Mais um congelamento em cima do congelamento
Foi ontem publicado em Diário da República o Decreto-lei 27/2025 de 20MAR, que cria a nova carreira especial de Oficial de Justiça e apresenta a nova tabela remuneratória.
Este Decreto-lei vigora em 30 dias e a transição dos Oficiais de Justiça faz-se quando for publicada a lista nominativa a 30JUN.
Assim, o que está em vigor é o Estatuto dos Funcionários de Justiça, que corresponde ao velho DL 343/99 de 26AGO, com exceção de quase uma dúzia de artigos dos seus 134 artigos e, dentro de 30 dias, vigorará o novo DL 27/2025 de 20MAR que, com os seus 31 artigos, procede à criação de toda uma nova carreira especial de Oficial de Justiça, carreira esta que, embora nova, ainda se vai reger por mais de uma centena de artigos do Decreto-lei de 1999 e isto por tempo indeterminado.
Ou seja, em termos práticos, os Oficiais de Justiça passam a reger-se por dois decretos-lei, em vez de um só, podendo considerar-se que passam a ter dois estatutos e duas carreiras especiais, a velha e a nova, a conviverem em simultâneo, em desagradável desarmonia.
Com um pé nesta e outro pé na outra, é instável o equilíbrio.
Como já referimos, o diploma padece de alguma insanidade, mas, pior do que isso, é o facto de desrespeitar o acordo firmado com os sindicatos (o acordo escrito que foi tornado público), desrespeito esse que não só fere a carreira, como lhe inflige dor inaceitável, sendo intolerável o silêncio dos sindicatos.
Vejamos:
Os dois grandes períodos de congelamento da contagem do tempo para a progressão nos escalões, foram os seguintes:
-1- O primeiro congelamento na contagem ocorreu de 01-09-2005 a 31-12-2007 e depois
-2- O segundo congelamento ocorreu de 01-01-2011 até 31-12-2017.
O congelamento acabou por totalizar 9 anos, 4 meses e 2 dias e, de todo esse tempo, foi recuperado por alguns (não por todos) um total de 2 anos, 1 mês e 6 dias, faltando, portanto, recuperar à generalidade dos Oficiais de Justiça: 7 anos, 2 meses e 26 dias.
Recorda-se que à carreira, também especial, dos professores o Governo estabeleceu um plano de recuperação para todo o tempo congelado, isto é, para aquele tempo que estava em falta, tal e qual sucede com os Oficiais de Justiça.
Esta recuperação do tempo em falta dos períodos de congelamento para os professores, existe devido à enorme e contundente persistência dos sindicatos daquela classe, persistência essa que não existiu (nem existe) noutras carreiras, o que, consequentemente, resulta na recuperação nula para as mesmas, em face dessa nulidade de ação.
Mas se esses dois períodos de congelamento não se mostram recuperáveis para os Oficiais de Justiça, com o silêncio dos sindicatos que dizem defender os interesses destes profissionais, eis que os mesmos aceitam, novamente em silêncio, o vil ataque perpetrado contra os Oficiais de Justiça, impondo o Governo um novo período de congelamento, este agora mais original.
O novo período de congelamento na contagem do tempo para a subida nos escalões não tem agora uma data concreta para início do congelamento, mas muitas datas, tantas datas quanto os Oficiais de Justiça existentes, porque cada Oficial de Justiça tem a sua própria data de congelamento, ou melhor, de anulação da contagem.
Todos os Oficiais de Justiça são afetados pelo novo congelamento e são afetados com efeitos retroativos.
Com a entrada em vigor dentro de 30 dias do DL. 27/2025 de 20MAR, todas as contagens de tempo em curso para a progressão em escalão são anuladas e são anuladas desde a última mudança de escalão.
