Marçal, finalmente reconhece o erro, declara o fim do benefício da dúvida e da pacificação
A secretária de Estado e adjunta da Justiça comunicou ontem, no seguimento da reunião com os sindicatos do passado dia 17DEZ, aquilo que vem classificado como “as linhas gerais da proposta”. Portanto, não é a proposta em si, são as linhas e são gerais da proposta.
E consta assim da tal comunicação dessas tais linhas gerais da proposta:
«Criação de duas novas carreiras, unicategoriais, uma de nível 3 e outra de nível 2».
Note-se bem que a indicação é a de 2 carreiras (e não uma). Isto é, uma será a de Oficial de Justiça e a outra será outra coisa, tal como já foi proposto.
E ainda: em cada carreira haverá apenas uma categoria.
Para além desta linha geral da divisão da carreira em duas e do fim de todas as categorias, veio indicada também a forma de transição para as duas novas carreiras, sendo que uma seria de nível de complexidade 3 e a outra de nível de complexidade 2.
Assim, vem indicado que transitam para a nova carreira de nível 3, os atuais Oficiais de Justiça das seguintes categorias: “o secretário de tribunal superior, secretário de justiça, escrivão de direito e técnico de justiça principal (cargos chefia), bem como todos aqueles que estão atualmente a exercer estas funções de chefia em regime de substituição; o escrivão adjunto e o técnico de justiça adjunto com grau de licenciatura ou com 15 ou mais anos de experiência na categoria de adjunto.”
E transitam para a nova carreira de nível 2 os atuais Oficiais de Justiça das seguintes categorias e com as seguintes condições: “o escrivão adjunto e o técnico de justiça adjunto, sem grau de licenciatura, com menos de 15 anos de experiência na categoria de adjunto; escrivão auxiliar definitivo e o técnico de justiça auxiliar definitivo.”
Depois, vem outra linha geral que diz assim:
“Através de um procedimento concursal próprio/movimento excecional previsto no diploma: todos os que transitaram para a carreira de nível 2 podem, nos 4 anos seguintes, através de procedimento concursal/movimento excecional e mediante a realização de uma prova de conhecimentos específica, ser admitidos à carreira de nível 3.”
Quanto às linhas gerais do reposicionamento remuneratório das duas novas carreiras, consta o seguinte:
Para os da carreira de nível 2 consta assim:
«O secretário de tribunal superior, secretário de justiça, escrivão de direito, técnico de justiça principal (bem como todos aqueles que estão atualmente a exercer estas funções de chefia em regime de substituição), escrivão adjunto e o técnico de justiça adjunto (com licenciatura ou 15 ou mais anos de experiência) são reposicionados na tabela remuneratória da carreira de nível 3, no nível remuneratório superior mais próximo do detido atualmente, com salvaguarda da regra dos 28€.»
Quanto aos da carreira de nível 2 consta assim:
«O escrivão adjunto, o técnico de justiça adjunto (sem licenciatura com menos de 15 anos de experiência), o escrivão auxiliar definitivo, o técnico de justiça auxiliar definitivo e os provisórios são reposicionados na tabela remuneratória da carreira de nível 2, no nível remuneratório superior mais próximo do detido atualmente, com salvaguarda da regra dos 28€.»
E o que é isso da regra dos 28 euros?
É uma regra já com alguns anos que significa, em síntese, o seguinte: aquando da mudança de uma posição da tabela própria para a tabela geral, o Funcionário passa para o escalão seguinte dessa tabela nova se o valor a auferir for superior a 28 euros, pois caso não seja, então passa para o outro escalão posterior. Quer isto dizer que haverá sempre para todos uma valorização mínima salarial de 28 euros; é esta a revalorização remuneratória.
E por fim, fica o esclarecimento:
«Todos os que transitaram para o nível 2 e que, nos 4 anos seguintes, através de procedimento concursal/movimento excecional e mediante a realização de uma prova de conhecimentos específica sejam admitidos à carreira de nível 3, são posicionados no nível remuneratório superior mais próximo do detido atualmente.»
