Erros Alarmantes, Dúbio Futuro
Na informação sindical de 09JAN do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) consta que a petição deste sindicato que se encontra na Assembleia da República (AR), que identifica como sendo a Petição 83/XVI/1ª - "Respeitar os Oficiais de Justiça, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira para um normal funcionamento do sistema de justiça", tem apensada uma outra petição, semelhante, "que nasceu posteriormente", que o SFJ denomina de "ação popular", apensa à tal petição "originária".
Essa referida segunda petição apensada é a que foi apresentada por um grupo independente e espontâneo de Oficiais de Justiça, sendo registada na AR como a Petição nº. 115/XVI/1ª - "Em defesa da verdade e dos oficiais de justiça" (com 1839 assinaturas).
Com a informação do SFJ, logo de seguida, dois dos promotores daquela segunda petição (José Carlos Silva e Walter Figueiredo), emitiram um comunicado, em que prestam esclarecimentos e juntam correspondência trocada com a AR, repudiando o conteúdo da informação sindical do SFJ.
Consultada a página da AR sobre as petições, constatamos que a Petição 83/XVI/1ª, que o SFJ indica como sua, não o é, uma vez que, sob este número, o que consta é uma petição, também de iniciativa espontânea de Oficiais de Justiça, em que o primeiro peticionante é Joaquim Alves Queirós, recolheu 134 assinaturas, e, em síntese, peticiona que as propostas de lei do BE e do PCP sejam rapidamente apreciadas e votadas.
Verificamos também, na página do Parlamento, que a petição em que é primeiro subscritor José Carlos Silva, com o nº. 115/XVI/1ª, foi apensada à petição do subscritor Joaquim Alves Queirós, a 83/XVI/1ª.
Portanto, está errada a informação sindical prestada pelo SFJ, desde logo porque se apropria de uma petição que tem origem no seio dos Oficiais de Justiça, à margem dos sindicatos, e ainda porque alega que uma segunda petição "popular" foi apensada à sua "originária", quando a tal dita "originária" não pertence ao SFJ. Uma trapalhada!
Claro que não faz mal nenhum que as pessoas se enganem, mas é grave que as entidades com tamanha responsabilidade, como é o caso do SFJ, cuja representação de Oficiais de Justiça é tão ampla e determinante, não só para os seus associados, mas para absolutamente todos os Oficiais de Justiça, cometa erros ou lapsos tão básicos que denotem irresponsabilidade. E se o cometimento de erros pela entidade com tamanha responsabilidade é grave, mais grave ainda é que, quando chamada à atenção para o erro, o não corrija prontamente, pedindo desculpa.
A gravidade do erro é tanto quanto é o facto dos Oficiais de Justiça estarem nas mãos desse sindicato maioritário e com propensão para acordos relâmpago com o Governo, estando, assim, os Oficiais de Justiça não só nas suas mãos como, também, de mãos atadas.
Portanto, a dita petição "originária" do SFJ, não é a 83 desta legislatura, longe disso, é a 161 da legislatura anterior e não tem nada apensado (Petição 161/XV/1ª - "Respeitar os Oficiais de Justiça, melhorar as suas condições de trabalho e valorizar o seu estatuto de carreira para um normal funcionamento do sistema de justiça”), conta com 8215 assinaturas e é primeiro subscritor António Marçal.
Do referido comunicado, os Oficiais de Justiça promotores da Petição 115/XVI/1ª, consideram o seguinte:
«Com uma breve análise, com o critério do homem médio e o critério do bom pai de família, muitas vezes chamados à colação nas lides do direito às quais estamos tão habituados, facilmente se vislumbra que a petição elaborada por este grupo de Oficiais de Justiça não foi apensada à petição do SFJ, até pelo estado avançado que a petição do SFJ se encontra.
Atento o comunicado que o SFJ, num desnorte completo, difundido no dia de ontem [09DEZ], como a nós apenas nos importa a carreira dos Oficiais de Justiça e, acima de tudo, a verdade, foram indagados contactos com a Comissão de Direitos, Liberdades e Garantias a fim de esclarecer a situação em apreço.
É surreal e atroz, que um sindicato, aquando do conhecimento de uma ação popular, no exercício de um direito constitucional, venha a toda a pressa, sem rigor, fazer alusão de uma apensação à sua petição, quando essa apensação nem sequer existiu.
