Da indigência dos compromissos

      «No labirinto do processo orçamental, os partidos enfrentam o desafio de equilibrar discursos e ações.


      Os compromissos assumidos nos programas eleitorais e nas audições com os sindicatos não podem ser meras promessas, mas uma bússola ética.


      No caso dos funcionários judiciais, as propostas de aditamento ao Orçamento do Estado, de impacto financeiro reduzido, podem ser transformadoras.»


      Assim começa o artigo de opinião do presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), publicado nesta última quarta-feira no Correio da Manhã, com o título de: “Justiça e Compromissos”.


      António Marçal, bom conhecedor, que é, dos meandros políticos e dos ditos equilíbrios, tão necessários para sobreviver entre o fulgor das promessas, das garantias e dos compromissos, e o pesado prato da realidade, onde as ações se medem e pesam em todas as suas dimensões, bem sabe Marçal que não são nada “uma bússola ética”, como lhe chama e deseja.


      Os Oficiais de Justiça já viram de tudo na Assembleia da República e este tudo refere-se apenas àquilo que diz respeito à carreira.


      Escandalosamente, já todos vimos como uns propõem aquilo que depois, nos outros, votam contra. Os compromissos assumidos confortam, mas não se concretizam, porque se se concretizassem, os Oficiais de Justiça não estariam com o problema e os padecimentos que se arrastam há décadas.


      Não há quem assuma os compromissos e bem sabe Marçal como essa ausência de assunção é comum a tantos representantes para com os seus representados.


      Os compromissos não são só para ser assumidos quando expressos nos programas eleitorais ou quando expressos em reuniões, audições, assembleias, etc., há todo um mundo de documentos e de entidades que assumem compromissos, traçam linhas vermelhas e, tantas vezes, até os representados são convidados a votar e decidir esses mesmos compromissos em vão, pois acabam incumpridos e mesmo atraiçoados com a assunção de outros diferentes compromissos, com outros atores do momento.


      Bem sabem os Oficiais de Justiça que o processo orçamental não é bem um labirinto, como diz Marçal, mas, antes, um lodaçal, pois não serve tal processo para se descobrir a melhor forma de sair do labirinto, mas a melhor forma de desprestigiar e enterrar os contendentes.


      Devem os Oficiais de Justiça esperar que seja feita justiça no Parlamento como alternativa ao Governo, aprovando as propostas que à carreira interessam? Não, não devem esperar nada!


      Começam hoje as sessões plenárias que apreciam o Orçamento de Estado para 2025, sendo a votação final na próxima sexta-feira.


      O mesmo citado artigo do presidente do SFJ, continua assim:


      «Investir na melhoria das condições dos trabalhadores não é apenas uma questão de justiça laboral; é uma aposta na eficiência do sistema judicial.


      Uma Justiça célere atrai investimento, promove confiança no Estado de direito e alavanca a economia.


      Assim, a decisão dos partidos neste campo transcende o imediato: é um gesto de visão estratégica. Ignorar as propostas seria abdicar de um futuro mais próspero e justo, onde as palavras dos programas e das audições se traduzam em ações concretas.


      Afinal, a política não é só gestão, é também compromisso. A República assim o exige.»


      Tem toda a razão Marçal, os detentores de cargos políticos e outros eleitos para fins diversos da política não servem apenas para a gestão da coisa, mas também para a assunção dos compromissos, porque a todos, aos uns e aos outros, a República assim o exige.


Expressoes-Mao.jpg


      Fonte: “CM no SFJ”.

Comentários

  1. https://eco.sapo.pt/2024/11/21/ministra-da-justica-designa-susana-videira-diretora-geral-da-politica-de-justica/

    A Ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, nomeou Susana Videira como Diretora-Geral da Política de Justiça, para um mandato de cinco anos, função que já desempenhou entre 2013 e 2018.
    Susana Videira sucede a Lídia Jacob, que liderava a DGPJ em regime de substituição. É licenciada, mestre e doutora em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, na área de Ciências Histórico-Jurídicas.

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  2. É bom.
    E enquadra-se na linha política da ministra, ainda ontem proclamada.
    Pode ser que não seja uma pescadinha de rabo na boca mas que tenha aprendido com os erros dos primeiros cinco anos e agora é que seja para valer...

