A dura inconstância e a leviandade da (in)ação
Depois de apresentada, pelo Ministério da Justiça (MJ), aquela proposta das linhas gerais da carreira dividida em duas, devem estar recordados que o presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ), António Marçal, reagiu logo de seguida, num vídeo que publicou.
No vídeo, Marçal mostrava-se indignado e, para além de considerar que aquela coisa apresentada era o MJ a “gozar com quem trabalha”, classificou ainda a dita coisa de “inaceitável” e disse ainda que “nem sequer existe uma verdadeira revalorização salarial”, para declarar o fim do “benefício da dúvida”.
Mas António Marçal disse mais e anunciou, logo no dia 20DEZ que na semana seguinte, seria apresentada uma contraproposta com ultimato para partir para a luta, com a apresentação de um calendário das lutas que, sem dúvida, afirmou, poderia passar por uma concentração nacional de todos os Oficiais de Justiça em Lisboa.
«Demos o benefício da dúvida a este Governo e à equipa desta ministra, mas perante este desrespeito com esta proposta enviada, não nos resta outra solução senão partirmos para a luta e é isso que faremos. Iremos para a luta de uma forma dura e empenhada, conforme fizemos no passado recente.», afirmou António Marçal.
Realçamos aqui a classificação da luta: “de uma forma dura e empenhada”.
Ora, como a semana já passou, vamos lá ver o calendário da luta: não foi apresentado! E a contraproposta? Não foi apresentada!
Então, ao menos, qual é a forma de luta “dura e empenhada”? Está na nota informativa de ontem e é composta por dois vetores: um deles é o pedido de ajuda dirigido ao Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) e o segundo é marcar presença no próximo dia 13, no Terreiro do Paço, com as camisolas negras e em silêncio, que é para não perturbar a cerimónia que assinala a abertura do ano judicial e decorrerá no Supremo Tribunal de Justiça.
Ora, este anúncio de ontem, da tal “luta dura e empenhada” e seu calendário que se aguardava, só pode ser classificado, de igual modo, como “isto é gozar com quem trabalha”.
Todos se devem recordar das ações encetadas no mesmo local, aquando de idênticas cerimónias oficiais que marcam a abertura do ano judicial, mas caso alguém não se recorde, abaixo estão algumas imagens elucidativas de presenças que nada tiveram de silenciosas.
Claro que sempre se poderá considerar que a atual direção e presidência do SFJ é branda, mais branda do que a anterior, e por isso prefere não agitar muito as ondas, mantendo o silêncio, um silêncio que é uma “luta dura e empenhada” com as camisolas negras envergadas, isto, sim, é duro!
É duro, sim, é muito duro apercebermo-nos da inconstância de um dirigente sindical que ora diz aos Oficiais de Justiça que vai fazer mundos-e-fundos e depois faz precisamente o seu oposto. E é duro quando o vai dizendo e fazendo ao longo de anos.
«Assim, podemos divulgar desde já que, mal tomámos conhecimento da referida proposta, foi de imediato decidido que os dirigentes nacionais do SFJ marcarão presença, e todos os demais oficiais de justiça que queiram participar, de forma silenciosa, junto ao Supremo Tribunal de Justiça, aquando da cerimónia de Abertura do Ano Judicial, que terá lugar no próximo dia 13 de janeiro de 2025, envergando a imagem de marca da classe dos últimos anos – infelizmente – que é a sua “t-shirt” preta com a frase “Justiça para quem nela trabalha”.»

E depois desse triste lamento, ainda consta assim:
«Esta ação, silenciosa, pretende tão somente (re)lembrar a todos os que fazem parte do “edifício” da Justiça, bem como ao poder político e executivo, que existe uma classe que todos reconhecem como injustiçada há demasiados anos e que é fundamental para que esse “edifício” funcione em prol do cidadão e do Estado de Direito, a qual carece da devida e merecida revalorização.»
