Querem uma ação mediática? Ei-la, melhor não há!
Na próxima semana, a partir do dia 15OUT, tem início o megajulgamento do megaprocesso do BES, e que é principal arguido o ex-banqueiro Ricardo Salgado.
A sala de audiências está preparada para que o Juízo Central Criminal de Lisboa acomode 67 lugares para advogados (de defesa e dos assistentes), 16 para arguidos e 17 para o público.
O julgamento será ainda transmitido em direto para duas salas de imprensa nos edifícios A e B do Campus de Justiça, com capacidade para 32 profissionais de comunicação social, e estão a ser avaliados outros espaços para permitir o acompanhamento à distância por mais assistentes e público em geral.
Ao julgamento está afeto – em exclusivo – um Oficial de Justiça Escrivão Auxiliar que será secundado, quando tal se revele necessário, por uma Escrivã Auxiliar e ainda pelos demais Oficiais de Justiça em exercício de funções na unidade de processos em causa.
“Atribuirão aos atos que se mostrem necessários neste processo a prioridade conferida aos processos em que os arguidos se encontram privados de liberdade”, esclareceu o CSM, que passou a considerar o processo como “urgente”, impondo tal celeridade aos Oficiais de Justiça.
Desde há vários meses que o CSM tem vindo a estar envolvido nos preparativos para a realização do julgamento deste megaprocesso juntamente com o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ), entre outras entidades.
A escassos dias do arranque do julgamento, o CSM garante que “os sistemas de som, registo de prova e comunicações à distância estão a ser testados com resultados positivos”. “No entanto, não está prevista, para o início do julgamento, a transcrição automática. Aguarda-se o teste de várias soluções que o permitam, sob apreciação do IGFEJ”, ressalva o CSM.
Para a realização do julgamento deste megaprocesso foram disponibilizados equipamentos informáticos e tecnológicos, incluindo computadores e ecrãs para visualização de documentos do processo, informou o CSM, indicando que “alguns sistemas, como o de videoconferência, estão em fase de finalização”.
Tratando-se de um processo relacionado com a criminalidade económico-financeira mais complexa e sofisticada, ligada à banca, aos “offshores” e a diversos mecanismos financeiros, o CSM revelou que o coletivo de juízes recebeu “formação específica para lidar com a matéria altamente complexa e técnica deste processo”.
Também os Oficiais de Justiça têm recebido formação específica sobre os equipamentos tecnológicos a ser usados no processo, acrescentou o CSM.
O CSM salientou que o julgamento do megaprocesso do BES conta com o apoio da estrutura “ALTEC - Apoio Logístico à Tramitação de Elevada Complexidade”.
O ALTEC, referiu o CSM à Lusa, assegura o correto funcionamento das soluções eletrónicas mais eficientes para a consulta e apreciação dos elementos do processo pelo coletivo de juízes e por todos os demais intervenientes no processo (assessores, Oficiais de Justiça destacados para a realização do julgamento, advogados, arguidos, assistentes, peritos e testemunhas).
O CSM garantiu ainda que os preparativos deste julgamento “estão a ser concluídos, fruto do empenho conjunto da Comarca de Lisboa, do CSM, do IGFEJ e da Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), que continuarão a assegurar a resolução de eventuais problemas logísticos ou tecnológicos ao longo do julgamento”.
Para além desses apoios por todas essas entidades, perguntámo-nos se os Oficiais de Justiça afetos ao processo têm também recebido algum apoio, mas por parte dos sindicatos, designadamente pelo sindicato que não assinou o acordo pacificador.

Fonte: “RTP”.
Confesso: era preciso ter uns grandes tomates e uma grande protecção na rectaguarda para um Oficial de justiça pôr a realização deste julgamento em causa ! A pressão sobre os pobres colegas e a secção deve ser inimaginável! Qualquer que seja a decisão, força para os colegas!!!
ResponderEliminarComeçar este julgamento com uma greve de oficiais de justiça, era uma valente chapada no focinho daquela gente toda!!
ResponderEliminarSerá que sim? Até podia ser loop, mas não é o caso.
ResponderEliminarParece-me que estão todos a cag.. para isso.
Os oficiais de justiça são todos uns eunucos...
ResponderEliminarLembro que não há muito tempo houve um sindicato (SOJ) que até apelou á realização de um mega julgamento furando a greve justificando que era um processo que interessava a todos como se a realização da justiça em cada caso não fosse do interesse geral.