Pior ainda, A preocupação do SFJ em vir comunicar a público a possibilidade da petição apresentada por aquele sindicato não ter ainda surtido os seus efeitos por constrangimentos alheios, designadamente uma apensação de uma petição à sua, quando a aludida apensação nem faz referência à sua petição é, no mínimo surreal e alarmante.
De facto, este tipo de ações são alarmantes para os sindicatos, sejam eles quais forem, pois a inércia e a estagnação na carreira dos Oficiais de Justiça deve-se, em muito, por culpa dos sindicatos (mas também a nós que não combatemos esta inércia).
Assim, sem delongas nas palavras e porque apenas importa esclarecer a verdade:
.1. Nenhuma apensação ocorreu à petição do SFJ;
.2. O atraso na resolução de problemas ou de pretensão não tem outros culpados a não ser o Estado e os seus sucessivos governos, bem como a inércia dos sindicatos e, inerentemente dos Oficiais de Justiça, filiados ou não;
.3. Não somos bodes expiatórios de ninguém;
.4. Estas iniciativas seriam para ser louvadas pelos sindicatos, uma vez que as mesmas lhes dão mais força e não o contrário!
.5. Os nossos interesses são genuínos, límpidos e cristalinos;
.6. Nunca deixaremos de lutar pela carreira dos Oficiais de Justiça, pois a nós apenas esta interessa!
Dito isto, impõe-se que as estruturas sindicais, especialmente neste momento tão importante para todos nós, esclareçam esta situação e tenham a maior transparência, rigor e determinação na defesa da classe, uma vez que vão negociar a nossa carreira e o nosso futuro!
Reflitam quando o tiverem de fazer, elogiem e reconheçam quando tiverem de elogiar e reconhecer, mas nunca deixem de criticar quando a situação assim o exige!»

Fontes: "Petições AR", "Petição 83/XVI/1ª do Joaquim Queirós", "Petição 115/XVI/1ª do José Silva", "Petição 161/XV/1º do SFJ", "Apensação da petição 115 à 83" e "SFJ-Info-09DEZ2024".
Bom dia , estou muito triste que os ofíciais de justiça já não me atacam como antigamente.
ResponderEliminarQuando fazia um comentário ficavam furiosos, agora não dizem nada porque têm medo de mim.
Esqueci de meter o nome no comentário anterior, sou o rei dos oficiais de justiça.
ResponderEliminarMarçal, ao menos não é um troca tintas.
ResponderEliminarContinua a ser fiel a si próprio, mentiras atrás de mentiras.
Mais uma classe que viu o seu salário aumentar com um acordo feito pelos seus representantes sindicais, sindicatos como deve ser. Os técnicos do INEM aumentados em 250 euros mês.
ResponderEliminarOra toma.
Venham os proximos a pedir....devem ser os bombeiros sapadores. Os oficiais de justiça podem esperar, esses são mansos, não partem um prato.
Já aqui o disse, e repito:
ResponderEliminarSe fossem outros os tempos, alguns pagariam ... com ... o ... pescoço!
Comentário anterior...
ResponderEliminarE já viu quanto aos Bombeiros, o que disse ontem o Primeiro Ministro?
Aumento de , desde a base...
Sem colidir isto com os normais aumentos da F.P.
As pessoas têm sempre pena dos maluquinhos e no fundo há sempre uma secreta esperança que um dia mais tarde se tratem e possam conviver com as pessoas "normais".
ResponderEliminarFF
Caro Colega.
ResponderEliminarIniciei funções na mesma altura, fui promovido a adjunto em 2023.
Fui notificado nos mesmos termos em Setembro e segundo as contas da DGAJ tenho a receber 7.000 euros.
Escusado será dizer que ainda não vi um cêntimo e nem sei quando vou receber.
Atenção aos descontos.
Parece que ninguém se entende, também nessa
parte.
Ou com o corpo ... mas temo que ninguém o quisesse usar.
ResponderEliminarHá umas centenas de anos, no tempo dos Romanos, quem não conseguisse pagar uma dívida ao credor, por muito bom nome que tivesse, tinha de se oferecer ele próprio em pagamento, como escravo, e naquele tempo era-se escravo para tudo ...!
O senhor "Marechal" tem uma dívida para com a classe que dificilmente a poderá pagar, nem mesmo recorrendo àquele tempo e por isso deveria ser "excomungado" pela classe que tão mal representa.
Será que ainda vai a tempo de se reconciliar com a casse? no dia 17 veremos.
