Tudo sobre o Movimento Extraordinário NOV2024

      Depois da lista de graduação dos candidatos, de acordo com as classificações obtidas na prova e as idades, acaba a DGAJ de anunciar o lançamento de um Movimento Extraordinário, cujo aviso de abertura deverá ser publicado já amanhã em Diário da República.


      A confirmar-se a publicação do aviso nessa data, os candidatos poderão apresentar os seus requerimentos para ingresso nos dez dias úteis subsequentes (e não no próprio dia da publicação).


      Assim, o prazo para apresentação dos requerimentos decorrerá até ao dia 29NOV.


      O aviso de abertura do Movimento Extraordinário virá acompanhado de um despacho conformador da movimentação.


      Dentro do prazo dos 10 dias, cada candidato dirige-se a um tribunal qualquer no país, independentemente da sua residência, e solicita acesso a um computador para apresentar a sua candidatura.


      Apesar da prova ter sido feita em casa, apesar da candidatura ao concurso também, o requerimento para colocação tem de ser feito num tribunal.


      A apresentação dos requerimentos para colocação na plataforma, começa pela indicação da área em que prefere ser colocado: na área Judicial, como Escrivão Auxiliar, ou na área do Ministério Público, como Técnico de Justiça Auxiliar, ou em ambas.


      Não tendo nenhuma preferência exclusiva e querendo apenas ser colocado – sendo certo que, mais tarde (que pode demorar anos) pode transitar para a outra área – apresenta então dois requerimentos, um para cada área (um para cada categoria).


      De todos modos, tem de indicar qual a área da sua preferência e qual a área alternativa, isto é, qual a categoria que indica para ser verificada em primeiro lugar e qual a que fica em segundo lugar. Simplificando, apresenta duas listas, a que classifica como primeira e, esgotada esta, a que classificou como segunda.


      Em cada uma delas poderá colocar precisamente as mesmas localidades, porque é isso que vai colocar: localidades onde existem serviços judiciais e do Ministério Público. Embora os serviços judiciais estejam em todas as localidades, para algumas localidades não poderão ser escolhidos os serviços do Ministério Público, por os lugares nessas localidades não disporem da categoria de Técnico de Justiça Auxiliar, mas apenas de Técnico de Justiça Adjunto, categoria à qual não se podem candidatar.


      Em cada lista de preferências (uma para Escrivão Auxiliar e outra para Técnico de Justiça Auxiliar) cada candidato coloca as suas preferências que correspondem às localidades onde gostaria de ser colocado, em primeiro lugar, e depois àqueles onde não se importa de ser colocado. Começa por indicar as localidades que a DGAJ deverá ver em primeiro lugar e vai construindo uma lista descendente de interesses, isto é, da que mais lhe interessa até à que menos lhe interessa. Obviamente que não insere as que não lhe interessam mesmo nada.


      Por exemplo: um candidato que resida no Porto poderá colocar nas suas listas, em primeiro lugar o Porto, em segundo lugar Gondomar, em terceiro lugar Vila Nova de Gaia e  depois outras localidades perto do Porto até que deixa mais para o fim da lista as localidades mais distantes, por exemplo: Aveiro, Coimbra… e mesmo lá para o fim, poderá colocar aquelas onde sabe que vai ter de se mudar para viver lá, por exemplo, o candidato do Porto, colocaria no final da lista Vila Real de Santo António, etc., caso as queira mesmo colocar.


      A lista de cada categoria pode ser mais curta ou mais longa, cada um fará a sua como bem entender.


      A plataforma conhece todas as localidades onde existem serviços judiciais e do Ministério Público, embora não as exiba previamente, mas quando o candidato começar a escrever o nome surgirão todas as sugestões de localidades.


      Por exemplo: quando começar a escrever “Vila Nova…” irão surgir muitas localidades com essa designação para escolha e, em alguns centros urbanos quando escreve o nome surgirão ainda outras opções de tribunais.


      Por exemplo: quando escrever Porto, para além da cidade do Porto e de Porto Santo na Madeira… Surgirão ainda outras possibilidades de selecionar “Porto-Judicial” e “Porto-TAF”, entre outras, pelo que na lista a construir também poderá optar pelos tribunais judiciais e, ou, pelos tribunais administrativos e fiscais, entre outros mais específicos que existam em cada localidade e que a plataforma indicará. No caso do nosso exemplo do Porto surgirão ainda mais opções, para além dessas duas, pelo que o candidato residente no Porto poderá colocar nos primeiros lugares várias opções do Porto, o que já não ocorre, por exemplo, em Porto Santo, porque só há um único tribunal.