ResponderEliminarSomos otários por nos deixarmos guiar por incompetentes ...
Seria completamente incoerente, se no estado em que as coisas estão, não houvesse uma adesão à greve do SOJ, de todos os colegas que suspenda o início desse julgamento.
ResponderEliminarPor falar em Soj, é muito curioso que não tenha existido aqui uma análise crítica à informação sobre a reunião do dia 4.
Enfim.....
Não se esqueça que 80% dos OJ não têm tintins!
ResponderEliminarTodos ficarão contentes se o julgamento desse senhor ficar adiado!
ResponderEliminarPois, já nem me lembrava dessa orientação sindical.
ResponderEliminarÉ de doidos apelar a furar a própria greve.
Se alguém deve apelar a que não se faça greve é o governo, com medidas que o justifiquem, não são os sindicatos.🤦
Pimenta no cú dos outros é refresco!!!! É só heróis enquanto elas não começam a cair...Gostava de ver a sua reacção!
ResponderEliminarNesse caso trata-se de frigidez e, como todos sabem, com vocação para Freiras ...
ResponderEliminarEste comentário é para os fanfarrões que responderam ao 1º comentário...
ResponderEliminarEu, caso os colegas, façam greve a esse processo e outros mediáticos, estava disposto a contribuir para ajudar a custear o dinheiro que deixam de auferir.
ResponderEliminarSe arranjarem forma disso, força!
Sem duvida que temos poder se o quisermos usar, basta fazer greve a audiências deste género.
A tutela até se borrava toda e era obrigada a ceder, não em papo secos.
Mas sindicatos deviam dar apoio incentivar por essa via também.
Afinal digam o que querem! que luta querem para conseguir ao menos 300 paus como os outros conseguiram?
Bom dia,
ResponderEliminarFico muito contente por ver que o SOJ se interessou por um assunto que por aqui tenho falado reiteradamente de que me preocupa e devia preocupar a todos.
Falo dos cargos em regime de substituição e das nomeações que se vão perpetuando no tempo "ad eternum".
Em Porto Este, por exemplo, há colegas recentemente colocados em diversos núcleos e recolocados noutros dando continuidade às funções que vêm exercendo há 1, 2, 3, 4e mais anos, nalguns casos ininterruptamente.
Esta situação é ilegal por duas vias:
1 - por se prolongar para além do razoável (muito mais que 180 dias - prazo de caducidade das medidas provisórias previstas no art.º 90º al. d) do DL nº 4/2015) ultrapassando vários movimentos, ordinários e extraordinários;
2 - por se traduzir num contorno à lei, digo às regras gerais previstas no Estatuto, quanto ao regime de substituição que determina, além do mais, sejam asseguradas por funcionários da categoria imediatamente anterior providos no serviço;
Ora, de forma astuta, verificamos que são recolocados, conforme a conveniência (eventualmente pessoal e/ou dos serviços) em determinado núcleo e, consequentemente, são investidos nas funções em regime de substituição.
Ademais que o cargo de administrador deste Tribunal tem vindo a ser exercido, praticamente desde o seu início, ou seja vão mais de 10 anos, pela mesma pessoa (não se trata aqui de discutir a competência e o mérito que será muito, não duvido) mas convenhamos que sendo as comissões limitadas a uma renovação não se percebe esta "perenidade" nas funções (vide os art.ºs 104.º e 105.º ambos da LOSJ).
Mas reação a quê?
ResponderEliminarÉ um exercício de um direito e qualquer ameaça ou retaliação deve cair em saco roto.
Era só o que faltava!
Até admito que se a ameaça vier do escrivão, que por uma questão de manter o bom ambiente, que o colega se sinta constrangido, mas seria abjeto que tal sucedesse nos dias que correm.
ResponderEliminarPoder discricionário
VERGONHOSO
só há uma via contra isso.
Luta nos Tribunais!
ResponderEliminarBoa, e vão dois!
Criar um crowdfunding
Abjecto mas real!
ResponderEliminarA colega sai dali com um louvor e um muito bom, umas palmadinhas nas costas e está tudo bem.
ResponderEliminarE eu até a percebo. A pressão deve ser enorme e a todos os níveis.
O CSM está por todo lado.
Não é o CSM que se queixa publicamente de haver poucos juízes?
Então porque não os vão buscar onde nunca deveriam estar?
Concordo e aceito ajudar os colegas que fizerem greve nos dias deste julgamento!
