A estagnação pela cilada da esperança

      O Movimento de Tendência interno do SFJ, denominado J.U.S.T.A. (grupo oficial, formal e estatutário do SFJ), divulgou uma carta aberta dirigida à ministra da Justiça.


      Depois da sua anterior iniciativa de junho, com outra carta aberta, esta dirigida ao secretariado do SFJ, por ocasião do acordo então firmado com o Governo, o Movimento "Justiça, União, Superação, Transparência e Autenticidade", reage agora à comunicação do passado dia 20DEZ2024 que o Gabinete da secretária de Estado remeteu aos sindicatos.


      O Movimento considera que a comunicação e suas propostas "traduzem-se numa inesperada e lamentável surpresa para com as legítimas expectativas dos Oficiais de Justiça" que acreditavam que após aquele acordo de junho e dos discursos posteriores, haveria uma "valorização e dignificação da carreira".


      Na carta aberta reproduz-se o e-mail que a ministra da Justiça remeteu aos Oficiais de Justiça a 05JUL2024, onde afirmava que o "acordo permitiu trazer paz social a esta classe e pôr fim a um longo período de greves", afirmando ainda que "temos agora condições para tratar de questões estruturais, em diálogo sereno, com os representantes sindicais. É disto que nos vamos ocupar nos próximos meses.", terminando assim: "Queremos que quem trabalha na Justiça se sinta valorizado, motivado e respeitado."


      O Movimento aborda de seguida a questão dos prazos, o final do ano que não se cumpriu, tal como as reuniões preparatórias, concluindo que "as promessas políticas não cumpridas têm sido recorrentes", o que fundamenta sentimentos negativos nos Oficiais de Justiça, como, entre outros elencados, a desmotivação, a desconfiança, a indignação e a revolta.


      Perante este estado de espírito dos Oficiais de Justiça, o Movimento considera que a classe vê "necessidade de tomada de formas de luta que não são desejadas, mas que se mostram, infelizmente, necessárias".


      «Dúvidas não restam que as "linhas gerais" apresentadas consubstanciam uma manifesta desconsideração pelas "linhas vermelhas" sufragadas pelos Oficiais de Justiça, as quais não são consideradas como negociáveis, mas como pontos de partida".


      Reproduzem-se de seguida as tais "linhas vermelhas" anunciadas pelo SFJ: todos os Oficiais de Justiça devem transitar para a carreira de grau 3, sem exceções ou condicionantes, sem divisão da carreira e sem a redução a uma única categoria e, de igual forma, se rejeita qualquer proposta que não se traduza numa efetiva e substancial valorização remuneratória.


      Conclui-se na carta aberta que "por vezes, é preciso dar um passo atrás para poder conseguir dar dois em frente". E com isto quer o Movimento dizer que, às vezes, para ganhar impulso para seguir em frente, com maior vigor, maior velocidade, ou conseguir saltar um obstáculo, não se pode partir de uma posição de parado, mas retroceder para ganhar o impulso necessário.


      Termina a carta com mais uma manifestação de esperança e fé; esperança e fé que, afinal, anda a ser repetida por todos, há tantos anos e décadas. Diz assim: "espera-se sinceramente que da próxima reunião (...)" se possa concluir que as expectativas dos Oficiais de Justiça "vão ser finalmente e justamente reconhecidas".


      Sempre com fé e boa-fé, com a esperança de que melhores dias virão, de que haverá um amanhã e de que haverá alguém ou alguma entidade que trará a justiça que tanto se aguarda.


      Esta é a ilusão que os Oficiais de Justiça acarinham há tantos anos: que basta aguardar mais um pouco, até determinado momento, até ao final do ano, deste ou do próximo, de que há alguém a fazer o trabalho de formiguinha para que todos se cubram de ouro reluzente, assim fazendo justiça para quem nela trabalha e a camisola até foi oferecida.


      É uma funesta crença que tolda o raciocínio e, incompreensivelmente, mantém quase todos numa peculiar estagnação que consiste em ter alguma noção e nada fazer ou fazer poucochinho ou ainda, como instrui o SFJ, fazer, mas em silêncio; sem estorvar.


      É incrível como não saltam faíscas, como não há atitudes individuais e coletivas, duras e determinadas; é mesmo inexplicável e assombroso.


      Para os poucos que não se deixam acomodados e tal como ontem aqui já apontamos, vamos às datas relevantes mais próximas, para este mês, datas que devem ser objeto de iniciativas por parte dos Oficiais de Justiça e, claro, também dos dois sindicatos.


      A calendarização da luta que o presidente do SFJ prometeu apresentar e não apresentou devia ser, no mínimo, assim:


     Calendário de lutas “in extremis” para janeiro de 2025:


      Dia 13JAN-SEG às 15H00 – Greve à tarde com Manifestação junto ao STJ por ocasião da cerimónia que assinala a abertura do ano judicial 2025.


      Dia 15JAN-QUA – Greve todo o dia para demonstrar a alegada pacificação e o estado de indignação que se deve refletir na reunião do dia seguinte dos sindicatos com o MJ.


      Dia 16JAN-QUI – Greve na tarde para assinalar a reunião dessa mesma tarde (15H30) no MJ.


      Dia 20JAN-SEG – Greve no período da tarde, caso não se convoque desde já outra para cobrir as manhãs em falta (ainda que com serviços mínimos), o que se mostra muito pertinente, para assinalar aquela que será a notícia do dia do aparelho de propaganda do Governo referindo a entrada de 570 novos Oficiais de Justiça.


      Dia 29JAN-QUA – Greve todo o dia para demonstrar a alegada pacificação e o estado de indignação que se deve refletir na reunião do dia seguinte dos sindicatos com o MJ.


      Dia 30JAN-QUI – Greve na tarde para assinalar a reunião dessa mesma tarde (15H30) no MJ.


