Já começou o "blackout" sindical, mas ninguém cala os Oficiais de Justiça
Frustrada que foi a pacificação pela via do acordo do passado mês de junho, acordo que os Oficiais de Justiça apelidam de "acordo dos papos-secos", aproveitando a menção que o próprio subscritor do acordo, António Marçal, fez a propósito dos valores então propostos pelo Ministério da Justiça, surgiu uma nova tentativa de pacificação, pela via da ameaça da não negociação e da intimidação pela alegada imposição de um Estatuto e, frustrando-se também esta via, surgiu uma nova ideia e nova tentativa que corresponde a um modelo aceite pelos dois sindicatos, que consiste no silenciamento comunicacional, isto é, na dita reserva sobre o desenvolvimento das reuniões.
Neste novo modelo impõe-se aos sindicatos que não comuniquem o que se passa nas reuniões àqueles que, religiosamente, pagam as suas quotas mensais, sustentando as silenciadas estruturas sindicais.
Assim, está já iniciado o silenciamento com a última reunião desta quarta-feira no Ministério das Finanças, as comunicações têm tido um caráter muito restrito, efetivamente reservado, excluindo mesmo os associados comuns. De todos modos, a parca informação difundida é genérica e vaga, sem conteúdo concreto sobre aspetos específicos da reunião.
Há, portanto, um quase completo "blackout" comunicacional por parte dos sindicatos, desde logo para com os seus associados, contrariando mesmo o direito estatutário das estruturas sindicais que impõe o dever da informação aos associados pagadores.
António Marçal enviou a seguinte breve mensagem a alguns associados selecionados:
«Car@s, Entendendo a ânsia de tod@s vós por saberem a par e passo o que passa, tenho de vos lembrar que há o compromisso assumido pelas três partes envolvidas neste processo de manter reserva e “longe dos holofotes” o trabalho que se irá desenvolver ao longo deste mês de fevereiro. Há, todavia, algo que quero, como Presidente do SFJ, mas acima de tudo como oficial de justiça, reiterar perante vós: Não deixar ninguém para trás e obter a revalorização salarial que há muito merecemos.
O calendário que definimos, e que está sempre em aberto uma vez que Grupo de Trabalho tripartido funcionará quase em sessão permanente, tem uma data para se chegar a um ponto de entendimento: 26 de fevereiro de 2025. Nessa altura, faremos a avaliação e, em conjunto, daremos conta aos associados e demais OJ do trabalho feito. Justiça para quem nela trabalha. António Marçal»

Entretanto, ontem, vimos mais uma notícia, nada reservada, de mais uma carreira valorizada sem grande ou nenhum esforço.
Lia-se assim na comunicação social:
“O Governo quer dar um novo aumento salarial aos técnicos superiores especialistas em orçamento e finanças públicas da Direção-Geral do Orçamento (DGO) e aos técnicos superiores especialistas em estatística do Instituto Nacional de Estatística (INE) e criar suplementos remuneratórios entre 25% e 37%, revelou ao ECO o coordenador da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, Sebastião Santana, à saída de uma reunião com o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, que se realizou esta quinta-feira. O objetivo é avançar com as medidas já este ano para travar a saída destes profissionais e reter talento.
A valorização visa travar “o êxodo destes especialistas que se formam cá e que, à mínima hipótese, saem para institutos públicos, por exemplo, segundo disse o ministro das Finanças”, indicou Sebastião Santana.
O Governo propôs ainda atribuir três suplementos remuneratórios: um de 25% do salário base a todos os técnicos superiores de orçamento e estatística; outro de 30% para os dirigentes intermédios; e ainda um de 35% para os dirigentes superiores de segundo grau, adiantou o coordenador da Frente Comum.”
Tomem lá!
Mas o secretário-geral da Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), José Abraão, criticou a proposta apresentada pela tutela, considerando insuficiente a valorização salarial de só quem está na posição de entrada da carreira.
“É incompreensível que só quem está na primeira posição remuneratória é que vai beneficiar do aumento salarial”, afirmou Abraão. O dirigente sindical compreende que o Governo queira “captar jovens”, mas também “é preciso olhar para aqueles que cá estão, que seguraram até agora todos estes serviços, dando o seu melhor”. O líder da federação sindical entende que todas as posições devem ter incrementos remuneratórios.
