A resposta só pode ser uma: Dois Nãos!
Foi ontem divulgado o comunicado conjunto dos dois sindicatos sobre a reunião, também conjunta, da passada quinta-feira com os membros do Governo.
Na posse desta concreta informação sobre o que aconteceu na reunião, têm os Oficiais de Justiça de tomar posição, uma posição séria e firme a transmitir aos sindicatos.
Antes de mais, é importante transmitir aos sindicatos que a opção de dividir a carreira em duas, os de nível 3 e os de nível 2, ainda que seja para quem venha a ingressar no futuro, não é algo que se encaixe no propalado conceito de “ninguém fica para trás”.
Quando se diz que “ninguém fica para trás”, não pode ser uma afirmação falsa; não pode ser que ninguém fica para atrás agora, mas não amanhã.
É inadmissível que o Governo e também os dois sindicatos confundam a carreira de Oficial de Justiça com outras carreiras e as mesclem, dividindo-as, porque, mais uma vez, se deixam enganar pelos discursos de alguns Oficiais de Justiça que desconsideram funções e que querem continuar a prescindir delas, continuando a delapidar e desmembrar a carreira.
Este fenómeno de alguns elementos quererem prescindir de funções constitui o maior atentado à carreira. Para além das funções hoje exercidas por outras carreiras e profissionais, que antes eram realizadas pelos Oficiais de Justiça, continua hoje a correr a parva opinião de que ainda existem funções que são indignas dos Oficiais de Justiça e que devem ser exercidas por outros, por as considerarem de menor complexidade e é neste sentido que dividem a carreira, para poder prescindir dessas alegadas funções que consideram menos nobres.
Nunca se viu tão grande estupidez nem nunca se viu que durasse tantos anos. Vejamos um exemplo: no caso dos juízes, a revisão da sua carreira não implicou a criação de uma divisão de uma casta superior para dar sentenças e outra inferior para dar despachos de mero expediente. Os juízes não abdicaram de nada, nem de um visto em correição, nem têm intenção de o fazer. Já no caso dos Oficiais de Justiça, a intenção é continuar a desmembrar a carreira, porque há alguém que diz que na Central só se carimbam papéis, por ter essa errada ideia de há muitos anos, ou que a assistência às audiências de julgamento também não tem nada que saber, funções das quais prescindem para outros que não os puros Oficiais de Justiça de casta superior.
Não nos espanta, nem sequer repugna, que o Governo proponha uma qualquer divisão, mas enoja-nos ao vómito que sejam os próprios Oficiais de Justiça a defender a perda de funções, sejam elas mais simples ou mais complexas, no âmbito de uma carreira pluricategorial.
Compete aos Oficiais de Justiça e aos seus sindicatos defender a carreira e, tal como outros profissionais da justiça, defender um acréscimo de funções e não a perda de funções. Outro exemplo: desde a perda de funções, antes desempenhadas pelos Oficiais de Justiça, para os agentes de execução, estes últimos nunca mais pararam de defender novas atribuições, tendo enriquecido enormemente a sua profissão.
Por isso, alinhados com muitos Oficiais de Justiça, defendemos a consolidação da carreira, com todas as suas funções atuais, sejam elas mais, ou menos, complexas, todas elas dignas e todas elas necessárias, mantendo-as todas, enquanto existirem, obviamente sem deixar de defender novas atribuições, embora já estejam atribuídas a outras carreiras e a outras profissões.
Por isso dizemos não à destruição da carreira, através da sua divisão, interna ou externa, presente ou futura.

No que se refere à intimidação relatada no comunicado conjunto sobre a alegada necessidade e obrigatoriedade de retirada das greves para se poder dar início às negociações, ponderadas as opções, de retirada total, de suspensão temporária ou de nada fazer, consideramos hoje que a opção do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) de pensar suspender uma das greves, pode perfeitamente ser algo para discurso perante os elementos do Governo, para que fiquem a pensar nisso, mas deverá ser algo que o sindicato que representa os Oficiais de Justiça nunca fará, nem que seja a suspensão por um único dia, ou sequer o apelo aos Oficiais de Justiça para que não façam determinada greve, como, aliás, infelizmente, este mesmo sindicato já fez no passado, em relação a um caso mediático.
Está perfeitamente comprovado que a ministra passou seis meses a mentir aos portugueses, afirmando uma paz social que nunca existiu e que está agora a tentar alcançar por meio da ameaça.