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  3. E o que importa esta notícia aos oficiais de justiça? Colocar está publicação só vem demonstrar que andam por aqui muitos colaboradores, nomeadamente assessores da ministra da justiça, fazendo-de passar por oficiais de justiça. A publicação acima da nomeação da dita senhora revela isso mesmo, pois é propaganda do governo.

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  4. Gajo do Vinho22/11/24 09:11

    Bom dia.
    Hoje tenho muito Paciência.
    Shiraz, Tinto, Reserva de 2018.
    Assinado por Maria Helena Paciência, produzido e engarrafado na fazenda da família.
    E digo que tenho mais do que o costume porque, não vão acreditar, a garrafa é de litro e meio!!!

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  5. Gajo do Vinho22/11/24 09:14

    E perguntam muito bem:
    Então e os volts?
    14

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  6. Cidadão 722622/11/24 09:25

    Como devem saber, pelo menos os mais atentos, ontem fui a uma consulta de endocrinologia, para saber se não vou ficar sem poder clamar contra o governo, por causa dos 7 anos, 2 meses e 26 dias.
    A prova de que está tudo bem é que aqui estou de novo a recordar os mais desatentos, de que falta recuperar esse tempo.
    Ora, a páginas tantas da consulta, a médica perguntou-me se de vez em quando não me aumentavam os níveis de ansiedade, e se tomava alguma medicação para isso.
    Confirmei que sentia mas respondi negativamente no que toca à medicação.
    Ao que a doutora me retorquiu que também pode resultar arranjar uns truques para superar isso sem recurso a químicos.
    Foi quando eu lhe disse qual era o meu:
    Uns copinhos de Paciência, ela sorriu e assentiu com a cabeça.

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  7. Bom dia,

    Já por aqui escrevi muitas vezes que gostaria de saber quanto é que o SFJ paga, com o dinheiro dos seus associados, para promover os interesses da classe através dos artigos nos jornais.

    Agora que se discute o OE2025, ganha visibilidade a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) da Assembleia da República, faz um estudo técnico sobre o impacte orçamental das medidas - para se estabelecer uma relação de custo benefício.

    Pois bem, muito gostaria de saber se esse trabalho - relação custo benefício - foi feito relativamente ao dinheiro gasto nestas demandas que, a meu ver (é uma opinião pessoal) não promovem ou defendem quaisquer interesses mas apenas e só se servem a vaidades do protagonista dos artigos que se lança a escrever muito mais sobre tudo o que não devia e muito menos sobre o que se lhe exigia.

    Causa-me muita confusão como é que um líder distrital de um partido que a par daquele que suporta o governo é maioritário na AR e que pode fazer passar as propostas do BE e PCP com enorme facilidade, sente a necessidade de, por via indireta, através da comunicação social, endereçar supostos pedidos de viabilização e de reforço na opinião pública dessa necessidade, quando - como refere nos seus comunicados - está a fazer trabalho de "formiguinha".

    Tudo o que tem acontecido até hoje só atesta a manifesta incompetência, falta de poder de persuasão, incapacidade de negociação, de argumentação mas, pior que tudo, a falta de visão para a classe e o desconhecimento profundo das diferentes realidades sentidas por todo o Portugal.

    Ontem ouvi uma personagem ressuscitada do cemitério dos mortos políticos prontificar-se a um papel desprestigiante para o próprio, ora argumentando muito convincentemente que É PRECISO DEIXAR DE FINGIR QUE OS PROBLEMAS EXISTEM e que É PRECISO RESOLVER OS PROBLEAS DAS PESSOAS, mas da mesma forma que o dizia, esqueceu-se de referir que para isso era preciso subtrair a causa a raiz dos problemas e, muitos deles, radicaram nas políticas dos seu partido.

    Ignorar o que correu mal não é boa política para se poder fazer bem para o futuro, sobre o qual, aliás, a aludida pessoa questionou e muito bem QUAL O PROJETO PARA DAQUE A DEZ ANOS ? O QUE SE QUER QUE PAÍS SEJA?

    Eu, pessoalmente, quero um país mais justo, mais produtivo, por isso mais rico e que possa e saiba distribuir essa riqueza, e que deixe de ser o país dos amigos, dos chicos espertos, das regras ultrapassadas pela direita e pela esquerda como se não existissem, enfim um país com uma filosofia de responsabilidade tal qual existe nos países nórdicos, e por isso, muito gostaria que mudássemos de latitude e subíssemos um pouco mais nos trópicos, seria com certeza mais fértil, fecundo de pessoas e de ideias e com maior felicidade.


