontem, o presidente do SFJ, divulgou um vídeo, no qual presta alguns esclarecimentos, ou melhor: alguns indícios de esclarecimento, de entre os quais destacamos a novidade de constatar, com o levantamento da ponta do véu, que há e está a ser cozinhado, sem que os Oficiais de Justiça soubessem, não é um diploma legal correspondente ao Estatuto, mas dois diplomas autónomos correspondentes ao mesmo Estatuto.
Mas mais, segundo o presidente do SFJ esse segundo documento está já acordado com o Ministério da Justiça, isto é, afinal já existirá um outro acordo, para além dos 3,5% conhecidos, que diz respeito a este segundo diploma que, embora “completamente autónomo”, como referiu António Marçal, não deixa de dizer respeito e influenciar os Oficiais de Justiça em relação ao Estatuto.
Com o indício de esclarecimento, os Oficiais de Justiça ficaram a saber que este segundo diploma já acordado se destina a estabelecer um regime de transição dos Oficiais de Justiça para a nova carreira.
Nada mais foi dito relativamente a tal acordo do diploma acordado, sendo certo que o dito regime de transição, levando em conta declarações passadas, leva-nos a concluir que se trata da efetivação do errado conceito de considerar que o grau de complexidade 3 não deve ser atribuído à carreira, mas às pessoas, isto é, que haverá pessoas de grau 3 e pessoas de grau 2 que podem aceder ao grau 3, seguindo as regras do tal regime de transição, regime provisório a prazo.
Ora, o grau de complexidade das carreiras é atribuído às carreiras e não às pessoas, tal como já sucedeu com outras carreiras, mesmo na abrangência desta mesma tutela.
Ao fim e ao cabo não era necessário complicar o que é simples e bastava copiar, saber copiar, porque quando não se sabe a matéria, os cábulas têm, no mínimo, que saber copiar, se é que querem ser bem-sucedidos. O caso, por exemplo, da carreira dos Oficiais de Registos, cuja carreira passou para o grau de complexidade 3 sem que os seus elementos tivessem qualquer regime de prestação de provas para transitarem para essa nova carreira, é paradigmático.
Ao considerar-se que há Oficiais de Justiça que não são dignos de pertencerem ao novo desenho da carreira, condescendentemente seguindo a inspiração católica de altruísmo, talvez absorvida de tantas visitas em Fátima, concedendo aos desgraçados a esmola de poder aspirar a tal elevada pertença, através de um diploma próprio, já acordado, é algo que pode agradar ao espírito da justiça divina, ou àquela justiça simplista de conceitos básicos do populismo, mas que está longe de constituir algo pensado com a racionalidade do bom senso.

Diz Marçal:
«Um, que é o Estatuto, é aquele que vai desenhar de forma limpa o estatuto de uma carreira, pensada para os Oficiais de Justiça, mas também para a justiça em Portugal, e o outro documento, um outro diploma legal, onde se faz o regime de transição.»
E sobre o tal regime de transição desse segundo diploma continua “esclarecendo” Marçal assim:
«Aonde todos aqueles e aquelas, os homens e mulheres que são o suor e o sangue dos tribunais, que são, no dizer de um ilustre presidente de uma comarca, que são o oxigénio dos tribunais, não vejam, mais uma vez, goradas as suas expectativas.»
Perceberam o regime de transição? Não? Vejamos então que mais esclarecimentos presta Marçal a seguir:
«É esse o nosso foco; é esse o nosso empenho; o Ministério da Justiça pode contar connosco!»
E conclui com a pressa e a impaciência de poder encerrar o quanto antes este assunto:
«O nosso foco é, efetivamente, conseguir que, no mais curto espaço de tempo possível, ter um documento amplamente consensual que possa seguir, aí sim, os trâmites legalmente previstos para a negociação coletiva.»
O presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), tal como antes já o havia dito e bom conhecedor que é dos acordos, formais ou informais que assume com a tutela, continua, ao dia de hoje, a acreditar nos acordos com o Ministério da Justiça para que o Estatuto esteja concluído até ao final do ano, apostando mesmo que estará em vigor a partir do primeiro de janeiro do próximo ano. Diz assim:
«Nós entendemos que quanto mais depressa chegarmos e conseguirmos chegar a um consenso alargado entre os funcionários judiciais, o Ministério da Justiça e as outras entidades, mais depressa estaremos em condições para que o Governo proceda à publicação no Boletim do Trabalho e do Emprego (BTE) e desta forma continuamos a apostar que é possível que a 1 de janeiro de 2025 nós tenhamos um novo Estatuto dos Oficiais de Justiça.»

Fonte: “SFJ-Info-03OUT2024”.
Eu se fosse ao SOJ retirava-me das negociações!
ResponderEliminarSe, hoje, o Marçal, levar a melhor gravata (NOVENTA POR CENTO), estamos completamente fodidos.
ResponderEliminarDepois, como não vamos à missa, a máquina de propaganda do SFJ, tem um pretexto para culpar os padres, pelo mau acordo.
Se, hoje, o Marçal, levar a melhor gravata (NOVENTA POR CENTO), estamos completamente ffffffff.
ResponderEliminarDepois, como não vamos à missa, a máquina de propaganda do SFJ, tem um pretexto para culpar os padres, pelo mau acordo.
Bom dia e bom fim de semana.
ResponderEliminarSabem que percentagens é que, ao dia de hoje, estão agora ao redor de cada uma das mesas?
Ainda continua a ser:
10:00 horas/10%;
11:00 horas/90%?
Um artigo bem conseguido aqui no Blog.
ResponderEliminarE bem explicado o argumento...
De facto, se noutras carreiras houve essa transição (e foi uma realidade!), sem se colocar em causa distinção e abarcando a todos os que se encontravam na profissão, por que razão com os OJ tem de ser diferente?
Impor diferente de outras carreiras porquê?
Porque é diferente e como tal deve assim ser tratado, de forma diferente.
ResponderEliminarOra, já está tudo dito no texto! E diz assim nas entrelinhas:
ResponderEliminar"Os Oficiais de Justiça ficaram a saber que este segundo diploma já acordado se destina a estabelecer um regime de transição dos Oficiais de Justiça para a nova carreira." Traduzido, e não me devo enganar muito, é a aplicação do SIADAP e consequente passagem para as carreiras gerais. Isto é, vamos deixar de pertencer ás carreira especiais. Claro que nos vão dar umas migalhas! Não é apenas mudar de carreira!! Apostava dois almoços e como vai ser assim!
Com que então segredos escondidos dos associados!
ResponderEliminarMuito bem A. Marçal e SOJ, nós já desconfiávamos que assim era!
Será que daqui a 4 meses vamos saber de um 3º ou 4º diploma!
A melhor coisa que fiz nos últimos meses foi desvincular-me!
Penso que o artigo de hoje peca pela precipitação do autor tentar "adivinhar" o conteúdo quanto ao diploma de transição.
ResponderEliminarTrancrevendo: "leva-nos a concluir que se trata da efetivação do errado conceito de considerar que o grau de complexidade 3 não deve ser atribuído à carreira, mas às pessoas, isto é, que haverá pessoas de grau 3 e pessoas de grau 2 que podem aceder ao grau 3, seguindo as regras do tal regime de transição, regime provisório a prazo"
Não, nada disso podemos concluir!
De facto em lado algum se ouve que o "nivel 3" será atribuído às pessoas e não à carreira.
A meu ver o que se pode depreender é que esse diploma contemplará normas, designadamente, para progressão na carreira tais como as regras para ascensão, por exemplo, a cargos de chefia.
Resposta ao comentário das 8:27
ResponderEliminar«Olhe que não, olhe que não!» foi como Álvaro Cunhal reagiu aos constantes ataques e acusações de Mário Soares num célebre debate promovido pela RTP.
Quem conhece diversos tribunais e diversas secretarias, sabe que o atual modelo em que temos oficiais de justiça a trabalhar com processos complexos, expostos a um desgaste imenso por via da responsabilidade que lhes é assacada, e outros que o seu maior stress e picarem-se num agrafo, não é JUSTO! Não é justo também por causa dos vencimentos equiparados, ou ainda maiores dos que têm tarefas mais simples. Isto é dito por todos, com exceção daqueles que querem manter a sua simplicidade de tarefas.
