Em greve por tudo, mas também como reação à vilania
Em face das posturas intimidatórias, dos “achismos” pessoais e do embuste que grassa nos tribunais, em relação às greves em vigor, nomeadamente com referência à recente convocatória de greve da Federação FESINAP e a extrapolação estimulada pela DGAJ, como reação, assiste-se no dia de hoje a uma significativa adesão às greves dos dois sindicatos que representam Oficiais de Justiça, desde logo à greve da manhã e à da tarde do SOJ, mas também à greve do SFJ, efetivamente interrompendo o serviço à hora de almoço e depois das 17H00.
Todos os dias, note-se bem: todos os dias, há sempre Oficiais de Justiça – por todo o país – a aderir às greves, mas em alguns dias, como hoje, a adesão sobe significativamente.
Embora as adesões não sejam especialmente mediáticas, são incontornáveis, arrastam-se em contínuo, todos os dias, desde há quase dois anos, e o CRHonus das picagens tem todos os dados atualizados a cada dia.
Os sindicatos ainda não pediram à DGAJ os dados constantes do CRHonus relativos às greves desenvolvidas nos últimos dois anos, indicando os registos diários, para se apurar o número diário de adesões e a quantidade global.
Esses dados são muito importantes para que possam ser analisados e enviados, entre outros, à ministra da Justiça, para que possa saber que aquele acordo firmado há seis meses não acabou com as greves e que o prejuízo que está a ocorrer, cuja responsabilidade é toda do Governo, está a ocorrer ininterruptamente, num contínuo que não tende a diminuir, muito menos a acabar, apesar do tanto tempo decorrido.
Sim, é verdade que as greves têm provocado um grande desgaste nos Oficiais de Justiça, mas, ainda assim, não se vislumbra nenhuma desistência. Mas não há registos nenhuns relativamente à greve do SFJ; ou seja, a greve que é levada a cabo nos períodos que correspondem às horas fora do horário normal de funcionamento das secretarias.
Todos os dias os Oficiais de Justiça aderem a esta greve do SFJ e fazem-no meticulosamente ao minuto, com extremado rigor. Pontualmente às 12H30 e exatamente às 17H00, nem mais um minuto, quase todos saindo, abandonando o serviço e com toda a pressa. É este o atual estado de espírito: ao segundo.
Esta greve, de rejeição do trabalho fora de horas, não tem registos e também não tem cortes no vencimento, mas às vezes salta para a comunicação social, como é o caso da notícia desta quarta-feira última, que, no Jornal de Notícias, era assim apresentada:
«O homem de 24 anos foi detido pela Polícia Judiciária do Porto na passada terça-feira e levado ao Tribunal da Feira, na tarde desta quarta-feira, para primeiro interrogatório judicial e consequente aplicação de medidas de coação.
Contudo, o interrogatório iria arrastar-se para além do horário normal de funcionamento do tribunal. Como os Oficiais de Justiça estão em greve a horas extraordinárias, o interrogatório foi adiado para a manhã de quinta-feira.»
Não são só as grandes greves de dias inteiros ou de metades de dias que podem ser notícia, basta uma pequena e barata atitude, aliás, sem custos, de sair diariamente do serviço às 17H00 em ponto, para poder ser notícia, como vimos acontecer esta semana no Tribunal de Santa Maria da Feira, como noticiou o Jornal de Notícias.
Portanto, por mais truques e abusos que se intentem e perpetrem, a força e a determinação dos Oficiais de Justiça pode ser sempre muito superior. A demonstração de hoje, de que ninguém se deixa intimidar ou enganar, é especialmente relevante para reagir com a firmeza que se exige a tão vil ataque.

Vamos todos pensar , se a DGAJ teve este estratagema , para tentar acabar com as greves á sexta feira.
ResponderEliminarÉ um claro sinal que está a criar danos.
Assim os que afirmam que as greves não servem.paea nada, na realidade não é bem assim
Bom dia
ResponderEliminarCaros colegas pelo menos que sirvam para manifestar a revolta pelo desinteresse a que votaram a classe, e para contarem o tempo de serviço congelado, a exemplo dos professores...
Sinto-me duplamente roubada, Sindicatos façam alguma coisa, pois ainda há colegas para quem este tempo demasiado importante não ser esquecido.
Obrigado
ResponderEliminarNão esquecer o tempo de serviço congelado!!
Sem dúvida! TOTALMENTE de acordo!
Independentemente da negociação em curso e da forma como está a ser 'cozinhada', a recuperação do tempo de serviço congelado não pode ser esquecida!
