Continuar a desenhar o Estatuto
Para amanhã de manhã marcou o Ministério da Justiça duas reuniões, em separado, com os dois sindicatos ativos que representam os Oficiais de Justiça.
A primeira reunião está marcada com o Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) às 10H00, com a duração máxima de 1 hora, e a segunda reunião está marcada com o Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) para as 11H00.
De acordo com a informação ontem prestada pelo SFJ, a reunião agendada está “de acordo com o programado”, destinando-se a “continuar a desenhar a revisão estatutária”.
Por sua vez, o SOJ, transcreve a comunicação recebida do Ministério da Justiça, concretizando o objetivo da reunião, a tal continuidade do desenho que anunciava o SFJ, e consta assim: “tendo como tema a avaliação de desempenho, no contexto da revisão do Estatuto dos Funcionários Judiciais.”
Trata-se, portanto, de reuniões para o tal desenho, esboço, ou rascunho, do Estatuto que há de ser apresentado como proposta para uma negociação formal e não ainda a negociação propriamente dita, desta vez sendo o tema a abordar a “avaliação de desempenho” dos Oficiais de Justiça, ou seja, COJ e, ou, SIADAP.
E na informação prestada ontem pelo SOJ lê-se assim:
«A reunião, ao contrário do que referem alguns dos colegas que nos contactaram, não cumpre os formalismos da negociação – desde logo o prazo da convocatória –, mas trata-se de uma reunião de trabalho, com o Gabinete da Senhora Ministra da Justiça. Concluindo: O Governo insiste em lavrar sobre o SIADAP (avaliação de desempenho), mas o SOJ mantém a posição assumida sobre a matéria. Aliás, o entendimento deste Sindicato, SOJ, sobre o SIADAP, ainda que adaptado, também foi apresentado ao CSM, em reunião ocorrida no passado dia 18 de setembro.»
Na informação de ontem do SOJ faz-se referência a uma nota informativa de agosto passado, do mesmo Sindicato, sobre outra reunião e este assunto da avaliação e SIADAP, constando nessa informação o seguinte:
«Bem sabemos, e isso mesmo foi abordado na reunião, que por razões que decorrem do PRR o Estatuto deve estar concluído até dezembro de 2024. Todavia, não aceitaremos que se coloque em causa o funcionamento da antecâmara dos “tribunais”, e por consequência desse Órgão de Soberania, por razões de dependência de fundos comunitários.
Abordada também, e uma vez mais, a questão do SIADAP, este Sindicato compreende que possa haver colegas já seduzidos pela narrativa de um “SIADAP adaptado aos Oficiais de Justiça”. Contudo, considera o SOJ que, antes de se avançar para esse “SIADAP adaptado aos Oficiais de Justiça”, cabe ao Parlamento rever a Constituição da República Portuguesa e, se assim for determinado, revogar o artigo 218.º, n.º 3, da CRP. De outra forma, o SIADAP adaptado terá de abranger também os Magistrados Judiciais e do Ministério Público. Aí teremos um SIADAP adaptado para o CSM.
Posto isto, a Senhora Assessora referiu, e bem, que essa argumentação poderá não ser acolhida pelo Sr. Ministro das Finanças.
Ora, se dúvidas houvesse de que a questão é meramente orçamental, estavam dissipadas. O Governo não quer uma melhoria no funcionamento dos tribunais, por via da avaliação, mas sim espoliar o direito dos Oficiais de Justiça à progressão na carreira.»
Também numa resposta, sobre este mesmo assunto, a um comentário na página do Facebook do SOJ, este sindicato escreveu assim:
«Falar-se em SIADAP adaptado, como tem feito a tutela, é um eufemismo para dourar a pílula, pois o que se pretende é acabar com o modelo de progressão da carreira. Quando a colega refere, e bem, que os tribunais administrativos estão cheios de ações dessas, esquecem alguns colegas, já seduzidos com o tal “SIADAP adaptado”, que os Oficiais de Justiça não recorrem para os tribunais administrativos, como os demais trabalhadores da Administração Pública, mas sim para o Supremo, por ser esse o competente, nos termos da CRP.»
Em síntese, aquilo que está em causa nas reuniões de amanhã não é nada de novo. Trata-se de se considerar se a avaliação passa a ser realizada pela hierarquia próxima local (SIADAP) ou pode continuar a ser realizada por elementos externos (COJ), tal como sucede com as magistraturas, embora com óbvia melhoria das regras avaliativas atuais, ou com a submissão ao sistema SIADAP, ainda que mantendo o Conselho dos Oficiais de Justiça numa função secundarizada, isto é, como já foi proposto, com uma função meramente carimbadora daquilo que, a nível local, for decidido sobre cada um.
Também a forma de recurso, das decisões avaliativas, podem ser alteradas, de acordo com o sistema avaliativo que vier a ser implementado, podendo perder-se o estatuto avaliativo independente de uma carreira especial para uma normalização administrativa, continuando o percurso de aproximação da carreira à restante função pública cujo desenho se vem revelando.
