É verdade: é conjunta a contraproposta!
Finalmente, aquilo pelo qual os Oficiais de Justiça clamavam há anos sucedeu: uma posição conjunta dos dois sindicatos.
Independentemente do mérito, do demérito, ou da mera necessidade de complementar a proposta que ambos os sindicatos apresentaram, o que queremos realçar, antes de mais, é apenas este ponto muito relevante da união na ação.
Ninguém duvida que há pontos de vista divergentes entre os sindicatos, e ainda bem que assim é, mas neste momento tão crucial no delinear do futuro da carreira, uma posição conjunta possui uma força final muito maior. A soma acrescenta poder enquanto que a divisão o retira.
Finalmente, a congregação de esforços e de estratégia vai ao encontro daquilo que os representados clamam há anos.
Mantenha-se o espírito crítico e mantenha-se a diferença de opiniões, mas unam-se as forças para o necessário combate.
Não há três partes nesta negociação, mas duas e com esta proposta, ontem apresentada, os sindicatos demonstram ao Governo que as negociações passaram a ser mesmo de duas partes e não de três.
Esta proposta conjunta dos sindicatos é apresentada aos Oficiais de Justiça com uma nota informativa também idêntica. Perfeitos aliados. A única coisa que muda, nas duas notas é a ordem dos sindicatos, o SFJ apresenta o seu sindicato em primeiro lugar e na nota do SOJ é este que tem a primeira menção; é esta a única e óbvia diferença, o que não se pode considerar divergência, mas aspeto comunicacional óbvio de cada entidade.
Diz assim a nota informativa conjunta (omitimos as designações dos sindicatos, para nos abstrairmos da ordem em que se apresentam):
«O Sindicato (…) e o Sindicato (…), na defesa do superior interesse dos trabalhadores que representam, têm reunido no sentido de apresentarem uma contraproposta conjunta, reivindicando a valorização e dignificação da carreira dos Oficiais de Justiça.
A proposta reflete as preocupações e necessidades dos profissionais dos oficiais de justiça, com vista a assegurar condições de trabalho dignas e ajustadas à relevância e complexidade das suas funções.
Assim, foi enviado ao Ministério da Justiça a contraproposta que pode ser consultada “AQUI”.
O S(…) e o S(…) estão fortemente empenhados em alcançar a paz social, dentro dos tribunais, mas não abdicam de alcançar a valorização e dignificação da carreira.»
E queremos realçar a afirmação final: “mas não abdicam de alcançar a valorização e dignificação da carreira”. Excelente! É este o caminho e este tem de ser o primeiro passo para o percorrer.
Evidentemente que podemos discordar, e ainda bem que podemos fazê-lo, da construção da tabela, dos valores apontados e, desde logo, da teimosia da divisão da carreira, ainda que, na proposta, tal divisão apareça indicada para os futuros ingressantes, mas não deixa de constituir uma divisão perfeitamente dispensável, ou então mal explicada, por falta de especificação dos destinatários dessa divisão, embora na prossecução negocial se possa esclarecer os destinatários, designadamente, a abrangência aos demais Funcionários de Justiça já hoje em funções nos tribunais.
Seja como for, perante a postura e a comunicação da ministra, reiteramos que a única forma possível de a enfrentar e contrariar é com esta união que, no entanto, custa acreditar que só agora tenha ocorrido.
Pode isto deixar os Oficiais de Justiça tranquilos?
Não!
A união na ação pode deixar os Oficiais de Justiça mais confiantes e com mais esperança no futuro, mas não pode deixar ninguém mais descansado no presente. Não se pode agora relaxar, pelo contrário, é necessário demonstrar que os Oficiais de Justiça estão mais unidos e coesos, mais determinados do que nunca.
Por isso, reiteramos a nossa calendarização das greves “in extremis”, porque ainda nada está ganho, longe disso, e os membros do Governo têm de ver, não só a nova união dos dois sindicatos, mas a contabilização da adesão de todos os Oficiais de Justiça às greves, sendo esta a única forma de demonstrar o apoio efetivo que os sindicatos possuem entre os seus representados. Cada registo no CRHonus conta e conta imediatamente e tem mesmo de ser visto.
Calendário de lutas “in extremis” para JANEIRO de 2025:
– Dia 13JAN-SEG às 15H00 – Greve à tarde com Manifestação junto ao STJ por ocasião da cerimónia que assinala a abertura do ano judicial 2025.
– Dia 15JAN-QUA – Greve todo o dia para demonstrar a alegada pacificação e o estado de indignação que se deve refletir na reunião do dia seguinte dos sindicatos com o MJ.
– Dia 16JAN-QUI – Greve na tarde para assinalar a reunião dessa mesma tarde (15H30) no MJ.
– Dia 20JAN-SEG – Greve no período da tarde, caso não se convoque desde já outra para cobrir as manhãs em falta (ainda que com serviços mínimos), o que se mostra muito pertinente, para assinalar aquela que será a notícia do dia do aparelho de propaganda do Governo referindo a entrada de 570 novos Oficiais de Justiça.
– Dia 29JAN-QUA – Greve todo o dia para demonstrar a alegada pacificação e o estado de indignação que se deve refletir na reunião do dia seguinte dos sindicatos com o MJ.
– Dia 30JAN-QUI – Greve na tarde para assinalar a reunião dessa mesma tarde (15H30) no MJ.

Fontes: “Notas informativas do SFJ e do SOJ” e a “Contraproposta Conjunta”.