      As colocações que admite e quer cada candidato serão observadas pela ordem das preferências indicadas e pelo lugar que ocupa na lista de ordenação final. A DGAJ, depois de apreciar os requerimentos dos Oficiais de Justiça já em funções, dos candidatos aprovados no anterior concurso, segue para o primeiro da lista do atual concurso e vê as suas indicações pela ordem que indicou. Caso esgote as suas opções, passa para o candidato seguinte e verifica as suas preferências e assim sucessivamente, colocando, e não colocando, aqueles cujas preferências indicadas têm, ou não têm, vaga nessas localidades.


      Assim, é possível que candidatos com melhor classificação não sejam colocados, porque apresentaram opções de colocação mais restritas, enquanto que outros com classificação mais baixa acabem colocados, porque apresentaram uma lista mais alargada com as suas opções.


      Há ainda outra possibilidade que é esgotarem-se todos os requerimentos dos candidatos, haver candidatos que ficaram por colocar e haver ainda vagas para preencher. Neste caso, a DGAJ tem de preencher essas vagas que ninguém quis e para isso poderá fazê-lo pela ordem inversa, isto é, vai começar pelos não colocados, mas pelo fundo da lista de graduação, pelas classificações mais baixas. Os últimos passam a ser os primeiros e a DGAJ indicará, sem escolha do candidato, uma localidade e será para pegar ou largar, sem mais. São as denominadas “colocações oficiosas”, previstas no Estatuto EFJ no artigo 46º. Caso o candidato não aceite a colocação indicada é afastado do concurso, do atual e dos próximos que possa haver.


      Como escolher as localidades (os núcleos judiciais das comarcas e os demais tribunais)?


      Cada candidato terá de consultar, por exemplo, a lista de localidades por comarca, podendo ver no portal Citius: “Aqui” e também por “Aqui”, bem como ver ainda os Tribunais Administrativos e Fiscais “Aqui”.


      Não há computadores a sobrar nos tribunais, pelo que para os candidatos possam apresentar a(s) sua(s) lista(s) de opção(ões), não será de espantar que alguém se levante e lhe ceda o seu computador, ficando à espera que se despache. Por isso, os candidatos deverão levar já uma listagem das localidades que pretendem, ordenadas de acordo com a suas preferências, usando o posto de trabalho de alguém apenas para a inserção e não para a reflexão, consulta de transportes públicos, mapas, etc., porque esse trabalho já deve ir feito de casa.


      Os candidatos não se devem preocupar minimamente com qualquer tipo de indicação de vagas, colocando as localidades da sua preferência, quer haja ou não vagas anunciadas, uma vez que, mesmo que não haja, estas poderão surgir advindas da dinâmica do Movimento; são as denominadas “vagas emergentes”.


      Como se disse, os primeiros requerimentos a apreciar são os dos Oficiais de Justiça já colocados que querem mudar. Ora, como estes já têm um lugar, se mudarem, ocupam o lugar de destino, mas desocupam o lugar de origem. Como ninguém sabe quem se quer mudar, nem para onde e se o vão fazer já neste Movimento, há muitas vagas desconhecidas, pelo que qualquer indicação de vagas não significa que só esses lugares possam estar disponíveis.


      As listas apresentadas serão verificadas, linha a linha, se numa das linhas não houver vaga, passa para a linha seguinte até haver ou até esgotar a lista.


      Os candidatos deverão verificar também o modo de aceder à plataforma própria de apresentação dos requerimentos, acedendo com o número mecanográfico que a DGAJ lhes indicou (5 algarismos), com a senha geral inicial que se indica para o primeiro acesso e criação de uma nova senha imediatamente.


      Tanto o número mecanográfico como a senha que criar, não servirão apenas para este ato, mas servirão para o futuro, para todos os futuros movimentos, pelo que devem guardar a combinação.


      Aceda por “Aqui” às instruções da plataforma dos requerimentos dos Movimentos.


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      Para a escolha de localidades mais distantes da residência do candidato, devem estes saber que existe a possibilidade de deterem um título de transporte gratuito para fazerem a deslocação entre a residência e o seu local de trabalho, desde que a distância em transporte público regular não demore mais de 90 minutos, conforme prevê o atual Estatuto em vigor.


      Essa vantagem é interessante para quem não quer deixar o seu atual domicílio e está disposto a alargar as suas hipóteses de colocação, sabendo que não vai ter essa despesa com a deslocação em transportes públicos, mas também interessa a quem vai ser colocado em centros urbanos com rendas mais caras, podendo tentar os arredores, até aos 90 minutos de distância (independentemente dos quilómetros).


