Não, não há, mas há coação e os “achismos”

      Nas vésperas de deixar as funções de diretora-geral em regime de substituição na Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), Ana Cláudia Cáceres não resistiu a vir, mais uma vez, tentar persuadir os Oficiais de Justiça a não aderirem à greve de amanhã, sexta-feira, dia 06-12-2024.


      Mantendo a tradicional inventiva e a estratégia da reprodução de pareceres que nada dizem, embora digam muito, assim assustando os mais incautos, constata-se que remonta tal habilidade a momentos memoráveis como as greves por altura da greve dos atos, a interpretação abusiva que amedrontou o SFJ, ou que, pelo menos, disse ter ficado amedrontado, como desculpa para parar a greve mais eficaz de sempre, pelo parecer da PGR que nunca (nunca) considerou a greve ilegal; a trapalhada com a marcação de faltas a todos e depois a anulação de todas as faltas a todos, mesmo as que eram das greves do SOJ e estavam muito bem marcadas, resultando que ninguém teve faltas por greves, fosse qual fosse a greve naquele período; o ardil das listagens das adesões às greves, e tantas outras interpretações, ou a difusão de disparates interpretativos, como aquele que tentava também influenciar a adesão à greve dizendo que só os associados do sindicato convocante da greve podiam aderir à greve deste e não à greve do outro; enfim, tristes episódios na história, também triste, dos Oficiais de Justiça que se julgava encerrada até ontem.


      Por ofício datado de 03DEZ e ontem difundido, subscrito pela atual e ainda diretora-geral em regime de substituição, foi divulgado um esclarecimento da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público que, em síntese, afirma que “não compete a esta Direção-Geral emitir parecer”, apresentando de seguida uma mera reflexão “em abstrato”, isto é, para qualquer greve, na qual refere o óbvio: quando há serviços mínimos para uma greve, tem de haver pessoas nomeadas para os assegurar e esses nomeados para essa greve têm mesmo que assegurar tais serviços mínimos, pois se não os assegurarem cometerão um ato ilícito.


      Este alegado parecer, ou esclarecimento, nada diz de especial, a não ser o que já todos sabem, isto é, que a greve da FESINAP, como qualquer outra greve, tem serviços mínimos e que esses serviços mínimos, dessa concreta greve, têm de ter gente indicada para assegurar os serviços mínimos dessa greve concreta, como a da FESINAP.


      Quer isto dizer, tal como aqui já repetimos vezes sem conta, por estes dias e ao longo dos anos, que não há nenhuma sobreposição de greves. As greves não se sobrepõem em camadas, umas por cima das outras, abafando as de cima as que ficam por baixo e só valendo a última, a mais recente, a que fica por cima das outras. Isto não existe!


      Não há greves sobrepostas, mas greves em simultâneo, como bem esclarece a nota sindical do SFJ divulgada ontem.


      Diz assim o SFJ:


      «No caso de uma greve prever serviços mínimos, e outra não, os trabalhadores poderão aderir a uma ou outra, tendo-se que reger pelo aviso prévio respetivo, isto é, não há qualquer sobreposição dos avisos prévios, pelo que a imposição, por parte da Administração, de serviços mínimos de uma greve que não os prevê, consubstancia a emissão de uma ordem ilegal que nenhum trabalhador está vinculado ou tenha que obedecer.»


      Notem bem, a existir alguma ilegalidade, essa não será dos Oficiais de Justiça que adiram às greves do SOJ e, ou, do SFJ, a ilegalidade será das ordens que haja nesse sentido, venha ela de quem vier.


      Notem bem que a DGAJ não transmitiu nenhuma ordem ilegal – não se compromete –, apenas difunde alegados esclarecimentos de outrem e dirige-os, especificadamente, aos Administradores Judiciários e não aos Oficiais de Justiça no geral, querendo desresponsabilizar-se das atitudes ilegais que esses Administradores venham a tomar na sequência dessa influência.


      Já o mesmo procedimento foi usado no passado, com um ofício idêntico em que se dizia que os árbitros haviam dito que as greves dos sindicatos só podiam ter aderentes às greves dos próprios associados.


NaoHaServicosMinimosCartazFrenteCara.jpg


      Ou seja, o método é não dar instruções diretas, porque bem sabe que são ilegais, mas dizer o que outros dizem ou pensam. A DGAJ não dá ordens ilegais, mas consegue, com astúcia, influenciar um mar de gente por este país fora que passa a considerar aquelas barbaridades como se de ordens se tratassem. E no seguimento dessa estratégia, o ofício ontem difundido segue a mesma norma, dizer uma data de coisas inócuas, citar um par de artigos de lei e terminar com uma menção a qualquer ilicitude, é quanto basta para acagaçar quem não sabe ler.