Outro dos aspetos que ressalta destes agendamentos para amanhã é o facto aparente de ainda estar o Ministério da Justiça na fase do desenho, ou do aparente alinhavo, o que, tudo indica, não permitirá que as negociações estejam concluídas com um Estatuto encerrado antes do final do ano. No entanto, ainda assim, bem sabemos que não é de descartar a hipótese de que possa haver um súbito impulso, por acordo, para ultrapassar eventuais constrangimentos, aceitando-se algo que seja menos bom, mas que permita avançar mais rapidamente com o procedimento; algo que, como todos sabem, não seria inédito.

Fontes: “SFJ-Info-02OUT2024”, “SOJ-Info-02OUT2024”, “SOJ-Info-07AGO2024” e “SOJ-Facebook”.
Verdadeira...mente inacreditável o que o Sr "Marshall" anda a negociar.
ResponderEliminarEhehe continuar a desenhar o estatuto??
ResponderEliminarMas quantos mais anos precisam.para concluir isto??
Qualquer aluno do primeiro ano da faculdade de direito na católica já tinha elaborado 30 estatutos.
Mas que raio de passa aqui??
Isto é o que se chama arrastar, atrasar, e lá para 2025 podemos continuar neste circo.
Já agora gostava de saber qual a proposta do SOJ para o estatuto já que o SFJ não presta contas .
A realidade é que a ministra insiste nesta história do SIADAP .
ResponderEliminarA ministra está a dar prioridade a todos os pontos menos o principal.
Ou seja uma estratégia inteligente de negociação.
Quer isto dizer se cedemos em todos os pontos da mesma quando chegar á parte da valorização, não temos nada para negociar..
E meus amigos entendam que o objetivo é passarmos para o SIADAP.
Ou estes sindicatos abrem a pestana ou estamos arruinados.
Ao mesmo tempo a mesma alega que estamos em negociação ou seja é uma defesa que tem perante o parlamento...
Porque não se defeniu um calendário de negociações...
E melhor estar calado este tipo de comentários só prejudicam a todos, pensam que sabem tudo. Então o que andam cá a fazer com tanta sabedoria?
ResponderEliminarOra , está tudo dito lá no meio do texto, e que há muito que não tenho dúvidas e passo a citar: "O Governo não quer uma melhoria no funcionamento dos tribunais, por via da avaliação, mas sim espoliar o direito dos Oficiais de Justiça à progressão na carreira.»
ResponderEliminarOra o que se pretende a seguir, é passar a carreira para o Regime Geral....
Será que não conseguem perceber isto, os iluminados!!?? Não há constrangimentos orçamentais!! Há é todo o interesse em conter a despesa .. Hirra!!
Pois é esta classe não fez outra coisa nos últimos anos ...estarem calados, e não dizer nada, ser apenas uns fantasmas chegamos ao ponto que chegamos..
ResponderEliminarAcorde..isto que você diz na minha terra tem outro nome covardia.
Faça um favor a si própria e saia da profissão, pois é por pessoas com o seu pensamento que isto chegou a esta vergonha.
Vá fazer psicanálise para deixar de ser escrava ...
Portaria n.º 236/2024/1, de 27 de setembro
ResponderEliminarPublicação: Diário da República n.º 188/2024, Série I de 2024-09-27
Emissor: Finanças
Data de Publicação: 2024-09-27
SUMÁRIO
Regulamenta as competências comportamentais de natureza transversal dos trabalhadores integrados em carreiras com graus de complexidade funcional 1, 2 e 3 e das competências específicas dos titulares dos cargos de direção intermédia, a que se refere o n.º 6 do artigo 36.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de dezembro.
É incrível a forma algo ardilosa com que o Ministério da Justiça leva a cabo estas reuniões.
ResponderEliminarNoutras carreiras sentam-se à mesa, há mesma hora, representantes de diferentes sindicatos, mas com propósitos de valorização comum.
Todos dão sugestões, todos lutam pelos trabalhadores, todos pretendem e trabalham o melhor possível para benefício de quem representam.
Aqui connosco, tudo separado.
Uma horita para cada um dos Sindicatos e separados, por forma a que cada um puxe a brasa à sua sardinha...não vá dar-se por aí um problema e se 'queimem' em simultâneo.
Enfim. Não se me oferece dizer mais nada...
Já nem tenho esperança nisto...
O MJ começando as negociações com o SIADAP é uma maneira de as acabar, eu explico:
ResponderEliminarComo penso que nenhum sindicato que se preze aceitará os prejuízos que o SIADAP introduz quanto à avaliação na carreira, e como o MJ sabe disso, isto é uma maneira de inviabilizar o "novo" estatuto logo no seu início!
Como alguém diz por aqui com alguma regularidade - "Fomos comidos de cebolada" - sendo a culpa do SFJ que desistiu da luta por 40 euros, quando dezenas de milhar de outros FP ganharam 300.
SE tivéssemos esse 300 paus mensais no bolso, também já não tinha tanta urgência com a discussão do novo estatuto, que tem como um dos pontos de maior interesse a valorização profissional!
Obrigado SFJ, e vão pensando em desculpas a dar aos sócios, pelo vosso mais que pré-anunciado erro estratégico!
