Caçados na Reunião do Desenho

      Depois da reunião de ontem, o SFJ, através do seu presidente, apresentou novo vídeo, no qual apresentou como “questão prévia” a problemática enunciada no dia anterior sobre o segundo diploma acordado que define o regime de transição dos Oficiais de Justiça para a nova estrutura estatutária.


      De acordo com António Marçal essa transição, ao contrário do que se especulou, dirá respeito à transição de todos os Oficiais de Justiça para a nova carreira de grau de complexidade de nível 3.


      Portanto, se a todos se aplica o mesmo regime de transição, isto é, se a todos se aplicam as mesmas condições e se todos transitam por igual, fica a dúvida por que motivo se há de estabelecer um regime autónomo que não distinguirá ninguém, como afirmou Marçal.


      Mas estas dúvidas devem ser dúvidas advindas do exercício da profissão que vão conformando as desconfianças sobre as declarações das partes.


      Por isso, por a desconfiança poder ser um mero defeito profissional, é possível que aquilo que o presidente do SFJ diz seja totalmente assim conforme refere, havendo apenas alguma deficiência comunicacional que obriga a esclarecer o esclarecimento, de um dia para o outro.


      Depois, António Marçal, abordou a reunião de ontem para nos transmitir, em suma, que, sem conhecer o desenho que se anda a desenhar sobre a estrutura da nova carreira, não é possível pronunciar-se sobre a metodologia da avaliação.


      «Sendo importante, não conseguimos ter uma posição na avaliação sem conhecer qual é a estrutura que o Governo defende para a carreira. E não faz sentido estarmos a ouvir sem saber a posição dos conselhos superiores... Há aqui algo que, na nossa ótica, está subvertido. Precisávamos de conhecer a estrutura de carreira que o Governo quer apresentar em modelo final», observou Marçal à Lusa.


      O presidente do SFJ adiantou que o Sindicato já apresentou à tutela um “modelo pluricategorial” para a carreira e que explicou também que os Oficiais de Justiça não podem ser avaliados através do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP).


      «A especificidade das funções contende em muitas áreas. E mesmo que queira desenhar um sistema de avaliação de desempenho diferente, tem de ver como é feita a organização judiciária e as novas competências dos Oficiais de Justiça. A forma de avaliação tem de ser diferente da das carreiras do regime geral e há que apostar na valorização salarial dos Oficiais de Justiça.», referiu Marçal à Lusa.


      Em suma, Marçal rejeita o SIADAP e admite uma revisão das fórmulas avaliativas, mas desde que contemple a existência e intervenção do Conselho dos Oficiais de Justiça e dos Conselhos Superiores das magistraturas.


GatoCaçadoPeixeAquario.jpg


      Para além da apresentação mediática, António Marçal prestou declarações à Lusa, nas quais considera ainda que o processo de revisão do Estatuto está atrasado, sublinhando que o tempo é “muito curto” para poder entrar em vigor em janeiro.


      «Estamos a 4 de outubro e pensamos que está a haver um atraso para conhecermos o desenho final do estatuto. O Ministério da Justiça está com o tempo muito curto para que possamos cumprir as obrigações legais sobre o Estatuto, para que possa estar em vigor em 01 de janeiro», afirmou à Lusa o presidente do SFJ.


      Estas declarações de ontem, 04OUT, contrastam com as declarações do dia anterior, 03OUT, onde o mesmo presidente, do mesmo sindicato, dizia coisa diferente dizendo assim:


      «Continuamos a apostar que é possível que a 1 de janeiro de 2025 tenhamos um novo Estatuto dos Oficiais de Justiça.»


      Quer isto dizer que, de um dia para o outro, a aposta mudou, o que dava deixou de dar e nesta mudança de opinião existe apenas uma ocorrência: a reunião no Ministério da Justiça.


      Acreditamos que António Marçal tinha uma expectativa muito positiva da reunião e esperava que os assuntos estivessem muito mais desenvolvidos, com um desenho mais aprimorado que já não fosse tão esboço. Ora, saindo desiludido e desanimado da reunião, com as expectativas quebradas, viu-se forçado a mudar de opinião e a considerar que a data mágica de 01JAN já poderá não ser alcançável, mesmo com a pressa da concretização de acordos desbloqueadores, uma vez que há prazos para o processo negocial, após a publicação da proposta do Governo no BTE, que não são ultrapassáveis.


      Relativamente à reunião do SOJ, até ao final do dia de ontem (até às 24H00, momento de encerramento do presente artigo), não foi divulgada nenhuma informação, aliás, como é hábito deste sindicato, demorando a apresentar informação, seja pela forma escrita, seja por qualquer outra via mediática. É verdade que as informações do SOJ vêm recheadas de mais dados e aportam maior conhecimento às pessoas, mas têm o inconveniente de ser mais demoradas na produção.