Perceberam bem o motivo da valorização salarial e da atribuição de suplementos remuneratórios porque sim, sem qualquer especial motivação, na ordem de 25, 30 e 35%? Não, não respondam; mantenham a opinião sob reserva; mantenham-se calmos e pacificados; anuam nas tréguas da boa-fé negocial; aguardem tranquilamente mais um mês até março, por aquilo que se afirmava que estaria pronto até ao final do ano passado, mas que só agora parece que se vai iniciar com as ditas reuniões de trabalho técnicas, antes de que se inicie o processo negocial."
Ora, isto se não fosse trágico até poderia ser cómico, ridiculamente cómico de morrer a rir, pela monstruosidade da anedota, mas não, não tem humor absolutamente nenhum, ninguém se ri, especialmente depois de ouvir a advogada Paula Margarido, agora nas vestes de deputada da República do partido que sustenta o Governo, na forma como se dirigiu aos peticionários Oficiais de Justiça na audição de ontem na Comissão de Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República.
Os peticionários presentes foram o José Carlos Silva, o Walter Figueiredo e o Joaquim Queirós.

No início da sessão foi distribuído a todos os deputados presentes na Comissão, o documento que foi também verbalmente apresentado pelo José Carlos Silva, documento este que pode conhecer e descer, acedendo ao mesmo diretamente através da seguinte hiperligação: “Apresentação Audição Comissão DLG 20250206 (José Carlos Silva)”.
Já quanto à outra petição, representada pelo Joaquim Queirós, o mesmo apresentou-a de forma mais acelerada, devido à sua chegada tardia ao parlamento pelo atraso do comboio para Lisboa, conforme o mesmo explicou. O Joaquim Queirós tinha realizado um esboço para a sua apresentação, esboço esse que connosco partilhou e ao qual podem aceder diretamente através da seguinte hiperligação: “Apresentação Audição Comissão DLG 20250206 (Joaquim Queirós)”



A questão do Suplemento de Recuperação Processual foi apreciada na Comissão, mas também foi objeto de “audição” após a audição, já nos corredores, sendo os Oficiais de Justiça abordados por uma deputada do PS interessada em melhor compreender a problemática do assunto e solicitando mais esclarecimentos.
Pode ver e ouvir toda a sessão de audição através do vídeo que abaixo disponibilizamos.
Apesar do “blackout” imposto aos Oficiais de Justiça, pelo Governo e pelos dois sindicatos, os Oficiais de Justiça continuam a falar e, alguns (não todos) até a pensar.

Fontes: “Eco”, “Canal Parlamento” e “Mensagem de A. Marçal”.
ResponderEliminarhttps://eco.sapo.pt/2025/02/07/salario-medio-liquido-dispara-10-para-1-142-euros-e-a-maior-subida-da-decada-veja-as-profissoes-que-mais-ganham/
Querem lá ver que a carreira dos Oficiais de Justiça também foi uma das que teve aumentos substanciais?? 😂
A menção está bem visível no artigo, juntamente com outras carreiras que (essas sim!!) foram bem valorizadas.
E é assim que se faz a lavagem cerebral à opinião pública! 😔
Que Monumental intervenção dos Ilustres colegas! Bem-Hajam!
ResponderEliminar7000 gatos pingados mesmo importantes nas contas da nação.
ResponderEliminarOs mais especiais de entre os especiais, campeões da parcimónia.
Era cá um rombo nas finanças públicas se os mesmos tivessem uma valorização salarial semelhante e em linha com a das outras carreiras que têm muito mais elementos...
Acho que o meu comentário não podia ser mais curial.
Além de que estou a fazer greve com grande reserva e sem apelar a que qualquer colega me secunde.
Muito menos a que haja alguém que a fecunde.
Mais três e meio por cento e passagem de 11 para 12 meses não é suficiente para dar o corpo e a alma à magistratura e demais agentes do meio?
Espero bem que a minha perda de mais um dia de vencimento não coloque demasiada pressão sobre os negociadores do governo, mas se tal acontecer desde já peço imensa desculpa a todos os oficiais de justiça que possam vir a ser prejudicados nos seus parcimoniosos ganhos com esta minha irrefletida postura.
