A claridade e a transparência que se exige na atuação sindical
O decreto-lei apresentado ao Presidente da República pelo Governo que cria a nova carreira dos Oficiais de Justiça, foi ontem promulgado, conforme consta da nota publicada na página da Presidência da República.
De acordo com a informação prestada pelo SFJ na sua página – o único sindicato que, entretanto, concedeu uma palavra aos Oficiais de Justiça sobre o desconhecimento do diploma aprovado e agora promulgado –, de acordo com essa informação, como se dizia, o SFJ aguardava a versão assinada para a poder divulgar.
«Devidamente assinado, a fim de proceder à sua divulgação institucional junto de todos.», lê-se na nota informativa do SFJ.
Ora, assinado que está, até pelo Presidente da República, é chegada a hora de exigir a sua divulgação pelos Oficiais de Justiça, uma vez que estes, por serem os diretamente visados e afetados pelas alterações, não deverão ficar a aguardar até à publicação em Diário da República.
Depois, os Oficiais de Justiça devem comparar a versão do documento base antes divulgado, com a versão final agora promulgada, a fim de verificar se as versões são iguais ou se houve alguma alteração de última hora e qual, ou quais, são.
Nestes dias, os Oficiais de Justiça têm trabalhado na versão base divulgada, por ser a única versão de que dispunham.
Os sindicatos detinham o conhecimento se esta versão base é a posterior às propostas de alteração que à última hora apresentaram, ou não, e, caso confirmassem que esta versão continha alguma das suas propostas, deveriam tê-lo dito, ou, a não conter nenhuma das suas alterações propostas, poderiam ter divulgado que alterações foram as propostas e que acabaram rejeitadas, ou talvez não.
Mas nem proposta nem contraproposta, os sindicatos, obedientes ao Governo, mantêm o silêncio, mesmo depois de, obedientemente, também terem posto fim às greves, tudo conforme foi imposto pelo Governo.
Perante o momento tão decisivo em que a carreira se encontra, exige-se dos sindicatos uma grande transparência. Uma transparência que, aliás, lhes é indispensável para a credibilidade e uma boa continuidade da sua ação. Neste momento, a transparência pode ser mesmo um fator determinante de sobrevivência.
Nesse sentido, impõe-se que, agora que o diploma está promulgado e será público muito em breve, venham os sindicatos informar os Oficiais de Justiça de tudo aquilo que mantiveram em segredo até aqui. É imprescindível conhecer tudo o que foi escondido dos Oficiais de Justiça até este momento.
Impõe-se conhecer o desenvolvimento das reuniões até ao acordo assinado, tal como se impõe conhecer as propostas de última hora apresentadas.
É a transparência que equivale à compreensão e é esta que conduz à justiça.
As reuniões secretas tinham como objetivo alcançar o diploma ora promulgado, motivo pelo qual já podem ser divulgadas e só não o serão, se houver mais algum comprometimento secreto.
Não estamos perante uma mera revisão estatutária, mas a criação de uma nova carreira. Trata-se, pois, de algo muito relevante que não se compadece com nenhuma falta de claridade e transparência.
É incrível como chegamos a este bizarro ponto de termos um Governo em peso, num Conselho de Ministros, que aprova um diploma que depois o Presidente da República promulga e nem os sindicatos, nem os Oficiais de Justiça, sabem qual é o seu conteúdo. É mesmo absurdo, por isso urge resolver isto com a máxima urgência, cabendo tal tarefa aos submissos obedientes que se deixaram subjugar pelo Governo.

Fonte: “Nota da Presidência da República”.
Pulhas
ResponderEliminarNovo sindicato já
ResponderEliminarAmbos os presidentes do SFJ e SOJ, deverão começar a tratar de outro trabalho que tenham mais conhecimento visto que deu a sensação de que desconheçam os problemas nos juízos dos tribunais.
ResponderEliminarÉ urgente extinguir as administrações dos tribunais. Tanta malta amiga/ escovas e outras coisas que aqui fica por dizer e tanta falta faz nas secções.
Estes que lá estão está acontecer aos presidentes dos sindicatos pois também já começaram a esquecer que são oficiais de justiça como os que estão a dar o corpo às balas
Mas este blog é burro? Ou os colegas são burros??
ResponderEliminarNão existe qualquer alteração á proposta apresentada...
O diploma é claro e cristalino..
Basta para tal ler.
Os oficiais de justiça no escalão 3 são muito prejudicados....isso é um ponto certo.
Os valores já calculados aqui no blog é outro ponto certo.
A integração do suplemento é certo
O pagamento de 120 euros é certo
O pagamento de horas extra mediante despacho do procurador é certo.
Mas que raio de confusão vai na cabeça do sr. Oficial de justiça do blogue.
ResponderEliminarO acordo não é brilhante nas o que se discutia previamente era um pesadelo.