20241004-NotaPresidenteVideo.jpg


      Fontes: "SFJ-Info-Vídeo-04OUT2024", "Lusa / Notícias ao Minuto".

Comentários

  1. De novo não bate a "bota com a perdigota": então o SFJ passa semanas a afirmar reuniões com o MJ, troca de trabalhos, que tem acompanhado o estatuto a partir e passo e agora diz que nada sabe sequer do que é mais básico? Antes já afirmava negociações formais, garantia a entrada em vigor no dia 1 de janeiro e agora já não sabe? Mas que sindicato é este que a cada dia muda de opinião? Preocupante, mas os cartilheiros continuam as suas campanhas contra todos os que ousam questionar.

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  2. Já toda a gente percebeu que está mais que atrasado, andam a brincar às reuniões que servem para marcar a próxima reunião.
    Evitam as greves e assim andamos.
    Com papas e bolos se enganam os tolos...
    Se não paramos a máquina vai continuar assim
    Abram os olhos, é parar tudo que o estatuto ganha asas, outras classes já foram bem aumentadas.
    Tanta passividade dos OJ.

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  3. Andamos todos os dias a "bater" no Marçal mas francamente acho que ele não tem culpa.

    Digo isto com sinceridade e nem sequer sou sindicalizado.

    Creio que ele próprio anda a ser enganado pelo Ministério.

    Enganado e enrolado.

    Todos queremos um novo estatuto e mesmo o ministério também o quer.

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  4. Evitam as greves?
    Todos os dias há centenas de oficiais de justiça a fazer greve, ontem terão sido 4 dígitos, e diz que evitam as greves?

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  5. Blah! blah! blah!


    (disco de Iggy Pop)

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  6. Estatuto "QuickTime " tic, tac, tic, tac, tic, tac. Aguardemos o booommm.

    Certo, do meu ponto de vista, é que com o SIADAP ganharíamos mais Oficiais de Justiça nas secretarias judiciais, pouparíamos ao Estado, que somos todos nós, milhares de Euros, com a afectação a essas do universo de "Inspectores" e de "Secretários de Inspecção" que existe.

    Do meu ponto de vista, o modelo seria simples e até favorável ao OJ, porquanto o Juiz e o Escrivao de Direito avaliariam o trabalhador, podendo cair por terra o " "espírito santo de orelha" e "amiguismo" que todos sabemos existir nos momentos de avaliação.

    Tornar-se-ia claro todo o processo classificativo, menos moroso e mais justo, diria.

    Seria óbvia a classificação atribuída, o que, em minha opinião, no actual modelo inspectivo, cheio de nuances ( quase secretismo), não acontece.

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  7. Quais greves?
    As que tem sido feitas à sexta feira por quem já esgotou os arts. 59?
    Não brinque com isto..

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  8. Não digo que não haja um empurrar com a barriga por parte do governo, para adiar a entrada em vigor da nova tabela, mas não acho que ande a enganar alguém quanto ao conteúdo do Estatuto.
    Simplesmente não quer negociar todas matérias, vai recolhendo opiniões e manifestações de vontade, e quando menos se espera, estará publicado.

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  9. Acho que o problema é que há muita gente a querer mandar nos OJ

    Falo evidentemente das magistraturas.

    Não deve ser fácil mesmo para a própria ministra.

    Digo há muito tempo que o nosso problema são os senhores magistrados que na verdade não querem que nada mude e querem manter a nossa histórica subserviência.

    A nossa carreira até nisso é diferente.
    IRN e AT por exemplo:
    Negoceiam entre eles e os respectivos ministérios.
    Guarda prisional a mesma coisa.

    Mas no nosso caso todos (magistraturas e conselhos e mais não sei quê) têm que dar a sua opinião como se fossem nossos donos.

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  10. Será que ficou alguém preso outra vez no elevador depois da reunião de ontem?
    Está tudo tão caladinho.
    🤔

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  11. Pergunto-me se o pagamento a mais de 4000 OJ´s dos valores devidos pela eventualidade não vai ainda servir de moeda de troca para nos impingirem um estatuto vergonhoso.

    Bem podem martelar e chicotear, mas nunca conseguirão resultados pela base da força e do desrespeito.

    E não antevejo medidas nenhumas com base em preocupações com o bem estar e ambiente laborais destes profissionais.

    A perseguição cega e inconsequente dos números tem ignorado esta classe e se a mesma se sente injustiçada, dificilmente conseguirá fazer o seu trabalho de forma digna e competente.

    Podem dar as voltas que quiserem e acenar as vezes que quiserem com o chicote.

    NUNCA terão a classe do seu lado e a dignificar verdadeiramente a instituição !

