2025: “os primeiros indícios não são particularmente animadores”
Para além dos dois sindicatos que representam os Oficiais de Justiça e se sentam à mesa das negociações com o Ministério da Justiça (o mais antigo SFJ e o mais recente SOJ), há um outro que, com muita frequência, assume a defesa e os interesses dos Oficiais de Justiça, apesar do seu objeto não ser a carreira dos Oficiais de Justiça, mas uma outra.
A encerrar o ano, o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), Paulo Lona, tal como outros anteriores presidentes, voltou a mencionar os Oficiais de Justiça e os problemas que enfrentam na sua carreira tão maltratada.
Nos seus votos para 2025, Paulo Lona não se esqueceu dos Oficiais de Justiça dizendo o seguinte:
«Com a chegada do novo ano, aguarda-se com expectativa o surgimento de uma proposta que finalmente dignifique a carreira dos Oficiais de Justiça e acalme as agitadas águas da justiça, embora os primeiros indícios não sejam particularmente animadores.
Espera-se que seja alcançado um acordo com os sindicatos representativos dos Oficiais de Justiça, evitando assim a repetição em 2025 da série de greves (legítimas e justificadas) que ocorreram em 2024, as quais provocaram atrasos sucessivos em diligências, julgamentos e outros atos processuais.», lê-se no artigo de opinião publicado na revista Sábado.
O presidente do SMMP deseja que 2025 traga paz aos Oficiais de Justiça e, consequentemente, à justiça, paz essa que não se verifica há muitos anos e nunca existiu, mesmo depois do acordo de junho passado, apesar de ter havido um anúncio falso de uma putativa paz, tão anunciada e repetida que até conseguiu convencer tanta gente, embora não os profissionais da justiça, designadamente, os magistrados do Ministério Público.
No entanto, Paulo Lona vê nos seus votos para a carreira dos Oficiais de Justiça para 2025 alguns indícios que não lhe parecem que a tal paz desejada seja possível de alcançar. Quando diz que “os primeiros indícios não sejam particularmente animadores”, refere-se à mentira da conclusão da revisão estatutária, à mentira da apresentação de uma proposta de revisão estatutária, refere-se à proposta de divisão da carreira em duas e, mais uma vez, à perspetiva da especificidade, especialidade e autonomia do Ministério Público estar novamente ameaçada pela ausência de Oficiais de Justiça especializados na área do Ministério Público.
Quando o Governo acabar com a carreira dos Oficiais de Justiça no Ministério Público, veremos o SMMP a convocar uma greve conjunta com os dois sindicatos dos Oficiais de Justiça? Acreditamos que não poderá ser de outra maneira e que este Sindicato terá de se aliar aos dois sindicatos dos Oficiais de Justiça, bem como influenciar outras entidades, desde logo as do Ministério Público, como a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP).
No seu artigo intitulado: “Ano novo e problemas velhos”, o presidente do SMMP continua assim:
«O projeto de Estatuto anunciado deverá corresponder às necessidades e expectativas não só dos Oficiais de Justiça, mas sobretudo dos cidadãos, que são os mais prejudicados quando o serviço prestado fica aquém do desejável devido à falta de profissionais motivados e em número adequado. Esta motivação passa necessariamente por uma remuneração condigna, à altura das exigências da função, e por uma carreira atrativa.
É fundamental que este novo Estatuto tenha em consideração a especificidade das funções desempenhadas pelos Oficiais de Justiça nos serviços do Ministério Público, as quais requerem uma qualificação distinta daqueles que exercem funções nas secretarias judiciais. A natureza particular do trabalho no Ministério Público exige uma formação e especialização dos Técnicos de Justiça nas suas diversas áreas de intervenção, com especial ênfase nos domínios da investigação criminal, trabalho, família e menores, onde se verifica uma forte interação com o público.»

O presidente do SMMP considera que «A chegada de um novo ano é tradicionalmente um momento propício para reflexões e balanços, e o setor da justiça não é exceção a esta prática. A grande maioria dos problemas identificados na justiça nos anos anteriores transitam, sem alterações substanciais, para o ano de 2025.
