Reuniões sob o manto do silêncio e greves sobre a revolta dos Oficiais de Justiça
Hoje (05FEV-QUA), pelas 11H00, há uma nova reunião dos dois sindicatos que representam os Oficiais de Justiça com elementos do Governo.
Na segunda-feira (03FEV-SEG), houve uma outra reunião, com a secretária de Estado da Administração Pública e, nesta reunião, os sindicatos alcançaram um acordo com o Governo e desta vez o acordo foi com ambos os sindicatos.
Ontem, terça-feira (04FEV-TER), os Oficiais de Justiça puderam ler a nota informativa conjunta dos dois sindicatos, na qual estes informam os Oficiais de Justiça do novo acordo alcançado.
Mas que acordo novo é esse? Lê-se assim na nota informativa: «Ficou estabelecido entre as partes que o processo fosse mantido sob reserva até se alcançar uma proposta final, o que foi aceite por todos.»
Quer isto dizer que está acordado por todos (Governo, SFJ e SOJ) que aquilo o que se passar nas reuniões não deverá transpirar para os visados Oficiais de Justiça. Não é que as reuniões sejam secretas ou o seu conteúdo seja confidencial, mas, como se lê: devem ser mantidas “sob reserva” e esta “reserva” é um manto de secretismo que vai dar ao mesmo.
De certa forma é assim: os Oficiais de Justiça vão se sentar à mesa para degustar a refeição quando esta estiver cozinhada, longe dos seus olhares e conhecimento, desconhecendo os ingredientes usados na sua confeção, apenas sabendo que a vão comer, quer queiram quer não queiram, e com ela se vão alimentar para o futuro. É algo semelhante a um menu de degustação “gourmet” em que não se escolhe nada na carta, nem, muito menos, no quadro pendurado com os pratos do dia.
Os Oficiais de Justiça estão habituados a escolher o prato do dia e a perguntar o que é que acompanha e mesmo pedir alterações ao acompanhamento, por isso, isto de lhe porem o prato pronto à frente obrigando-os a comer é algo que os deixa um pouco arrepiados e nervosos.
O Governo deitou ao lixo, mais uma vez, as reuniões agendadas e vai hoje estabelecer outras, sob reserva, e já não será um calendário negocial, porque retrocedeu para reuniões de trabalho; novas reuniões de trabalho, mas, claro, sob reserva.
Estas reuniões têm como propósito conduzir a um “Protocolo Negocial e a uma Proposta de Estatuto”, lê-se na nota informativa conjunta, isto é, os Oficiais de Justiça saberão, a final, aquilo que foi alcançado, sendo esse final, esse horizonte, agora apontado para o final do mês de fevereiro.
Portanto, mantém-se a postura do Governo de querer anular todas as greves, o que os sindicatos, de momento, não aceitam, impasse este que resultou numa alternativa de levar a cabo reuniões de trabalho que não são reuniões do protocolo negocial, porque, como se alega agora, o Governo deixou de negociar em ambiente de luta.
Curiosamente, o alegado tal ambiente de luta que agora tanto incomoda o Governo é esta pasmaceira de luta dos Oficiais de Justiça que não chega aos calcanhares dos ambientes de luta de outras carreiras que acabaram negociando tudo e mais alguma coisa com o Governo, obtendo valorizações que deixam os Oficiais de Justiça de boca-aberta.
Evidentemente que, apesar do constrangimento dos sindicatos em incentivar a luta e a pressão ao Governo, como noutras carreiras já valorizadas sucedeu, vêm os mesmos colocando-se à margem das iniciativas dos Oficiais de Justiça que, sozinhos nas suas redes sociais, já se constituem como uma verdadeira força e uma nova estrutura sindical, e isto deveria mostrar aos sindicatos que estão a perder a genica para estruturas organizativas alternativas e independentes.
Sempre aqui o dissemos, não vale a pena inventar nada, basta copiar. Basta copiar o que os outros sindicatos fizeram, basta copiar o que os Oficiais de Justiça sozinhos andam a fazer. É só fazer de macaco e imitar, abandonando a vã presunção de que irão fazer algo diferente e grandioso.
Hoje há um mar de tribunais e de serviços do Ministério Público encerrados por todo o país, por greve, por luta e determinação dos Oficiais de Justiça que se deram ao trabalho de incentivar o país inteiro à greve neste preciso dia da reunião que dá início às reuniões de trabalho sob o manto do silêncio da reserva.
Os Oficiais de Justiça não precisaram dos sindicatos para nada para organizar esta iniciativa de caráter nacional e isto deve ser motivo de alerta, quer para os sindicatos, quer para o Governo.
Não basta terminar as notas informativas com os chavões do costume como o do “Juntos somos mais fortes”, ou o da “Justiça para quem nela trabalha”, nem com este último deixado no final da nota conjunta:
«Os sindicatos não abdicam de lutar pela valorização e dignificação da carreira e mostram-se empenhados em respeitar o passado, garantir o presente e construir o futuro da carreira dos oficiais de justiça.»
Passado, presente e futuro, é nisto tudo que dizem apostar os sindicatos, já os Oficiais de Justiça, por sua vez, estão apenas focados no futuro. Há, portanto, um certo desfasamento na focagem e no modo de atuar de cada estrutura sindical: a organizada e a espontânea; a dos representantes e a dos representados, e isto é inadmissível, porque ambas as entidades deveriam estar em perfeita sintonia.