O presidente do SFJ, António Marçal, reagiu logo de seguida em vídeo publicado no qual inverte o caminho que vinha seguindo, o da pacificação, do benefício da dúvida, do esperar para ver.
António Marçal considera agora que esta proposta apresentada é “gozar com quem trabalha”, que é “inaceitável” e que “nem sequer existe uma verdadeira revalorização salarial” e, assim considerando o “benefício da dúvida”, António Marçal afirma que o SFJ irá apresentar na próxima semana uma contraproposta com ultimato para partir para a luta, com calendário das lutas que, sem dúvida, poderá passar por uma concentração nacional de todos os Oficiais de Justiça em Lisboa.
«Demos o benefício da dúvida a este Governo e à equipa desta ministra, mas perante este desrespeito com esta proposta enviada, não nos resta outra solução senão partirmos para a luta e é isso que faremos. Iremos para a luta de uma forma dura e empenhada, conforme fizemos no passado recente.», afirmou António Marçal.

Fontes: “SFJ-Info-20DEZ2024” e “SOJ-Info-20DEZ2024” e “Vídeo-Marçal-20DEZ2024”.
Andaram com tantas voltas até retirarem.a licenciatura aos auxiliares.,.
ResponderEliminarRecusaram aumento de 10 por cento, recusaram integração do vencimento há mais de 7 anos.
Deram tantas voltas para agora não haver nada ou quase nada....
Isto é uma loucura...
Só resta mesmo fazer de tudo para sair disto...
Confesso que tinha esperança...
Isto é de uma brutalidade, de desumanidade...
ResponderEliminarQue raio de passa nesta profissão...
Tem que existir outros tentáculos...isto não é inocente...
Deram tantas voltas até massacrar o verdadeiro motor dos tribunais ou seja os auxiliares...
Vergonha
A incompetência e incapacidade do presidente do SFJ e seus "discípulos " a rebentar na cara dos desgraçados dos OJ que, diariamente, carregam a merda do sistema judiciário português às costas e puxam a carroça onde os restantes operadores judiciais se sentam confortavelmente enquanto apreciam a viagem!!!!!
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ResponderEliminarGostaria de chamar à atenção para algo que poderá estar a escapar à esmagadora maioria.
A proposta ontem avançada e que motivou tantos comentários poderá ser precisamente (e reforço, precisamente) o objetivo da Sra. Ministra da Justiça!!
Passo a explicar...
Na negociação entre Governos e Sindicatos, uma tática muito comum é iniciar a conversa com uma notícia menos favorável (e esta de ontem foi-o claramente!), também conhecida como "estratégia de âncora" ou "efeito de ancoragem".
Este tipo de estratégia é usada para administrar as expectativas e preparar o terreno para outro tipo de concessões, as quais ou não se pretendem alterar...ou então não é pretendido ir além de uma limitação muito por baixo.
Os(as) caros(as) colegas por certo estão ao corrente que esta é uma negociação faseada por quatro reuniões, cada uma delas a abordar temas distintos...pelo que já estarão a perceber onde quero chegar.
Vejam a situação:
O Governo apresenta inicialmente uma posição difícil de aceitar, como temos aqui o caso da divisão da carreira entre nível 2 e 3 e onde, num caso ou no outro, o incremento salarial real é muito limitado.
Isto gera, naturalmente, uma forte reação dos sindicatos...e dos funcionários.
Em seguida (e aqui está a estratégia que falava) o Governo, na pessoa da Sra. Ministra da Justiça, abre mão de parte da proposta inicial e que tanto alarido motivou, comunicando tal facto aos Sindicatos.
Este movimento pode fazer com que os sindicatos sintam que obtiveram uma vitória, levando também a um certo serenar da maioria dos funcionários.
Mas é nesta jogada que o Governo garante que outras questões, igualmente críticas, como uma correta, merecida e justíssima valorização de todos os funcionários (na tabela salarial e nos suplementos), acabem por ser moldados com menos resistência. Até mesmo a questão do SIADAP.