Por mim, caso não houvesse desenvolvimentos, encetaria diligências para destituir a personagem das funções que tão mal vem exercendo.
Não sou violento nem gosto de violência, as coisas devem ser resolvidas institucionalmente e quando não se é competente durante tanto tempo não se espera que essa incompetência mude sem que mudem os protagonistas.
Um parvo será sempre um parvo e um parvo que associe a incompetência causa mais estragos que um elefante numa louçaria.
É tempo de alguém reagir a este marasmo que se perpetua em informações atrás de informações, de imbróglios atrás de imbróglios quer na DGAJ quer na SFJ.
O SFJ contemplou-nos com um acordo palhaço. Mas preparem-se pois não vão ficar por aqui. Este sindicato esmera-se é em arranjar tachos para a sua clientela. Alguém os viu a trabalhar?
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ResponderEliminar30€ ou 300€
és a questão.
Ficamos no patamar os técnicos operacionais.
Obrigado SFJ
Completamente de acordo Colega. Este blogue não serve(digo eu) para alimentar egos desmensurados e doentios...
ResponderEliminarÉ ... !
ResponderEliminarDigo isso aqui há meses e meses!
Eu penso que devíamos ignorar o parecer da Procuradoria em relação à greve dos actos.
Se o fizéssemos, deixando de se fazer as "queridas diligências" tudo mudaria, e mudaria muito rápido!
Mas o medo, sempre o medo, dos medrosos, ou merdosos como aqui alguém disse na semana passada, leva os OJ ao imobilismo!
Temos de sair deste marasmo, deste pântano Guterriano, e avançar!
Não posso afirmar certezas absolutas, mas tenho a convicção que tudo se resolveria fazendo uma greve parcial às diligências.
Quanto à personagem Tony Marcial (Tone), é uma carta fora do baralho, já todos perceberam ...
Abraço
O SFJ, no acordo "papos-secos", faz com que cada OJ perca uma média de 42.000 euros ( quarenta e dois mil euros) a cada dez anos.
ResponderEliminarÉ brutal, é inimaginável como foi isto possível !
ResponderEliminarTrata-se, tão simplesmente, de um ganho remuneratório superior a 330€/mês para os bombeiros, o qual se verificará logo .
Fico contente que o tenham conseguido, mesmo com petardos e contestação que (de facto!) extravasou o razoável.
A nossa luta de anos e greves que se arrastam sem fim, deu 1/10 disso, com o Primeiro Ministro e verbalizar ter chegado a acordo com os Oficiais de Justiça...
Obrigado por publicarem essa informação. Acho esses valores, nomeadamente um pouco aquém. Como é que há colegas a receber 20 e 30 mil?
ResponderEliminar2 e 30 mil são aqueles que andaram como eventuais de 2001 a 2005.
ResponderEliminarO que corresponde a 1 escalão (3 anos) que foi roubado.
Caros colegas, é muito simples.
ResponderEliminarOu a nova tabela salarial prevê aumentos significativos à semelhança do que aconteceu noutras carreiras, ou temos de arranjar forma de ilegalizar o sindicato que nada faz para nos engrandecer.
Todas as carreiras têm recebido aumentos substanciais e nós andamos há anos nisto e nunca se vê nada.
É triste, é lamentável, é revoltante.
Ou a nova tabela nos dá alguma coisa de jeito ou temos de afastar de vez o sindicato que só nos tem prejudicado.
Eu não me sinto representado por eles até porque não sou sindicalizado.
Mas estou farto de ver outros a serem valorizados e a nós não nos toca nada.
É hora de ilegalizar o sindicato através de uma acção em tribunal ou através do tribunal constitucional.
Estamos fartos de sermos espezinhados constantemente.
Revoltante!!
ResponderEliminarEu pessoalmente só digo o seguinte,
sou solteiro e se filhos para sustentar
se tivesse filhos para sustentar já me tinha pirado disto para fora, pois com o que pagam e custo de vida, seria levar vida de escravo, ou não ter vida, a contar trocos para renda e comer.
Sim, é coerente na podridão!
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ResponderEliminarÉ tempo de o entregar pré-aviso de greve às diligências!
Com uma média de 56 anos, é complicado fugir!
ResponderEliminarSe ainda houvesse garantia de emprego, ainda que noutras funções!
Agora dar um salto no escuro !...