Tudo isto é sinal óbvio do estado degradado e degradante a que chegou a carreira, pelo que quando se diz que “Os sindicatos não abdicam de lutar pela valorização e dignificação da carreira”, todos os Oficiais de Justiça nutrem, embora sob reserva, uma esperança de que isso seja mesmo assim, de que isso seja verificável, palpável, e, para isso, é fundamental que os sindicatos informem os Oficiais de Justiça, ainda que sumariamente, daquilo que vai sucedendo nas reuniões de trabalho, porque a sonegação de informação será uma grave ofensa aos Oficiais de Justiça.

Fonte: Nota Informativa Conjunta dos dois sindicatos a que pode aceder por qualquer uma das seguintes ligações: “SFJ-Info-04FEV” e “SOJ-Info-04FEV”.
Na realidade o verdadeiro sindicato é este blog.
ResponderEliminarEsta é a única entidade capaz de mobilizar todos os oficiais de justiça.
A larga maioria se identifica com o blog.
Por ministra de quer negociar é com o bloguer essa é que é a realidade que ninguém quer ver.
Informação dada pelo Presidente do SFJ agora na RTP1.
ResponderEliminarJÁ DESISTIRAM PERTO DE 100 DOS 570...
E só passaram umas semanas...
ResponderEliminarO que é que ainda faltará perceber de que esta carreira não é atractiva.
Os mais jovens fogem disto e com razão.
Isto aqui é uma vida de sacrifício e privação e eu já cá ando há muitos anos.
A saúde é a primeira a dar-me sinais. 😔
Já por aqui o escrevi muitas vezes!!!! Os sindicatos, quando antes me referia ao SFJ, são os nossos "flautistas de Hamelin". A aceitação destas condições para negociar, na sombra dos corredores do poder e nas costas dos seus representados, demonstra fragilidade negocial e subserviência ao poder, imagine-se o absurdo, ao poder de um governo minoritário e, quiçá, a prazo!!!
ResponderEliminarSendo os "ingredientes" os mesmos, o modo de fazer igual ao adotado até então, os "cozinheiros" com a "qualidade" que há muito lhe não é reconhecida para exercer e assumir as responsabilidades que lhes estão atribuidas, o resultado não poderá ser outro que não a continuação do marasmo profissional e o empobrecimento da classe. Imagine-se que a nossa unica esperança é que do outro lado hja gente inteligente, com bom senso, capaz de perceber que, para além dos nossos interesses, está em causa a dignificção e valorização de um "serviço" do estado cuja manutenção, eficiencia e eficácia, são essenciais para um estado de direito democrático saudável, capaz de rejeitar todo o tipo de desvios e atentados ao direito e e aos direitos, liberdades e garantias da comunidade.
A única solução? Entupir as caixas de correio electronico destes sindicaos a exigir outra postura e respeito,em primeiro lugar pelos seus associados e depois por todos aqueles que representam.
Esta cedencia vergonhosa dos sindicatos vai acabar mal e depressa para nós, já que o fim o tunel, segundo o comunicado, ver-se-á no final do mês. A ser assim, uma coisa é certa, esta instabilidade e exptectativa está para terminar em breve, estando para breve o fim do nosso sofrimento por mais e melhor futuro e o inicio do nosso calvário, confirmando-se os dados que pairam no horizonte.
Já abalaram perto de 100 jovens recém entrados??
ResponderEliminarEsta carreira não está mal... está na realidade a pontos de colapsar, tendo em conta o número de reformas e saídas para outros organismos do Estado.
Se antes a menção era a de que os Tribunais tinham os serviços presos por fios, agora está decrépita.
Quase 100 saídas e passado tão pouco tempo (nem 1 mês passou), é muito preocupante!
A serem destratados pelos ilustres magistrados, subjugados...escravizados quem aguenta isto...eu sei bem o que passei quando entrei neste lixo...
ResponderEliminarSegredo de fatima 1 = a papo secos
ResponderEliminarAgora estamos no segredo de fatima 2 = a m...
Se o primeiro segredo não deu certo o que fará o segundo.
ResponderEliminarCom o que pagam para levar pontapés de todos e longe decasa,
fujam !
palmas!
há vida mais saudavel fora disto!
ResponderEliminarNem mais! escravizados por toda a gente! e a pagar para isso.
Continuem escravos!
ResponderEliminarAgradeçam ao acordo do pão seco
ResponderEliminarBom dia.
ResponderEliminarSim. É muito preocupante!
Mas daqui por algum tempo será ainda mais grave!
Já se fala em "paralisar" os processos de reforma antecipada e outras mais medidas para mitigar a descapitalização generalizada dos serviços públicos e concretamente dos tribunais.
Na última década, era bem sabido que aquela medida do tempo do Engº José Sócrates (que nos atirou a todos para mais dez anos de trabalho (es)forçado aliada àquela outra do tempo da Celeste Cardona (Governo de Durão Barroso) que deu sequência aos anteriores projetos de privatização dos Notários (projetos do Governo de Cavaco Silva, em 1995, e do de Guterres, em 1999) possibilitando que os respetivos funcionários transitassem, por escolha, para o privado ou se mantivessem no público (nas Conservatórias).
Volvidos estes anos todos, em que, sucessivamente, foram relegando a resolução do problema lá mais para a frente, eis que é chegado o momento de rutura total.
Há serviços nos tribunais que encerraram, o mesmo sucedeu com as Conservatórias e nem as novas ferramentas informáticas conseguiram "amenizar" a coisa, apenas atenuaram e permitiram o arrastamento da situação relegando o colapso para um outro momento.