Não estamos nada perante uma nova carreira , pelo conteúdo funcional facilmente se verifica que tudo se mantém.
Isto tinha que mudar, e mudou finalmente, já vai tarde...infelizmente.
Gostava de ser esclarecido sobre o seguinte: Considerando a tabela do anexo III do novo Acordo, constata-se alterações nas "Posições" e nos "Níveis".
ResponderEliminarParece-me e corrijam-me se estiver enganado, mas parece haver um ganho substancial, isto confrontando, este Anexo III com a tabela salarial de 2025 e ao reposicionar os escalões, nos novos níveis !? Estarei enganado!?
Fomos violentamente prejudicados relativamente a outras carreiras porque está mudança já deveria ter acontecido....que publiquem essa porcaria e comecem a pagar os 120 euros mais os 47 no meu caso...
ResponderEliminarJá vem tarde... não é muito mas é muito melhor do que quando entrei em 2015 que não passava dos 800 euros...
De grão em grão vai a galinha enchendo o papo..
Quem está no 3o escalão (e não só) tem um ganho de meia dúzia de euros...
ResponderEliminarTambém sou de 2015. Face aos novos colegas ficamos a ganhar mais uns tostões depois de andarmos aqui 10 anos.
ResponderEliminarEntretanto o SOJ divulgou hoje um comunicado nas suas redes sociais onde explica todo o processo negocial até à aprovação do Dec-Lei.
ResponderEliminarEstá enganado. Posição não é o mesmo que escalão. Assim a título de exemplo um escrivão de terceiros escalão vai para a posição 1 e vai manter o aumento miserável e discriminatório de 37 euros, enquanto na categoria acima há aumentos de 405€ e na categoria abaixo há aumentos de 231€. Quando os sindicatos não defendem todos por igual da nisto!
ResponderEliminarGeralmente, esconde-se aquilo de que não gostamos 😂😂😂😂😂
ResponderEliminarÉ precisamente esse um dos problemas da Justiça atual. A quantidade de pessoas "válidas" que nada fazem a não ser criar ainda maia trabalho, trrabalho este desnecessário, que apenas pretende justificar a existência desse cargos!
ResponderEliminarEssas pessoas tão iminentemente válidas deveriam estar a prestar as suas funções nas Secções e nos "J", dando decisões, tramitando processos, etc, etc, enfim, fazendo algo de útil!
Urge acabar com esses cargos e carguinhos, que nada contribuiem para a máquina judicial!
É escandaloso...como é que ninguém viu?
ResponderEliminarOlhe que não, olhe que não. Escreve muito e, do que interessa, não explica nada
ResponderEliminarPorque não divulgam o texto na íntegra que foi assinado pelo PR?!!!
ResponderEliminarTenho a certeza absoluta que que o MJ (governo) já o disponibilizou aos sindicatos!
Temos o direito de saber o futura das nossas vidas profissionais!
Os próprios OJ (uma boa maioria) e os próprios sindicatos por força daqueles é que originaram isto. Nunca nada está bem. A Van Dunem ofereceu uma proposta, estava mal. Retiram -se dad negociações, etc. Este próprio só está a incendiar os OJ. É o seu papel que muito tem contribuido para a nossa situação. Abençoada ministra.
ResponderEliminarEste próprio blogue.
ResponderEliminarSe calhar as elites sindicais não se preocuparam em tratar todos os OJ por igual. Só tenho pena de não ser sindicalizado porque iria agora de imediato desvincular do sindicato! A melhor forma de sentirem a nossa indignação é
ResponderEliminarÉ perderem o dinheiro das quotas que recebem todos os meses.
ResponderEliminarSanta ignorância.
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarO meu "amor platónico" pela senhora Ministra cresce a cada dia que passa e já sinto saudades do seu desempenho neste Ministério da Justiça.
Até que enfim que, na senda da Dra. Celeste Cardona (que criou e alargou a manta dos TAFs) e a Dra. Paula Teixeira da Cruz (que no âmbito do pacto de regime para a justiça entre o PS e PSD em pleno período da Troika foi capaz de reformar) chegou ao cargo daquele Ministério alguém que olhou para a nossa classe e para os nossos problemas. Lembro que antes com a senhora Van Dunem e Catarina Sarmento era tudo para as magistraturas e respetivos Conselhos (concretamente o CSM) a quem deram cada vez mais poderes e autonomia (hoje têm um corpo de assessores em cada comarca e no CSM também).
Esta ministra, como nenhuma outra antes (falo mais uma vez da Van Dunem e Catarina que pretendiam a desclassificação generalizada e a criação de uma carreira paralela, de TJS de Justiça, ocupada sabe-se lá por quem (?!)) valorizou a carreira e dignificou-a sem grandes elaborações (fez aliás corresponder no papel a realidade que se vive nos serviços) .