ResponderEliminarO caminho que a profissão seguiu, ao contrário dos registos, levou a este desiquilibrio. E este desiquilibrio tem de ser corrigido.
Portanto não vejo outra solução que não seja a de dizer às pessoas, queres fazer isto e tens essa capacidade, ganhas X, queres fazer aquilo, ganhas X-1.
O novo estatuto vai, seja ele qual for, agradar a uns e desagradar a outros. Irá desagradar à maioria dos frequentadores deste espaço que no horário de trabalho aqui vêm ditar as suas ideias, talvez para descomprimir do constante stress laboral.
As boas regras de legística material e formal, justificam que as normas de transição façam parte de um diploma autónomo.
ResponderEliminarSe o governo optou por esse caminho só merece elogios.
Outra questão é a quem se atribui grau 3, e aí reconheço a impossibilidade de ser a todos.
Aproveitar tudo isto para mais uma teoria da conspiração começa a roçar a má fé!
Inacreditável a quantidade de análises precipitadas que por aqui se fazem.
ResponderEliminarQuando não sabem inventam mas sempre a destilar o costumeiro ódio.
Santa paciência....
O grau 3 tem de ser atribuído À carreira!
ResponderEliminarSó assim faz sentido, e só assim não se deixa ninguém para trás!
Os bombeiros sapadores também estão a lutar oor um novo estatuto e que possivelmente os torne uma classe de grau 3. Imaginem que esse grau 3 não é dado por completo à carreira de sapadores mas apenas a certos cargos e funções dentro da carreira.
ResponderEliminarAcham que eles aceitavam? Quais funções eram mais importantes que outras dentro da carreira de bombeiro sapador?
Estamos na mesma situação. Deixem de ser otários e vamos lutar e exigir como deve ser. A começar pelo sindicato SFJ a quem os socios devem exigir verdade e competência a negociar.
Para o que tem feito até agora quanto ao Estatuto, não me parece que vão sentir a sua falta.
ResponderEliminarSe fala dos Registos, não é por um governo anterior ter praticado um ato sem fundamento legal, que outro o tenha que repetir.
ResponderEliminarA atribuição de grau 3 a uma carreira é o correto, mas abranger todos independentemente das qualificações, é uma aberração legislativa.
Mas é lógico que devem ser estabelecidas regras de transição que prejudiquem o menos possível quem não é licenciado.
Ui, deve ser muito diferente, deve.😁
ResponderEliminarOh!
ResponderEliminarEu vou ganhar X+1!
Aberração é fazerem diferente nesta carreira do que fizeram na carreira do notariado!
ResponderEliminarIsso, está-se mesmo a ver que é inconstitucional e haverá luta nos tribunais!
Então se você sabe, divulgue ou passe a informação ao Bloguer para ele esclarecer para todos!
ResponderEliminarNojo.
Tem vergonha nessa cara!
ResponderEliminarSe dizes que outros vêm aqui é porque tu também vens!
Menininho
ui, ui
Otários e bem Otários.
ResponderEliminarSomos os nossos maiores inimigos.
Tanta mesquinhez e inveja que graça nestas secretárias
ResponderEliminarAberração é fazerem diferente nesta carreira do que fizeram na carreira do notariado!
Isso, está-se mesmo a ver que é inconstitucional e haverá luta nos tribunais!
ResponderEliminarObrigado Bloguista por tudo o que faz pelos OJ´s,
que é mais que sindicatos
ResponderEliminarA ser assim será mesmo INCONSTITUCIONAL!
Mais do mesmo!
Ações em Tribunal!
Tanta ileteracia meus deuses.
ResponderEliminarNunca vi uma carreira com tantos constitucionalistas.🙄
"queres fazer isto e tens essa capacidade, ganhas X, queres fazer aquilo, ganhas X-1." Acha isso minimamente viável? Esqueça.
ResponderEliminar
ResponderEliminarNão é que prejudiquem o menos possível mas sim, como este leigo lhe diz, que simplesmente respeitem o contrato firmado há muitos anos.
