Acudam-me que isto, afinal, não está a correr bem!
Na passada quarta-feira, na edição do Correio da Manhã desse dia, voltou a sair publicada a pequena coluna de opinião que semanalmente vem subscrita por António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ).
Neste último artigo, Marçal volta a manifestar o seu pessimismo e mesmo desilusão pelo estado atual da carreira, afirmando, logo em título deste mesmo artigo, ao que vinha: “Pagar para trabalhar”.
Soou estranho a muitos Oficiais de Justiça que um dos participantes no entendimento existente com o Governo se queixe desse mesmo entendimento; é mais ou menos como se a ministra da Justiça escrevesse um artigo a dizer que o Ministério da Justiça não faz nada para resolver os problemas e apelasse a outros para o fazer.
António Marçal, que, na altura, até se gabou de levar uma caneta nova para assinar o acordo existente com o Governo e a sua desistência de duas das três greves convocadas pelo SFJ, queixa-se agora, semana após semana, que a sua parceria com o Governo, afinal, não está a funcionar, virando-se agora para outros que venham em seu auxílio, designadamente, a Assembleia da República, pois da parte do Governo, com quem aceitou desistir das duas greves, já pouca fé lhe resta, ainda que muito lhe esteja a custar ter de admitir isso sem qualquer pejo.
António Marçal sempre disse querer ser parte da solução e não do problema, mas o que constata agora e nos vem dizer neste e nos demais artigos publicados, ainda que não o faça explicitamente, é que é se tornou parte do problema e não há solução nenhuma. E não há solução nenhuma porque Marçal, ao assinar aquele acordo, automaticamente deu a sua bênção ao Governo para poder iniciar a campanha de desinformação da alegada pacificação social na justiça e do fim das greves que duravam há mais de ano e meio, como repete a ministra vezes sem conta e que, como todos sabem, apenas acabaram as greves recentes do SFJ e a tal que durava há ano e meio está agora quase a perfazer dois anos, está ativa e não há previsão nenhuma de que venha a terminar.

O presidente do SFJ assume agora que o incremento salarial resultante do acordo que subscreveu com o Governo tem este resultado: que os Oficiais de Justiça do ingresso têm de “pagar para trabalhar”, porque aquele acordo é, manifestamente, insuficiente. E isto é de tal forma óbvio e é tal o pessimismo, que Marçal afirma e desabafa assim: “Veremos quantos aceitarão tomar posse…”
Mas como compromisso é compromisso e a palavra dada deve ser honrada, da sua parte, o presidente do SFJ cumpre o seu compromisso com o Governo e, não o incomodando, volta-se agora para a Assembleia da República e para os Grupos Parlamentares, apelando a que lhe acudam com urgência ao estado de emergência, porque, como afirma e conclui o seu artigo: “Quem mais perde com isto, uma vez mais, é a Justiça e Portugal”.
Pois perde a “Justiça e Portugal”, mas, em primeira linha, perdem os Oficiais de Justiça com quem o Sindicato se devia preocupar e concentrar toda a sua atenção, não a dispersando pela Justiça no seu conjunto, nem, muito menos, pelo conjunto do país, pois para isso estão outras entidades, como os partidos políticos, coisa que aquele sindicato não é, porque é outra coisa e tem outra função social que consiste na defesa dos interesses dos seus associados e da classe em geral, sendo precisa e concretamente isso que os Oficiais de Justiça associados deste Sindicato esperam e tanto desejam há tantos anos.
No artigo, Marçal aponta os “dois problemas significativos” com que se iniciou o procedimento relativo ao concurso de ingresso dos 570 novos Oficiais de Justiça, esquecendo, ou melhor, omitindo, um terceiro “problema significativo”.
Diz o presidente do SFJ que os dois problemas são: “a falta de revisão do estatuto e o valor base de ingresso, fixado em 915,47 euros.” E o terceiro problema omitido é que a situação atual é o resultado do pequeno acordo que aceitou subscrever com o Governo que fez congelar a situação, dando confiança e respaldando a ação do Governo para avançar com um concurso com o peso dos dois problemas significativos que hoje assinala, apavorado, apelando por medidas urgentes, pois é uma emergência que se vive, emergência essa cuja autoria e cuja responsabilidade pretende ver resolvida e afastada, apelando a outros assim:
«Sem medidas urgentes, de emergência mesmo, como as que propusemos ao Governo e aos Grupos Parlamentares, e que esperamos sejam consideradas no Orçamento do Estado para 2025, este concurso corre o risco de ser mais uma oportunidade perdida.»