Sufragando um entendimento de que um Oficial de Justiça é, e deve de ser, capaz de desenvolver o seu trabalho numa secção assumindo a responsabilidade de um qualquer processo desde o seu início e até ao seu términus, concretizou-o no papel.
Pessoas decididas, com ideias claras e capacidade de fazer acontecer eram há muito tempo precisas por estas bandas.
Não descarto o mérito das anteriores equipas do MJ que antecederam esta, noutras áreas, mas convém afirmar perentoriamente que esta equipa foi a mais consistente e pragmática que lembra à memória dos vivos.
Lamento profundamente esta perda enorme de alguém que, genuinamente, se preocupou com a nossa classe.
Gostava de me dirigir aos autores deste blog.
ResponderEliminarDesde já, agradecer este extraordinário trabalho em prol da classe.
Fazem o que nunca nenhum sindicato fez.
Depois, está questão do novo estatuto e da tentativa em vão de mostrar e convencer os Oficiais de Justiça que é um logro para não dizer uma grande merda.
Há várias "guerras" no tribunais.
Magistrados/Funcionários; órgãos de gestão/Funcionários; licenciados/não licenciados; colegas que fazem sala/colegas que não fazem sala; pessoal do judicial/pessoal do ministério público, etc, etc.
Umas guerras são para ser levadas a sério, outras não.
São fait divers....
Mas conforme se pode observar aqui, pelos comentários que vão passando, há também um conflito geracional.
Existem os escrivães, Principais e adjuntos e depois os auxiliares, muitos já com duas ou mais décadas de serviço e outros com menos tempo, muito menos.
E o que se pode observar é que estes últimos por não terem qualquer expectativa de progressão, quer pelo pouco número de promoções a adjunto, quer pela sua vida particular não permitir uma aventura longe de casa, ou não ter nota suficiente para alcançar essa promoção, estão numa fase em que qualquer esmola é bem vinda.
Desse ponto de vista, estão contentes.
Mais uns trocos ao fim do mês, mais colegas em condições de assegurarem o serviço da sala de audiências.
Não estão a pensar a 10, 29 anos à frente.
Não estão a pensar que apenas a progressão horizontal é castrar a carreira.
Estão tão desanimados nos seus locais de trabalho que até ficam contentes com uma espécie de "regressão" na carreira que os adjuntos vão ter, ao invés de pugnarem por mais vagas e mais oportunidades de subirem a adjunto, com a consequente valorização salarial.
Não percebem que estamos a dar a mão aos órgãos de gestão das comarcas e que em breve vão apanhar o braço.
Não percebem que isto é nivelar por baixo.
Estavam tão resignados que olham para esta tabela, fazem as suas contas à vida e vêm que já têm mais algum dinheiro ao fim do mês para pagar as contas.
Não estão a pensar a longo prazo, infelizmente.
A culpa até nem é toda deles, é também deste trabalho, de tanta subserviência, ficamos assim.
Qualquer coisa é sempre bem vinda.
Em breve, as comarcas vão tirar o maior partido deste nivelamento e seremos tratados ainda pior do que somos actualmente.
Com mais 100 ou 200 euros, uns, com mais 40, 80 euros outros.
Daqui a uns 20 anos, quando os que tem agora, 45/55/60 anos já estiverem aposentados, vão ser estes mesmos colegas que vão andar a reclamar com a tutela por um novo estatuto, diferente do que tem , por terem sido enganados em 2025.
É a vida.
Já nem perco tempo a tentar explicar.
Aos sindicatos é que não perdoo.
Sabem muito bem onde nos vão enfiar.
Um, o principal, já está de saída para o tão merecido tacho.
O outro, foi muita parra e pouca uva.
Quem se vai lixar, somos nós, aliás, como sempre ...
Um Abraço.
TT
Já era evidente aos olhos todos que os últimos artigos do autor (ou autores?) deste blog manifestavam claros sintomas de adjuntivite.
ResponderEliminarTiraste o capuz ao frei.
ResponderEliminarNão tarde muito e essa mensagem é apagada
Eu quero saber o texto que o PR assinou!
ResponderEliminarPorque não divulgam o documento?!!!
Excelente opinião, subscrevo na intrega
ResponderEliminarE vocês não se identificam porquê?
ResponderEliminarQuerem roubar os "Santos lá da minha Igreja".
ResponderEliminarPor estes dias corre, no vento que sopra, uma ideia de que os Governantes e deputados do nosso Parlamento devem ter uma postura igual à dos Padres Franciscanos e, imagine-se, devem-se despojar de todo o seu património tal como aqueles outros fazem um voto de pobreza.
Parece que para se ser Governante existe um requisito fundamental que é o de nada possuir e nada ter feito ou construído na vida, quiçá um dia destes exige-se uma santidade tal que só se encontrará nos Santuários e Igrejas do nosso país.