Em palavras mais simples...o Governo consegue com esta jogada ter funcionários e sindicatos mais permeáveis.
Esta tática pode ser eficaz, mas também envolve riscos!
Os sindicatos podem ver através da estratégia (e por isso faço aqui o alerta!) e considerar o movimento como manipulativo, o que pode minar a confiança e dificultar futuras negociações.
Por que razão decido escrever este alerta e não optar pelo silêncio, deixando as coisas desenrolar-se?
Razões para tal:
1- Sou incapaz de continuar a ver o sofrimento nos meus colegas e o descrédito a que são sujeitos, mostrando que tudo isto é quase como um jogo emocional que tem implicações num processo negocial mais alargado;
2- Retirar à capacidade negocial do Governo desde já o seu efeito surpresa, levando assim a que haja a transparência e seriedade necessárias para uma merecida valorização de todos os funcionários.
Acredito que a Sra. Ministra saberá a má publicidade que pode transmitir um projecto destes logo de início, preferindo optar por uma real pacificação do sector e ser lembrada por todos como a Ministra que o conseguiu...e não o contrário!
3- Alertar os Sindicatos e preparar o terreno para não baixarem a exigência necessária em cada um dos temas que se vão seguir, em reuniões separadas.
Os funcionários merecem mais e melhor do que até aqui lhes foi apresentado, pelo que não se pode esgotar numa só 'conquista' ou cedência envolvida em estratégia.
A transparência e a boa fé são e serão sempre cruciais para manter um relacionamento de negociação produtivo. Esta carreira merece uma justa valorização e dignificação!
Cumprimentos e desejos de boas festas de colega da Comarca de Évora. ;-)
Verdade, mas já deu para perceber que é o único sindicato que podemos contar nas negociações, por isso é um não assunto.
ResponderEliminarE depois veio o Pai Natal e foi com o coelhinho ao circo.....
ResponderEliminarAndam a fumar coisas bem fortes para esses lados..
FF
Marçal, de cognome, O Coveiro, nós os Otários te saudamos.
ResponderEliminarE é isto.
É o fim.
Tomem lá.
De vitória em vitória até à derrota final.
Acabou a carreira.
Apetecia-me fazer o que fizeram os funcionários da AT com os códigos, mas não era com os códigos..
Afinal, havia outra, pior que a anterior mas o tipo mais inteligente da sala não percebeu isso.
Parabéns SFJ.
Abraço.
Boas Festas.
FF
ResponderEliminarA valorização avançada pelo Governo, , é RIDÍCULA!!!
Estamos a falar de trocos...trocos...
Depois de:
Militares
GNR
PSP
Enfermeiros
Professores
Guardas Prisionais
Bombeiros
Etc...
A nós é dada uma tacinha de arroz??
Ao comentário das 8.33:
ResponderEliminarPensas bem colega
E esta ação do governo é uma resposta às não propostas da direção do Marçal que não sabe negociar.
Isto é: contenteou-se com pouco e não soube exegir para além dos limites negociaveis.
Rua Marçal.
Ok , conseguiram. Desisto já podia estar fora da carreira como técnico superior, mas porque gosto do que faço e tinha algumas perspectivas fiquei.
ResponderEliminarAgora confesso. Desisto .
O SFJ conseguiu o que tanto quis, descredibilização completa dos auxiliares
A partir de 2 feira não cumpro mais 1 despacho.
ResponderEliminarNão tenho competência para tal, sala e juntar papel nada mais. Obrigado Marçal, o teu ódio pelos licenciados deu frutos.
Colegas, fiquem descansados que esta proposta não vai passar disto.
ResponderEliminarÀ semelhança das anteriores, esta também vai ser rejeitada pois na verdade não há uma única que sirva a globalidade dos Oficiais de Justiça.
Entretanto o governo cai e volta tudo ao início.
Vamos com calma!
ResponderEliminarÉ agora que tudo se inicia, mas com calma!...
Greve greve por tempo indeterminado, sem grandes clamores, sem grande frisson ...