Desculpem, não queria dizer "avaliação" mas sim "evolução".
ResponderEliminarATENÇÃO: Sei de fonte segura que o estatuto está pronto, desde o início de setembro, para publicação no BTE. Estas manobras servem para entreter sindicatos e, estrategicamente, publicar o estatuto em data que diminua o tempo para amadurecer, contrapropor e discutir as propostas e, assim, aprovar o estatuto às "quatro pancadas" e até ao final do ano.
ResponderEliminarTendo em consideração a postura do sindicato "colaboracionista", que não partilha as conclusões do trabalho "abençoado" em Fátima, a preocupação aumenta e a expectativa sobre um futuro profissional melhor é muito baixa.
??? E moral da história??
ResponderEliminarConcordo, o mais grave é os militares não tiveram que se chatear, os dos registos e notariado não tiveram que se chatear, a PJ, e prontos tiveram aumentos...
ResponderEliminarNós nada...a não ser esta vergonha, isto é para empatar.
Não o conheço mas até acredito no que diz.
ResponderEliminarQual o sentido que faz chamar os sindicatos para falarem duas vezes sobre o SIADAP.
Amanhã a reunião sera sobre o que???
Dizer bom dia e boa tarde??
E já agora tb muitos, principalmente as gerações mais novas de OJs, aguardam pedido de desculpas de todos aqueles que, por burrice, ou pensando apenas no seu umbigo, insistiram junto dos sindicatos, em que fosse dada prioridade à porcaria da integração do suplemento, prejudicando TODOS .
ResponderEliminarPortanto, metam a cabeça na areia e deitem culpa nos sindicatos .
Você anda na lua?
ResponderEliminarO SOJ é o que tem mais esclarecido.
Pesquise!
Até que enfim um iluminado que se deu conta que o SIADAP é o fim da carreira.
ResponderEliminarFim de progressões, logo menos dinheiro.
Abram da pestana todos mesmo!
Nem mais!
ResponderEliminarQuerem gente competente e formada a ganhar o ordenado minimo e progredir por cotas e de 8 em 8 anos .
Fim de carreira e de melhor salário.
SIADAP.... morte lenta. Coitados dos novos colegas. Nunca mais sobem de escalão.
ResponderEliminarDisse
ResponderEliminarrevogar o artigo 218.º, n.º 3, da CRP. De outra forma, o SIADAP adaptado terá de abranger também os Magistrados Judiciais e do Ministério Público. Aí teremos um SIADAP adaptado para o CSM.
SOJ
és a nossa salvação para que o SIADAP não passe, senão é o fim da esperança de melhores vencimentos e continuidade de atratividade da carreira.
Caso contrário, é carreira morta e sair daqui, equacionando emigrar.
Pois assim seremos meros assistentes técnicos , mas com as responsabilidades que se conhecem num órgão que se diz de soberania.
EO Soj tem esclarecido o quê, pode explicar?
ResponderEliminarSinceramente não estou aqui para defender nenhum dos sindicatos, mas há uma coisa que não tenho dúvidas: a postura e narrativa do SOJ irrita qualquer santo.
Esta defesa de formalismos bacocos e a narrativa de que são os únicos que transmitem a verdade dos acontecimentos e que os outros querem enganar toda a gente, é mesmo repugnante.
Sinceramente estou me a borrifar que o MJ tenha ou não cumprido o prazo de convocatória, numa fase em que já devia estar tudo mais que resolvido.
Se a matéria da avaliação de desempenho ou outro qualquer instituto legal que integra o Estatuto, vai ser falado na reunião e fique exarado em documento, faz parte das negociações da revisão do estatuto e pronto.
Deixem-se de merdas e apresentem trabalho!
Os Sindicatos não têm de aceitar o SIADAP!
ResponderEliminarNinguém, no seu perfeito juízo, aceita progressões de 7 ou mais anos, quando tem um estatuto que prevê 3.
Isso é impensável!
Aliás, os OJ não são obrigado a aceitar o SIADAP, e podem e vão impugnar judicialmente.
Ninguém tem de aceitar o SIADAP - Agora isso pode ser mais uma vez uma maneira do MJ interromper as negociações!
Vamos à luta - PARAR A MÁQUINA!
Ah ah ah!
ResponderEliminarQueres dinheiro para pôr cartazes?
Ainda apostava 100 paus que esta propaganda é feita por uma mão cheia de mercenários e não mais.🤔
Enfim, vidas tristes.
Para o comentário das 9;30 Aleluia finalmente já existe colegas que viram o verdadeiro problema.
ResponderEliminarObvio que ninguém obrigou os sindicatos, contudo o SFJ tem o mesmo pensamento desses colegas que priorizaram o suplemento na negociação.
Eles não se importaram de perder dinheiro porque spee receberem bem na altura deles....
Por causa deles perdemos 20 por cento que foi dado no início do ano a várias carreiras.
Agora perdemos o aumento de 300 euros.
Perdemos a possiblidade da carreira passar a grau de complexidade 3.
Chama se a isto perder muito em prol dos meninos que sempre estiveram.bem.e não se importaram de perder poder de compra em prol dos seus caprichos na reforma.