O Governo apresentou proposta aos professores com calendário que acelerou a recuperação do tempo de serviço e que permitiu progressões robustas a nível salarial.
BASTA de sermos o patinho feio na Administração Pública!!
Se estivesse a ser cozinhada alguma coisa...
ResponderEliminarBola.
ResponderEliminarO PSD votou contra a proposta de criação de escalões adicionais e o PS recusou viabilizá-la abstendo-se.
Oficial de Justiça, pelo menos para o bloco central da AR, que representa a maioria dos portugueses, é cidadão de segunda, a partir daqui o meu comportamento cívico no exercício de funções passará a ser conforme à desconsideração a que fui votado.
Agora vem aí a cantiga do interesse público para maquilhar as faltas de equidade e proporcionalidade, diria que quase deliberadas, mas eu fiquei e continuarei a ficar cada vez mais pobre, não fiquei nem pretendo acabar mais estúpido.
Alguém aqui me pôde esclarecer se é possível estar inscrito em dois sindicatos ao mesmo tempo no Soj e SFJ??
ResponderEliminarDados do Chronus:
ResponderEliminarDesde que o SOJ ressuscitou as greves da manhã das sextas, nestes últimos mais de 5 meses, este OJ terá registado mais de 90% de adesão às manhãs e praticamente o pleno às tardes.
Pode inscrever-se em quantos existem.
ResponderEliminarEu estou inscrito em 3.
2 dos Oj e no SINTAP também.
ResponderEliminarContra o despotismo e o destrato.
Contra os 30 papos secos em vez dos 300
e Contra serviços rebentados por falta de gente.
Mínimo dos mínimos diariamente e GREVES sempre que posso.
Têm o que merecem.
Sem base legal de momento que lhe possa disponibilizar, fazendo apenas um achismo, creio que não só poderá filiar-se simultaneamente em ambos esses mas também na FESINAP, se assim o desejar.
ResponderEliminarDesculpe a ignorância mas qual o objetivo de estar em três?
ResponderEliminarOu qual a vantagem?
Esse sintap serve para quê?
Na fensinap? Então esses estão a lixar-nos para que iria me sindicalizar nesses?
ResponderEliminarE não se esqueça, se já chegou ao último escalão, foram chumbadas propostas na AR, para acomodar o tempo roubado da reforma diferenciada, mas que também poderiam servir para enquadrar a recuperação do tempo de serviço congelado.
ResponderEliminarEu já estou no 6 escalão de auxiliar à quase 10 anos e faltando quase sete anos para a reforma quer dizer que nao vou sair disto para o resto da vida. Claro que tenho alternativa concorrer para adjunto para ganhar mais 100 euros mas com condição de ir parar longe de casa e assim lá vai o ganho extra. Simplesmente ja não há energia num sexagenário para mudanças deste tipo. Isto para dizer da injustiça que foi o aumento da idade da reforma sem o respectivo cuidado em actualizar o número de escalões. Sindicatos nada dizem sobre isto.
ResponderEliminarFoi só um exemplo, o que me veio primeiro à cabeça, vã-se lá saber porquê...
ResponderEliminar??? E como sabe você disso??
ResponderEliminarHouve esse cuidado, tarde e a más horas mas já houve.
ResponderEliminarO PSD e o PS é que não o quiseram viabilizar na votação recente do OE.
No tempo que lhe resta, pode passar-se da marmita por ser desconsiderado relativamente a um professor, comportar-se como o português de segunda que a tutela o quis tornar, dar a este país o retorno que ele lhe merece por tudo o que lhe roubou.
Exemplo:
Aqueles utentes que têm o hábito de nos destratar dizendo que estamos ali para os servir, que são eles quem nos paga o ordenado?
Responder-lhes com agressividade chamando-lhes os nomes que chamamos ao governo, dizendo-lhes que andávamos mesmo à procura deles, caloteiros que pagaram aos professores e a nós não nos pagaram nada.
ResponderEliminarVeja bem, que não é só duplamente roubados!
Veja o que fizeram depois de 2005
Por isso para mim, têm o que merecem.
Minimos.
MUITO BEM. Este comentário deve ser escrito todos os dias até ver essa questão resolvida.
ResponderEliminarSINTAP é para todos os trabalhadores da função pública
ResponderEliminar
ResponderEliminarNem mais
Convem então começar por si, porque os seus descontos também pagam aos professores...