Nota: Todos os documentos negociais apresentados até ao momento estão compilados e permanentemente acessíveis na nossa ligação junto ao cabeçalho da página com a seguinte designação: “Documentos Negociais apresentados por MJ e Sindicatos em 2024 e 2025 para o projeto EOJ”.
Sim, união em primeiro lugar!
ResponderEliminarSim, valorização da carreira ainda antes da discussão das outras matérias!
Nós queremos uma valorização salarial aprovada e em vigor antes da discussão do novo estatuto!
Agora, é aguentar firme, e preparar as formas de luta que sabemos vão ser necessárias!
É tempo de deixar cair o bota abaixo aos sindicatos e promover a união!
Vão entrar 500 pessoas nos tribunais, a grande maioria sem nacionalidade portuguesa e apenas com autorização temporaria de residência, ninguem pediu a estas pessoas o CRC do país de origem, a sua grande maioria tirou um um curso no centro de formação profissional de 7 meses, e ninguem coloca isto em causa?
ResponderEliminarSabem porque existiu união ? Porque finalmente o Soj aumentou o número de sócios o que lhe dá um peso muito maior.
ResponderEliminarEstá na hora dos sindicatos exporem o número de sócios que cada um tem.
Está ministra com estas jogadas sinistras apenas está a ajudar todos os oficiais de justiça a ficarem revoltados...
ResponderEliminarEhe como é k você sabe se são ou não portugueses??? Essa Tb está boa ??
ResponderEliminarVocê cheirou o c... Delas para saber o que são...
Ehehe
Então não dizem k a maioria tem licenciatura?? Que raio de conclusão é essa que tirou?
ResponderEliminarVocê está bem da cabeça?
Os tempos mudaram!
ResponderEliminarAgora é tempo de união em relação ao bem comum!
Todo o resto é secundário!...
Os OJ fazem notar a sua força! Parabéns! Só nós mesmos podemos fazer alguma coisa por nós!
ResponderEliminarDiria até que é tempo de se sindicalizarem todos os que ainda não o são nem num nem noutro dos nossos sindicatos.
ResponderEliminarFrancamente, considero a contraproposta bastante completa e num tom assertivo que baste.
Pessoalmente, só me filiei no SOJ o ano passado, e perante a presente união apelo a todos que se sindicalizem, naquele que entenderem, para além da ideia de força e união que perpassará, o contributo das cotas também permitirá sustentar as próprias iniciativas e medidas de luta a tomar e travar.
O dia 20, dia em que vamos saber quantos dos novos funcionários se apresentam ao serviço é crucial.
ResponderEliminarPara quem leu o Pasquim da DGAJ, ficamos a saber que em Dezembro e Janeiro aposentaram-se 80 Colegas.
80.
A este ritmo, só este ano vai ser uma razia.
Agora que os sindicatos estão juntos, finalmente, é altura de dizer à ministra que já não há paciência e anunciar já, uma greve aos actos/diligências.
E ela que estrabuche à vontade.
No final do ano, com o ritmo das aposentações e com o previsível abandono dos novos funcionários que obviamente não têm vida para isto, vamos ter secretarias em que se um colega estiver na sala de audiências e o outro for ao WC, não fica ninguém para contar a história.
Portanto, quer a ministra fique amuada ou não, quer fique chateada ou não, para nós, Oficiais de Justiça é igual ao litro, porque pura e simplesmente já não há paciência.
Querem o serviço feito?
Paguem.
É isto, paguem como pagaram a todas as outras carreiras.
Há uma coisa que os sindicatos não podem esquecer, a ministra não nos grama, nunca gramou nem nunca vai gramar.
Está no sangue.
Penso que todos sabemos e percebemos porque.
Por isso não vale a pena andarmos a fingir que gostamos uns dos outros.
Paguem, só isto.
Entretanto, depois da proposta conjunta, da tabela remuneratória, etc, etc, alguns Colegas que andam por aí nas secretarias e que no fundo só querem mandar, querem ser mais que os outros vão mostrar neste forum toda a sua frustração pela proposta dos sindicatos pois não vêm ali uma forma de subirem na hierarquia.
Apesar do óbvia valorização salarial, vão mostrar a sua frustração pela não divisão da carreira em "outras" vertentes.
Vão referir lugares comuns, algumas tretas, algumas barbaridades.
A esses doutores só desejo que vão pastar e se são assim tão bons, é pá, estão vagas do CEJ por preencher, há vagas um pouco por todo o funcionalismo público, o que não falta por aí são propostas de emprego, bem remuneradas para licenciados, seja direito, seja ciências da natureza.
Também para "vocês" já não há paciência.
Já basta ter que aturar os "outros" doutores, que diga-se de passagem estão cada vez pior, ainda temos esta malta em biquinhos de pés...
Vão dar banho ao cão, é só o que tenho a dizer..
Abraço.
FF
Sr. Articulista:
ResponderEliminarPasso 1, cumprido.
Passo 2, em curso.
E, se me permitir, as sextas serão um extra.
Contraproposta menos focada no prestígio e bem direcionada para a valorização salarial.
ResponderEliminar
ResponderEliminarConcordo!
ResponderEliminarSOJ
ganhaste mais um associado!
apenas por não teres acordado o papo seco e seres mais ativo!
FF
ResponderEliminar80 nesse período, média de mais de 350 por ano nos últimos anos, alguém diga ao nosso antigo amigo Miranda Sarmento que 600 novos ingressos não cumprem sequer o conceito do 1 por 1.