Bom dia,
ResponderEliminarAgora que se soube que está marcada uma aula de Artes Visuais - o ensino das artes visuais em Portugal começou por ser aprendizagem do Desenho, disciplina para a qual o SFJ já vai muito bem preparado, nomeadamente no audiovisual, pois que até já fez um vídeo sabe-se lá quanto se pagou pela sua feitura ... - ficamos todos esclarecidos sobre os propósitos da tutela.
As noites de Verão, em Santarém, terra da lezíria onde se passeiam toiros bravos, é propícia a quem queira desenvolver a arte de desenhar, uma vez que o céu por aquelas bandas é limpo e o horizonte perde-se de vista.
Como agora andam entretidos com "esboços feitos às escuras", no sentido que é feito com a conivência do SFJ e apenas conhecido por um círculo muito restrito de privilegiados, cabe-nos a nós, aos comuns dos mortais, atirar à sorte esperando não acertar em nada ou ninguém pois tal significaria retirar-lhe o último sopro de vida.
Assim, vou atirar à sorte também:
- Será que o pretendido pela tutela é provocar um temor reverencial colocando o labéu do SIADAP nas negociações apenas para atrasar o processo? Não acredito.
- Será que o pretendido pela tutela é acabar com um regime diferenciado de avaliação e uniformizar os procedimentos? Não acredito.
- Será que a intenção é a de firmar um estancamento , travão ou bloqueio, às promoções automáticas nos escalões? Acredito verdadeiramente que sim! Será o motivo principal!
- Será que, indiretamente, querem obrigar os magistrados a trabalhar mais? Acredito que sim - deixa de haver restrição ou contingentação de conclusões e os processos vêm incrementada celeridade, isso é insofismável, pois que as paralisações começam a ter ainda mais repercussão na avaliação dos funcionários e estes não vão acatar ordens "verbais" para "só lhe abrirem X conclusões ou assim" e todos sabemos que esta situação pode acontecer em muitos serviços!
Posto isto, pergunto-me se o SIADAP que se preparam para desenhar (adaptado ou coisa assim) significará outra intenção no desenho das categorias, progressões e conteúdo funcional?
A resposta que me assalta ao pensamento é imediata - claro que sim - na verdade isto pode significar que a carreira vai ser (re)desenhada com apenas uma categoria (unicategorial) e com progressão por escalões (tal como acontece com os Oficiais de Registo).
Se quiserem ver uma versão do SIADAP que está a ser gizado é só consultarem a proposta elaborada pela senhora Desembargadora Dra. Helena Mesquita Ribeiro, que em 2005/2009 foi Diretora Geral da Administração da Justiça e em 2015 Secretária de Estado Adjunta - penso que os Sindicatos ainda terão disponível a versão circulada naquela época.
Eu não ofereço resistências ao SIADAP, desde que melhorado e adaptado aos Tribunais ... mas prefiro de longe o atual sistema (COJ) que foi mitigado com o dos magistrados judiciais em ternos de calendarização e vertentes/aspetos qualitativos e quantitativos, embora despido da ótica do serviço prestado ao cidadão pois que é principalmente influenciado pelas hierarquias e pelos magistrados de quem dependem funcionalmente (e todos sabemos: se não fazes o que eu digo sofres o castigo ... e todos temos de admitir que isso possa acontecer nas informações prestadas à inspeção).
A intenção de introduzir o SIADAP pode ainda significar uma verdadeira valorização da carreira, nomeadamente salarial, e então justificar-se-ia uma maior exigência nos saltos de níveis pois que a qualidade do serviços deve ser bem paga - por isso admito em abstrato que tal possa acontecer.
É preciso assim ter mente e espírito aberto ...a novas ideias e a novas formas de organização do serviço se houver uma intenção verdadeira e preocupada de resolver os problemas pois que se se tratar apenas de mais uma proposta para inglês ver, só para dizer que se fez ... então, nesse caso, é mandá-los todos ... para aquele sítio que todos sabemos mas eu não me atrevo aqui a dizer.
Em tempo, sendo a reunião para o SIADAP, qu
Pois coitados dos novos colegas, resta saber se você também é daqueles que dava como prioridade a negociação de uma percentagem do suplemento??
ResponderEliminarSe não é o caso peço desculpa.
Caso contrário tenha noção do rombo que estamos todos a levar principalmente os mais novos cujo o salário rossa o salário mínimo..
Podem ouvir quem quiserem e aconselhar-se com os verdadeiros entendidos na matéria.
ResponderEliminarPodem pretender implementar um SIADAP "adaptado", com todas as boas intenções e objetivos que lá estejam escritos.
Mas o que é certo é que isto é como os códigos de processo. Todos lá têm a famosa frase "excepto entendimento em contrário por parte do Exmo Juíz titular do processo"
E assim será, com sempre assim foi.
Ninguém, no seu perfeito juízo, aceita progressões de 7 ou mais anos, quando tem um estatuto que prevê 3.
ResponderEliminarIsso é impensável!
PS:
ResponderEliminarClaro que os Sindicatos não podem ceder, assim sem mais, neste âmbito da negociação.