      Vamos ler:


      «Não compete a esta Direção-Geral [DGAEP] emitir parecer. Sem embargo, sobre esta matéria em abstrato cumpre assinalar que compete às associações sindicais e, subsidariamente, aos empregadores públicos, a designação dos trabalhadores que ficam adstritos à prestação dos serviços mínimos, nos termos dos artigos 398.º, n.º 6, da LTFP e 537.º, n.os 3 e 4 do Código do Trabalho,


ficando os trabalhadores designados para o efeito sujeitos a este dever legal, cujo incumprimento configura um ato ilícito, nos termos da lei.»


      O SFJ esclareceu ontem assim:


      «Se todos os Oficiais de Justiça de um determinado juízo aderirem à greve decretada pela estrutura sindical, cujo aviso prévio não consta qualquer imposição de serviços mínimos, os mesmos ficam desonerados de comparecer ao serviço.»


      Quer isto dizer que os Oficiais de Justiça podem – todos – aderir às greves do SOJ e, ou, do SFJ, com toda a naturalidade, como sempre o fizeram, mesmo aqueles que estejam indicados para assegurar os serviços mínimos de outras entidades, porque as greves do SOJ e do SFJ, como, aliás, bem diz a diretora-geral no ofício que difunde, logo no início, não têm serviços mínimos nenhuns.


      E conclui a nota informativa do SFJ assim:


      «Informamos, ainda, que qualquer ordem em sentido contrário, viola o que a lei prevê, padecendo de ilegalidade, já que os serviços mínimos podem ser estabelecidos por acordo das partes envolvidas ou por imposição, por acórdão emitido pelo Colégio Arbitral, e nunca por imposição de qualquer Administrador de Comarca.»


      Repetimos: os serviços mínimos só podem ser fixados por acordo entre o sindicato convocante e a entidade administrativa ou, caso não haja acordo, por decisão do colégio arbitral; mais ninguém fixa serviços mínimos. A DGAJ não fixa serviços mínimos, nem nunca os fixou, apenas os divulga, quando resultam de um acordo ou quando resultam de acórdão de colégio arbitral.


      Se a DGAJ não fixa serviços mínimos, a ministra da Justiça também não, nem o primeiro-ministro ou o Presidente da República, pelo que vir agora qualquer Administrador Judiciário, Secretário de Justiça, magistrado, juiz presidente, etc., fixar serviços mínimos a greves que não os têm é um dos maiores disparates e uma enorme ilegalidade que lhes pode sair muito caro, porque esse abuso deve ser denunciado imediatamente.


      A propósito destes abusos, da «“fixação de serviços mínimos” por parte de alguns Administradores Judiciários que, pasme-se, contam com o “respaldo” de Juízes Presidentes e Procuradores Coordenadores», diz o SOJ o seguinte:


      «Os Conselhos de Gestão, ainda que tenham na sua composição Magistrado Judiciais, Magistrados do Ministério Público ou Administradores Judiciários não têm legitimidade para alterar, “contestar” ou recorrer da decisão. Mais, é também de duvidosa legalidade que possam alguns Secretários de Justiça emitir opiniões ou “achismos”, sobre a matéria, em documentos oficiais.»


      E prossegue:


      «Perante o exposto, e ainda que as “(des)ordens de serviço” exaradas pelos Conselhos de Gestão de algumas Comarcas, na sequência do Ofício Circular n.º 13/2024, não afetem os Oficiais de Justiça, pois há uma greve decretada pelo SOJ para as quartas e sextas-feiras (e tardes dos restantes dias), entendeu este Sindicato, SOJ, apresentar a matéria junto da PGR, 1ª Comissão da AR, CSM, CSTAF, CSMP, COJ e DGAJ.»


      E conclui a nota informativa assim:


      «Concluindo: Os Oficiais de Justiça que pretendam aderir à greve, dia 6 de dezembro, sexta-feira, não têm de informar que vão fazer greve, basta não comparecer ao serviço e estão salvaguardados pelo Aviso Prévio apresentado pelo SOJ, pelo que INEXISTE A OBRIGAÇÃO de serem prestados, por parte de Oficiais de Justiça, serviços mínimos no dia 6 de dezembro.»


      Ora, perante esta situação e as múltiplas abusivas ordens, interpretações e, como diz o SOJ, os “achismos” sobre a matéria, não resta aos Oficiais de Justiça outro caminho que não seja uma demonstração massiva e exuberante manifestação de greve, ensinando todos aos abusadores de que os Oficiais de Justiça não se deixam intimidar pelos mecanismos de pressão intentados e, consequentemente, aderem amanhã, com toda a firmeza, às greves do SOJ, de manhã e de tarde.