E conclui da seguinte forma:
«Nesse sentido, o presidente do SFJ contactou o presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), convidando-o para uma reunião, de forma a aferir da possibilidade de ser dada uma resposta conjunta, contundente e concertada, encontrando-se a aguardar a sugestão de data para a realização dessa reunião.»
É este, e é esta a sua ação, a do maior e mais representativo sindicato dos Oficiais de Justiça.
Mudamos de ano, mas não mudamos mais nada, nem ninguém.







Na próxima semana os Oficiais de Justiça têm dias fulcrais para se fazerem ouvir. Desde logo o próprio dia 13, dia da cerimónia no STJ, que, embora seja numa segunda-feira, como a cerimónia está marcada para as 15H00, conforme confirmamos junto do STJ, adequa-se perfeitamente à greve de todas as tardes que o SOJ não suspendeu nem anulou.
Depois, temos a véspera do dia da primeira reunião do calendário negocial formal e a própria tarde da reunião.
Ou seja, a reunião é no dia 16, uma quinta-feira, à tarde, o que permite aderir à greve das tardes do SOJ, das quais não desistiu, mas também é fundamental que no dia anterior, durante todo o dia, se fechem os tribunais todos e, como é uma quarta-feira, é possível aderir novamente à greve do SOJ de manhã e também à tarde; todo o dia!
Estes três dias, que na realidade constituem dois dias de greve (dois meios e um inteiro) são essenciais para demonstrar algo ao Governo que considera que tudo está bem, ou quase bem, quando tudo está mal e muito mal.
Era nisto que o maior e mais representativo sindicato dos Oficiais de Justiça se devia centrar, fazendo jus à sua alegação de luta “dura e empenhada”, se houvesse real empenho.


Fontes: “SFJ-Info-20DEZ2024” e “SOJ-Info-20DEZ2024”, “Vídeo-Marçal-20DEZ2024” e “SFJ-Info-06JAN2025”.
Anunciar que se vai partir para a luta, depois passa a semana em que se disse ser a do anúncio de tal luta, depois passa outra semana porque..."tem de se comer bolo rei"...e depois passam mais dias semana porque...."vamos lá dar mais um benefício da dúvida", não augura nada de bom.
ResponderEliminarEntendo que os ímpetos, quando lançados de rajada, podem ser mal calculados...mas perante tantos meses nesta utilidade que resultou num projeto rascunhado que a nível salarial não beneficia grande coisa a ninguém, já seria de se mostrar alguma resposta e cumprir o que se diz.
Tony Marshall (Tone) não tem emenda!
ResponderEliminarFaz asneiras atrás de asneiras.
Não tem musculo, não tem visão, não tem quase nada de bom, restando-lhe o que se sabe ...
O Presidente do SFJ «(...) deseja a todas e a todos os seus associados um ano com muita saúde e realizações pessoais e profissionais, sendo certo que este Sindicato tudo fará para que, em termos profissionais, se concretize a tão merecida revalorização profissional e salarial de todos os colegas.(...)»
ResponderEliminarIsto já não vai lá de desejos nem de promessas de que tudo será feito quando, precisamente, não está a ser feito tudo o que deveria e poderia ter sido feito.
Com efeito falta responder às seguintes questões:
1 - é ou não é verdade que o SFJ pugnou para que todos os colegas (com a categoria de adjuntos ou outra) que atualmente estão em cargos de chefia em regime de substituição ficassem com o lugar independentemente de concurso e sem se atender ao tempo de serviço e/ou classificação? prejudicando todos os demais oponentes.
