A estratégia do “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”
As negociações das estruturas sindicais da função pública com o Governo acabam de obter esta semana mais um pequeno aumento do valor da valorização salarial dos funcionários públicos para o próximo ano, passando de 2,1% para 2,15%. Sim, é mesmo um aumento.
Este valor percentual de aumento corresponde, por exemplo, num vencimento de 1000 euros, a uma subida de 5 cêntimos brutos por mês.
Com isto, a FESAP e o STE admitem firmar acordo, enquanto que a Frente Comum afirma que não vai assinar.
Mas o referido aumento percentual não corresponde a tudo quanto está a ser negociado; por exemplo: as ajudas de custo sobem 5% e aqueles 2,15% são o aumento mínimo, mas não o aumento geral, porque este é de 56,58 euros.
Quer isto dizer que a assinatura do acordo será pelo aumento geral de 56,58 euros para todos aqueles que auferem salários até ao montante de 2620,23 euros. Portanto, será esse o montante a aumentar nos vencimentos da esmagadora maioria dos Oficiais de Justiça em 2025. Quem auferir mais do que aquele valor limite, em vez dos 56,58 euros terá, então, o aumento mínimo de 2,15%.
Vamos agora supor que num vencimento de valor superior, de 2700,00 se aplica o aumento de 2,15% e não os 56,58 euros, qual seria o valor do tal aumento mínimo? Nada mais, nada menos, do que 58,05 euros, portanto, mais do que os 56,58 euros. Os vencimentos de valor superior não estão a ser prejudicados com o mecanismo dos limites.
A previsão da inflação para 2025 está nos 2,3%, pelo que os vencimentos superiores ficarão aumentados abaixo da inflação, mas já os vencimentos abaixo dos 2600 euros crescerão acima do valor da taxa de inflação prevista para 2025.
Quer isto dizer que, afinal, poderá haver motivo para aceitar um acordo.
Por exemplo: um Oficial de Justiça que aufira 1000 euros, se fosse aumentado na proporção da taxa de inflação, teria um aumento de 21,50, prevendo a proposta atual o tal aumento de 56,58, portanto, bem acima da inflação. Portanto, este aumento diferenciador beneficia os vencimentos mais baixos.
Esta última proposta apresentada às estruturas sindicais foi apresentada esta segunda-feira pela secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido.
A proposta de acordo plurianual aponta para que em 2026, o esquema a aplicar seja igual ao deste ano e em 2027 e 2028 que o aumento seja de 60,52 euros (acima dos 57,89 euros previstos para 2027 e igual ao que estava previsto para 2028) e o valor mínimo passará a ser de 2,3% para quem tem salários mais altos.
Também como já se tinha sido anunciado, em 2025 a base remuneratória da administração pública – que neste momento abrange mais de 160 mil assistentes operacionais – será de 875 euros, uma subida de 6,47% face ao valor deste ano, com o objetivo de que no final da legislatura chegue a 1025 euros mensais.
“A proposta em cima da mesa melhorou aqui e acolá”, afirmou José Abraão, à saída da reunião desta terça-feira que decorreu no Ministério das Finanças, considerando que o “calcanhar de Aquiles” continua a ser o aumento mínimo de 2,15% por ficar abaixo da inflação estimada para o próximo ano.
“Dissemos ao Governo que não compreendíamos e espero que ainda reconsidere”, desafiou, notando que, ainda assim, a “maioria” dos trabalhadores terá aumentos superiores a 2,15% em 2025.
Também a presidente do STE destacou que a proposta apresentada nesta segunda-feira “é ligeiramente melhor” do que o acordo assinado com o anterior executivo. Maria Helena Rodrigues sublinhou também que a maioria dos trabalhadores da função pública terá aumentos acima, ou em linha com a inflação, enquanto 111 mil (cerca de 15% do total) estão posicionados acima da posição 36 da Tabela Remuneratória Única e perdem poder de compra.
Tanto a FESAP como o STE sinalizaram a evolução registada ao longo das negociações e admitem assinar o Acordo Plurianual de Valorização dos Trabalhadores da Administração Pública para o período entre 2025 e 2028 proposto pelo executivo de Luís Montenegro.
José Abraão valoriza os “pequenos” avanços conseguidos, nomeadamente o aumento das ajudas de custo em 5% e ainda o compromisso de ajustar o calendário para a revisão das carreiras, de modo a que todo o processo fique concluído até ao segundo semestre de 2026.