A escassez de magistrados e Oficiais de Justiça tem sido frequentemente denunciada em discursos oficiais e informais, bem como em reuniões com diversos atores políticos, incluindo grupos parlamentares e o Ministério da Justiça. Esta preocupação estende-se também à insuficiência de recursos materiais e tecnológicos.
É imperativo que tribunais e departamentos do Ministério Público estejam instalados em espaços dignos, acessíveis aos cidadãos, seguros para profissionais e utentes, e funcionais. Contudo, muitas destas instalações encontram-se envelhecidas, necessitando de obras de conservação, enquanto outras são completamente inadequadas para suas finalidades. A manutenção e conservação eficaz destes edifícios continua a ser uma questão não resolvida, essencial para garantir o funcionamento adequado dos serviços de justiça e assegurar condições de saúde, higiene e segurança para todos os envolvidos, sejam profissionais (magistrados, advogados, Oficiais de Justiça…) ou utentes do serviço de justiça.
Adicionalmente, os problemas decorrentes da falta de autonomia financeira do Ministério Público persistem sem alterações significativas. Esta situação mantém a instituição dependente de recursos alocados por terceiros, potencialmente comprometendo sua capacidade de cumprir plenamente suas funções.»
Paulo Lona conclui o seu artigo de opinião da forma típica deste momento anual, isto é, com esperança, e diz assim:
«Ao entrarmos neste novo ano, evocando o adágio “ano novo, vida nova”, alimentamos a esperança de que 2025 se revele como um marco decisivo para o sistema judicial português.
Almejamos que este seja o ano em que a justiça seja, finalmente, reconhecida como uma prioridade nacional incontornável, merecedora de uma atenção e investimento à altura da sua importância fundamental para a sociedade.
Neste sentido, é imperativo que se concretize uma alocação adequada e criteriosa de recursos humanos, materiais e tecnológicos ao setor da justiça. Esta dotação deve ser proporcional aos desafios complexos que o sistema enfrenta e suficiente para colmatar as lacunas há muito identificadas.
Que 2025 seja o ano em que se ultrapassem as promessas e as intenções, dando lugar a ações concretas e eficazes. Só assim poderemos assegurar um serviço de justiça que corresponda verdadeiramente às expectativas e necessidades dos cidadãos portugueses, reforçando os alicerces do Estado de Direito e da democracia no nosso país.»
Entretanto, aguardamos que os dois presidentes dos sindicatos que representam os Oficiais de Justiça divulguem as suas correspondentes mensagens de balanço do ano 2024, das perspetivas para 2025 e, por que não, também das suas linhas intransponíveis ou, em alternativa – muito melhor e de forma a ir ao encontro do interesse geral dos Oficiais de Justiça –, que apresentem, de forma inovadora, uma mensagem conjunta, subscrita por ambos os presidentes (do SFJ e do SOJ).

Fonte: “Sábado”.
Palavras ponderadas e moderadas!
ResponderEliminarNo entanto, avizinha-se um ano de luta, de verdadeira luta!
Vai regressar a greve dos atos, em especial das diligências.
Milhares se milhares de diligências, pequenas e grandes vão ficar sem efeito!
Tudo voltará a um início, e nesse momento, comece-se pelo reforço salarial, deixando as outras questões para plano imediatamente posterior!
Temos de ser inteligentes e fortes de caráter!
Abraço, e feliz ano novo!
Mais nada!
ResponderEliminarSem salário digno quero que isto se f‐-----‐---
Continuo na minha. Eu quero um ORDENADO DECENTE. Tudo o resto é bla bla bla.
ResponderEliminarBom Ano para todos
ORDENADO DECENTE já.
ResponderEliminarMais um ano perdido.
ResponderEliminarE estamos apenas no início ...
Bom ano de 2025.