Mas se for já iniciado um processo de recrutamento para 2025 de mais cerca de 150 novos oficiais de justiça, o atual governo sempre poderá afirmar que nos últimos dois anos, período da sua legislatura, esse desiderato terá sido efetivamente cumprido.
Ficarão por recuperar as perdas dos outros anos todos antecedentes, mas isso deverá ser assacado aos governos do Costa e da geringonça.
Pois é, "caiu a ficha" ao SFJ, mas ainda não caiu aos seus sindicalizados. Tal só não aconteceu, ainda, porque, mais uma vez, foi ensaiada uma última tentativa de esconder o que foi sendo feito pelo SFJ na interação desenvolvida com a equipa do MJ até aqui.
ResponderEliminarCom efeito, é verdade, confirmada, porque nunca ninguém com responsabilidades a desmentiu, que o sr. Marçal enveredou todos os esforços junto da tutela para que os cargos ocupados em regime de substituição fossem como que transmutados em ocupações definitivas pelos seus atuais detentores.
Tanto é assim, que a tutela, na proposta apresentada, o considerava fazendo com que esses funcionários, independentemente do tempo de serviço e da nota, transitassem automaticamente para a nova carreira e se mantivessem nessas funções (de dirigir a secção/unidade) ao arrepio de todas as mais elementares regras de justiça que devem presidir no provimento destes lugares de maior responsabilidade.
Na verdade, obliterando a melhor preparação potenciada pelos muitos colegas que, tendo ingressado há mais de 10, 15, 20 e mais anos, se licenciaram entretanto em diversas áreas (solicitadoria, direito, criminologia, etc.) e se acham assim melhor preparados pelos conhecimentos adquiridos, todavia desatendia esta realidade e escamoteava a mesma entre más propostas, até mesmo abjetas do ponto de vista moral.
Defendendo que todos deveriam integrar a nova carreira de grau III, numa similitude com o que se passou nos registos/conservatórias, esquecia e deliberadamente esquece que ali se consagra que os cargos de maior responsabilidade são ocupados por funcionários com experiência acumulada (com + de 10 anos de serviço) e mais bem preparados (licenciados em direito).
E este esquecimento seletivo - defende o mesmo tratamento mas depois afasta o que não lhe interessa - só acontece por causa das suas fações com maior representatividade e expressão - a que vulgarmente se denomina de "peste da velhice" no sentido em que a média de idades nos coloca maioritariamente no último terço da vida ativa, mais perto dos 60 que dos 50 anos.
Eu continuo a defender o que sempre defendi e que agora a contraproposta reconhece e aceita - tem de haver uma divisão da carreira (de acordo com as tarefas a executar, umas mais técnicas outras mais executórias ou administrativas) porque a realidade mudou e vai mudar ainda mais e com uma velocidade ainda maior.
O busílis da questão está em fazer a transição da realidade atual, já desfasada e descontextualizada, por isso manifestamente desadequada, para a nova realidade que se pretende.
Nessa transição há que estabelecer critérios e eu não defendo que todos passem a integrar, de forma automática a carreira de grau III ficando vazia de pessoas que corporizem a carreira de grau II - essa é a diferença substancial para a proposta apresentada.
Todos nós conhecemos e sabemos de alguém, de colegas que ou porque se acomodaram ou porque não quiseram ou não puderam, ficaram-se pela categoria de auxiliares (muitos entraram perto dos 50 anos e preferiram manter-se perto de casa e da família sem outras aspirações de carreira) ou mesmo de adjuntos e não pretendem assumir cargos ou funções com outras(mais) responsabilidades, eventualmente também por se não acharem preparados.
Deve, por isso, ser dada possibilidade de escolha a quem o quiser fazer e para compensar essa escolha deve ser conferida, no regime transitório, a possibilidade de mais escalões/níveis de progressão.
É o que eu acho.
O seu f.... D. P ..... Qual o motivo desse ódio contra os licenciados?
ResponderEliminarPorque parte do pressuposto que quem comenta isso que refere é licenciado?
Porque motivo acha que os licenciados querem chefiar?
Os seus netos, filhos, primos, familiares licenciados Tb os odeia??
Você é oficial de justiça ou a virgem maria??
Muitos dos comentários aqui feitos a maioria nem é de licenciados e por vezes e feito de uma forma irónica para gozar com todos ou para aumentar a divisão.
Tenha vergonha seu ca.....
Ou então uma toupeira na DGAJ no processamento de vencimentos que elabore os totais e arrote o peidinho.
ResponderEliminarConseguimos espevitar os sindicatos quando seria de esperar exatamente o contrário!
ResponderEliminarAgora é aguardar serenamente, mas não muito!
É claro que o governo vai querer tratar da valorização aquando da discussão e aprovação do estatuto, que, mais uma vez, pode nem aontecer com este governo!
Se o Governo não atender, a muito curto prazo, aos nossos intentos de valorização salaraial, então temos de partir para a greve dos atos, até conseguirmos tal desiderato!
Até lá, calma e união.
Abraço.
Sim, mas até aqui essa união não existiu e sabe porquê? Eu respondo-lhe. Porque o SFJ pensava mais em servir a sua fação do que em defender os interesses da classe no seu todo.
ResponderEliminarAgora tentou e conseguiu envolver o SOJ, que se deixou levar pela cantiga de amigo.
O que sucedeu é que se não houvesse esta união o SFJ não tinha legitimidade para reclamar ou contrapropor porque, na sua essencialidade, a tutela foi de encontro às suas reivindicações.