Ninguém tem de ter aureolas de santos ou maneja forcados do diabo, antes deve adotar um comportamento comum ao dos mortais, normal dentro da anormalidade da nossa vida e da adversidade da condição humana, pois ninguém é perfeito!
Para exemplificar o que digo vou ensaiar ou ficcionar uma certa realidade, imaginem que têm duas opções de voto:
1 - num lado, a aposta num político que tendo feito carreira na política e dela tendo estado ausente, durante este período, de forma empreendedora, aproveitando-se das suas relações pessoais e de amizade, é certo, mas também das suas competências adquiridas, construiu um património e vivia de forma honesta e à custa do seu labor numa empresa que não contratou ou manteve relações com o Estado em termos de usufruir de benefícios.
2 - noutro lado, a aposta num político que, de forma séria sempre viveu enredado nos meandros da política, onde aliás fez toda a sua carreira, em Gabinetes no aparelho do partido, etc., e que é filho de um empresário que, ao que se julga saber (pelas notícias que passaram na comunicação social - na revista Sábado pode ler-se " Quando PNS nasceu em 1977, o pai ainda andava envolvido com a esquerda radical. Depois enriqueceu e o filho já cresceu em berço de ouro.") terá beneficiado de apoios do Estado (subsídios) recebidos ao longo destes anos como aliás muitas empresas, também no tempo da pandemia.
Pergunto quem irá herdar todo este património, em parte beneficiado com os apoios estatais? Serão, obviamente os sucessores legítimos, no caso PNS, a não ser que renunciem à herança, o que só pode acontecer depois de aberta a sucessão.
Será legítimo pedir a um e a outro que abdiquem do património que construíram ou ajudaram a construir? Será legítimo menorizar quem foi laborioso e arregaçou as mangas e, por si próprio, construiu esse património daqueles que nada fizeram ou contribuíram e, apenas pelo sortilégio da vida, nasceram num "berço de oiro".
Somos todos uns hipócritas e deixamo-nos enredar por slogans baratos e frases feitas e gastas (como é exemplo "são todos uns corruptos" ) quando na verdade quem atira essas afirmações vive sob um "chapéu" de moralidade e de ética tecido com material altamente inflamável ou extremamente frágil e que ao primeiro contacto se inflama ou quebra.
Se o Governo estava a governar bem, depois de um caos deixado em todos os serviços pelo antecessor (veja-se os Polícias, Professores, Bombeiros, Médicos, Funcionários dos Tribunais, etc. depauperados e desorganizados como nunca se viu antes), para quê acabar com esta boa governação?
Querem colocar lá gente que furta malas no aeroporto, que paga por serviços de prazer a meninos, que dispensa mulheres grávidas ao mesmo tempo que contrata ex-líderes (com claro favorecimento pessoal), que a única visão que têm é mirabolante e se assemelha à de Elon Musk, atirando para a discussão questões fraturantes ou utópicas como o ano sabático, sem trabalho mas pago, iiu um salário mínimo para todos, mesmo para quem não queira fazer nada!
Eu também já sinto saudades. Perdeu-se uma grande ministra e
ResponderEliminarperderam-se também os seus quatro secretários pessoais, não licenciados e com um vencimento base no valor de 2.557,98 €.
PULHAS MESMO
ResponderEliminarnão pagarei mais quotas
Por mim, não mamam mais dinheiro de quotas e, sim o lambe botismo tem que acabar
ResponderEliminarNÃO ACEITO SER PREJUDICADO
ResponderEliminarUNS LEVAM 200 EUROS, OUTROS LEVAM 50€
QUE É ISTO???
Para 08:33:
ResponderEliminarOu o comentador também é burro?
Nada é certo ainda, porque houve uma alteração ao documento. Confirme na informação sindical do SOJ hoje divulgada. Há uma alteração que foi aceite à última hora e ninguém diz qual é.
mudou o quê? as moscas?
ResponderEliminarés dos que levam 300 paus enquanto outros levam 30?
vira-te ao contrário!
Melhor comentário do dia. Para todos refletirem.
ResponderEliminarInjustiça gritante entre as diversas posições! E os colegas das administrações que venham para os J / Secções, porque aí sim há muito trabalho ! O que me vale é que estou no ir ( embora ) desta escravatura , se não dava em tolinho !
ResponderEliminarPara 08:37:
ResponderEliminarO novo DL começa, como não podia deixar de ser, no 1º artigo que diz concretamente que CRIA UMA NOVA CARREIRA e, de facto, em face das diferenças, é mesmo uma coisa nova.
AMEN
ResponderEliminarPAZ àS ALMAS
e aos acordos de marmitas e pao secos
gostais mesmo do nada e de sofrer
outras carreiras levam 400€ e nos nem 200€ na maioria dos casos.
escravos mesmo!
continuai
sim preocupou!
