Hoje à tarde todos fazem greve para assinalar a sessão de abertura do ano judicial
Hoje, pelas 15H00, no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) realizar-se-á a sessão solene que assinala o início do ano judicial 2025.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) convocou os dirigentes nacionais dessa estrutura sindical para uma presença silenciosa, bem como outros Oficiais de Justiça que possam comparecer.
Ao protesto visível, mas não audível deverão comparecer também elementos do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ). Carlos Almeida disse à Lusa que este protesto é possível também porque o SOJ sindicato mantém greves em curso.
Os Oficiais de Justiça que comparecerão à concentração usarão a greve do SOJ que abarca todas as tardes de todos os dias da semana e muitos outros Oficiais de Justiça pelo país fora farão greve na tarde de hoje para assinalar o momento, ainda que não consigam comparecer em Lisboa.

«Corta-se a fita a um novo ano judicial, mas os problemas já são velhinhos e apontamos que o desânimo destes profissionais centra-se, neste momento, e em primeiro lugar, na proposta inaceitável que foi apresentada pelo Ministério da Justiça no passado dia 20 de dezembro onde, em linhas gerais, despromove os Oficiais de Justiça, partindo a carreira em duas.», afirmou o SFJ numa nota remetida à Lusa sobre a abertura do novo ano judicial.
Para o SFJ, “de ano para ano, os problemas da justiça agudizam-se, e apesar de se falar muito no tema, na prática está quase tudo na mesma”, insistindo sobre o documento enviado aos sindicatos pelo Governo que “a proposta em cima da mesa, é mesmo gozar com quem trabalha”, contemplando “aumentos, em alguns casos, de 30 ou 40 euros”.
Pelo SOJ, Carlos Almeida diz que o sindicato vai para a reunião negocial de 16 de janeiro “de boa-fé”, mas “não com uma fé cega”, admitindo “reserva e ceticismo” depois de conhecer a proposta do Ministério tutelado atualmente por Rita Alarcão Júdice.
E apesar dos apelos do Governo para uma “pacificação do setor” e para que o processo negocial de revisão do Estatuto dos Funcionários Judiciais possa decorrer em paz social, o SOJ irá para esta primeira reunião em greve. “Só aí vamos ver se o processo negocial é sério e vamos ver se dá resposta aos problemas da carreira”, diz Carlos Almeida.
O SFJ diz que a reunião “pode ser a oportunidade” da ministra da Justiça “se redimir” e aceitar a contraproposta que está a ser preparada em conjunto pelos dois sindicatos, “já que o que foi apresentado foi a negação do sempre prometido”.

A cerimónia que assinala a abertura do ano judicial encontra-se prevista no artigo 27º da LOSJ (Lei nº. 62/2013 de 26AGO).
No nº. 1 do citado artigo consta que “o ano judicial corresponde ao ano civil”, portanto, o ano judicial tem início a 01JAN de cada ano.
No nº. 2, do mesmo mencionado preceito legal, consta que “A abertura do ano judicial é assinalada pela realização de uma sessão solene no Supremo Tribunal de Justiça, na qual usam da palavra, de pleno direito, o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, o Primeiro-Ministro ou o membro do Governo responsável pela área da justiça, o Procurador-Geral da República e o Bastonário da Ordem dos Advogados.”
No ano passado adiou-se a sessão até que fosse constituído o novo Governo (legislativas a 10 de março) e depois de constituído esqueceu-se o assunto e não houve sessão nenhuma, isto é, não se cumpriu a Lei. Idêntico adiamento, pelos mesmos motivos, ocorreu em 2022, mas a sessão acabou por ocorrer, embora muito tardia, a 20 de abril desse ano.
O normal é que ocorra em janeiro, logo no início do ano. Este ano a 13JAN, em 2023 foi a 10JAN, são estas as datas normais para cumprir a determinação legal.