      Esse benefício (passe mensal pago em qualquer tipo de transporte público regular; não expresso) constitui uma vantagem estratégica para as colocações, mas também uma vantagem económica no parco vencimento.


      Quanto ao vencimento, o valor de ingresso é de 915,47 + 56,58 da atualização a ocorrer em janeiro de 2025 + 123,18 de suplemento SRP + 6,00 diários (dias úteis) de subsídio de alimentação (variável de mês para mês, mas que rondará, sem faltas, os 130,00).


      Todos os valores indicados, com exceção do subsídio de alimentação, são brutos, isto é, estão sujeitos às deduções das contribuições e dos impostos legais (SS, ADSE, IRS).


      Findo o período de provisoriedade – normalmente de um ano – considerado o ingressante apto para o desempenho de funções, então passará a auferir um vencimento com mais duzentos e tal euros.


      Pode aceder “Aqui” à tabela atualmente em vigor, até ao final do ano 2024.


      Por fim, também nos têm questionado sobre as funções dos Escrivães Auxiliares e dos Técnicos de Justiça Auxiliares. As atribuições e tarefas desempenhadas pelos Oficiais de Justiça destas categorias são muitas e todas, embora variem de juízo para juízo e de secção para secção. Se alguém for colocado numa secção de Serviço Externo fará as diligências de serviço externo e não fará audiências de julgamento, como o colocado numa secção de processos judiciais já poderá não fazer serviço externo.


      As funções e tarefas diárias são muito variáveis de acordo com a colocação. Em termos gerais as funções estão descritas nas alíneas g) e l) do Mapa I anexo ao Estatuto EFJ, o Decreto-Lei n.º 343/99, de 26 de agosto, e consta assim:


      “g) Compete ao escrivão auxiliar: Efetuar o serviço externo; Preparar a expedição de correspondência e proceder à respetiva entrega e recebimento; Prestar a necessária assistência aos magistrados; Desempenhar as demais funções conferidas por lei ou por determinação superior.”


      “l) Compete ao técnico de justiça auxiliar: Desempenhar, no âmbito do inquérito, as funções que competem aos órgãos de polícia criminal; Efetuar o serviço externo; Preparar a expedição de correspondência e proceder à respetiva entrega e recebimento; Prestar a necessária assistência aos magistrados; Desempenhar as demais funções conferidas por lei ou por determinação superior.”


      Reparem que ambas as alíneas determinam, no final, o seguinte: “Desempenhar as demais funções conferidas por lei ou por determinação superior.” E isto serve para quase tudo.


      Quanto à publicação da lista provisória das colocações e movimentações, esta deverá ocorrer na primeira ou segunda semana de dezembro, seguindo-se o período de dez dias úteis de pronúncia a publicação em Diário da República da lista final. As colocações deverão ocorrer nos primeiros dias de janeiro de 2025.


      E para acabar, referir que esta informação aqui prestada neste artigo é feita no âmbito das previsões legais do atual Estatuto, podendo tudo isto vir a mudar no próximo ano, a acreditar que se concretiza a revisão do Estatuto no primeiro semestre de 2025. Até lá, o que existe é isto e ainda não se sabe mais nada, apenas se especula, com base em boatos, desejos, reivindicações, ambições, projetos antigos que não vingaram ou propostas apresentadas. Nada de concreto. Falta a apresentação da proposta do Governo, os 30 dias para audição pública e as subsequentes reuniões negociais formais.


      Ainda tem dúvidas? Pergunte para o nosso endereço de e-mail geral: OJ@sapo.pt


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      Fonte: “DGAJ”.

Comentários

  1. E então onde está a famosa ação ridícula do SOJ....serve para limpar o c.... Ainda bem que não me cheguei a sindicalizar...aleluia...

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  2. Algo vai muito mal quando uma administração faz gato sapato dos funcionários colocando os a seu belo prazer onde lhes aprouver não respeitando transportes, filhos, doenças, nem postos, perante a indiferença do SFJ, que não atende telefones nem está disponível para os sócios e isto desde 2014. E não se perspectiva nada de bom com o novo estatuto.

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  3. E isso mesmo colega esqueceu se de falar dos lugares que nunca vao a concurso e que são preenchidos interinamente. Atenção aos lugares de chefia!

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  4. Apoiado. Chama se a atenção do Soj para o que se está a passar. Convidam se todos os sócios do SFJ a bater com a porta.

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  5. E promoções???

    Tudo à espera do novo estatuto que nem pensa em promoções...