      Portanto, assim para já, temos a abertura cerimonial do ano judicial e, no mínimo dos mínimos, os Oficiais de Justiça devem assinalar o momento com uma greve geral em todo o país, de adesão massiva, e depois, todos os que possam, ainda que com esforço, deverão ir até ao Terreiro do Paço, junto ao STJ, para marcar presença.


      Se houver um grupo minimamente jeitoso, pode concentrar-se desde que alguém avise o Município dessa pretensão, para evitar que a polícia os desmobilize.


      Como fazer a comunicação legal? Os sindicatos já sabem como e os habituais Oficiais de Justiça organizadores das iniciativas espontâneas também já dominam o assunto, talvez até melhor do que os sindicatos, uma vez que têm estado muito ativos recentemente (entre outras, as mais recentes: concentração e vigília em frente à Assembleia da República, até com tendas e pernoita, concentração em frente ao Ministério da Justiça, concentração em frente ao JIC do Porto…); sim, têm estado muito ativos, ao invés dos sindicatos (cfr. DL 406/74 de 29AGO).


MaosImagem.jpg


      Fonte: A mencionada carta aberta pode ser integralmente acedida no sítio do “Movimento J.U.S.T.A.

Comentários

  1. Anónimo8/1/25 08:18

    E o NEGOCIADOR MOR mantem-se? 
    Se sim, o resultado vai ser exatamente o mesmo.
    Portanto vamos obter uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.

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  2. Anónimo8/1/25 08:52

    Apelo a todos os colegas para se fazer precisamente o contrário que o SFJ diz...vamos levar buzinas dakeles k se compra no chinês..
    E fazer barulho no dia 13.

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  3. Anónimo8/1/25 08:54

    O que ele queria já conseguiu, que foi meter os adjuntos em regime de substituição para grau 3.


    E arrasar completamente os auxiliares com licenciatura, esses sim foram roubados.
    Sob o falso pretexto do ninguém fica para trás.

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  4. Anónimo8/1/25 08:59

    Eu sou licenciado na área de direito.


    Concorri para isto e aqui vou continuar, é escusado os ressabiados dizerem para ir para outro lado.
    Como se fossem.os donos da profissão.


    Não não vou, escolhi esta profissão porque gosto, fiz os exames de acesso e passei.


    Posto isto tenho todo o direito de aceder ao grau 3, tenho vários anos como auxiliar, ou seja experiência mais do que suficiente.


    Posto isto quem tem que mudar não é quem tem licenciatura, pois nas outras profissões quem tem licenciatura acede a estes lugares.
    A

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  5. Anónimo8/1/25 09:16

    Lá está a mesma conversa de m....
    Assim é que não vamos lá.

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  6. Anónimo8/1/25 09:19

    Licenciados ou não temos de progredir todos.
    O resto não interessa.
    De nada sair dentro dentro disto e que seja uma verdadeira valorização salarial vamos parar os tribunais de norte a sul.
    Fica aquele que bebe logo pela manhã (daquela sondagem fantástica)  a trabalhar.

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  7. Anónimo8/1/25 09:20

    Tony Marshall (Tone), nada diz, nada faz, nada acrescenta ! ...


    Não soma, subtrai!


    Em nada contribui para resolver o problema, PORQUE É PARTE DO PROBLEMA!


    Devia partir, de imediato, para pior não fazer!


    A culpa não é, no entanto, apenas dele, mas também daqueles que o ladeiam e suportam!


    Toda essa gente criou enormes prejuízos aos OJ!


    E agora, sabendo todos nós que o que aqui digo verdade, o que vamos fazer?!!!

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  8. Anónimo8/1/25 09:20

    Leia o EFJ e deixe-se de merdas. É tão competente que nem sequer  chegou a adjunto. É só inveja e ressabiamento claro está.

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  9. Anónimo8/1/25 09:29

    Não vamos fazer nada. Pois os licenciados pretendem ser apenas e só eles a chegar a chefes que foi para isso que tiraram licenciatura portanto é o sonho de uma vida. 
    Todos os não licenciados segundo aquela casta não podem aceder ao dito gau III muito menos a cargos de chefia. 
    E assim andamos a berrar cada um para seu lado em vez de lutarmos por uma causa comum.
    Prestigio e grau III para todos ou será só para os sonhadores?

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  10. Anónimo8/1/25 09:30

    E tu chegaste a adjunto por "usucapião", sem prestar provas apenas pelo decurso do tempo.
    E isso é aberrante pois todos sabem que muitas das coisas velhas adquirem valor pelo decurso do tempo, mas muitas outras perdem todo o valor que têm, ficam obsoletas e caiem em desuso - ou vão para a sucata ou são recicladas, quando é possível.
    No seu caso, não vejo utilidade nenhuma muito menos no que diz ou escreve!

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  11. Conselheiro de pessoas com problemas8/1/25 09:33

     área do direito? o que é isso?
    E são os teus superiores hierárquicos, com a 4ª classe, que dão a tua informação sobre a tua competência ou, falta dela, para a inspeção?
    Estás há anos como auxiliar?
    E com tanto estudo, na área do direito não passas disso?
    O que se passa contigo?

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  12. Anónimo8/1/25 09:33

    Colegas, ainda hoje de manhã vai ser divulgado o resultado da segunda grande sondagem feita aos oficiais de justiça e que tem como tema a proposta do novo estatuto.


    Até já 

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  13. Anónimo8/1/25 09:38

    Não concordo com essa de "temos de progredir todos".
    E não concordo apenas porque estou farto de, ao longo de quase 30 anos, encetar tantas e tantas greves e lutas - ainda era eventual e fazia greves de cinco dias seguidos - sem que visse a minha vida melhorada num único aspeto, foi sempre em perda. 