Não deixem os licenciados no grau 2!
ResponderEliminarQuando o SFJ diz que não deixa ninguém para trás, refere-se aos não licenciados. Quando o governo tanto fala em não deixar fugir os que têm estudos superiores, aqui, porque predomina a ideologia do partido comunista, faz-se o oposto.
À carreira têm de ser atribuido o grau 3, e é evidente que todos os OJ, licenciado ou não, pertencendo à carreira, desempenharão essas funções!
ResponderEliminarOutra coisa, poderá ser a psossibildade de criação de uma putra carreira, não Oficial de Justiça, com grau de compelxidade 2. Essa carreira nunca poderá abranger os OJ.
Pensava que, nesta altura, isto já estivesse sedimentado! ...
Eu, não tenho vergonha de o dizer, quero um substancial aumento salarial !
ResponderEliminarEu não sei o que se passa neste Blog, mas a cada linha que se escreve há uma ou duas gralhas de escrita!
ResponderEliminarParece haver um algoritmo que baralha agumas das palavras!
Bom dia.
ResponderEliminarDou o enfoque no seguinte excerto: "(...) (...)".
Com efeito, eu só posso classificar e adjetivar o que sucedeu connosco como maia um dos piores enganos que conheci na minha já longa existência (vai meio século).
Dizerem, como disseram, que queriam e tinham como objetivo uma (pré) negociação a levar a cabo até ao final do ano transato (dezembro de 2024) para apresentarem uma proposta final a qual constituiria a base negocial para o novo estatuto, enfim para a revisão da carreira, e chegados a meados de fevereiro e não existir nada é rigorosamente uma logração, (usaram de ARDIL, ARTIMANHA, BURLA, ENGANO, INTRUJICE, que eu considero inadmissível nas mais altas figuras do Estado).
Repito o que já por aqui disse invariavelmente, falem-nos com verdade, deixem-se de tretas, se não conseguiram finalizar uma proposta digna, seja lá porque motivo (por falta de ideias, ou o que seja), digam-no com clareza - sendo certo que não será por falta de estudo, pois que as anteriores propostas foram alicerçadas nisso.
Eu não acredito no que vai sair desta discussão a três, com a participação dos sindicatos, e digo-o com toda a franqueza possível!
Pela postura assumida, como referi ontem, o SFJ não está preocupado no futuro da classe mas tão só e apenas no imediato, naqueles que têm 55 ou mais anos e temem as carreiras de mérito, que receiam - e muito - que o ingresso de licenciados os possa constranger na sua própria vida profissional (o que não é verdade).
Eu defendo o reconhecimento do empenhamento, do labor, da experiência e saber acumulado, a par do mérito, mas nunca sem sobrevalorizar uma ou outra.
Como não acredito nos intentos daquelas pessoas (Carlos e Marçal) também não acredito mais nesta carreira, que ela proporcione um melhor futuro a quem se valorizou e, demonstradamente, empresta os seus conhecimentos adquiridos à função, valorizando a qualidade do serviço prestado.
Mas vou respeitar o silêncio (que não é dos inocentes, é antes dos culpados pela atual situação - a tutela e os sindicatos) até porque estou de saída (só uma hecatombe me poderá fazer mudar de ideias, pois que a julgar pelo andar da carruagem não se perspetiva grande futuro nos tribunais).
Vergonha??
ResponderEliminarMas afinal andamos aqui por quê?
Eu quero salário digo! logo aumento como as outras carreiras, no minimo!
ResponderEliminarTodos enganados
Escravos!
como diz o bloguer e bem:
ResponderEliminar"
ResponderEliminarGREVES EM VIGOR!
USEM-NAS!
É A ARMA QUE TEMOS AINDA ATÉ CANSAR A TUTELA!
Finalmente alguém falou bem o tal Joaquim, esclareceu as mentiras da ministra...
ResponderEliminarEsclareceu que os auxiliares licenciados ficam todos para trás.
Esclareceu que apenas tivemos um aumento de 38 euros brutos.
Aleluia....
A ministra foi desmascarada....