Aqui chegados, perguntamo-nos se é agora esse momento - o do colapso?
Não me parece! Esse momento já aconteceu lá atrás e o que se vive agora é uma situação d gestão e de minimização dos estragos - já perdemos muito tempo e com isso muito do conhecimento organizacional e competências e saberes acumulados foram saindo num processo de sangramento assemelhado a um jorro de água que brota de uma fonte no inverno.
Agora é chegado o momento de viragem e perguntamo-nos o que se espera que aconteça.
Será que há coragem para fazer o que tem de ser feito? De assumirem uma resposta ao problema independentemente da sua aceitação? Não sabemos.
O que sabemos é que vai tudo ser feito de costas viradas para a classe - digo classe e não associados dos sindicatos porque todos sabemos agora que é um determinado grupo de associados (do SFJ) quem, por sinal, tem apontado a solução (a que melhor lhes serve os interesses que não correspondem necessariamente aos interesses da classe).
Por isso, numa sociedade democratizada, em pleno século XXI, na era digital, da AI, em que os processos de decisão deveriam envolver todos e contar com a colaboração de todos para melhor ser compreendida e aceite, acontece precisamente o contrário, deitam-se a negociar as nossas vidas às escondidas e, pior que isso, o futuro da justiça.
Sim. O futuro da justiça está em causa! Os tribunais não funcionam sem pessoas - toda a gente sabe disso, até a AI o pode afirmar - e todos sabemos que quanto maior a qualificação maior a eficiência, produtividade e qualidade do serviço.
Não é difícil dar uma resposta ao problema e ela só não sucede por razões relacionadas com a competência de quem decide estas matérias que, demonstradamente, as desconhece, nunca lidou com esta realidade apenas frequentando os gabinetes e espaços mais confortáveis das metrópoles.
O que todos acordaram - em nos manter às cegas, a nós OJ e a todos os portugueses - num assunto de suma importância como o é o da justiça só significa uma coisa : o desnorte completo e uma notória incapacidade para resolver os problemas da vida real.
Se fosse sindicalizado - já fui mas deixei de o ser - desvinculava-me já hoje para não ficar ligado ou significar apoio áquilo que vão todos decidir nas nossas costas.
Viva a democracia, viva a liberdade, viva uma justiça e um governo da nação às claras (sem ser de costas voltadas para arealidade).
Haja coragem de decidir. e é o que eu exorto a esta equipa ministerial - decidam porra!
A receberem perto de 1.000€ limpos, numa carreira exigente como esta e nos dias que correm, não tardará muito e .
ResponderEliminarOs mais jovens não são parvos e rapidamente percebem que encontram melhor e (muito) menos desgastante noutros organismos do Estado.
E melhor remunerado, claro!
Em tempo.
ResponderEliminarTambém eu vou desertar assim que desbloquearem o concurso para as Conservatórias.
E vai-se sabendo algumas coisas - por exemplo que, por incompetência e arrastamento, deixaram passar um ano e precisaram de renovar a autorização do MF, que entretanto decidiram abrir um movimento exclusivo para os funcionários e que, entretanto, o resultado desse movimento deixou vários serviços descapitalizados e em risco de encerramento e, por isso, puseram um travão e está tudo num impasse.
Que, entretanto, certamente pro desconhecerem a realidade descrita, no âmbito da resposta a outras soluções - como seja o problema da AIMA/Emigrantes - propõem-se a atribuir competências nesta matéria se saberem que os atuais quadros nem sequer conseguem dar resposta às demandas atuais quanto mais a outro serviço sobre o qual não têm competências e saber algum.
Esta equipa do MJ ou trata de andar para a frente e resolve os problemas que têm em mãos ou vai deixar o país - na área da justiça - ainda pior do que estava.
Decidam alguma coisa P.F. o país não pode viver com constantes adiamentos sobre as maiores decisões as nossas vidas, nomeadamente coletivas.
Temos de parar a máquina!
ResponderEliminarTemos de para as diligências!
Bastará isso, e repetir as vezes que sejam necessárias, até que todos o vejam, até que todos a pratiquem ...
Quando aí chegarmos, em 3 semanitas, as nossas aspirações serão atendidas.
Isto não é um auto de fé, é uma, quase, certeza absoluta!
Mas haverá alguém tão estúpido que se queira matar a trabalhar nos tribunais, e sujeitar-se ao mando do Juiz, do Procurador da República, do Escrivão adjunto ou Escrivão de Direito, do Secretário, do/a Administrador/a, do Juiz Presidente e do Procurador Coordenador , do Advogado, do Solicitador, do cidadão utente; da fiscalização do COJ, do CSMP/PGR, do CSM; sujeitar-se ao stress dos processos urgentes (presos, menores, VD, etc.) ao estudo e dedicação aprofundada e em exclusividade das matérias e ferramentas informáticas variadas.
ResponderEliminarHaverá alguém com juízo que passado algum tempo não perceba no que se meteu e queira ficar por aqui ? só se for por desespero ou então por se sentir amparado por alguém e acredite que levará boa vida - a que ninguém tem nos tribunais!
Já desbloquearam ontem.
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ResponderEliminarMuito bem
Os novos só se forem tolinhos é que ficam nesta profissão, nas condições atuais.
Depois de tantos anos a perder, a haver negociação e acordo o mesmo tem de ser uma valorização de 300 euros igual para todos mais a integração do suplemento. Menos do que isto já é uma derrota e não valeu a pena esta luta e sacrificio de aguentar isto.
ResponderEliminarEsta valorização não é nada de extravagante pois foi o normal atribuido a outras classes.