ResponderEliminarExistem colegas, a abdicar /interromper as férias um dia ou dois, para realizaram determinados julgamentos já agendados, sem nada receberem em troca além do “louvor” e da palmadinha nas costas! Fico estupefacto ao ouvir tal coisa, mas é a verdade! Colegas de peito inchado a dizerem tal coisa…que o fazem porque têm uma “boa relação” com determinado magistrado! Para mim é apenas surreal!!
ResponderEliminar
ResponderEliminarEu metia baixa.
Quem quisesse que fizesse.
Vão dar papo secos a outra banda.
Obrigado SFJ por tudo que continuamos a viver!
ResponderEliminarDe nada.
ResponderEliminarQualquer coisa, disponha.
Obrigado.
ResponderEliminarPapo seco tão bom.
Não te chegam 30 paus?
Há malta que está contente com 30 paus!
Resposta ao comentário das 11:58
ResponderEliminarÉs um(a) mentecapto(a)!...
alguma vez.
ResponderEliminarPara o paineleiro que fez o comentário das 12h11:
ResponderEliminarCome mais um papo seco qu'isso passa!
O fato de escolherem determinados funcionários para este processo, é obvio que é alguém que está alinhado com a tutela
ResponderEliminarO dito funcionário estrela, com palmadinhas nas costas que se sente especial por ter sido o escolhido para tramitar tal acção.
Contudo na realidade o mesmo não recebe mais nada por isso, é explorado, e no fim do dia ninguém o chateia.
Os tribunais estão repletos desses ditos funcionários especiais ou que se julgam especiais por lhes ter sido atribuído uma responsabilidade tão nobre e destacada dos demais.
Contudo a realidade é que não passa de um explorado, sem capacidade de dizer não porque o próprio sistema ao premitir essa escolha o coloca numa situação entre a espada e parede.
E obvio que ele não quer perder esse estatuto especial ilusório..sob pena de ser uma persona não grata ..
Aqui está o cancro da profissão...
O desgraçado do funcionário escolhido para tão importante função, após ser bem visto pelos juízes, que o escolheram pode dizer que não???
ResponderEliminarObvio que pode , contudo em que situação este ficaria?
Possívelmente como traidor perante aqueles magistrados que fingem.mostrar apreço pelo mesmo...
E aí passaria a ser um patinho feio, com as consequências que daí poderiam advir...
Contudo no fim do dia esse funcionário estrela, não passa de um explorado que não quer ter chatices..
Por tal o que está mal é o fato de se escolher alguém para essa tarefa, porque obvio que vão escolher alguém submisso..
Não ter divulgado nem apreciado a comunicação do SOJ, não é "curioso", como diz, é apenas uma questão de tempo, organização e prioridades.
ResponderEliminarA comunicação do SOJ não foi considerada prioritária em relação aos assuntos entretanto publicados que consideramos mais relevantes do que aquela comunicação, em face do seu conteúdo.
Assim, a seu tempo, se nada mais importante houver, será divulgada e apreciada.
Ao longo do tempo todos podem confirmar que nem todas as informações sindicais, sejam de um ou de outro sindicato, são publicadas, algumas são ignoradas ou divulgadas em modo simplificado, de acordo com o interesse geral.
Enquanto 50 por cento ou mais não for para a reforma nada mudará nesta profissão..
ResponderEliminarCalma... a seu tempo virá.
ResponderEliminarAchas que o blogue ia perder mais uma oportunidade de louvar o SOJ e cascar no SFJ ?
Unidos somos mais fortes
ResponderEliminarBoa tarde.
ResponderEliminarUm só OJ para a sala???
Ok....
Devo dizer que tenho uma relação excelente com os magistrados com quem trabalho, neste momento, nesse aspeto, sou um privilegiado (já foi ao contrário) mas se tiver que fazer greve e prejudique de alguma maneira o serviço, faço.
Por outro lado, deve ser uma exceção, que esses mesmos magistrados mesmo com os naturais constrangimentos da não realização das diligências, tem entendido e até de certa maneira dão o seu apoio.
É uma exceção, eu sei.
Mas ao meu lado, já não é assim.
E nessas alturas é preciso tê-los.
Acima de tudo é preciso as chefias terem os "dito cujo" nos sitio e chegarem-se à frente.
Não tem acontecido isso e geralmente os auxiliares que andam pelos gabinetes é que ouvem os comentários e as piadinhas.