ResponderEliminara uns deu 250€ e a maioria contente com 50€
vai-te catar pá!
SEM DUVIDA
ResponderEliminarMATARAM A CARREIRA POR UNS TROCADOS
EINA GRANDE SENTENÇA
ResponderEliminarBLA BLA BLA
Grande bloguer!
ResponderEliminarObrigado por tudo o que tens feito pela classe!
Continua com força! é o que eu penso sobre este blogue!
Obrigado mesmo!
€ 37,00 / 22 dias = € 1,68. Obrigado Sindicatos.
ResponderEliminarNesta página nunca se nomeou ninguém, nem nos comentários, sob nenhuma circunstância, com exceção daqueles que exercem cargos de exposição pública, como é o caso dos políticos, dos governantes ou daqueles que exercem a presidência dos sindicatos. Ao longo dos treze anos de existência desta página, sempre que se indica algum nome ou identifica alguém, tal menção é eliminada, independentemente de poder ser correta ou errada. Esta regra e princípio sempre foi observada e deverá continuar a ser cumprida, como se disse, independentemente de tudo o mais que passa a ser secundário.
ResponderEliminarobrigado... assim, não foi grande negócio!!
ResponderEliminarA alteração terá a ver com o COJ e os Secretários de Tribunais superiores. Terá sido esta a única alteração aceite pelo governo.
ResponderEliminarJá
ResponderEliminarPubliquem o acordo assinado!
ResponderEliminarjá esta no SFJ, igual
ResponderEliminarEu sou um desses colegas do escalão 3... A verdade é que não foi possível haver um aumento igual para todos, e isso iria ser "dificil", mas... os sindicatos deviam ter acautelado algumas situações, i.e... subida para o escalão seguinte com um aumento "minimo" de 80€ ...
ResponderEliminarNão é exatamente igual... Foram acrescentados Secretários de tribunais superiores, COJ, e Coordenadores do Centro de Formação.
ResponderEliminarTudo o que mais falta fazia para melhorar o documento!
Não, não é igual, quando eu faltar ou a minha secção necessitar devido a relevantes atrasos processuais, temos agora o Secretário de Justiça para desempenhar as nossas funções como parelha ou sozinho, olha quando estiver de férias ou me doer um dente!!! - Desempenhar as funções atribuídas ao escrivão, na falta deste ou quando o estado dos serviços o exigir.
ResponderEliminarNão tarda ainda vai fazer os 1.ºs interrogatórios, e dizem que não merece suplemento de disponibilidade!!! Ai não não. judicial ou
E quando houver uma greve da Unidade em que todos adiram e houver julgamentos marcados? o estado dos serviços, o reclama? Ide Secretário para a sala, agora é que vão começar a fazer greves (não me parece que configure substituição ilegal de trabalhadores).
ResponderEliminarQuais greves? As greves acabaram. Depois deste belo acordo, mais ninguém quer fazer greves
ResponderEliminare correcto colega, somos comidos outra vez....
ResponderEliminaresta correto colega. mer... de sindicatos
ResponderEliminaro colega quer continuar na miseria...e como vei trabalhar lado a lado com colegas que vao embolsar mais 200 eou 300 euros que voce???
ResponderEliminarbom dia colega. o seu comentario é bem preciso, mas cumpre apreciar que se calhar a grande parte dos auxiliares não esta contente, pois são renumerados em €40 a mais, e sem futuro à vista...e depois á aqueles que sendo auxiliares e adjuntos e principais/escrivaes, pouco ou nada fazem, pois estão sempre doentes, ou estão nos tachos como bem sabemos.
ResponderEliminarAqueles colegas que ficam contentes com este aberração de estatuto, tenho pena deles, pois não tem solidariedade para com os seus proprios colegas, fazendo com que haja, uma divisão muito clara em toda a classe, os que ganham um aumento vantajoso, e os miseraveis que levam mais um papo seco....por tudo isso e melhor os que ficam contentes, que se preparem para o que ai vêm......
Então no dia 30 de junho deste ano todos transitamos para a nova carreira?
ResponderEliminarEra sarcasmo.
ResponderEliminarAlguém sabe quando é que poderemos começar a dar despachos?
ResponderEliminarÉ só quando entrar em vigor o DL?
Não, não acabaram! Aliás as greves nunca acabam, porque a qualquer momento se podem decretar novcas greves!
ResponderEliminarCom a iminente queda do governo, que veio mesmo a acontecer, havia que acautelar a intergração do SRP, o grau 3 e a criação do Subsídio de disponibilidade, e foi isso que aconteceu!
Aina não foi revista o estatuto, e a negociação continuará.É aí, nessa negociação, já com um novo governo, seja da mesma "cor", ou não, que se vão tratar das restantes questões!