Ou seja, quem está com apenas um ano de contagem de tempo em curso e esperava mais dois para mudar de escalão, passa a estar congelado desde há um ano atrás, tal como quem está quase a fazer três anos para mudar de escalão e só lhe faltam, por exemplo, dois meses para a mudança de escalão, perde toda a contagem destes últimos dois anos e tal, quase três (desde 2022).
Tudo e todos são anulados desde a última mudança pessoal de escalão, ainda que seja há mais de dois anos; todo o tempo fica sem efeito, não servindo para novas progressões; não servindo para nada e, como se disse e se repete: com efeitos retroativos a quase três anos.
Desde os tempos da Troika que não se via tão infame ataque à carreira dos Oficiais de Justiça.
Já não bastava com a supressão do período de congelamento anterior, nem com a diferença de tratamento dado em relação aos professores, que o Governo, nitidamente abusando da inocência, ingenuidade e credulidade dos sindicatos dos Oficiais de Justiça, se atreveu, com toda a tranquilidade, com toda a paz social, dar mais esta machadada aos Oficiais de Justiça.
Tudo isto que acabamos de referir consta num dos números do artigo 17º do DL. 27/2025 de 20MAR, concretamente no seu número 6, que assim determina:
«O tempo de serviço decorrido desde a data da produção de efeitos da última progressão remuneratória de que os trabalhadores hajam beneficiado na escala indiciária não releva para as futuras alterações de posicionamento remuneratório nas novas tabelas.»

Fonte: “DL. 27/2025 de 20MAR”.
Tenham calma!!! Quando esta porcaria de estatuto começar a ser aplicado na prática muitas outras "pérolas" irão surgir.
ResponderEliminarmas na dinâmica da coisa já conseguimos prever quais são as ostras onde as ditas "pérolas" estão a crescer ou estiveram sempre lá.
ResponderEliminarRua Marçal
Sim, mas não prejudica só aqueles que aqueles que estavam a 1 ano ou menos de passar a outro escalão!
ResponderEliminarPrejudica a todos, sendo que no meu caso só me faltava um ano e meio!
Pode e deve ser renegociado, pois trata-se de deliberação "injusta", eu diria até ilegal, uma vez que não tem em conta tempo decorrido e, portanto, já capitalizado!
Há ainda que não ficar à sombra dos professores e exigir também a recuperação do tempo.
Ontem já era tarde, e não pelo facto de o governo estar em gestão que não se podem negociar desde já estas questões!
adeus tribunais!!
ResponderEliminarFui bloqueado no facebook do SOJ porque escrevi um post a dizer que a forma como eles respondiam aos oficiais de justiça que ali escreviam e a agressividade demostrada nas respostas não era admissível e que ninguém estava imune a criticas. Afinal voltamos ao tempo da velha senhora e ao lápis azul. É o que temos da parte dos nossos representantes. Não admira o acordo que alcançamos.
ResponderEliminarMuito sinceramente, é cada cavadela cada minhoca! Esta carreira e esta Direcção Geral conseguem ser ainda mais complicadas e mais confusas que a das colocações de professores, em que é preciso um curso só para entender como funcionam. Nunca mais passam os meus 6 anos de pena que me faltam cumprir....
ResponderEliminarClaro que sim
ResponderEliminarE de não hover inventam-se.
Isto sem uma boa bulha, lamechices e prognósticos da vinda do diabo, não tem piada.
Ainda andam aí algumas alminhas iluminadas a defender esta grandessíssima porcaria de acordo! Dão-lhes meia dúzia de trocos a mais e ficam encantados a achar que lhes valorizaram muito a carreira! Acordem para a vida!
ResponderEliminarmesmo! eu não sei como é que ainda há OJ sindicalizados
ResponderEliminar
ResponderEliminarSINDICATOS
SE NADA FIZEREM DO QUE ESTÁ MAL NESTE ACORDO
É MENOS UM A PAGAR PARA VOCÊS
ADEUS
CANSADO
ResponderEliminarA verdade da mentira.