De todas as cerimónias de abertura do ano judicial, a de 2019 foi a mais marcante para os Oficiais de Justiça. Nesse ano de 2019, os Oficiais de Justiça compareceram num plenário convocado pelo SFJ na Praça do Comércio (Terreiro do Paço), em Lisboa, numa concentração perto do Supremo Tribunal de Justiça.
Nessa altura, o Supremo Tribunal de Justiça instalou um ecrã exterior para que na Praça se assistisse ao evento e aquando do discurso da ministra da Justiça (Francisca van Dunem), quando esta surgiu na imagem do ecrã exterior, os Oficiais de Justiça ali concentrados, viraram-lhe as costas e assim permaneceram por cerca de 20 minutos, ao mesmo tempo que gritavam palavras de ordem diversas como: “Francisca, escuta, Oficiais de Justiça estão em Luta!” e “Está na hora, está na hora, está na hora de ir embora!”; não que os Oficiais de Justiça quisessem ir embora, mas como conselho ou apelo à ministra da Justiça para se ir embora do cargo ministerial. Ao mesmo tempo, os Oficiais de Justiça agitavam bandeiras, mas também muitos lenços brancos, acenando em claro sinal de despedida.

Era este o ambiente a meio do mês de janeiro de 2019. No entanto, desde o início do mês estava já a decorrer uma greve, que se arrastaria por todo o mês de janeiro, reservando-se cada dia do mês para determinadas secções e juízos, interrompida apenas no referido dia 15 para a realização do plenário nacional em Lisboa.
A esta iniciativa de luta do SFJ juntava-se outra greve decretada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ), com a duração de 9 meses, desde 04JAN até à véspera das eleições legislativas de OUT2019. A greve dirigia-se a todo o serviço realizado fora das horas normais de expediente dos tribunais e dos serviços do Ministério Público.
Ou seja, tudo isto há já 7 anos, luta velha, portanto, mas não que tivesse começado nessa altura, nem que que tenha aí terminado, porque não terminou até ao presente.
E já agora, não podemos deixar de referir o outro Plenário Nacional realizado apenas 3 meses antes, a 11OUT2018, que teve a dimensão que a imagem icónica abaixo mostra. Nada que se compare, portanto, com as atuais serenas intenções de gritos silenciosos.

Fonte: entre outras: “Notícias ao Minuto”.
COLEGAS,
ResponderEliminarVejam o que passou HOJE, a partir das 08h02 na RTP1...
A Ministra Justiça foi entrevistada esta manhã e naturalmente falou no nosso caso.
Su excelência a Ministra da Justiça diz q "compreender" as reivindicações dos OJ "é uma palavra muito forte" porque está tudo a decorrer normalmente...pois que se há classe que não terá razão de queixa, são os OJ (!!?!?!)... pois está mesmo a brincar aos Tribunais!!!.. uma semana de greve já, é o minimo! Pa ver se ela desce à terra! ..ela que vá brincar e gozar com o papá (advogados)..a quem já prometeu actualização substancial da tabela... SFJ e SOJ mexam-se, bolas!!!
ResponderEliminarDisse assim o SR. Presidente no passado
ResponderEliminar"... agora é não parar"
O que SFJ ?
PAROU, como pararam as nossas vidas profissionais!
Obrigado SFJ, nunca nos esqueceremos!
Falou!? Bem, já falou várias vezes, no nosso caso !! Mas nada mais do que isso!!
ResponderEliminarO problema em tudo o que falou é ter dado a entender (e verbalizou-o!!) que terá de se compreender que existem constrangimentos orçamentais.
ResponderEliminarEnfim, para outras carreiras, TUDO A ANDAR!!
Para nós, é o eterno "Calma lá com isso da valorização aos O.J, porque existem constrangimentos orçamentais"
Também já ambos os dirigentes sindicais falaram na TSF.Da parte so SFJ foi dito que a proposta do MJ é a "morte" da profissão, que traz 28 euros de aumento.....