Este problema é nosso.
De todos.
Nesse aspeto somos uns tótós.
PS. Não me importo de contribuir para pagar a devida compensação aos colegas do juízo onde vai decorrer esse julgamento.
FF
Em tempo - faltou-me falar de um facto importante que desconhecia e que tem influência ao caso e que passo a explicar:
ResponderEliminar- exaurido que estava a comissão de serviço daquele/a sr./a Administrador/a e sem que se precipitasse qualquer decisão, revelando habilidade e astúcia (não é gente ignorante e de certeza que tiveram um apoio bem importante na atuação), deram início a um "novo procedimento" e desta forma reinvestiram a pessoa nas mesmas funções
Imbecilidade retorcida a produzir e repetir comentários acéfalos.
ResponderEliminar
ResponderEliminarOra aí está.
Com palmadinhas e falinhas, escravizam.
Compreendo que sinta essa sensação de relação privilegiada com magistrados.
ResponderEliminarMas tal depressa se esvairá a partir do momento em que os contrarie ou faça algo que não lhes interesse profisisonalmente ou a nível corporativo.
Se tiverem de o prejudicar para proteger um colega deles...falo-ão sem qualquer hesitação !!
Mesmo que passem a vida em guerras entre eles por causa de um processo que achem que não lhes pertence, por exemplo.
Há exceções dignas de registo, obviamente. Mas a grande maioria não pretende apenas ser respeitada.
Pretendem ser temidos e reverenciados, tal como no século passado era. E esta é a grande verdade a que assisto há quase vinte anos.
Se calhar tenho tido azar e não dou com gente merecedora digna de respeito legítimo, espontâneo, genuíno...sei lá !!
Se calhar é culpa minha, que fui educado a respeitar todos por igual e a exigir reciprocidade nesse respeito.
Nós somos tótós em muitos aspetos!
ResponderEliminarPara ti ó de cima(comentário das 12:56)
ResponderEliminarFDP.
Pretendem ser temidos e reverenciados... Subscrevo na íntegra!!
ResponderEliminarFogo, eu nem quero acreditar que os colegas, do esc dto ao auxiliar, não se vão organizar para provocar o adiamento consecutivo deste julgamento, e perder mais uma oportunidade de mostrar ao MJ a essencialidade da nossa funçao.
ResponderEliminarSeria uma burrice atroz e uma falta de caráter!
Esta classe vive de medos, e intimidados, penso que por verem milhares de condenações, vivem com medo de processos e de serem processados..
ResponderEliminarAssim confundem os crimes que outros praticam, com o atropelo dos direitos laborais que são alvo..
Contudo esquecem que são oficiais de justiça, e que é uma profissão privilegiada em conhecer o que está por detrás do sistema, sistema este que pode ser combatido por estarmos por dentro.
Contudo durante anos vergaram a mente destes profissionais deixando se tratar como escravos e como uma classe de segunda categoria.
Quando na realidade deveriam entender que também tem um lado de juristas, que conhecem os melhores e piores advogados do país, que conhecem magistrados de excelência como do pior...
Se isso não é poder então o que será?
Vocês não são padres bem santos, para serem condenados é preciso praticar crimes.
Esta classe tem que deixar de ser conivente com.os maus tratos e assédios morais que existem nos tribunais..
Por tal que venha o grau 3, que venha gente qualificada, que quem não está disposto a mudar o paradigma que vá para a reforma...
Chega de abusos ,chega de falta de união, chega de falta de solidariedade entre colegas.
Valorizem-se porque está é um profissão de poder se quiserem...
De
Só se deixam intimidar se quiserem os magistrados são de igual foram condenados como a recente notícia que saiu..um por violência doméstica, outro por corrupção basta ver os jornais..
ResponderEliminarOs tempos estão a mudar já não existe intocáveis..
O colega quantas oportunidades tem passado recentemente?
ResponderEliminarPor tal não duvide que vão deixar passar esta oportunidade...
Depois dizem que não temos importância nem relevância...porque quando chega a estas alturas é o que se vê..
Sr. Oficial de justiça mais contenção no seu comentário... senão vou apaga-lo.
ResponderEliminarCertíssimo.
ResponderEliminarO comentário é resposta sincera ao comentário anterior, esse, sim, desmedido, incontido e impertinentemente repetido no tempo. A apagar algum, se conseguisse, deveria ser o da origem, ou fonte, da resposta, repete-se, sincera, com total convicção de cada palavra que se reitera.