ResponderEliminarO texto de hoje impele-me a que esclareça as verdades e inverdades que dele constam.
A determinada altura do texto pode ler-se: "
Não é verdade esta afirmação.
Com efeito, os congelamentos identificados aconteceram todos - repito todos - nos Governos do Enº José Sócrates do PS, sendo mantidos pelo Governo da AD encabeçado pelo Passos Coelho que lhes acresceu cortes percentuais nos vencimentos dos funcionários públicos com salários superiores 1500 euros (não foi para toda a gente) entre 3,5% e 10% (que aliás surgiu na sequência da decisão do TC sobre a inviabilidade dos cortes dos dois subsídios, de férias e de Natal, com pagamentos em regime duodecimal).
A acrescer, a situação descrita, que eu denunciei por aqui logo no imediato - exemplificando com a minha situação pessoal - mas que já antes havia aqui sinalizado a propósito da carreira dos Oficiais de Registo que viram a sua carreira revista em 2018/9 (DL 115/2018 e DL 145/2019) levada a cabo pelo governo da altura, do PS, em que sucedeu a mesmíssima coisa.
Referi, nesses comentários (em meados de novembro ou dezembro do ano transato) que aqueles funcionários conseguiram dar saltos de níveis com o englobamento do tempo perdido (nalguns casos deram dois saltos de uma vez só).
Sensibilizei para a necessidade de se acautelar esta situação na negociação,
Resta agora a mesma luta que aquela classe profissional encetou e que viu resultados no final do ano passado como referi.
Quanto ao mais - para quem está atento às publicações no jornal Eco e nas páginas oficiais do governo - saberá que fomos extremamente prejudicados, porque pautados pelo fundo, por baixo mesmo, na melhoria salarial uma vez que, outras classes viram saltos quantitativos muito mais substanciais (falo da AT e da carreira de GITA por exemplo).
Mais uma vez apressaram-se a um acordo caindo num enorme engano com claro prejuízo para toda a classe.
É correto dizer que o acordo melhorou a nossa situação mas também é justo dizer que saímos mais uma vez prejudicados quando nos comparamos com outras carreiras.
Como é que uma senhora ministra acabada de chegar aos meandros da política, quiçá comungando da experiência e saber acumulado da sua família, conseguiu ser mais astuta e engenhosa na feitura deste acordo que, atentas as recentes notícias sobre outras carreiras, classifico de "frouxo".
ResponderEliminarUsando o argumento da queda do Governo e fruto da inércia dos - de ambos - Sindicatos nos últimos meses por se deixarem arrastar em (falsas ou ilusórias) negociações com o fito, sabe-se agora, de protelar uma decisão sobre o assunto vindo a desembocar numa espécie de ultimato onde, sentindo-se como que encostados à parede, cuidando que naquela circunstância (de eminente queda do governo) que estavam a conseguir algo muito bom, prontificaram-se a aceitar um acordo ao mesmo tempo que outras classes (falo da AT) eram presenteadas com melhorias muito mais substanciais.
Deveriam ter vergonha e colocarem o cargo à disposição, tal só lhes ficava bem.
Otários é o que somos!
Estou ansioso pela prestação de provas. A ver se é desta que consigo fugir desta vida!
ResponderEliminarSFJ SE NADA FIZERES QUANTO A ISTO QUE SE DISCUTE HOJE AQUI NO BLOG, SÓ ME RESTA RESCINDIR CONVOSCO... DEIXAREI DE SER SINDICALIZADO, A PARTIR DO MÊS DE MAIO. É ESTE O PRAZO QUE VÓS DOU. E LEMBREM-SE LEVAREI COMIGO MAIS ALGUNS A SAIR DO SINDICATO SFJ E FAREI CAMPANHA PARA QUE SAIAM TODOS EM BLOCO...