É também ai que se vão, digo eu, limar as imperfeições do agora acordado, conteúdo funcional, perda da antiguidade nos escalões, recuperação do periodo de congelemaneto (como foi feitos aos professores) etc.
Ou seja, ainda há muito a ser discutido e a ser melhorado!
Temos de reunir as nossas reivindicações, fazermos eco delas aos nossos sindicatos, que depois, com o novo governo, irão continuar com negociações!
Eleições Autárquicas,
ResponderEliminarLousã
Atenção Adjuntos ao n° 1 do art 14°, mantêm o conteúdo funcional existente...
ResponderEliminarQuem marca greves são os sindicatos, se os sindicatos celebraram um acordo com o governo e acham esse acordo excelente, o que é que acham que vai ser discutido com o novo governo. O momento para isso era agora, portanto acabou, como dizem muitos colegas, aceitem que dói menos. E já sabem onde colocar a cruzinha!!
ResponderEliminarLuta sindical, não é, nem poderá alguma vez ser, compatível com cargos políticos...
ResponderEliminarParabéns Dr. Marçal
Adjuntivite
ResponderEliminar
ResponderEliminarO problema é que compactuamos com a situação. Deixamos o senhor manter-se sem trabalhar. Aproveitou para estudar. Agora, manda os OJ às urtigas e vai para a Câmara até à reforma... vidinhas boas!!!!
´
Ora, muito bem visto!
ResponderEliminarParabéns Dr.Marçal. Vais, mas deixas saudades. Sem ti não teria sido possível. Faz um favor à "nova carreira" não voltes.
ResponderEliminarSempre quero ver qual vai ser a explicação dos sindicatos para esta pequena nuance e qual vai ser a interpretação da mesma que vai ser dada nas secretarias e pelo cargos de "chefia", porque a acreditar no Dr.Marçal e na sua última publicação no
ResponderEliminarSituação funcional não é conteúdo funcional.
ResponderEliminarEsses esta previsto no diploma.
Significa que se mantém na unidade orgânica, caso contrário os lugares teriam de ir todos a concurso.
Diz o mesmo para os escrivães.
A distinção terminou
O rei está a dormir....ou então não sabe ler.
ResponderEliminarPois é e as anteriores propostas que tiravam e não davam nada!
ResponderEliminarO conteúdo funcional está no art. 3.º
ResponderEliminarNão há margem para dúvidas ou interpretações erróneas.
Ainda nem entrou em vigor e já estão a tentar contorna-lo.
Habilmente substituiu a palavra, situação por conteúdo mas efetivamente não é igual.
Essa situação funcional está prevista para os demais, caso contrário todos os lugar teriam de ser colocados a concurso.
Estamos todos sujeitos ao mesmo dever de disponibilidade e seremos avaliados comparativamente pelo nosso novo conteúdo funcional.
è bem claro.
Pois, isso é a sua interpretação, já outros pensam de outra forma ...
ResponderEliminar"Mantém a colocação e situação funcional"????
ResponderEliminarA realidade muitas vezes é agressiva e dói custando mais a quem nega a ferida do que a quem aceita os seus sintomas.
ResponderEliminarPorquê o "Bla Bla Bla " só saberá associar ditongos? ou então os seus neurónios só são capazes de ler frases curtas e com mensagens especialmente dirigidas a quem não os usa (os neurónios).
Deixe-se de "merdas" e assuma o que pensa do assunto ou encarneira, como quase toda a gente, no que é vendido nas parangonas dos jornais e revistas.
O conteúdo funcional está no art.º 3.
ResponderEliminarO art.º 14.º fala em situação funcional (habilmente substituído co comentário).
Quer isto dizer que se mantém na sua U.O., não irá transitar para o judicial, para o M.P. , para ci´vel, etc., caso contrário teria de existir concurso de todos os lugares existentes.
Nas outras categorias também existe essa menção, incluindo na dos atuais escrivães (que mantém efetivamente as suas funções).
Estamos todos sujeitos ao mesmo regime de disponibilidade e seremos todos sujeitos à avaliação com referência ao nosso conteúdo funcional que é agora o mesmo.
è facilmente percetível e não há lugar a interpretações dúbias.
Em relação aos comentários que aqui se fazem, com o termo "Adjuntivite":
ResponderEliminarHá aqui alguém que seja, ou fosse, escrvão auxiliar que não quisesse ou queira passar a adjunto?!
É mais uma pergunta de retórica, que na verdade nem precisa de ser respondida!
Adjuntivite ou dor de cotovelo, eis a questão...
ResponderEliminarDiscordo do comentário das 13:15, porque considero que "situação funcional" envolve o que diz, somado ao conteúdo funcional.
ResponderEliminarA "situação" não pode abranger parte mas sim o seu todo!
Art. 3 + Anexo I alínea b) .
ResponderEliminarO verdadeiro conteúdo funcional, não a situação funcional.