ResponderEliminarApresta-se a minha saída dos tribunais e, por isso, sinto-me mais desprendido, solto, na palavras que vou arremessar de seguida.
Ouvi excertos do discurso/mensagem (???) do nosso PR (na minha opinião foi o pior PR que me lembre desde que vivemos em democracia).
Todavia, houve algumas ideias que me interessaram (e não serei o único), concretamente, aquela ideia de que é preciso lembrar dos jovens e, também, daqueles que, tendo 50 e mais anos estão num beco sem que se vislumbre saída do mesmo.
É o que me assalta ao pensamento, tenho tantos anos quantos tem a nossa democracia e, conhecendo muito bem como esta evoluiu ao longo dos tempos, comungo do sentimento, penso que generalizado, de frustração por não nos ter sido dada a resposta ou contrapartida ao esforço desenvolvido.
A minha geração, aquela da primeira metade da década de setenta, que investiu nas novas tecnologias e na formação superior, viu-se preterida por sistemas arcaicos em que predomina a valoração da antiguidade em detrimento do mérito, em que ganha peso a afirmação de que "ser velho é um posto" e critério essencial para se progredir a par de uma certa feição ou sortilégio da vida.
Não deveria ser assim, com efeito a filosofia grega mais autorizada advogava a ascensão pelo mérito, pelo conhecimento adquirido, e não tanto pelos cabelos brancos ou pelo avançar da idade - na sua pregação dizia-se que a todos deve ser dada a igualdade de oportunidade bem se sabendo que só os melhores ascenderão ao topo.
Mas não é assim que filosoficamente nos regemos, nos últimos governos foi criada a ideia que esta "meritocracia" não funciona, que tem profundas distorções, argumentando que os filhos dos mais favorecidos, porque frequentam as melhores escolas, e porventura pelas suas feições, têm muito mais possibilidades que qualquer outro - esquecendo-se de que o problema não radica aí, radica antes no sistema de ensino que deve ser igual para todos, sendo este o verdadeiro motor gerador de igualdade de oportunidades.
Com estes falsos argumentos, proliferam as comissões de serviço, através das quais ascendem a cargos de responsabilidade pessoas que, na sua maioria, não deram provas da competência para o seu exercício.
Assomam-se a estas comissões, as substituições que devendo ser transitórias, até ao movimento seguinte que as colmatem, são antes perpetuadas como se de um verdadeiro provimento nas funções se tratasse (!?).
É um regime imensamente podre, por dentro e por fora, cheio de amiguismos, de colaboracionismos, de voluntaristas e acima de tudo de muita incompetência e irresponsabilidade.
O SFJ em lugar de promover uma luta pela igualdade, traduzida na observância de regras escritas, justas e comuns ao universo de funcionários, é ele próprio promovedor das maiores injustiças.
De facto, tendo lutado para que quem assume atualmente funções em regime de substituição assim permaneça e lhe seja garantido um lugar definitivo a que, segundo as regras atuais, não tem direito, instou um a nova forma de governação que nem é regida pelo mérito, nem pela experiência (antiguidade) mas antes pelo sortilégio do momento, perlas agradáveis feições ou eventualmente pelos ditos amiguismos.
Assim antes de me ir embora desta casa pejada de podridão compete-me acima de tudo denunciar a podridão que vive e se reproduz na mente de quem supostamente deveria defender a classe e não um grupo ou fação, de amigos ou lá o que seja.
Daí a minha indignação se dirija aos funcionários e já não aos líderes sindicais, pois que aqueles (oficiais de justiça) são demasiadamente "parvos" para se deixarem levar assim sem sequer esboçarem uma reação.
Otários é o que somos (mas eu só serei durante mais um poucochinho de tempo).