Agora, em face da insatisfação generalizada e da perda substancial de muitos dos seus sindicalizados, vendo que o futuro será diferente, com ingressos de licenciados, quis agora travestir-se de defensor dos interesses gerais da classe, que nunca defendeu (apenas os dos amigos), numa réstia de esperança para estancar a sangria das desfiliações e de eventuais perdas na captação de novos filiados no futuro.
A realidade já deu a conhecer que estes senhores (o SFJ e também o SOJ) não soube defender a classe, muito menos de entre estes os mais qualificados (ditos licenciados) e apenas procurou satisfazer as vontades das suas "forças vivas", agora moribundas, muitas delas já pereceram e desapareceram com a aposentação ou por esta se avizinhar/aprestar.
Agora é tarde para correr atrás do prejuízo.
No lugar da MJ mandava-os todos à fava e decidia como tinha de decidir.
Por mim - que estou de saída - o tratamento que temos é muito merecido. Não merecemos melhor do que aquilo que oferecemos e que foi muito mau para a carreira e, está visto, para o estado geral dos serviços.
Otários é que a maioria de nós, oficiais de justiça, é!
Mais um totalitarista defensor da rescisão unilateral dos contratos e da mudança das regras a meio do jogo.
ResponderEliminarÉ isso mesmo Sr. FF , agora diga-me onde trabalha para lhe dar o banho que pediu!
ResponderEliminarOlhe que este c.....o, agora a culpa é dos licenciados? que se põem em bicos de pé ... e mais não sei o quê!
Então esquece-se que há licenciados, como eu, que têm mais de 25 ou até 30 ou mais anos de casa e lá foram percorrendo as categorias dentro das possibilidades, que foram poucas, e que merecem como outros mereceram noutras carreiras (PJ, DGRSP, Conservatórias, Enfermeiros, etc.) a consideração devida.
O que é que isto lhe afeta? Se calhar acha que daqui por 10 anos seria possível continuar com chefias nos tribunais desqualificadas, muitas com o ensino secundário (agora obrigatório) inacabado (como aliás consta do boletim divulgado).
ResponderEliminarSr articulista,
a proposta o que diz quanto a avaliação? carreira especial? passagem para SIADAP?
se assim for, xau carreira
Também vai para o IRN?
ResponderEliminarEste também já quer tudo.
ResponderEliminarNeste fase está a apenas a ser discutido a valorização salarial....
Acorda....acorda....acorda....
Tás a dormir?
No seu pensamento, não sendo possível mudar as regras para se adaptar à nova realidade, a solução seria das duas uma:
ResponderEliminar- ou parar o recrutamento e ingressos durante uma vida até que todos se aposentassem para serem mudadas;
- continuar assim, sem mudança até se desvanecer e perder sentido a existência da carreira como é hoje entendida (o que é um absurdo porque tal significaria a criação de uma nova carreira, paralela à atual, a tal de TS de Justiça, para responder às necessidades de adaptação).
O que defende é uma valente treta.
Depois, apesar de divisionista na carreira, sou unionista no tratamento diferenciado das situações, pois que se entendo a divisão como a expliquei, também entendo que ninguém deve sair prejudicado e devem ser consagradas compensações no regime transitório, com a possibilidade de mobilidade inter-carreiras e, não sendo esta querida, pelo menos com mais níveis (do que os que atualmente existem) que permitam uma progressão mais delongada (muitos de nós estão no último escalão e a valorização salarial corresponde ao aumento anual dos salários).
O que eu não sou é cego ou me deixo enganar por falsas pretensões ideológicas como as propaladas "ninguém fica para trás", quando hoje estamos todos atrás de todos os outros - isso é conversa da treta e a reboque de uns estão todos a ser prejudicados, quando deveria ser o contrário, a reboque de uns deviam ser todos beneficiados e isso não significa transitarem todos para grau III (perceba que há funções nos tribunais que não têm de ser asseguradas pelos futuros licenciados - falo de carimbar papéis e registar o expediente, ou de registar em ata áudio ou vídeo uma diligência - muitas funções podem ser asseguradas e executadas por funcionários indiferenciados sob a direção e supervisão de Oficiais de justiça).
Não sou totalitarista, respeito a sua opinião com a qual não concordo.
Por outro lado entendo que totalitarista é aquele que defende o indefensável porque o quer e pode fazer do ponto de vista ideológico, mesmo que não vá de encontro ou sirva os interesse quer da classe quer dos serviço, logo dos cidadãos.
Se me apelidou de totalitarista eu apelido de parvo quem pensa que consegue inverter, que se faça uma inflexão, na linha norteadora dos últimos projetos apresentados. Só se pode introduzir melhorias e atenuar os efeitos perversos e maliciosos que têm, introduzindo-se correções. Mas nunca por nuca irá se conseguir uma mudança radical de posição apenas e só porque na génese, a ideia que têm, está correta.
Será assim tão valorizada?
ResponderEliminarAqueles valores referem-se ao vencimento base, ou ao vencimento com o suplemento incluído?
Os sindicatos não podem aceitar que um adjunto em substituição com a 4 classe, que não é mais do que um auxiliar, passe para o grau 3 e um auxiliar licenciado fique no grau 2? Isto não pode ser!
ResponderEliminarAlguém já escreveu ou terá escrito, mas eu atrevo-me a citar "a desconsideração ao longo dos anos autoriza todas as formas de luta, onde se incluem, naturalmente, as greves!"