Boas,
ResponderEliminarAntes de mais dizer que sou licenciado, adjunto há mais de 15 anos, e funcionário na carreira judicial de oficial de justiça , vão quase 30 anos, contando com tanto tempo de vida como a democracia neste país.
É uma vergonha o que se passa nos tribunais:
- como não há promoções aos lugares vagos (de secretário, escrivão de direito e técnico de justiça principal) estes são ocupados em regime de substituição por colegas - que eu respeito e muito, pois não têm culpa da atual situação - sem frequência de cursos próprios ou prestação de provas;
- estas colocações, porque feitas à luz dos critérios do atual EFJ, são efetivamente injustas porque elevam àquelas funções colegas que, por sorte do momento ou outra vicissitude (aposentação, ausências prolongadas, etc.), não ocupariam tais lugares se esta ocupação fosse por meio de concurso geral com critérios de mérito e pelo menos com o mesmo peso que a antiguidade;
- a agravar a situação, há vários casos de colegas que são recolocados em determinados núcleos para, nessa sequência, serem investidos em tais cargos;
- esta situação tem vindo a agudizar-se e é inadmissível que se venha a perpetuar por muito mais tempo - os tribunais passaram a ser o terreno fértil para os favorecimentos pessoais (ilegal por consubstanciar um autêntico desvio de poder) amiguismos e tudo o mais que de pior possa existir nestas situações em que o campo de atuação é dado a um amplo arbítrio e discricionariedade por quem decide.
- Assim, não existindo promoções - aos cargos de topo - também na base tudo permanece na mesma e assim permanecerá por muitos e longos anos - quanto mais tardar essa investidura (de forma definitiva e já não precária) mais "travamento" existirá na base, com evolução por níveis/escalões mais lenta e limitada - a partir de um determinado momento deixa de existir e ficamos estagnados no mesmo.
Esta realidade é triste, muito triste, e só provoca desmotivação e muitas vezes é geradora de conflitos que se repercutem nos objetivos propostos para os serviços.
É inegável que "isto não dá mais assim" e não haverá quem queira se sujeitar a tal situação "de injustiça" pois que não se predispõem a ser a alavanca dos "meninos bonitos" que pela filiação ou feições vão progredindo, ultrapassando por fora, todos os que por mérito deveriam encimar a fileira dessas progressões.
De tanto lhes baterem (nos licenciados) julgo que sai, por isso, toda a fina farinha e fica apenas o farelo, cuja principal virtude - todos o sabem - é a engorda!
E é essa engorda que o sindicato quer - mais funcionários e para isso mais salário na base sem curar de saber da carreira no seu todo (fazer carreira é ter possibilidade de progredir vertical e horizontalmente - ou seja por categoria e por escalões).
Somos otários em pensar que daquelas cabeças sairá alguma coisa de jeito.
Todavia vou esperar para ver - pelo menos até 26 de fevereiro!
Eu já aqui lhe tinha dito que a mãe ministra está a ver se o concurso dos 570, já podia resolver o problema, ou seja, furar as greves, não ter desistentes.
ResponderEliminarOu seja estava a ganhar força para entrar na mesa negocial numa posição de força...
E o k fazem os sindicatos caíram na armadilha...mais uma vez..
Contudo e com alguma sorte até já desistiram 100 funcionários.
E petições como a apresentada ontem já deu o que falar e esclarecer os deputados das mentiras da ministra.
Contudo a ministra está a ver e arrastar o problema, para avaliar como pode propor o que quer propor .
Bons dias.
ResponderEliminarReserva de grau 14.
Já começou a respirar...
Fazenda em primeiro lugar os meus parabéns se de fato sair deste lixo.
ResponderEliminarA profissão até é interessante o problema é a forma como somos destratados a começar por uma grande maioria de magistrados sem formação, em segundo lugar pelas restantes chefias e cultura de assédio que reina nos tribunais..
No caso da putra deve ter-se tratado de mero lapso do utilizador, dada a proximidade das letras, mas não tenha dúvidas de que isso acontece relativamente a palavras de grafia semelhante.
ResponderEliminarA ministra mais uma vez com má fé, está a arrastar o problema, pois pensava que ia resolver isto com o concurso fraudulento dos 570 funcionários.