ResponderEliminarJa estou a imaginar a luta terá todos os dias ao se ver ao espelho..
O lado direito reclama ao lado esquerdo porque o esquerdo paga aos professores e o direito manda o esquerdo pastar porque ele desconta para o estado e não uma instituição em particular..
No fim pergunta.se ..
O que é que o utente tem a haver com o que pagaram aos professores e não pagaram aos OJ ?
ResponderEliminarTrabalhem os administradores e chefias bem pagas.
ResponderEliminarÓ Dick Traça
Continua. Escravo
Não, não se pode estar inscrito em mais de um sindicato
ResponderEliminarCódigo do Trabalho - Artigo 444.º/5
Greve - mas o que é isso da greve?
ResponderEliminarNa escola universitária, para fabulizar a ideia, contaram-me como surgiu o termo.
Terá sido em França, concretamente em Paris, e pela altura da revolução industrial, entre 1750 e 1850, portanto no século XVIII, quando um grupo de trabalhadores decidiu não comparecer ao trabalho reivindicando melhores condições de trabalho fruto de uma exploração feroz em que o que lhes era pago não chegada para por comida na mesa.
Assim, quando os patrões abriram os portões para dar início a uma jornada de trabalho, não havia praticamente ninguém, diziam-se todos nas margens do rio Sena, em terreno plano composto de cascalho e areia grossa, que terá dado nome a uma específica praça e à chamada para o trabalho alguém terá dito "Nous sommes en (place de la) Grève".
Mas a razão da greve e o significado da expressão dos braços cruzados ou caídos para nada fazer essa remonta a tempos imemoriais, muito antes de Cristo, como reação ao trabalho de escravo e luta por maiores rações diárias.
Dito isto, urge neste dia de greve questionar se faz sentido pô-la em prática, se há razões para o fazer.
A resposta é óbvia, no caso dos Oficiais de Justiça ela é mais que justificada e razões não faltam para a aderência à luta.
Com uma ou duas estruturas sindicais que deixaram estes últimos 25 anos escoarem-se sem que nada acontecesse, passando por uma reforma do sistema judiciário que conta já com mais de 10 anos, mantém-se em vigor um estatuto do século passado, que conta com mais de metade de vida (um quarteirão de anos) do nosso tempo de democracia livre que fez este ano o seu cinquentenário.
É aberrante que o SFJ se tenha deixado enredar pelas ideologias dos partidos que dele se servem como se fosse uma marioneta para, em tantos anos de governo à esquerda, (neste século Guterres até 2002, Sócrates de 2005 a 2011 e Costa de 2015 a 2024) quase 17.
Mas mais aberrante ainda é a sua precipitação na mesa das negociações, impedindo que se fosse mais longe, para que a distância entre o que agora foi alcançado e o que antes, com os ditos governos de esquerda, não se alcançou não fosse ainda maior.
E eu temo que nesse desiderato, o SFJ não se envolva na justa medida do que é preciso para se obter um Estatuto muito melhor que o previsto naqueles velhos projetos que reiteradamente nos foram propostos com um ajustamento aqui e acolá.
Por isso e só por isso não estou disponível para colaborar numa greve inócua que faria todo o sentido se acontecesse a partir de 31 de dezembro, data limite para nos informarem do resultado das negociações desenvolvidas como aliás foi prometido.
Até lá espero para ver - o OE 2025 já passou e nele não fomos contemplados, não se está neste momento a discutir qualquer reforma, e está em curso um prazo (último trimestre) que as partes a bem ou mal estabeleceram.
Depois disso é ter atitude firme e dizer com todas as palavras - sendo caso - denunciando o logro e a mentira: "faltaram-nos à palavra e não falaram com verdade SÃO UNS AUTÊNTICOS MENTIROSOS!"
O Marçal merecia um cartão vermelho! Se calhar até a irradiação de pois de se ver no VAR as imagens da fita do tempo e se perceber a falta grave de atitude que teve ao longo destes anos.
ResponderEliminarDeveria ser proibido de entrar nos recintos onde outros entram para por em prática as suas habilidades, pois que aquele nenhuma habilidade demonstrou e o que fez foi manipular o jogo de forma não permitida nem autorizada pelos seus protagonistas - negociou sem mandato para tal.
Costuma-se dizer: "a porta da rua é a serventia da casa!"
"Este OJ" sabe de si e por si pode falar.
ResponderEliminarEntão se esses indivíduos afirmam que pagam os vencimentos aos oficiais de justiça por estes serem funcionários do estado, não está implícito que também pensarão que os pagam aos professores, do ensino público?