Técnicos de emergência hospitalar aumentados em 256 euros! Os mais antigos na profissão vão transitar de escalão e ainda terão mais regalias! Isto é revoltante! É o que sinto! O que vale ter bons sindicatos! Mas ainda há quem aposte naqueles que só anda a tratar da sua vida e da dos seus apaniguados!
ResponderEliminarQuando sair o concurso que se encontra pendente do IRN tenho a sensação de que mais colegas irão sair.
ResponderEliminarAh ah ah!
ResponderEliminarO SOJ a marcar uma greve atípica.
É para rir essa.
O sindicato não, os sindicatos, porque se um faz pouco ou mal, o outro é completamente inútil e transparente.
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ResponderEliminarSr Bloguista a que departamento da DGAJ se pode perguntar quando há previsibilidade de notificação pessoal desses valores do tempo de provisório?
Recursos humanos ou processamento de salários?
Agradecida.
ResponderEliminarRoubalheira total.
1 escalão roubado ao longo de 20 anos!
Se o SFJ conseguir um aumento significativo nas negociações do estatuto, vocês ficam perdidos sem saber contra quem fazem campanha, certo?😀
ResponderEliminarVocês ainda nem fazem ideia que cama estão a fazer para se deitarem.
Que burros!
O sindicato só nos tem prejudicado.
ResponderEliminarSempre a enrolar sem se ver quaisquer resultados.
É hora de meter uma acção em tribunal a pedir a sua ilegalização e consequente extinção.
Mesmo que o SFJ conseguisse os 300 paus que todos os outros conseguiram, ainda assim seria com meses de atrasos, e com mais que previsíveis concessões!
ResponderEliminarVeja lá se a burrice não lhe cai em cima a si!
Eu sou um deleso
ResponderEliminarSabe mais alguma coisa, nomeadamente, quanto à homologação e colocação nos serviços em estágio/formação.
ResponderEliminarCaso nada de concreto saia da próxima reunião, que não seja uma revisão da tabela remuneratório no mínimo na senda do que tem sido aprovado para as outras classes, espero que tenham a coragem de deixar cair o Marçal e o Soj de intensificar a luta.
ResponderEliminarVou começar por referir-me ao Sr. Bloguista, que se vai irritar com aquilo que eu vou dizer à seguir..., pois já se insurgiu algumas vezes sobre este tema, mas aquilo que vou referi a seguir não deixa de ser uma evidência...
ResponderEliminarAinda bem que se fez a mais elementar Justiça com os Colegas que estiveram nessa situação de Eventual de 2001 a 2005,em que lhe consideraram aquele tempo, como tempo efetivo para efeitos de escalão. No entanto, criou-se mais uma Injustiça(com letra grande...), porque os Colegas que passaram pelo período de Eventual de 3,6,7,...,meses, a DGAJ, não vai considerar esse tempo para efeitos de escalão. Ora isto acontecendo os Colegas acima referidos ficam beneficiados em relação aos demais...
Por exemplo, no meu caso, que entrei nos Tribunais em 1998(estágio) e iniciei o período de Eventualidade em 01-02-1999 e findei a 13-09-1999,portanto 7 meses, iniciando de seguida a 14-09-1999 o período de Provisório que terminou a 13-09-2000.
Reportando ao início do 1º período de congelamento que se iniciou a 01-09-2005(se a memória não me atraiçoa), se fosse contabilizado aquele período de 7 meses(como foi contabilizado aos Colegas acima referidos), eu teria atingido o 3º escalão antes daquele congelamento. O que sucedeu foi estar "pendurado" por um dia para atingir o 3º escalão. Eu atingiria aquele escalão a 01-09-2005.
Como eu estarão outros Colegas em circunstâncias análogas.
O período de Eventualidade, seja lá qual for(nem que seja um dia...),por uma questão de igualdade e equidade, deveria ser levado em linha de conta nesta trapalhada de atualização da Carreira.
Não se preocupem amiguinhos a competente queixa crime contra sindicatos vai a caminho, por uso indevido de verbas, peculato abuso de poder etc....
ResponderEliminarÉ óbvio que sim, que devia ser contabilizado.
ResponderEliminarA DGAJ deveria ter procedido de uma de duas formas:
1 - ou consideraria apenas o âmbito dos sujeitos envolvidos na ação.
Claro que poderia, ainda, considerar apenas todas as situações abrangidas dentro de um determinado hiato temporal - eventualmente coincidente com o prazo geral de prescrição ordinária, de 20 anos.