ResponderEliminarEstão abertas inscrições para intervenção na TSF a partir das 10 h. até às 12h sobre debate sobre a Justiça: meios que faltam, condições de trabalho, etc.
A ver se alguém se chega à frente para falar, sem serem sempre os mesmos da área sindical, pois há muitos que dizem por aqui e no trabalho, não se reverem nos objetivos e forma de fazer acordos, de reivindicar dos sindicatos.
Tudo o que fôr preciso para dizer a verdade aos outros deve ser usado e neste caso, a rádio.
Bom dia a todos!
ResponderEliminarNão sei se o que vou dizer agrada a muitos mas vou dizê-lo mesmo assim, escrevendo-o da pior forma possível.
Não sou partidário de nenhuma fação, mas lembro-me bem das presidenciais de 86, era ainda pequeno, e da luta entre duas figuras históricas, Soares e Salgado Zenha. Este último, tinha um pensamento que ainda hoje é válido, dizia que "os portugueses não querem ser melhores que os outros apenas querem que os outros não sejam melhores que eles", e melhor não podia ser dito.
Então não é que por aqui, na cada da justiça, há quem ache e queira merecer o mesmo tratamento que todos aqueles que apostaram na sua formação superior, que com muito sacrifício pessoal e familiar investiram na sua valorização que é ao fim e ao cabo a valorização dos serviços (um qualquer serviço só é , só pode ser, objeto de valorização com a requalificação dos serviços, com quadros mais qualificados e, por isso, competentes).
Eu defendo um sistema idêntico ao das Conservatórias - com a valorização da carreira e reconhecimento das competências de quem tem mais de 10 anos de carreira e é licenciado em determinadas áreas - mas reconheço que nos Tribunais há uma multiplicidade de tarefas que não necessitam dessa valorização (não é preciso ter uma licenciatura para coadjuvar um magistrado num julgamento, para iniciar a gravação, suspender ou terminar o registo, nem sequer para a redação da sua ata, ou para "carimbar" papéis e proceder ao registo de entrada, mas por outro lado, há tarefas que o exigem, como seja dar forma a uma partilha, cumprir um despacho de acusação com com vários arguidos que são ao mesmo tempo ofendidos, alguns podem ser assistentes, outros apenas lesados, que podem por sua ver ter ou não ter manifestado o propósito de deduzir PIC, etc.).
Há muito tempo que se sabe que a realidade do que fazemos exige uma diferenciação no corpo de funcionários de quem executa as tarefas, umas eminentemente mais técnicas e outras de jaez mais administrativo - mas todas elas são importantes e importam a sua valorização.
Destarte que valorizar a carreira é acima de tudo reconhecer esta necessidade e por isso eu estou de acordo com a divisão da carreira, reconhecendo que nem todos podem incorporar a cimeira, aquela equivalente a Técnico Superior.
O que importa e nisso eu estou profundamente de acordo é que a todos os que estão ao serviço e ingressaram com outras expetativas, sejam compensados no processo de transformação da carreira, no sentido de a todos lhes ser dada a possibilidade de transição dentro de certos critérios.
Reconhecemos todos a competência e mérito dos que vêm assegurando o funcionamento dos tribunais, e por isso devemos todos de reconhecer que estão todos aptos a essa transição desde que seja assegurado através de um processo que não exclua à partida ninguém e que seja justo e equitativo nessa seleção.
Claro que quem tem mais de dez anos, notação de mérito (BD ou MB) e licenciatura em direito ou solicitadora deverá desde logo transitar para a carreira cimeira (independentemente da categoria) assim como quem, não tendo a licenciatura, tenha contudo feito ou assegurado funções eminentemente técnicas como é o caso dos Adjuntos, desde que por um certo período, que eu entendo ser também de 10 anos, e tenha a referida notação, quanto aos Escrivães de direito, TJ Principais ou secretários essa passagem deve ser automática (apenas não o será para quem esteja em substituição pois que não detém o lugar).