DGAJ-AnaClaudiaCaceres.jpg


      Fontes: para além do citado ofício da atual e ainda diretora-geral, em regime de substituição, da DGAJ – dirigido aos Administradores Judiciários, que acabaram por o divulgar pelos Oficiais de Justiça, por estar classificado como sendo um aditamento ao anteriormente difundido, publicamente difundido, este aditamento foi difundido sem ser com o mesmo alcance geral e público, difundido em modo mais envergonhado, incongruente com a designação de aditamento, porque, a sê-lo verdadeiramente, deveria ter o mesmo tipo de difusão, já que lhe diz respeito –, para além do tal aditamento envergonhado, podem aceder às informações sindicais citadas: “SFJ-Info” e “SOJ-Info”.

Comentários

  1. Incontinência administrativa!...

    Apenas mais um "xixi"

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  2. Temos de nos unir e parar tudo outra vez.
    Já chega de brincarem conosco.
    Se os sindicatos não nos unem sejamos nós a fazê-lo.

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  3. Também já é altura, de nós, Oficiais de Justiça, usarmos todos, mas mesmo todos, o cérebro.
    Trabalhamos em Tribunais, lidamos todos os dias com Leis, interpretação de Leis, e metade de nós não consegue chegar à conclusão que este artigo explana.
    Entrar num juízo e encontrar Colegas a dizerem que estão escalados para os
    serviços mínimos e que o secretário disse isto e aquilo, e que vão trabalhar porque não querem ter problemas, e isto e aquilo..
    Vamos lá acordar pá....
    Parecem zombies......
    Quase apetece dar umas lambadas neste pessoal..
    Acordem pá.
    Acordem para a vida.
    Porra.
    Desculpem lá o desabafo.

    Aquele abraço

    FF

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  4. SFJ?!! SFJ?!!


    Está aí alguém?!!


    SFJ?!! ...

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  5. Estou muito em baixo.
    As propostas para a nossa carreira não foram viabilizadas pelo PS.
    Já não viverei cinquenta anos para ver o dito partido ter o mesmo destino que tiveram o CDS e o PCP.
    Digo este número redondo porque geralmente é o tempo que demora aqui em Portugal a ser espelhada a vida política francesa...
    Bom, com a globalização, talvez um pouco menos agora.
    Em termos de problemas eles também já estão neste momento num mais à frente que afinal é regredir.
    Enfim, a única coisa que me pode mesmo animar nos dias que correm é a constatação de que a democracia naquele país farol da mesma no mundo contemporâneo continua a funcionar.

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  6. Quem está escalado para serviços mínimos e não vai comparecer?
    Que se acuse. Deve ser uma minoria.

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  7. Está desculpado.

    Na verdade, como é bem retratado no seu comentário, muitos de nós ficou-se pela associação dos ditongos na primária e, para eles, ler é apenas e só ler, isto é juntar letras, juntar palavras, ler o que está escrito.

    Ora, no direito, o elemento literal (as tais palavras, enfim o que está escrito) é apenas uma pequena parte da interpretação da lei (a interpretação legal pode, muitas das vezes, caber o elemento literal, ficar aquém ou ir além desse elemento ou nem sequer ali caber).

    Daí que, nos tribunais, os profissionais (oficiais de justiça e magistrados) não se ficam pela leitura da lei, cabe-lhes a mor das vezes a interpretação nuns casos e a obediência a quem faz esta nos outros.

    No nosso caso, fica bem patente que muitos de nós não são capazes nem estão preparados para outras funções, porventura de maior responsabilidade (muitos deles apenas porque não querem, mas nalguns casos simplesmente porque não são capazes).

    O caso de hoje é gritante senão vejamos:
    Se caísse a greve da FENISAP sobraria a do SOJ certo!
    Então façam esse raciocínio e pensem comigo, desconsiderando a famigerada greve fica a da nossa estrutura sindical e para esta (a do SOJ) não há serviços mínimos, ponto!

    O bom senso nestas coisas deve imperar acima de tudo e eu não censuro a tutela pela emanação de orientações para a greve da FENISAP porque se o que eu disse - desconvocação da greve - é também válido para uma eventual desconvocação da greve do SOJ.

    Daí que não podemos censurar a tutela por emanar orientações, mas podemos e devemos sobretudo fazer uma auto censura e eventual censura aos Administradores que, por defeito de formação, incompetência ou ineptidão se prontificam a serem resolutos sem sustentação ou fundamentação que o justifique parecendo piores que quaisquer governo de índole autoritária.

    Devo ainda dizer que quem anda, precisamente, nestas andanças (falo dos sindicatos) devia ter adotado uma outra postura - refreando alguns ímpetos despropositados e esclarecendo muitos outros desorientados.