“A haver, este será um acordo que protege melhor os trabalhadores da Administração Pública, que não ficam dependentes da instabilidade e da incerteza. É preferível um acordo que nos dê garantias de estabilidade, do que não sabermos com o que podemos contar”, afirmou o líder da FESAP, acrescentando que o secretariado nacional se reuniria para tomar uma decisão.
A presidente do STE também destacou as melhorias nas ajudas de custo, no calendário de revisão das carreiras e notou que o Governo prometeu também avaliar o impacto do alargamento do acelerador de carreiras aos trabalhadores que ficaram de fora por não terem sido abrangidos pelos dois períodos de congelamento (de 2005 a 2007 e de 2011 a 2017).
Já a Frente Comum diz que não vai assinar o acordo, por não estar disponível para “patrocinar uma política de empobrecimento dos trabalhadores da Administração Pública e de degradação dos serviços”.
Sebastião Santana, coordenador da estrutura, assinalou que “a evolução” que o Governo fez “não chega a cinco cêntimos por dia em relação à última proposta” e que, com esta proposta, o Governo “acabou de comprar mais contestação social”, avisou, desafiando os trabalhadores a juntar-se à manifestação convocada pela CGTP para este próximo sábado, dia 9 de novembro.
Note-se que o Governo rejeitou a reivindicada subida do subsídio de alimentação e no que se refere às carreiras não revistas, houve uma “aproximação” do lado do executivo, de modo a que estas possam ser revistas em “2025 e 2026”, isto é, num calendário mais apertado. Tal como já aqui anunciamos, o Estatuto dos Oficiais de Justiça está apontado para o primeiro semestre de 2025.
Para José Abrão, a proposta do Governo “fica aquém daquilo que eram as nossas expectativas, mas vale mais, como dizia – já na última vez que aqui estive –, um pássaro na mão do que dois a voar”, concluiu.

Fontes: “Público” e “Rádio Renascença”.
Infelizmente, como já tinha alertado aqui nos últimos dias, essa inflação já está desatualizada desde a noite passada.
ResponderEliminarAté ao final da década já não haverá outra oportunidade de revisão da tabela salarial.
E depois, mesmo que o paradigma mude, nunca mais se recupera a totalidade do que foi perdido e muito do que é cortado passa a ser dado como desadquirido.
O SFJ anda caladinho, o Novo estatuto até fim do ano ficou na gaveta.
ResponderEliminarVergonha de sindicato.
Nem se dignam a falar às pessoas, a fazer um mês culpa.
Que arrogância.
Mea culpa
ResponderEliminarÉ preciso um Donald Trump na justiça!
ResponderEliminarAs propostas do governo ainda que poucochinho foram sempre subindo. Todas as carreiras negociaram até ao limite, para alcançar os resultados mais próximos das suas reivindicações. Nos tribunais o SFJ aceitou o que o SOJ havia alcançado, mas que considerou insuficiente.
ResponderEliminarÉ preciso assumir a responsabilidade pela perda de 300 euros mensais a cada oficial de justiça.
Estamos a 06/Novembro/2024!!
ResponderEliminarO que se sabe do Estatuto?
O que está previsto em termos de valorização da carreira?
Que revisão das tabelas salarias se farão para ter sido afirmado há uns meses que haverá um aumento substancial?
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Silêncio total!!
Nada é comunicado de forma franca e directa.
Nada!
Pois, mas felizmente o índice de literacia na Europa é muito superior a Usa, sabemos distinguir a verdade da mentira e não temos burros a eleger atrasados mentais.
ResponderEliminar"O meu filho anda tirar Direito em Coimbra pois o sonho dele é ser administrativo nos tribunais!"
ResponderEliminarA revisão da carreira está prevista para o primeiro semestre de 2025, segundo o próprio governo. O início da mesma, não significa que possa estar concluída nesse prazo.
ResponderEliminarInfelizmente, de forma muito conveniente, atentos os resultados das eleições americanas, nessa ocasião verificar-se-á que, derivado da inflação que previsivelmente se registará lá para meados do primeiro trimestre do ano 2025, a revisão do estatuto não poderá ser acompanhada duma significativa valorização da tabela salarial, o que implicará um EFJ com mais deveres e exigências funcionais e cada vez menos compensações de todo o género.
Podem chamar-me os mesmos nomes que me chamaram quando aqui fui afirmando categoricamente qual iria ser o resultado, mas infelizmente a tendência parece ser no sentido de me dar invariavelmente razão na análise geopolítica.
