O terceiro sindicato dos Oficiais de Justiça é a Assembleia da República
Foi publicada ontem no Diário da República a recomendação da Assembleia da República ao Governo para a revisão do Estatuto dos Oficiais de Justiça e ainda para a valorização da carreira.
Sob a forma de recomendação, a Assembleia da República votou favoravelmente que se indicasse ao Governo uma forma de agir em relação aos Oficiais de Justiça.
A recomendação é apenas isso: uma recomendação e, como tantas outras, o Governo não tem qualquer obrigação de a seguir e, normalmente, não as segue, desde logo aquelas que dizem respeito aos Oficiais de Justiça, como no passado já sucedeu com outras recomendações.
Depois de aprovado e promulgado a toda a pressa um diploma que encerra uma carreira criando uma nova e transfere os salários para a tabela remuneratória única da função pública, eis que chega agora, tardiamente, a recomendação da Assembleia da República, onde se inclui o partido que sustentava o atual governo.
A recomendação impetra o Governo cessante para que “até ao final de 2025, conclua a revisão do Estatuto dos Funcionários Judiciais, ouvindo os sindicatos e estruturas representativas dos trabalhadores”, lê-se na Resolução, sendo que tal revisão deve contemplar os seguintes aspetos:
“a) Integração do suplemento de recuperação processual no vencimento dos oficiais de justiça, pago 14 meses por ano e sem perda salarial”.
Ora, o que sucedeu foi que o Governo e os sindicatos acordaram na integração, mas com perda salarial, uma vez que o valor mensal será inferior àquele que se auferia até agora. Ao somar os 12 pagamentos e dividi-los por 14, há uma perda salarial mensal, embora ao final do ano o valor auferido seja o mesmo.
A diluição do suplemento dos doze meses pelos 14 pagamentos, deixa de ser de 13,5% para passar a ser cerca de 11,5% em cada mês.
A integração não aporta qualquer valorização salarial, bem pelo contrário, faz com que haja mensalmente uma perda salarial.
Vejamos um exemplo: um Escrivão Auxiliar ou Técnico de Justiça Auxiliar no atual 1º escalão remuneratório, aufere hoje o valor de 1179,42 + 159,22 = 1338,64. Com a integração e divisão por 14 pagamentos, os 159,22 x 12 resultam em 1910,64 e este valor dividido por 14 dá um total parcial de 136,47.
Ou seja, o valor mensal do suplemento, que era de 159,22, passa a 136,47, pela incorporação. Há uma nítida perda salarial. Não fosse esta manobra contabilística e muitos Oficiais de Justiça saltariam para um outro nível remuneratório.
Por exemplo, um Escrivão ou Técnico de Justiça Auxiliar no terceiro escalão, em vez de passar ao previsto nível 18 (1547,83), caso não fosse aplicado o truque da divisão simples por 14 pagamentos, auferiria 1344,31 + 181,48, o que daria 1525,79, o que faria com que saltasse para o nível remuneratório seguinte (o 21) com o valor de 1705,73, em vez dos 1547,83 que vai passar a auferir. A diferença é considerável.
Quer isto dizer que a manha da divisão, obviamente, retira valor e, por conseguinte, a transição para a tabela remuneratória única faz-se com perda salarial considerável, mês após mês.
A resolução da Assembleia da República, quanto à perda remuneratória, chega tarde, porque chega quando os sindicatos já acordaram aceitar essa mesma perda.
Mas a resolução mostra-se desatualizada em toda a linha. Se o Parlamento defende que não haja perda salarial, os sindicatos aceitam essa mesma perda salarial, em relação à incorporação do suplemento remuneratório.
E o que pensa a Assembleia da República em relação às promoções?
Diz assim:
«b) Definição de um regime de progressão na carreira dos oficiais de justiça, com promoções regulares às categorias superiores»
Esta resolução também chega tarde, uma vez que os sindicatos já acordaram em acabar com todas as categorias das duas carreiras, criando apenas duas novas categorias e ainda uns cargos (que não são categorias), tendo resumido a carreira a duas categorias sem a possibilidade das ditas “promoções regulares” como determina a resolução.
Depois destas tardias recomendações, já ultrapassadas pela ação contrária dos sindicatos e do Governo, a Assembleia da República votou ainda favoravelmente o seguinte:
«c) Criação de um regime de aposentação especial para os oficiais de justiça, aos 60 anos de idade e 40 anos de serviço, sem penalizações»
Vejam bem, que é o Parlamento a dizer ao Governo para legislar naquela idade dos 60 anos, aspeto no qual nem os sindicatos acreditam, estando prontos para aceitar a redução da idade da reforma em um ou dois anos no máximo.