Portanto, a esperança de António Marçal está agora voltada para o Parlamento e para o Orçamento de Estado para 2025, porque da parte do Governo está já tudo visto.

Fonte: “SFJ-CM.Jornal”.
Já farta, mas farta mesmo, o choradinho semanal do incompetente Marçal, presidente do SFJ. Mais farta ainda porque são de tal figura as ideias que vingam no seio do SFJ. Ali o que ele diz e pensa, passa a lei.
ResponderEliminarPara além de incompetente e errático, penso que tem pouco espírito democrático
Mais, é orgulhoso e demora a assumir, se e que alguma vez o fará, que errou. Por fim, mais importante ainda, prejudica toda uma classe, pois que, errando e vendo que está errado, não arrepia caminho, tentando emendar o erro que fez
Andamos com este senhor ao colo há dezenas de anos e, objectivamente, a classe nunca esteve pior do que se encontra
Cartão vermelho e porta de saída para tão triste figura.
O problema foi sempre este os sindicatos meterem-se ao lado da tutela para serem parte da solução...
ResponderEliminarÉ um complexo de inferioridade nunca antes visto em outras classes.
Ele foi enganado e continua a ser enganado. Para isso basta ver o video da audição no parlamento..
Onde a deputada do PSd diz foi feito um acordo, e tudo será cumprido.
Contudo não temos datas, continuamos há um ano a perder muito dinheiro comparado com outras classes, o governo no orçamento está visto que a verba destinada a nós é muito inferior.
Mas será que ninguém acorda e não vê que está a ser enganado?
Estamos a ser enganados pelos seguintes motivos:
ResponderEliminarA revisão do estatuto era para estar pronta finais de 2024.
Não existem datas para as negociações.
O orçamento de estado é claro a verba que nos é destinada muito menor que outras classes.
O governo em vez de valorizar a carreira foi primeiro contratar mais funcionários a preço de saldo.
O que mais esse gajo quer para ver que está a ser enganado...e que é urgente voltar á luta...
O governo está a manobra-lo como uma marioneta...
Daki a 6 meses rolará muita tinta e aí a ministra dirá que não existirá mais dinheiro....
O grande erro deste Marçal ,por culpa da classe e de quem o rodeia.....
ResponderEliminarFoi ir em primeiro lugar negociar suplementos.
Isto condicionou toda a negociação..
Depois não exigiu prazos nem datas..
Simplesmente assinou um acordo baseado apenas em boa fé...
Agora vai passando vários meses e o que temos nada ou quase nada.....
O governo está quase como a chantagea-lo.
Bastou ver a intervenção da deputada do PSd....temos um acordo...quero dar os parabéns por fazer parte da solução...
Ou seja por outras palavras, não faz sentido estarmos aqui pois temos um acordo que irá ser cumprido, e é bom que estejas calado e faças parte da solução senão não existe nada para ninguém...
É isto que se trata...
Quando é o próprio presidente de um sindicato que o verbaliza de uma forma tão clara, então é mesmo caso para perceber (até aos que ainda acendem velinha de esperança), que isto NÃO vai ter uma mudança significativa ao nível remuneratório.
ResponderEliminarNão se me oferecem grandes dúvidas que haverá mudanças a nível estrutural e automatismos que vão ser implementados. Isso haverá por certo!
Mas ouvir e ler o que o presidente de um dos Sindicato tem vindo a dizer nos tempos mais recentes, designadamente do SFJ, leva-me à convicção que não existe vontade política para que ocorra algo de substancial a nível remuneratório, como houve para outras várias carreiras.
Porventura mais 100€, num arranjinho bonito e que será tido como 'o orçamento rectificativo possível', deo que nos deixará eternamente para trás e em clara oposição à real valorização de outras carreiras.
Que me desculpem os optimistas, mas o meu (optimismo) já levou demasiados pontapés para acreditar seja no que for de bom para a carreira dos O.J.
Perante o facto de no orçamento de estado apenas estar contemplada verba para o pagamento dos miseros 3,5 de aumento no suplemento, a questão que se coloca é a seguinte: haverá algum funcionário disposto a pagar cotas para este sindicato se em janeiro do próximo ano não houver novo estatuto e se no estatuto não estiver incluído um aumento de pelo menos 300,00 no vencimento? Já que todas as outras classes na área da justiça tiveram aumentos de pelo menos 300 euros mensais?