    Daí que tenha investido num curso e obtido licenciatura e, por isso, pelo investimento pessoal e também pelos sacrifícios que fiz e fez a minha família, não estou mais disposto a sofrer pelos outros - 30 anos é muito tempo - e agora só me interesso pelo que é justo e o justo no caso é - para além de tudo o mais - ser reconhecida a mais valia de quem se aperfeiçoou e aprofundou os seus conhecimentos e os empresta às funções que exerce.
    Eu apenas defendo que os licenciados não devem ser esquecidos e, desde que tenham os requisitos que já hoje existem para as funções de secretário - ou seja, sejam auxiliares, adjuntos ou escrivães, desde que tenham mais de 7 anos de serviço e notação de muito bom, devem passar todos para a nova carreira de grau 3 (e esta não significa chefiar secções ou dar despachos como muitos dos emburrecidos por aqui dizem, mas tão só e apenas um exercício funcional diferenciado na assessoria ao magistrado e na gestão processual e dos recursos da secretaria).
    O resto - a conversa de que ninguém fica para trás e tudo o mais é "caca" a que, como de resto toda a gente o faz, ninguém e nem eu ligo.

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  14. Anónimo8/1/25 09:46

    É verdade o que começou por dizer - pelo menis no meu caso, pois que assim que ingressei e me foi dito que, se tivesse licenciatura, 7 anos de serviço e muito bom, poderia ascender ao topo da carreira e foi, precisamente, o que tratei de fazer.


    Na altura da revisão do EFJ em 1999, e agora muito mais acertado se torna, foi entendido valorizar os funcionários licenciados (não todos é certo, mas os melhores e com formação em determinadas áreas).
    A "casta" de que fala é composta, nada mais nada menos, por todos os colegas que tais como o senhor se deixaram ficar a ver passar o tempo e sem grande esforço esperavam ascender ao topo (antes interinamente) como agora se vêm muitos em regime de substituição.
    Os favorecimentos e sortilégios da ociosidade moldados pelas feições das pessoas têm de acabar de vez.
    E sim, tem razão quando diz que nem todos os não licenciados podem ascender à carreira de grau II - isso é uma verdade insofismável - pois se, atualmente, nem todos os licenciados podiam e podem ascender a secretários sem prestação de provas além dos elencados requisitos, obviamente que também os não licenciados não podem ascender - isso seria o ridículo dos ridículos.
    Numa palavra "estudasse"!

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  15. Anónimo8/1/25 10:05

    Lleia o EFJ, instrua-se 

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  16. Anónimo8/1/25 10:09

    Leia o artigo 49 do EFJ. Parece que desconhece o EFJ. Instrua-se.

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  17. Fazenda, Silva, Ribeiro; e Ribeiro da Silva8/1/25 10:11

    A desmotivação, a desconfiança, a indignação e a revolta é o que, aparentemente, mais exprime o sentimento generalizado dos oficiais de justiça.Já não consigo aturar comentários do género «os licenciados querem chefiar e despachar e ... e por aí fora». Sou licenciado e a única coisa que quero é a minha valorização e o reconhecimento do investimento pessoal que fiz com muito sacrifício para obter uma licenciatura. Não me importo nada de continuar a fazer o mesmo que faço há muitos anos, primeiro como auxiliar e depois como adjunto, diligências, cumprir despachos, atender pessoas, enfim tudo o que for necessário. E também não me importo que a tutela (DGAJ e MJ) aproveite os conhecimentos que tenho para melhorar a eficiência dos serviços - desde que paguem o justo valor. Só há quatro soluções:1 - fica tudo como está apenas com uns ajustamentos;2 - passam todos para grau II;3 - passam todos para grau III;;4 - passam apenas alguns para grau III e os outros ficam no grau II - e aqui pode ter várias derivações: - quem fica no grau II poderá durante a vigência de um regime transitório passar ara a carreira de grau III, mediante qualificação ou prestação de provas;- os que passam para grau III deverão reunir determinados requisitos - sem ser os propostos pela MJ - designadamente, determinada antiguidade e notação, podendo desde logo, e em bloco, se operar a passagem automática dos - de todos os - funcionários com mais de 15 anos de serviço, independentemente da categoria detida, desde que tenham a notação mais elevada, e todos os demais deverão ser sujeitos a prestação de prova nos ternos gerais e de acordo com as vagas a publicar.
    Acabar com a treta do regime de substituição que, na proposta da MJ, iria transformar-se num regime de exercício em comissão de serviço, devendo antes de mais serem realizadas provas para os cargos de maior responsabilidade a que muitos dizem ser de chefia e eu entendo serem mais de coordenação e direção.Para quem não queria ou não possa, ou até prefira manter-se com o conteúdo funcional definido para o grau II, deve ser previsto um regime transitório e apenas aplicável a quem ingressou com outras expetativas e as viu goradas, compensando-os em termos de níveis ou escalões. Caso se opte pela aplicação de um regime parecido ao das Conservatórias do Registo, então, tal como ali, aos licenciados, com mais de 10 anos de serviço deve ser dada preferência no exercício de funções mais especificas ou especializadas (se assim foi entendido para aqueles assim se deve entender para nós e com muito mais justiça, fundamento e justificação).Decida-se como se decidir eu, pessoalmente, acho que a a solução de tudo ficar na mesma não é mais possível - pois não serve os serviços.Por outro lado, acho que a melhor solução é aquela que se aproxima da dos Oficiais do Registo com os devidos ajustamentos - e é o que tenho defendido.

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  18. Anónimo8/1/25 10:15

    A união na luta é fundamental e sem umbiguismos, é a profissão OFICIAL DE JUSTIÇA que está moribunda, e é para TODOS 💪

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  19. Anónimo8/1/25 10:17

    Sabe onde tomam as galinhas?