E encontraria justificação para isso aplicando os mesmos princípios ou razões que justificam o mecanismo previsto no art.º 163º, nº 1, do CPTA - eventualmente por causa legítima de inexecução por grave prejuízo para o interesse público - e a que, note-se, não estava obrigado em sede de execução da sentença.
Não foi assim entendido e agora vejo que pagaram milhares de euros a centenas de colegas (todos os que conheço são sindicalizados) e a outros nada, nicles patetoides, eu sou um deles e não sou sindicalizado.
Pergunto à senhora Ministrada Justiça qual ou quais as regras observadas no caso, que critérios foram definidos e porque é que a atuação da DGAJ parece - não sei se é - tender para priorizar os sindicalizados no SFJ.
Deixo a "pergunta sem resposta" como diria pessoa próxima da senhora ministra.
Tem andado distraído.
ResponderEliminarA senhora (ainda) Diretora da DGAJ informou que o ingresso ocorrerá em 13-01-2025 e que a formação será administrada na área de atuação - de acordo com a colocação do Administrador.
Portanto goze as festas e o dia de reis que logo logo vai conhecer o caos dos tribunais ...
Dizem que a esperança é a última a morrer mas não é verdade, primeiro perde-se o racional, ficamos estúpidos e só depois de muitas parvoíces acabamos por perecer, e com a consciência do que nos vai acontecer tal como sucede com um moribundo.
ResponderEliminarTriste vida. Enjeitados pelos Deuses e pelos Demónios.
Obrigado por terem respondido meus amigos , agora estou de volta revitalizado.pronto.para vos dizimar novamente..
ResponderEliminarRei dos oficiais de justiça.
ResponderEliminarOficiaiszinhos de justiçinha, vocês a queixa crime por abuso de poder, peculato, branqueamento de capitais etc vai a caminho do MP, segundo ouvi dizer .
ResponderEliminarE a seguir entra uma acção a pedir a ilegalidade e a extinção do sindicato que nada faz por nós e apenas nos tem prejudicado!!!
ResponderEliminarContinuo à espera de um comunicado de António Marcial (Tone) aos Oficiais de Justiça!
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ResponderEliminaraguem o que devem caloteiros
preciso do dinheiro e além do mais, tambem podia estar a render juros de cá
ResponderEliminarEm tempos li por aqui uma resposta do Sr Bloguer que estavam em contacto com pessoas contabilistas, a fim de depois tentarem ajudar a esclarecer a melhor forma de resolver a questão do IRS com as Finanças.
Estarei engado?
Obrigado na mesma Sr. Bloguer se estiver errado.
ResponderEliminarEspera sentado.
O tone não diz o que sabe nem sabe o que diz!
Não vislumbro como se pede a ilegalidade de um sindicato, parece me uma ideia muito criativa, mas se o motivo for prejudicar e nada fazer, o melhor é matar dois coelhos e pedir já dos dois sindicatos.
ResponderEliminarEsse ate já disse qualquer coisa,
ResponderEliminarDo Soj é que está tudo no segredo dos deuses.
Vão participar do processo negocial ou não?
Não foram convidados ou recusaram-se como costuma fazer o Chega no parlamento numa atitude de bota abaixo?
O Soj não apresenta atas, não tem reuniões mensais, não apresenta contas, não tem contabilidade organizada..
ResponderEliminarSe isto não é criminoso então não sei o que será...
ResponderEliminarPelo que tornou público, e li isso mesmo nos espaços públicos do SOJ, esse sindicato foi convocado na mesma data do SFJ.
ResponderEliminarO artigo de hoje por sinal fala de crime, do crime de apropriação do trabalho de outros. O desnorte leva a que os cartilheiros comecem a mudar de tática, agora é atirar lama para a ventoinha,
ResponderEliminarO artigo de hoje não fala de nenhum crime, fala de erro, fala de trapalhada, de irresponsabilidade e, principalmente, fala de falta de confiança no futuro, mas não de apropriação nem crime algum.
ResponderEliminarÉ mais ou menos isso. Sim, tentamos obter informações sobre a possibilidade de minimizar os estragos, mas todas as informações obtidas até ao momento vão no sentido de que é vencimento e será taxado de acordo com a tabela de IRS da atualidade aquando do acerto anual com a entrega da declaração, não se vislumbrando, de momento, como fazer retroagir os valores, tantos valores, a tantos anos. Não desistimos de obter informação mais fidedigna e alternativa, mas, para já, a que reunimos vai no sentido exposto.