Todos os demais, deverão ser contemplados num processo concursal segundo as vagas a definir nos futuros quadros das novas carreiras que se perspetivam.
Ora, este é um dos pontos de suma importância. Com efeito, é muito importante que se saiba o modelo desenhado para o futuro das secções - já se sabe que os quadros são flexíveis mas não se sabe quem e como vai coordenar e dirigir as secções/unidades/núcleos e a forma ou o processo de seleção destes.
ResponderEliminarEu não me importo nada de continuar a fazer o que faço (cumprir despachos e determinações superiores) mas importo-me com a valorização salarial - e esta tem de acontecer para as duas carreiras propostas - sendo ambas, ditas, "planas" e unicategoriais, é necessário saber os níveis de progressão - com saltos pequenos ou maiores - e as regras de progressão - se pontos (SIADAP) se automáticas ao cabo de 3 - como acontece hoje - ou 5 anos - como julgo acontecer com o corpo dos guardas prisionais.
Ficar tudo na mesma é que não.
Portanto essa de "ninguém fica para trás" para mim não só não faz sentido como realisticamente acho difícil que venha a acontecer - é já a terceira ou quarta proposta em que a questão se põe nos mesmos termos e só muda o âmbito dos abrangidos, mas pouco mais que isso.
Não havendo acordo acho que se deve avançar para o processo de revisão e ponto final.
Só para acrescentar dizendo o seguinte:
ResponderEliminar- A senhora Ministra, hoje mesmo, falou do processo em curso e dos constrangimentos orçamentais, dando a ideia de que se acabou o dinheiro atirado para cima de muitas mesas de negociações no início dos processos negociais.
- Quer com isso a senhora Ministra da Justiça dizer que a reforma do novo Estatuto vai ser neutra do ponto de vista de aumento da despesa.
- Ou seja, não vai acontecer nenhuma valorização salarial. Repito não vai haver valorização salarial nenhuma?
- Os 28 euros de salvaguarda na transição irão consubstanciar uma verdadeira poupança de milhões, pois que (cujo diferencial é atualmente bem maior que os 28 euros)
- O negócio/acordo celebrado pelo SFJ foi um autêntico flop e nem sequer conseguiu que, pelo menos a carreira, visse uma reformulação que a valorizasse também ao nível profissional pois que, dizer que se divide em duas, uma de grau II e outra de grau III, e depois, por exemplo quem fica nesta última nem sequer vê uma valorização salarial na transição e quem fica na primeira, de grau II, também não vê compensação (não se vislumbra atualmente que possa vir a acontecer).
No fundo a proposta não serve a ninguém - ficamos todos a receber o mesmo mas em categorias diferentes e com verdadeiros e gigantes tampões nas progressões (nos níveis).
Ou seja, nesta negociação, só o Estado fica a ganhar dinheiro pois que a médio e longo prazo vai poupar muitos milhões - deixa de haver promoções entre categorias que vão se extinguir e as progressões de níveis vão passar a ser residuais e ciclicamente, com hiatos mais longos (seguramente mais que os 3 anos atuais).
O senhor presidente dos SFJ foi um "A..O" e nós somos todos uns otários.
A questão é - e se ficar tudo como está, será que fica bem?
Não. Não fica bem quando ao fim de 30 anos, quase 15 como auxiliar e outros tantos como adjunto vejo colegas com menos tempo de serviço a receber mais que eu, muito mais, apenas por sorte de estarem num serviço sem provimento nos cargos cimeiros e por isso terem sido investidos nas funções em regime de substituição.
No final da carreira esses valores vão-se refletir na média e no montante da reforma e eu estou por isso duplamente prejudicado.
A ficar como está exige-se então concursos para escrivão de direito, TJ principal e Secretário - isso é o mínimo.
Vou começar a fazer copy/paste até todos entendam:
ResponderEliminarSubscrevo na íntegra e é preciso não esquecer a questão da aposentação que interessa à maioria dos actuais colegas.