Dizem que o Presidente do SFJ não encetou nenhuma reação ao anúncio da proposta da senhora Ministra porque foi ele mesmo quem propôs à tutela que os atuais detentores dos lugares de chefia em regime de substituição assim permanecessem, com o provimento do lugar sem concurso ou procedimento, mesmo que seja detentores da categoria há escasso tempo e, muitas vezes, sem qualquer classificação ou prova dada sobre a sua competência que não seja a mera informação do magistrado (ou quiçá outra, suscetível de ser influenciada positivamente como por aqui foi alumiado a propósito de um tal relógio).
ResponderEliminarE como assim foi, estando amarrado a esta sua pretensão, sob pena de ser descoberto pela tutela, decidiu não encetar qualquer reação a esta proposta que é vergonhosa (e eu nem sequer sou prejudicado com ela, não sendo hipócrita também não consigo abdicar dos princípios que me foram educados (nomeadamente de justiça e de igualdade).
Começamos o ano de 2025 mal, pior não poderia ter sido!
Greve!
ResponderEliminarAnunciem os sindicatos as formas de luta!
Estão à espero de quê!!!!
Vamos para a uta!
"uta" = "luta"
ResponderEliminarÉ só bla bla.
ResponderEliminarConcretizem digam os nomes denunciem. Conversa fiada não leva a lado nenhum. Eu quero um ORENADO DECENTE.
Quanto aos lugares de chefia estão ocupados nos termos do ESTATUTO EM VIGOR.
Quem se sente prejudicado só tem que reclamar no sitio certo.
Não leio em parte alguma dos estatutos em vigor que o OJ licenciado passa à frente só porque sim. Então podem espernear que de nada adianta.
Eu quero ORDENADO DECENTE.
Vai para a aposentação ou outro organismo?
ResponderEliminarQuem é que falou em licenciatura ?
ResponderEliminarExigir a um colega que denuncie nomes quando eles são conhecidos de todos é manifestamente injusto e indecente pois é gerador de conflitos evitáveis, exigindo-se antes - como expressei, que esta situação seja resolvida em sede de representação sindical à qual é demandada proatividade e investidura na resolução destas questões sob pena de andarmos todos a delatar uns dos outros.
Quer exemplos aberrantes e que nada têm que ver com as pessoas - que adiante-se desde já são extremamente competentes - veja, por exemplo, o cargo de Administrador em Porto Este, e o de Escrivães de Direito e de Secretários nessa Comarca, com recolocações em núcleos onde depois são investidos nessas funções e alguns até acumularam várias secções. Não digo que seja ilegal ou legal pois que tal decisão, de eventual (i)legalidade, não me compete.
E o mesmo se passa um pouco por todo o país segundo o que me dizem colegas de longa data.
O ordenado decente obtém-se quando há decência na ocupação dos cargos e por via das progressões, mas acima de tudo das promoções, seja pelo mérito e pela experiência adquirida, não é nem pode ser pela simpatia ou sortilégio do momento.
Traduzindo - não podemos continuar com uma situação em que não há promoções a lugares Chefia (Escrivães, TJ Principais e Secretários) e, em que, de forma encapotada se está já há longa data a implementar o que a proposta da Sra. Ministra contempla - qual seja a ocupação de cargos de chefia de forma precária nomeadamente em regime de substituição.
Com efeito, a Sra. Ministra - a julgar pelas suas palavras - só está a dar corpo na lei à realidade atual.
Ordenado decente é aquele que é atribuído a cada um por direito, e que é justo, e já não por dom de caridade!
Eu sou adjunto há mais de 15 anos, não quero saber da licenciatura para nada, nem quero saber daqueles que só procuram a "côdea" do pão bolorento. Atento-me só a quem é ambicioso e a quem, dedicando-se com afinco, exige melhor para a carreira - e isso, na minha opinião, significa a sua qualificação, a sua valorização e reconhecimento (penso que para si significa apenas um aumento de cem ou duzentos paus).
Mas enfim o que se há de fazer ...
Outro organismo mas, infelizmente, tutelado pelo mesmo MJ.
ResponderEliminarTalvez ainda este mês - ao que julgo saber carece apenas da autorização superior (do MF) porque se exauriu, entretanto, um ano desde a abertura do procedimento concursal.