Está perfeitamente comprovado que as greves atuais, mesmo com a adesão dispersa e ocasional existente, preocupam o Governo, pelo que não se podem considerar inúteis ou dispensáveis e nem sequer carecem de maiores eventos, uma vez que, tal como estão, só por si, já são motivo de grande preocupação para o Governo, ao ponto deste ameaçar nada fazer em relação às negociações, como se isso fosse possível.
Os Oficiais de Justiça não podem amedrontar-se nem acobardar-se com tais ameaças do Governo, porque continuam a deter nas suas mãos as armas necessárias para assombrar permanentemente a frágil governação deste governo minoritário.
Se nem com governos de maioria absoluta os Oficiais de Justiça retiraram greves, apenas acabaram porque os prazos chegavam ao fim, é inadmissível que qualquer uma das três greves atuais, sem serviços mínimos e sem prazo, isto é, com duração ilimitada, seja retirada ou sequer suspensa, enquanto as reivindicações dos Oficiais de Justiça não forem claramente alcançadas.
Por isso, os Oficiais de Justiça devem transmitir aos sindicatos, de uma forma muito séria, que não admitem qualquer interrupção, por mínima que seja, de nenhuma das três greves atualmente em vigor e se o Governo quer um compromisso de pacificação, o único compromisso possível durante mais algum tempo, isto é, por mais um mês ou no máximo dois, é o de não convocar novas greves para as três manhãs em falta, para o serviço de turno aos sábados, nem retomar a greve aos atos, como se disse, durante um determinado período, sempre de curto prazo. Este é o único compromisso que os sindicatos podem assumir e, repete-se, só até ver.

Fonte: comunicado conjunto sobre a reunião de 16JAN acessível em “SFJ-Info” e “SOJ-Info”.
Bom dia e, mais uma vez, obrigado pelo trabalho desenvolvido em prol de todos.
ResponderEliminarConcordo em tudo, com excepção de uma coisa .o governo vai merece beneficiar de uma promessa de não serem marcadas novas greves durante determinado período, ainda que curto..
O que deve ser feito é a marcação de novas greves, em cima das que já estão em vigor, mas com um período largo, pode ser de até um mês, para o seu início
Está ministra já nos enganou diversas vezes, tem desprezo pelo tempo dos outros, uma vez que marca reuniões inócuas, e não merece qualquer confiança. Daí, termos que estar precavidos e com as armas bem limpas, para entrar-mos em guerra a qualquer momento.
Não podemos claudicar e infelizmente nunca podemos acreditar num mentiroso que já mentiu, pelo menos duas vezes. Vai mentir uma terceira e quarta
Enquanto a ministra não ceder, a nossa luta vai endurecer!
ResponderEliminar# Enquanto a ministra não ceder, a nossa luta vai endurecer !
ResponderEliminarContra fatos não existe argumentos, a ministra já mentiu.
ResponderEliminarTentou através do fensinap impedir greves sem serviços mínimos.
Andou a publicitar que o setor está pacificado, quando sabia que não estava.
Efetuou um concurso ilegal á revelia do estatuto.
Em vez de valorizar primeiro a carreira, decidiu abrir concurso contra o estatuto em Vigor.
Prometeu ter o estatuto pronto até ao fim de 2024 e nada.
Agora quer enganar de novo... só cai quem é burro.
ResponderEliminarA ministra não integrou o suplemento.
ResponderEliminarA ministra não aceitou o pagamento a 14 meses.
A ministra não tornou o suplemento em definitivo.
A ministra não propôs qualquer valorização salarial.
A ministra não concedeu um suplemento para a disponibilidade dos oficiais de justiça.
A greve tem que endurecer...ou vai ou racha...
É agora.
# !
ResponderEliminarO artigo de hoje está excelente, contudo discordo com a parte que refere que existe colegas que defendem a divisão.
ResponderEliminarAlguns dos comentários que aqui andam não quer dizer que seja de colegas ou oficiais de justiça..
O ponto de vista hoje trazido pelo autor do Blog é muito interessante e pertinente.
ResponderEliminarE o exemplo dado com os Juízes, é claríssimo.
Aliás, é comparável q.b. com o nosso caso, pois efetivamente não dividiram a sua carreira com Juízes que apreciam despachos de mero expediente VS Juízes que dão Sentenças.
Gostei muito do texto de hoje.
Um texto inclusivo e que apela à união da carreira. 💪
A ministra após o acordo dos papo secos se convenceu que tinha comido a todos de cebolada.
