Que comece um ano que seja novo já!
Entramos neste ano de 2025 com as mesmas esperanças de todos os anos anteriores, porque as mesmas nunca se concretizaram e, por isso, quase nos engasgamos com as doze uvas e a pressa e a vontade de não errar na deglutição de cada uma.
Por aqui continuamos todos os dias, como desde 2013, isto é, entramos no ano 2025 para perfazer o 13º ano de publicações diárias, mantendo o propósito inicial: contribuir para a iluminação da carreira de Oficial de Justiça.
De todos modos, este ano de 2025 poderá ser o nosso último ano de existência, pois, caso a carreira seja quebrada em duas, como se propõe e por tantos é apoiado, este projeto informativo não poderá prosseguir, porque não vai deixar ninguém para trás.

Pese embora a negativa perspetiva para este novo ano, durante o ano que findou continuamos a incrementar a nossa presença nas redes sociais e, atualmente, estamos presentes em 12 (doze) plataformas diferentes, divulgando a informação diária que vamos produzindo, com o intuito de informar e não só, pois também nos interessa espicaçar o espírito crítico, o pensamento independente e livre, isto é, liberto de amarras clubísticas e de conceções fechadas; enclausuradas.
As atuais doze plataformas são as que encontra indicadas em permanência na nossa página e que a seguir vamos indicar.
São 12 vias de acesso à nossa produção noticiosa diária.
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-1- Na plataforma dos blogues Sapo, a página principal.

-2- No Facebook,

-3- No Instagram,

-4- No Threads,

-5- No Youtube,

-6- No X (antigo Twitter),

-7- No Reddit,

-8- Na rede BlueSky

-9- No Grupo Nacional do WhatsApp, que, entretanto atingiu o seu número máximo de membros e está com uma lista de espera cujas novas entradas estão dependentes das saídas.

-10- No Canal de distribuição do WhatsApp

-11- No Telegram

-12- Nos e-mails para os subscritores.
Por todas estas vias, neste novo ano, publicamos muito mais de 4000 artigos, detemos dezenas de milhares de comentários a esses mesmos artigos, comentários estes que nos colocam diariamente no pódio dos blogues mais comentados do país na rede Sapo, e com um número diário de visitas que ultrapassa o número de Oficiais de Justiça existentes, tudo isto nesta aventura diária que nos coloca em mãos um enorme problema; um problema de responsabilidade para com todos os Oficiais de Justiça.
Nestes 12 anos de existência, esta iniciativa informativa tornou-se uma voz diária que rompeu com o silêncio e com algumas barreiras existentes.
São 12 anos plenos de atividade diária neste projeto informativo divergente que diariamente teima em aportar algo novo aos Oficiais de Justiça, designadamente, informação e conhecimento, mas também, antes de mais, espírito crítico, isto é, ao fim e ao cabo, nada mais e nada menos do que acrescentar liberdade a todos e a cada um.
Ao longo destes longos anos, este projeto informativo foi sempre crescendo, sempre acrescentando novas ofertas informativas e outros tantos aspetos novos, resultando hoje num local de passagem obrigatório de todos aqueles que se interessam pela carreira e ainda outros que, embora não sendo Oficiais de Justiça, se interessam pelos assuntos diversos que aqui se vão abordando todos os dias.