ResponderEliminarTambém fui, colega 😂😂
ResponderEliminarE tudo porque apenas exigi que respondessem com educação e sem altivez às dúvidas de um colega. Não sei quem gere as redes sociais do sOJ, mas é um/a mal-educado/a e sem formação
o que anda a acontecer com os novatos em alguns tribunais?
ResponderEliminarJá não se trata de um acordo que se possa rasgar por arrependimento, mas sim de um diploma legal publicado em DR.
ResponderEliminarNão percebo onde querem chegar com este tipo de lamechices e qual o efeito pretendido quanto à eficácia legislativa das recentes alterações.
Uma coisa é discutir o teor das próximas alterações estatutárias e aproveitar esse momento para mitigar os efeitos negativos deste último DL, outra é estar com lamechices para impedir a sua entrada em vigor, o que é bastante ridiculo vindo de OJs, que têm obrigação de conhecer os procedimentos inerentes ao circuito de produção legislativa.
Parecem crianças..
Eu tenho 18 meses de "antiguidade" no meu escalão, efectivamente cumpridos!
ResponderEliminarÉ a sua opinião.
ResponderEliminarNa minha e de outros milhares, os dirigentes sindicais estão de parabéns pelo enorme salto em frente que conseguiram para esta carreira.
Quem está mal que se mude.
finalmente! tomem uma atitude! eu já saí há algum tempo. se não conseguem representar os nossos interesses, não temos de lhes pagar quotas
ResponderEliminarCreio que deve ser dos que esta muito contente, não pertence com o eu pertenço aos idiotas do 3º escalão
ResponderEliminareu também acho que não, mas os sindicatos, em nosso nome, acordaram assim.
ResponderEliminaroh zé, sabes ler?
ResponderEliminarAHAHAHAHAHA
ResponderEliminarinfelizmente também estou nesse grupo, colega
ResponderEliminarSó estou a aguardar o AR.
ResponderEliminarPara comunicar à DGAJ, a rescisão com o meu sindicato!
Podeis enganar outros, mas a mim acabou!
Com este acordo, mais vale andar sozinho de que mal acompanhado!
Milhares???
ResponderEliminarAldrabão.
Tirando os administradores, juízes presidentes, procuradores coordenadores, e os lambe botas do costume, quase toda a classe já percebeu o buraco onde se meteu.
Deves ser um colega medíocre.
Saí há mais de 10 anos e não me arrependo.
ResponderEliminarEstamos a ser "comidos de cebolada" há anos e agora alguns levam cerca de € 37,00 euros de aumento mensal (não considero o subsidio de disponibilidade uma aumento salarial).
Eliminaram algumas categorias? NÃO..., só aqui é que tinha de ser.
ResponderEliminarAssim não há incentivos para promoções. Somos todos soldados raso.
Que grande confusão vai nessa cabeça, então pelo facto de ter sido publicado em Diário da República um Decreto-Lei agora já não posso mostrar a minha discordância? O que é que uma coisa tem a ver com a outra?
ResponderEliminarAté porque os efeitos negativos deveriam ter sido mitigados ainda antes do acordo ter sido aceite, porque estavam devidamente identificados (e tinham tido tempo mais que suficiente para que tal acontecesse), mas não a ânsia de mostrar trabalho feito (e muito mal feito) levou a todos estes imbróglios, injustiças e descontentamentos.
Até uma criança percebe isso...
é com esses pensamentos de desigualdade e injustiça que face a determinados factos (como o valor que se perde em comparação com o valor que teria a expectativa de receber) que arranjamos factos jurídicos para submeter a Tribunal.
ResponderEliminaré preciso juntar estes pequenos factos jurídicos
E o Sr. Oficial de Justiça, dono do blogue, que mostra talento para os numéros e dados estatisticos, daqui a uns tempos bem nos podia fazer uma resenha da quantidade de factos jurídicos negativos para os funcionários que decorrem desse diploma e
claro, mutatis mutandis, podem ser sempre apresentados à Sra. Provedora de Justiça
ou até, considerando o valor, ir para Tribunal, pelo sujeito lesado.