Eles que venham ter connosco, eles que façam as proposta!
Nós só temos e dizer que sim, ou não, continuando, claro está, as greves!
Não desesperem, isto é só o início ! ....
Será que é este o 4 segredo de Fátima?
ResponderEliminarNo fim, tudo espremido, ainda vamos é pagar uma taxinha.
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ResponderEliminarTivemos pelo menos um ganho.
ResponderEliminarA minha presença aqui deixa de fazer sentido.
Ser ostracizado é uma coisa suave, a modos que nos ignoram mas pelo menos isso nem é tão insultuoso assim.
Agora, com esta proposta, c@g@r@m-nos positivamente em cima.
Sim, será essa a estratégia e é exatamente assim que funciona, pois só dessa forma é que dará frutos. Resta agora acreditar na capacidade negocial (leia-se de resistência) dos sindicatos que representam a classe.
ResponderEliminarMnham, mnham, tão bom.
ResponderEliminar28 broas.
Feliz Natal
Observando os comentários percebi que há mais colegas a atacar o Marçal e o SFJ do que a MJ. É o que ela quer.
ResponderEliminarHá por aqui anónimos que são colegas ressabiados, outros simplesmente desnorteados pelo desespero de serem desconsiderado, mas também há gente infiltrada que só vem aqui lançar a confusão.
Fique descansado que da minha parte não será esquecida.
ResponderEliminarAliás, a partir daqui é que irá começar o verdadeiro suplício dela...
Deus te ouça.
ResponderEliminarVerdade é que temos de continuar a enganar os colegas para manter com as mordomias as cúpulas do SFJ. A verdade a que se refere é ter sido o SOJ a alcançar os resultados que o SFJ aceitou no acordo, portanto se alguém alcançou algo foi o SOJ, que achou pouco o conseguido e o SFJ achou tanto que assinou sem prosseguir a negociação. Portanto a Verdade é continuar a enganar a malta, que muitos gostam
ResponderEliminarA ministra fez o que tinha a fazer. Se há na mesa negocial alguém que antecipadamente garante que vai assinar, que assina os papos secos, que andou a cozinhar isto com a tutela nas pré reuniões, então a ministra fez o que tinha de fazer: não dar nada nem valorizar ninguém. Aliás, importava é perceber a razão da mudança do Marçal e é simples de aprender: o SFJ percebeu que muitos do grau 3 vão abandonar funções em breve, os 570 que se preparava para enganar como sócios vão mandá-lo passear, portanto perante a perda de associados muda a ação. Concluindo, o SFJ não existe para defender os que diz representar, existe para ter o dinheiro das cotas e assim manter felizes os seus dirigentes. É tempo de se avançar com as eleições ao SFJ pois agora se percebeu que afinal o que foi feito antes não serviu para nada. Lembrem-se que o argumento para adiar eleições é que já havia trabalho feito e havia articulação com o ministério, agora o que se percebe é que o trabalho terá de ser feito de novo. Vale a pena continuar com o Marçal e seus muchachos e muchachas a negociar?
ResponderEliminarNunca vi uma classe profissional que nunca está satisfeita com absolutamente NADA!!!
ResponderEliminarDesde a van dunen, passando pela outra e agora com esta.
Nunca estão satisfeitos com nada.
Impressionante!!
Acham-se tão especiais que até mete dó.
Todos na função pública têm siadap. PJ, AT e por aí fora. Mas aqui julgam-se muito especiais e não aceitam.
Dão o grau 3 a uns com possibilidade de os restantes progredirem.
Portanto, qual é o problema?!
Têm medo de fazer provas e sairem da sua zona de conforto.
Querem tudo de mão beijada, promoções a cair do céu, bons salários mas sem esforço.
Sinceramente, não há pachorra
Até pode ter alguma razão no que diz...contudo a parte de auxiliares com licenciatura e auxiliares com mais de 20 anos disto não passaram a nível 3 ou seja a base da negociação está aí...
ResponderEliminarA parte variável residirá apenas no valor que irá ou não aumentar para os funcionários..mais percentagem menos percentagem....