ResponderEliminarSolidariedade, diz bem.
ResponderEliminarMas não me parece.
E assim, nada feito.
Somos os nossos piores inimigos.
Leiam o pedido do SOJ na página oficial e prestem colaboração com dados atualizados, ou seja, quem substitui quem em que categoria e com que condições, à presente data. Igual diria se fosse o SFJ a tratar do assunto.
ResponderEliminarQual assunto?
A questāo das substituições sem concurso público e que duram....duram...duram, como as tais pilhas!
É uso e abuso e, sendo a própria Ministra da Justiça contra isso, tal tem de ser denunciado, também junto do público em geral. Não há coerência, parece.
Os sindicatos pouco vão fazendo para acabar com a situaçāo.
Aqui se vê pir certos comentários que faltou tomar muito leite e levar umas lambadas na hora certa para haver mais respeito, educação e consideração por colegas.!
ResponderEliminarQuais comentários especifique??
ResponderEliminarSobre não fazer frente aos magistrados: recentemente recusei-me a cobrar uma conclusão
ResponderEliminarA pessoa ficou bastante chateada, mas não cobrei e ouvi um "então vai cumpri-la mal eu despache", ou seja, no próprio dia do despacho.
Para não me chatear mais, no dia em que estava o processo concluso fiz greve.
Era um preso e esperou por 2a feira que também é dia.
Já no último turno fiz greve uma tarde para marcar posição.
Quem acha que nos traz dissabores, eu acho que nos traz respeito. Pois sabem que precisam de nós e percebem que ripostamos.
Se formos uns lambe botas e subservientes, nunca evoluíremos.
Espero que os colegas afetos a esse processo percebam que não estão sozinhos.
Olá Colega.
ResponderEliminarJá aconteceu e não houve retaliação.
Foi uma conversa do tipo, nós vamos fazer isto porque estamos a lutar pelo que é justo, sei que não combinada agora mas tem que ser.
E a resposta foi, pronto está bem, vocês até têm razão, deviam era arrebentar com isto tudo.
Por isso é que disse que era um privilegiado.
Por isso é que tenho que os estimar porque isto é uma raridade....
Mas já aconteceu ao contrário e estalou o verniz.
E aí a conversa foi diferente, isto é assim, lamento, mas vamos em frente.
É claro que deu para ver a azia e depois é esperar a resposta/embate, mas paciência, não gosta, põe na beirinha do prato.
FF
Não se preocupem colegas...
ResponderEliminarIsto vai mesmo direitinho para descambar por completo.
Em breve, muito em breve (não tenham dúvidas) a entrada nesta carreira irá fazer-se com um salário a par ou até inferior ao de funcionários(as) de cantinas..
Não acreditam?
Vejam o que estão a reeinvindicar (e com razão, entenda-se!) e depois tirem as vossas próprias ilações sobre esta dita carreira especial onde estamos..
LINK:
https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/trabalhadores-das-cantinas-em-greve-na-sexta-_67055844fb552f5b66bcb1c4
Olhe que não, olhe que não.....
ResponderEliminarO articulista sentiu-se picado com a crítica e partiu para o insulto.
ResponderEliminarComme d’habitude.
Mas alguém tem dúvidas do sentimento que o bloguista nutre pelo SFJ?
ResponderEliminarViva Luís Montenegro!!!
ResponderEliminarVejam a entrevista na SIC, ainda está a decorrer.
Acabou de falar nos Oficiais de Justiça.
Hip; Hip; Hurra!!!
Eu por mim falo....
ResponderEliminarAinda bem que temos este espaço dedicado aos temas que envolvem os O.J., ainda bem que temos alguém que diariamente aqui chama à atenção de assuntos muito importantes, ainda bem que temos quem nos esclarece e faz os possíveis por puxar pela carreira.
E fá-lo sem pedir nada em troca.
Desconheço se todo este trabalho é de uma ou mais pessoas, mas só tenho a agradecer.
Não é uma questão de ser ou não picado, mas de ser referido de forma insidiosa levantando as habituais e imbecis suspeições de parcialidade. Já esclarecemos inúmeras vezes esse aspeto e esse estúpido conceito da aparente parcialidade, mas quem não quer, ou nao consegue, ou não está autorizado, a pensar, mantém-se no mesmo e constante congelamento.
ResponderEliminar