ResponderEliminarE isto é válido não fosse a desconsideração partir não só da tutela - que me parece ter mudado de atitude, procurando ir de encontro às reivindicações - mas também do SFJ que literalmente se esteve nas tintas para o sentimento generalizado de frustração emanado pela ressonância dos seus comportamentos (de desacordo com as posições do SFJ, mormente do acordo denominado dos "papos secos").
Assim, é de esperar pouco porque o SFJ se apoucou e agora, para se agigantar, estendeu esse apoucamento ao SOJ arrastando-o para um lamaçal de posições inviáveis de se satisfazer pela tutela.
Quando existe um caminho traçado - o mesmo e dizer uma política - a única coisa que vale é a sua aporia, o seu aperfeiçoamento, o atenuar das externalidades e efeitos negativos, a melhoria do que está mal ou até do que estando menos mal pode ficar melhor.
Não se pode acreditar que - de um dia para o outro - criam-se dois corpos de funcionários (carreiras) e com conteúdos funcionais distintos, esvaziando-se uma (a base) com o preenchimento da outra (a cimeira) e pensar que isto é viável - isto é puri simplesmente ridículo.
Parvos e otários.
Pode e foi assim defendido pelo SFJ.
ResponderEliminarO FF hoje foste dizimado.
ResponderEliminarPor tal fecha essa matraca mal cheirosa.
E não apareças neste espaço durante 5 anos.
Está na hora de dizimar os obessecados da história de licenciados e não licenciados.
Tenha vergonha...
Este fazenda cada vez mais suprende de dia para dia.
ResponderEliminarA sua análise está excelente.
Contra fatos não existe argumentos.
Pois o grande problema reside aí... só agora é que estão a acordar este SFJ é perigoso.
ResponderEliminarAinda bem que me sindicalizei no SOJ.
Daí nunca terem mostrado a proposta.
Esse ponto de visto é lógico, também não se pode efetuar regressão funcional pork é inconstitucional...
ResponderEliminarE por outro lado não se pode tomar todos os auxiliares pela mesma bitola...
Um auxiliar com 20 anos de serviço o que é menos de um adjunto em regime de substituição com 10 anos de serviço?
Como também não podem desvalorizar as licenciaturas dos auxiliares...se forem na área de direito ainda pior.
E se for o que tens a haver com isso?
ResponderEliminarFelizmente a tão necessária união dos dois sindicatos, encaro muito positivo pois há mais coisas que nos une do que nos separa. Quanto á contra proposta penso que é positiva. Contudo não concordo com as tabelas remuneratorias, continua o último escalão de auxiliar a ser mais bem paga do que a 1 de adjunto, tal não devia acontecer pois, hoje, grande parte das divergências salariais, por exemplo um adjunto que tem 15 anos na categoria, auferir muitas das vezes menos que um que só em 2021 foi promovido.
ResponderEliminarContudo é apenas uma contra-proposta e pode ser corrigida.
Cumprimentos
Muito bem Lisboa!
ResponderEliminarAdiamento por greve do processo BES!
Muito bem!
Gostava de saber a vossa opinião quanto aos valores apresentados na contraproposta.
ResponderEliminarQuanto a mim, digo que se aqueles valores não incluírem o SRP, são, efetivamente, valores que refletem valorização salarial. Mas se já incluírem o SRP, estamos, mais uma vez, a pedir muito pouco. Pois, com exceção do salário de entrada, o suposto aumento vai-se diluindo ao longo dos escalões (200, 100, 80, 45), chegando ao cúmulo de se propor 0€ de aumento para os Administradores Judiciários.
vencimento base , que acresce 7,5% vencimento administrador.
ResponderEliminarBem o cúmulo nem seria esse. Se verificarmos a atual tabela, deduz-se que os valores da contraproposta serão sem o SRP, ou, caso contrário, teríamos o ridículo de se contrapropor que se diminuísse o salario atual dos OJ! Basta ver o valor atual do 3º escalão de Secretário de Tribunal Superior.
ResponderEliminarOu será que estou enganado e os nossos queridos sindicatos enviaram aquela contraproposta já a incluir o SRP?
Sim, serão sem o SRP.
ResponderEliminarNa qualidade de rei e tendo eu a noção do cargo que ocupo e dever de responsabilidade.
ResponderEliminarVenho ordenar todos os licenciados, não licenciados, mestrados , não mestrados, doutorandos e não doutorandos.
A se sindicalizarem no SOJ.
Mais apelo a todos neste momento de luta a se unirem .
Já chega de guerra.
Ó Colega, tem noção de que o SOJ SEMPRE defendeu que todos os OJ (inclusive os que descreve passem todos para o Grau III? Tem noção de que até chegou a referir o número exacto -6791- ( OJ em exercício de funções) passarem para o grau III? Tem noção de muitos adjuntos ( auxiliares, ED e restantes) com a instrução primária escrevem muito melhor e tem mais literacia e experiência de vida do que um lic.? Conheço lic. (colegas nosso e não só) que, se não fosse o corretor ortográfico, davam erros até dizer chega. Tanto a nível de expressão escrita como oral, são sofríveis.
ResponderEliminarFinalmente a porcaria dos lisboetas estão á acordar...
ResponderEliminarEntão o que aconteceu ao funcionário maravilha
Qual dos sindicatos é que te garantiu isso?
ResponderEliminarvalorização com SIADAP?
ResponderEliminarEHEHEEH
fique praí
A questão da avaliação vai ser falada em outra reunião só após passar esta fase.