ResponderEliminarLogo, se pagam a ambos e o fazem de forma diferenciada, os contribuintes no geral desprezaram os oficiais de justiça e os trabalhadores das outras carreiras especiais, por isso merecem destes funcionários o retorno sob a forma de serviço público em conformidade com o destrato que lhes deram, penso eu de que...
Acho que perdeu a parte do anuncio mais recente do governo de que passaria para o primeiro semestre de 2025.
ResponderEliminarAinda tive receio do que lá viesse do seu comentário quando chegou à parte do " a resposta é óbvia", mas depois fiquei um pouco mais descansado...
Greve - mas o que é isso da greve?
ResponderEliminarNa escola universitária, para fabulizar a ideia, contaram-me como surgiu o termo.
Terá sido em França, concretamente em Paris, e pela altura da revolução industrial, entre 1750 e 1850, portanto no século XVIII, quando um grupo de trabalhadores decidiu não comparecer ao trabalho reivindicando melhores condições de trabalho fruto de uma exploração feroz em que o que lhes era pago não chegada para por comida na mesa.
Assim, quando os patrões abriram os portões para dar início a uma jornada de trabalho, não havia praticamente ninguém, diziam-se todos nas margens do rio Sena, em terreno plano composto de cascalho e areia grossa, que terá dado nome a uma específica praça e à chamada para o trabalho alguém terá dito "Nous sommes en (place de la) Grève".
Mas a razão da greve e o significado da expressão dos braços cruzados ou caídos para nada fazer essa remonta a tempos imemoriais, muito antes de Cristo, como reação ao trabalho de escravo e luta por maiores rações diárias.
Dito isto, urge neste dia de greve questionar se faz sentido pô-la em prática, se há razões para o fazer.
A resposta é óbvia, no caso dos Oficiais de Justiça ela é mais que justificada e razões não faltam para a aderência à luta.
Com uma ou duas estruturas sindicais que deixaram estes últimos 25 anos escoarem-se sem que nada acontecesse, passando por uma reforma do sistema judiciário que conta já com mais de 10 anos, mantém-se em vigor um estatuto do século passado, que conta com mais de metade de vida (um quarteirão de anos) do nosso tempo de democracia livre que fez este ano o seu cinquentenário.
É aberrante que o SFJ se tenha deixado enredar pelas ideologias dos partidos que dele se servem como se fosse uma marioneta para, em tantos anos de governo à esquerda, (neste século Guterres até 2002, Sócrates de 2005 a 2011 e Costa de 2015 a 2024) quase 17.
Mas mais aberrante ainda é a sua precipitação na mesa das negociações, impedindo que se fosse mais longe, para que a distância entre o que agora foi alcançado e o que antes, com os ditos governos de esquerda, não se alcançou não fosse ainda maior.
E eu temo que nesse desiderato, o SFJ não se envolva na justa medida do que é preciso para se obter um Estatuto muito melhor que o previsto naqueles velhos projetos que reiteradamente nos foram propostos com um ajustamento aqui e acolá.
Por isso e só por isso não estou disponível para colaborar numa greve inócua que faria todo o sentido se acontecesse a partir de 31 de dezembro, data limite para nos informarem do resultado das negociações desenvolvidas como aliás foi prometido.
Até lá espero para ver - o OE 2025 já passou e nele não fomos contemplados, não se está neste momento a discutir qualquer reforma, e está em curso um prazo (último trimestre) que as partes a bem ou mal estabeleceram.
Depois disso é ter atitude firme e dizer com todas as palavras - sendo caso - denunciando o logro e a mentira: "faltaram-nos à palavra e não falaram com verdade SÃO UNS AUTÊNTICOS MENTIROSOS!"
Vou fazer o almoço.
ResponderEliminarHoje é azeite e vinagre e branco de box.
Bom almoço e reguem bem.
A ideia que ressalva mediante isto.
ResponderEliminarChega-se à conclusão que a nossa classe classe aceita tudo, só desbafa nas redes sociais, quando chega a hora da verdade nada fazem.
Esperemos que mediante este desânimo, o projeto que o Governo apresente seja aceitável.
Não deslumbro que pela nossa classe consigamos algo, mas sim por outras vontades infelizmente apraz-me expressar desta forma, vendo a realidade tal e qual ela é.
Hoje gostei especialmente do titulo do artigo, nomeadamente na utilização da expressão "VILANIA", que penso cair na perfeição ao que se vive por parte do MJ e seus dirigentes!