Quero ver o que vai sair de algum acordo com os sindicatos.
espero que não cedam a novas migalhas e chantagens senão é o fim mesmo da carreira.
Depois que negoceiem o estatuto mas primeiro tem de ser a valorização salarial.
ResponderEliminarAcho muito bem que nesta fase have reserva do que se está a discutir, atendendo à animosidade, ódio, inveja e ignorância que pululam na grande maioria dos comentários que aqui são feitos desde há anos.
Aliás, não percebo que, com tantos opinantes e posições tão radicais, não haja mais listas a concorrer à direção de ambos sindicatos, com ideias concretas e construtivas de luta e posição da carreira.
Fazem lembrar o video daqueles cães se se ameaçam vigorosamente com um portão entre eles, mas que depois se afastam cobardemente quando esse portão é aberto.
Abdico do dinheiro se me derem prestígio, muito prestígio.
ResponderEliminarA nossa carreira não só é especial mas também a de maior prestígio.
Não tem de ter no mínimo 350 € para todos os escalões, mais integração do SRP, mais a criação de 4 escalões adicionais por cada catergoria (para acomoodar idade da reforma aos 67 anos), mais a recuperação do tempo congelado (como os Profs.).
ResponderEliminarAssim se faz justiça (ainda que não na totalidade)
Saíram hoje as listas dos admitidos do concurso GITA2024.
ResponderEliminarComeçar a estudar para me por a andar desta m
O último que feche a porta!!
PQP
Otários, já vão tarde.
ResponderEliminarA derradeira oportunidade foi parar de outubro a dezembro.
Agora já não há volta a dar, os de grau III com a ajuda dos pós 2006 e ainda os novos provisórios preparados por estes e pelos outros otários todos pré 2006, já começam a minar tudo e a furar todas as lutas.
Escravos para sempre a trabalhar de borla de sol a sol é o que aí vem e a culpa é toda vossa.
Acorde.
ResponderEliminarO processo democrático no SFJ está congelado e no SOJ pura e simplesmente não existe!
E não só.
ResponderEliminarJuntando as ratazanas que já receberam o tempo de provisório roubado e outros vendidos que tais, neste momento, dos potenciais 4000 prejudicados pela proposta vergonhosa, talvez mais de um terço já se tenham passado para o outro lado, o que significa que pouco mais de 2500 oficiais de justiça possam estar por estes dias verdadeiramente descontentes e em luta ativa.
Sim, o IRN já desbloqueou...
ResponderEliminarVamos ver quantos saltam...
Dizem que são mais de 100.
Mais o 100 que já desistiram...
Mais os 40 por mês em aposentações...
Vamos lá ser francos.
Se as secretarias dos Tribunais tivessem todos os quadro, especialmente as secretarias do ministério público, certamente processos como o TuttiFrutti não demoravam 8 anos para sair uma acusação.
E esse é o grande problema , não interessa a ninguém que isto dá Justiça e dá investigação, funcione.
Repare-se que ontem, depois de conhecida a acusação , que envolve os partidos que nos governam há 30 anos, os responsáveis políticos em vez de mostrarem preocupação por Muchachos do partido estarem envolvidos, criticaram a Justiça pela sua morosidade, os mesmos responsáveis políticos pela delapidação das secretarias.
O Presidente da República assobia para o lado.
Os jornalistas comem tudo o lhe põem á frente.
E nós bem que estamos fo..., porque fomos apanhados no meio destes interesses.
Abraço
FF
Eu dou-te o prestigio os galões na farda de OJ e tu dás-me o teu ordenado, pode ser?
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ResponderEliminarRatazanas? deves estar a ver-te ao espelho, pá!
Tens inveja do dinheiro e tempo que foi roubado e devolvido 30 anos depois, é?
Eu compro-te um espelho, para te mirares bem e veres que serás mesmo tú ratazana e toupeira, ofendendo as ratazanas e toupeiras verdadeiras
Viva o pao seco de há 25 anos
ResponderEliminarforça camarada
ResponderEliminarNos meus lados já um desistiu...
ResponderEliminarNem tenho grau nem grande ordenado.
ResponderEliminarCom o meu ordenado ninguém vai a lado nenhum.
Pelo proposto pelo governo, nunca na vida chegarei a saber o que é chegar ao último escalão de uma categoria.
Por isso me agarro ao prestígio para ter algum consolo.
Isto é uma profissão de fugir, só pode mesmo...
ResponderEliminarNão deve haver outra na Administração Pública que perca, em apenas 2 semanas, este número de admitidos.
Isto é gravíssimo!
E a sobrecarga para os que ficam é um continuar dos problemas e um agravamento em cima dos existentes.
Será que todos estes alertas não chegam para fazer uma e reter os cada vez menos funcionários??
IRRA!!
Simples:
ResponderEliminarÉ ratazana quem recebeu, mudou de escalão e deixou de lutar solidariamente pelos que ainda estão a arder.
Mas também é ratazana toda aquela que fura as lutas e depois lambe os beiços se porventura alguma coisa for conseguida.
Pois só pode ter esse nome quem aceita a vergonhosa proposta última do governo, sobretudo de pertencer à categoria de escrivão auxiliar.
Simples:
ResponderEliminarCompra um espelho
negociações de 25 anos
ResponderEliminareheheh
ResponderEliminarComentário das 11h09..
O reflexo é a imagem do artigo de hoje do blogue.
ResponderEliminarsó é destratado quem deixa. imponham-se. ninguém nos pode faltar ao respeito.