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  6. Existe aqui muita gentinha que defende que a PSP, gnr, guardas prisionais devem receber mais que os oficiais de justiça.

    A questão que se coloca então porque durante séculos o oficial de justiça recebia quase o dobro de um polícia?

    No entendimento de muitos não fazemos nada , então o porque de algumas funções que perdemos ou repartimos nos últimos 20 anos , são atualmente feitas por notários, solicitadores, advogados, conservadores, inspetores das finanças, segurança social

    Ou seja são todos juristas altamente qualificados...

    E recebem bem mais que qualquer polícia

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  7. Convém relembrar os que não gostam de ler nem estudar o Oficial de justiça surgiu antes da polícia, aliás acumulava as funções repressivas com a de oficial de justiça...

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  8. Os atuais oficiais de justiça são a vergonha desta profissão.

    Pela falta de união e de consciência do cargo que ocupam.

    Nos últimos 20 anos perderam e deixaram repartir funções que durante séculos eram da sua competência.

    Atualmente até os notarios podem efetuar despejos.

    O que dira o oficial de justiça que na altura da fundação da monarquia era denominado de meirinho, e cumpria as leis emanadas pelo reino, ia com o seu cavalo bastão e pistola, cumprir as diligências.

    O que pensara esses heróis dos atuais oficiais de justiça...



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  9. Ah ah!
    Sonha sonha!

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  10. Infelizmente a profissão de oficial de justiça têm vindo a perder importância ao contrário das outras que refere.
    No virar do século a profissão deveria ter sido alterada, mas a falta de visão na altura do SFJ e da DGAJ e a manutenção do status quo por parte dos oficiais de justiça impediu qualquer mudança.
    Mesmo agora existe uma parte grande de oficiais de justiça que não quer saber da profissão para nada preocupam-se com a sua situação pessoal e nada mais. Basta ler o que diariamente é aqui escrito neste blog.
    Analisando o que aí vem e face à pouca importância actual da profissão diria que
    as profissões que refere têm obrigatoriamente de ser mais bem remuneradas pois são mais necessárias.

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  11. Não é sonho, já está a acontecer!

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  12. Função repressiva!!!??
    Meu caro, essa ordinarisse foi antes de 1974 e não orgulha ninguém à exceção de uma mão cheia de cheganos.

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  13. Sim, na verdade era o verdadeiro executor e dispunha ou podia dispor dos recursos necessários para levar a cabo essa tarefa, daí ter privilégios e prorrogativas especiais.

    Mas o Oficial de Justiça dos nossos dias tornou-se num técnico superior de notificações e de redator de atas e pouco mais.

    Deixou fugir tudo: execuções para os solicitadores e para a AT, divórcios e respetivos processos conexos para as conservatórias, inventários, etc.

    Por isso, aquilo que por cá (em Portuga) era da nossa competência, deixou de ser em parte, e diferentemente de outros países, há competências agora dispersas pela AT, Conservatórias, Notários, OPCs (ASAE, PSP e GNR, etc.).

    De tal sorte que assim é que a consequência lógica na revisão estatutária é a divisão em duas carreiras distintas:

    - uma que pode ser assegurada por pessoas com qualificação básica (com baixos salários);
    - uma outra a ser assegurada por pessoas com qualificação diferenciada pois serão diferenciadas as tarefas da sua responsabilidade, também esta de maior amplitude.

    Mas em qualquer dos casos tratar-se-á de uma desqualificação generalizada!

    PS: como venho referindo por aqui e foi confirmado pelas palavras da senhora MJ, o acordo com o SFJ era a de encetar a negociação e discussão prévia à conclusão do projeto de revisão e, como também já referi, é agora certo que tal só acontecerá no próximo ano, com a publicação do documento atirado para as calendas ...e a sua definição em termos definitivos para data próxima das eleições autárquicas.

    Ora, quem avisa amigo é, e eu vou deixar aqui um aviso aos mais desatentos (falo dos sindicatos).

    SE O PROJETO NÃO FOR PUBLICADO ATÉ DEZEMBRO, mesmo que venham dizer que se chegou a um qualquer acordo, ENTÃO O MELHOR É FORÇAR A NEGOCIAÇÃO NO SEGUNDO TRIMESTRE COM A AMEAÇA DE GREVE OU BOICOTE NAS VÉSTERAS DAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS.

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  14. EU DIGO-LHE O QUE PENSA:

    "Estes oficiais de justiça parecem ter saído do traseiro do cavalo que me carrega ..."