2 - é ou não verdade que, em contra mão, não tem pugnado pelo reconhecimento da valorização pessoal e profissional com a reclassificação dos licenciados, desprezando-os nas propostas apresentadas à tutela fazendo crer que todos estão no mesmo nível de preparação e habilitados a cargos de maior responsabilidade? Será que é crime reconhecer que de entre todos nós, aqueles que se prepararam melhor, porque estudaram e investiram no conhecimento e na sua valorização, que têm reconhecido mérito no exercício de funções nas avaliações a que foram sujeitos, não estão numa posição melhor para assumir outras funções mais exigentes? Porquê não reconhecer o óbvio!
3 - é ou não verdade que, nas propostas apresentadas à tutela, continua a hipervalorização do tempo (da antiguidade) de forma imponderada e desmedida, e dessa forma desvalorizando o mérito no exercício de funções e inquinando o processo de seleção para cargos de maior responsabilidade (atualmente a antiguidade não tem limites nos critérios de valoração e por exemplo 30 anos de antiguidade faz com que uma nota medíocre de 10 ultrapasse uma muito mais meritória de 17, 18, 19 ou até 20 valores) - o que equivale a dizer: deixa o tempo passar que pode ser que tenhas sorte e um dia lá chegarás - ou não (que e o que acontece presentemente pois não havendo lugares a concurso e sendo os vagos preenchidos em regime de substituição, não há evolução na carreira, esta acaba por ser um sortilégio, uma lotaria de muitos poucos!).
4 - é ou não verdade que se deixou aprisionar por aquilo a que chama de "setor" - será o setor dos sindicatos ou o setor dos profissionais de justiça ? - e não dá um passo sem que o manipulador das marionetas (PS ou PCP) o determine ?
5 - porque é que entre a semana da abertura do ano judicial e a da empossamento dos novos funcionários (ou seja entre 13 e 20 de janeiro) não foi programada uma reação muito mais musculada para tornar bem visível o descontentamento?
Eu dou a minha opinião a esta última: creio que muito embora o SFJ diga que não e teatralmente ensaie um engano, a proposta apresentada corresponde maioritariamente ao pugnado pelo mesmo (continuando a hiper-valorar a antiguidade e a assegurar a manutenção dos lugares dos seus amigos - sim digo amigos porque são ocupados em regime de substituição onde impera a regra da ocupação pelo funcionários da categoria imediatamente anterior com maior antiguidade no serviço) - ou seja servem os interesses maioritários de quem integra o SFJ mas não serve - repito - não serve os interesses da classe.
Deixo por isso um apelo ao SOJ: NÃO SE DEIXEM LEVAR OU ARRASTAR PELO LODO DAQUELE SINDICATO.
A proposta de estatuto foi divulgada dia 20.12.2024 e a única resposta do SFJ é uma vigília?!?!?!?!?!?
ResponderEliminarQual é a novidade da ação deste sindicato (grupo de amigos) nestes últimos 25 anos?
ResponderEliminarA antepenúltima fotografia mostra a inação que houve por parte daquelas duas ilustres personalidades.
Ainda me lembro do pessoal assim que viu um daqueles senhores começarem a gritar por ele .
Temos o que merecemos.
Nunca deixem de pagar as quotas.
Desta feita a tutela (DGAJ e MJ) trocaram as voltas a ambos os sindicatos e estes não vão poder montar a costumeira barraca para recrutamento de associados no local de empossamento/aceitação, pois que este acontece no sítio onde forem colocados.
ResponderEliminarDepois, seria um paradoxo insofismável !
Com efeito, que discurso iria fazer passar de convincentes a convencidos os novos funcionários, na sua maioria licenciados, a filiarem-se num ou noutro sindicato quando ambos não defendem a valorização, precisamente, dos licenciados.
Eu atrevo-me a deixar um conselho: ou mudam de figura ou vão perder peso muito relativo num futuro muito próximo - em 2 ou 3 anos de ingressos de licenciados a base mudará e estes tenderão a assegurar uma representação digna e efetiva dos seus interesses que, pela atual divisão, irão catapultar para um divisionismo em que sobrará para aqueles apenas uma parte do seu resultado (da divisão) nomeadamente daqueles com salários mais baixos e mais baixas expetativas.