ResponderEliminarhttps://www.publico.pt/2024/12/06/sociedade/noticia/milhares-agentes-psp-recebem-737-euros-brutos-mes-2114677
ResponderEliminar"Milhares de agentes da PSP vão receber com o salário deste mês mais 737 euros brutos, porque o Ministério da Administração Interna clarificou, por fim, que poderão progredir duas vezes num só ano."
As progressões são possíveis para tudo e todos. E nada contra!
A exceção à regra (e aqui é que está o abominável) é sempre a carreira dos O.J.
Em diversas matérias...uma carreira sempre, mas sempre, a perder e a esbarrar numa justa e digna melhoria das suas condições!!
Boa tarde,
ResponderEliminarTive 16 na prova deste ano para ingresso e na vaga que coloquei foi posta uma pessoa que teve 12 em 2023 acham que devia reclamar mesmo sabendo do artigo 42.° do EFJ? Achei injusto
Já dei, digo bem, já dei, muitas horas extra
ResponderEliminarJá tive, digo bem, já tive muito orgulho na profissão.
Já disse, digo bem, já disse muitas vezes, os meus processos têm que andar.
Atualmente e desde há largos meses, anos talvez, o horário e das 9.as 5.
O ritmo que me imponho é o normal, sem grandes pressas
No outro dia, superiores disseram-me e preciso por o serviço em dia. Apelaramm ao trabalho.fira de horas, respondi, pagam por isso?,quanto? quando?
Se não pagarem nem mais um minuto, respondi ainda
Atenção que foi resposta directa a magistrado e administrador.
Apelo para que todos façamos o mesmo e não tenhamos medo de responder
Apenas temos que responder com normalidade, sem ofensas
,
Claro que pode reclamar, seja lá pelo que for, porque está frio, porque chove, porque hoje dormiu mal, porque há leis, porque há quem cumpra as leis...
ResponderEliminarsim sim, este é o local indicado para fazer reinvindicações, o gabinete de comunicação da MJ informa a todos os dias.
ResponderEliminarEstá mas é sossegado e vai chatear para outro lado com isso
Tomara tu um aumento salarial e que não te cortem o salário outra vez, dada a situação de crise da dívida que se avizinha na Europa outra vez.
Muito bem, divirta se.
ResponderEliminarDeve temer que o SFJ não se envolva na justa medida do que é preciso para se obter um bom Estatuto e exigir que SOJ acorde e que participe tambem de modo construtivo e diga o que entende, apresentado uma proposta, por minima que seja.
ResponderEliminarDá trabalho mas é para isso que existem.
Marcar greves eternas é fácil, o que interessa é que sejam parte ativa na solução.
Mais uma vez ignorados pelo governo.
ResponderEliminarDesta feita, disse assim o ministro da presidência:
" Caso inédito, os maquinistas fazem greve contra algo que nunca aconteceu".
Já aconteceu a recuperação do meu tempo de serviço congelado e eu não me lembro?
Deram-me, ou melhor, fizeram-me justiça com 300 paus, e eu estou distraído?
Já me pagaram o tempo de provisório e eu não me dei conta?
Com tantas brancas, estou mesmo a precisar de reforma.
Ah, a propósito, quando entrei para esta carreira a regra dizia que com a idade que tenho já estaria reformado por estes dias, ou melhor, por estes anos.
Também estarei a fazer greve contra isso e nem percebo que já estou reformado?
"Está mas é sossegado e vai chatear para outro lado com isso"
ResponderEliminarChatear exatamente com o quê?
Fechar a boca e não haver manifestação de qualquer género?
Não manifestar desagrado ao constatar que outras carreiras estão a ser bem valorizadas, ao passo que esta carreira fica esquecida ano após ano, é isso? Caladinho e sossegado, sem opinião?
Caro(a) colega, em 1933 a Constituição Portuguesa instituiu legalmente a Censura, que permaneceu até à Revolução dos Cravos, a 25 de abril de 1974.
Mas acabou! E não se quer nem deseja que volte...
"Tomaras tu que não te cortem outra vez"
ResponderEliminarÉ mais um(a) medroso(a) com as consoantes do meio trocadas.
Daquele(a)s que aceitariam sem tugir nem mugir esse corte de igual forma a um eventual corte que fosse aplicado a quem recebeu já 300 ou mais paus ou mesmo viu o tempo de serviço congelado ser-lhe devolvido.