ResponderEliminarConcordo com este comentário está só não vê quem não quer..
ResponderEliminarCom sorte teremos esse incremento de 100 ou 50 euros..
Que não venham com ilusões...
A ministra nessa altura irá alegar que o trabalho dela está feito fez a alteração ao estatuto... é simples..
Está desiludido o senhor Marçal? Pois eu estou muito mais! Enquanto outras carreiras se viram recompensadas, os OJ sempre na mesma, salvo os promovidos por escolha de amigos. Se ele tivesse vergonha na cara, demitia-se! Ele que publique o seu ordenado e todas as mordomias que tem!
ResponderEliminarRecuemos no tempo. Não ao é preciso muito...
ResponderEliminarEm apenas cerca de 2 décadas, ou próximo disso, a carreira passou de vencimentos equiparados à PJ e Finanças, para algo que agora se equipara ao IKEA.
Se isto não é termos a carreira já a bater no fundo e bem espizinhada Sr. Marçal, então não sei o que é!
Você agora está desiludido mas deve ter sido daqueles que incentivaram a ir negociar em primeiro lugar o suplementozinhos....
ResponderEliminarPumba levamos todos com 3,5 por cento...que veio para ficar..
Bom dia.
ResponderEliminarA vossa campanha de angariação de sócios e de Brain Washing é das coisas mais reles e baixas que conheci na vida.🤮
ResponderEliminarIsso mesmo.
ResponderEliminarCambada de BURROS a insistir na questão da integração do suplemento.
Em vez de meterem a cabeça na areia, ainda andam aqui de peito feito a revelar falta de caráter .
Pois. Concordo!
ResponderEliminarMas é tão notório que, até para os minimamente atentos, já deu para perceber!
Eu já enviei o meu voto de vencido ao governo há muito tempo.
ResponderEliminarQuem mais o fez? Diretamente.
Se não se demarcaram por escrito do Marçal, não podem esperar que a ministra, se só um maluco lhe apresentou esse inequívoco voto de vencido, possa ter outro discurso que não o da pacificação.
A ministra, o governo e os deputados todos do PSD na AR.
Já na véspera, Martim Syder, deputado pela região que parece ser a mais pacificada do país, vá-se lá saber porquê, aludira naquela sede ao acordo dos papos secos.
O Sfj por varias vezes tomou iniciativas com as quais discordei e que particularmente as considerei desfavoráveis ao meu percurso profissional, mas quando, mais uma vez, vejo neste blogue, interpretações propositadamente erradas da realidade, apenas com o intuito de atacar uma pessoa em particular e beneficiar o SOJ, não posso deixar de reagir a tal comportamento.
ResponderEliminarApós uma greve longa aos atos, sem dúvida a greve com maior impacto e que causou graves prejuízos ao funcionamento dos tribunais, nada se conquistou, tendo o governo anterior feito ouvidos moucos e menosprezando o impacto da mesma.
Não fosse o impacto no bolso dos advogados e na receita do IGFEJ, e a maior greve de todas seria inócua.
O mesmo se passa com as atuais greves das tardes, que se prolongam no tempo, nada se conquistando até à data.
Por isso concordo na integra com o pre-acordo realizado em junho, como ponto de partida para a celebração de um acordo que dignifique a carreira, tendo além do mais, reflexo na atratividade da carreira e pondo termo a uma greve que prejudicou o cidadao comum de modo inútil.
Apesar do pré acordo ter sido feito com o governo, acho normalissimo que se faça pressao junto dos vários partidos, atendendo à atual relação de forças na AR.
A partir do momento em que a Ministra da Justiça assumiu no parlamento a existência de um compromisso de revisão estatutária e de valorização salarial "que vai ser cumprido", referindo mesmo que o "orçamento irá ser reforçado", torna evidente que a celebração do pre-acordo foi o caminho correto, e que o mesmo não condiciona o SFJ nos próximos passos a dar.
Destaco ainda que a referência que o Marçal fez na audição, à perda de receitas do IGFEJ provocada pelos atrasos no cumprimento de processos, assim como no prejuízo geral para a economia, foi bastante inteligente e tocou no único ponto que pode fazer ceder o governo: a perda de receita!