    Se as propostas do BE e do PCP não passarem só há dois responsáveis - o Chega e o PS - pois que a AD justificar-se-á com o acordo que tem com o SFJ e com a pré-negociação que está em curso (ainda em prazo, embora a menos de 40 dias do términus).

    O SOJ é para esquecer, serviu apenas para catapultar o seu líder para outras andanças - todavia aconteceu sem o virtuosismo e argumentos da Becky Sharp, protagonista da "Feira das Vaidades".

    Digo-o porque na ânsia de defender tudo o mais alguma coisa perdeu o foco - a valorização e requalificação dos serviços - deixou-se enredar por outras filosofias para uma maior abrangência da base de sustentação (captar mais associados) e com isso diluiu o seu valor ( tal como o derrame do melhor néctar no pior vinagre).

    O SFJ, composto de muita gente boa, mas muito ingénua, ou talvez não, uma vez que a atual situação os conforta e lhes é cómoda, deixou-se levar por uma liderança ganha quase como que por sucessão dinástica, mais se assemelhando a um rei que a um presidente, sem sequer se terem apercebido que as sucessivas "tempestades" dizimaram a maioria dos seus "súbditos" e os que restam estão exauridos e mais preocupados com o manjar do dia do que c

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  8. Eu também tomo uns copos de vinho paciência e estou de baixa.

    Trabalhem escravos a preço de saldo.

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  9. SOJ não desarmes contra os papo secos acordados de véspera

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  10. Partidos politicos e sindicatos são máfias ao serviço de alguém.


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  11. (cont.)

    Faltou-me dizer que tudo o que escrevi é balelas pois que o nosso futuro há muito está decidido por quem tem poder de decisão nas famosas reuniões de amigos. muitas delas secretas, onde a roleta da sorte gira e para sempre nos mesmos afortunados de sempre.

    Tudo o mais que se discute na opinião pública e acima de tudo publicada é apenas para nos entreterem, para gerirem as nossas espectativas.

    São mentes perversas as que decidem do nosso futuro, pois que, percebendo-nos perfeitamente, sabendo como funciona a nossa psique, manobram-nos como autênticas marionetas, sem que tenhamos a consciência disso, sabem onde "tocar" para nos fazer mexer, num ou noutro sentido e até para estarmos quietos.

    Os interesses corporativos e classistas imperam a par daqueles outros económicos, são como parentes próximos, e uns servem os outros (é ver a questão dos médicos e todo o negócio envolto na saúde, desde medicamentos, tratamentos, diagnósticos complementares, e muito muito mais)
    Na justiça a proliferação dos grandes escritórios, nas assessorias dos grandes negócios do e com o Estado, nomeadamente das parcerias público/privadas, e tudo o mais, convive com o esquecimento dos problemas menores, no sentido de que aflige o cidadão comum, mais desfavorecido, a quem é destinada a "justiça dos pobres", feita de forma mais tabelar e menos elaborada porque o crivo da sua justeza está furado e tudo deixa passar.

    Caminhamos para a falência das instituições e uma delas é os Tribunais que desde há muito estão num processo de revitalização anunciado que mais parece um processo de liquidação final.

    Há tribunais que num certo sentido me fazem lembrar os campos de concentração da II Guerra mundial, com pessoas exploradas até à exaustão a quem se lhe retira tudo, até a porosidade da pele, o couro cabeludo ou o osso mais rijo, levando-as a fazer o mesmo aos seus pares, até ao extermínio total, até já todos terem perecido com o decurso do tempo (falo da aposentação).

    Hoje, sexta-feira, parece que há uma reunião do SMMP, e adivinho que o "burnout" será uma das principais questões a abordar, vou esperar para ver o que é reservado aos oficiais de justiça que os coadjuvam - se é dita alguma palavra.

    Esperemos para ver - sabendo o que vai dali sair ... se calhar protocolos com um clube de golfe como havia na CGD até lá chegar o Dr, Paulo Macedo (reclamar pessoas mais qualificadas para os coadjuvar também seria útil, digo eu ...).

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  12. Não diga isso - pois todos sabemos que para melhor compreender o presente e decidir o futuro é preciso perceber o passado.