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  15. Cidadão 722614/11/24 09:35

    Olá.
    Sou um Cidadão 7226.
    Autómato androidizado da Série original Oficial de Justiça 7226.
    Bem vindos à Era dos Direitos da Inteligência Artificial.

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  16. Se os problemas desse sindicato fossem só esse tipo de ações inúteis, estaria tudo bem.

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  17. Concordo com muito do que diz, com o devido respeito discordo da última parte, a profissão continua a ser importante contudo arrisca-se ficar sem nada..

    Contudo internacionalmente não tem sido esse o caminho.
    Pois esquecem dos interesses individuais instalados...

    Quantos agentes de execução prevaricaram??

    Muitos.alguns foram presos outros suspensos e os exequente dos executados extremamente prejudicados...

    Um estado de direito tem que garantir a imparcialidade das partes...

    Acha bem agentes de execução andarem a simular penhoras em conluio com mandatários?

    Isso ao menos com os oficiais de justiça não seria possível..

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  18. A ação não tem efeito suspensivo!
    Acorde!

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  19. Cidadão 722614/11/24 09:45

    Há o feedback, e o fight back.
    Atenta a forma como temos sido tratados, principalmente a partir da troika, ainda que não só, unicamente a carneirada que não tem vida própria quererá saber da porcaria da profissão para alguma coisa, continuando a trabalhar fora de horas e a constranger os subordinados.
    Paguem o que devem, devolvam o que congelaram.
    Depois, talvez, talvez, possamos conversar.

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  20. Então se diz que esta a acontecer, e deve ter dados para isso, deixe acontecer naturalmente e não façam Brain Washing para ultrapassar a ineficácia, que só vos fica mal.
    Deixem as pessoas decidir livremente de acordo com as ações e resultados que lhes conseguem apresentar.

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  21. Bem vindo e não tarda serás também substituído.

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  22. Sr Bloguer este movimento é só para auxiliares? ou é geral?

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  23. No caso das execuções nas finanças até que ponto o suplemento FET não torna a situação do devedor ainda mais frágil...agora vê se na altura do natal e perto do verão uma avalanche de execuções.... Para os srr das finanças engrossarem o dito fundo para receberem mais atualmente o dito fundo é de milhões..se isto não mete em causa um estado de direito então eu não sei o que meterá...

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  24. Meu caro, ser herói não é andar de bastão e pistola, é aturar-vos com essas ideias repressivas e deprimentes!
    Realmente isto está mesmo a precisar de uma reforma profunda, espero que esta vaga de licenciados seja uma lufada de ar fresco e ponha esta classe a pensar!

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  25. Pois é tá tudo muito bonito tirar tudo dos tribunais contudo no meio dessas jogatanas quem garante os direitos dos cidadãos?


    Quantos agentes se execução fugiram para o brasil? Quantos prevaricaram?
    Quantos tem conluios com os mandatários?

    Se isto não mete em causa o estado de direito então eu não o k meterá..

    Os magistrados ainda não entenderam que está repartição de funções que cabia apenas aos tribunais é muito perigosa e de uma forma camuflada está a por em causa a soberania e independência dos tribunais....

    Contudo os mesmos vivem por enquanto felizes com as suas regalias...

    Até ao dia..

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  26. Para o comentário das 9:44 pois não tem então perdeu o efeito útil...como já suspeitava, pois depois deste candidatos serem todos colocados nenhum juiz vai decidir favoravelmente...alegando a utilidade pública...

    Bem dizia o outro aqui nos tribunais é só citotes...

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  27. Os citotes continuam a querer tudo.. até querem meter o nariz nos movimentos dos mais novinhos...dos desgraçados que nada têm...

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  28. Meter o nariz em que sentido?

    Fale português

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  29. Mais uma vez

    Ficam aqui os meus parabéns a todos os que ao longo de anos aceitam desempenhar funções sem concurso.

    E igualmente parabéns a todos que aceitam acumular funções em diversos juízos e por ai fora.

    Parabéns porque assim têm ajudado a tutela.

    Parabéns porque assim também têm deitado abaixo o normal funcionamento dos movimentos.

    Muitos parabéns.

    E que a vida dos retribua em dobro, por serem os coveiros desta carreira, com a conivência dos sindicatos.


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  30. Temos de aguardar pelo despacho da Sra. Diretora-geral para conhecer as condições do Movimento. Em princípio amanhã.

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  31. Pois Chico esperto tu com a tua antiguidade queres roubar o lugar aos mais novinhos pois sabes que serás colocado onde queres..
    Isso é meter o nariz...