    Parabéns pela assertividade do que disse FF

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  8. Adolfo Dias5/12/24 09:43

    Viva a FESINAP, pois colocou, quase, toda a gente a bater mal da tola.
    A começar pelos oficiais de justiça, e como muito bem diz o colega FF, não sabermos interpretar as leis com que trabalhamos diariamente, é lamentável.
    Depois irem na conversa de muitos secretários e administradores que, pelos vistos, também não pescam nada sobre leis. Não esquecendo do grau académico destes famosos superiores hierárquicos.
    Por fim, vem demonstrar mais uma vez a incompetência de quem nos dirige, que para além das muitas ilegalidades cometidas, ainda têm o prazer de gerar confusão e desordem, quando tudo o que se pede é esclarecimento e ajuda.

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  9. Eu já enviei um email á fensinap... esses mafiosos nem sequer responderam..

    Eu hoje vou ligar para lá....


    Se todos queremos começar a criar impacto e lutar contra esta máfia dos sindicatos, que tal pessoal vamos ligar para eles a ver o que dizem?

    Aliás tanto o Soj como o SFJ essa estratégia tem resultado. Uma vez que nos comunicados dizem que "após vários sindicalizados terem ligado"

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  10. Os OJ são uns medrosos!

    Também não é de admirar, dada a cultura de subserviência e submissão que sempre se viveu nos tribunais!

    É pena que, com uma média de 56 anos, exista uma classe profissional tão diminuída, mas é mesma essa a realidade!

    Não se queixem de não atingirem os vossos objetivos! ...

    Cresçam, levantem a cabeça e prossigam ... ou deixem tudo como está!

    Mas, por favor, não se queixem!...

    Life is what you make it!

    ResponderEliminar
  11. Os OJ são uns medrosos!

    Também não é de admirar, dada a cultura de subserviência e submissão que sempre se viveu nos tribunais!

    É pena que, com uma média de 56 anos, exista uma classe profissional tão diminuída, mas é mesma essa a realidade!

    Não se queixem de não atingirem os vossos objetivos! ...

    Cresçam, levantem a cabeça e prossigam ... ou deixem tudo como está!

    Mas, por favor, não se queixem!...

    Life is what you make it!

    ResponderEliminar
  12. SFJ?!!


    São 05-12-2024!


    Acorda, está na hora do trabalho!

    ResponderEliminar
  13. Na escola primária, normalmente os mais espertos e espevitados precipitam-se e são impulsivos a responder ao que lhes é pedido.

    Muitas vezes, de forma precipitada, ainda a pergunta não está feita, dizem logo EU É QUE SEI, EU É QUE SEI!

    E logo nesse momento, sendo-lhe dada a palavra não sabem responder ou respondem de forma desacertada porque não sabem ouvir (tudo até ao fim) e antes de responder pedir esclarecimento sobre as dúvidas da pergunta e só depois, caso saiba, oferecer-se para partilhar isso mesmo, o que sabe respondendo com assertividade.

    Muitos de nós deveriam voltar à escola primária tal é os espírito de impulsividade que leva muitos ao ridículo.

    Usar a cabeça - é o que se diz por aí - e muitos de nós ao que parece só a usamos para dar pancadas na bola ou na própria vida, parecendo que a tratamos mais como assessório ou para se colocar um adorno (e muitos têm e usam adornos) do que para comandar os nossos destinos.

    Ao longo do tempo, no trabalho, acabamos por desenvolver autênticos refreios dos nossos ímpetos, das nossas pulsões de reação ao ambiente externo e agora parece que padecemos de uma síndrome qualquer onde o temor reverencial às hierarquias são autênticos freios à liberdade e exercício de direitos.

    O FF apela a que acordem para a vida e eu apelo a que comecem a usar a cabeça, e antes de se mandarem para a fogueira, reflitam um pouco, sozinhos ou em grupo, com espírito aberto sem demagogias bacocas.

    Muitos de nós vêm aqui ao blog quase como se vai à Igreja (À Missa) como que para procurar inspiração divina para a resolução dos seus problemas da vida.

    Mas por aqui apenas passam os "apóstolos" de um discurso e de uma fora de atuar, que muitos querem erigir a crença ou até fé incontestável, sem todavia terem feito qualquer milagre para nos fazerem acreditar nela ( o único "Lázaro" que vai ser ressuscitado é o velho projeto do estatuto com remendos novos nas antigas ligaduras - e como se sabe remendo novo em pano velho apenas aumenta o buraco).

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  14. FALTAM VINTE E SEIS (26) DIAS PARA OTÉRMINUS DO PRAZO

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  15. Com essa doutrina - refiro-me apenas à parte final, do estatuto -, ainda vai é parar à fogueira como herege.

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  16. Peço antecipadamente desculpa pelo que vou dizer.

    Só agora muitos se aperceberam que a senhora Diretora exercia as funções atuais em regime de substituição, após a saída da antecessora por vontade própria.

    E também se percebe o elevado número, para não dizer aberrante, de colegas em regime de substituição.

    Com efeito começando pelo topo, na DGAJ e descendo por aí abaixo, é quase tudo substituições e comissões e tudo o que acabe nisso (ões) como as enormes confusões que se geraram durante o exercício do cargo.