ResponderEliminarSim digo fraudulento porque pergunto a si fazenda ,se em algum dos concursos que foi admitido fez o exame em casa?
O PiSD recomenda muita alma e parcimónia, a bem das sustentabilidade da nação.
ResponderEliminarAqui nos tribunais existe uma cultura de desprestigiar e desconsiderar os colegas com licenciatura.
ResponderEliminarContudo todos querem grau três.
Que contradição.... então o grau três em todas as carreiras é destinado a quem tem licenciatura aqui nos tribunais quer se fazer o contrário...
Ou seja a carreira deve ser considerada grau 3, contudo muitos colegas invejosos ainda tem a audácia de perguntar, então tens licenciatura e estás aqui??
Isto é de rir para umas coisas a licenciatura serve, para outras não...que conveniência....
Como aqui alguém já disse fazenda, a estratégia da ministra foi ver se com o concurso dos 570 , conseguia bloquear as greves.
ResponderEliminarOu seja com isto já podia ir negociar o estatuto numa posição de força, tinha os pés e mãos dos sindicatos atadas.
Contudo com alguma sorte do nosso lado desistiram perto de 100 funcionários..
Depois as adesões á greve tem sido massivas.
Depois alguns colegas como o caso desta petição veio esclarecer os deputados das mentiras da ministra..
Pode ser que tenhamos ainda alguma salvação.
Mas uma vez que os nossos aumentos não estão previstos no orçamento, certamente isto irá ser arrastado o máximo possível.ate para o ano.
Quanto a você sair disto os meus parabéns, contudo tenha em consideração alguns fatores, quanto irá auferir, o local onde poderá ser colocado.
ResponderEliminarAcredito que irá para melhor...pior que isto aqui é impossível...
ResponderEliminarQuem menospreza como diz, são uma minoria de invejosos, fracos moralmente.
Ma meta na cabeça que há carreiras em que o pessoal que entrou com 11º ano, designadamente nas conservatórias e PJ, aquando da mudança das exigências, passaram para grau 3 como todos os outros. Quem entrou daí para a frente é que já tinha que ter a licenciatura, mas os que estavam não foram menosprezados.
Só aqui é que estão a colocar esta questão.
E atenção também sou licenciado aqui e defendo que quem está não fique para trás e então quem vem depois que coloquem essa questão, já sabem ao que vêm.
ResponderEliminarEu quero que fique prevista a possibilidade de ir para o grau I.
Fiquem todos com os lugares de chefia
Você falou bem..
ResponderEliminarContudo a parte do esperar por dia 26....muito honestamente não vem aí coisa boa....
E sim querem desconsiderar quem tem licenciatura.
Contudo querem todos grau 3 já viu a contradição???
Não sou contra todos atingirem o grau 3, pois se as funções são desse grau de complexidade assim o defendo é justo.
A mim o que me revolta é esta gente sem noção que critica quem tem estudos, apenas por inveja, mas não tem noção que em todas as outras carreiras o grau 3 é atribuído em primeiro lugar a quem tem licenciatura, e também antiguidade.
O sua mente pequenina, mas que confusão vai nessa cabeça.
ResponderEliminarO grau 3 não confere nenhum cargo de chefia..
Acorda...
Olha já que tens inveja dos licenciados vai estudar...
O grau 3 é para a profissão, não o profissional!
ResponderEliminarLá vem os moralistas da escrita.
ResponderEliminarOPA o importante é passar a mensagem.
Estou me a c. Para os erros..
Quem desempenhas as funções de Escrivão de Direito DEVE ser Excrivão de Direito!
ResponderEliminarAs excepções sá confirmam a regra e apenas se pode conceder substuições por peído temporais muito restritos!
Esta situação de susbtituição é injusta e prejudica toda a classe de OJ.
Não pode continuar. NÃO PODE!
Desculpem a flatulência, queria dizer "período".
ResponderEliminarMuito bem.
ResponderEliminarO algoritmo pode, e já me tem acontecido, alterar as palavras de modo que deturpa a mensagem ou no mínimo a deixa sem sentido mesmo para os mais inteligentes ou com maiores dons de adivinhação.