Dessa perspetiva também o sofrimento que infligi a Passos teria sido excessivo.
ResponderEliminarMas não me arrependo.
Entre ser-se magnânimo e tirano há todo um espectro a considerar que terá que pesar no veredicto final.
Pensavam que iam ser todos doutores...
ResponderEliminarJulgam-se tão especiais...
a juntar aos papos secos?
ResponderEliminarAo que parece, esses vão de vela, serão desintegrados!
ResponderEliminarSó os integrais ficarão.
E tu pensas o quê, triste criatura!...
ResponderEliminarÉ tudo um processo de estratégia.
ResponderEliminarEstratégia com má fé negocial, onde se coloca a posição de força de início (a qual se poderá abrir mão mais adiante), por forma a negociar o restante com outros argumentos.
Quando existe má fé negocial desde início, com total falta de transparência, é assim como se vê!
A Sra. Ministra da Justiça e a sua equipa ministerial parecem revelar um lado obscuro que não imaginava capaz de atingir desta maneira os Oficiais de Justiça.
Não é compreensível este tempo de espera, este pedido para negociar em paz social...e depois pressionar a ferida desta maneira!
O colega lembra do acordo com a bastonária da OA? Foi má fé e estratégia também da bastonária? Andamos anos a ser enterrados e sempre com desculpas externas. Ainda nem a dois dias atrás havia muitos dirigentes e delegados a afirmar que o SOJ tinha de retirar os avisos prévios de greve. Afirmavam a bondade da negociação, mas agora já recusam a negociação já é a luta. Ide enganar os otários, pois bem se percebe onde está o mal
ResponderEliminarAbdico do grau 3 em troca do aumento dos homens do lixo na Câmara de Lisboa
ResponderEliminarNo Ministério da Justiça devem estar a rir-se à brava...!
ResponderEliminarEntão não é que eles apresentam um proposta absolutamente inqualificável e inaceitável e só se vê gente a culpar e a "cascar" nos Sindicatos!
É que esta proposta visa mesmo isso!
Basta pensar que os Sindicatos nada ganham em prejudicar os Oficiais de Justiça... afinal se conseguirem aumentos também não é para eles?!!!
Mais do que nunca é tempo de nos unirmos!
Das 11:10
ResponderEliminarBem expresso o sentimento da classe.
Rua Marçal
Das 11:14
ResponderEliminarNão percebes nada da divisão do estado.
Não somos funcionários públicos
somos funcionários judiciais
pertencemos a um órgão de soberania que se chama Tribunais.
és de fora ou estás reformado?
O colega talvez não saiba ler. O problema está na injustiça. Por exemplo, não percebeu que aqueles que estão em regime de substituição passam automaticamente para o grau 3, sem provas ou concurso público. Esses são promovidos de forma fácil. Parece-me que o colega está em regime de substituição.
ResponderEliminarExigir exame a quem tem curso de direito é de rir
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ResponderEliminarO Erro é Marçal.
Aqui ninguém quer ser doutor... Para isso tinham estudado e que sigam essas carreiras...
ResponderEliminarA questão é a comparação com o resto da função pública e restante país...
900 paus para qualquer auxiliar que entre a partir de hoje na carreira a precisar de quantos anos para progredir???
É absolutamente ABSURDO!!!!
JA PRATICAMENTE NINGUÉM RECEBE ABAIXO DE 1000€ EM 2025...
Morte da carreira...
Acabou
Estatutos destes vão empurrar os auxiliares licenciados que ainda esperavam algo para a rua ou mobilidade para outro emprego...
Finito
Não dá mais...
Quanto ao SFJ são absolutamente incapazes... O Soj tem o quê? 400 associados? Sem força nenhuma...
No fundo quem perde é Portugal e a sua justiça...
Quanto à Ministra e suas antecessoras são as coveiras desta carreira e provável descalabro total
Parabéns a todos
Não é...muitos licenciados chumbaram na última prova de ingresso e todos sabemos das facilidades que foram dadas.