ResponderEliminarParva tem sido a valorização da carreira de oficial de justiça.
ResponderEliminarA minha ideologia é não prescindir de tratamento igual aos outros meus concidadãos no que concerne à recuperação do tempo de serviço congelado de acordo com um vínculo firmado em condições que não aceito alterar sem consentimento nem negociação individual, posição que estendo aos aumentos de 300 euros, tal como ao grau da carreira para todos os contratos ao invés da adequação às funcionalidades dos contratados, uma vez que todos assinaram com consciência da existência de categorias às quais poderiam aceder com as habilitações de ingresso na carreira e não sujeitas a credenciais entretanto adquiridas.
Não é possível nem seria desejável parar o tempo, tal como também não será viável porque injusto proceder à substituição instantânea dos quadros.
Deverá ser equacionado um mecanismo de transição parcimonioso que seja o mais célere possível, e creio que é isso que os sindicatos procuram com a atual contraproposta, sem que o mesmo prejudique ninguém relativamente à respetiva tomada de posse e suas regras.
Não me sento regularmente na sala de audiências desde 2008, apenas com fugazes passagens por lá em 2013, nunca tendo também trabalhado numa secção central, pelo que a que me custa mais a aceitar das suas opiniões é a que se prende com a importância e mesmo complexidade que atribui a algumas das funcionalidades dos oficiais de justiça nesse âmbito.
Para mim, tenho que, sem secção central, desde logo nem sequer teria trabalho por falta de expediente para tramitar, ainda que o futuro seja o digital e já hoje entre muito dele diretamente nos processos.
O serviço de sala, em juízos como o meu em que a agenda raramente tem um buraco, é simplesmente extenuante só de ver os meus colegas irem e virem, mesmo indo-se o(a)s mesmo(a)s revezando nessa tarefa.
Todo(a)s com quem tenho trabalhado e possuem uns bons anos de serviço desempenham cabalmente parte das funções das categorias seguintes quando pontualmente e até mesmo por vezes de forma recorrente a isso são chamado(a)s, sem que aufiram mais por isso.
Confesso que me provoca urticária a distinção que faz nessa matéria - aplicada aos atuais colegas -, podendo concordar com ela apenas no que tange a novos ingressos, tudo de forma bilateral e sem passar esponjas sobre a experiência de ninguém.
Não invente, tudo o que diz é falso, já que nem um está ou podia estar nessas condições.
ResponderEliminarCom esse feitiozinho já vais tarde, eles que te aturem.
ResponderEliminarÉ impressionante a ignorância demonstrada pelo presidente do SFJ! Não consegue fazer a sistematização das suas reivindicações! Se fosse licenciado! Quem o entrevista fica a saber
ResponderEliminaro mesmo, porque ele anda para trás e em várias direções ao mesmo tempo!
Deve-lhe ter dado a mesma volta às entranhas que me deu o discurso de prepotência da ministra.
ResponderEliminarEsquece lá isso.
ResponderEliminarInfelizmente existem muitos escroques nesta profissão ( como o fazenda) que pensam que como o seu quintalinho já está salvaguardado o resto pode arder tudo.
Mas para o escroque fazenda só digo isto: vais sentar o cu na sala da audiências a realizar trabalho de nível 2.Porque a debandada de auxiliares vai ser geral.
A maneira como se despreza o trabalho que muitos colegas fazem demonstra bem a falta de futuro que esta carreira tem.
Mas vocês ainda dão resposta à conversa de frustrados que não tiveram capacidade de se valorizar academicamente?
ResponderEliminarLiteralmente quem anda de bicos de pés são os velhos do Restelo com o 9 ano que acham que os anos de experiencia se sobrepõem a uma licenciatura.
Uns tristes que não têm consciência que hoje em dia se tornam dispensáveis, dado o estado de evolução das organizações.
Por lá - ao contrário de por aqui (tribunais) - não se aturam imberbes e pessoas com a mania de chefes e de que sabem tudo, mais até que os advogados ou magistrados por quem, muitas das vezes, não têm respeito, nem intelectual nem profissional.
ResponderEliminarPor ali, ao contrário do que por aqui acontece, a carreira foi valorizada com o reconhecimento do grau III, e não temos de aturar para além do cidadão e/ou do representante (na mor das vezes advogados), magistrados judiciais e do MP, o Escrivão da secção ou o TJ principal do MP , nem o Secretário, Administrador(a) e demais elementos da Gestão a que acrescem Inspetores daqui e dali (do CSM, do CSMP, e do COJ), e toda uma panóplia de entidades como a GNR, PJ, PSP, INMLCF, SS; DGRSP, EPs, etc. etc. etc..
Mas o melhor que têm é que cada um dos funcionários vale por si mesmo e enquanto integrado em equipa, onde todos reconhecem os méritos de cada um sem distinção, onde se ganhou respeito e consideração.
Nos tribunais parece que agora sobra apenas uma "cambada" que só pensa em mais dinheiro e, não querendo ser melhores que os outros querem que os outros não sejam melhores que eles e tudo fazem para que isso assim aconteça.
Quem quiser que vos ature a todos!
Mas Tb para o Anonimo das 12:35 não estás a ajudar.
ResponderEliminarA antiguidade deve ser respeitada e quem tira a formação também.
Todos unidos a lutar pelo mesmo.
Contudo a proposta por mais que queremos ninguém fica para trás e seria justo... obvio que isso não vai ser conseguido.
Contudo que se considere a antiguidade dos auxiliares, bem como a licenciatura.