Duas carreiras paralelas até à extinção da mais antiga.
Quem quiser fazer a transição para a vertente mais qualificada, candidata-se, quem não quiser ou não puder/for capaz, não pode ser penalizado regredindo, nem simultaneamente, como é óbvio, aproveitar das competências que não tem.
Mas o Estado tem que ser aquela Pessoa que se costuma dizer que é e cumprir até ao fim os contratos, ou então renegociá-los, todavia, individualmente.
Imagino que os autores dessas ações sejam todos esc. adjuntos.
ResponderEliminarForça, avancem sem medos.
Reconhece a impossibilidade de ser a todos? Porquê? Pergunto genuinamente.
ResponderEliminarPor mim, já não estará assim, a não ser que tenham sido angariados novos sócios também pelo SFJ no entretanto.
ResponderEliminarMas tinha mesmo curiosidade em saber que percentagens a Sr.ª Ministra poderia invocar neste momento.
É aquela expressão: "Ficar a ver Braga por um canudo".
ResponderEliminarComentário das 09H01: Para dizer que só vem aqui as chefias. Os outros estão absorvidos !
ResponderEliminarClaro que sim, concordo.
ResponderEliminarE tudo isso deve estar previsto nas normas de transição.
Quanto a não regredir, isso nem precisa de estar previsto, já que atualmente está previsto no art 129 CT.
Quanto a acessos a cargos de chefia a não licenciados isso já me parece mais complicado com o novo estatuto.
É uma boa solução para a situação que se vive!
ResponderEliminarParece-me, que para fazer parte do grupo dos espertos (grau 3), tenho que ter uns mé-més.
ResponderEliminarPergunto, alguém do SFJ, está na disponibilidade de vender-me alguns, na afirmativa, agradecia que indicasse, aqui, o seu email, para, oportunamente, o(a) contactar.
Até gostavam em bom rigor implementar tudo sem dar Cavaco a ninguém .
ResponderEliminarSe eu fosse ao soj retirava-me das negociações e intensificava a luta.
Porque não aproveitar a única coisa que o SFJ fez de bom, a greve aos atos.
Comentário 09:01
ResponderEliminarNão percebi o que é ou não justo!
Eu tramito processos complexos e tramito processo simples!
Devo receber X, X-1 ou X+1?
Temos de ter alguma cautela quando falamos da vida das pessoas!
E tu estás ainda acima deles, dos constitucionalistas!
ResponderEliminarÉs a mesma coisa mas com o prefixo SUPRA!
????
ResponderEliminarElabora P.F.!
Inconstitucional??? é cada comentário
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ResponderEliminarmais um invejoso dos adjuntos
é por isso que nunca vamos a lado nenhum com tanta inveja e mesquinhez
Se est numa carreira 2 e ass se mantém...
ResponderEliminarQual é a inconstitucionalidade?
ResponderEliminarSe não for pelo caminho do notariado é sem dúvida inconstitucional.
Principio da igualdade onde estará?
Art. 86 da lei 35/2014.
ResponderEliminarSão criadas duas carreiras unicategoriais, se assim for, uma de grau 2 e outro de grau 3, cada uma com exigências de habilitação distintas.
Claro que isto não impede que seja previsto um regime de creditação de competências, embora, na minha opinião, de cariz duvidoso.
Mas os especialistas na matéria que decidam .
Por mim tudo bem, mas todos sabemos que nos tribunais existem OJs, que nem para grau 1 apresentam competências.
https://www.dgaep.gov.pt/index.cfm?OBJID=b8a129f3-8eb7-4b56-932f-f084b9abab44&ID=105000000
ResponderEliminarNa minha opinião, o governo vai adotar uma solução semelhante à encontrada na extinta carreira de informática, com as devidas adaptações.
Ver dl 88/2034, e
ponto 6 das faqs
De uma criaram duas carreiras, uma de grau 2 e outra de grau 3.
ResponderEliminarjá pensaram que o período de transição pode ser, por exemplo, para o período de acesso á reforma, criando-se um período que coincida, por exemplo com a data da retirada da carreira daquele regime especial, para quem entrou antes ou para quem entrou depois.