ResponderEliminarO Chega tem quase tantos deputados quantos associados, pelo menos é o que a ministra diz, tem o SOJ.
ResponderEliminarQue raio de comparação, com um partido que teve mais de um milhão de votos nas últimas legislativas.
Obrigada
ResponderEliminarSoj
ResponderEliminarMais um associado.
Contra o papo seco.
ResponderEliminarVamos lá ver mais uma vez:
Não há nenhum tempo de Eventual que esteja a ser pago ou considerado seja lá como for. Vamos repetir: Não há nenhum tempo de eventualidade, nenhum mesmo, que esteja a ser considerado.
Sim, é verdade. Porquê? Porque a ação do SFJ dirigiu-se apenas ao tempo de Provisório, isto é, ao período probatório e o tribunal apreciou apenas esse pedido e não uma coisa que não lhe foi pedida. A sentença decidiu pela contabilização do período probatório e é esse período probatório (que tem diversos prazos) que está a ser considerado pela DGAJ.
O prazo do período probatório, está previsto no Estatuto, é, normalmente, de um ano, podendo ser prorrogado por mais alguns meses até ao máximo de mais seis meses.
A eventualidade, o período de Eventual, é algo que não existe, que não é nada, era uma invenção de desenrasque para quem estivesse à espera de colocação, desenrasque esse pensado para durar alguns poucos meses e que às vezes se esticava mais um par de meses. No entanto, houve um momento no passado em que esse período de meses se arrastaram por anos. Esse momento concreto foi, passados os anos, avaliado e considerado tão grande que seria injusto submeter essas pessoas a um período probatório de mais um ano quando já trabalhavam há anos e já haviam dado prova bastante das capacidades para a função. Então, o Governo da altura, considerou que esse período de eventualidade deveria ser considerado como um período probatório e dispensou essas pessoas eventuais de passar por mais um período probatório.
Assim, hoje, esse período de eventualidade é um período de provisoriedade e é esse período, que é mais longo do que o normal, que está a ser considerado, isto é, um período que começou por ser de eventualidade, mas que acabou sendo considerado como de provisoriedade. Portanto, o que está a ser considerado é esse especialmente longo dessas pessoas como Provisórios e não como Eventuais, embora tivessem começado como tal.
Quando, e se, houver uma ação e uma sentença para os Eventuais então falaremos disso, mas, de momento, o que há é uma sentença dos provisórios, sejam os assim considerados desde o início ou no final.
Olha que fixe!
ResponderEliminarQuando souberes o que o teu novo sindicato tem andado a fazer nos últimos meses conta-nos, porque muita gente tem essa curiosidade.
Crime de apropriação por apensacão.😅
ResponderEliminarEstá mesmo a faltar ideias aos mercenários que andam por aqui a mostrar trabalho para ganhar o poleiro!
Mas o pior é que transparece por todos os poros, o desejo de que o SFJ não tenha sucesso na estratégia que seguiu, só para poder dizer que são melhores, mesmo sabendo que seria prejudicial a todos, quando na realidade nada valem, e só são o exemplo da miséria humana revelada pela falta de valores e ética.
Tony" da "Carreira" dos OJ e a sua Orquestra, na balada "a caminho da Lousã".
ResponderEliminarUm concerto para os totós que assinaram uma petição a pedir o adiamento do processo democrático eleitoral para os órgãos sociais do SFJ.
A minha esperança é que a carrada de imbecilidades que se escrevem neste blogue a tentar denegrir a imagem de pessoas singulares e coletivas em particular e de incitamento claro ao ódio e à violência física, sejam perpetradas por 2 ou 3 bandidos e não sejam representativos de algo mais vasto.
ResponderEliminarEspero todos os posts análogos a este, de incitamento ao ódio e à violência, apelando a que sejam unidos esforços para atentar contra a vida de pessoas em particular, tenha o tratamento que a lei penal prevê.
ResponderEliminarSe tal não acontecer, não percebo a razão porque se guardam os Ips.
Aí tão ofendida que a menina está com tanta violência...ui aí ui aí....
ResponderEliminarQual violência???
Mas uma menina perdida de amores pelo SFJ.
Há 165 dias em greve.
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ResponderEliminarMuito bem explicado.