Quem não tiver uma coisa ou outra obvio que muito difícilmente seguirá para grau 3..
Temos que ser realistas.
Contudo deveriam passar todos a grau 3.
Realmente vocês têm lata descomunal.
ResponderEliminarAndam há anos sem apresentar qualquer proposta ou resultados, o SFJ dispoe-se a apresentar uma proposta conjunta, tirando o SOJ do anonimato, e agora são mais ativos!😅
Lá está de novo a história dos licenciados e não licenciados...isto é demais..
ResponderEliminarParem com essa m...
A antiguidade deve ser respeitada, e a formação tb.
Uma aliada á outra é poder.
Se existe licenciados a efetuar erros é preciso saber a história de cada um...por onde passaram e o que lhes aconteceu...
Muitas vezes não é por não saberem... é pelo.massacre que tiveram k.passar a todos os níveis...
Respeitem a história de cada um.
Eu nada tenho a ver com a direção do Sfj, mas estes inergumenos que por aqui andam, em defesa do Soj, dão-me cabo dos nervos.
ResponderEliminarAndam há anos sem apresentar qualquer proposta ou resultados, o SFJ dispoe-se a apresentar uma proposta conjunta, atribuindo ao SOJ uma força negocial que nunca teve, e agora ainda inventam mais merdas para sair por cima?
Não há paciência para aturar gente supérflua.
Escroque é uma palavra forte (para quem não sabe quer dizer: indivíduo sem escrúpulos; intrujão; vigarista, «trapaceiro», etc.).
ResponderEliminarO meu quintal não está salvaguardado como não está nem devia estar o de ninguém - todos os dias luto para retribuir o que me pagam, mal ou bem, e faço por o merecer - não me acomodei na vida e tudo o que ganhei foi por mérito e com muito esforço e trabalho.
Sou Adjunto e, para sua informação, desde diligências, notificações e citações, à junção de papéis e cumprimentos de despachos, faço tudo e com grande desembaraço, sabe porquê? Apenas e só porque me preparei como aliás outros se prepararam e não terão precisado de se licenciar como eu, muitos até são de uma competência que eu nunca alcançarei. O problema é que muitos outros não o são, o decurso do tempo só atribui uma qualidade (a de mais velho) e a velhice não confere mais direitos só por si.
Depois a debandada não vai acontecer - sabe porquê? porque para funcionários com cursos profissionais e a quem se exige o 11º ano de escolaridade não existe na Função Pública carreira melhor remunerada.
Qual é o problema da divisão da carreira se a todos - digo e repito, se a todos - for compensada a sua (re)definição do seu projeto de vida profissional que também é pessoal.
Não vejo problema algum. Mas o Colega vê nisso um enorme problema apenas por uma questão, qual seja a de que reclamando igualdade - e igualdade significa tratar por igual o que é igual e diferente o que é diferente - não quer merecer um tratamento diferenciado quando, afinal, o que defende é que os licenciados não devem ser valorizados, mas por outro lado todos os outros (não licenciados) devem merecer igual consideração numa eventual valorização.
É um paradoxo difícil de justificar a quem anda na escola ou a quem se submete a anos de estudo empenhado para, ao fima e ao cabo, se encontrar pessoas como o Colega que desvalorizam esse esforço - o que diz é simplesmente ridículo.
É o que acho e não precisei de lhe chamar "escroque".
Pois é. Diz a verdade.
ResponderEliminarUns (SOJ) andam há anos e não fazem nada e outros (SFJ) andam há anos a estragar tudo; de perda em perda até morrer é assim que tem sido tratada a classe.
E se não fosse este incitamento constante, estra mostra de insatisfação e descontentamento, estaria tudo bem pior do que está.
Lá se contentariam com umas ações em tribunal e todos a alombar com o trabalho nos serviços cada vez em maior volume e complexidade e com menos gente.
Os energúmenos - que significa pessoa demonizada, violenta, etc. - tornaram-se e foram moldados pela (in)ação do SFJ.
Ainda bem que há gente que não encarneira e que em lugar de ser seguidista e acrítico pensa pela sua cabeça e oferece as suas opiniões de forma livre e esclarecida.
Mas lembro que no início desta iniciativa (blog) houve quem não o quisesse e tentasse bloquear.
Não obstante algumas considerações menos profícuas e quiçá próxima da injúria, do escárnio e mal dizer, outras há que são bem proveitosas e muito esclarecedoras e quiçá até terão influenciado positivamente algumas das decisões que nos afetam.
Bem hajam.
SFJ
ResponderEliminarem 25 anos nem os 10% conseguiu integrar
vergonha
Quando é que entra em vigor a nova tabela salarial?
ResponderEliminarFinalmente desta vez podemos dizer oficiais de justiça 1 golo ministra da justiça 0.
ResponderEliminarContudo a ministra com os papo secos ganhou, com o concurso para o IEFP ganhou.
Vamos ver agora quantas mais vitórias terá..
Com a greve perdeu a ministra.
Fazenda.
ResponderEliminarChamei-lhe totalitarista mas seria muito improvável que alguma vez lhe chamasse escroque, e creio que percebe por que razão eu dificilmente o poderia fazer...
Quanto às minhas opiniões sobre a licenciatura, as regras em que me baseio são as que permitem o recurso à mesma para ascender no seio da carreira mediante concursos públicos para o efeito, podendo a posse dela valorizar o candidato e marcar a diferença, logo a começar pela progressão a escrivão de direito.