ResponderEliminarQuer dar os parabéns a todos os oficiais de justiça que pressionaram o SFJ a prestar informação através de notificações e emails.
ResponderEliminarFinalmente estão a ver que faz efeito, caramba mas vocês são ou não oficiais de justiça?
Contudo ele falou falou mas não disse nada..
Parece que fala por códigos
Deixe lá de teorias da conspiração vai se dar a mudança quer queira quer não...
ResponderEliminarMeta óleo Johnson como nas festas do p Diddy que dói menos.
Neste momento tudo o que venha de diferente é bom ..
ResponderEliminarO ANÓNIMO, quais teorias a não ser as suas.
É um pensamento, unicamente um pensamento, que é só meu e partilhei.
O problema do óleo para alguns foi onde o puseram, para outros é bebe-lo.
Cuide-se e apanhe sol no fim de semana.
ResponderEliminar*Graça?
Não estou aqui a defender um ou outro, mas presumo que ambos foram convidados para apresentar proposta de redação de estatuto.
ResponderEliminarRecusar fazer parte de um grupo de trabalho, ficar a reclamar e esperar que o governo publique o novo estatuto para depois não aceitar ou impugnar, não me parece a estratégia mais inteligente.
Recebe à jorna.
ResponderEliminarHoje vai tramitar um processo classificado de especial complexidade, no qual o juiz até se encontra em regime de exclusividade.
Amanhã vai cumprir só providências cautelares.
No dia seguinte é folga. Semana dos 4 dias.
Depois faz notificações e ofícios todo o dia e perto da hora de saída trata do correio.
Por fim, é dia de greve.
Vários Xs por semana.
Alguém já sabe alguma coisa da reunião com o SOJ ?
ResponderEliminarTelefona à Shindler para saber se foi chamada a algum elevador.
ResponderEliminarNão sei que idade tem, mas talvez seja importante.
ResponderEliminarHá mais de 30 anos, vi isto numa publicação da, passe a publicidade, Editorial Minerva, atribuída a um tal Augusto Sandeu:
" Inútil é todo aquele cujo desempenho total sejamos capazes de igualar e relativamente ao qual nos sobre pelo menos uma actividade que o mesmo seja incapaz de desempenhar."
Ataques pessoais não valem.
ResponderEliminarDe certeza que vai ser apagado.
Vai dar grassa ao cágado, pah!!!
ResponderEliminarO comentador do vinho é adjunto.
ResponderEliminarVai fazer um brinde aos adjuntos e a todos os OJ em geral que tenham alguma espécie de aspirações e andem descontentes com a carreira, enquanto prepara o almoço.
Pois, também é grevista.
Infelizmente e pela leitura que fiz já de uns quantos comentários por cá deixados, demonstramos que somos os nossos próprios inimigos...
ResponderEliminarUnião posso dizer que a vi em 1ª mão na PSP, GNR e Guardas-Prisionais e em que, mesmo tratando-se de carreiras autónomas e distintas, lutaram lado a lado por um tratamento igual, abrangendo a sua conquista a todos desde a base..!
Mesmo os agentes ou guardas que só ocasionalmente fizessem patrulha e passassem boa parte do ano em serviço de secretaria / resposta ou encaminhamento de expediente, TODOS acabaram a ganhar com a união e não apenas alguns, ou alguns mais e outros menos. TODOS ganharam com a união.
VIVA O SMJ!
ResponderEliminarVai trabalhar!
ResponderEliminarÉ verdade todos ganharam com a união, mas não pense que quem está a encaminhar expediente leva para casa o mesmo que o outro.
ResponderEliminarEnquanto isto não for falado sem pruídos, não pode haver união, nem se pode começar a tratar seja do que for.
Confirma-se.
ResponderEliminarEstá aí a nova greve!
A diferença reside num ponto.
ResponderEliminarNas alturas em que faz patrulha, recebe suplemento com o mesmo nome.
Quando não o faz, não o recebe...
Quanto ao ganho conseguido junto do Governo (e foi isso mesmo que foi mencionado acima!), abarcou a todos, não se operando distinções, nem causando dessa forma clivagem entre colegas de profissão.