Também estou nesse, mas ainda falta a homologação, fizeram a audiência há 6 meses.
ResponderEliminarTodos reclamam ordenado decente, no entanto recusam as únicas duas formas de lá chegar, porque acham que não se devem comparar.
ResponderEliminarNo entanto essa seria a via mais justa de apelação, ao princípio da igualdade.
Aumento equiparado ao que já tiveram outras carreiras especiais e recuperação do tempo de serviço congelado como também já uns estão a ter, mormente criando novos escalões como já foi proposto na AR.
Mesmo na falta de razões particulares e especificidades para reivindicar, que as há, bastaria começar por aí, igualdade com os funcionários públicos que já estão mais à frente.
250 euros de aumento e devolução faseada de 2 escalões, já seria um bom princípio, mas a malta só fala de prestígio...
Sendo que eu até acho que, por exemplo, os professores saíram prestigiados com a devolução do tempo de serviço congelado ou os guardas prisionais com as progressões só por si independentemente de significarem mais dinheiro.
Uma coisa leva a outra, só que os oficiais de justiça parecem querer ser mais especiais e priorizar outras questões para além do poder de compra que os faria mais felizes e, por consequência, também mais produtivos...
Claro que sim. O que me importa é mesmo receber mais 300 paus. Então importará o quê? Tanto ressabiamento por causa dos lugares de chefia e afinal não querem receber mais apenas querem é ser importantes.
ResponderEliminarEu continuo a dizer que quero é um ORDENADO DECENTE outros podem ficar com a "importância".
E que tal assim?:
ResponderEliminarReforço salarial de 300 €!
Grau 3 para a carreira (que cá está, cá está, quem não está terá que vir com a licenciatura na área do direito).
Criação de uma outra carreira, grau 2 (não OJ), para as tarefas ditas menos exigentes.
Criação adicional de mais 3/4 escalões que acomodem a recuperação do "congelamento" e de uma idade da reforma mais tardia.
Compensação por ser retirada a possibilidade da acesso a Secretário!
Incorporação do SRP e pagamento de horas extraordinárias.
É pedir muito?!!
Há aqui alguma coisa que não seja justa e correta?
A vossa opinião, p.f.!
Sim.
ResponderEliminarAceito o seu pensamento - recebemos todos o mesmo - independentemente das responsabilidades de cada um - e a única coisa que nos distingue é a antiguidade, quando mais velhos mais recebemos?!
Assim, é deixar o tempo escoar-se que lá havemos de chegar ... ou não (eventualmente pensa assim pois já será escrivão ou coisa assim parecida ...).
Olhe, nem tenho palavras ... para a sua decência, mas digo-lhe que pode ficar com a sua "importância" toda, que a não quero para nada.
Sim, e entretanto soube que por ter sido ultrapassado o prazo de um ano, tiveram de renovar o pedido de autorização e quando este acontecer, também acontecerá a nossa saída, assim espero.
ResponderEliminarConcordo.
ResponderEliminarAssino por baixo
ResponderEliminarIsto até seria possível se continuássemos sem o SIADAP, e assim de 3 em 3 anitos lá íamos melhorando a nossa vida, independentemente do mérito.
ResponderEliminarSucede que não é isso o querido, e tendo a concordar que quem é meritório nas funções deve merecer uma distinção - quiçá progredir mais rapidamente ou então, se a carreira fosse pluricategorial, por via de uma promoção através de procedimento concursal com provas de acesso justas e universais!
Decida-se. Então não quer receber mais, não quer ser importante afinal o que quer?
ResponderEliminarQuer ser aquilo que os estatutos não contemplam...
Pois...
ResponderEliminarTemos pena. Mude-se pois aqui vai ser difícil está tudo minado.
Que os sindicatos se unam e negoceiem por algo assim.
ResponderEliminarÉ que nem se trata de pedir nada por aí além, face ao que já foi negociado noutras carreiras.