ResponderEliminarMesmo...batemos no fundo.
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ResponderEliminarCorram com o gajo da caneta nova!
aos das 12_43
ResponderEliminarDo governo já conhecemos o modus operandi
andam há decadas a secarem a classe
esperavamos mais dos dirigentes, porque não é só o Marçal
90% deveriam ser remetidos para as devidas comarcas sem lugar a delegado sindical
é tão simples como isso
É o que eu digo: - Julgam-se muito especiais.
ResponderEliminarPensam que por trabalharem num tribunal são muito importantes e têm que ser tratados de forma diferente.
Colega uma análise muito bem fundamentada e coerente...coisa rara de se ver por estas bandas.
ResponderEliminarContudo seja estratégia ou chico espertice da ministra , não deixa de existir uma violenta atitude contra os oficiais de justiça..
Isso é indesculpável.... é de uma brutalidade horripilante o que nos acabam de propor..
Quanto ao marechal até mete pena neste momento....
Foi enganado e esmagado...
Mesmo que seja essas estratégia para depois se conseguir algo, está muito abaixo logo a subida não poderá ser grande coisa....
Estamos a falar de 60 euros de 70??
O suplemento acaba.
Se isto não é brutal então não sei o que lhe diga..
Sinto vergonha neste momento de ser oficial de justiça...
É verdade...que raio se passa nesta profissão!!!
ResponderEliminarNo dia 17.12.2024, pelas 8H26, (dia da reunião) escrevi neste blogue o seguinte:
ResponderEliminarMarçal, vê se isto difere muito da tua proposta:
- Todos os lugares de chefia ocupados interinamente, passam a efetivos, no dia 01.01.2025;
- A partir da categoria de escrivão de direito (inclusive), para cima claro, que para baixo mija a burra, grau 3;
Siadap (com a figura decorativa do COJ);
- O resto que escreva a tutela, porque isto de escrever dá uma canseira enorme.
O congelamento dos escalões, compensa o aumento no vencimento das chefias, logo, já não é necessário um orçamento retificativo.
Desculpa, falta a parte em que se inventa um curso/formação para se poder, EM DIA DE SÃO NUNCA, chegar a cargo de chefia.
HOJE, FAÇO O SEGUINTE ADITAMENTO:
Essa, dos adjuntos com 15 anos ou mais passarem para o grau 3, NEM AO DIABO LEMBRAVA, ainda se fosse a partir dos 18 anos, já compreendia por terem atingido a maioridade de idade como adjunto.
CONCLUSÃO:
Magnifica proposta para os que ocupam os lugares de chefia interinos (para além de já não ser necessário matarem os neurónios a estudarem, ainda podiam correr o risco de os de grau 2, tirarem melhores notas «AI, QUE VERGONHA».
Para os restantes o futuro dirá se é uma boa proposta.
A ministra (perdeu o direito a excelência), com palavrinhas mansas de que muito respeitava e reconhecia a classe, deixou cair a máscara. Não foi só de agora. Apesar de lhe ter dado o benefício da dúvida e de ter apoiado o Marçal na altura, já há alguns meses que se reparava nas atitudes da mesma e no protelar da situação, que, não só não nos respeitava como ainda se achava no direito de nós continuar a menosprezar e a tratar com superioridade , melhor, soberba, por nós ter encostado as cordas . Era evidente o arrastar da situação, o engodo, o engano, a soberba
ResponderEliminarEste negociar aos poucos sem nada dar, não e nada
Outras carreiras, mantendo elas a posição de força, estando por cima, conseguiram avanços
Nos, acreditando em quem há demonstrou não merecer, nada conseguimos.
Está foi a primeira amostra do que aí vem. Continuação de trabalho escravo, sem direitos e com muitos deveres. Inconstitucionalidades, ilegalidades, desrespeito
Só existe uma forma, como já venho defendendo há muito tempo . Comecemos o ano com um mês de greve geral, depois logo se vê. A greve só deverá ser suspensa mediante conquistas concretas, assinadas e com ordem de publicação. Se a ministra suspender as reuniões, nos aumentamos a luta.