Será que ainda hoje seremos informados do resultado deste "mini-encontro" com as 2 estruturas sindicais, ou a conversa ficou algo comprometida e com assuntos que merecem segredo?
ResponderEliminarEspero que haja abertura franca e nos seja dito o que se passou e o feedback recebido pela Srª Ministra, pois ficar tudo em segredo não me parece benéfico, por melhor ou pior que tenha corrido essa curta horita dada a cada sindicato.
Posso adiantar-vos que o António e o Dr. Carlos estão neste momento a almoçar juntos no Solar dos Presuntos.
ResponderEliminarAguardam-se boas novidades.
Esperemos pelos comunicados.
Foi um acto ilegal com o Notariado, com a PJ..etc..etc
ResponderEliminarQuando dá jeito é sempre ilegal...
Já não há pachorra...
Querem sem chefes
Por isso é que um enfermeiro num Hospital ganha mais que um enfermeiro num centro de saúde.
ResponderEliminarPor isso é que um GNR ganha mais em Lisboa que em Nuzedo de Baixo...
E assim sucessivamente...
Já não há pachorra...
Querem ser chefes.....
Tudo muito bem regado a tinto!
ResponderEliminarComo há Juzes que são uns b...
ResponderEliminarComo há deputados que são uma nulidade...
Como há funcionários do Notariado que são as duas coisas e não os vejo a reclamar...
são todos grau 3, aliás a carreira é...
Só por aqui é que há os doutores que querem ser chefes....
Concordo com a solidariedade entre colegas só tenho pena que durante todos estes anos tal não se tenha verificado numa boa parte dos tribunais.
ResponderEliminarOs auxiliares podiam e deviam fazer tudo, já os demais, ocasionalmente ir á sala... Deus me livre...
Não podia ser. Não sei pôr a gravar.
Não deixa de ser irónico que muitos auxiliares até com mais habilitações se vejam na posição dos colegas lhes pedirem solidariedade , quando tal durante anos não o fizeram...
ResponderEliminarAfinal havia outra e eu sem nada saber, sorria...
Temos candidato a mestre de culinária...
Isso não foi quando adjudicaram o Citius - roubando o Habilus a um informático - a uma empresa privada à qual foram pagos milhões, a qual nem sequer foi competente para fazer a manutenção do programa, e depois tiveram que ir buscar o pessoal de grau 2 para resolver o problema?
ResponderEliminarAo colega das 9.28- Apoiado!
ResponderEliminarChefes de 3 a 5 unidades orgânicas a levar com as mais variadas espécies não de processos mas de doenças orgânicas que causam distúrbios mentais e doenças mentais que causam distúrbios orgânicos?
ResponderEliminarQuem é que quer ser chefe disso?
Ao colega das 9.04- Não. Para habilitações académicas diferentes, graus diferentes, sem proibir ninguém de aceder ao grau seguinte.
ResponderEliminarO ZORRO, não importa porque a mudança vai trucidar muito osso.
ResponderEliminarComeram a carne...
Posso confirmar, acompanhei remotamente com uma reserva de 2018.
ResponderEliminarFalta de solidariedade sim, da sua parte.
ResponderEliminarSe o(a) colega adjunto(a) não sabe pôr a gravar, vai lá dar-lhe uma ajuda na sala, liga-lhe os botões e no fim, quando a diligência acabar, vai lá encerrar-lhe a sessão, por obséquio, e desliga o sistema.
mas confirma-se onde?
ResponderEliminarVai tu! Segue a carneirada. Eu estou em gozo de licença de sai-me do bolso mas pelo menos não lambo nada!!
ResponderEliminarhehehehehehehhe
ResponderEliminarDo repasto contam cogumelos alucinógenos.
ResponderEliminarJá em sede de digestivo, que tal um licor de cicuta?
Tenha calma!
ResponderEliminarSerá que não vai ficar mais ansioso quando souber o que quer saber?!!
Já agora, numa horita conseguem-se fazer coisas boas, mas não sei se foi este o caso!
O colega adjunto tem medo de entrar na sala (não todos mas a maioria)
ResponderEliminarJá estou a cozinhar um curso para lhe ensinar a fazer uma chamada webex, vai ver que não é difícil.