Rua Marçal
caro colega
ResponderEliminarao saires do sindicato estás a tornar mais forte a atual direção porque vai deixar de haver sindicalizados para votarem contra eles.
que chegue o momento em que o sindicato caia por falta de sindicalizados
ResponderEliminarHoje o blogue explica e bem a injustiça que é, uma classe ter já recuperado todo o tempo congelado, (os professores) e os oficiais de justiça que antes tinham recuperado algum tempo ( tal como aqueles) agora viram os sindicatos não acompanhar a mesma exigência da recuperação de todo o tempo congelado.Situações iguais, tratamento diferente pelo governo. Injustiça.Nāo se pode deixar esquecer esse facto.
ResponderEliminarAgora, ainda por cima, mais tempo que não é contabilizado.
Este acordo à pressa; esta existência de 2 DL de estatuto de uma carreira especial, que agora se "cria" novamente como especial, vai dar muito trabalho a muita gente.
Se alguém está à espera de mudanças na direção do SFJ e do SOJ.
ResponderEliminarÉ MELHOR ESPERAREM SENTADOS.
Faltam-me nove meses para sair do terceiro escalão e vou ter de esperar mais dois anos e tal para ir para o quarto escalão? Não pode ser!!! E a minha vida fica parada?? Há que ver isso! Sindicatos, o que esperam?
ResponderEliminarFica sim senhor, porque eles dizem que "só falta um ano e meio".
ResponderEliminarVenho, mais uma vez, apelar à calma pessoal!. Quanto ao SOJ não sei porque não há notícias de eleições, congressos, plenários ou assembleias gerais para debater o que quer que seja, muito menos esta vergonha. Mas atenção, o SFJ já tem marcada uma "vigília" a Fátima para o próximo dia 31-03-2025 e acho que está no rol das preces o pedido de uma graça para transformar esta me..a de acordo num milagre!
ResponderEliminarEsperai, ó vós de pouca fé, para quem acredita, o paraíso està ao virar da esquina. Até lá, vamos "promovendo" os acólitos mais fiéis.
Chorem o que tiverem a chorar durante o próximo mês.
ResponderEliminarDaqui a 6 meses já ninguém quer saber das lamechiches e choradeiras por causa das mudanças no estatuto.
Que são muito positivas na minha opinião e uma vitória histórica da luta sindical.
Diga-me lá sff onde é o artigo 81, do estatuto foi revogado?
ResponderEliminarEra bom ler bem antes de escrever...
Não, não foi revogado, mas foi a contagem, conforme consta do artigo 17° citado, pelo que, sem contagem... Era bom ler bem antes de escrever...
ResponderEliminarEntrai! Entrai!
ResponderEliminarNa barca do inferno!
Ainda pior que o acordo, o que não é fácil de encontrar.
ResponderEliminarhá sempre alguém agarrado à teta mesmo que ela já esteja seca.
ResponderEliminarAh ah ah!
ResponderEliminarDizes mal do novo estatuto mas puxas os galões ao grau 3.
Está certo...
Pode ser que daqui a uns meses chores tu quando descobrires o que quer dizer "dependência funcional do magistrado" ou achas que vais ter voto na matéria quando o magistrado escolher aqueles com quem quer fazer as diligências.
ResponderEliminarJá sinto nojo só de ouvir falar nos sindicatos ! Anjinhos ou não, servidos estāo eles Dirigentes sindicais . De cada vez que há notícias sobre a nossa carreira mais me apetece fugir ! Só me falta ano e meio vou vêr se me aguento. Vai ser muito mau para os que cá ficarem ! Estou farto de ser escravo . Os dirigentes sindicais ou nunca trabalharam nas secções ou fizeram no por muito pouco tempo . Farto desta porcaria toda, destes anjinhos dirigentes sindicais !