    Seu citote

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  32. Comentário 09:45

    Mas as pessoas estão a decidir livremente, ou será que alguém foi obrigado a transitar do SFJ para o SOJ?!!

    Seja humilde e intelectualmente honesta, faça o seu trabalho em prol dos OJ pois aquilo que fez o SFJ não se faz, e você bem o sabe!

    Não há aqui nenhum brain washing, mas sim a consciencialização de que o processo negocial levado a cabo por uma força sindical foi e é imensamente prejudicial aos interesses dos OJ.

    Atenção aos próximos passos, pois a debandada só vai aumentyar de ritmo!

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  33. Outravez isto?? Cala-te para aí...
    Vai trabalhar, se tivesses trabalho não andava aqui a toda a hora a dizer o mesmo.

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  34. Enfim, tudo com medo dos 570 licenciados lhes fazerem sombra.
    É a vida, estudassem.

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  35. Do cavalo do Meirinho?!!!

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  36. Ai, ai. Há.
    A minha esposa, que deu entrada no outro dia no Sobral Cid, lembram-se, levou uma lavagem de 24 anos.

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  37. Venha o cidadão 7227!

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  38. Para o Anonimo das 11:06...
    Ninguém está com medo de licenciados... aliás se for candidato bem vindo ao inferno... será espezinhado por magistrados, como se você fosse desprovido de direitos laborais....

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  39. Será que é assim tão difícil perceber a imagem negativa da carreira que esta troca de comentários miseráveis é obscenos transmite?
    Totalmente incompreensível esta autoflagelacao, por muita razão de queixa que possa existir e que de facto existe.
    Impossível isto não se vir a refletir no comportamento dos novos OJs que estão para chegar, já que o respeito e consideração pelos mais antigos estará na rua da amargura, perante a falta de civismo e inteligencia que estes demonstram.
    Querem ser respeitados, deem-de ao respeito, e não façam estas figuras tristes!
    Mas infelizmente acho que já noa vão a tempo.

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  40. Muito bem!

    Quem se apropria de algo alheio, de algo que não lhe pertence ...

    O povinho, na sua linguagem simples, chama-o de "roubo"!

    E mais não digo, pois está bem explicito!

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  41. Essa azia está a ficar crónica.

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  42. Dêem-lhe rapidamente um lugar de substituição para ver se o homem se cala!!!


    Que ressabiado do caraças, que chato!

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  43. Fernando Lopes14/11/24 12:21

    Por acaso, a tabela de remunerações que indicam não é a que está atualmente em vigor; pelo menos parcialmente, já que, enquanto a parte do vencimento está bem, o suplemento, não. Com efeito, para estar integralmente em vigor até ao final de 2024, o dito suplemento deveria corresponder a 13,.5 % (10% é o ali indicado). Os potenciais novos oficiais de justiça veem-se, assim, "enganados" quanto a uma visão global, já que vai escrito no corpo de texto um valor de suplemento de 123 euros e picos (atualizado) que se mostra superior ao de um oficial de justiça já com vínculo definitivo naquela tabela (desatualizada nessa e outra partes). Com efeito, por força da decisão do TACL, a diferenciação de remuneração na tabela entre "provisórios" e "definitivos" é incorreta, porque arredada.
    Fernando Castro Lopes

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  44. Fernando Lopes14/11/24 12:24

    Podem retirar, por favor, o meu comentário, porque foi mal aquilatado. Escuso-me.
    Obrigado.

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  45. E os novos auxiliares a fazerem as diligências com as suas TOGAS ...

    Que luxo ...

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  46. Medo dos licenciados?

    Sejam bem vindos a incrementar o valor disto.

    Ma com vontade de trabalhar em condições péssimas.

    Força camaradas licenciados!

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  47. VERGONHOSO MESMO

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  48. PARA 14.11.2024 às 10:31

    Não passas de carneirada.

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  49. Acho muito bem!
    O problema é que não podem usar, é pena.😁

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  50. Ignorante, nem te dás conta que se vens aqui responder é porque
    tu é que não terás trabalho.

    Mais um empertigado que que se vê a sí, quer um espelho?

    Gostas das injustiças que deturpam os movimentos é?

    tem vergonha na cara.


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  51. Toda a razão, calar é pactuar com a vergonha dos movimentos.

    Pactuar com o compadrio dos amiguinhos que são colocados sem movimento, se transparência.

    Tenha vergonha! trabalham na justiça e pactuam com as maiores aberrações de injustiça!

    Não prestais para nada, como pessoas.
    .


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  52. Chama aziar a ser contra a injustiça dos movimentos e colocações de amiguinhos?

    E trabalha você na justiça?