ResponderEliminarTODOS À MANIFESTAÇÃO
ResponderEliminarLEVAMOS O CARTAZ ! Não querem deixar-nos falar = FORÇA!
ResponderEliminarMa isso é óbvio... como diria o outro "fomos comidos de cebolada".
ResponderEliminarAtenção que a mudança de escalão no SIADAP não é automática... poderemos no fim de contas sermos prejudicados com esta alteração de estatuto. Espero que os sindicatos estejam alerta.
ResponderEliminarEstá tudo descoberto! Finalmente!
ResponderEliminarA Srª Ministra disse que se há profissionais que não se podem queixar são os Ofciuais de Justiça!
Isso só vem provar que os 3,5% suplementares (os 30/40 euros) que o SFJ acordou com o MJ era uma acordo final!
Quando os oustros profissionais ficaram com 300, nós ficamos com 30 (dez vezes menos)!
Agora é mesmo possível ver que o acordo do SFJ era apenas isso, + 3,5%, quando outros receberam mais de 20%.
Tudo vem e virá ao de cima!
Obrigado SFJ, fomos por vocês para sempre prejudicados!
TODOS À FRENTE DO SUPREMO PELAS 15H E CALADOS?!?
ResponderEliminarnem mais
ResponderEliminaragradeçam ao SFJ
o acordo que fêz e ainda por cima, feito de véspera, vá-se ainda saber porquê.
vão todos para aquele sitio que eu cá sei
como eu sempre disse €28 E NEM MAIS TUSTO. Aguentem.
ResponderEliminarPALHAÇADA
ResponderEliminarQuerem amordaçar Oficiais de Justiça !!!!!
ResponderEliminarNós sabemos quem é o palhaço mor!
ResponderEliminarHoje liguei para o Tsf fiz a minha parte.
ResponderEliminarDava tudo para estar hoje na manifestação, infelizmente as contas não me permitem estou a mais de 300 klm.de distância....ainda se tivesse havido autocarros...assim não dá...
ResponderEliminarManifestação calados? Vergonha!
ResponderEliminarOs dirigentes têm medo de dizerem abertamente o que querem que mude! Sempre a mesma coisa e assim vai continuar! Incompetentes, sobretudo para o que assinou o acordo! Fora com ele! Vai à televisão e não diz nada de jeito!
GREVE À TARDE!!
ResponderEliminarNão digo os palavrões que tenho atravessados e prontos para ser ditos (também por respeito a este espaço e a quem o gere), mas imaginem o Zé Povinho das Caldas da Rainha a fazer o seu famoso manguito.
Justiça de m#rd@ é o que está sempre a ser empurrado para os Oficiais de Justiça.
Nós não valos lá com calimeros!
ResponderEliminarNós temos de nos fazer ouvir. Nada de gritinhos em silêncio!
Nós temos de parar a máquina, temos de parar a justiça!
Atenção pessoal
ResponderEliminarLogo à tarde quero tudo em silêncio senão chamo a polícia e vai haver mocada.
Ok?
Juizinho!!
continua a pensar para dentro.
ResponderEliminarConcordo com o colega das 10.20. Que medo tem aquela pessoa de dizer com todas as letras o que pretendem os OJ? Os jornalistas têm de estar a puxar pelas respostas! Vá-se embora! Ele tem medo de dizer que um não licenciado e um licenciado valem o mesmo!
ResponderEliminarUma singela pergunta: porque motivo os oficiais de justiça (presumo que desde sempre...) aceitam tacitamente a sua ausência institucional da cerimónia de abertura do ano judicial?.
ResponderEliminarO preceito legal (art.º 27.º da LOSJ) de que decorre essa ausência não é, salvo, melhor opinião, verdade eterna nem dogma inquestionável. Como muito bem sabemos, quando existe vontade e esforço para tal, as leis mudam-se.