Relembro que a questão da suspensão de julgamentos por greves, ficará resolvida com admissão de auxiliares, que irão receber um salário dentro da média nacional, e dificilmente vão aderir a greves.
O SFJ tem agora que exigir uma calendarização das negociações e prazo de entrada em vigor do estatuto, pensando-se em formas de luta originais, em caso de incumprimento do prometido pelo governo.
Não vos deixeis enganar.
ResponderEliminarÉ possível sobreviver neste mundo anos a fio, décadas mesmo, sem se ser sindicalizado.
Podeis perfeitamente entregar os cartões sem que seja obrigatório que vos vás a correr filiar noutro sindicato.
Sim sim!
ResponderEliminarVai lá o colega representar a classe junto da tutela!
Nem mais.... que comentário inteligente!
Vamos a isso!
O SOJ anda desesperadamente à cata de novos associados.
ResponderEliminarJá agora seria capaz de identificar as iniciativas com as quais discordou? É que do seu relato é bom de ver ao que vem: continuar a enganar os colegas, elogiar um acordo cujos pontos alcançou o SOJ e os desvalorizou. Portanto se mais não foi alcançado, muito se deve a quem tanto elogia. Seja pelo menos intelectualmente honesto.
ResponderEliminarMais um dia de turno.
ResponderEliminarÉ preciso estar vigilante e nem ao fim de semana se pode baixar a guarda.
Pelos 7 anos, 2 meses e 26 dias roubados.
Pelo tempo de provisório roubado ainda a muitos e juros roubados a todos.
Pela qualidade de vida roubada com a supressão da reforma diferenciada.
Pelos dias de férias roubados.
Pelas horas extraordinárias roubadas.
Contra as imoralidades das nomeações fundamentadas sem concurso público.
Contra os constrangimentos de toda a espécie por parte das chefias.
Quem quiser e se lembrar que adite aqui que eu agora vou precisar de fazer uma pausa para respirar, por causa do burnout.
ResponderEliminarVergonha no focinho, não?
Porta da rua serventia da casa. É preciso indicar-lhe o caminho?!!!
Este comentário reflete claramente as fakenews que aqui reinam.
ResponderEliminarÉ com esta postura que a carreira está ficar decadente..
Então as greves não tiveram efeito?? Pela primeira vez nos últimos dois anos se fala dos oficiais de justiça.
Quando antes ninguém queria saber..
Começaram a ter destaque na comunicação social...
Começou a se falar abertamente dos problemas, com abaixo assinados, cartas abertas, com vários partidos a tomarem consciência do problema da profissão...
O que está aqui em causa foram erros graves e constantes praticados pelo SFJ porque o paradigma iria mudar..
Os projeto da bte de 2019 era claro ...contudo como ia mexer com o status quo dos mamões decidiram boicotar tudo....
O suplemento de 20 por cento já estava garantido á muito...
É a minha única carreira da função pública que não quer valorizar a qualificação dos funcionários...
É para opiniões como a sua que a carreira continua a ir para o lixo..
Mas penso que muitos colegas está a abrir a pestana e não se deixam cair nessas mentiras..
Chico espertinho tu foste daqueles que certamente defendeu a negociação dos suplementozinhos.
ResponderEliminarAs greves criaram e criam impacto..
Esta classe durante anos tinha a postura ridícula de cumprir com tudo o que o governo propunha até ao ponto de abdicarem da reforma diferenciada...
Ainda não entenderam que um guarda prisional em início de carreira recebe tanto como um oficial de justiça com 15 ou maus anos disto..
Se isto não é grave então eu não sei o k será...
Acha?
ResponderEliminarPois eu estive toda uma carreira sem filiação e a mim foi o governo atual e em particular os responsáveis do ministério que me levaram a assinar a proposta.
Perante o discurso de pacificação, filiei-me na expetativa de que outros tivessem a mesma impressão que me ficou de que a representatividade do sindicato tem toda a importância e o pudessem também vir a fazer para mostrar aos governantes em termos percentuais o nosso descontentamento com as políticas aplicadas à carreira, mormente em matéria de valorização salarial.
Parece ser a única linguagem que a ministra poderá entender e reitero que, na minha opinião, ela tem sido a melhor angariadora do SOJ.