Naõ se esqueçam que o Estatuto continuará a ser discutido com o próximo governo.
ResponderEliminarIsto é o que foi acorddo, e que até nem impede de ser renegociado, se assim for a vontade das partes.
Temos de lutar na recuperação do tempo, na contabilização do tempo que decorre desde a nossa última progressão, e temos de falar do perído de gozo de férias, da exclusividade e até de emolumentos!
Há muita coisa para discutir e para melhor as nossas vidas!
Asssim, haja vontade e inteligência dos nossos sindicatos.
Abraço
Conteúdo funcional Art.º 3.º + ANEXO I ALÍNEA B)
ResponderEliminarSejamos sérios
Sim sim, é isso.
ResponderEliminarVai mas é ler o teu novo conteúdo funcional e deixa te de tretas!
A partir da entrada em vigor do diploma, é lógico que nas mudanças de unidade orgânica, que inevitavelmente vão ocorrer, não se pode nem deve ter em consideração se o atual técnico era adjunto ou auxiliar.
Para onde for cumpre o conteúdo funcional previsto.
Comentário das 8:53
ResponderEliminarNa mouche.
Sim, isso é o conteúdo, mas o artigo em discussão fala nos casos em que se mantém!
ResponderEliminarDeixa los falar, como se a interpretação deles fosse a que prevalece.
ResponderEliminarQuando numa unidade orgânica estiverem colocados apenas técnicos ex adjuntos, quero ver o que dizem.
Enfim, até da ânsias esta maneira de ver as coisas.
Cambada de presunçosos.
Não sejas burrinho, hoje em dia já é assim.
ResponderEliminarQualquer secretário que não assuma o controlo da secção na falta de escrivão, até ser nomeado alguém, não cumpre a sua função.
A situação funcional ma tem-se não o conteúdo.
ResponderEliminarÉ fácil de compreender veja o comentário mais acima explica bem.
Até para os atuais escrivães estat previsto, é para não haver novo concurso aos lugares já ocupados.
É óbvio.
Há conteúdo funcional (funções)
ResponderEliminarHá localização funcional (tribunal, secção, aréa judcial).
Eles falam em "situação", que parece congregar as duas coisas!
Mas posso estar errado!
Na página do soj:
ResponderEliminarA nossa reivindicação era de que se mantivessem as categorias atuais, mas tal não foi possível. Contudo, importa recordar que atualmente centenas de colegas nas categorias de Adjuntos estão a “fazer sala”, por falta de Auxiliares, como é do conhecimento de todos.
Com a carreira mais atrativa teremos mais candidatos e ingressos, salvaguardando todos e garantindo uma carreira valorizada e dignificada.
Acho que fecha o assunto.
Pode e está, veja a página do Soj é bastante esclarecedor.
ResponderEliminarEsta postura é una vergonha.
Mas é o que é .
Os conteúdos são os mesmos.
Mas uma coisa é fazer por "falta" - excepção - outra coisa é fazer por conteúdo funcional - regra - o que implica a regressão funcional, que é proíbida por lei.
ResponderEliminarVejam o que dizem os Acórdãos do STJ sobre regressão funcional, e digam qualquer coisa! ...
Nada impede os Srs. adjuntos que se sintam prejudicados de, após a entrada vigor, interporem uma Providência Cautelar, com base precisamente na regressão funcional que o novo conteúdo funcionbal acarreta!
ResponderEliminarFuncional é relativo à função.
ResponderEliminarÓbvio
ResponderEliminarPonha a ação em tribunal para a comprovar.
ResponderEliminarAté lá . Sala.
Regressão na sua ótica, vai ganhar mais alteraram o estatuto vai para um nível superior.
ResponderEliminarNenhum tribunal o vai considerar mas força instaure a ação.
Nessa situação avança o Secretário.
ResponderEliminarE tu vais para onde?
ResponderEliminarJá agora gostava de saber quanto ao tempo congelado como ficamos?
ResponderEliminarAuxiliares entrados em 2009 e 2010 que não tiveram grande hipótese de progredir a adjunto ficarão a ganhar apenas 1 patamar acima dos que entram a partir de agora na carreira de oficial de justiça. 1705€
Descongelando os anos saltariamos todos para os 2026 e seria mais que justo uma vez que nos foram vedadas a promoções...
Assim fica quê? De 8 em 8 anos com SIADAP?
E os de 2014 e 2015? Ficam no mesmo patamar dos que entram?
Descongelem mas é para dar justiça à carreira...
Os anteriores a 2009 chegam lá pela sentença...
Aceita que dói menos.
ResponderEliminar👍👍👍👍👍
ResponderEliminarApoiado só não vê quem não quer ou não atinge.
ResponderEliminarAntes de gastarem dinheiro nas custas, talvez seja melhor lerem o atual estatuto onde já faz parte do conteúdo funcional do adjunto, TUDO o que não querem fazer agora.