ResponderEliminarQue nojo já nem me deixam escrever ! Lei da rolha ! Pois não agrada aos mamões venham trabalhar para as secções e sabem o que é vida dura!
ResponderEliminarDeixem me escrever !
ResponderEliminarA referência ao grau 3!
ResponderEliminarFoi só para te acordar!
Também tens que escrever alguma coisa aqui!
Senão, o Marçal ou o Carlos mandante de volta para uma secretária de um tribunal!
Caros OJ gostaria de escrever / comentar o artigo de hoje , mas não me é permitido ! É só o que posso escrever ! Lei da rolha !
ResponderEliminarPois foi o escalão que nos enterrou!
ResponderEliminarQual carreira? Estão de parabéns porquê? Foram muito beneficiados eles? Explicar isso era bom porque o que se sabe é que há muito descontentamento e pessoal a sair dos sindicatos.
ResponderEliminarUma coisa é certa: sendo- se sócio ou não, o resultado do que fazem esses sindicatos positivo ou negativo, abrange a todos.Poupam-se uns €.
E merecem saídas porque há pouco respeito. Antes da assinatura do acordo secreto, deviam ter sido ouvidos os interessados sobre o mesmo.
Enorme salto em frente, escreveu. Frente de quem e do quê? Salto para trás relativamente a outros, isso sim. Foi a pressa, que a equipa da sr(a) Ministra, com muita astúcia, aproveitou.
Nunca o colega estará mal pois tudo aceita sem discussão.Não tem espírito crítico. Desconfio sempre destes para quem está tudo bem.S e calhar pouca falta faria se se mudasse também e era já.
Ah, ah, ah, ah... Muito bom
ResponderEliminarAcho muito bem.
ResponderEliminarA lei da rolha já vem tarde.
Muito do que se escreveu aqui nos últimos tempos só serviu para denegrir a imagem da carreira.
Não invente.
ResponderEliminarSó os Magistrados em funções nos órgãos de gestão, AJ e Secretários, decidem quem fica afeto a cada unidade organica.
Todos os futuros técnicos devem estar altos a fazer sala, se houver preferências injustificadas, muda-se de secção e está o problema resolvido.
Onde estou funciona assim, haja ou nao pressão em contrário.
Vamos ver isso, depois não te esqueças de dizer aqui alguma coisa. Estuda para depois explicares o que a dita dependência funcional.
ResponderEliminarVai mas é tomar.
ResponderEliminarMuito estranho agora este tipo de comentários quando ainda há poucos meses atrás por aqui só me chamavam chato...
ResponderEliminarVeja os indicadores de felicidade da Finlândia e quais são os objetivos das sociedades escandinavas.
ResponderEliminarNão se admire de que o MJ tenha apurado junto da DGAJ que seja adjunto do 3.º escalão e tenha feito artigo à medida de o lesar fortemente...
Atente também nas sondagens mais recentes no âmbito da política portuguesa e não tenha dúvidas de que sendo o jogo online um flagelo em tudo comparável à toxicodependência para as famílias portuguesas, a generalidade dos nossos concidadãos queria era ser amiga dos Violas e desfrutar do que eles, e outros grupos do mesmo ramo, têm logrado à custa do sofrimento de milhares de seus compatriotas, pais, irmãos, e outros familiares que, tal como no caso da droga, acabam por ver as suas vidas afetadas tanto afetivamente como em muitos casos também financeiramente.
Acredite que a mesquinhez possa chegar a tanto que esse extremo acabe no revanchismo.
Vai antes daí para Abrantes.
ResponderEliminarEm tempo:
ResponderEliminarLá na terra dos fiordes é que verdadeiramente não se deixa ninguém para trás.
Pela fineza e elegância daquilo que escreves mereces bem o teu nível 3
ResponderEliminarNão entendo como defendem esta porcaria de acordo ! Os recem entrados morreram à nascença ! Nunca mais saem da cepa torta !
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