Colega, mais 300 ou 500 paus não interessam para nada. O que faz falta aos OJ é prestigio. E vê-los por aí todos vaidosos mas de bolso vazio.
ResponderEliminarQuerem ser todos chefes. Vai lá saber-se porquê.
Cambada de vaidosos e invejosos.
Eu se tivesse menos 20 anos mudava já para o Mercadona. Com 4 anos de serviço teria um ordenado maior que a grande maioria dos chefes OJ. Mas claro está não teria o predtigio que tenho neste momento que é rigorosamente nenhum.
Vão mas é dar banho ao cão mais o prestigio, cagar nele ainda é pouco.
Mas não sou eu que falo de prestigio!
ResponderEliminarQuase, ou tudo, o que enumerei levará necessariamente a um aumento salarial!
Também não discordo dos adjetivos "vaidosos", que pensava que já não eramos, e "invejosos", que assenta tão bem ao Lusitanos!
Precisamos de prestígio e de poder, quero lá saber de um aumento de meia dúzia de patacas ..
ResponderEliminarSerá que você não vê que o prestígio leva mais tarde ou mais cedo ao respeito?
Será que não vê que é através do prestígio que vamos ter mais poder?
Será que não vê que obrigatoriamente se passar a grau 3 vão lhe chamar de doutor?
Isso é k importa respeitinho
ORDENADO DECENTE/DIGNO (+ 300/500 no mínimo)
ResponderEliminaros licenciados todos chefes (para não se atropelarem uns aos outros)
eu quero é mais poder de compra
ResponderEliminarclaro, todos chefes caso contrário como iria ser a seriação? não querem fazer provas...
ResponderEliminarEu ficarei muito feliz se me derem o grau 2, mais 300 euros de vencimento e um carimbo e tinteiro novos para continuar a dar entrada aos papéis!
ResponderEliminarDinheirinho no bolso e a menor responsabilidade possível é o que eu quero!
O prestígio que se f ...
Eu bem tento, com os meus comentários que se discuta com alguma seriedade mas parece impossível!
ResponderEliminarEstá bem que também há lugar ara brincar, ou até desabafar, mas estar sempre a fazer ruído em cima de comentários bem elaboradas e com algumas soluções, não é bom!
Seria bem comentar essa propostas, e não o bota abaixo, o tentar por fulano contra beltrano, etc, etc, etc, ! ..
Não se dispersem, são as nossas vidas que estão em jogo.
Se não passarem todos a grau 3, conforme propalado pelos 2 Sindicatos, preparem-se para muita luta e ações Judicias a chover nomeadamente sobre a Constitucionalidade (licenciados vs. adjuntos não licenciados, adjuntos c/ tempo vs. adjuntos sem tempo, e dos auxiliares licenciados que ficaram com ódio...)
ResponderEliminarMais uma vez, em cima de outra vez, repito por múltiplas vezes -
ResponderEliminarNinguém vai "dar" grau 2 ou grau 3 a ninguém!
A carreira é que poderá ser classificada como grua 2 ou 3!
Começa a ser um bocadinho repetitivo, e despropositado, você acabar sempre os seus comentários com "que se f ...."!
é evidente que concordo 300 paus à partida.
ResponderEliminarTambém estou á espera de sair, confesso que não vou ter saudades.
ResponderEliminarBoa sorte para quem fica.
Na minha opinião não será fácil dado que temos 2 sindicatos miseráveis, especialmente o mais representativo que sempre procurou salvaguardar apenas a velha guarda , pese embora o chavão "ninguém fica para trás" que bem sabemos ser uma treta por se está a borrifar para os mais novos apenas deseja salvaguardar uma façao , que mesmo essa não ficará muito bem, é mais o ponto de honra que para muitos chega.
Quanto á carreira cada vez pior uma vez que aqueles que já têm também uma larga experiência, são qualificados e são ou seriam não só o presente mas o futuro desta carreira, esses estão a sair cada vez mais rápido e muitos que estavam na expectativa de ver reconhecidas as suas valências irão agora sair cada vez mais.