    Como assim é, ao menos sabemos que tudo o que se decidir vai assentar na exegese do que de bom foi feito no passado ... resta saber qual a parte do bom que ao caso interessa, se o que sobreveio para determinadas classes como os Magistrados, ou outras entretanto criadas com o alargamento dos Julgados de Paz, da Mediação, da Arbitragem voluntária, etc.

    Certo é que para a nossa banda nicles ..

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  13. São aquilo que muitos classificam das externalidades negativas - só toleráveis se estiverem no prato mais elevado (ou leve) da balança.
    Mas hoje em dia os pratos tendem a equilibrar-se e basta uma ligeira oscilação para tudo mudar, dando lugar a populismos a que se enverede por extremismos e radicalismos que, esses sim, nos hão de levar à ruina total.

    Por isso é preciso lutar pela mudança e não nos resignarmos e baixarmos os braços.

    No caso dos sindicatos é preciso mudar as suas cabeças - como fazê-lo cabe aos respetivos associados - mas com decisões como a recente de adiamento do sufrágio, aliás pouco democráticas, e sem que colha a justificação dada, de que estão em negociação (já estamos nisto há mais de 20 anos) e não estamos em tempo de guerra - pois que uma parte até diz que obteve a pacificação e a outra assinou um acordo (dito por alguns de acordo dos... dos papos secos).

    Precisamos de mudança nas lideranças dos sindicatos ou, não a havendo, mudança de mentalidades, outra dinâmica e postura - que não seja só assemelhada à de senador, mas se calhar mais à de lobista ... digo eu !

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  14. Sobretudo como nos convencerem a ficar quietinhos.

    Também era o meu sonho, mas para produzir efeitos era necessário começar pelos professores - não, não é a recuperação do tempo de serviço outra vez - era mesmo educar para criar o gosto de pagar impostos em vez da saloiice de lhes fugir.

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  15. O 25 de abril, foi muito importante para o país, tendo, pecado em dois aspetos:
    - Interior do país (desertificação);
    - Justiça.

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  16. Pode contar com a minha cota.

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  17. A proposta do novo estatuto está publicada no site do ministério..

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  18. Taditos!
    Armados ou desarmados, está visto que ninguém lhes liga nenhuma.
    Estudassem!

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  19. A colega e o Fazenda davam uns belíssimos líderes sindicais.

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  20. Só falta o Marçal comprar uma nova caneta para entrar em vigor.

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  21. Está publicada onde ?

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  22. Em:
    https://www.portugal.gov.pt/pt/gc23/comunicacao/noticia?i=governo-propoe-aumentos-para-oficiais-de-justica#2

    Ups !!!

    Trata-se da de outubro/novembro de 2023, de há um anos atrás, que será replicada com um ou outro "pontelho" à Miguel Cadilhe ...

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  23. Sim, o tubo exterior feito dos ossos enrijecidos dos oficiais de justiça e o tubinho interior, com a tinta das lágrimas e suor da labuta diária ...

    Mas será muito sentida a assinatura pois que tal figura transporta tal instrumento no bolso da sua camisa e do lado do coração ...

    Enfim ... brincadeiras à parte, o Carlos Almeida, por sua vez assinará cum um pincel feito com a pelugem mais eriçada da sua barba (do cabelo está como eu já tem pouco e precisa desse pouco que tem para "chapelar" das poucas ideias que dali saiem).

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  24. Agora a sério - vá a "https://justica.gov.pt/Noticias" e verá que não há novidades nenhumas.

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  25. SOJ

    vai mais um, contra a prepotência.

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  26. Continuem a pagar quotas para bailinhos.

    E tudo na mesma.

    30 anos ou mais de mais do mesmo?

    e como dito ontem pagos quase a ordenado minimo, quando comparado a entrada naquele tempo.

    força escravos

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  27. Não sei se teriam perfil.

    Mas uma coisa é certa, sob o anonimato, de forma cordial (no sentido de que não ultrapassa os limites) usam do verbo, de todo o seu poder, para fazer borbulhar, efervescer , recrudescer e até animar algumas carcaças que, por desilusão ou comodismo, se deixaram arrastar pela quietude dos tempos e do vagar na resolução dos problemas como se isso fosse normal e tivéssemos possibilidade de viver mais que uma vez.