Mas a Resolução diz muito mais.
«d) Implementação de um plano plurianual de ingresso para suprir as necessidades do quadro de oficiais de justiça».
Isto é, em vez de ingressos arbitrários e ocasionais, ao sabor das eleições, defende-se a implementação de um plano para vários anos que assegure cabalmente a entrada de novos Oficiais de Justiça em substituição dos que abandonam a carreira, seja por mobilidade, seja por se aposentarem.
Na alínea e) defende-se a seguinte transição:
«e) Transição de todos os oficiais de justiça para a carreira de nível 3, com as devidas adaptações salariais e de progressão, de acordo com as responsabilidades acrescidas que desempenham.»
E na alínea seguinte diz-se assim:
«f) Criação de mecanismos de compensação pelo trabalho suplementar e pela disponibilidade permanente dos oficiais de justiça.»
Estes dois aspetos foram atingidos e, independentemente, de diferentes considerações, o que é facto é que ficou decidida a transição para o nível 3 e também foi criado um mecanismo para a disponibilidade permanente.
Na alínea g) a Assembleia da República reivindica o seguinte:
«g) Revisão da tabela salarial dos oficiais de justiça, de forma a garantir que o vencimento de ingresso na carreira corresponda às responsabilidades da função.»
Ora, o valor do vencimento de ingresso foi substancialmente incrementado. Contando com os suplementos e passados que estejam os períodos de transição, o incremento salarial é superior aos quatrocentos euros no ingresso, o que corresponde a uma das melhores valorizações que a carreira vai ter.
A Resolução da Assembleia da República abarca ainda o regime de avaliação, estabelecendo o seguinte propósito:
«h) Implementação de um regime específico de avaliação de desempenho para os oficiais de justiça, com critérios claros, justos e transparentes, que contemplem a complexidade e exigência das funções desempenhadas.»
Este aspeto não foi abordado, pelo menos não está no texto do acordo nem do diploma aprovado.
Mesmo com tantas recomendações resolutivas, até mais reivindicativas do que os próprios sindicatos, a Assembleia da República, em defesa da carreira de Oficial de Justiça, ainda defende o seguinte:
Que o Governo «Promova, com caráter de urgência, a abertura de concursos públicos para o preenchimento das vagas existentes nas categorias da carreira de oficial de justiça, nomeadamente escrivão adjunto, técnico de justiça adjunto, escrivão de direito, técnico de justiça principal e secretário de justiça, de modo a garantir a operacionalidade dos serviços judiciais e o cumprimento das suas funções.»
Mais uma resolução inútil, uma vez que a carreira aprovada já não contém nenhuma dessas categorias.
E por fim, termina a Resolução impetrando o Governo para que «Proceda à implementação de medidas que visem a melhoria das condições de trabalho dos oficiais de justiça, dotando os tribunais de recursos materiais e humanos adequados.»
Em síntese, a Assembleia da República, com esta Resolução, acaba por se constituir como um verdadeiro terceiro sindicato, cuja ação reivindicativa junto do Governo se mostra muito menos maleável ou mesmo volátil.

Fonte: “Diário da República – Resolução 74/2025”.
Penso eu que a maior parte dos dirigentes sindicais, pelo menos dos oficiais de justiça, são bons a negociar a sua própria evolução pessoal
ResponderEliminaragora dos colegas sindicalizados
Pois sim....
Rua Marçal
E o colega está interessado na sua situação pessoal ou coloca a carreira acima desse interesse?
ResponderEliminarHá ainda muitos aspectos a decidir, e mesmo aqueles que já foram acordados podem ser melhorados!
ResponderEliminarÉ evidente que a recuperação do tempo "congelado", e a contabilização do tempo tempo desde a subida ao anterior escalão ara efeito da próxima progressão serão prioritários!
Os sindicato não podem ficar a dormir, e penso que mesmo durante a gestão do presente governo poderia e deveria haver negociações.
Quem é que com 60 anos de idade tem 40 anos de serviço.
ResponderEliminarComam gelados com a testa.
Eu estou interessado no meu interesse.
ResponderEliminarcansei de tantos anos de só ver os outros a fazê-lo!
aprovado por unanimidade
ResponderEliminarJusto carrrrrrrrr
ResponderEliminareu é minimo dos minimos e se me chateiam meto baixa.
já cheguei aos 60. não aturo canalhada que só pensa neles. e com quadros desfalcados.
Ah ah ah!
ResponderEliminar"Rua Marçal", quando conseguiu um dos aumentos salariais da história.