ResponderEliminarPoderá ter de ir tomar o café a uma hora diferente.
É a parte mais complicada.
INFELIZMENTE bela descrição... E verifica-se em muitos Tribunais!
ResponderEliminarAgora estão quase todos na reforma e quem fica é que se cose c/ f.
Chamadas para Tóquio...
ResponderEliminarJá acabaram de almoçar?
ResponderEliminarPlantei um sitio no sertão de Piritiba
ResponderEliminarDois de pés de guataíba, cajú, manga e cajá
Peguei na enxada como pega um catingueiro
Fiz aceiro botei fogo, vá ver como é que tá
Tem abacate, genipapo, bananeira
Milho verde, macaxeira, como diz no Ceará
Cebola, coentro, andú, feijão de corda
Vinte porco na engorda, inté gado no currá
Com muita raça fiz tudo aqui sózinho
Nem um pé de passarinho veio a terra semeá
Agora veja, cumpadi a safadeza
Começou a marvadeza, todo bicho vem prá cá
Num planto capim-guiné
Prá boi abaná rabo
Eu tô virado no Diabo, eu tô retado cum você
Tá vendo tudo e fica aí parado
Com cara de veado que viu caxinguelê
Sussuarana só fez perversidade
Pardal foi prá cidade
Piruá minha saqué, qué, qué
Dona raposa só vive na mardade
Me faça a caridade, se vire dê no pé
Sagui trepado no pé da goiabeira
Sariguê na macacheira, tem inté tamanduá
Minhas galinha já não ficam mais paradas
E o galo de madrugada tem medo de cantar
Num planto capim-guiné
Pra boi abaná rabo
Eu tô virado no Diabo, eu tô retado cum você
Tá vendo tudo e fica aí parado
Com cara de veado que viu caxinguelê
Num planto capim-guiné
Pra boi abaná rabo
Tô virado do Diabo, eu tô retado cum você
Tá vendo tudo e fica aí parado
Com cara de veado que viu caxinguelê
Num planto capim-guiné
Pra boi abaná rabo
Eu tô virado no Diabo
Eu tô é, eu tô é retado cum você (Hum acuma?)
Tá vendo tudo e fica aí parado
Com cara de viado homi, que viu caxinguelê
Acumá? Acuma é?
Don d'hoje ele chega meu nego
Oxenti
A piritiba, uma saudade arretada
Desculpem, os OJ.
ResponderEliminarEsqueci-me do comentário.
"Tou arretado cum vocêis, aí parados."
Ui. A ansiedade.
ResponderEliminarA ansiedade de saber se Licenciatura em Música, Variante Música Antiga, tirado no ESAME, permite logo o Nível 3.
Como bem se sabe, é um 'tu cá, tu lá' com as matérias com que se lida diariamente nos Tribunais.
ESMAE
ResponderEliminarMas na hora do ingresso ou a todo o momento?
ResponderEliminarSerá importante discutir este ponto?
Por incrível que possa parecer, até os arguidos muitas vezes são absorvidos!!!
ResponderEliminarJuro que já ouvi dizer vezes sem conta na minha curta carreira de OJ!
Mais rigor.
ResponderEliminarVá lá ver.
Mais de metade dos adjuntos estão a mais de uma década da reforma.
Ver a lista de antiguidade, queria dizer.
ResponderEliminarPode verificar as datas de nascimento.
Devia de agradecer era a mim que faço mais que este blog...
ResponderEliminarDou aulas de direito gratuitas, já descobri as inconstitucionalidades do estatuto, oriento os sindicatos etc.
Eu sozinho faço muito mais que este blogue...
Muito obrigada, Vossa Merdajestade.
ResponderEliminar
ResponderEliminarE vez de se uniram como as outras carreiras, aqui é só desunião e inveja.
Assim têm o que merecem.
Carreira arruinada!
Fiquem para aí!
Esperemos para ver, nem todos pensam igual.
ResponderEliminarNão me preocupa o tratamento que dão a uma carreira com a morte anunciada, mas sim as condições previstas para as duas novas carreiras.