Já tive frequência há uma década atrás de curso para esse efeito, sendo que concordo se me disser que entretanto esses procedimentos têm sido todos suspensos não permitindo a quem se vai instruindo a devida valorização desse esforço, e que tais práticas concursais, também para secretário, deveriam ser urgentemente retomadas para pôr cobro aos regimes de substituição renovados e naturalmente preencher as expetativas de quem se propõe melhorar a sua existência.
Mas atualmente já não penso em promoções, só já equaciono a possibilidade de criação de novos escalões no regime antigo, por um lado para compensar o aumento da idade da reforma a que fui unilateralmente forçado, quer por outro para poder vir a usufruir da recuperação de tempo de serviço congelado com que outros funcionários públicos já foram contemplados.
Confessando também que, salvo as devidas distâncias em méritos e talentos, perfilho do ponto de vista da pianista Maria João Pires acerca de habilitações académicas, pelo que desde a adolescência que sempre rejeitei a possibilidade de continuar os estudos, a despeito duma convicta vocação para o ensino de crianças e jovens. Poderia ter entrado em qualquer estabelecimento do país, pois sou do tempo em que a PGA - sendo discutível - contava substancialmente para o ingresso e tive uma das melhores notas a nível nacional.
Todavia era então demasiado comodista para isso, e já me acomodei agora também a não desejar mais nenhuma promoção até à idade da reforma.
Só já almejo à criação de mais escalões trienais para todos, mas espero que quem tenha habilitações superiores possa realizar as suas ambições sem tamponamentos, de resto como o EFJ em vigor prevê.
Lanço um repto aos autores do Blog:
ResponderEliminarQueiram fazer o favor de escalpelizar a tabela apresentada na contraproposta e averiguar se aqueles valores contemplam ou não a integração do SRP.
Desde já, obrigado.
Infelizmente teno que não irá ser aprovada e iremos voltar às greves em massa.
ResponderEliminar
ResponderEliminarCarlos, cuidado com essa gente.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Um olho no burro e o outro no cigano!
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Carlos Carlinhos cuidado com esse SFJ k te vão tentar embrulhar...
ResponderEliminarse há classe que pode e que terá poucas queixas, diria que são os Oficiais de Justiça."
ResponderEliminarA senhora enfrasca-se?
Obrigado pela deferência que me lhe mereci e pela consideração. Eu concordo absolutamente em tudo o que disse/escreveu até porque comungando de toda a caracterização que fez - no meu tempo também era como descreveu - também me propus aos cursos de Secretário, TJ Principal; e de Escrivão de Drto, com a notação na prova de, respetivamente, 18,5, 17,5 e 16,5 (para quem duvida é fácil de procurar na lista de graduação pois não são muitos os que tiveram tais notas). Apenas como, ao tempo, era adjunto há cerca de 6 anos, fui preterido em todos os movimentos por colegas que tendo notações muito mais baixas, próximas da negativa, todavia, tinham mais de 20 e até 30 anos (foi assim para TJ Principal) e passaram-me todos à frente.
ResponderEliminarNão desistindo ou me querendo afastar do que disse, dou-lhe inteira razão e tem da minha parte toda a compreensão.
Vá lá, não sejam mauzinhos, devem demonstrar confiança na competência do vosso representante.
ResponderEliminarSe não tens nada de jeito para dizer, podias estar calado.
ResponderEliminarParvoíces dessas em nada nos beneficia.
Deves estar no céu!
ResponderEliminarTambém tiveste direito a 7 virgens quando aí chegaste?!!
Se aí pertences, este blog não te será destinado! ...
Nem a ela!
ResponderEliminarMas não fui eu que fiz o comentário!
Se os valores da tabela incluírem já o SRP ficamos muito aquém dos € 300,00 concedidos a todas as outras classes...mas enfim, nesta altura se calhar não se pode aspirar a muito mais.
ResponderEliminar300, 400, 700...
ResponderEliminarSe não se pode aspirar a mais a culpa é da ministra pois não terá obtido do OE as verbas necessárias. Que peça reforço!
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TUDO VALE A PENA QUANDO A ALMA NÃO É PEQUENA
ResponderEliminar"
ResponderEliminarEheh então temos akela proposta do sindicato que é óptima comparada com.os 28 euros
ResponderEliminar..lol tás a gozar?
Sem e amanhã não sai acordo quanto à tabela salarial é greve aos atos.
ResponderEliminarJá nos andam a empatar há muito tempo.
ResponderEliminarSim, não precisamos de um Sindicato que tire o outro do "anonimato", mas sim um que lute pelas nossas causas!
Poderíamos não ter perdido os SSMJ, mas...
Poderíamos ter melhor tabela salarial, mas...
Poderíamos não fazer o "acordo dos ps", mas...
Poderíamos receber 300/400 como outros, mas...
Poderíamos lutar todos em conjunto, mas...
Poderíamos conseguir JUNTOS, mas...
Ainda por cima com seriedade, mas...
OS OJ`s ESPERAM QUE APRENDAM A LIÇÃO
Pois não são nada diferentes de licenciados ressabiados que não conseguirão ir para o CEJ, e, que por motivos, ou fraca nota, tiveram que permanecer na carreira!...
ResponderEliminarEstá a brincar, certo? Conheço muitas pessoas lic que não dão literalmente uma para a caixa. Aquele curso foi obtido numa lógica de estudar para passar. E mainada.
ResponderEliminarDesconheço alguém com a 4. Classe...mas notasse a sua inteligência
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