    O respeito conquista-se. Não se impõe !!

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  12. Tenho a sensação que o SOJ vai partir a loiça toda.
    O Marçal já está apertado.
    Primeiro, deu o sim ao acordo dos papo secos.
    Pensava que ia ser parte da solução quando foi só um instrumento para pacificar o sector da justiça, tantas vezes já referido pelos responsáveis políticos.
    Agora percebeu que não vai ser tido nem achado.
    Parece uma barata tonta, e estas reuniões com a ministra é só para aquecer.
    Ao mesmo tempo outras carreiras já estão a receber aumentos salariais na ordem das centenas de euros.
    Fomos comidos à grande e à francesa.
    Sempre com os delírios de uma nova visão para a carreira, sempre com a mania que os Oficiais de Justiça iam dar um salto não se sabe muito bem para onde.
    Isto é como ser assistente de bordo e pensar que algum dia vai pilotar o avião.
    Quando no fundo, a grande maioria dos Oficiais de Justiça querem é ver uma melhoria salarial que lhes permita não andar com o pescoço apertado.
    Sempre com a mania das grandezas e não percebem que quem manda e sempre vai mandar nos Tribunais quer a continuação do status quo.
    Que desgraça.....
    FF

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  13. Não deixam de ser greves e isso é que importa.
    Como disse Lucilia Gago acho que governo só vai dar conta daqui a uns anos dos danos das faltas dos OJ, devido às greves. Não importa se é por esgotados 59 ou não.

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  14. Ora aí está um com comentários certissimo. Magistraturas mandam nisto tudo.

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  15. Você não é OJ com esse discurso.
    SIADAP, onde existem cotas para progressão? O tipo que não lambe botas ao chefe por melhor que seja não progride e depois o tempo de progressão superior ao atual.
    Você defende isso?

    Está tudo doido.

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  16. Verdadinha.
    E andamos há 20 anos nisto.

    E continuam.

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  17. Por este andar, vou deste mundo para o outro e ainda ficam em reuniões.

    Fuja quem puder enquanto há vida.

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  18. Não sou defensor do Marçal e já o critiquei várias vezes.

    No entanto parece-me que ele foi completamente endrominado, completamente enganado.
    Ele e todos nós.

    E também não tenho dúvidas que ele quererá o melhor para todos nós.

    Creio, muito sinceramente, que estará na hora de voltarmos à luta.
    É mais que hora de o SFJ marcar uma grande greve e dar a conhecer ao país que foi enganado, fomos todos enganados pela ministra.

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  19. Esta aparente "pacificação da justiça" tem de terminar.

    Temos de dar a conhecer ao país que a ministra nos enganou e que anda a empurrar e a adiar a resolução dos nossos problemas.

    ESTÁ NA HORA DE MARCARMOS UMA POSIÇÃO FORTE DE DESAGRADO.

    A paciência começa a esgotar-se.

    Estamos próximos do final do ano e NAO TEMOS NADA!!

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  20. Vai até m..

    Só os tolos se deixam enganar...

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  21. O "SOJ a partir a louça toda"?!
    Esqueça lá isso, ninguém os ouve e não representam a vontade de quem quer efetivamente mudar tudo isto para melhor.
    E não é apenas mandar dinheiro para cima da mesa, é mesmo acabar com o estado decrépito e cheiro a mofo desta carreira.

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  22. Estamos cá para parar os tribunais!

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  23. Ele foi avisado até à exaustão!

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  24. GREVE às diligências!

    Apenas isso!

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  25. Colegas, esta semana fui notificado relativamente à contabilização do tempo de serviço do período probatório, por isso venho aqui informar alguns detalhes.

    Entrei no ano 2000, fui promovido a escrivão-adjunto em 2023.

    Tive dois períodos de baixas médicas, devido a cirurgias, num total de seis meses (não sei se teve muita influência no cálculo).

    O valor que me foi retido indevidamente, segundo a folha que me enviaram é de pouco mais de 5.800 euros (não consigo perceber como há colegas a receber o triplo, ou mais...). E é isto !

    Também não sei o critério que a DGAJ está a usar, mas a ordem alfabética não é, de certeza. O meu nome começa com uma letra do meio do alfabeto e conheço uma colega cujo nome começa com a primeira e ainda não foi notificada.

    Já agora, em relação ao vídeo a que se reporta o artigo de hoje, deixo aqui um pormenor que deve ter escapado a muitos, mas que importa mencionar, não só pela gravidade da gaffe, mas também porque revela muita coisa sobre o rumo da carreira, que se pretende virada para o futuro, mas que se persiste em manter no passado...

    A partir do minuto 02:15, diz Marçal: "Nós estamos disponíveis para melhorar o sistema de avaliação. Um sistema de avaliação adaptado ao século XX; àquelas que sejam as novas competências funcionais dos oficiais de justiça."