Sim, porque há quem nos minta com a mesma facilidade e vontade de quem bebe um copo de água logo a seguir à toma do café.
ResponderEliminarParece que se não o fizerem não ficam bem ... é um problema esse, o da mentira porque passou a uma virtude política - saber mentir tornou-se numa habilidade que vai para além dos espiões - e até já se acredita, de forma inacreditável, em mentirosos porque, alegadamente, há quem nos minta enganando-nos com falsas promessas.
Assim como assim, mais vale contar com o que diz um mentiroso que se afirma como tal que acreditar em promessas de virtuosos que se aperfeiçoaram na mestria da mentira.
Na Justiça há muito que isto acontece, acreditamos em quem nos lidera sem sequer atentarmos às promessas escritas e que os desmentem.
Veja-se a promessa da tutela /MJ de revisão do Estatuto - "prometeram que concluíam a PRÉ-NEGOCIAÇÃO ATÉ AO FINAL DO ANO" e não estão em incumprimento pois que até ao último dia do ano estão em prazo e nem sequer têm que apresentar qualquer projeto pois que a negociação não o envolveu - apenas se tem de concluir a pré-negociação e esta simplesmente acontece com duas palavras "ESTÁ CONCLUÍDA".
Depois sobrevém ao final do ano um novo ciclo, que nos tribunais se inicia em janeiro, com a cerimónia pomposa de abertura do ano judicial e, nessa altura, será anunciado de forma estrondosa o sucesso no recrutamento de pessoas qualificadas para os serviços e tudo ficará por aí, pelo menos até às eleições autárquicas, altura em que, quiçá, a derrota estrondosa precipitará o anúncio do chumbo do OE para 2026 e logo logo saem de cena sem nada fazerem.
É surreal o que se passa nos tribunais ...
E o que é que isso importa se tudo no mundo é economia e os doutores europeus se irão ter que vergar aos campónios americanos?
ResponderEliminarSim, sim, na tua Europa é tudo inteligente.
ResponderEliminarDeves julgar-te o mais inteligente da turma.
Tanta sapiência e humildade.
Sapiência caiu toda para teu lado.
ResponderEliminarAinda se há-de saber o porquê do acordo dos 30 ou 40€ feito de véspera.
VERGONHA
Que maravilhoso filho.
ResponderEliminarFoi aconselhado pelo pai?
Bela vidinha e belo salário irá ter.
Mas o melhor mesmo é mandar ou que irá ser um ente superior.
Casta superior por assim dizer.
O salário não importa para o caso.
O que importa é administrar e mandar superiormente.
E ter um palanque de preferência em vez de um gabinete.
Obrigado mais um a vez a esta página!
ResponderEliminarPara mim vai ser ótimo.
ResponderEliminarCom a deflação que Trump vai criar cá no nosso burgo, vou finalmente poder ter acesso às marquinhas de vinho do bom e do melhor que por estes dias são todas exportadas e cá dentro custam os olhos da cara.
Até me vão pagar para os beber!
Hic, Hic, Hurra!!!
Vivós ós campónios de Silicon Valley!!!
Ah ah ah!
ResponderEliminarVai-te habituando que vão haver muitos à tua volta a moer-te o juízo.😅
Isto é ridículo!
ResponderEliminarMas o que é que vocês têm a ver com as opções de vida e apostas de cada pessoa?
Arranjem mas é uma vida e deixem os novos em paz, que são muito bem vindos, os tribunais cheiram a mofo por todos os cantos.
Olha, trocava já 20 iguais a ti, por 10 deles!
Sim, é verdade o que diz, mas A. Marçal é o principal responsável!
ResponderEliminarJá sabemos que há múltiplas pessoas com culpa, mas um líder sindical não pode fazer o que A. Marçal fez.
Se fossem outros tempos , até diria que o que fez poderia representar perigo para ele próprio.
Esta na altura do SFJ e António Marçal prestarem contas aos associados e restantes OJ (as decisões também afetam os OJ não associados).
ResponderEliminarEstá na altura de dar a cara!
Está na altura de mostrar verticalidade e frontalidade!
Está na altura de dizer a verdade!
Mas, acima de tudo, está na altura de dizer algo!
No artigo de hoje no CM o marçal diz "A Ministra da Justiça reiterou-me o compromisso..." Será o culto da personalidade a manifestar-se? Já fala em nome próprio? Mas a ministra fala ao sfj como entidade representativa ou dirige-se ao omnipotente antónio?
ResponderEliminarPara 06.11.2024 às 11:12
ResponderEliminarTroca-te mas é a ti!