    O tempo é voraz e devora a nossa vitalidade a cada momento que passa, por isso acicatar ou instar a que mexam os seus "largos cus" - falo dos lideres sindicais - e se sirvam a sacrificá-los por nós, mesmo digerindo mal algumas palavras que recebam da tutela, sempre estaremos cá para lhes tratar das virtuosas "feridas" deixadas e cuidaremos de os alimentar, pelo menos de espírito e em palavras amigas, enquanto o não poderem fazer pela sua própria mão!

    Quero com isto dizer que é preciso "bulir" pois só as moscas param de esvoaçar e fazem-no quando estão na m.rd...

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  28. Por acaso até seria importante falar para que lugares foi "catapultado" o dirigente do SOJ. Seria interessante algo mais concreto, pois eu só contrário dos demais, gosto de pronunciar-me sobre coisas concretas. Por acaso conheço o líder do SOJ, pois trabalhei só seu lado e sei o esforço que fez para levar avante o Sindicato.

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  29. Também não é bem assim - pois dentro dos escravos, temos várias categorias, os escravos sexuais, os escravos por dívida, escravos por nascença (eram escravos por ser filhos de outros escravos), escravos por livre vontade (por vocação), etc.

    Eu preferia aqueles escravos do tempo dos romanos que participavam em orgias brutais.

    Hoje há uma tendência para sermos todos voluntariamente escravos (por vocação) e até gostamos de servir determinadas elites mesmo que não nos convidem para as suas orgias.

    Enfim a burrice não tem limite ... e nós deixamo-nos todos "emburrecer" com o passar do tempo e depois da albarda acamada no lombo até nos sentiríamos mal se nos a retirassem.

    Somos um povinho de vergonha ...!

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  30. Líderes sindicais tipo IA.
    As pessoas ficam cegas quando os olhos veem e dão lugar ao preconceito estigmatizante.

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  31. Foi catapultado para um cargo onde não trabalha numa secretaria há mais de uma década...chega? Que tipo de representantes temos e que credibilidade é que têm se não sabem verdadeiramente do que falam pois não trabalham em processos, nao aguentam chefias e colegas, não picam o ponto...veja o exemplo dos sindicatos das magistraturas e pergunte porque é que só lá estão um mandato? Porque o sindicalismo nao deve ser visto como uma carreira. E a credibilidade não se apregoa, demonstra-se.

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  32. Gostaria de por aqui recordar a 'chapa 30' dada aos O.J. e a 'chapa 300' dada a muitas....muitas outras carreiras.

    A mais recente podem ler na notícia de hoje:

    "Conselho de Ministros aprova aumento salarial de 300 euros para enfermeiros até 2027
    De acordo com os ministros, fica assegurado um aumento “imediato” de, pelo menos, 150 euros com efeitos retroativos a 1 de novembro.(....)"

    https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/conselho-de-ministros-aprova-aumento-salarial-de-300-euros-para-enfermeiros-ate-2027/

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  33. Este Governo tem sido espectacular para todas as carreiras, menos para a nossa.

    Que acabem com ela de uma vez e passemos todos a assistentes técnicos!
    Rapidamente.

    Está mais que visto que a nós não nos vão dar mais nada, para além dos papo secos.

    E está mais que visto que vamos todos ficar no grau ll, o que para muitos é bem feito para perderem a mania!!

    Só não vê quem não quer!
    E há quem já saiba perfeitamente e não tenha coragem de o dizer/divulgar!!

    Vocês sabem a quem me estou a referir ...

    Para bom entendedor, meia palavra basta ...




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  34. E é só o carlos almeida ou o marçal é diferente? Andam por aqui uns aficionados do SFJ que só olham para os outros sem cuidarem de olhar para a própria casa. Tenham vergonha.

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  35. O TONE é caso de estudo. Anda há quase 3 décadas no sindicato sem saber o que é trabalhar numa secretaria mas pensa que é o pensador da classe. Tem sido o coveiro da classe mas aparece sempre com expediente para distrair os oficiais de justiça e o pessoal acredita. O trump já lhe pediu o certificado de habilitações de licenciatura mas como só se inscreveu sem finalizar o curso, não tem a honestidade de dizer que não é licenciado. Como a ambição é desmedida, vale tudo. Vergonha.

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  36. Ah ah ah!
    Agora a disputa é qual dos dirigentes sindicais sabe mais de processado?
    Que totós! 😅
    E que tal o critério ser os resultados alcançados em beneficio da carreira ?
    Garanto que é mais fácil:
    um pouco, o outro nada.🤷

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