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  20. Dizem que a sondagem feita "à boca das urnas" é a mais fidedigna ...
    E como esta carreira está a caminhar para a inexistência - a sua morte está anunciada há muito tempo - ganha sentido a expressão pois que é feita, precisamente, "pela boca de quem vai para a urna".
    As exéquias fúnebres já começaram e vão seguir-se vários périplos para se discutir o que fazer ao corpo defunto - uns querem embalsama-lo outros querem a cremação e outros, ainda, querem esquartejá-lo como se tratassem das relíquias de um santo. 
    Certo é que a morte está anunciada e só não se sabe se vai ser num crucifixo, com os OJ a carregar a própria cruz, ou se por decapitação, enforcamento ou afogamento ou outra forma estranha de acontecer.
    Certo ainda é de que se tratará de uma espécie de fratricídio, para muitos um auxílio ao suicídio coletivo e para muitos outros uma mera assistência  - e serão poucos os que ficarão melancólicos e taciturnos ou emocionalmente afetados, porque mais racionais e menos sentimentalistas.
    Quem muda Deus ajuda.

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  21. Anónimo8/1/25 10:25

    Muito bem.
    Deverá ser mesmo essa a base.

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  22. Anónimo8/1/25 10:37



    Veja como foi feita a transição nas Conservatórias e na Policia Judiciária.

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  23. A burrice, já o aqui disse, não paga imposto ou é taxada porque se o fosse muitos colegas teriam mais cuidado nos curtos comentários que faz, lacónicos até, mas verdadeiramente reveladores da iliteracia e da ignorância que predomina na mente de muitos colegas.
    Antes de mais "ler" é diferente de "interpretar normas" ou "regras normativas".
    Mas começando pela leitura vou-lhe dizer o que eu leio (e que o colega não lê) transcrevendo o excerto do artigo: «Artigo 49.º Substituição - 1 - Nas suas faltas e impedimentos (...)».
    Quando o artigo refere "nas suas faltas" refere-se - na racio legis ou na mens legislatoris - a ausências temporárias relativas, entre outras, a doença ou licenças ou a reformas e neste caso devem ser colmatadas apenas até ao movimento subsequente.
    O referido artigo, caro colega, para que saiba (e já o demonstrou que não sabe) consubstancia um regime de transitoriedade, temporário ou ocasional, para fazer face a situações imprevistas.
    Não pretende, nem pretendeu o legislador, transmutar aquele regime num outro de provimento sem concurso ou prestação de provas, por isso, com fraude à lei.
    O emburrecimento de muitos colegas traduz-se também nesta forma, muito conveniente de fazer uma leitura favorável parecendo que só por isso - porque lhe é favorável - é feita tal interpretação.
    Desça do palanque que -por sinal - ocupa por mero sortilégio e quiçá sem mérito ou provas dadas e sujeite-se como eu me sujeitei à prestação de provas.
    Depois lembrar-lhe que a maturidade e serenidade das ideias não a faz os cabelos brancos - não é atributo conferido pelo decurso do tempo - mas o bom sendo e a ponderação alicerçada numa boa formação e educação.

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  24. Anónimo8/1/25 10:39



    SINDICATOS


    FORNEÇAM AUTOCARROS PARA A MALTA SE DESLOCAR ÀS CONCENTRAÇÕES!
    Como os sindicatos dos professores fazem, para a malta do Norte e Centro se desloca!

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  25. Anónimo8/1/25 10:40

    E a competência tem alguma coisa  ver com estar há anos como auxiliar? Pois... Houve promoções todos os anos não foi? 
    Se a todos fosse garantida uma comissãozinha de serviço podiam concorrer à promoção para o cu de judas que não saiam da zona onde queriam ficar (como vi acontecer vezes demais)  Enfim...

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  26. Faltou-me dizer mas acrescento agora, se necessário que nos sujeitem a todos a prestação de provas - eu sou licenciado e estou disponível, como sempre estive para as fazer.

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  27. Discordo.
    Estou farto da união!
    Não vejo aqui que se defenda os licenciados - todos mas todos desprezam e menorizam quem investiu na sua formação pessoal, por vezes com muito sacrifício.
    Por isso, apesar de entender ser justo que se obtenha a melhor solução para todos e isso significa apenas isso, defendo antes de mais a qualificação e a valorização dos serviços e esta apenas acontece com pessoas mais qualificadas (entre as quais se incluem, como é óbvio, os licenciados).
    Sou solidário com todos, mas não sou hipócrita, volvidos tantos anos sempre a ser prejudicado perdi forças para lutar pelos outros, por aqueles que não lutam por nós antes tudo fazem para que saiamos vencidos na nossa luta.

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  28. Porque numa e noutra, se entendeu e muito bem que o conteúdo funcional se tronou muito mais exigente ao longo dos anos e já não se compadece com pessoas indiferenciadas (em termos de qualificações e habilitações).


    Mas por cá, nos tribunais, aconteceu o contrário, ficamos todos cada vez mais emburrecidos, perdendo competências, mais técnicas e autónomas, para outros serviços (foi o caso gritante das execuções) e agora tornámo-nos na maioria das situações em técnicos de notificações - meros expedidores de correspondência.


    Nos tribunais,  os dirigentes (dos serviços/seções) por estes dias limitam-se a preencher mapas, a autuar processos e a ... fazer pouco mais.
    No meu tempo esse serviço era dos auxiliares mais novos e os processos mais complexos - falências, expropriações, inventários, etc. - estavam a cargo daqueles.
    Como a maior parte das chefias foi promovida no cargo pela antiguidade ou ocupa-o em regime de substituição , a imagem que sobressai da sua atuação é a de que se não existissem também não eram precisos pois é muito redundante o que fazem, por vezes sem qualquer expressividade.
    Valorizar uma carreira é mais que atirar dinheiro para cima dela - com isso apenas se gaste a perde o dinheiro e não se ganha nada - é acima de tudo operar uma mudança para melhor e esta mudança. na minha opinião, não pode ser feita sem os licenciados.

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  29. Anónimo8/1/25 11:15

    A minha opinião é a seguinte:


    Podem, para futuro, dividir as carreira nos graus que bem entenderem, mas não podem, sem entrar em ilegalidades, fazer diferente o que é igual!


    Também não podem dizer que um funcionário, que sempre tramitou x número de actos, já não está habilitado para o fazer (regressão funcional)!


    Agora, se mudarem as regras para os que vierem a entrar no futuro ... e se estes aceitarem ... não há qualquer ilegalidade!