Ambos os sindicatos - a não mudarem de perfil de atuação e a não reconhecerem o óbvio - tenderão a diminuir o seu peso absoluto num mais relativo, porque divisionista, sem grande expressão ou relevo (pelo menos muito menor que o atual).
Deixem de ser parvos!
O caro colega é mesmo ressabiado.
ResponderEliminarAs nomeações em regime de substituição são efetuadas de acordo com o EFJ veja e leia o artigo 49.
Não diga baboseiras, não queira ser contra a lei.
O ESTATUTO DOS FUNCIONÁRIOS JUDICIAIS é o que é.
A novidade é nenhuma!
ResponderEliminarApenas que vai acontecer mais uma reunião, em Lisboa, onde os mais importantes (membros da Direção) vão assegurar a sua presença e a representação da classe mais parva no setor da justiça - sim, mais parva, porque até o SMMP (com as suas especificidades pois que os magistrados não se equiparam a funcionários) consegue ser mais barulhento e manifestar maior indignação sobre assuntos que não são propriamente deles que os otários dos oficiais de justiça representados por tão ilustres e singulares personagens - são um verdadeiro grupo de amigos esses, que à semelhança daquele outro do BCP que se reuniu para enganar muita gente e muitos outros ficando-lhes com o capital e poupanças, nos vão certamente fazer o mesmo, qual seja, negociar o nosso futuro segundo os seus interesses concretos (do grupinho ou fação).
ResponderEliminarAO MENOS OS SINDICATOS QUE ALUGUEM UM AUTOCARRO PARA A MALTA IR DO NORTE E CENTRO
Eu sei que é difícil deixar o "tacho" mas quando as pessoas não têm capacidade ! ...
ResponderEliminarQue mais pretende a pessoa em causa?!!
O que vai agora fazer, que não consegui fazer durante estes últimos anos?!!
São questões que devem ser colocadas pelo próprio a si mesmo, sendo que as respostas são por todos nós sabidas! ...
Falando a maior seriedade - O que se espera?!!
eu quero prestígio e muito grau.
ResponderEliminarQuando um Sindicato nem consegue informar de forma clara e objetiva a questão fiscal dos seus associados quanto à indemnização pelo ano de provisório decretada pelo Tribunal e refere basicamente que "cada um trate do seu caso"... tá tudo dito.
ResponderEliminarSINDICATOS....
ResponderEliminarA base negocial tem de ser esta!!
A base negocial tem de ser a tabela dos Oficiais de Registo.
Não é pretender mais do que o justo e aquilo que já devia ter ocorrido há anos.
NÃO SOMOS MENOS DO QUE NINGUÉM!!
A (nas reuniões que vão ter lugar até final de Fevereiro), que se quer justa e que tenha por princípio a real valorização e motivação destes profissionais em carreira especial - que estão sempre a ficar para trás sem justificação alguma - !
Anos a lutar e a fazer greves e agora em vésperas das últimas quatro reuniões, em que já há até uma proposta apresentada, é que vai resultar em alguma coisa?
ResponderEliminarEsqueçam.
Não vão aparecer muitos, é certo. Mas mesmo que apareçam o nosso destino já está traçado!!
assino por baixo
ResponderEliminarassino por baixo e quero na mesma muito prestigio e muito grau.
ResponderEliminarvamos todos ganhar muito prestigio e muito grau.
ResponderEliminarOs licenciados vão ser todos chefes e que quereis mais?
Tu gostas é de muito grau no tinto!
ResponderEliminarEu só quero um carimbo e um tinteiro novos para continuar a dar entrada aos papéis.
ResponderEliminarDe acordo.
ResponderEliminarLicenciados todos para chefes, mesmo aqueles que vão entrar no dia 20 do corrente.
O artigo 49 do EFJ fica auto suprimido e já está.