    Para quando um esclarecimento dos sindicatos quanto a este aspeto (para se acabar com as substituições como regra no provimento de lugares de chefia)?

    Estão todos bem servidos não é verdade!

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  17. Eu prefiro não fazer sozinho, ou seja, com companhia!

    Fazer em grupo é mais uma fantasia!... mas ...

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  18. Cabe às "pestes grisalhas" (falo dos mais velhos) a passividade - de estão bem de vida e confortáveis porque cómodos com a situação ao menos não influenciem os mais novos nas suas decisões sobre a greve.

    Todos sabemos que os mais velhos, a chefiar, não fazem greve e desacreditam, muitas das vezes os outros, os que são chefiados a não o fazerem - mas fazem-no apenas porque sem eles não são capazes de executar o trabalho e assim que estes se ausentam é vê-los a fazer greve também ou a ausentarem-se por outros motivos (nem sempre de forma correta, muitas vezes recorrendo a baixas médicas).

    Cabe assim aos "Pirraças" (falo dos mais novos ou nem tanto assim), a todos aqueles que sustentam verdadeiramente esta máquina de suporte à atividade dos Tribunais afirmar-se como donos dos seus destinos e tomar uma posição firme e persistente nas suas convicções.

    Se o fizerem, irão provocar uma reação em cadeia que levará pelo menos ao respeito pelo papel que desempenham.

    Na verdade as reformas que por estes dias acontecem, muitas delas, foram precipitadas por esses colegas mais velhos deixarem de poder contar com equipas de trabalho robustas e terem eles próprios que voltar às origens, cumprindo despachos e até assegurando diligências.

    Se fizermos cair sobre os seus ombros - o dos que se acham confortáveis e cómodos - todo o peso e responsabilidade do serviço, apressadamente deixarão de se voluntariar para ocupar cargos para os quais não estão preparados ou estando não deviam ocupar de acordo com as regras em vigor.

    A nossa luta é a luta também contra a arbitrariedade de decisões discricionárias e, nalgumas vezes, muito injustas e profundamente desmotivadoras.

    Como cumprir com o dever de "auto-motivação" quando o que sucede é quase sempre uma frustração nas nossas expetativas.

    A luta, de forma correta e justa, faz-se com determinação e a união faz a força, diz-se!

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  19. Uf ...
    Ainda bem que depois do "sozinho" veio a "companhia" ... . uma mão calejada não ajuda a teclar no computador.

    Mas a "companhia" é maior que um "batalhão" e é preciso ter fibra para a aguentar ... deve ficar toda "rotinha" ...

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  20. Se está escalado para serviços mínimos para amanhã (6/12), comunique tal escala (Ordem de Serviço) a cada um dos sindicatos, para que estes tomem as medidas que achem adequadas.

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  21. A fogueira, por estes dias, mais frios e próximos dos invernosos, ajuda a aquecer o âmago das nossas almas !

    No calor sobressaem sempre os mais racionais(frios) que amenizam o fogo e põem a mão nos "borralhos incendiários" que atiçam os fogos de forma desmedida e descontrolada ... é certo por vezes queimando-se.

    É um sacrifício que estou disposto a dar.

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  22. Pestes??

    Sabes o que se faz aos pirralhos mal formados e mal educados?

    Dá-se-hes um bom par de estalos bem dados naquelas fuças, para aprenderem a respeitar os mais velhos !

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  23. Já mais alguém ligou para a fensinap disse para levantarem a greve.

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  24. A colega acha mesmo que o problema são os mais velhos?
    Nem imagino o que será que faz com os seus familiares grisalhos.

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  25. Mas uma vez que a tal "fensinap" "inocentemente" decidiu decretar a greve, porque não levanta a mesma??

    E assim acaba a confusão.

    Ou será que esse acordo com a DGAJ não foi assim tão inocente?

    Alguém aqui me pode esclarecer?? Ou então sou mesmo burro.

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  26. A FESINAP não tem que "levantar" a greve, porque não se destina apenas a Oficiais de Justiça, mas a toda a função pública. Por outro lado, como está sobejamente explicado, na afeta as greves dos sindicatos representativos dos Oficiais de Justiça, pelo que não atrapalha, embora cause confusão a alguns, designadamente àqueles que habitualmente já se confundem com tudo e com nada.

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  27. Na informação sindical do SOJ esclarecida a atuação do SOJ com a FESINAP, o que se mostra suficientemente, sendo desnecessárias outras ações.

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  28. Não tem de enviar nada para os sindicatos nem estes têm de tomar mais medidas do que aquelas que já tomaram, isto é, explicar à FESINAP que existe uma representação própria dos Oficiais de Justiça, velhas lutas sobre serviços mínimos e decisões de tribunais e colégios arbitrais, para que no futuro não cometam o mesmo erro, mas também explicar aos Oficiais de Justiça, como explicaram o SOJ e o SFJ, que a greve da FESINAP não afeta minimamente a existência das greves existentes.
    Ou seja, concluindo, a lista tinha de ser feita, mas é inútil.