    Que sentido de justiça dá aos novos então?

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  53. Para o comentário das 9:56 pois ser herói é ser humilhados por magistrados colegas etc..
    E perder para outras carreiras ...isso é que é bom..

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  54. Para a anonima das 11:23, qual é a imagem que acha que lhe resta??

    Você é daquelas que por trabalhar num tribunal acha que é importante....

    Até agora devido a essa história da imagem estamos a perder em todas as frentes..

    Durante séculos funções que antes eram dos oficiais de justiça nos últimos 20 anos passaram a ser de outros.

    Que raio de imagem que acha que ainda tem?

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  55. A DGAJ, o MJ e o Ministério das finanças, quando querem metem as mudanças e a coisa corre, mas pagar o tempo de provisório é devagar ou devagarinho. Sindicatos, acordem!

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  56. Dizem perdeu o efeito útil e que nenhum juiz decidirá contra. A ignorância é sempre atrevida, pois esquecem que em 2011 o SOJ ganhou a ação em que defendeu ingressos também de licenciados de Aveiro e, pelo que se soube, o governo teve de negociar com o SOJ ingressos de 600 novos oficiais de justiça, sob pena de ser executada a sentença. Vicissitudes como dizia a outra.

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  57. Isto é o que me preocupa verdadeiramente...

    As verbas previstas no O.E. para 2025.

    E é sobre isto que nos devemos indignar e questionar "Como é possível!!?'"


    Na rubrica dedicada às “Despesas com pessoal”, no valor de 1.268,4 milhões de euros, o que temos?

    Aumentos resultantes das revisões das carreiras dos Oficiais da Justiça (que custará 5 milhões de euros);

    Aumentos resultantes do acordo com o Corpo da Guarda Prisional (14 milhões de euros);

    Aumentos para os Trabalhadores da Polícia Judiciária (PJ), pelo exercício de funções em condições de risco, insalubridade e penosidade (40 milhões de euros).

    5 milhões...
    14 milhões...
    40 milhões...


    Qual a carreira que tem muito maior número de funcionários, de entre estas 3 que pertencem ao Ministério da Justiça?

    Que raio de cenoura é que acenam a esta carreira e a todos estes profissionais (Oficiais de Justiça), para um número previsto no O.E. tão distante das demais?

    Como se pode esperar pacificação, satisfação no trabalho ou exigir ainda maior especialização e competência, se existe um constante bullying contra nós!!??

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  58. Que cenoura é esta?!!!


    É a cenoura SFJ ...

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  59. Viva ao acordo do papo seco, tao bom.

    Trabalhem escravos.
    e de borla fora de hora

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  60. Está análise está bem clara, só falta mostrar qual o número de guardas prisionais e oficiais de justiça...

    Isto diz tudo, diz que nao existirá aumentos..

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  61. Existem atualmente 3000 guardas prisionais levam 14 milhões

    Existem 7420 oficiais de justiça levam 5 milhões menos de metade do que os guardas prisionais..

    Ou seja o que nos está reservado é apenas o suplemento....de 3.5 por cento...

    A conta é simples

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  62. Se tem conhecimento de alguma ilegalidade reclame, vá para tribunal, mas dê a cara e não venha chorar e destilar azia nas redes sociais a coberto do anonimato cobarde.
    Se não tem coragem para dar a cara, vá alimentando o seu fel até ganhar uma úlcera.
    A ideia que transmite é que ficou aziado ou aziada por não ter sido escolhido para ocupar um lugar de chefia em substituição.

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  63. Oficiais de Justiça consideram "ofensiva" verba atribuída pelo Governo:

    https://sicnoticias.pt/pais/2024-11-14-video-oficiais-de-justica-consideram-ofensiva-verba-atribuida-pelo-governo-77241770


    Rita Júdice apresentou esta quarta-feira o Orçamento para a Justiça. Para os guardas prisionais e inspetores da PJ as verbas são substancialmente maiores para um menor número de profissionais.

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  64. 15:46

    Escroque!|

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  65. E agora que já se sabe do orçamento do MJ, agora que caiu a farsa, agora que todos já viram, o que diz A. Marçal e o SFJ!


    Digam de vossa justiça, expliquem ou tentem explicar o que não tem explicação!

    Estão à espera do quê?!!

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  66. 15:46

    O seu melhor argumento é o insulto!

    Tome rennie qu'isso passa!!

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  67. Claro que podemos.

    Eu vou fazer as diligências com a minha toga!!


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  68. Vão se engasgar quando tiverem que explicar alguma coisa.

    Não há hipótese!!