ResponderEliminarO meu medo nisto tudo é que a mesma derivado a tal situação, não pediu mais nada ao governo para aumentos salariais e valorização salarial tanto que nem está previsto no orçamento.
Quem quer dividir a carreira ou não é oficial de justiça ou realmente anda um bocado longe da realidade dos tribunais, porque se há altura em que não há qualquer divisão da carreira é agora, pois toda a gente faz um pouco de tudo e tem que perceber um pouco de tudo e o escrivão auxiliar e o adjunto são os exemplos mais paradigmáticos disso, quando falta um avança o outro e vice versa e depois temos as nomeações interinas que na maioria das vezes são ocupadas pela categoria imediatamente inferior. Os sindicatos sabem que a maioria dos oficiais de justiça são auxiliares e adjuntos e que são aqueles que mais vão ser prejudicados com a divisão da carreira e aqueles que vão trabalhar mais anos com o novo estatuto. Por isso devemos lutar por uma carreira sem a diferenciação que apenas alguns querem e continuar com promoções por mérito, independentemente de ter licenciatura, faz-se um exame e quem tiver aprovação e boa nota concorre para a categoria que pretende. Não há nada mais justo do que um teste de conhecimentos igual para todos.
ResponderEliminarParabéns ao artigo de hoje. Nos ultimos dias nota-se uma união e sintonia de todos os oficiais de justiça numa luta comum, não só nos comentarios aqui mas também em conversas entre colegas nos corredores dos tribunais.
ResponderEliminarJa todos perceberam que com esta ministra todos vão perder seja lá o que a tutela proponha.
É bom que os sindicatos também entendam que ja não tem margem de manobra para jogos de interesses e manobras obscuras no sentido de outros favores que não seja a defesa dos oficiais de justiça.
Todos estamos muito mais atentos a isso.
Muito bom o artigo, como já estamos habituados.
ResponderEliminarQuero louvar o facto de os sindicatos estarem a trabalhar em conjunto neste processo. Assim devem continuar, pois demonstram mais força e por isso maior poder negocial. Força.
Quando nos unimos, somos capazes de coisas que antes pareciam impossíveis!
ResponderEliminarA força da união transforma os esforços individuais em conquistas coletivas.
Juntos somos mais fortes. Unidos somos melhores.
Como já escrevi aqui, há polícias em equipas/brigadas de investigação e há polícias a atenderem telefones e a fazerem notificações.
ResponderEliminarNão são todos Policias??
Há Enfermeiros em blocos operatórios a coadjuvar cirurgias e há Enfermeiros em centros de saúde e medirem a tensão a velhotes.
Não são todos Enfermeiros??
Há Militares em missões de risco no estrangeiro, nas forças especiais e depois há Militares responsáveis por economato ou de serviço numa qualquer porta de armas.
Não são todos Militares??
E podia continuar aqui todo o dia.
Só nós, Oficiais de Justiça é que temos que dividir a carreira, entre os inteligentes e os burros.
Ao governo, ainda percebo, é uma forma de poupar ainda mais dinheiro.
Paga menos, bem menos, com ordenados inferiores e com um sistema de avaliação, SIADAP, que quebra qualquer um.
Agora, a colega Oficiais de Justiça não perdoo.
Já não há paciência para esta nova casta que anda por aí, que na ânsia de mandar, de ser superior, de querer estar por cima, não se importam de rebentar com uma carreira.
Querem dar despachos, querem ser tratados por senhores doutores, são especiais.
É fácil, demasiado fácil para a tutela dividir a carreira.
Basta por uma cenoura à frente desta gente e lá vão eles, com promessas de serem uma espécie diferente.
Como se todos, mas mesmo todos não soubéssemos que os únicos a serem " especiais" nos Tribunais serão sempre os magistrados e a justiça será sempre gerida em função das vontades e necessidade da elite.
FF
Excelente artigo, visão muito interessante e assertiva na minha óptica. Parabéns.
ResponderEliminarExelente análise.
ResponderEliminarLá está este reles FF com a história que existe colegas k kerem dar despachos..que são uma casta superior blabla
ResponderEliminarOnde foi buscar esta ideia??
Ou será que é mais a sua mente invejosa a imaginar isso?
Não me vai dizer que é pelos comentários que aqui reinam por amor de deus também acredita no pai natal?
Eu, se houver mesmo suspensão de greves, enquanto não conseguirmos o que está nos pre aviso das mesmas, simplesnente deixarei de ser sindicalizado.
ResponderEliminarCansei de brincarem com a minha vida.
ResponderEliminarMais uma reunião, mais um acto inútil.