ResponderEliminarDesculpem colegas, tirem-me uma dúvida:
ResponderEliminarA greve de hoje é só para quem quer ser chefe, ter prestígio e muito grau?
Obrigada
Reserva?
ResponderEliminarTêm receio de que alguns mentecaptos dos que vão opinando nas redes, no meio do chorrilho de disparates que também são ditos, possam acrescentar algo à dinâmica da negociação perturbando e obrigando constantemente a ponderar e sobretudo a pensar o devir dos termos do documento?
Estou doente.
ResponderEliminarDepressão pós burnout, nem autoestima tenho que chegue para me olhar ao espelho.
E vou continuar de baixa até que me obriguem a voltar para o pé das ratazanas.
E agora vão impor qualquer merdice e ainda vão cantar vitória por terem resolvido um impasse de tão longa data.
ResponderEliminarE os otários vão engolir sem tugir nem mugir, porque é essa a natureza deles, mansaria, borrabotice e capachice.
Não digam por favor "que já abalaram 100 dos novos colegas"... há aqui quem não queira que isso se saiba, ou seja divulgado!!!
ResponderEliminarAcho que não.
ResponderEliminarEu tenho menos tempo de auxiliar na minha carreira do que no resto da mesma e estou a fazer greve porque o que mais me interessa é valorização salarial em linha com as outras carreiras especiais da função pública.
Palhaço...sabes lá quantas lutas já travamos quando ainda só te preocupavas com as borbulhas na cara.
ResponderEliminarAcabem lá com a conversa dos graus...o que se pretende é um salário compatível com a nossa função.
ResponderEliminarImponham-se
ResponderEliminarehehehh
Magistrado manda. e refiro-me em termos processuais e ponto final. Mas em termos processuais também há destrato.
Anda aqui esgoto, por isso falam as ratazanas que não passaram pelo roubo do tempo de provisório, nem pelo roubo do tempo da troika.
ResponderEliminarContinuem ratos.
Nem mais!
ResponderEliminarSalário compatível com o que se atura e s pontapés que se levam!
Ponham isso nas cabecinhas!
É esperar mais 1 mesito e os números infelizmente ainda serão mais penosos.
ResponderEliminarMuitos mais seguiram.
ResponderEliminarConcorreram e bem a outras carreiras mais vantajosas e irão em breve abandonar.
Fazem bem rapidamente dá para perceber a porcaria de carreira que temos.
A Srª Diretora-Geral da DGAJ esteve hoje de manhã de visita ao Tribunal de Sintra, para segundo informação passada, efetuar o recebimento dos novos auxiliares que aqui foram colocados. Para além das muitas queixas ouvidas e quando perguntada quantos dos 570 admitidos não se tinham apresentado, ou tinham já desistido, disse cerca de 40 (?!). Disse que já estão em marcha os procedimentos para a "substituição" desses cerca de 40 (?!).
ResponderEliminarNesse caso existe 'alguma' discrepância nos números.
ResponderEliminarO Presidente do SFJ afirmou que eram "perto de 100" desistentes...
Quem é que afinal fala a verdade, ou tem os números mais atualizados?
ResponderEliminarNão é preciso entrar em guerra de números. Afinal, irão quase todos embora...
.
A Nossa comunicação, é muito vergonhosa, e somos colegas, que seria se não fossemos.
ResponderEliminarTenham mas é VERGONHA, e moderem a baixeza que os governantes ao longo décadas, nos habituaram.
Diálogos destes, em NADA nos fazem ser respeitáveis na profissão que temos, menos ainda, como Seres Humanos.
Todos pertencemos, por escolha pessoal de cada um, a uma mesma Instituição DGAJ, que joga uns contra os outros, que cria desigualdades, menospreza os funcionários que para ela, trabalham.
E nós, embarcamos no que nos tem sido feito, e andamos às turras uns com os outros, em vez de nos UNIRMOS.
Ao ler coisas como estas, colegas, talvez saibam porque estamos como estamos.
Parecem miúdos a fazer BIRRA, quando a mãe deu um chocolate a um, e não logo a outro....
O que os Governantes querem, é que haja Desunião.....é aí, que podem governar.
ResponderEliminarAbençoados!
Pois.
ResponderEliminarO número mais importante acabará por, a final, ser apurado nos próximos 4/5 anos, que será o dos que usarão da mobilidade para usufruto pleno das suas habilitações.
Mais que isso, é a possibilidade de haver pre-reforma aos 55 ou 60 anos.
ResponderEliminarAfinal de contas, perdemos isso, graças à NEGLIGENCIA, do Sindicato SFJ.
Porque as carreiras que tinham reforma aos 55 anos como nós, passou para menos que os 65?!?!
Aqui todos são/somos leões, mas nos corredores muitos/a maioria não passam de gatinhos!
ResponderEliminarDeviamos ser mais contidos aqui e mais afirmativos nos tribunais!
Agora, e se nada de concreto resultar, temos de exigir aos nossos sindicatos e a todos os operadores da justiça que se manifestem a nosso favor, porque nós vamos parar "esta coisa"!
Uma vez uma cabra duma juíza ameaçou-me verbalmente, no tempo da troika em que eles tiveram aumentos mirabolantes de vencimentos e subsídios e nós só apertos de cinto, de que se eu voltasse a cometer um lapso processual da treta como o que cometi, de que me condenaria em custas processuais ou coisa que o valha, estive logo quase um ano de baixa e o psiquiatra sempre a pressionar-me para a processar...