ResponderEliminarAgora?
ResponderEliminarJá está tudo entregue ao Fódé da Cova da Moura.
Não quiseram ouvir-me quando cometi o crime de sedição e apelei à greve geral de outubro a dezembro, agora já está tudo minado, aguentem-se.
Por isso eu só diabolizo quem é reinvestido.
ResponderEliminarE vão dois!
ResponderEliminarMoralistas ad treta!
Passem a mensagens e deixem-se caganças
Cala-te básico!
ResponderEliminarNa PJ e Conservatórias há gente sem licenciatura, entrada noutros tempos, que passou para nivel 3 , sem mais!
ResponderEliminaracordem
para
ResponderEliminarInvejoso?
hó meu ou minha, fica lá com os graus todos pá!
Com a tua conversa tens é o complexo de inferioridade, com todas essas licenciaturas e também tens o complexo de perseguição!
Vai ao médico!
Eu também sou licenciado e não quero saber de níveis, quero é salário digno!
ResponderEliminarIdentifica-te!
ResponderEliminarE o meu comentário em alguma parte contrária o que diz???
ResponderEliminarAbra os olhos e comece a ler corretamente...
Ohh sua ave rara, o Objetivo de ter grau 3 a carreira é para que todos passem a receber mais.
ResponderEliminarO grau não é só para enfeitar é precisamente para passarmos a receber mais....
Por tal quem tem que ir ao médico és tu...
Aí coitadinha da virgem ofendida, agora a culpa é dos comentários...
ResponderEliminarTem juízo se não fosse estas discussões constantes que é o mínimo que se pode fazer já tínhamos sido comidos de cebolada...
Ao longo de 25 anos que nem comentários existiam ...a culpa era de quem??
Sabe a culpa era de gente como você que acredita na boa fé, que gosta de ver colegas abusados ...e em dificuldades...
Queres educação...se levasses com uma tábua nas costas será que aí terias a educação que procuras??...
ResponderEliminarEheheh
Ou os sindicatos apresentam no final do mês uma proposta de revisão dos estatutos minimamente digna, que valorize a carreira e que abranja todos os oficiais de justiça ou se assim não for e se tiverem um pingo de vergonha apresentam a demissão e pintam os rostos de negro.
ResponderEliminarE então porque não pintar.a cara de branco???
ResponderEliminarExpressões racistas pintar a cara de negro...
Já está passando.
ResponderEliminarSão tão incompetentes que nem escrever português sabem.
Contraria.
ResponderEliminarMoralista.
ResponderEliminarEstou-me a c@g@ri para os erros ortográficos.
Eu quero é que passe a mensagem.
A mensagem dos licenciados que nem português sabem escrever?
ResponderEliminarCerto que poderão ter futuro na maçonaria, basta ver pela ministra da saúde, mal sabe falar quanto mais escrever, mas eu, pessoa plebeia, exijo mais do que eu para me conduzir.
Disse a representante do governo: " é preciso parcimónia... o dinheiro não chega para tudo" . Fui confirmar o significado de "parcimónia": "
ResponderEliminarVai-te fuckar no trabalho, que já são 13:45.
ResponderEliminarNão basta ter o casaco na cadeira.
Eu não tenho vergonha!
ResponderEliminarEu quero ver aumentado o meu salário!
É muita pressão!
ResponderEliminarEu bem que passo a vida a dizer que a urbanidade é a chave de todos os nossos problemas.
Urbanidade q.b. para ter as calças nos tornozelos, e dar tudo para as chefias, magistraturas, governo, povinho coitadinho, empresas, todos, com muita alma, reserva e abnegação.
Comentário das 13h23. " caixa de óculos"! Vai chamar caixa de óculos a quem te fez as orelhas..
ResponderEliminarJá pensou em passar a identificar-se como o(a) Gajo(a) da Tábua?
ResponderEliminarÓ meu Rei, logo pela manhã eu comentei para essa representante o seguinte:
ResponderEliminarE, meu Rei, jamais vos esqueçais da curialidade!!!
ResponderEliminarSer curial não tem nada a ver com ser corial.