A ausência dos oficiais de justiça de um ato público onde os outros falam, em nome próprio e (apenas algumas vezes) em, nosso nome, consagra a invisibilidade da nossa classe, reforçando a ideia da irrelevância do seu papel na Justiça.
Só de pensar que carreiras que negociaram 300€ em Junho/2024 já estão em negociação para novas valorizações salariais.....
ResponderEliminarFaçam as contas, multipliquem pelos meses e pelos anos, e vejam o dinheiro que perdem!
ResponderEliminarIsto não vai lá com greves da treta.
ResponderEliminarSó lá vai com greve aos atos ou pararmos a máquina 2 semanas.
Tenham coragem.
concordo
ResponderEliminarSim, eles só querem saber de números, de estatistica! ...
ResponderEliminarSe voltarmos a uma greve em que não se façam as diligências, vocês vão ver como eles rapidamente nos dão a "atenção" que merecemos!
Não interessa que sejamos o ele mais fraco do sistema judicial, a verdade é que sem nós isto não funciona!
Sejam inteligentes
Abraço
Infelizmente é a pura realidade!
ResponderEliminarEstamos todos... TODOS a perder milhares de €€€'s/ano.
E um dia que chegue a almejada reforma, não se admirem que a média contributiva resulte em muito pouco a receber (sim, porque os nossos salários estão quase parados no tempo, com 'aumentos de papo-secos' para enganar tolos!!).
Quando um dia chegar a reforma, aí vai-se espelhar também esta dura realidade.
Sacrificados enquanto Oficiais de Justiça e na reforma. 👎
Quem quer saber de uma pequena manifestação de calados? Igual a ZERO!
ResponderEliminarE os números negativos, deixaram de existir?
ResponderEliminarEsses grtinhos de silêncio valem menos que zero!
Maecelo acabou de dizer, questionado, que o problema dos Oficiais de Justiça devia já estra resolvido há 4 anos!
ResponderEliminarPorque não se resolve então?
Como se vão pagar estes, para já, quatro anos?!!
Porque somos tão passivos? Tão estupidos?! ...
Há momentos na CNN Portugal, com reportagem dedicada ao protesto e inclusivamente com entrevista a um colega O.J. que falou muito bem.
ResponderEliminarIsso devia era ter sido dito em plena sessão solene para a Sra. Ministra ouvir ...
ResponderEliminarSe foi aos jornalistas como imagino tenha sido o caso, enfim...perde-se um bocado o efeito. 😐
Ao menos apuparam a ministra ela estava com umas trombas....
ResponderEliminar
ResponderEliminarA ministra terá saí do pela porta dos fundos... Não encarou os funcionários...
ResponderEliminarIgual a zero não foi mas podia ter sido muito mais potente bastava uns autocarros do norte... não kiseram...
ResponderEliminarPois eu bem disse k a menina não gostou de ser vaiada....
ResponderEliminarO circense continua e continuará. É um palhaço
ResponderEliminarResumindo...
ResponderEliminarA Sra. Ministra entende que o seu trabalho...ou aquele que é mais importante, é levar a efeito as mudanças para dispor dos meios.
Se esses meios (os humanos) têm dinheiro para se sustentar de forma digna ou não, se esses meios estão satisfeitos no trabalho ou não, se existe justiça na atribuição de aumentos até no próprio Ministério e se os mesmos são equitativamente distribuídos ou não....isso não interessa nada.
Que carreira. Ao que isto chegou...
"".....mas por outro lado, há tarefas que o exigem, como seja dar forma a uma partilha, cumprir um despacho de acusação com com vários arguidos que são ao mesmo tempo ofendidos, alguns podem ser assistentes, outros apenas lesados, que podem por sua ver ter ou não ter manifestado o propósito de deduzir PIC, etc.)."
ResponderEliminarInformo o aqui Sr. Dr. licenciado, que sou escrivão auxiliar e faço isso tudo e mais alguma coisa com uma perna às costas.
Muito bem. Ninguém tem coragem de o dizer abertamente mas tudo o que escreveu merece a minha total concordância.