ResponderEliminarHá alguma diferença entre o sfj e uma anedota?
É cada comentário ignorante.
ResponderEliminaruma reservazinha marchava já
ResponderEliminarLicenciados todos para chefes, mesmo aqueles que vão entrar no dia 20 do corrente.
ResponderEliminarSai uma alteração ao EFJ feita à medida para o efeito.
ResponderEliminarO seu comentário parece estúpido, mas não o é, e sim muito, muito pertinente!
ResponderEliminarHá pessoal que nem dorme a pensar no grau 3 ...
ResponderEliminarDaí a dimensão da nossa desgraça ...
ResponderEliminarA partir de 13,5º já começa a ser interessante!
ResponderEliminarcolega não se esqueça do prestigio
ResponderEliminarsó querem prestigio e grau, reivindiquem é uma tabela igual aos Registos.
ResponderEliminaro que tu queres é prestigio eu bem sei
ResponderEliminarVá, que venha rapidamente o grau 3 pois eu quero começar a dar despachos!!
ResponderEliminarParece que já estou a imaginar:
"Cumpra-se.
Ds."
(https://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/pr-agora-e-nao-deixar-parar-a-causa-1106871?view=5559223)
ResponderEliminar(https://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/pr-agora-e-nao-deixar-parar-a-causa-1106871?view=5559223)
Já agora, alguém que me explique qual a correspondência desta "base salarial" para os atuais OJ?
ResponderEliminarOu seja, um Escrivão Adjunto que está, p.ex., no 3º escalão passaria para qual posição? E um Escrivão de Direito, ou um Secretário?
Trata-se de uma mera incorporação tendo por "base salarial" o vencimento de entrada, ou será que se pretende uma real valorização salarial para todos os que são Oficiais de Justiça?
Sim. É verdade.
ResponderEliminarMas isso devia de acontecer residualmente e de forma pontual e transitória e já não definitivamente.
Eu conheço colegas que não se propuseram ao curso de escrivães, técnicos principais ou secretários, simplesmente porque não o quiseram ou puderam e estão há vários anos a ocupar esses cargos sem concurso.
Isso para mim é indignante e vejo que para si não é - servirá como está para si , porventura por ocupar um cargo assim.
Eu não aceito isso.
Nem eu nem ninguém sério.
Eu com o grau 3 a dar despachos e o pessoal do grau 2 a cumprir ...
ResponderEliminarNão há nem vai haver quaisquer correspondências.
ResponderEliminarEstes posts não passam de alucinações de pessoal que nem dorme de noite a pensar no grau 3.
Ò colega o "Mareshal" está-se a c...r para isso.
ResponderEliminarAcha mesmo que a personagem fica incomodada na sua consciência com o que os outros vivem ou passam, com as suas amarguras?
Está-se marimbando para isso e convive muito bem com as adjetivações que aqui e noutros lugares se fazem.
Já reparou que a maioria dos políticos - e a pessoa em causa é política - não sobre com "pesos na consciência" ou sequer se incomoda com "o mal dos outros".
Vivem o dia a dia a gerir, precisamente, estas situações, com manobras por trás da cortina para servir os seus interesses.
Estou a ver que há muitos "anjinhos" por aqui, e muitos ratos domesticados também os há e todos sabemos o ambiente em que eles se desenvolvem melhor.
Deixemo-nos de ver auréolas de santos em quem tem outras vestes que não se confundem com a dos santos mas antes com os diabos que nos assolam a mente de quando em vez.
Pegue nele e meta-o naquele lugar que todos sabemos mas que eu não me atrevo a dizer aqui!
ResponderEliminarGrau III
ResponderEliminarPor curiosidade minha...
ResponderEliminarExiste algum impedimento para que ocorra uma correspondência salarial com o que ocorre com a Carreira dos Oficiais de Registo?
Estou só a tentar perceber...