Não há sanção?
.
Pois. No caso dos polícias, de facto, são todos polícias. Mas os que andam na rua a fazer o trabalho mais perigoso e de maior visibilidade, devem ganhar mais dos que aqueles que estão sentadinhos na cadeira no quentinho, a mandar cartas ou avisos.
ResponderEliminarO FF então diga Kem são esses colegas k você tanto fala?
ResponderEliminarTem provas que eles pensam assim??
O seu texto começou bem mas depois tranfirmou-se numa valente m.r.d.a
Finalmente a ministra começou a revelar-se.
ResponderEliminarE mais uma vez a má-fé daquela gente veio ao de cima!
As greves são para manter!!
Não podemos confiar!
Espero que o SOJ não caia na asneira de anular as greves em vigor.
Plenamente de acordo com o Sr. Articulista.
ResponderEliminarFaço cópia e colagem dum meu comentário de ontem:
Até porque no futuro, tal como no passado a maioria ingressou com os 11.º e 12.º anos de escolaridade, todos terão que ter licenciatura, pelo que se não for mediante a prestação de provas não se vislumbra de que outra forma poderão processar-se as promoções.
ResponderEliminarVejam, a Sr.ª Ministra está a dar uma entrevista à RTP3.
ResponderEliminarAcabou de dizer que o seu maior mérito até ao momento à frente do ministério foi ter conseguido algo que mais nenhum ministro da justiça nos últimos 30 anos, incluindo António Costa, tinha logrado.
Unir os Oficiais de Justiça praticamente todos de todas as categorias!
Explicou que teve que recorrer a uma estratégia não muito popular mas que foi para um bem comum, dos trabalhadores e da nação, e que a terapia de choque de os fazer bater no fundo resultou em pleno.
Três vivas à Dr.ª Rita Alarcão Júdice!
Há colegas que defendem a divisão sobretudo os que morrem de medo de voltar para a sala de audiências.
ResponderEliminarÉ incrível que achem que isso não deveria ser apenas tarefas de oficiais de justiça e que a queiram desconsiderar a assistentes operacionais.
Tudo isto para proteger os interesses de um grupo bem mal habituada da nossa profissão do qual o Marçal também faz parte.
"...desconsiderar a assistentes operacionais...". Não é assistentes operacionais é assistentes técnicos...E qual é desconsideração? Sabe que trabalham tanto ou mais que nós e muitos com muito mais responsabilidades? Pensa que ser Oficial de justiça é alguma coisa de especial? Especial só o facto de ter , injustamente, um ordenado muito superior! E atenção, sou Ofi. de Justiça há 34 anos, mas nunca tive complexos de superioridade absurdos!
ResponderEliminarSr. Atento, desculpe a afronta. Não sou perfeito e digo o que penso. Greve geral, a marcar desde já, para começar daqui a um mês. Desculpe a repetição. Eu, ao invés de v. Exa não sou perfeito. Desculpe.
ResponderEliminarEstá a falar a sério?
ResponderEliminarNão acredito que ela tenha dito isso.
Se o disse é repugnante e devia ser rebatido e desmentido já amanhã pelos sindicatos!!
Esta tomada de posição, dos dois sindicatos, na divisão da carreira é inaceitável.
ResponderEliminarComo foi possível chegar aqui!...
Um egoísmo primário, que em nada dignifica e prestigia a carreira.
Quem já cá está grau III, quem vier por bem, grau II.
Um absurdo!...
Ninguém pode ficar para trás, os que já cá estão e todos aqueles que vierem.
Para os futuros ingressos, exigência da licenciatura em direito.
Só assim se prestigia e dignifica a carreira!
Na minha opinião está ministra é a melhor dos últimos anos .
ResponderEliminarVou explicar:
Graças a esta ministra nunca os ofíciais de justiça estiveram tão revoltados, injustiçados e unidos como nós últimos tempos.
Está ministra com as jogatinas ridículas esta a ajudar a nossa luta...que pela primeira vez sentimos que todos os oficiais de justiça estão indignados.
O que é que ganha em lançar notícias falsas?
ResponderEliminarNão entendo por que razão há quem perca tempo a inventar, mais ainda numa altura em que a carreira está numa situação que precisa é de soluções e união.
Não de invenções!!
Para o.j. desfeito pare de inventar.
ResponderEliminarGreves aos actos.
ResponderEliminarÉ a única greve que terá efeitos.
Greve à estatística, pagamento de honorários e às diligências.