O que é que tu tens a ver com os outros tenham a ver ou não?
Se não tens opinião própria e és marioneta, continua.
O Marçal só anda a tratar da vidinha dele! Ele quer ser muito simpático para com os governos que passam para se ir mantendo no poder. Os filiados adoram-no, isso ele tem garantido! Entretanto, o tachinho dele está garantido, assim como o dos amigos dele. Vai arranjando promoções para mais uns tantos e o tempo vai passando. Só aparece na televisão para falar de generalidades. Os outros sindicatos vão diretos ao assunto, dizem objetivamente o que está mal e como querem que fique. Ele não quer e não sabe fazê-lo! De que estão à espera para esvaziar esse sindicato?
ResponderEliminar
ResponderEliminarSó para chatear, só digo que cada vez faço menos.
Trabalhem escravos!
Está gentalha julga se dona dos tribunais que venha a alteração do estatuto e Kem não tem licenciatura que fique no seu lugar devido no fim veremos Kem ri por último..
ResponderEliminarAtualmente, a única maneira que eu conheço dum oficial de justiça se ficar a rir é fazer 67 anos.
ResponderEliminarSendo a generalidade dos administradores e secretários licenciados, bem como já uma fatia significativa dos escrivães de direito, explique lá, se sabe alguma coisa, como é que se irá processar essa dança de cadeiras por forma a substituir licenciados por licenciados nos lugares de chefia...
Estou curioso.
sim é melhor ser enganado por gente inteligente. Génios a eleger adiantados mentais
ResponderEliminarO exame fraudulento será que já foi realizado?? Será que vai existir quem chumbe mesmo com o chatgpt?
ResponderEliminarNão conheço nenhum exame da função pública feito em casa este é o primeiro...
ResponderEliminarContinua assim que logo vês o que te calha na rifa em 2025.
ResponderEliminarPrevisivelmente qualquer não licenciado pode pedir a creditação / equivalência a licenciatura, para efeitos de acesso a cargos de chefia.
ResponderEliminarBasta queimar as pestanas como os outros fizeram, embora em muito menor grau do que quem se esforçou para acabar a sua licenciatura.
Se assim for parece me uma solução bastante razoável.
ResponderEliminarpara 06.11.2024 às 14:17
Sim escravo,
Não conto com isto, não me agarro a isto.
Muito menos com gente que vive à custa do trabalho dos outros colegas.
cansei.
Trabalhem Doutores
ResponderEliminarTanto dinheiro que um pai gasta com um filho a estudar Direito em Coimbra, para depois ir para funcionário administrativo nos tribunais ...
ResponderEliminarDeve ser um desgosto para o pai.
É quase tudo Doutoras.
ResponderEliminar80% dos candidatos são senhoras.
Baixem a bolinha quando se cruzarem connosco nos corredores e nas secretarias e tratem-nos pelos nossos títulos!!
Ok???
Perceberam???
Bolinha baixa por que nós vamos tomar conta e dominar os tribunais dentro em breve!!!
O Dr. Marçal, por favor!
ResponderEliminarPelo tipo de escrita deves ser o "Escurinho Fofinho".
ResponderEliminar💪🫣
ResponderEliminarMesmo assim acho que o seu deve ter tido um desgosto maior ainda.
ResponderEliminarA sensação que este discurso medíocre me dá é tal qual a mesma quando ouço o engraçadinho preguiçoso a desdenhar do nerd estudioso.
ResponderEliminarEnfim, para palhaços nada vos falta!
Está na altura de abdicar!
ResponderEliminarNão, pelo contrário.
ResponderEliminarTem um orgulho imenso pois tendo eu apenas o 9. ano de escolaridade cheguei aonde esses "Doutores em Direito tirado em Coimbra", provavelmente nunca chegarão.
Agora podes continuar a juntar papéis e a fazer as actas que ainda tens por fazer.
Reparo agora que já são 17h10 e portanto dou-te autorização para saíres e continuares amanhã.
Vai pela sombra ...
É por este tipo de discurso que acho urgente a entrada em vigor de um novo Estatuto profissional que separe o "trigo do joio" e que atribua maiores responsabilidades a quem reúne competências, idoneidade e habilitações para tal.
ResponderEliminarMeu caro, o que postou às 15h54, poderá ter sido apenas uma infelicidade e não ser revelador da sua personalidade.
ResponderEliminarMas a única coisa coisa que aparentemente você sabe, que é confirmar umas contas e coordenar os despacho do dia, qualquer um destes novatos aprendera em meses, desde que seja minimamente dedicado e organizado.