Corial vem de corista, eu conheci um indivíduo beirão, também da Cidade da Beira, ou seja, era de Castelo Branco mas também da Cidade da Beira, que me costumava dizer que a minha argumentação típica era "bater coro".
Essa representante talvez ainda seja mais corista que eu - advogada já ela é - por isso ficamos na dúvida sobre se quereria escrever curial ou corial...
Caixa de óculos, não, alucinado.
ResponderEliminarÉ que eu não vejo esse comentário em nenhum lado.
Em vez de se andarem a ofender, escrevam aqui o que querem para a classe.
ResponderEliminarQuantas categorias?
Diferença entre MP e Judicial ou pode ser só uma carreira e depois decide-se conforme o número de vagas?
Quanto se deve ganhar no início da carreira e no fim?
Aceitam as comissões de serviço nos lugares de chefia (escrivães e secretários), ou não?
O que se poderá fazer para se dar um salto qualitativo, para que possamos ser considerados todos grau 3?
Querem funções parajudiciais, ou não?
É dito que se trata.
Discutam à vontade, mas se não disserem o que querem, alguém decidirá por vós e depois aqui Del Rei que não fizeram o que queríamos.
Digam o que querem!!!
OK, eu digo o que quero
ResponderEliminar
ResponderEliminarMas dinheiro para pagar aos corruptos e negócios ruinosos já há,
ResponderEliminarvão todos para aquela banda
acordem
Ainda por cima é o paradigma da idiotice perfeita.
ResponderEliminarFoi o próprio subscritor do comentário que levantou a questão, mas como deve ser daquele tipo que nem as atas consegue elaborar em termos minimamente aceitáveis e se respalda na correção da partilha, não hesita em argumentar com a mensagem, só que a dita poderá não passar duma completa c@g@d@ se a competência se situar ao mesmo baixo nível.
Com essa discurso borra-botas só podes secretário de justiça ou escrivão mandão à beira da reforma.
ResponderEliminarEu também digo o que quero:
ResponderEliminarVejam os comentários do OJ de Turno aos fins-de-semana nos últimos meses, é isso que quero.
Sobretudo ser tratado de forma igual aos funcionários públicos professores, falo da recuperação do tempo de serviço congelado.
Isso seria condição sine qua non como ponto de partida para qualquer subsequente negociação.
Mas os OJ não passam de - salvo raras exceções como os colegas que vimos ontem na AR - autênticos bananas, por isso vou abandonar a luta, que já tenho idade para não me meter nestes caldinhos, e os principais interessados - e muito desprotegidos - que se desemerdem, até porque parecem estar mesmo a pedi-las.
Muito bem!
ResponderEliminarContinuem, vamos encher as caixas de comentários e as redes sociais com o que queremos. A Senhora Ministra da Justiça lê todos os comentários. Vamos elevar o discurso e mostrar-lhe de que cepa somos feitos e o que se pode fazer para melhor as condições de trabalho nos Tribunais e um melhor serviço ao cidadão. Quem melhor do que nós para o conseguirmos explicar?
foi apagado...
ResponderEliminarE bem, e bem!!!
ResponderEliminarCorruptos, guardas prisionais, forças de segurança, sapadores, enfermeiros, professores?
ResponderEliminarEu quero um substancial aumentgo salarial, e pouco mais ....
ResponderEliminarCoitada da Srª Ministra se andasse a ver os comentários do Blog!
ResponderEliminar
ResponderEliminarNão se preocupe. Alguém faz isso por ela.
É como digo aqui é só virgens ofendidas....qual o mal de dizer caixa de óculos.
ResponderEliminarAté dei um elogio e tudo e agora veio para aqui chorar..
Isso não é verdade, porque os elogios não se dão, fazem-se.
ResponderEliminarÉ vergonhoso o comunicado do SFJ, abordam com a Sra. Dra. Filipa Caldas imensoos assuntos, e nem uma palavra sobre o que mais nos interessa!
ResponderEliminarEsquece, não vale a pena, vocês são burros demais para perceber.
ResponderEliminarContinuem, estão no caminho certo para o abismo.
Novamente o SFJ armado em gestor da política da justiça..
ResponderEliminarNovamente a dispersar os temas, e a relevância dos temas a ser discutidos...
O único tópico Aki a discutir é a valorização salarial..