Já há comunicação do SFJ.
ResponderEliminarPor este andar nem em 2030 temos estatuto
Grande adesão à greve do pessoal não docente.
ResponderEliminarSão mais unidos do que nós, que estamos a caminho de nos equipararmos a eles.
Não vos percebo.
ResponderEliminarTanta merd.. que não querem o Siadap, o SFJ chega à reunião, rejeita tal método de avaliação, e a seguir reclamam na mesma.
Será que ainda não é evidente que o estatuto está pronto, falta só acertar a avaliação e as normas de transição?
Dassssse, qualquer dia até os lixeiros vão ganhar mais do que nós. Basta lembrarem-se de comecar a exigir mais um qualquer subsidio de risco e serão logo atendidos. Nem vão precisar de fazer greve.
ResponderEliminarO trabalho deles tem muito mais importância do que o teu. Se tu fizeres greve durante um mês, ninguém liga. Já os "lixeiros", como tu lhe chamas, basta um ou dois dias de greve para tudo começar a chiar. Coitados de alguns OJ... acham que foram ungidos ou assim e que têm uma missão divina na terra.
ResponderEliminarMuito bem SFJ!!
ResponderEliminarAssim temos sindicato.💪
Agora é aguardar que o SOJ venha dar a sua versão dos acontecimentos.
Costuma ser quanto tempo depois?
Estou ansioso.
Sou associado do SOJ, assumido.
ResponderEliminarJá disse ao Carlos Almeida, que o SIADAP, NUNCA.
Marçal, tenho-te criticado muito, mas, hoje, tenho que reconhecer que estiveste bem e não podia ser de outra forma ao recusares o SIADAP.
Para os defensores do SIADAP, é uma pena não conseguir, aqui, colar a imagem manguito bordalo pinheiro caldas da rainha.
LUTA SEMPRE.
Não percebe o quê? Estamos fartos de esperar enquanto outros já têm os aumentos de 300 paus no bolso, qual é a sua dúvida?
ResponderEliminarÉ andar com isto para a frente, já não há paciência.
As pessoas não defendem o siadap, querem é um novo estatuto
ResponderEliminarEntão e a integração do suplemento?!
ResponderEliminarVai ajudar se o adjuntas quiser ser ajudado...
ResponderEliminarNa maior parte não quer, porque adjunto não vai a sala...
Parar a máquina!
ResponderEliminarA comunicação, feita desta forma, merece a sua relevância.
ResponderEliminarFinalmente vejo algo de positivo.
Era mais do que notório que o silêncio do SFJ se tinha tornado impossível de compreender...
Assim sim!
Transmissão clara do que se passa e dos passos seguintes...
Andamos há 25 anos nesta merda .....parole ....parole como diz a canção francesa , lembram se ? E nós a vermos todas as carreiras da função publica a avançarem! Somos mesmo uns otários ! Só me faltam 2 anos para deixar de ser lacaio, magistrados , juizes presidentes , gabinetes de gestão, assessores jurídicos ! Daqui por uns anos vão ter que se mexer porque vão faltar os soldadinhos !
ResponderEliminarDo que sei o SOJ também esteve presente na celebracao da missa.. não quer divulgar porque não pertence à religiao catolica...!
ResponderEliminarAinda vai consultar "Rabah" para ver se concorda...!
Concordo plenamente !
ResponderEliminarJá ha mais gente nas admistracoes do que nas seccoes. Depois ainda temos os secretários interinos que para ocuparem o cargo levam a corja tudo o que vêem e não vêem. Uns até se oferecem para ocupada cargo de que secretários ( não interinos) não o querem fazer... mas lá vem os lambedores de botas a fazerem de bombeiros. Não sabem eles que estão a dar um tiro no próprio pé...!, se não olhem para as caixas de pagamento nos hipernercados.
Enfim...Nós na justiça
Já não existe pachorra para aturar tanto malandro nas administrações nos tribunais. Espero bem que a ministra acabei com isto e PONHA está malta a trabalhar. Quero ver alguns na secção a dar ao dedo...até me vou rir.
ResponderEliminarConcordo com o anonimo anterior.
Verdade!
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