    Os que cá estão, estão em condições bem definidas, não podendo ser diferenciados aos gosto da tutela ou tornados "incompetentes"  naquilo que fazem há anos e anos! ...

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  30. Anónimo8/1/25 11:20

    És malcriado e mal formado... 
    Tens a mania que és doutor... Sê humilde... E ser humilde, não é ser subserviente... Só te lembras da tua barriguinha... Tu tiraste o curso há meia dúzia de anos... Por Bolonha e por correspondência... Antigamente tinhas que dar ao pedal e teres capacidade para Cabares o teu curso de Direito, que era respeitado... E reconhecido...agora está banalizado... Com isto não quero desrespeitar os Colegas que têm este Curso... De maneira nenhuma... Pois sou Licenciado noutra área e respeito TODOS  mas este gaijo não merece respeito nenhum... Não merece pertencer a ESTA CLASSE. .. Não merece ser apelidados de OFICIAL DE JUSTIÇA MAS SIM UM MERO funcionário público... 

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  31. Anónimo8/1/25 11:21

    Apelidados quer dizer apelidado

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  32. Anónimo8/1/25 11:22

    Cabares quer dizer acabares

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  33. Anónimo8/1/25 11:34

    então que se lixem as deslocações e manifestações

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  34. Anónimo8/1/25 11:49

    Sou da mesma opinião. 
    Os licenciados que lutem.

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  35. Anónimo8/1/25 11:51

    Grau 2 para todos e acabam-se as birras e infantilidades.
    E para alguns até já é demais, ficavam bem no grau 1.

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  36. Conselheiro de pessoas com problemas8/1/25 11:52

    Mas, senhor ou senhora licenciado(a), afinal qual é esse curso da área do direito? 
    Não tem nome? 
    Ou tens vergonha desse curso da área do direito?
    E, já agora, qual a razão, sendo superiormente habilitado(a), para te sujeitares a receber pouco mais de mil euros e estares sujeito a ordens de gente com a 4ª classe?
    Queres que te coloquem em cargos de chefia ou em comissão de serviço sem teres que te esforçar para isso?
    Ou és daqueles(as) que tem medo de fazer provas, com os não superiormente licenciados, para subir de categoria?
    Por fim, diz-me onde andaste a estudar.
    Obrigado

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  37. Anónimo8/1/25 11:53

    Só assim, dessa forma, a comunicação social dá visibilidade.
    De outra forma, o silêncio e as camisolas negras infelizmente não têm tempo de antena.

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  38. Anónimo8/1/25 12:00

    Só para Ti, iniciei os meus ESTUDOS NA FEUP EM 1986 e finalizei os mesmos já no ISEP...
    Andavas de certeza de coeiros... 

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  39. Anónimo8/1/25 12:00

    Então lute junte-se aos outros licenciados e façam barulho.

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  40. Anónimo8/1/25 12:11

    Quantos são os OJ com a 4ª classe que estão em lugares de chefia ???

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  41. Anónimo8/1/25 12:15




    Colegas, vamos manter a calma e alguma compostura no que se vai escrevendo.

    Percebo - a sério que percebo mesmo - que a inércia do Governo em olhar para esta classe profissional tão fustigada, abusando do tempo para dar apenas uma mão cheia de nada, transtorna e deixa marcas em muitos O.J.
    Ninguém quererá dar essa satisfação ao Ministério da Justiça e concretamente a quem preparou aquele projecto rascunhado de um Estatuto que, na realidade, não valoriza a nível remuneratório grande coisa. É um gozo aquilo que foi enviado aos Sindicatos e um gozo que nos é dirigido enquanto profissionais nesta carreira!!


    A valorização, como em tantas outras carreiras, tem de se fazer para com todos os profissionais.
    TODOS têm de ser valorizados, todos aturam as problemáticas diárias nos Tribunais, todos (ou quase todos) sofrem problemas de saúde e já são muitos os casos que, infelizmente, se presencia de transtornos de ansiedade por via desta profissão desgastante.


    Dar a opinião SIM!
    Mas que não haja luta entre colegas, pois a mesma não beneficia a ninguém senão ao Governo!!

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  42. O fundamentalista8/1/25 12:15

    O mencionado artigo demonstra que c  

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  43. Anónimo8/1/25 12:16

    Sem dúvida, pelo menos para uns lics. que conheço...!!!

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  44. Anónimo8/1/25 12:17

    Ó blogue hoje faz um desenho aos sindicatos!




    .

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  45. Anónimo8/1/25 13:13

    DEVES SER DEVES MAS É UM BURRO COM DOIS OLHOS.

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  46. Anónimo8/1/25 13:17

    O Chico esperto estou nisto porque quero, tenho. Não precisei de cunhas para entrar ao contrário de ti.
    Sabes tive k fazer um exame e passei.
    Estou aqui e aqui vou continuar.
    Sabes bem que as propostas desse de 2017 era no sentido que todos os licenciados passavam a grau 3.
    O grau 3 normalmente é dado a quem tem licenciatura,vê depois por um regime excepcional á antiguidade quanto a isso nada contra.


    Queres ver que as outras profissões estão todas erradas e aqui é que está certo.
    Para ser técnico superior prevê como requisito ser licenciado é assim em todas as profissões...


    Se não tens orgulho na profissão que exerce sai tu vai embora.
    Eu estou aqui vim para ficar mas não me roubem o que lutei por mérito.

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  47. Pobre da cuca8/1/25 13:18

    Vigília silenciosa? Pois, se é uma vigília, que mais pode ser?
    Também há muitos anos atrás, no País, houve a " maioria silenciosa". 
    Vigília silenciosa, grupo minimamente jeitoso e trabalho de formiguinha, está tudo a condizer...