    As contas da ministra são muito claras e está tudo lá, disse tudo!

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  69. E o despacho relativo aos atuais provisórios? Ninguém se preocupa com isso?

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  70. Cidadão 722614/11/24 18:15

    Principal característica:
    facies erectus
    em contraposição aos ovis aries

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  71. Gostei do kno gajo do SOJ disse o SFJ nada está tudo pacíficado....estamos arruinados foi esta postura com a tutela k arruinou isto tudo...

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  72. Eu uso uma samarra.

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  73. Rei dos Carros de Combate14/11/24 19:41

    Não vejo ilegalidade nenhuma.
    A DGAJ delegou as antigas imoralidades todas nos Administradores.
    Que a terra lhes seja muito levezinha só na parte das imoralidades.

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  74. Será possível vocês não perceberem quando se devem calar? Que o entendimento que têm sobre certas situações resulta de mera paranóia e manias de perseguição?
    Será possível não perceberem quando estão a mais num contexto organizacional e que a melhor solução é pedirem ajuda especializada ou então simplesmente mudar de vida e ir vegetar para um sítio onde se sintam mais ajustados?
    Eu não estou nem nunca estive em regime de substituição, conheço dezenas de situações e todas justificadas e adaptadas à gestão que a Dgaj faz dos rec humanos.
    Por isso, façam o obséquio de meter uns meses de baixa e tratem da cabecinha.

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  75. Meus amiguinhos a conta é clara Vamos calcular o aumento:

    5 milhões de euros divididos por 7.480 oficiais de justiça:


    Para encontrar o aumento mensal:55.70

    Ou seja se isto a somar ao aumento dos papo secos...ou nem sei se assim será...

    O certo é que no máximo será este o aumento ou então é manter o mesmo valor k já recebemos não existirá qualquer aumento então e agora SFJ?? Não dizes nada?? tá á vista de todos...

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  76. O que insulta e chama "escroque" é que precisa de tratamento.

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  77. Fui eu que falei em azia. Como podia falar en dor de cotovelo ou em inveja. Não foi nenhum insulto mas uma crítica mais ácida.
    Sei que essa acidez só te piora a úlcera mas temos pena.
    Já chamares ladrão a quem ocupa esses lugares ou escroque a quem te crítica, achas normal na tua mente mesquinha.
    Vai te tratar

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  78. Vais de toga vais.....
    Usas a capinha de morcego estudante e não te queixes muito.

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  79. JN:

    "...Em comunicado, o SMMP, liderado por Paulo Lona, explica que a acumulação de serviço é remunerada quando a mesma se prolonga por período superior a 30 dias seguidos ou 90 dias interpolados no mesmo ano judicial. No caso dos magistrados do MP, a remuneração o valor é fixado pelo “membro do Governo responsável pela área da justiça, ouvido o Conselho Superior do Ministério Público”.

    Já na magistratura judicial, é o Conselho Superior da Magistratura quem fixa os montantes a receber pelo serviço extra, o que leva o SMMP a concluir que “apesar do paralelismo das magistraturas e da aparente similitude de redação das normas dos respetivos estatutos, a circunstância de o Conselho Superior da Magistratura dispor de autonomia financeira, permite-lhe decidir o pagamento imediato, pelo mínimo legal, aos juízes mal comecem a exercer funções..."

    A Magistratura do MP queixa-se, mas acaba por receber mesmo com atrasos.

    Os Oficiais de Justiça, com a falta de recursos humanos, sao obrigados a acumular funções e por tempo indeterminado "pro bono"!...

    Leva-nos a concluir que apesar da aparente similitude do serviço extra, para uns voluntário e pago, para outros, os "servos", obrigatório e não remunerado!...

    E, com a devida vénia, Justiça para quem nela trabalha!....



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  80. Sim, sim.
    Já estou mesmo a ir

    Ahahahahahah

    ResponderEliminar
  81. O SMMP queixa-se dos atrasos no pagamento do serviço extra da acumulação de funções!

    O que dizem os Oficiais de Justiça relativamente às
    operações materiais de contagem do tempo “necessárias para a reconstituição da carreira dos Oficiais de Justiça abrangidos pela sentença proferida pelo Tribunal Administrativo!

    Enfim!...

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  82. Cidadão 722615/11/24 02:18

    Lá para meados de 2025 não duvidem de que começaremos a falar dele, do 7227, do 7228, do 7229, e por aí fora.
    Aguardem...

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  83. Aprendiz de Cartilheiro15/11/24 02:32

    O parente pobre da Justiça já está nas lonas há muito tempo.

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