Mas aí nada...
Por certo não terei sido o único a notar, mas aperceberam-se do que disse a representante pelo partido do Governo, na Audiência Parlamentar? Revejam p.f. o video disponibilizado no artigo de hoje do blog.
ResponderEliminarRefiro-me em especial ao que a mesma disse
O que ela disse tem relevância (pela negativa!), pois acabou por dizer, de forma muito objetiva na leitura que fiz, de que os constrangimentos orçamentais não vão dar para mais.
Basicamente disse:
'Têm muita razão, admitimos que vocês ganham mesmo mal, mas compreendam que já não chega para vocês'...
Por favor vejam essa parte e digam lá se fazem leitura diferente.
É que aquelas palavras parecem ser o espelho de negociações em curso, feitas com um muro intransponível e totalmente insensível para a nossa problemática.
Eu quero deixar de trabalhar com labregas
ResponderEliminarGanhamos mal não.
ResponderEliminarPara a quantidade de greves que o pessoal faz, ganha bem demais!!
Isto dito numa reunião com as estruturas sindicais.
Portanto colegas não esperemos por aumentos nem valorizações.
Esta expressão portuguesa não tem nada a ver com racismo mas apenas com integridade.
ResponderEliminarPintar a cara de preto sempre significou vergonha por falta de decência ou idoneidade, se calhar ainda antes de algum português ter visto alguma vez um indivíduo de raça negra.
Espero que tenha existido de imediato resposta a quem quer que tenha dito tal coisa!
ResponderEliminarAlguém do Governo dizer uma coisa dessas é, no mínimo, revoltante!
Se calhar valia a pena levar para essas reuniões cópia das folhas salariais das diversas carreiras que foram aumentadas, juntamente com uma relativa aos O.J., para que possam perceber o absurdo de uma afirmação dessas.
A única resposta que a senhora doutora advogada teve foi a que eu aqui dei hoje às 09:02, mas como sempre os OJ andam demasiado ocupados para repararem...
ResponderEliminarEstou cansado, pá!
ResponderEliminarAntónio Manuel Ribeiro - UHF - Vernáculo.
Lamento colega se a esta hora não estou já nas minhas plenas faculdades interpretativas, mas não percebi a relação da sua resposta pelas 09:02 com aquilo a que me referia, que era essencialmente ter sido dada resposta (no momento!) dirigida a quem afirmou tal coisa quanto a...ganharmos 'bem demais'.
ResponderEliminarEsqueça.
ResponderEliminarPensei que se estivesse a referir à deputada do partido do governo que interpelou os colegas das petições, mas no fundo é a mesma coisa.
A camara municipal do porto faz exames online...
ResponderEliminarVai-te embora daqui ... para outro lado .. e encontrarás ... novos colegas ... labregas! ...
ResponderEliminarWelcome to the real ... world!
Pois, no início tem de ir devagar, mas logo a seguir - Faster, Faster ! ???!!! C`ant do it faster! ...
ResponderEliminarGive me more!!!
There is no more to give ! ....
Life sucks!
Resposta - GREVE!
ResponderEliminarNão somos nós que temos de dar mais, SÂO ELES!
Obvio que não vai existir aumentos nenhuns....
ResponderEliminarExistiu algo que travou a ministra até acredito que no início a mesma estava convicta que ia cumprir com tudo...
No entanto após a reunião com os magistrados, a mesma deu prioridade á contratação fraudulenta e siga.
Aí o paradigma mudou..
Isto só vai lá distribuindo tábuas nas costas de todos..
ResponderEliminarObvio que isto tinha que existir uma greve á seria ainda se vai a tempo...a ministra não quer cair...logo isto teria efeito...
ResponderEliminarMas a postura dos sindicatos é andar com a máo esticada a implorar por esmola...
Estamos a perder tempo e já nem sei se vamos a tempo...
I´m so sorry - Can´t - not C´ant !
ResponderEliminarThe wine of our lifes! ...
De acordo colega, agora só temos de fazer ver isto a mais 6998 colegas!
ResponderEliminarFui!
ResponderEliminarAté ... Segunda (talvez ainda aqui passe os olhos Sábado e Domingo)!
100
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