ResponderEliminarDiscordo.
ResponderEliminarOs que trabalham comigo e estão deste lado não hesitam em cumprir a greve ao serviço fora das horas consagradas nem em fazer as outras greves em vigor sempre que a instâncias dos sindicatos ou inorganicamente nos predispomos a isso.
Logo, acho que alguns de nós são afirmativos quanto baste nos corredores dos tribunais.
O problema são as ratazanas de que aqui se tem falado, fura greves, borra-botas e capachos sem amor próprio nem dignidade, bem instalados quer nas suas vidas pessoais quer no amiguismo das vidas profissionais, e noutros casos até simplesmente acomodados porque não dão para mais do que simplesmente aceitar a subjugação.
Este anónimo e demais classes julga que mudar de carreira é fácil e é para todos...
ResponderEliminarSeja honesto...
Bom comentário, o governo está sempre a prazo uns saem mais cedo outros mais tarde...mas acabam sempre por sair..
ResponderEliminarEnquanto nós cá continuamos a definhar....a luta tinha que endurecer...
Colega, eu puxei o assunto das ratazanas.
ResponderEliminarRoubaram-me o tempo de provisoriedade e ainda não me notificaram.
Tenho mais anos de serviço na categoria que foi proposto pelo governo passar a grau 3 do que na antecedente. Mas apesar disso estou-me a cag@r para o grau. O que quero é uma valorização salarial em linha com as outras carreiras especiais da função pública.
Agora, acha que é birra de criança chamar ratazanas aos oficiais de justiça que não perdem um único dia de salário e estão em regimes de substituição - renovado para além dos limites legais -, já receberam os valores da ação e parecem ter medo de que lhes vão retirar o dinheiro se manifestarem solidariedade para com os colegas nas mesmas circunstâncias, ou são relativamente jovens e em vez de se preocuparem com os seus futuros seriamente ameaçados se dedicam mais a ser uns meros borra-botas?
Obviamente que não passam dumas ratazanas.
Gita o que é isso??
ResponderEliminarMansaria = a sindicatos
ResponderEliminarBorrabotice= Marçal
Capachice = a adminitradores
Acho que os secretários ainda são piores do que os administradores.
ResponderEliminarOs que mais inventam sobre disponibilidade plena, serviços mínimos e mais não sei o quê...
Até à data, desistiram à volta de 40/50. O marçal quis dourar a pílula e tenta enganar os mais incautos. Neste movimento, duvido que hajam muitas mais desistências. Muita malta foi colocada perto de casa. Curioso que uma delas perguntou em que tribunal trabalha o marçal ao que alguém lhe respondeu que não põe os pés nem as mãos numa secretaria desde o século passado. Ficou sem palavras
ResponderEliminarPara o Anonimo das 15:46 tu é que sabes quantos desistiram???
ResponderEliminarTrata-te se a ministra anda a dourar a pílula a toda a hora pork motivo outros não podem fazer...
Ninguém está contente com as propostas do governo todos ficam a perder são menos 300 euros a 14 meses ...
Todos ficam mal com isto...
Afirmativo.
ResponderEliminarRecebi hoje a notificação da lista final.
Já desesperava.
Até que enfim vejo uma luz lá ao fundo e não é a de um comboio de alta velocidade disposto a trucidar-me, é mesmo uma oportunidade que não posso e não vou perder.
Já tenho as malas prontas a aviar.
Por sinal quiseram acautelar alguns serviços mas viram que nada podiam fazer para obstar às colocações no movimento interno. A solução foi dar seguimento ...
Sim.
ResponderEliminarNa verdade é como o marido que não dá dinheiro à mulher e espera que esta tenha a mesa sempre abastada e lhe prepare proveitosos repastos. E até pode suceder que esta lhos prepare, mas aquele certamente tem de desconfiar de onde vieram os proventos que os custearam - se do trabalho escravo (o que é profundamente indignante) ou de outras formas menos .... diria que ... honestas (um cachorro bem cozinhado passará por um leitoso cordeiro a quem tenha um palato disfuncional e uma barriga imensa).
Para anonimo das 11:33 não diga tontices a adesão á greve está a ser grande.
ResponderEliminarNinguém está satisfeito com a atual situação, todos estão a perder..
A diferença é de 300 euros ou mais ainda acha que existe alguém contente com isto?
Tenha juízo...você nem sabe quantos aderiram á greve porque fala de ratazanas?.e dos pós 2006 e dos provisórios todos estão revoltados ...
OPA a maioria dos OJ estão a aderir às greves tenha juízo...
ResponderEliminarEstão todos a perder ratazanas e não ratazanas...
Deixe de circo...
Já se saber alguma coisa da reunião ?
ResponderEliminarAté à data poucos desistiram e a grande maioria deles vão-se manter na carreira, desde que se lhe dê oportunidades de progressão na carreira sem que o critério seja o da antiguidade. Esperemos que assim seja.
ResponderEliminarO problema desta classe e de muitos é que só pensam no dinheiro mas que tudo o resto se mantenha igual. Promoções a adjuntos sem qualquer prova de conhecimento e tudo o que venha a seguir. É o que temos
ResponderEliminarPara anonimo das 16:27 és bruxo?? Ou bruxa??? Tu agora é que sabes quantos desistiram ou não.....toma juízo...nem todos nem a maioria foi colocada perto de casa..
ResponderEliminarPois imponham-se és o meu herói anónimo das 13:37.
ResponderEliminarColegas, tirem-me uma dúvida por favor:
ResponderEliminarVim trabalhar hoje e queria saber se este mês já vou receber este dia de trabalho ou se é só para o próximo mês.