É preciso reparar, com bastante ênfase, que atualmente temos progressões de 3 em 3 anos e que uma alteração para outro sistema de avaliação, qualquer que ele seja, tem de compensar quaisquer perda em que se possa traduzir (hoje, em média, as progressões acontecem a cada 7/8 anos) por isso os saltos de nível têm de compensar, de longe, este hiato entre escalões considerando, pelo menos 5 saltos, correspondente a intervalos de 8 anos em cada nível e 40 de serviço.
Lembrar, ainda, que a PSP e os Guardas Prisionais, estes últimos na sequência da negociação ocorrida há poucos dias (passaram de saltos de 5 em 5 anos para saltos de 3 em 3 anos) têm progressões em escalão de acordo com um regime próximo do nosso.
Dizer ainda, que a carreia plana dos magistrados do MP tem ínsita o mesma lógia - progressão de x em x anos independentemente da avaliação, esta apenas conta para o exercício de determinadas funções ou jubilação (se tiver nota inferior a Bom é aposentado e não jubilado).
Há muito para negocial e eu proponho que se ponha em cima da mesa o seguinte:
- não recusar perentoriamente quaisquer proposta por muito que possa ser descabida, desajustada, injusta mesmo;
- trabalhar a partir daquela e negociar, colocando nos pratos da balança todas as perdas dos últimos anos : regime diferenciado de aposentação que acabou sem compensação alguma (podiam ter aumentado o número de escalões e não foi feito nem o sindicato (SFJ) se lembrou de o fazer (era o partido amigo que estava no poder...); paralisações das promoções porque obstaculizadas por critérios arbitrários e limitativos dos movimentos agora anuais (também eles impostos sem nenhuma compensação, apenas para os equivaler aos movimentos dos magistrados quando as realidades são bem diferentes);
- requalificação dos serviços com chefias competentes, bem preparadas do ponto de vista técnico e devidamente remuneradas, e um corpo de funcionários em número adequado - os quadros deficitários devem vedar às avaliações ordinárias (como avaliar um serviço sem funcionários ... qual a métrica a aplicar, numa economia de escala é preciso um quadro mínimo, uma determinada logística com determinada experiência para realizar os objetivos a que se propõem).
Exorto assim a todos que sejam verdadeiros e estejam abertos à negociação meso que isso venha a significar a final um contendente não à proposta/desenho.
Bem hajam.
Eu aceito o SIADAP se me derem 600 paus por mês à cabeça!
ResponderEliminarColega, podemos aceitar se houver uma valorização salariar logo à partida e se, por exemplo, se garanta que, independentemente das cativações de notações (falo das notações de mérito), nenhum funcionário com notação cabal deixa de progredir ao cabo de, por exemplo, 5 anos, e que cada salto de nível corresponda uma diferença substancial como, por exemplo, sucede com os Oficiais do Registo (vejam a tabela), cujos saltos entre níveis/escalões são muito maiores que os nossos.
ResponderEliminarSe isso acontecer - ou seja se passarmos a auferir um maior vencimento e se os saltos forem mais substanciais - não haverá perda antes pelo contrário haverá ganhos e menos injustiças (hoje faça-se muito ou pouco ganhamos todos o mesmo e saltamos todos da mesma forma sem diferenciação positiva ou negativa uma vez que não há promoções).
Um ponto importante é garantir promoções já!
Mas também têm que se criar mais escalões para acomodar a progressão!
ResponderEliminarUma boa parte dos E. Auxiliares e do E. Adjuntos já atingiram o último escalão, não podendo progredir dentro da categoria!
É preciso não esquecer que o número de escalões foi pensado para uma reforma ao 55 anos e não aos 67 anos!
ResponderEliminarPara o das às 09:49
Bem sei que és daqueles que colas cartazes. vendido é o que és.
Mas não julgues os outros pelo teu comportamento.
Se não gostas engole que te custa menos.
Comentário lucido.
ResponderEliminarMuito bem!
Mas anda por aqui malta que não se importa de ser explorado pelo SIADAP.
Vidinhas tristes mesmo.
ResponderEliminarEscravos,
continuai mais escravos com o lambebotismo do SIADAP e menos dinheirinho para pagarem os vossos créditos bancários.
Vidinhas tristes.
ResponderEliminarAlguém aqui sabe informar qual o ritmo a que estão a ser pagos os montantes do tempo de provisório?
Assim que os caloteiros me pagarem, quero tirar umas férias, até que o estatuto esteja pronto e depois ver o que farei. Se fico ou vou de férias de novo.
Liberdade, liberdade! sem prisões a créditos bancários.
Sopa no banco alimentar não me faltará.
Colega tenha calma, o dinheiro dos fundos comunitários para o centro de formação vai ser entregue, para alimentar a máquina de aposentados. Em breve terá já o dinheiro, acredite e mantenha a calma.
ResponderEliminarPois...o desenho do estatuto está a ser efetuado com lápis adquiridos na-Unidade de Compras do MJ. A ponta está sempre a partir...
ResponderEliminarEu não aceito o SIADAP!
ResponderEliminarO meu vínculo é de 1999, quando essa coisa nem sequer existia!