Este é um projeto simples, com uma página simples e que, com total simplicidade, ao longo destes doze anos, se converteu num assunto muito sério, incontornável, de grande dimensão e de grande responsabilidade.
Essa responsabilidade mantém, no entanto, sempre presente, um fator imprescindível que norteia todas as publicações: o espicaçar das consciências, o despertar de um espírito crítico, enfim, um importante exercício de liberdade que, como tal, também é incómodo e incomoda de facto; o que é, portanto, uma mais-valia.
A informação é uma arma poderosa mas a informação simples, sem espírito crítico associado, é um nada que pulula na Internet, partilhado vezes sem conta, algo passageiro e sujeito ao esquecimento, por isso, aqui não se reproduzem ou partilham notícias como todos estão habituados a fazer e a ler as redes sociais; aqui faz-se a notícia ou a informação.
Cada artigo publicado não se limita, por regra, a informar apenas sobre determinado facto, mas obriga-se a acrescentar sempre algo mais, obriga-se a aportar mais informação e a levantar mais questões.
A leitura de um artigo até ao fim não pode deixar o leitor tranquilo e passivo, mas inquieto e ativo. Este é o propósito e neste sentido se vem espicaçando cada leitor, demonstrando que é possível fazer mais e melhor e que os factos podem ser vistos desde diversas perspetivas e, através desses diferentes olhares, é possível até radiografá-los, vendo-lhes claramente as entranhas e a sua composição visceral.
Sempre especialmente focados nos interesses gerais e particulares dos Oficiais de Justiça, os leitores desta página sabem que aqui encontram toda a informação relevante que se possa relacionar com a profissão, informação essa que é disponibilizada de forma independente e crítica, assumindo posições críticas sobre determinadas ações ou omissões, facto que, ao longo destes anos, tem angariado interesse e amigos, mas também ódios e inimigos e mesmo a instauração de processos.
Apesar das controvérsias e das pressões, os números de leitores e de descidas de ficheiros crescem de forma esmagadora, ultrapassando mesmo o número de Oficiais de Justiça existentes, o que se compreende também pelas mensagens de retorno recebidas de pessoas de outras profissões, especialmente do mundo judiciário.
Dia a dia os leitores não só cresceram como se mantiveram fiéis, firmes, interessados e cada vez mais participativos, bem como, também mais críticos, tendo passado a ver algumas notícias e informações sob outras perspetivas, perspetivas que se mostram quase sempre arredadas dos mass media e dos órgãos e entidades representativas dos Oficiais de Justiça.
Os resultados deste percurso permitem afirmar que esta iniciativa alcançou resultados simplesmente extraordinários que permitem dar ânimo à continuação deste projeto informativo independente, mas também contundente, sempre que se tratar de defender a visão e os interesses dos Oficiais de Justiça Portugueses no seu todo, o que tem motivado alguma natural discordância e críticas diversas quando se discorda, ora das administrações da justiça, ora dos próprios sindicatos da classe, ora de interesses particulares concretos, tomando-se aqui muitas e frequentes posturas críticas e de defesa dos interesses da classe no seu todo, na sua globalidade, que não são vistas nem tidas pelos organismos que assim deveriam sempre proceder.
Essas posturas têm colidido com alguma imobilidade que, de tão habitual, se considerava já normal, pelo que a surpresa das críticas negativas efetuadas a esta página se baseiam apenas numa certa falta de compreensão da liberdade de expressão que hoje já deveria estar bem entranhada, aceitando-se a multiplicidade de opiniões e vozes como uma mais-valia e não como algo negativo, como ainda alguns concebem.
Recordemos o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa que versa sobre a liberdade de expressão e informação:
nº. 1 – “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.”
nº. 2 – “O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.”
Estes mesmos direitos essenciais constam também na Declaração Universal dos Direitos do Homem, onde, no seu artigo 19º, se estabelece que “Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.”
É este o propósito, é esta a intenção, independentemente de desagradar a alguns.
Esta iniciativa informativa é única no espectro das várias iniciativas existentes vocacionadas para os Oficiais de Justiça, quase todas concentradas em páginas ou grupos fechados e de acesso condicionado nas redes sociais, a que nem todos os Oficiais de Justiça acedem e até, mesmo quando acedem, depois acabam afastados por não agradarem aos administradores desses grupos que classificam alguns como “persona non grata”, e que são Oficiais de Justiça.
Assim, há aqui uma voz amplificada e aberta a todos; há aqui uma partilha de informação e de conhecimento aberto a todos; há aqui uma vantagem que pode e deve ser usada em benefício de todos. Aproveitemo-la e usemo-la ao máximo.
Obrigado a todos e parabéns a todos, uma vez que são precisamente todos os leitores que constituem o verdadeiro suporte e a perseverança deste projeto que, embora possa interessar a muitos, está especialmente dedicado a todos os Oficiais de Justiça de Portugal.
Como sempre, haja esperança num ano novo que seja melhor do que o anterior; esperança e votos que, ano após ano, teimam em não se concretizar para os Oficiais de Justiça.
Ao longo destes doze anos, apesar dos votos de novo ano a cada início de ano, não temos visto que os desejos se concretizem, pelo contrário, chegamos mesmo a constatar que cada ano que se inicia aporta consigo mais prejuízo, mais incómodo e maiores dificuldades.
Está visto que não basta expressarmos desejos de bom ano novo, mas que é necessário algo mais; algo mais ativo e reativo, algo mais contundente e afirmativo; mais concreto e concretizável.