Este comentário reflete a mentira inteligente que reina nesta profissão igual a tantas outras como por exemplo:
ResponderEliminarInventaram que quem não tinha licenciatura iria ficar para trás, quando todos sabemos que a regressão salarial é inconstitucional.
Inventaram que a prioridade era negociar um suplementinho não conseguiram nada...
Inventaram a maravilhosa conta que o governo apenas nos iria dar um aumento de 10 por cento, o que era verdade mas não deixava de ser um aumento de 10 porcento ao contrário dos 3,5 por cento .
A realidade é que o pavor instalado , nada teve a haver com o ninguém fica para trás, o problema foi verem que muitos auxiliares licenciados poderiam.vir a ultrapassar os lamboes que estão nisto a anos..
Assim recorreram a todos e mais alguns organismos para darem pareceres ridiculos e tendenciosos...
Ou são fake ou os dois últimos PGRs, o atual e a anterior, é que são uns gandas mentirosos quando em eventos protocolares afirmam que as consequências dessas greves só serão conhecidas a médio prazo.
ResponderEliminaro problema é que as pessoas vêm aqui e mandam os seus bitaites
ResponderEliminaralguns com bons conteúdos e boas ideias
mas parece um despacho cumprido
e nada mais se faz
e os dirigentes, que na sua maior parte são uma nulidade, continuam
como quem diz: os cães ladram e a caravana passa.
eles continuam na sua incompetência e
nós na miséria (relativa)
Rua Marçal
PS - E também e muito importante:
ResponderEliminarPorque inicialmente pensei em transferir todos os meses a porcaria dos papos secos para uma instituição de solidariedade, mas depois acabei por fazê-lo para o SOJ pelos motivos já explanados.
Marçal, admite:
ResponderEliminarFOSTE COMIDO DE CEBOLADA!!
Escrevente das 10-57:
ResponderEliminarSe nāo prejudicassem o cidadão, serviam as greves para quê? Não deve andar de Metro........
São demonstraçāo do descontentamento com situações laborais, perante os governos e os cidadãos, para saberem, serem solidários e os políticos encontrarem soluções.
Foi um acordo precipitado, " pequenino", não acautelou tudo o que estava em causa há tantos anos, as pessoas foram surpreendidas com tal acordo menor e por isso nāo se calam como pretende.
Quando há acomodação e conformismo é normal que escreva como escreveu, mas nem todos os of. Justiça são assim, formatados. Certo é que, com esse pensar comum a outros, o resultado está à vista.
Finalmente, basta ter chamado os of.justiça que iniciam por " auxiliares" para se perceber o seu estatuto.
No estatuto em vigor são é ESCRIVÃES mesmo e nāo sāo auxilares de ninguém/ "criados" talvez não ? Até têm nome próprio: Maria, Jacinto, Mariana, o Júlio.....
Muitos fazem mais e sabem tanto como outros que mais ganham.Deixem lá de usar essa conversa de auxiliares e os sindicatos tenham juízo e façam retirar tal palavra de um futuro estatuto.Era próprio da Idade Média???!
Agora, dizer que os novos já estāo bem pagos e dificilmente irão aderir a greves, é a cereja no topo do bolo do "relembro", e da questão resolvida. Era seu desejo mas nāo irá acontecer. Estão bem mal pagos dadas todas as exigências da função e quando vierem vão sentir isso e decidir.
Este comentário é para quem, para o Sr. Articulista?
ResponderEliminarSó para recordar que a van dunen quis integrar o suplemento e não aceitaram.
ResponderEliminarA Catarina quis dar-nos os 20% e não aceitaram.
Já nos foi apresentado um novo estatuto e não o aceitaram.
Nunca estão contentes com nada.
Julgam-se todos muito especiais.
Enquanto isso, outras carreiras há que vão aceitando e melhorando.
Nós arranjamos sempre entraves.
Virá aí um novo projecto de estatuto que mais uma vez não irá agradar.
Somos uma classe que nem se governa nem se deixa governar.
Temos o que merecemos.
Ahhhhh!!!
ResponderEliminarPeço desculpa, já percebi, é para aquele piqueno que eu costumava ver sempre escondido atrás do Fernando Jorge no início da minha carreira lá por Lisboa.[<)]
Sim, tem razão, mas neste momento vocês não são alternativa ao SFJ.
ResponderEliminarMais vale só que mal acompanhado.
Para o 11:44 muito bem dito.