Claro que a mim, e a muitos, me podem fazer mudar de ideias, mas têm acenar com os €€.
Porque motivo aceitaria um sistema que me prejudicaria?!!!
Qual seria o sentido?
Tenham juízo!!
A T E N Ç Ã O
ResponderEliminarInvocando a má fé negocial, o sindicato vai, amanhã após as reuniões, decretar uma nova greve por tempo indeterminado.
Fui.
Ora , está tudo dito lá no meio do texto, e que há muito que não tenho dúvidas e passo a citar: "O Governo não quer uma melhoria no funcionamento dos tribunais, por via da avaliação, mas sim espoliar o direito dos Oficiais de Justiça à progressão na carreira.»
ResponderEliminarOra o que se pretende a seguir, é passar a carreira para o Regime Geral....
Será que não conseguem perceber isto, os iluminados!!?? Não há constrangimentos orçamentais!! Há é todo o interesse em conter a despesa .. Hirra!!
Qual deles?
ResponderEliminarSó temos que dizer NÃO!
ResponderEliminarClaro que vamos dizer que não!
ResponderEliminarO progresso civilizacional é no sentido de ganhar mais, trabalhar menos (para isso é que nos desenvolvemos tecnologicamente).
O caminho é sempre esse!
É isso que tem que ser dito à Drª Rita e ao MJ.
Na fase em que encontra a carreira, estou me a borrifar para o guito da formação e se vem dos fundos ou não.
ResponderEliminarSó quero é que vocês parem com essa campanha decrépita de angariação de sócios, dizendo mal de outros, e façam alguma coisa em beneficio do bem comum em vez de promover a divisão.
Que não se limitem a dizer mal com narrativas populistas e que sejam úteis, nada mais!
SIADAP é a total vulgarização da carreira, despotismo e lambe-botismo, aplicado ao nosso caso.
ResponderEliminarPara implementar este regime, entre muitas coisas, há que formar chefias para aspetos que são totalmente alheios à grande maioria.
Sem falar da perda de autonomia de profissionais e seções onde os mesmos trabalham.
É mais dependência e mais insegurança laboral.
Isto sem falar na vergonhosa aplicação de quotas e a forma como são atribuídas.
A desculpa de prestar melhor serviço ao cidadão vai dar para muito, a começar pela destruição da carreira, a sua manietação a interesses específicos, individuais ou generalizados, e ao congelamento de carreiras.
Ou seja, faz-se a casa pelo telhado. Ao invés de resolver os problemas da classe...acaba-se de vez com ela!!
Sim, mas não nos podem obrigar a aceitar, nós que ganhámos o vinculo muito antes dessa "COISA".
ResponderEliminarPois ...
ResponderEliminarPara ajudar o PNS (o PS) na nega ao orçamento ???
Má fé negocial existe por banda de todos, também do SFJ, porque nada é dito sobre as propostas (concretamente do conteúdo funcional) que apresentaram.
Isso sim, é que é má fé, sem o escrutínio da classe e julgando-se os supra sumos, quiçá detentores de maior inteligência, deitam-se a fazer propostas sem serem escrutinadas sequer pelos seus associados ...
Até agora vi apenas uma equipa do MJ liderada por pessoa inexperiente nestas andanças e lides partidárias mas muito sábia do ponto de vista negocial - não dá ponto sem nó ... e antevê a jogada ainda os ponteiros do cronometro estão do seu lado ...
Eu volto a perguntar: onde é que estão os eixos de transformação, de reforma, que se querem na justiça, qual vai ser o nosso papel no futuro? Eu não quero ficar num cargo que não interessa nem ao menino jesus ... !
Se vão desclassificar de uma vez por todas a carreira então que o assumam de forma esclarecedora e permitam que todos possamos conformar a nossa vida de acordo com essa realidade.
Sejam verdadeiros e se assim forem irão merecer, pelo menos, a compreensão das decisões que hão de vir , caso contrário, se nos permanecerem num perpétuo engano o resultado será catastrófico e o MJ ficará ingovernável ...
Como implementar um SIADAP em que:
ResponderEliminar- os inferiores hierárquicos estão, a mor das vezes, melhor preparados que os chefes de secção (há mais auxiliares na base da carreira que no topo e não entraram ontem, muitos já contam com mais de 20 anos);
- os cargos de chefia estão a ser exercidos em regime de substituição (mas alguém aceitaria uma avaliação pelo colega com a mesma categoria, ou até inferior, porventura com menor antiguidade naquela ou mesmo na carreira);
- como implementar um sistema de avaliação em que a justiça está sempre em crise? com um défice enorme de funcionários?
- como estabelecer objetivos e metas se as variáveis não são estáveis - quadros completos de funcionários e magistrados;
- qual a métrica usada para quantificar os atos e qualificá-los do ponto de vista técnico (há diligências que demoram minutos outras horas, umas que é preciso explicar o que se diz apenas uma vez outras nem à décima percebem, seja pelo analfabetismo ou pelo atraso cognitivo ou até táctica de defesa ...);
- para a avaliação ser criteriosa e evitar-se subjetividades, os sistemas informáticos têm de evoluir nas ferramentas que dispõem caso contrário restará apenas a notação pessoa do funcionário ...sobre atos praticados, diligências feitas, papéis juntos ... etc.