É fácil, basta o Carlos e o António quererem.
Atenção, em até sou dos que vão para o grau três, mas não foi isto que alguma vez pensei que os meus colegas, alguns que trabalham mais que eu, apesar de serem auxiliares, merecessem. Isto que nos foi apresentado está errado. E uma anedota de mau gosto.
Luta intensa para cima deles
Não me julgo especial apenas tenho as habilitações necessárias para o nível 3 mas tranquilo, serei valorizado noutro lado .
ResponderEliminarNo final do dia é como diz minha esposa.
Era a notícia que precisavas para saires dos tribunais.
Corda aos sapatos.
Não luto mais, sou ainda jovem vou para outro lado, fas pessoas com mais futuro desta profissão, ainda jovens, qualificados e due faziam o trabalho de auxiliar e adjunto juntos, vão sair em barda .
ResponderEliminarSiga que amanhã já era tarde, os mais lentos que carreguem o barco
Passava o colega a representar os OJ junto da tutela, não?
ResponderEliminarSejamos, senão minimamente inteligentes, pelo menos espertos!
aos das 13-22
ResponderEliminarpois somos
senão não estariamos aqui eramos todos assistentes operacionais ou assistentes tecnicos
classificação injusta arranjada para indiferenciar várias profissões que trabalhavam para o Estado
agora, o privado vem trabalhar com ajustes diretos ou outra forma contratual
já sabemos quem se agarra à teta
Mas não pode haver uma desvalorização salarial!
ResponderEliminarDemissão coletiva era o que estes gajos mereciam
ResponderEliminarSOJ dobra.
ResponderEliminarVocês falam em rejeição como se a aprovação pelos sindicatos interessasse alguma coisa aos governos.
ResponderEliminarEste estatuto vai ser aprovado antes do verão com ou sem acordo com os sindicatos.
Boa tarde.
ResponderEliminarComo dizia o outro:
Paaaaaaaaaaraaaaaaaaar aaaaaaa máááááquiiiiinaaaa...
O problema é que ele tinha dito que era outubro a dezembro e a carneirada resolveu esperar pelas renas.
Têm sido dias, semanas, meses tristes...
ResponderEliminarNão façamos com que se torne pior.
Ler por aqui colegas a bajular-se e a mandar abaixo outros, é triste.
É triste e é revelador de que a memória é curta e selectiva, unicamente em proveito próprio.
Independentemente de licenciatura ou mesmo doutoramento, quem se pode esquecer de quem o(a) ajudou no início.
Fossem auxiliares ou adjuntos, não me esqueço que todos eles me ajudaram e ensinaram, com o seu conhecimento e sem serem detentores de licenciatura alguma.
Esse conhecimento de todos eles não é, mesmo agora e passados anos, inferior ao que eu tenho.
Haja respeito e puxemos por todos os(as) colegas, até porque se deve perceber uma coisa...
Esta valorização (que nem esse nome deveria ter) é má para todos, pois roça o ridículo.
Façam uma introspecção e pensem em muitas das coisas que por aqui vão sendo escritas, algumas das quais parecem vir de quem se senta num pedestal e olha os outros de cima para baixo.
Pois dobra, na incompetência e falta de estratégia até triplica.
ResponderEliminarFogo, adjuntos na generalidade com grau 3 é de loucos.
ResponderEliminarCom cada nódoa que conheço.🤦
Deves ser uma bela nódea, sim senhor...
ResponderEliminarDaquelas que só saem com a tesoura.
Boas festas.
Estando tudo mal, devendo ir todos para o nivel 3! só uma questão, afinal fala-se apenas em licenciados, pelo que serão todos, incluindo o meu caso em gestão, certo?
ResponderEliminaré uma consequência do acordo papo seco.
ResponderEliminarF...-se o Marçal e companhia.