ResponderEliminarÓptimo para si. Auguro-lhe um grande futuro.
ResponderEliminarAGUARDO COM EXPETATIVA A POSIÇÃO DOS SINDICATOS
ResponderEliminarIsto só já lá vai com um atentado à bomba!!
ResponderEliminar💪
💣
Boa questão depois dizem k os mesmos são considerados??
ResponderEliminarEheh
Numa coisa a Senhora Ministra tem razão.
ResponderEliminarO sindicato mais representativo da classe assinou o acordo dos "papo-secos"!...
Agora, resta-nos negociar o estatuto.
António Marçal, com este acordo, concentrou-se na sua agenda pessoal, "a caminho da Lousã"!...
Ao aceitar e assinar o acordo dos "papo-secos" adiou o processo negocial, para poder igualmente adiar o processo eleitoral para os Órgãos Sociais do SFJ.
Se assim não fosse, nesta altura já estava colocado numa secretaria judicial.
Assim, promoveu o adiamento do processo eleitoral para os órgãos sociais do SFJ por mais seis meses, que vai culminar com o período das eleições autárquicas.
nem mais. Pena que não houve camionetas pois eu próprio iria apupar essa pessoa (para não lhe chamar outra coisa) coo é possível esta merda de acordo. Só posso chegar a uma conclusão, foi a troco de muitos favores (garantias de lugares) para os amigos de sempre, aqueles que nunca ninguém viu a trabalhar mas todos com lugares de destaque e melhor remunerados claro está. (para bons entendedores meia palavra basta)
ResponderEliminarE depois andamos nós aqui a discutir os licenciados e os não licenciados.
ABRAM OS OLHOS CAR......
Fazes, fazes!
ResponderEliminarNão te canses em escrever sempre o mesmo aqui, que nem pintado alguém acredita em ti.
ResponderEliminarTb concordo na mudança de direção do Sfj, simplesmente pela alternância democrática, mas tu fedes com essa conversa de conquista de poleiro.
BASA!!!
deves fazer parte dos beneficiários....
ResponderEliminardesculpa, queria dizer que fazes parte do circo...
ResponderEliminarRepito o que já disse.
ResponderEliminarTodos já perceberam que vocês não são mais do que 2 ou 3, que por aqui andam com a mesma conversa.
Caso isto fosse um grupo fechado, a vossa estupidez ficava entre portas, mas não o sendo, a vossa atitude é nefasta para a imagem da carreira e já que são incapazes de fazer parte da solução, façam o obséquio de desaparecer.
Obrigado!
Atendendo ao número de colegas na manifestação, estou a ver que a sondagem que alguém aqui disse que fez bate certo, e que o número de descontentes com a proposta de divisão da carreira é bastante reduzido.
ResponderEliminarEspero que os sindicatos percebam a mensagem dada por todos os ausentes e que está hora de resolver o impasse.
aguarda sentado
ResponderEliminarEsqueça, o que você quer não vai acontecer.
ResponderEliminarA insatisfação é geral salvo meia dúzia de ignorantes que só pensam na sua barriga ( e que nem percebem a porcaria de proposta feita) .
Naturalmente as pessoas não iam a Lisboa, sobretudo quando não podiam fazer greve de manhã.
Quem trabalha nos tribunais sabe que a insatisfação é generalizada.
Não, não estão.
ResponderEliminarA maioria está simplesmente a borrifar se para o grau 2 ou 3, quer é dinheiro na conta ao fim do mês para viver com dignidade.
Ao contrário de muitos, que sem o atual estatuto perdem o poleiro, e de outros que tb vão ter que começar a trabalhar.
Para anonimo das 22:52 qual a imagem que acha que lhe resta??
ResponderEliminarVocê ainda acha que tem prestígio??
Olhe acorde...
Ele disse de uma forma indireta
ResponderEliminarAqui está o copy/paste ontem referido:
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