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  48. Anónimo8/1/25 13:25

    Só leio porcaria. Nem todos pudemos fazer uma licenciatura, fosse porque, ao mesmo tempo, era preciso criar os filhos sozinha, ser dona de casa, ser professora dos filhos e fazer kms e kms de e para casa. E, no meio, ficar deficiente e ter de continuar a trabalhar porque, enfim, assim se torna necessário. Não me sinto inferior a qualquer licenciado! 

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  49. Anónimo8/1/25 13:25

    Para o Anonimo das 9:20 o que é que a lei tem a haver com justiça??


    Uma licenciatura dá acesso ao grau 3 é assim em todas as profissões.
    Se for da área de direito ainda mais legitimidade dá.
    Todos os licenciados que exercem funções á mais de 5 anos tem o direito a passar a grau 3 mais nada.

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  50. Anónimo8/1/25 13:26

    E digo mais! GREVE AOS ACTOS, JÁ!!!

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  51. Anónimo8/1/25 13:28

    Para o Anonimo das 9 :33 julgas te dono da profissão??
    Eu estou aqui por mérito, passei no exame, não foi por causa da tua mulher que vim aqui parar certamente.
    Vim para aqui e aqui vou continuar..
    Ando aqui porque a carreira sendo considerada de complexidade 3 está tem tudo haver com a formação que tirei.
    Aliás foram essas as propostas das 3 ministras anteriores.

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  52. Anónimo8/1/25 13:29


    Com muito sacrifício dos burros que tiveram que alombar com os julgamentos, enquanto tu andas a passear livros 3 dias por semana.

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  53. Anónimo8/1/25 13:32

    Para o conselheiro de pessoas das 11:52.
    Vou arrasar contigo e essa matraca mal cheirosa vai encerrar.
    Tu é que tens que ter vergonha de não teres estudos.
    Eu tenho muito orgulho na minha licenciatura.
    Sim área de direito, pois não sabes o que é isso porque nunca estudaste, sou licenciado em Solicitadoria com muito orgulho.
    Quanto aos teus conselhos dispenso pois sei lutar pelos meus direitos.


    Uma coisa é certa é guerra para cima de vocês.

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  54. Anónimo8/1/25 13:37

    Sua abrecula das 10:54 vai trabalhar para o ministério público e verás se é assim ou não...


    Toma juízo não sabes o que falas.
    Não sabes a responsabilidade dos oficiais de justiça.
    Não sabes as funções que não estão positivadas no o código.
    Tem vergonha se és oficial de justiça enfia a cabeça numa retrete 

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  55. OJ de Turno8/1/25 13:37

    I'm in.
    Não vou a Lisboa, mas cumprirei integralmente as sugestões do blogue, ao que acrescentarei as sextas todas, deste e dos próximos meses, tal como venho cumprindo desde que estas greves foram decretadas, sendo que todos os meses tenho mais bolas verdes no crónicus do que sem cor desde então.

    ResponderEliminar
  56. Anónimo8/1/25 13:41

    Por mim não passava ninguém que não soubesse escrever há mais de 5 anos.

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  57. Anónimo8/1/25 13:41

    Deixemo-nos de conversa fiada.
    Eu sou licenciado na área da burrologia e também anseio chegar ao famigerado grau III.
    O que terei que fazer para o alcançar? 
    E será que com tanto grau poderei sonhar em ser chefe?

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  58. Anónimo8/1/25 13:41

    1- Substancial valorização salarial, a ter lugar antes da discussão do novo estatuto. 
    2- Grau 3 à carreira de Oficial de Justiça. Quem entrar depois desse reconhecimento terá de ter necessariamente  licenciatura em Direito.
    2- Criação de um nova carreira, não oficial de justiça, grau 2, que acomodo as funções tidas por menos complexas.
    3- Pagamento de horas extraordinárias.
    4- Inclusão do SRP.


    Inicio imediato, de acordo com a visão conjunta dos 2 sindicatos, de uma greve geral por tempo indeterminado, ou por uma greve aos atos que inclua as diligências.


    Abraço. 

    ResponderEliminar
  59. Anónimo8/1/25 13:45


    Andaisseis mais com eles ao colo, para ver como mordiam depois a mão de quem lhes punha a mão por baixo.

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  60. Anónimo8/1/25 13:51

    E se for licenciatura, não em direito mas na área de direito?
    Não serve?

    ResponderEliminar
  61. OJ de Turno8/1/25 13:52

    Peço desculpa, escrevi antes de ler os cometários deste dia.
    Em face da postura dos licenciados, afinal tenho a comunicar que ainda irei ponderar se irei sequer continuar a fazer reivindicações, atento a grau e prestígio que poderei vir a obter ficando simplesmente calado.

    ResponderEliminar
  62. Anónimo8/1/25 14:05

    Bravo colega.
    O melhor comentário do dia.
    Penso exatamente da mesma forma.
    Não sei se valerá mesmo a pena.

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  63. Anónimo8/1/25 14:20

    Espero que finalmente a minha licenciatura em decoração de interiores seja reconhecida e assim possa ascender ao tão almejado grau 3 e ao inerente e inevitável cargo de chefia.

    ResponderEliminar
  64. Anónimo8/1/25 14:32

    Falei, como sempre o faço, em linhas gerais e naquilo a que todos interessa!

    ResponderEliminar
  65. Anónimo8/1/25 14:34

    O grau é dado à carreira (vinho) e não ao Oficial de Justiça (quem o bebe).


    Você ainda não percebeu, ou agora tb vem para aqui dizer, como o outro,  que não lhe interessa o grau nem o prestígio?!!

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  66. Anónimo8/1/25 14:36

    Os Adjuntos com 14 anos e 364 dias não está contemplado serem Grau 3.
    Isto sou eu a gozar consigo, pois o grau é atribuído a carreiras não a funcionários.
    Não deve ter estudado isto....


    FF

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  67. Anónimo8/1/25 14:49

    Caros colegas, esqueci-me de um item:










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  68. Anónimo8/1/25 14:53

    Demora muito a sondagem de hoje?