ResponderEliminarE acrescento que o problema é muitos colegas terem ódio que os colegas ganhem um pouco mais...
Para além do fato que é uma classe que acha que ainda é bem paga..ou porque não tem estudos ou porque foram colocados por uma cunha qualquer..ou porque não estão informados.
Contudo esquecem se que um guarda prisional em início de carreira recebe quase tanto ou mais que um oficial de justiça com 15 anos disto...
Se isto não é grave então eu já não sei o que será..
Tudo o que diz está excelente..
ResponderEliminarApenas falta referir que agora a alteração vai acontecer, contudo sem o aumento de 20 por cento.
Já sei os fake,vão dizer que não era 20 mas 10...ok mas não deixava de ser um aumento de 10 ...ao contrário dos 3.5 porcento..
Aliado ao fato desde de 219 que perdemos vários anos desses mesmo aumento..
É sempre a perder.
O senhor do sindicato não tem um discurso fluido, não realça os problemas principais da profissão, não sabe dar realce nem ênfase aos principais problemas..
ResponderEliminarNa audiência que raio foi falar de tirar a regulações parentais para a segurança social??
Foi falar das condições dos espaços dos tribunais quando issso os juízes querendo resolvem isso..
O foco teria que ser só um valorização salarial, valorização salarial e valorização salarial...
De seguida destacar as funções do oficial de justiça e proteger esses mesmo conteúdo funcional, evitando a perca e repartição de competências com outras carreiras..
À conta do "ninguém fica para trás" vamos todos ficar para trás!!
ResponderEliminarSó para lembrar que há carreiras revistas que já estão a preparar novas revisões.
Só nós é que não saimos disto.
A culpa não pode ser apenas dos governantes...
Essa história do ninguém fica para trás foi apenas um pretexto para convencer os iletrados..
ResponderEliminarNa realidade ninguém ficaria para trás nem poderia, uma vez que a reversão salarial e funcional é inconstitucional..
Um sindicato recusar, que quem tem mais qualificações não deveria aceder a cargos que lhes compete, é apenas loucura e vai contra todos o sistema atual em toda a europa.
No meio disto tudo mesmo os que não tivessem licenciatura iriam beneficiar desta elevação da profissão..
O pavor do sindicato e companhia limitada, foi que corriam o risco de ser ultrapassados...
Porque o SFJ aceitou este acordo dos papo secos por obvio que viu os erros cometidos, e agora teve que aceitar 3,5 por cento .
Com sorte esse suplemento será aumentado para 10 por cento...
Com muita sorte....
E ficaremos por aí..
Ou seja tanta volta para voltarmos á estaca zero ou seja para voltarmos ao proposto em 2019...
Contudo ninguém volta a pagar os valores perdidos de 2019 até 2025 ou 2026...
Isto é uma classe baixa que pensa por trabalhar num tribunal são importantes...recebiam acima da média durante muitos anos..
ResponderEliminarForam sendo ultrapassados, e nunca lutaram por nada...
Nos últimos 20 anos a profissão perdeu competências com o pretexto de libertar os tribunais do excesso de trabalho....
Durante séculos nunca existiu tanta perca e competências como neste últimos 20 anos..
Apoiado.
ResponderEliminarMu i to b eeem di to.
ResponderEliminarNem mais.
ResponderEliminarNem ao fim de semana podemos baixar a guarda.
ResponderEliminarTambém contra a formatação.
Marçal vergado a um acordo miserável!...
ResponderEliminarAdia eleições para os Órgãos Sociais do SFJ com medo do escurtineo democrático.
Marçal, quando escreveres as tuas memórias, vai ser um Best-seller, não tenho a mínima dúvida.
ResponderEliminarNem que não seja, para se saber como é que se consegue destruir/arrasar/matar, uma carreira tão antiga.
Foi em Fátima, informação sindical de 10 de setembro:
ResponderEliminar"...Do amplo diálogo, discussão e apresentação, sucinta, das conclusões emitidas por cada um dos Grupos, será elaborado um documento com as conclusões, agora mais circunstanciado e pormenorizado em relação às opções tomadas e que, a posteriori, será divulgado..."
Continuamos a espera das conclusões do três grupos de trabalho!...
Absolutamente lamentável!...
Sim sim, são vocês, completamente minoritários e transparentes perante todos os governos, que vão evitar que as opções políticas sejam postas em prática.
ResponderEliminarMas força, avancem e mostrem o que valem.