Contudo, para levar em frente a reforma que se pretende na administração da justiça, precisamos de muito mais que isso, principalmente a nível das lideranças, de modo a tirar os tribunais da idade das trevas, onde você aparentemente se sente confortável .
A forma desdenhosa como está disposto a receber colegas licenciados, que sao sem dúvida uma forte mais valia para todos nós, revela nao reunir um conjunto de "soft skills" indispensáveis à concretização dos objetivos pretendídos.
Não sei se estão todos cientes de que
ResponderEliminarNINGUÉM FAZ UM CURSO DE DIREITO PARA SER OFICIAL DE JUSTIÇA
Agora pensem
Eu tirei o curso já oficial de justiça e não foi para sair da carreira.
ResponderEliminarAgora pense.
Como muitos outros.
ResponderEliminarMas não muda nada quanto à veracidade da afirmação de que
NINGUÉM FAZ UM CURSO DE DIREITO PARA SER OFICIAL DE JUSTIÇA
Agora pense...
Muita gente quando o faz sabe que tem saídas profissionais, depois logo vê.
ResponderEliminarSe tornarem a carreira atrativa eles ficam.
O problema é que até no dia 30 de dezembro o SFJ vai dizer para aguentar que o estatuto sai até ao fim do ano.
Desonestidade com a classe.
Se entregarem os cartões das duas uma, ou retoma a luta ou dá o lugar.
Em todo caso é sempre melhor.
Pensem.
Eu até digo mais:
ResponderEliminarNinguém faz um curso de direito para ser um mero administrativo nos tribunais!!
Esqueçam o estatuto.
ResponderEliminarIremos continuar a ser uma classe de subservientes e nunca passaremos disso.
Andam por aqui muitos iludidos mas quando caírem na realidade, alguns vão meter a corda ao pescoço pois não vão aguentar a desilusão de nunca passarem de simples administrativos.
E quando se derem conta que até um bombeiro sapador ou um guarda da gnr acabado de entrar ganha muito mais que nós, ainda vai ser pior.
Também reparei no pormaior umbiguista "reiterou-me" É mesmo muito grave mas o trump também foi eleito. Por isso, temos o que merecemos.
ResponderEliminarNum futuro muito próximo, a nossa classe vai ser constituída por uma cambada de vaidositos armados em doutores a ganharem pouco mais que o salário mínimo
ResponderEliminarComunicado do SOJ:
ResponderEliminar"...depois de insistentemente o Governo ter mantido que o processo negocial só se iniciaria no primeiro semestre de 2025, e isso mesmo foi apresentado ainda no dia 4 de novembro – ver aqui – a verdade é que Sua Excelência, o Senhor Primeiro Ministro , Dr. Luís Montenegro, assinou documento em que determina que este processo se iniciará ainda este ano de 2024 – ver documento aqui. O processo vai iniciar-se ainda em 2024, mas desenvolver-se em 2025. A narrativa de pré-negociações serve aos incautos, não serve a quem assume responsabilidades.
O SOJ não deixará de lutar pela carreira que representa, sem alaridos, mas de forma firme e sem tibiezas, perante qualquer Governo.
Lisboa, 2024-11-06"
Obrigado Carlos Almeida, pela transparência na comunicação, materializada nos documentos disponíveis no comunicado!
Para quando as eleições para os órgãos sociais do SFJ?!...
SOJ
ResponderEliminarquando fizeres acordos de papo secos, mudo-me.
O dinheiro não tem cor, mas não é para deitar fora.
Onde estão as conclusões prometidas dos grupos de trabalho, das jornadas realizadas em Fátima (em período de férias, com grande sacrifício dos participantes) que constam do comunicado de setembro, do SFJ ?!...
ResponderEliminarPara quando as eleições para os Órgãos Sociais do SFJ?!....
O que tem a dizer António Marçal aos "pastorinhos?!...":
ResponderEliminar"Avé, Avé Marçal"?!...
Eu agradecia é que fizesse alguma coisa, farto de letra estamos nós!
ResponderEliminarO bonito comunicado já todos o vimos, não precisamos de moço de recados, precisamos é de ações e de resultados, e da vossa parte até agora não vi NADA!
ResponderEliminarDe um lado "papo secos" do outro àgua da torneira!
Palavras leva-as o vento!
E tu em cima do muro, nem de um lado nem do outro, esperando colher o que vier. Não achas melhor participar ao invés de seres mero oportunista?
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