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  29. Continuo sem perceber porque razão não é decretada nova greve aos actos! Foi a mais impactante!

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  30. Hoje sou eu, para vir o outro triste dizer que só penso no meu umbigo: DGAJ/ MJ têm de pagar, com a maior brevidade, o tempo de provisório e fazer os acertos correspondentes. O tempo de serviço congelado tem de ser discutido, sindicados acordem e façam alguma coisa.

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  31. É isso mesmo! E ja agora alguém sabe porque não sairam, no fim de novembro as listas de progressão de escalão ?

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  32. Para quando a o "descongelamento" que foi dado aos professores?



    Não somos todos iguais perante a Constituição da República Portuguesa!?!!

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  33. E depois vai responder ao TFM por maus tratos ...e não é a animais ...

    Agora sem brincadeiras - acha mesmo que não existe o problema que relatei, se acha isso é porque não passou pelo que eu passei e não foi uma nem duas nem três as vezes que isso sucedeu, já vão uns anos isso é certo - agora sou eu um desses #velhos# a que carinhosamente apelidei de #pestes# não no sentido pejorativo da humanidade do termo mas naquele outro, o da infestação, pois os tribunais estão infestados de velhos (onde eu me incluo).

    Mais uma vez, reitero um outro comentário que fiz por cá, no que respeita à forma de ler e de interpretar - há pessoas que só sabem conjugar uma letra a outra e uma palavra num conjunto de palavras sem perceber o sentido ou a mensagem nela transmitida e isso é muito perigoso, pois podem dar-lhe um outro sentido, nomeadamente o que lhe aprouver ou lhe servir para arremessar coisas tão estúpidas como "um par de estalos nas fuças" e por aqui se vê a amostra de colegas que habitam os palácios de justiça.


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  34. Leia SFF o comentário "De Anónimo a 05.12.2024 às 14:06" e, porque julgo útil "De Silva a 05.12.2024 às 09:39"

    Com os meus familiares e amigos - sim os amigos, porque no tribunal apenas tenho colegas e muitos deles nunca convidaria para ir lá a casa - mantenho ou consigo manter uma conversa séria e a brincadeira também, permitindo-nos a parvoíces dentro do que é razoável.

    Mas de colegas que se apressam a ostracizar quem fala com verdade apenas porque se sentem tocados, como se fossem todos como a "Virgem Maria" (que concebeu Jesus antes do matrimónio, e não importa ao caso se foi o José ou o Espírito Santo, já não é possível fazer exames hematológicos).

    Parece que existe um "bando de intocáveis", e não se pode falar com verdade e seriedade sobre os problemas reais - problema é só aquele ou aqueles que dão jeito a alguns - tudo o mais varre-se para debaixo do tapete e é "tabu".

    Mas a verdade é tão evidente que nem a maior peneira do mundo ensaia escondê-la ou impede que seja vista no seu todo.

    ResponderEliminar
  35. Não se dê ao trabalho de explicar, não vale a pena.

    E já nem a Síndrome de Burnout explica o défice cognitivo que é demonstrado em muitos dos comentários - já não se trata de opiniões divergentes e de argumentarios convincentes, mas apenas e só de um verdadeiro défice.

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  36. Sim. Somos iguais, mas apenas mais iguais àqueles que não tiveram o tal descongelamento dado aos professores!

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  37. E é basicamente isto!

    A que mais impacto teve e que provocou reações diversas, foi precisamente a greve às Diligências.

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  38. ??? Você é louco ou louca..

    Ainda não entendeu os comunicados???

    Tudo vai no sentido que para meados de 2025..

    Faltam 26;dias para ir á casa de banho é isso??

    ResponderEliminar
  39. Então vou lhe explicar..

    Porque essa greve demonstrou o verdadeiro poder da nossa profissão...

    Porque existe cerca de 60 por cento da classe que está a receber acima de 2000 euros e não estão preocupados com nada.

    Porque a classe está envelhecida, logo eles tem as vidas feitas, casas pagas, bem casados, vivem nas suas terriolas, tem amantes..

    Assim anda tudo feliz da vida..

    Por último, administradores, secretários, principais, está tudo com uma vidinha acima da média....e claro sindicatos e seus líderes..


    Assim a máquina está guarnecida...

    Agora já percebeu???

    ResponderEliminar
  40. Não, não percebi. Não percebi o que é que os administradores, secretários e principais tinham a perder!

    Mas eu respondo, Nada!

    Até podiam ganhar mais umas coroas, como todos nós!

    E você, agora já percebeu???