Boa sorte para todos um bom ano e espero que consigam alcançar acordo benefício para todos.
Comentário das 14H31 - Muito bem visto, isto porque são todos muito ambiciosos... Aliás se a memória não me atraiçoa, isto sempre funcionou desde os idos anos 80 com licenciados. Nem nunca teríamos chegado ao presente sem eles! Por isso subscrevo também:
ResponderEliminar"ORDENADO DECENTE/DIGNO (+ 300/500 no mínimo), ou mais 1000...
Luta ...
ResponderEliminarLoL
Aí está o busilis da questão todos querem ser chefes.
ResponderEliminarE comentários decentes/dignos, não?!!
ResponderEliminarTambém
ResponderEliminarApoiado
ResponderEliminarE o governo preocupado com isso.
ResponderEliminarNa minha opinião, o que vai mais uma vez acontecer, e caso se mantenha esta guerra absurda de todos quererem aceder a carreira grau 3, é que vai tudo ficar na mesma com grau 2, mas desta vez com novo estatuto, siadap, comissões de serviço nas chefias, etc.
A falta de atratividade resolve se com mais 100 euros e centenas de candidatos dos cursos técnico profissionais.
A IA resolve o resto.
De que servem algumas licenciaturas e mestrados na nossa profissão. A não ser para esconder as más licenciaturas e mestrados, cfr tivemos exemplo de ainda muito pouco tempo de alguns politicos.
ResponderEliminarMais acho que nenhum oficial de justiça, depois de terminar o seu curso ou mestrado foi obrigado a manter-se como oficial de justiça, a não ser porque o trabalhinho era pouco e a responsabilidade nenhuma, pois para isso lá estão os "burros dos escrivães", e para ainda serem prejudicados, como foram nos ultimos cursos de secretários
Então, já agora, diga-nos aí quais as normas constitucionais violadas, Sr. Constitucionalista.
ResponderEliminarAlguém faltou ao respeito a alguém?
ResponderEliminarPode tirar as aspas, pois muitos dos escrivães não primam pela inteligência.
ResponderEliminarEu termino os meus comentários da forma que eu entender.
ResponderEliminarOk sr. fiscal de comentários?
E continuarei a dizer:
ResponderEliminarO prestígio que se f ...
Eu quero é dinheiro na conta ao fim do mês e o mínimo de responsabilidade possível!
Esse prestígio de que fala é aquele prestígio próprio dos mangas de alpaca.
Prefiro ser um assistente técnico de grau 2 do que um miserável subserviente.
Pois não o deve fazer, já que se trata de um blogue de acesso público.
ResponderEliminarA sua falta de educação e urbanidade poe em causa a imagem de todos os OJs, embora até não seja o pior que por aqui anda.
Não lhe passa pela cabeça que o rol de posts obscenos em nada ajudam a batalha que travamos?
Acha que somos assim tão especiais que podemos fazer e dizer tudo, sem levar por tabela?
Concordo. Não me importo de ficar na carreira de grau 2, com menos responsabilidade e mais 300 euros no bolso ao final do mês.
ResponderEliminar"O prestígio que se f..."
Portugal.sapo.pp
ResponderEliminarPor estas bandas o que se pretende é aumentar o prestigio. O dinheiro é coisa banal, para que interessa isso...
ResponderEliminartodos pobres é que é bom...
todos dependentes de um subsidio...
ou em alternativa um acordo papo seco isso é que é
Exactamente.
ResponderEliminarAqui o pessoal quer é prestígio e muito grau!!
E outros querem ser chefes, o sonho de uma vida.
nem mais. cambada de otários.
ResponderEliminarCom comentários a este nível... Sra. Ministra faça o favor de fazer testes para todos nós. A inteligência revelar-se-á!
ResponderEliminarNa anterior proposta também só passavam alguns e não vi o agrado na seleção.
ResponderEliminarPimenta no cu dos outros...
Luta luta luta