Obrigada
Para anonimo das 11:48 deves ser doente.
ResponderEliminarAs greves têm tido adesão massiva...
Cala essa boca suja para aí....
Os coitados dos provisórios entraram nisto agora vão ser avaliados até entendo que tenham receio .
Isso é óbvio, ninguém tem hipótese.
ResponderEliminarEspero que não recebas nada furas a greve como uma ratazana e ainda queres informação...vai te catar...
ResponderEliminarPorque é que utilizas o verbo "catar"?
ResponderEliminarEstás chamar de piolhoso ao colega que estás a comentar?
Terás confiança com ele para usares esse verbo, ou será apenas falta de educação?
É triste, pois é nesses momentos que deve ser dito e repetido que a diferença é brutal.
ResponderEliminarÉ nessa altura, com os holofotes e o 'tempo de antena' em nosso favor que deve ser dito - e repetido - que houve carreiras que obtiveram em pouco tempo uma negociação que valorizou em praticamente 380€ (bombeiros sapadores), ao passo que a nossa obteve um ganho remuneratório de 1/10 disso...pago x12/ano.
Sim, uma cag@da de 1/10.... 😔
Sim.., foi agendada a próxima.
ResponderEliminarSim.tenho confiança é um conhecido meu.
ResponderEliminarQual é o teu problema.
Queres levar com uma tábua nas costas..
Não estou a falar destes provisórios.
ResponderEliminarEstava a referir-me às outras ratazanas de 2001 que já receberam e viraram as costas aos colegas que ainda não receberam e agora já não fazem greves.
Conheço-os por amostragem.
ResponderEliminarTodos, sei bem de que percentagens estou a falar.
Gostei dessa da tábua.
ResponderEliminarQuando era provisório o meu escrivão fez-me uma ameaça velada e eu, sem medos, disse-lhe que, como era inverno, tivesse cuidado ao descer as escadas do tribunal ao final do dia, pois podia do nada levar com uma tábua nas costas no meio da escuridão.
Nossa, que biolência que aqui vai ...
ResponderEliminarEntão digam-me lá em que tribunais não há fura greves para eu concorrer no próximo movimento a ver se me livro de vez das ratazanas da minha comarca.
ResponderEliminarVamos fingir que tem razão, então explique por que motivo a ministra quer parar as greves??
ResponderEliminarÉ porque estão a ter efeito ou pork as ratazanas são suficientes para parar a greve?
Mesmo k exista fura greves em alguns sítios acha que as ratazanas sozinhas criam impacto..??
ResponderEliminarUma larga maioria está a aderir logo os serviços não funcionam direito..
Vou repetir o comentário apagado mas de forma mais elegante.
ResponderEliminarO presidente do sindicato do Soj foi questionado pela jornalista da RTP.
A questão foi a seguinte ".... então diga me que valores estão em causa..."
O mesmo em vez de ser direto e dizer que recebemos um aumento entre 40 euros e 70 euros mês, num suplemento a 12 meses.
A maioria recebeu quase 400 euros de aumento..
É fácil a resposta mas o mesmo decidiu ser sofisticado não falando de valores.
Por amor de deus linguagem direta ..e esclarecedora.
Aí o Marçal falou ....
Meio termo.
ResponderEliminar2500 a fazer greve com alguma regularidade ainda causam um certo impacto, mas se estivéssemos todos unidos, pelo menos os 4000 mais diretamente ligados às diligências, a visibilidade seria muito mais plena.
Não se esqueça de que para ela sempre foi uma questão de representatividade, ela acha que apenas os menos de 1000 do SOJ aderem às greves das tardes e das quartas e sextas de dia inteiro e mesmo assim fica preocupada.
ResponderEliminarImagine se não tivesse as ratazanas do lado dela.
Nota: Conheço muitos colegas do SFJ que fazem as greves do SOJ e não são ratazanas, mas mesmo assim as poucas que existem são suficientes para minar a luta coletiva.
Ehehe tábua nas costas essa também é boa. Ehehe só se for uma tábua virtual...ehehe
ResponderEliminarE novidades????
ResponderEliminarHum já sei vamos agora esperar pelo fim de fevereiro...
Para só depois terem na mesa os pontos acertados para se efetuar um protocolo negocial....
Se isto não é doentio então caros colegas não sei o que vos diga...
Gestão e inspeção tributária e aduaneira
ResponderEliminarOrdenado de entrada é superior a 2000 euros, coisa que aqui nunca terei oportunidade de aceder!
ResponderEliminarPortanto
PQP
Atenção pessoal
ResponderEliminarQuerem novidades fresquinhas???
Deixe-me adivinhar.
ResponderEliminarNo fim do mês
A entrevista no dia de hoje que passou na RTP1...
ResponderEliminarhttps://sfj.pt/category/noticias/recortes/
Chuta lá...
ResponderEliminarMas atenção ao clima de reserva que está instalado. 🤐
Vai começando pelas novidades de entre aquilo que não sabes, até chegares àquilo que não sabes mesmo.
ResponderEliminarÉ melhor assim.
Sim.quero.novidades desembucha...
ResponderEliminarPode ter alguma razão no que diz mas os números não são esses por exemplo nos Açores fecharam.tribunais e não só como explica isso?
ResponderEliminarA verdade custa mas é a realidade. Afinal andámos por aqui a dizer que nem 10 oficiais de justiça concorreriam e ficariam mas...