Nao estejam simplesmente à espera que os outros se mexam para dizer que está mal.
Isso, continua que estás a conseguir angariar mais um.
ResponderEliminarOu talvez não....
Cacofonix é o bardo da aldeia do Asterix.
As opiniões sobre o seu talento dividem-se: ele acha-se genial, os outros acham-no insuportável.
Enquanto parte minoritária nesta organização, vocês fazem-me lembrar o Cacofonix sempre a tocar as suas musiquinhas deprimentes que não convencem ninguém.
Não têm pena de vós próprios?
Disse "auxiliares" porque é a designação com que por regra são identificados os colegas, mas sim, concordo que a mesma seja retirada do novo estatuto, assim como que haja unificação com a categoria de adjunto, e que passem a ter o mesmo conteúdo funcional.
ResponderEliminarO Marçal está mais preocupado em agradar o governo do que agradar os oficiais de justiça. Não percebo como é que os sócios ainda não o puseram de lá para fora....
ResponderEliminarE nesse mesmo comunicado referem ainda:
ResponderEliminar"...Foi um projeto muito participado, e que nos deve orgulhar, inclusive, em tempo de férias pessoais, mas que não foi impeditivo de congregar esforços e opiniões para elaborar um documento rico, ambicioso nas suas pretensões, mas com a certeza que seremos capazes de assumir as responsabilidades inerentes a profissão tão nobre..."
Trabalho árduo "que nos deve orgulhar, inclusive, em tempo de férias pessoais"!...
Tadinhos! - Tanto sacrifício mas não conseguiram, até hoje, produzir um documento com as conclusões desse trabalho?
Ou foram apenas umas bejecas e sandes de leitão?!...
A carneirada é crente e só pensa em trabalhar para agradar.
ResponderEliminarBoa tarde.
ResponderEliminarAfinal já alguém tem novidades do novo Estatuto ou não?
Ehehe isso é gozar?
ResponderEliminarLá para junho de 2025 com sorte terás novidades...
Baixa a prima!
ResponderEliminarVamos todos refletir:
ResponderEliminarO governo tirou-nos os movimentos extraordinários ninguém reclamou.
O governo atribui as execuções aos solicitadores, finanças, segurança social .. ninguém reclamou.
O governo atribui os despejos, divórcio mutuo consentimento, aos notários ninguém reclamou.
O governo retirou o direito a reforma diferenciada ninguém reclamou.
Apartir do momento que a van dumen queria integrar o suplemento, e decidiu dar aumentos ...uma oposição brutal até aos dias de hoje..
O que está aqui em causa foi a constante recusa que os licenciados pudessem aceder a cargos de chefia....
O erro está feito as consequências já vão para 5 anos....
Mesmo k fossemos para o SIADAP teríamos uma tabela com muita mais margem de atingir valores superiores...
Todos ganhariam.obvio que criavam um regime transitório para a restante classe poder aceder aos lugares cimeiros..
Vergonha....estamos lixados por causa dos lobis a culpa não foi só do governo...
Esperemos que não demore tanto.
ResponderEliminarNessa altura também já deverei ser Rei dos Acamados.
Para o comentário das 15:02 , não acha que está na hora de admitir que erros brutais foram cometidos??
ResponderEliminarA começar pela ministra van dunem que pretendia integrar o suplemento e o SFJ nem quis negociar.
Não está na hora de admitir que acordaram tarde, agora que a classe anda a reagir.
Não está na hora de admitir que tivemos agora uma grande oportunidade e fomos assinar algo ridículo.
Como se recusa 10 por cento ou seja os famosos 20 -10 e se aceita 3,5 porcento.
Sem exigir integração, sem exigir um significativo aumento, sem estipular prazos para negociação...
Já chega de gozar...
Por mais bem intencionado que o SFJ seja, o certo é que falhou....
.
Para poder responder às questões que levanta eu precisaria de saber exatamente quantos administradores, secretários e escrivães que estejam a mais de 10 anos da reforma não são já hoje em dia detentores de licenciatura.