ResponderEliminarO que quer que resulte do novo EFJ - ou devo dizer EOJ? - ilibará sempre o SOJ de qualquer responsabilidade, uma vez que o MJ não o considera nem nunca o considerou.
Pelo que o ónus será sempre e só assacável ao SFJ.
Algo se passa com o blog que não deixa ver subsequentes páginas de comentários, só a primeira!
ResponderEliminarSalsa e cebola também.
ResponderEliminarObrigado Senhor, por esta lauta* refeição.
Obrigado Senhor Carlos Almeida. Oremos.
* Refeição em tudo semelhante às dos magistrados judiciais e do ministério público que, com a desculpa de terem prolongado os julgamentos da manhã um pouco para além das 13 horas, fazem o funcionário engolir na secretaria qualquer coisa à pressa - porque este nem sequer dispõe de copa - para ir a correr fazer a chamada das 14 para informar que o tribunal só retomará os trabalhos por volta das 14:30 - mas chegando bem depois - devido ao prolongamento das diligências da manhã.
O Sr. articulista hoje está com pouca Paciência?
ResponderEliminarRecomendo-lhe o que estou degustando, como se diz ali do lado de lá do Tejo.
Moscatel Graúdo da Casa Paciência.
Medo?
ResponderEliminarQuando eles vissem o meu gato!
Efetivamente, no artigo de hoje, não se está a aceder aos restantes comentários. Trata-se de uma anomalia que só se verifica nos comentários de hoje, porque nos comentários de outros artigos está tudo bem.
ResponderEliminarA anomalia é-nos estranha, mas vamos participá-la à plataforma e tentar algumas ações. Em onze anos nunca tivemos este problema e todos os que surgiram foram resolvidos, pelo que acreditamos tratar-se de algo temporário.
Também me aconteceu.
ResponderEliminarVá para a coluna da direita, clique em cima dos últimos comentários.
Ou são os russos ou é a DGAJ...
ResponderEliminarJá para não referir que depois chegam às 17 horas e apelam à disponibilidade plena, porque lá em casa têm quem lhes faça tudo e podem pagar, e porque até é um alívio poderem livrar-se dos cachopos e dos conjugues ainda por cima podendo continuar a brincar aos deuses pela noite fora.
ResponderEliminarSerá do meu Browser ou algo se passa de errado?
ResponderEliminarMilhares de agentes da PSP vão receber com o salário deste mês mais 737 euros brutos, porque o Ministério da Administração Interna clarificou, por fim, que poderão progredir duas vezes num só ano.
ResponderEliminarhttps://www.publico.pt/2024/12/06/sociedade/noticia/milhares-agentes-psp-recebem-737-euros-brutos-mes-211
J Público:
ResponderEliminar"Milhares de agentes da PSP recebem mais 737 euros brutos este mês
Milhares de agentes da PSP vão receber com o salário deste mês mais 737 euros brutos, porque o Ministério da Administração Interna clarificou, por fim, que poderão progredir duas vezes num só ano..."
https://www.publico.pt/2024/12/06/sociedade/noticia/milhares-agentes-psp-recebem-737-euros-brutos-mes-2114677
Ai Marçal, Marçal!...
As prometidas "rosas" transformaram-se em "papo-secos"!...
85 por cento de greve..
ResponderEliminarAfinal os oficiais de justiça estão a despertar das profundezas...
Fui sócio e delegado sindical desse sintap, durante uns meses. Na altura era contínuo numa escola e o que era pedido era que fizéssemos os amigos sócios para ganharmos mais em ajudas de custo. Desisti pois sempre acreditei no sindicalismo para defender os trabalhadores e ali era fazer sócios, fossem bombeiros, contínuos, motoristas, tudo ao molho. Quando a malta ia abrindo os olhos todos se afastavam. Entrei depois para sócio do STAL e passei a sentir o verdadeiro sindicalismo.
ResponderEliminarPode até ter razão nisso, pois já se percebeu que ia governos contam sempre com o colinho do sfj. Deve ser complicado aos governos lidar com um sindicato que não se atemorizar e deixa secretários de estado a falar sozinhos quando tentam ofender os oficiais de justiça. Ando aqui a tempo suficiente para ainda me lembrar do comunicado do Mário Belo Morgado em que foi claro. Tentou "enrolar" os oficiais de justiça, contou com o apoio do SFJ, mas o SOJ deixou-o a falar sozinho. Realmente o SFJ serve para alguma coisa, pena é ninguém o respeitar e basta ver o que está a fazer o atual governo que já o comeu de cebolada.
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