Desejo-lhe um excelente 2025, com muitos sucessos pessoais e profissionais, desde já agradecendo toda disponibilidade e dedicação demonstradas para com a carreira e os OJ, permitindo-lhes ter um espaço de esclarecimento e discussão de grande atualidade e qualidade. Um grande bem-haja.
ResponderEliminarPedro Viseu
Volteiiiiiiii ,agora que as festas acabaram, estou pronto para vos esmagar novamente. Com o meu conhecimento jurídico e amplo da profissão de oficial de justiça.
ResponderEliminarEste espaço é muito útil. Excelente e penoso trabalho. Um verdadeiro "arauto", um "norte" no desnorte que está a profissão de Oficial de Justiça. Contudo, por força de incompetentes sindicalistas que não representam, em nada, o que por aqui é dado como necessário à carreira, vamos estando cada vez mais encostados para o canto da administração pública. Como disse o Eng. Pinto de Sousa numa das suas intervenções na AR, enquanto PM, "...quem são os Oficiais de Justiça para usufruírem de um estatuto especial...".
ResponderEliminar"(....)
ResponderEliminarParabéns e obrigado!
ResponderEliminarVocês são uma voz incómoda no mundo dos Oficiais de justiça.
Sem o blog tudo seria mais simples para os sindicatos, para as administrações, para a DGAJ e para o ministério.
São vocês que nos despertam e alertam para coisas que muitas vezes nem sonhamos.
Uma voz incómoda, portanto.
Continuem assim por muitos anos.
Obrigado.
ResponderEliminarBem verdade!
Força para continuar!
Para o autor deste blogue, atente nesta frase:
ResponderEliminar"Só é vencido quem deixar de lutar"
Não faças como o capitão do barco que já saltou, tendo deixado:
UM BARCO AFUNDAR-SE CHEIO DE PEQUENINOS RATINHOS.................
Mesmo que aconteça o pior, isto é a divisão da carreira, VOU CONTINUAR A LUTAR.
Bom Ano!
O enorme Eng Pinto de Sousa!
ResponderEliminarSaudades...
Sim, sim.
ResponderEliminarContinua a lutar que vais longe.
O pessoal já se está a marimbar para as lutas e para muitos, nesta fase da vida, é- lhes indiferente se ficam no grau 2 ou no 3.
Muitos já atingiram o último escalão da categoria e para esses qualquer alteração, seja para 2 ou para 3, já é benéfica pois abre-lhes a perspectiva de progredirem pelo menos mais um escalão.
Por isso vos digo, mesmo que não seja consensual, o novo estatuto será bom para todos.
Só os mais pontinhos é que não vêm isso.
ResponderEliminarEste BLOG nunca poderá acabar.
Enquanto outros se deleitam a dividir os FJ uns contra os outros e a ver os resultados...
O Blog sempre promoveu a união de todos os OJ`s.
Um muito obrigado pelo verdadeiro serviço informativo!
Fosca-se, então que acabe já hoje !
ResponderEliminarEstou farto desta merda propagandista de que ninguém fica para trás e por aí fora ...
Se é para dividir, que se divida e siga a marinha...
Farto destas merdas que apelam á emoção e á união em que entretanto uns saem muito mais beneficiados que todos os outros .
ResponderEliminarSe é para acabar que acabe já hoje ou amanhã.
Sou a favor da divisão da tarefas e consequentemente da carreira.
Hoje já está dividida entre judicial e do MP e porque não em grau 2 e grau 3, qual é o problema.
Desde que seja assegurada a possibilidade de evoluir tal como não hoje mas há uns anos atrás existia.
Acabe-se com esta merda de vez.
Agradeço a todos. Aliás, imploro, que não se mencionem nomes de bandidos neste blog
ResponderEliminarEste blog e feito por pessoas honestas e trabalhadoras, pelo menos e a minha humilde opinião, e não merecem que nomes de mafiosos e bandidos por aqui apareçam
Obrigado, fiquei logo mal disposto e a tremer quando li um certo nome.
A quem se refere? Ao Senhor Engenheiro Pinto de Sousa?
ResponderEliminarPara nosso azar, foi sem dúvida o melhor primeiro ministro das últimas décadas.
ResponderEliminarPerante as nulidades que tivemos antes e depois dele, fico a pensar se nao teria novamente o meu voto.
Atualmente o grau de incompetência é tão grande, que qualquer dos atuais líderes partidários estão a anos luz dele, sem contar com o líder do chega, porque isso já é matéria para discutir no âmbito dos dtos dos animais.
Será bom para todos menos para os auxiliares... aliás terrível para os auxiliares licenciados...
ResponderEliminarVenho informar todos oficiais de justiça, que eu passarei a ser o novo administrador do blog.
ResponderEliminarAssim ordeno, o dono do blog, que passe para cá a password e username.
Isto não é para fracos , passa para cá os acessos ..
E aí é que vão ver , até a barraca abana.
Rei dos oficiais de justiça.
"
ResponderEliminarQue pérola
És intitulado, não sei por quem "rei dos OJ"...para mim és um PALHAÇO... Que tens a mania que és doutor de m....
ResponderEliminarÉs um triste por tratares a TUA CLASSE com sobranceria em relação aos demais...
Ser disruptivo, não é ser nada disto que TU aparentas ser e quem é que te julgas ser... para deter os acessos deste blogue.
Vai lavar o cão e banha-te a seguir com a mesma água...
É quer dizer és
ResponderEliminarQuando ele tiver os acessos bloqueia-te e ficarás impedido de comentar aqui
ResponderEliminarQue conversa de complexado.
ResponderEliminarDeixe o homem falar à vontade, só serve a carapuça a quem quiser.
A carreira é para o futuro não apenas para os conformados.
ResponderEliminarLuta luta luta
Escrivães auxiliares nascidos depois de 1970 com 15 a 20 anos ainda por percorrer até à idade da reforma contentarem-se com a subida de apenas um escalão nesse período?
ResponderEliminarDe facto os oficiais de justiça que conheço não são, em regra, muito ambiciosos ou contestatários, mas isso parece-me demasiado pouco...
Obrigado e força!
ResponderEliminarA bem de todos os oj