ResponderEliminarPagar o que devem do período de provisório "é que está quieto..."
ResponderEliminarMas se todos vão ter o mesmo conteúdo funcional e a mesma categoria, quem assegura as exceções?
ResponderEliminarGanhem juízo e não inventem critérios não previstos na lei.
Carlos Almeida, cometestes um erro de principiante ao justificares o extermínio dos adjuntos, senão vê:
ResponderEliminar- A tua justificação foi devido à "falta de auxiliares" muitos adjuntos têm que "fazer sala".
MAS,
-Também é do conhecimento de todos que muitos lugares de escrivão, estão a ser ocupados por adjuntos ou não?
A tua fundamentação serviu para os adjuntos, mas, para os escrivães está quieto, não é!
o injustificável para se acabar com os adjuntos, não tem
SIADAP???!!!!
ResponderEliminarQue SIADAP???!!!!!
Nada de honesto pode existir onde haja o mínimo conflito de interesses.
ResponderEliminarMas, claro, disso só pode ter consciência quem seja mesmo honesto de verdade ou então quem tenha sido educado num sistema nórdico ainda que posteriormente tenha descambado para a prevaricação ética.
Verdade colega! E em 2027, colegas que entraram depois vão ganhar o mesmo que quem entrou em 2009.
ResponderEliminarNão faz sentido nenhum, pois o tempo para subir fica no zero para nós e ainda não se sabe como serão as progressões.
Isso não sei.
ResponderEliminarMas eu conheço pelo menos um adjunto que em tempos chegou a ponderar, para poder ganhar mais, fazer requerimento à DGAJ para voltar a ser auxiliar no mesmo escalão que os auxiliares que fizeram estágio com ele.
Boa tarde.
ResponderEliminarEu trabalho, das 9 às 17.
Quando chego a casa costumo ler os cometários deste blogue e também eu comentar em resposta a algumas das referidas intervenções.
Agora deparo-me com uma mensagem, de cada vez que comento, a qual me aparece no final da respetiva página, fazendo-me perder o fio à meada cronológica dos comentários e voltar a procurar onde tinha ficado antes de fazer cada última intervenção.
Porquê?
A unificação da carreira já é falada á tanto tempo.
ResponderEliminarNão percebo qual o espanto.
Percebo que não seja do agrado, mas isto é de facto um exagero e parece que foi uma coisa nova nunca antes falada.
Mas será que vocês ainda não perceberam que parecem crianças com birra para não comer a sopa?
ResponderEliminarAcham mesmo que alguém vai valorizar o vosso prurido em não fazer sala?
Sejam adultos SFF.
Concerteza que haverá bom senso na gestão diária do serviço, designadamente não pondo alguém com sessenta e muitos anos em final de carreira a fazer sala, etc.
Agora a maioria tem que assumir os seus deveres funcionais, como é obvio.
Infelizmente, tivemos que cortar um pouco da liberdade que sempre caracterizou este espaço, deixando de permitir que os comentários imediatos, sem antes serem verificados. Até aqui eram verificados posteriormente, mas perante a estratégia que vem sendo delineada por determinada(s) pessoa(s) no sentido de destruir esta página, tivemos que recorrer a este método que torna tudo mais demorado e aborrecido para os leitores. É um método de defesa para permitir a sobrevivência do blogue.
ResponderEliminar"Não percebo qual o espanto"
ResponderEliminarVou tentar-te fazer um desejo, simples, a ver se compreendes!
Se um administrador de uma empresa com 7000 funcionários, aumentasse com estrondo os vencimentos dos acabados de entrar e dos que estão à beira da reforma e em contrapartida desse aos funcionários com mais de 20 anos de casa, aumentos insignificantes como ao meu que é de 77 euros, ao que acresce exigindo a estes últimos mais tarefas diferenciadas.
Certamente que dizias que este administrador é o maior dos maiores incompetentes, ou não?
Levam 50, com 180?
ResponderEliminarAs exceções são asseguradas pelo secretário.
ResponderEliminarBom dia.
ResponderEliminarCompreendo.
Talvez seja possível fazer aparecer a mensagem no local exato destinado ao comentário...
Ainda não tinha sido unificada antes, apesar de falado, porque se continuava a considerar que era preciso distinguir os que falavam á tanto tempo da unificação dos que diziam há tanto tempo que isso não seria viável por algumas razões, mormente essa.
ResponderEliminarContudo, infelizmente também, isso irá limitar de uma forma extremamente redutora a interação entre utilizadores, uma vez que se protelam demasiado os momentos da resposta e da eventual réplica, sendo benéfico para controlar os comentários excessivos mas inibindo as discussões construtivas, devendo, na minha opinião que não é nada modesta, refletir-se se se virá a traduzir em ganho ou perda para o blogue a breve trecho essa medida a modos que censória.
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