    ResponderEliminar
  41. Agora só me faltava vir para aqui os defensores da fensinap...

    Essa está bem boa...

    Viva aos defensores da fensinap.

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  42. Isso é desconversar!

    Estava talvez na altura dos sindicatos ameaçarem a tutela com uma outra ação judicial, não?!


    Já ganhámos algumas, porque é que não poderíamos ganhar também esta, que tão justa é?!!

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  43. Até percebia o seu ponto de vista, mas o problema é que você vive em Portugal.

    Ou seja a dita casta superior que recebe acima de 2000 euros, tem pavor que os mais novos ou quem está por baixo, tenha uma vida melhor.

    A isto chama-se inveja, e infelizmente é cultural .

    Se isto fosse os estados unidos aí seria diferente.

    Agora percebeu?

    ResponderEliminar
  44. Nada se poderia perder, porque perdido já está se ninguém fizer nada.

    Mas se a ação fosse procedente poderíamos ganhar umas massas.

    Portanto, só temos a ganhar.

    SOJ e SFJ, façam favor! ...

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  45. Porque isso seria afrontar a tutela, e aí existiria um serio risco dos dirigentes do SFJ não conseguirem ascender a lugares de poder, no futuro.

    Agora entendeu?

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  46. Não meu caro colega, percebi, mas concordo!

    A sede de dinheiro sobrepõe-se a tudo, até à inveja!

    Como disse o Papa, o dinheiro é o novo DEUS!

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  47. Percebi, que você percebeu, que eles perceberam, que estamos todos lixados... só não percebi, porque eles não percebem, o que nós percebemos.

    Percebeu?

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  48. Não. Não é isso, mas a seu tempo saberá.

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  49. Ok, percebi o que você disse e percebi que estamos todos lixados, mas, sempre o mas, existe sempre forma de dar a volta por cima!

    Temos de nos organizar, com ou sem sindicatos, e fazer valer os nossos direitos!

    Como a vida, há momentos bons e há momentos maus.
    Estamos num mau momento, temos de lutar para ultrapassar este momento.

    Não há outra forma! Não há!

    Abraço.

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  50. (?) Não percebi.

    Mas o que é que o álcool faz a um pobre rapaz ....

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  51. “No que respeita a situações concretas relativas à gestão da greve em apreço por parte da entidade que a
    tenha declarado, e, eventual, incumprimento dos serviços mínimos, informamos que não compete a esta
    Direção-Geral emitir parecer (…)
    em abstrato cumpre assinalar que compete às associações sindicais e,
    subsidariamente, aos empregadores públicos, a designação dos trabalhadores que ficam adstritos à prestação
    dos serviços mínimos, nos termos dos artigos. 398.º, n.º 6, da LTFP e 537.º, n.os 3 e 4 do Código do Trabalho,
    ficando os trabalhadores designados para o efeito sujeitos a este dever legal, cujo incumprimento configura
    um ato ilícito, nos termos da lei.”

    O "JEITINHO" É ENTERNECEDOR!

    Frederico

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  52. Oh colega, que se lixe o SFJ e os os lugar de poder dos dirigentes!

    O que interessa são os nosso justos e legítimos interesses!

    Repare que começa a emergir uma consciência coletiva (dos OJ), que há muito estava adormecida!

    Isso é primeiro passo, indispensável.

    Uma vez desperta, tudo o resto se sucederá, mais ou menos ano ...

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  53. Não se preocupe com essa entidade, essas pessoas e essas comunicações, e, acima de tudo, não tenha medo!

    Boa greve!

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  54. Colega há um conto popular que resume o que deve fazer (agachar-se e proteger-se já não baixar-se porque pode vir coisa de cima ...).

    Num belo dia invernoso, numa quinta de Trás-os-Montes, o seu dono acordou com o barulho de um pássaro numa árvore a cantar e que, de repente, deixou de o ouvir. O pássaro sucumbiu com o frio e caiu no curral das vacas que, entretanto, haviam saído das cortes. Alguns instantes depois, uma dessas vacas defecou em cima do pássaro que, com o calor da "bosta" recuperou o alento e, nesse instante, começou a piar novamente, foi aí que veio o gato da quinta e comeu-o!

    Moral da história: "quando estiveres na merda não pies!"

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  55. Caro(a) colega.
    Eu comecei a piar mas acabei num grito!
    É claro que a seu tempo o PS aqui acabará também por se eclipsar tal como aconteceu em França.
    Mesmo que vá cedo para a cova irei com essa certeza.
    O país é pequeno e as ordens são poderosas relativamente à população, que também é temerosa, é natural que acabe por demorar mais, mas a minha vingança, fria, acredito, um dia haverá de consumar-se, e não por minha ação, por mais velada que tivesse sido, mas simplesmente por pura inação deles, todos os do centro.