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  69. Anónimo8/1/25 14:59

    Para o Anonimo das 10;45 muito bom comentário.
    Essa é a realidade.
    Os não licenciados tem inveja de quem estudou.
    A realidade é que as três ministras propuseram para os licenciados passarem a ter grau 3.
    Isto deu uma volta tão grande que chegamos a isto.


    O certo é que nem que tenha que ir até ao tribunal europeu dos direitos do homem.
    Vou lutar por mim.


    Estão a barrar quem tem mais qualificação, agora entendo os segredos de Fátima e blabla Bla.

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  70. Anónimo8/1/25 15:02

    Um completo absurdo o que acabou de escrever.

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  71. Anónimo8/1/25 15:02

    Finalmente um comentário lúcido. Aparentemente, talvez acirrados pelos infiltrados, os OJ em vez de expressarem as suas frustrações e anseios, a indignação e até revolta contra quem de direito, a TUTELA, estão, para satisfação da mesma, uns contra os outros. Inacreditável!!! Se a "coisa" avançar quase todos serão lesados e estão mais preocupados em guerrilhas internas do que combater o mal comum...

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  72. Rei dos Oficiais de Justiça8/1/25 15:15

    Vamos meter ordem na barraca... já chega de circo.


    Esta proposta é inédita, deu uma volta que nunca imaginei.


    Defendo que todos deveriam passar a grau 3 mesmo os invejosos que não tem estudos.


    Contudo nesta proposta existe situações umas mais injustas que outras e ilegais conforme a seguinte ordem.
    1 é criminoso os oficiais de justiça com licenciatura na área de direito não passarem a grau 3.
    2 os oficiais de justiça com licenciatura em outras áreas e com experiência de 5 anos em qualquer categoria.
    3 os auxiliares com 20 anos de profissão sem licenciatura.
    4 os adjuntos sem licenciatura.


    Estes todos que mencionei é de uma tremenda injustiça, contudo a gravidade da injustiça é de ordem decrescente.
    Preparem se para guerra..








     

    ResponderEliminar
  73. Anónimo8/1/25 15:18

    Andam por aqui uns "macacos" que a única função é a criar ruído em relação ao que de facto interessa!


    Esses macacos, que tenho dúvidas que sejam OJ, escrevem baboseiras  sistematicamente a seguir a bons comentários, de forma a estes perderem a atenção que merecem!


    Esta gente, é gente má, com poucos escrúpulos e não quer o nosso bem.


    Estejam atentos!

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  74. Anónimo8/1/25 15:23

    Meto os meus c num cepo se estiverem mais 100 OJ's no terreiro do paço no dia de vigília.

    ResponderEliminar
  75. Anónimo8/1/25 15:31

    á mais de 5 anos ---- ESCREVE-SE COM H - verbo haver
    Até dói. Nem passavas da primária..........

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  76. Anónimo8/1/25 15:46

    Quanto à doença dos Licenciados/não licenciados:
    Expliquem-me porque é que os últimos deverão preferir os primeiros, atendendo que apesar do tempo de serviço que detinham como auxiliares (alguns mais de 20 anos) e com licenciaturas, e NÃO TIVERAM NOTAS SUFICIENTES na treta das provas tanto para Escrivão de Direito como para Secretário de Justiça que fizeram logo ali ao meu lado (e de outros analfabrutos como eu..) ?????
    Aborrecem. Não Têm perfil para isto. Só habilitação académica não basta !!!!

    ResponderEliminar
  77. Anónimo8/1/25 15:48

    PS: Pretendia dizer : porque é que os primeiros deverão preferir...

    ResponderEliminar
  78. Anónimo8/1/25 16:22

    Você disse bem - "DOENÇA", mas logo a seguir continua a alimentar a ... doença!...

    ResponderEliminar
  79. Anónimo8/1/25 16:34

    Deveria ter escrito Grau 3 só para licenciados.

    ResponderEliminar
  80. Anónimo8/1/25 16:43

    Não, escrevi precisamente o que queria escrever!

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  81. Anónimo8/1/25 17:57

    Não posso pois já lá está a sua cabeça ...

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  82. Anónimo8/1/25 17:59

    E tu com três e num deles, o do c... é para as tomas diárias...

    ResponderEliminar
  83. Anónimo8/1/25 18:03

    E o que é que isso contender com a valorização dos que obteriam curso, que todos os dias durante meses e anos, no fim do trabalho, foram estudar em vez de se deitarem no conforto da cama bem acompanhado e a fazer ou a tentar coisas bem mais prazerosas, filhos por exemplo.
    A adversidade da vida é muitas vezes consequentemente das escolhas que se fazem , enquanto uns se divertiram outros estudaram.
    E agora amanhe-se!

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  84. Anónimo8/1/25 18:04

    Gosto muito da msg de natal do SOJ, a última que publicaram.
    Será que alguém aqui os pode avisar que já estamos em 2025, em vésperas de negociações, não vá não saberem ?

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  85. Anónimo8/1/25 18:34

    Greve aos atos processuais, sem claudicar, até ocorrer paridade remuneratória com as restantes carreiras especiais da administração pública já aumentadas.
    Tabelas de vencimento adaptadas à "nova" idade de reforma dos OJ. Ou seja, 67anos-55anos= 12anos que a dividir por 3, tempo de permanência em cada escalão, originaria mais 4 escalões nas tabelas.
    Acabar com as "interinidades". Pois se existem é porque faltam elementos a promover.

    ResponderEliminar
  86. Anónimo8/1/25 18:40

    Mas também tem o outro lado da moeda! Os licenciados que fizeram as provas e obtiveram bastante melhor classificação do que quem os "chefia"!
    Portanto, nem pelo mérito. Isto está entregue à bicharada!