ResponderEliminarExplica-se com todos os que não fecharam no continente.
ResponderEliminarE deveriam ter fechado como demonstração do nosso descontentamento.
ResponderEliminarTenho muita pena que este blog que acompanho desde o início se tenha transformado num espaço onde se trocam insultos e pouco mais.
ResponderEliminarAcho muito bem que haja reserva.
ResponderEliminarAgradeça à cambada sem educação que costuma andar por aqui e nas redes, a dizer mal de tudo e a ofenderem terceiros e uns aos outros.
Excelente foto
ResponderEliminarSim, sem dúvida, Rafael Bordalo Pinheiro!
ResponderEliminarCala te para aí com as tuas demagógias baratas antes que também leves com uma tábua....eheheh
ResponderEliminarPara o anonimo das 20:06...o blog está excelente, aqui as pessoas podem expressar a realidade...
ResponderEliminarÁ mais de 20 anos a ser roubados quer ver que a culpa é dos comentários...
Essa está muito boa...ehehe
Anda ai uma gaja a chamar rarazanas e diz que os provisórios de 2001 já receberam o dinheiro devido de vinte e tais anos.
ResponderEliminarEu ainda não recebi nada, por isso quero que vá apanhar bananas, para não dizer outra coisa.
Com gente invejosa e mentirosa assim é que a ministra se vangloria.
E não passaremos de nada. Essa gaja é o exemplo do como está esta carreira.
E 7% (40) não chegaram a aparecer.
ResponderEliminarOs arautos da desgraça previam bem pior.
ResponderEliminarPost 20.05h:
ResponderEliminarNo que respeita aos comentários publicados aqui diariamente, sem dúvida que salvo raras exceções, limitam se à mera troca de insultos e ofensas diretas a pessoas.
Nada acrescentam e temo que tenham vindo a prejudicar gravemente a carreira, já que a único sentimento que provocam por parte dos destinatários, incluindo os governantes, é desprezo e desconsideração.
Espanta me a falta inteligência e incapacidade de perceber que ninguém os ouve.
Uma excelente foto mas que cujo dedo ao bater no destinatário, é devolvido em dobro e com vaselina.
ResponderEliminarNão alcanço qualquer benefício em tamanha brejeirice.
Estimado colega, entrei para Estagio em Março 2001, e como eventual em Setembro de 2001, como deve saber, tal como mais de 600 outros Oficiais de Justiça (já a contar com os que mudaram de profissão, desistiram, morreram entretanto, e outras situações que os levaram a sair), que foram eventuais que entraram por essa altura, tal como o colega, também nem recebi notificação, nem dinheiro, e acima de tudo, nem qualquer justificação, palavra da DGAJ, nem Sindicatos, ninguém.
ResponderEliminarFala-se muito, mas a realidade é tudo o resto, silêncio!
Os sucessivos Governos e a DGAJ, criaram problemas mais graves a todos os OJ, do que alguma vez, terão noção. O grau de exigência que a grande maioria dos OJ, tiveram ao longo dos anos, a "escravatura" que fomos sujeitos ao longo dos anos, e muito de nós aguentaram muita coisa, esperando que um dia......um dia.....as coisas pudessem mudar.
Acho que não é preciso enumerar, pois acho que é bem presente de muitos de nós.
Apesar de tudo, somos todos colegars (desde o provisório ao Admistrador) todos trilhamos o mesmo caminho, e infelizmente como humanos que somos, conforme vamos subindo na posição, muitos esquecem o que passaram até ali chegar, e fazem o que sempre criticaram. Mas isso, fica na consciência de cada um.
O que não podemos escutar/calados, é nos insultarmos uns aos outros, sem nada dizermos.
Por muita revolta interna que haja, no minimo, somos todos HUMANOS.
A dada altura da reunião de hoje, uma das senhoras do governo saiu-se com esta:
ResponderEliminar"Reclamam dos salários mas estão constantemente a fazer greve. Talvez seja sinal de que os vossos salários não sejam assim tão baixos ..."
Toma, chupa, engole ... que é para aprendermos!!
Eu já fui notificada mas nem digo quando nem digo quanto vou receber.
ResponderEliminarEla que venha para a nossa estrebaria trabalhar um mesito que é para ver se continua a achar o ordenado suficiente.
ResponderEliminarEu estou-me cagando para quanto vais receber.
ResponderEliminarSe te é devido, acho muito bem.
Eh pá, quem profere este tipo de comentários ordinários, reveladores de falta de literacia, capacidade de argumentação e de apresentar soluções, façam um favor à carreira e CALEM-SE DE UMA VEZ POR TODAS.
ResponderEliminarEu respondo:
ResponderEliminarContinuarei a fazer greve, até ficar sem um tostão no bolso
Contra essa gentalha que me mal trata, ficarei naus pobre, mas sempre de pé, vertical!!
Contra essa Gentalha com esse tipo de discurso!
Ok. Depois pago-te um pão com chouriço.
ResponderEliminarPara anonimo das 22;13, você acredita mesmo nisso??
ResponderEliminarTenha juízo...
Muito antes de existir os comentários já a tutela e magistrados nos desconsideração, aliás durante estes últimos 25 anos tudo foi piorando aí a culpa é de quem??
O blog só existe á 5 ano s ou n isso.
Tenha juízo é por postura de covardia igual á sua que isto está como está....
ResponderEliminarResposta ao comentário das 00:58:
O blogue não existe só há 5 anos, mas há muito mais. Este ano de 2025 faz 13 anos.
Lá está, o nível atual é tremendo...
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