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  56. Antes da senhora diretora geral ir embora, os sindicatos deveriam concertar esforços para uma greve, de tal maneira que ela nunca mais esquecesse dos OJ.

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  57. Tal como Silva disse.
    Era incontornável as gestões deste país terem que fazer as referidas escalas, cada qual tem a sua função e depois da calinada da fenixnap não restava alternativa aos administradores que não fosse a elaboração das mesmas, em estrito cumprimento de ordens superiores, ainda que elas próprias baseadas em pareceres vagíssimos.
    Trabalho debalde, mas pelo menos vimos aquele pessoal a fazer faxina.

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  58. Certo.
    Tal como ontem aqui comentei.
    O SOJ, como soe dizer-se: " deu-lhes nas orelhas ". [

    ResponderEliminar


  59. CALOTEIROS

    PAGUEM O QUE DEVEM!

    DINHEIRO QUE ME FAZ FAZ FALTA E ESTÁ HÁ 20 ANOS POR PAGAR
    QUANDO JUROS TAMBÉM DEVIAM ESTAR DO LADO DE CÁ!

    VERGONHA DE CARREIRA

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  60. Não sei porque já não foi embora há mais tempo

    faz tanta falta como uma viola num enterro

    dispenso gente dessa

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  61. E o destacamento?
    Na DGAJ também há disso, e é maior que a companhia, quase tão grande como o regimento.

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  62. Nada de novo, por aqui.
    Sempre ouvi dizer, quase desde pequenino, que quem era oficial de justiça padecia duma certa dose...

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  63. A fesinap apenas foi tão burlada como todos os oficiais de justiça são consecutivamente no seu dia a dia.
    E se os ditos cujos o são e se deixam há décadas, como é que agora alguns se podem revoltar contra a incauta estrutura sindical?
    E a entidade verdadeiramente responsável, a burlona, passar incólume e ficar a rir-se.
    Haja paciência!

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  64. É bom que não se esqueçam de que também há uma inveja de baixo para cima, aliás, a qual parece bastante mais natural...

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  65. Sei.
    Foi decretada a imediata suspensão das progressões horizontais automáticas uma vez que o novo estatuto já está praticamente concluído e isso é o que o mesmo prevê.

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  66. Eu já sei que não sou igual.
    Criaram em mim o estigma de que um professor é mais nobre do que eu e mereceu a recuperação do tempo de serviço congelado.
    Pelo que o meu comportamento cívico mudou muito...

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  67. Aprenda mas é a escrever!
    Medrosos escreve-se com r à terceira e d à quarta e não o inverso como escreveu.

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  68. Só sobe de escalão quem andar na linha.
    Ainda não está bem acertado mas está a ser estudada a proposta de quem se portar bem e já não tiver escalão para subir poder ganhar a subida de escalão de quem ainda tenha margem de progressão mas se porte mal, ficando este último sem ela.

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  69. Está a falar de medo, não vejo o erro nesse sentido.

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  70. Simpatia a sua.

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  71. Ha a bimby e o Bimbo....5/12/24 20:14

    Desculpem o moiçolo....
    Esqueceu de tomar os comprimidos...

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  72. Antes que alguém fique baralhado.
    As minhas fontes foram as têmporas.
    Apeteceu-me dizer baboseiras depois de mais um dia de loucura.

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  73. Em 74 comentários, a maioria entre as 9 e as 17, não se aproveita 1, nem em nada contribuem para qualquer tipo de solução.

    Só lamechices, trabalhar ta quieto!

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  74. Se calhar estamos de greve, ou de férias.
    E se estivermos a trabalhar, para o que nos pagam umas 4 horinhas já justifica o ordenado atual.
    Nós motivam a classe esperam o quê?
    Empenho?
    Paguem mais e melhor.

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  75. Não, em vez de nós..

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  76. Conheço um colega do MP que num dia de trabalho não cumpre mais do que 4 ou 5 despachos.

    E é assim há pelo menos dez anos que foi quando o conheci.

    Tem sempre o Facebook aberto e gosta de uma boa palheta.

    É auxiliar, no último escalão e já na casa dos 50.

    Muito sinceramente, houve tempos em que aquela preguiça e falta de vontade de trabalhar me irritava.

    Actualmente dou-lhe razão...
    Temos de levar isto nas calmas ...

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  77. Deixa lá que este teu comentário contribui muito ...

    Saíste do tribunal agora, foi?
    Estiveste a trabalhar até agora para não deixares o serviço atrasado?!

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  78. Devíamos fazer uma festa de despedida a sra que é contra os oficiais de justiça.

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  79. Vai dar banho aos porcos e lava-te também com os teus comprimidos, pá!

    estás bem de vida merddddddddddddddddddd

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  80. estas bem,
    continua escravo

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  81. Sou solidário com esse colega que faz o minimo.

    não pagam , então têm o que merecem.

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