Se a "asneirice" pagasse imposto o colega tinha uma dívida que era transmitida aos seus tetranetos ...
ResponderEliminaré só prestigio.
ResponderEliminarPois mas os registos têm grau ... e que bem que lhes sabe ... isso do grau!
ResponderEliminarExiste.
ResponderEliminarCom efeito a burrice que prolifera nos Tribunais impede essa correspondência ...
O "boi da Aveleda" é dava bom despacho no "cobrimento" das vacas.
ResponderEliminarSe for para isso haverá, por certo pessoas muito competentes ... e existe muitos que dizem que quem der uma bem dada não precisa de ir à terceira, mas tal ó é dito para justificar a sua incompetência, ficam-se pelos amanhos e e ... (o Grau III não é para todos).
Cale-se, não diga disparates!
ResponderEliminarSe fosse meu funcionário dava já um provimento que até andava de roda ...
Só para lhe tirar a mania!
Já andam todos vaidosos e ainda não têm o grau imaginam quando o grau chegar...
ResponderEliminar
ResponderEliminarO Estatuto está a ser revisto, pelo que aos descrentes e aos que pensam sempre pequenino e só vêm carreira por um orifício, não acreditando numa carreira revista que possa e mereça ter salários ao nível do que existe na Carreira dos Oficiais de Registo, só posso carregar bem forte na ironia...
O que é ótimo é continuar a nadar em dinheiro, como sempre!
O que é maravilhoso é estarmos tão bem, com salários que mal se afastam do mínimo praticado em Portugal!
O que é fantástico é observar as outras carreiras a subir enquanto nós ficamos parados no mesmo lugar!
O que é formidável é termos condições de trabalho que são quase de luxo... se vivêssemos no século XIX.
O que é esplêndido é estarmos sempre na linha da frente... para sermos os últimos a receber aumentos.
O que é sensacional é observar o custo de vida a subir enquanto os nossos salários fazem yoga – mantendo-se estáveis e serenos.
Continuem a pensar poucochinho, continuem... 👎
Um sindicato (abrangendo ambos) muito desatento, prevaricador e que não pugna pela observância das regras.
ResponderEliminarQuando o grau chegar vai ser muito prestígio ...
ResponderEliminarO que tu queres é prestígio
ResponderEliminare prestigio
ResponderEliminarPortanto, os Oficiais de Justiça que aguentam esta merda há mais de 20 anos e não são licenciados não são dignos da profissão.
ResponderEliminarNão a valorizam.
"Ao Ministério Público"
ResponderEliminar"Como se Promove"
"Determino o arquivamento. Notifique.
ResponderEliminarOrdenado XXL
ResponderEliminarOlhe que nem é nada por aí além.
ResponderEliminarVeja os aumentos noutras (imensas!!) carreiras e vai perceber que afinal serão perfeitamente exequíveis.
Desde PSP, GNR, Guardas Prisionais, Enfermeiros, Professores, Médicos, Bombeiros....etc...
Se for aplicado um aumento idêntico de 300-350€ (algumas carreiras até será mais pois perfilam-se 2 aumentos no espaço de 1 ano), então os números indicados acima - havendo vontade e um mínimo de justiça - são totalmente realistas para os Oficiais de Justiça!
Sou licenciado em antropologia.
ResponderEliminarE neste momento estou no doutoramento.
Percebo muito da psicologia do chimpanzé e é por isso que estou a estudar esta vertente.
Vá para aquele sítio...
O que é que o que eu disse contender com o que escreveu?
Então se valorizam a antiguidade, donde retiram eventualmente experiência mas não necessariamente competência, porque é que não há de ser valorada a licenciatura?
Só na sua cabeça e de muito pouca gente é que se acredita que estudar de nada serve!
Eu tenho quase 30 anos disto e já apanhei muita gente assim sem qualquer moralidade no que dizem e defendem - muito gostaria de o ver conversar sobre o assunto com os seus filhos.