    Por favor, peço que avisem aqui no blog quando o SFJ chegar ao século XXI, que já vai com mais de duas décadas de atraso!!
    Anda a negociar um estatuto para o século passado?

    Um bem-haja a todos e boa sorte, que bem precisamos.

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  26. Relativamente ao que lhe vai ser pago, fez os cálculos e batem certo ou próximo do que lhe é proposto? Por exemplo, antes de ser promovido (em 2023) estava em que escalão? Se acha que não está bem reclame.

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  27. Aparentemente, o cálculo da DGAJ estará correto.

    Ainda não fiz o meu cálculo ,estou com algumas dúvidas. Se entender que há discrepâncias, irei reclamar.

    Em 2023, antes da promoção, estava colocado no 5º escalão, quando deveria estar no 6º, mas essa essa diferença está contabilizada.

    Se houver mais colegas nesta situação, digam quanto vos cabe e se consideraram que o cálculo foi bem feito.

    Obrigado.


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  28. Até a Polícia Marítima vai ter um novo estatuto. E só agora pediram isso e vai ser num instantinho! O ministro já disse que é necessário e que vai dar início ao processo!
    Parece o dos OJ!

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  29. Explique-me, pfv., isso agora leva à mudança de escalão daquele que se encontra ou não chega para isso?

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  30. Eu também gostava de ter explicações sobre o assunto...

    O que posso adiantar é que, tendo em conta a tabela remuneratória de 2023 (versão atualizada, a partir de maio, que se pode consultar aqui no blog), estava colocado no 5º escalão de auxiliar (índice 390) e estava em crer que seria colocado no 3º escalão de adjunto (índice 410) .

    No entanto, saltei diretamente para o 4º escalão de adjunto (índice 450), pelo que, a meu ver (posso estar enganado), já terá sido feito o acerto em relação aos escalões.

    Para (des)ajudar, digo que conheço colegas que foram promovidos em 2019, e até antes, e que estão no 3º escalão, enquanto eu já estou no 4º... Como é que se justifica isto ?

    Cada vez percebo menos !

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  31. Ok. Muito obrigado por expor a sua situação, a maioria dos colegas parece que se inibe de falar sobre isso. Da minha parte, estou expectante em relação a isso. Entrei só em 2002, subi ao segundo escalão em 2011, depois ao terceiro em 2019 e ao quarto em 2021 (acho eu). Também fui promovido em 2023 e fui directamente para o segundo escalão, penso que era por ter já mais de metade do 4 escalão de auxiliar. Agora, aguardo que chegue a minha vez para acertar contas. Tenho uma filha a estudar longe de casa e esse dinheiro será como pao para a boca.
    Obrigado.

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  32. Mas a verdade é que ainda agora é dito que o sindicato vai pedir a benção aos conselhos superiores.

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  33. Como agora os comunicados são por vídeo, a malta fica mais satisfeita. Sentimo-nos mais importantes e não damos conta do conteúdo. Reparamos no fato, óculos, cabelo arrumado, ar de cansado, e ao mesmo tempo tentamos acompanhar o que nos é dito. Acontece que quando os vários sentidos estão ocupados menor é a concentração. Estas táticas de comunicação resultam, mas não para todos. Gostei imenso do gesticular das mãos...fazem-me lembrar "alguns" que por aí andam e que não são muito recomendáveis para a democracia.

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  34. Magistratura é wue msnda. Ponto final.
    Metam isso na cabeça.
    Porque somos mansos.

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  35. Sim, sim, ninguém os puve, mas repôs a greve que o sfj terminou e muitos ojs usam essa mesma greve.
    Pois é.

    Porcaria de carreira dividida.
    Porquê de sfj desarmou?

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  36. Está msis que visto que wuem está na tutela é que define.
    Ou seja, no caso dos pj , qurm está na frente da dgaj. No caso dos notarios. Quem está, no caso da policia maritima, quem está e por si fora.
    Ou seja, monistros não contam, conta quem está à frente da entidades administrativas.
    E nós, nisso, foi srmpre msis fo mesmo e continua. Sem nomear nomes. Foi simplesmente mudança de dadeiras.
    Os outros tiveram e tr grnte gente a dirigir que os trata bem.

    Nós msl tratados.
    Pesquisrm o porquê.

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  37. Fizeram o acordo dos papos secos foram enganados e agora nem coragem tem de ver o óbvio e romper o acordo de forma a dar força a todos os OJ

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  38. Maluco Beleza6/10/24 12:48

    A minha promoção deu-se no ano de 2010 e chegou primeiro ao 4.º escalão do que eu.
    É a roda da fortuna da DGAJ

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