Tanta merda para €28.
então? são €28. dahhhhhhhhhhh
ResponderEliminardeves ser SFJ não alcanças? €28
então que assinou o papo seco? quem foi? ainda antes da reunião já o Marçal estava perante as rádios a dizer que havia acordo (papo seco). Ora vamos criticar quem?
ResponderEliminaroutro nabo
ResponderEliminarencontraras sempre de tudo em todo o lado, isso não serve...
ResponderEliminar€28 já cá cantam. muito obrigado SFJ por mais este aumento (€28), estou mesmo agradecido....
ResponderEliminarcom grau 3 ou sem, vais ter mais €28 e contenta-te. É o que o acordo papo seco conseguiu. sendo assim de que mais esperas? que diferença faz o grau 2 ou 3?
ResponderEliminarMerda para os negociadores, cambada de tansos...
O que eles merecem sei eu...
Não se deverá partir a carreira.
ResponderEliminarTem é que haver muito mais rigor no ingresso.
Quando as provas eram "à séria" os licenciados chumbavam à mesma velocidade dos outros, e não entravam classificados com nota 10 ou 11. Mas isso foi há mais de 30 anos.....
Foi a partir daí que isto deixou de ser alguma coisa....é pena !!!
Aí está uma bela questão, será que a licenciatura em Agronomia, Veterinária ou História também são aceites.
ResponderEliminarObviamente que não...
ResponderEliminarNão brinque com o assunto, porque no Ministério da Justiça pensaram em tudo.
As que mencionou é que não.
Ok sr contorcionista, entendi-te.
ResponderEliminartu é que és uma bela COTA.🤦
ResponderEliminarClaro que querem tirar licenciaturas na secretaria de mão beijada.
ResponderEliminarÉ que nem esperam por saber o que consagra o estatuto, percentagem do suplemento, etc, indispensável para perceber se a proposta é aceitável ou não.
De qualquer modo, do que já foi apresentado, até acho que foram longe demais.
O grau 3 devia ser só para licenciados no mínimo com 10 anos de experiência, existindo assim um equilíbrio entre as habilitações e a experiência profissional.
Quanto às chefias sem licenciatura deveriam passar por um processo de creditação obrigatório.
Só assim se conseguiria mudar o paradigma e ter quadros mais qualificados.
É uma vergonha muitos casos que encontramos frequentemente.
Auxiliar desde 1999. Cumpri as regras para o concurso de secretário. Passei e fiquei bem classificada, mas optaram por regimes de substituição. Ao aceitarem subverteu-se o sistema. A ideia é acabar com a carreira e poder recorrer a administrativos para as funções de auxiliares. Sou duplamente discriminada porque tenho incapacidade/deficiência . Irei recorrer aosctribunais porque há violação da constituição e de convençoes internacionais. Nem que vá sozinha! Tristeza
ResponderEliminarAnalisando a enxurrada de comentários diários, chego a duas conclusões:
ResponderEliminar-Colegas frustrados com a desconsideração da tutela e a ineficácia dos sindicatos, esquecendo-se que a culpa tb é do comodismo de todos nós.
-Colegas do SOJ cuja preocupação diária principal é como angariar associados por demérito dos outros, em vez de ser por mérito próprio.🤮
Deves ser jeitoso...deves,..., quando chamas de nódoa.aos adjuntos...
ResponderEliminarCertamente estás aqui pelo anterior bom comportamento...caso te tivesses o comportamento de hoje estarias...onde?
Anda aqui muita gente como tu com o único propósito de manter o status quo...
ResponderEliminar3 PARA TODOS OS ADJUNTOS
ResponderEliminarSabem bem que para função igual não pode haver discriminação salarial a menos que a Ministra se queira ver a braços com ações JUDICIAIS dos restantes adjuntos. È que é inconstitucional os +15 serem abrangidos e os -15 não. PORQUÊ ESTA DISCRIMINAÇÃO? quando por ventura os mais antigos até são os que precisam de "refresh" formativo... É SÓ ATROPELOS LEGAIS CLARO! E depois chora-se... No minímo todos os Adjuntos !!!!! Ou então todos à formação qual é o vosso receio!?!