Até apitam
ResponderEliminarSim!
E não mexe no bolso!
.
ResponderEliminarEssas duas serão os pilares que falta abanar de forma firme...
- Interromper as Contas / Liquidações, fazendo com que os cofres do Estado não recebam os milhões que lá entram todos os meses.
Desculpem meter-me no assunto, mas sabiam que mesmo os que estão a fazer trabalho de expediente...recebem o subsídio de missão aumentado de 100€ para 400€?
ResponderEliminarNão é invenção alguma! É a realidade.
Entrou em vigor a 01/07/2024 e , nos mesmo termos, o que perfez um universo total de mais de 48 000 profissionais, considerando as duas Forças de Segurança.
Além disso ainda recebem um suplemento de 20% sobre o salário, que já tinham e não perderam, o qual vai ser aumentado para 22%
E não estou com isto a dizer que não merecem, ou outro qualquer tipo de consideração!
O que pretendo mostrar é que TODOS beneficiaram, de forma igual, do belíssimo acordo....
Quando vejo a ministra da Justiça a dizer que não vai distribuir dinheiros públicos, dirigindo-nos essas palavras, eu pergunto:
"E os os outros Ministros, com as outras pastas, o que têm feitos pelos profissionais dessas carreiras??"
ENFERMEIROS
INEM
PSP
GNR
MÉDICOS
BOMBEIROS
PROFISSIONAIS DE FARMÁCIA
GUARDAS PRISIONAIS (mesmo Ministério)
# !
ResponderEliminarA sua ideia está certa contudo os nossos sindicatos que são mansos já querem dar novamente sinal de boa fé..
ResponderEliminarPara anonimo das 20:11...você está com febre??
ResponderEliminarSuspender as greves??
Outravez ?
Eu já vi o sapadores a suspenderem nada, eu não vi a PSP a suspender nada..os guardas prisionais e demais classes.
Eles vão seguiram através da luta.
O trabalho de sala é muito mais que controlar gravações, está gente não tem noção nenhuma.
ResponderEliminarÉ uma vergonha
Bem...
ResponderEliminarAlguém perguntou onde andam eles??
Aqui está um...
Este é especial..
Quer dar uns despachozitos....
Até podia tecer algumas considerações jurídicas com os magistrados..
Estilo, ó senhor doutor e tal e tal...
Há colegas que só sabem meter um carimbo e depois há estes, os iluminados...
Aqui andam eles....
A Elite....
Deve entrar por porta diferente no Tribunal que os restantes colegas de tão inchado ser de tanto conhecimento acumulado...
Nós os Burros, te saudamos....
FF
ResponderEliminarEra esta a proposta do SOJ, quando se pronunciou sobre a revisão do estatuto do anterior governo:
Grau 3 de complexidade para a carreira e:
"Regime de ingresso
Artigo 6.º
Requisitos
1 – O ingresso nas categorias de escrivão auxiliar e de técnico de justiça auxiliar faz-se de entre indivíduos habilitados com licenciatura na área do direito;
2 – A licenciatura a que se refere o número anterior é aprovada por Portaria dos
membros do Governo responsáveis pelas áreas da Justiça e da Ciência, Tecnologia e
Ensino Superior.
3 – Podem ainda ingressar nas categorias de escrivão auxiliar e técnicos de justiça
auxiliar indivíduos habilitados com outras licenciaturas nas áreas do Direito,
Economia, Finanças, Contabilidade, Gestão, Administração Pública, Ciências
Informáticas, Ciências Sociais e Psicologia, aprovados em procedimento de admissão.
4 – Para efeitos do disposto n.º 3 são consideradas licenciaturas nas áreas indicadas as que assim sejam classificadas no âmbito da Classificação Nacional das Áreas de Educação e Formação"
O que o fez mudar?!...
Sim até agora também ele realizou as tarefas que agora intitula de menores, certamente estava promovido a burro, e agora quer passar a JUMENTO!
ResponderEliminarSubscrevo integralmente... Doutas palavras...
ResponderEliminarExcelente análise e observação...
ResponderEliminarCuidado!! Há aqui muita gente a dar "Bitaites" que não não faz parte da classe... Estão sempre a deitar abaixo e sempre a favor da tutela...
ResponderEliminarConcordo. Estão a esquecer-se da chamada de testemunhas, ir buscar o volume que falta e, às vezes, ir à máquina tirar uma garrafa de água ou café para a magistrada. A exigência é tanta que até nos esquecemos de desligar o sistema, mas como é o tribunal que paga a conta
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