    ResponderEliminar
  87. Anónimo8/1/25 19:00

    Vai dar banho ao cão 

    ResponderEliminar
  88. Anónimo8/1/25 20:27

    Incrivelmente absurdo continuarem nessa egocêntrica medição de competências. Pelos imensos tribunais onde laborei constatei auxiliares, adjuntos e escrivães excelentes mas, igualmente, constatei precisamente o oposto. Existem auxiliares com mais capacidades que escrivães mas também existem escrivães que ombreiam mesmo com Juízes (principalmente os da velha guarda, dos quais sobram apenas um punhado). Agora, por favor, deixem-se de medir egos absurdos e ridículos e apresentem soluções, ideias e pontenciais formas de luta, contra quem se encontra a tentar implementar um estatuto arbitrário, discricionário e mesmo ilegal...

    ResponderEliminar
  89. Anónimo8/1/25 21:01

    Dizer que alguém da velha guarda, eventualmente com conhecimentos profundos em alguma matéria, "ombreia" com juízes, com conhecimento generalizado de todas as matérias, é só ridículo.

    ResponderEliminar
  90. Anónimo8/1/25 21:10

    É muito prestígio ...

    ResponderEliminar
  91. Anónimo8/1/25 21:57

    A única coisa ridícula que vejo por aqui são egos desmedidos e absurdos. Tenho imensa pena que a vasta maioria dos OJ não tenha conhecido o saber e conhecimento de alguns escrivães da velha guarda. Daqueles que ensinavam de facto e de direito. Tive a felicidade de conhecer alguns que formavam OJ não só para o exercício das suas funções mas também moral e civicamente, o que, notoriamente, a julgar pelos comentários se encontra em vias de extinção. Continue nessa presunção e prepotência que o vai levar longe... Espero não ter o desgosto, a infelicidade e, mesmo, o desprazer de algum dia o ter como colega. Deixo-lhe uma pequena nota: "o Ego é um mau general mas um excelente soldado". Continue, ingenua e egoicamente, a lutar contra si e os seus colegas que irá longe...

    ResponderEliminar
  92. Anónimo8/1/25 22:51

    O sua mente pequena todos os licenciados estão de acordo que os mais antigos entrem...

    ResponderEliminar
  93. Anónimo8/1/25 22:55

    Você é doente, qual a relação entre o grau três e chefia? Nenhuma vai estudar

    ResponderEliminar
  94. Anónimo8/1/25 22:55

    Andas a tantos anos a dizer o mesmo e ainda nem te deste conta que nada há de novo. 

    ResponderEliminar
  95. Anónimo8/1/25 22:57

    Seus miseráveis vocês estão a distorcer o k está a ser mencionado....os licenciados querem que todos entrem....mas caso isso não suceda nunca na vida os licenciados podem ficar de fora. 

    ResponderEliminar
  96. Achista das Dúzias8/1/25 23:40

    Sr. Oficial de Justiça:
    Acho inacreditável que, em suma, no meio deste deplorável espetáculo cotidiano que os nossos colegas proporcionam a quem venha espreitar este espaço, não defendam os mesmos, como condição "sine qua non para" para encetar qualquer espécie de negociação, a necessidade de previamente todos mas todos os oficiais de justiça verem as suas carreiras reconstituídas em função do tempo de provisoriedade não considerado.
    Não concorda?  

    ResponderEliminar
  97. Anónimo8/1/25 23:59

    Não.


    O que nós precisamos é de prestígio!

    ResponderEliminar
  98. Claro que se concorda. Não é possível discordar. 
    A reconstituição das carreiras e a compensação pelo tempo probatório desconsiderado deve rapidamente acabar de ser atribuído aos Oficiais de Justiça que ainda aguardam e que são mesmo muitos.
    Discorda-se, no entanto, de que essa seja uma condição imprescindível e prévia para avançar noutros aspetos, como a negociação estatutária.
    Discorda-se também da adjetivação sobre os comentários diários, considerando que constituem um espetáculo  quotidiano deplorável, porque esses comentários são o espelho da realidade dos Oficiais de Justiça, é isto mesmo que temos na carreira, não são outros, são estes. É uma pena que sejam estes, mas é o que há e é com gente assim que se deve estar a contar. Por isso, aquilo a que aqui se assiste diariamente é a um espetáculo circense da realidade, isto é, é isso mesmo que os anónimos pensam sobre os colegas e sobre si próprios, embora não o assumam presencialmente nem de forma identificada.

    ResponderEliminar
  99. Anónimo9/1/25 11:00

    Obrigado pela resposta.
    Estou a trabalhar numa unidade orgânica atualmente com 4 funcionários, nenhum de nós ainda foi notificado, todos com situações diferentes entre si.

    ResponderEliminar
  100. Pobre da cuca9/1/25 13:19

    Uma cerimónia que marca a abertura do novo Ano Judicial e que não teve nem tem ainda hoje  para nela  falar,  qualquer representante dos Oficiais de Justiça, classe profissional da qual a realização dessa Justiça depende, não em primeira linha claro ( que aí são os Magistrados) mas logo imediatamente a seguir, é uma cerimónia de calendário rotineiro,  para "inglês ver", para uns dicursos que dizem sempre o mesmo e sim, tudo fica igual.
     Comparecer à porta do local da cerimónia em silêncio é o cúmulo do acomodamento. É uma guarda de honra desnecessária. Não precisam disso.
    Não é  essa forma de mostrar descontentamento que outras classes já a exigir, algumas pela segunda vez, usam.

    ResponderEliminar
  101. Anónimo9/1/25 13:29

    Por vezes penso que muitos desses comentários não serão de O.J.
    Não posso conceber que o sejam!
    Há cometários que não lembram a ninguém, tendo já lido ameaças escritas de agressão e tudo.


    Por vezes penso se alguém de fora da carreira gosta de vir aqui só mesmo para espicaçar, para colocar o pessoal em fúria...no fundo, para gozar com isto tudo.

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  102. Anónimo9/1/25 18:25

    Nas unidades locais, sim. Ombreiam. Os juízes vêm cada vez mais mal preparados. É um facto. É tudo à base do como se promove, como se requer.

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  103. CONCLUINDO O REQUISITO É TODOS A TESTE

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