Enfim, há um grande óbice à implementação do SIADAP "ta qual" se aplica nos demais serviços.
Mas não nos iludamos, em sede de revisão do estatuto , tudo é possível mudar.
Os que entraram há vinte, vinte e cinco anos, tinham muita coisa que lhe foi retirada desde então. subsistema de saúde...transportes...
ResponderEliminarNão é por aí.
Quando querem, tiram e mais nada.
gostei do que escreveu
ResponderEliminarOutra vez você com o seu comentário da treta!
ResponderEliminarVocê sabe que não é assim!
Estamos num estado de direito, regulado por Leis!
Você que trabalha num tribunal não sabe disso?!!
Essas são questões pertinentes mas a principal será sempre:
ResponderEliminarPrefere subir de escalão de 3 em 3 anos, ou de 8 em 8?
Esta é a principal questão, e aplica-se a todos sem exceção!
Greve para amanhã como protesto.
ResponderEliminarAdiram em massa .
Há tribunais a fazê-lo
Depende dos escalões e do escalão onde se encontrar.
ResponderEliminarO resto é simples matemática.
Não dá para fazer uma escolha quando não estão valores em conta mesa.
Será plausível que a entidade patronal esteja tão intransigente para uma aplicar uma mudança que a obriga a gastar mais dinheiro com os funcionários?
ResponderEliminarEu, pessoalmente, não acredito!
Não há nada!
ResponderEliminarHá é desespero nos OJ, isso sim!...
Nitidamente não estão contentes com os atuais OJ!
ResponderEliminarPorque não nos reformam compulsivamente?
Afinal de contas estamos com uma média de idades de 56 anos, e não connosco que vão operar as grande mudanças que preconizam, pois não?
https://www.facebook.com/share/v/9QRfZ7nLBvwCbgP3/
ResponderEliminarEu nesta altura já não acredito em A. Marçal nem no SFJ no seu conjunto!
ResponderEliminarNão há, haverá.
ResponderEliminarTambém há desespero e também há aqueles que procuram desmobilizar.
O costume.
Quanto a mim bom fim de semana.
Mas acredita ser possível manter o modelo atual de progressões. Carago, nenhuma outra carreira o tem e nós achamos que somos especiais. Defenda-se um sistema mais justo, sem quotas mas que se premeie quem mais merece. Enquanto não percebermos que muita coisa vai mudar...agora apresente-se um modelo diferenciado onde a subida de escalão esteja relacionada com o mérito de quem o merece. A isto também se chama "Justiça para quem nela trabalha".
ResponderEliminarAumentam-lhe 600 euros mensais.
ResponderEliminarSó vai ter valorizações salariais, se tudo correr bem, de 7/10 em 7/10 anos.
Certo?
Essas valorizações, serão mais ou menos à volta de 80/100 paus.
Ou seja, 80/100 euros daqui a 7 anos e depois pode estar mais 10 anos à espera por mais 80/100 euros e depois mais 7 por outra subida.
Se lhe faltarem 25/30 anos para a reforma, e não se esqueça que à medida que a esperança média de vida aumenta, a idade da reforma também, quer dizer que se tiver um bocadinho de azar ou não tiver para lamber o real rabiosque às chefias, pode ter até final da carreira, apenas 3 ou 4 subidas salariais (descontando os aumentos anuais que são sempre quase nada)
Meta-lhe a inflação anual, as subidas normais dos preços de bens e serviços e faça as contas.
Esses 600 euros mensais já foram há muito, muito tempo.....
Depois, quando se reformar leva menos de 80% do ordenado (que é o que leva hoje) calcula-se que daqui a 30 anos seja perto dos 65%.
Portanto se agora receber, vá lá, 1600/1700 ( e estou a ser simpático) euros brutos, mais seiscentos dá 1200/1300 euros, com mais três subidas (SIADAP), dá 1500/1600 brutos.
Certo??
Daqui a 25 anos recebe de reforma, 65% de 1500/1600 euros, cerca de 975 paus (mais ou menos um bocadinho)
E é assim que se vai governar até cair para o lado.
Nessa altura até já deve ser bem inferior ao ordenado mínimo.
Não sejam Anjinhos......
FF
Pois, mas neste momento é o único sindicato capaz de conseguir algo e não há alternativa a fazer pressão nesta direção e ter esperança que apareça algum bom senso no governo.
ResponderEliminarEm breve poderão ser apresentadas listas alternativas e o camarada Marçal deve estar de saída, já que as autárquicas estão a bater à porta.
Conhecendo bem esta classe como eu a conheço, sabe o que é que aconteceria se por acaso fossem criados mais escalões para compensar o fim da reforma diferenciada?
ResponderEliminarAqui D'el Rei! Vamos todos para a luta pela recuperação do tempo de serviço congelado. Venham de lá os meus 6 anos!
Melhor comentário dos últimos tempos.
ResponderEliminarNão será, não...