ResponderEliminarPara além da pertinência do artigo, parabéns pela foto que o acompanha pois reproduz por inteiro o desespero do marçal. Mas como temos vindo a ser bombardeados com fotos em conferências, audições, reuniões onde, nos últimos anos, a imagem e os registos fotográficos do marçal são sempre de um cuidado visual e comunicativo onde os muitos incautos pensam tratar-se de uma grandiosa representação da Classe, desenganem-se pois há muitos anos que quem manda, o MJ e a DGAJ, já não lhe passam patavina. Perguntem a quem está lá dentro (MJ e DGAJ) e percebam a realidade. Se a Classe não quiser saber do atual estado da situação sempre pode dizer que o trump ganhou as eleições.
ResponderEliminarNão consigo perceber como é que continua a haver que não entenda o quão mau era o Estatuto que teríamos em troca dos + 9,xxx%!!!
ResponderEliminarMas se calhar o problema não está em explicar mas, sim, em quem não tem capacidade para entender.
Sendo assim, não vale a pena continuar a tentar explicar aqueles que não têm capacidade de entender...
Então para que servem os milhares de euros que são pagos anualmente a peso de ouro aos assessores de imprensa pelo SFJ. Se não conseguem resultados para a classe que sirvam o presidente, certo?
ResponderEliminarNão peças uma junta medica que nao é preciso.
ResponderEliminarAo colega que mais atrás mencionou que um Guarda Prisional, acabadinho de entrar, ganha tanto ou mais que um O.J. com 15 anos na profissão...
ResponderEliminarPermita-me esclarecer, com conhecimento de causa, que o Guarda Prisional acabado de entrar, ganha mais que o(a) O.J. com 15 anos nos Tribunais e que estará no 4° escalão.
E porquê?
Essa é a simples questão, mas que tem umas quantas variáveis...
Ao O J. não são pagas as horas que faz a mais...Recebe zero!
Ao O.J. não é dado um apoio/suplemento ao arrendamento...
O O.J. não ganha 150€ ou 300€, como aos professores recentemente foi dado, sempre que a residência dista pelo menos 70kms do local de trabalho onde exercem...
O O.J. não ganha qualquer suplemento pela disponibilidade permanente...
O O.J. recebe o seu magro suplemento, atualizado em 'papo secos', 12x ao ano....quando outras carreiras recebem um suplemento bem superior e pago 14x ao ano...
Ao O.J. está reservado um trabalho exigente, desgastante, desprezado por quem não o devia sequer pensar e que implica muitas vezes comer à pressa o modesto almoço levado de casa na marmita, para assegurar a diligência seguinte.
Se por mero acaso aqui estão governantes ou deputados a ler o que é escrito, não entendam que isto é um 'bando de calimeros' que só o que fazem é queixar-se...
Por estranho que possa parecer, parece ter sido feito um esforço deliberado para a carreira bater no fundo!
Os salários de muitos só lhes permite sobreviver, temos homens e mulheres que deram tudo para que a Justiça funcione, mesmo sob as mais difíceis condições, sem que aos mesmos lhes seja dado nada senão desprezo.
Tmos secções onde a média de idades supera os 60 anos, quando antes era possível, como compensação, almejar a reforma uns anos antes da lei geral.
TUDO se tem perdido!
Espizinhados anos após anos por sucessivos Governos, a troco de muito pouco, ao ponto de qualquer Guarda Prisional, acabadinho de entrar, auferir ao nível de um Escrivão de Direito, já com uns bons anos a dobrar a mola nos Tribunais.
Lembram-se desta frase pronunciada pelo Juiz Presidente da Comarca de Lisboa, há um par de anos?
"Quem quer ser Oficial de Justiça?"
Tristeza de profissão...
Pergunta que deveria interessar também, para um juízo mais aprofundado, é como chegaram os licenciados, pois os concursos eram internos para excedentários de outras profissões. É que os novos licenciados parecem ignorar o passado recente.
ResponderEliminarOlhe com esta fiquei sem argumentos...tudo bem explicadinho....
ResponderEliminarSe pudesse pedia várias! Mas para as pedir é preciso que o marçal e companhia estejam de baixa por 2 meses, acho eu [(DUH) como eles nunca puseram um atestado médico por motivos justificados é impossível a junta médica. Talvez fosse melhor invocar a "indignidade sucessória"
ResponderEliminarVocês são todos xalupas!🧟
ResponderEliminarXalupas que é isso??? Já não bastava os citotes...agora Tb somos os xupas
ResponderEliminarSe puxasse um pouco pela cabeça saberia que existe colegas que já a trabalhar tiraram licenciaturas... só para o caso de ter um pensamento mais profundo..
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