Tudo isto é triste
Passou da licenciatura para o doutoramento?!
ResponderEliminarEh lá ...
Para o frustrado FF que acha que a licenciatura de familiares é boa , mas dos outros já não vale nada.
ResponderEliminarTenha vergonha nessa cara, quem tem antiguidade na profissão obvio o merece ir para grau 3.
Mas também quem estudou e investiu merece de forma igual ir para grau 3, mais do que uma questão de justiça é uma questão de lógica é assim que acontece em todos os sectores da função pública.
Está garantida a minha ação judicial caso a licenciatura não seja reconhecida para acesso a grau 3.
Tenho licenciatura na área de direito vários anos disto e não sou considerado isso tava bonito estava.
Aí mãe do céu será que estás abreculas não entendem k o grau 3 equivale á tabela dos registos e notariado .
ResponderEliminarAlguém pode fazer um desenho a esta gente?
Mais um que quer dar despachos ...
ResponderEliminarTanto prestigio e tanto grau, que devolvem os INVENTÁRIOS aos Tribunais, por não saberem fazer uma partilha (Os Registos e as Conservatórias)
ResponderEliminarOlha mais um que não sabe efetuar uma partilha...
ResponderEliminarHá muita gentinha a brincar com os Oficiais de Justiça!
ResponderEliminarÉ impressionante a perda de tempo a ler a maioria destes posts.
ResponderEliminarÉ que não dão uma prá caixa!
Não se deixem levar por alguns infiltrados líricos, que em cantigas de escárnio e mal dizer, ora acirram os ânimos entre licenciados e não licenciados ora entre auxiliares e adjuntos. Poucos irão entender a alegoria mas deixem-se levar pelas cantigas de amor que sempre estiveram na oposição. Em suma, não embarquem em divisões, rivalidades ou ódios, isso é precisamente o que pretendem para ser mais fácil desmantelar a classe.
ResponderEliminarO sua abrecula, vai estudar, sabes que o oficial de justiça pode assumir o papel de mediador o que em bom rigor já o faz, quando são aplicadas as suspensões provisórias dos processos, quando chega a acordo de pagamento com o executado.
ResponderEliminarTenha vergonha honre esta nobre profissão.
Quem diz é quem é ...
ResponderEliminar😜
Por isso o mais importante neste momento é aprovar o estatuto para dessa forma se acabarem estas guerras e estas conversas.
ResponderEliminarPara o FF eu não mudo de profissão porque gosto desta , eu não saio disto pork gosto.
ResponderEliminarPork fui colocado aqui com mérito com uma alta nota.
E tu foste colocado aqui na altura que os secretários davam cunhas e metiam.kem.keriam foi?
É muito prestígio junto por aqui...
ResponderEliminarEstou ansioso para ver a contra proposta de estatuto do SOJ.
ResponderEliminarAlguém pode divulgar?
Espere pelo dia 16.
ResponderEliminarE já agora, o do sfj já está disponível?
Aí sim ?? Então investi milhares de euros em formação....tirei a minha licenciatura na área de direito..
ResponderEliminarE agora só pork sou auxiliar fico para trás..
Podem apostar.ate me podem lixar..mas eu estou dentro do sistema...tudo o que vir de mal, vai ser queixa crime contra tudo e todos..
Essa é a parte que se estão a esquecer...
Muita coisinha se passa nos tribunais....
Queres ver após terem lutado 7 anos para desvalorizarem as licenciaturas dos auxiliares...agora eu ia a andar aos beijinhos e abraços com colegas e magistrados.
É guerra contra todos e tudo .
A tua mulher Tb pode ir para chefe? Cala essa boca seu ...
ResponderEliminarTu não estudaste e tens ódio dos licenciados...
Vem se vê a sua ignorância.
ResponderEliminarEntão não sabe que isso é possível.
Vê -se logo que não tem ou conhece estas andanças...