ResponderEliminarNão concordo nada consigo, mesmo nada.
ResponderEliminarPara subir 600 paus ao ritmo atual (3 em 3 anos) ão precisos 15 anos. Durante este 15 anos acrescem mais 2 escaloes SIADAP.
Faça bem as contas!
Já vi que gosta de andar para trás!
ResponderEliminarSe temos este sistema foi porque o merecemos.
Ninguém dá nada a ninguém!
Temos esta progressão porque temos muito trabalhom muita resposbailidades, fazemos muitas horas não contabilizadas, etc, etc.
Outros têm outras coisas que não temos, começando em melhores salarios, melhores subsídios de alimentação, horas extraordinárias etc, etc
Já vai tarde!
ResponderEliminarPelo menos 2 anos!
O governo vai cair!!
ResponderEliminarBerrou.
E o nosso estatuto vai c'os porcos.
Esquece .
ResponderEliminarA execução dos fundos comunitários fala mais alto.
Ou o orçamento é aprovado ou vão governar a duodécimos, o que não impede a aprovação do estatuto.
Não deite foguetes antes da festa pois em breve a tua vida vai mudar, assim espero.
Deves pensar que sabes quem sou, não?
ResponderEliminarMas olha que se por algum motivo o sabes...também eu sei quem tu és !!
Acredita no que te digo!!
Mas por acaso ouviu as declarações do governo?
ResponderEliminarÉ que acabou por ceder em tudo o que o PS quer, sendo que no IRS jovem, adotou a proposta do PS.
Perante isto não resta ao Ps aprovar o OE.
Claro que o governo agiu assim para não ter que negociar com o gangue dos chegamos, mas o que interessa é que não vamos a eleições.
Para o Anonimo das 20:31 se o governo cai acabou estatuto....
ResponderEliminarO governo fica inibido de tomar decisões apenas fica com funções de gestão..
Vá estudar função pública..
A sério tanta iliteracia?
ResponderEliminarEu não preciso de estudar, mas estou a ver que lacunas nao lhe faltam.
A não aprovação de um OE não implica necessariamente a queda do governo, podendo ficar em pleno exercício de funções, a governar em duodécimos, sem prejuízo de eventuais limitações na aplicação do programa de governo.
Lamento desiludi-lo mas não é por este motivo que o novo estatuto não entrará em vigor dia 1.jan.2025, com o esforço e dedicação de quem se preocupa com o futuro da carreira.
Somos os maiores! Bem melhores do que a PJ, por exemplo que tb tem previsto o siadap. Somos a classe com mais importância neste país. Até temos de preencher guias do correio discriminando os pesos das cartas...muita responsabilidade...
ResponderEliminarah ah ah!
ResponderEliminarO que é estudar função pública?🤔😅
Não foi nada disso que disse.
ResponderEliminarReferi que neste momento é o único sindicato que pode marcar posição nas negociações e que o foco agora não deve ser explorar falhas da direção de modo a enfraquecer a sua posição negocial, mas sim pressionar para que adote uma estratégia em defesa do futuro da carreira e de todos os OJs.
O esclarecimento prestado hoje foi bastante elucidativo, gostei de ouvir e há que ter esperança numa postura firme e inteligente do Sfj, e que o bom senso do governo impere.
O tempo da mudança de liderança logo chegará.
Pois claro....pega-se então no pior exemplo possível dado àquilo que os O.J. fazem e às responsabilidades e conhecimentos que têm...e cola-se aos mesmos de forma generalista para dar a entender um argumento..
ResponderEliminarTá certo.
Bem, goste-se ou não, o PS está de parabéns.
ResponderEliminarConseguiu o que queria e vai sem qualquer dúvida aprovar um OE que podia ser o seu.
Ganha não só o PS, mas tb o PSD, que evita uma ida a eleições que nada garante que seriam boas para si, mas que seriam péssimas para o país.
Parabéns ainda ao PS e PSD por terem reduzido o Chega à mediocridade da qual só saiu por escassos momentos até mostrar a bosta que são.
Agora pensemos no que interessa, e esperemos que amanhã seja o início de uma vida diferente para todos nós.
Lá está, mais uma casa cuja construção querem começar pelo telhado.
ResponderEliminarDo SFJ contamos com o habitual "Sim Sra. Ministra".
Do SOJ, enfim, lá vai carregando as telhas.
A casa, assim, vai cair!
A insistência que não serve ao país só porque alguns dizem que sim.
ResponderEliminarA podridão do sistema político mascarada de democracia.
Atente-se aos casos da Irlanda e de Espanha.
É que está sempre tudo bem para o português.
Paga como Rei, vive à míngua e existe como escravo dos impostos.
Acredita pá que não sei o que passa pela tua cabeça, mas ninguém te faltou ao respeito!
ResponderEliminarAgora, se vens para aqui com ameaças veladas o caso muda de figura!
Mas eu disse alguma coisa ofensiva?!!
Aqui, com os devidos limites, todos têm direito a expressar a opinião, que foi o que fiz!
Uma última coisa, tu é que estás sempre com essa lenga lenga quando EU dou a minha opinião!
Passa bem