É mesmo só pensar no próprio umbigo.
48€? ui que aumento extraordinário!
ResponderEliminaros sindicatos estão a dormir há anos
ResponderEliminarQuotas minhas não recebem mais
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ResponderEliminarNojento e vergonhosa a postura de todos ao não resolverem prioritariamente esta situação.Dinheiro de quase 30 anos que nesta crise de inflação tanta falta faz!
Eu estou sem um escalão!
Como vão fazer?
Vão actualizar antes da entrada em vigor deste acordo? ou como é?
Gente sem palavra!!
Paguem o que devem há décadas!
VERGONHA!!!!!
Eu estou a pensar executar a sentença.
ResponderEliminarVão roubar a tia deles
Qual a razão de até 30 de Junho haver a transição?
ResponderEliminarSabem? Pois até esse momento certamente iremos ser notificados da contagem de tempo e depois com a transição ficamos sem ele para efeitos de progressão de 3 em 3 anos. Só espero que essa contagem beneficie colegas na mudança de escalão antes daquela operar.
Então e os 18 € do suplemento de disponibilidade? Não contam?
ResponderEliminarPqp isto é de chorar e rir
ResponderEliminarBom dia,
ResponderEliminarNa minha escola ensinaram-me matemática e também a escrita dita "Camiliana" (processo de escrita de camilo Castelo Branco), ferramenta descritiva de um determinado mundo segundo a perceção pessoal de cada um, eivada dos seus enviesamentos e convicções.
E não é só o cálculo matemático ou aritmético do texto de hoje que está completamente errado como também a descrição que faz da situação atual, ela própria completamente desfasada da realidade dos factos.
Vejamos:
Tenho para mim que perda salarial traduz-se, precisamente, numa perda efetiva de rendimento disponível, num decréscimo (-) do salário, para menor valor do anteriormente considerado. No nosso caso temos um ganho efetivo e isso é insofismável. Podemos discutir a diferença de incrementos e a justiça dessa diferenciação, mas já não podemos colocar em dúvida que não houve perda salarial, porque não houve, antes aconteceu um ganho e ao cabo de um ano de trabalho teremos efetivamente um acréscimo de rendimento disponível.
Mesmo para aqueles que considerem pouca coisa, é preciso lembrar que se à pouca coisa (-) que se tinha se acrescentar a pouca coisa que nos deram (-) dará sempre mais do que se tinha antes desse acrescento.
No mais, dizer que me preocupa o silêncio dos justos e bons. Falo dos mais prejudicados com esta situação, entre eles muitos dos Adjuntos que contam com 10, 15, 20, 25 ou até mais anos, muitos deles licenciados, nomeadamente em Direito, que saem extremamente prejudicados com esta situação.
Com efeito não só se mantêm numa situação profundamente injusta como são desfavorecidos de forma generalizada. Exemplificando, entrei em 1998, e sou adjunto desde 2009, encontrando-me no 4º escalão (com cerca de 84 € de aumento) e na transição, vou receber 2026 € exatamente o mesmo que um auxiliar no 6ª escalão (?!).
Pergunto-me como perceber esta igualação que se traduz, ao fim e a ao cabo, numa desvalorização efetiva mesmo que muitos entendam que é afinal uma valorização dos auxiliares - que não é!
Acresce que foi genericamente cerceada a possibilidade de progressão na carreira - a ascensão à categoria superior parece estar definitivamente descartada, pois que assim parece ter sido querido (mesmo que se diga que decorre um ano para provir os cargos atualmente em regime de substituição).
Enfim...
É pessoa de boas contas.
ResponderEliminarSe calhar precisamos de mais matemáticos e menos juristas nos sindicatos.
Tenho eu monte m--da.
ResponderEliminarSe contar com o meu Serviço Militar Obrigatório. Foste à Tropa oh geração y?
Tem vergonha e respeito pelos mais velhos... Aprendeste muita coisa com eles...
Não sabe o que diz...
ResponderEliminarEspero que lápis azul não seja só para mim...
ResponderEliminaré vergonhoso
ResponderEliminarPelos vistos somos vários na mesma situação, um escalão de diferença, fora tudo o resto. Situação urgente a ser resolvida. Intolerável e uma pouca vergonha para a tutela/ para o ESTADO.
ResponderEliminarQuanto mais penso neste estatuto mais arrepiado fico.
ResponderEliminarSerá que ninguém vê que os únicos grandes beneficiados são os administradores, juízes presidentes e procuradores coordenadores??
Acabar com a progressão vertical.
Acabar com qualquer expectativa de um Colega auxiliar almejar algo mais.
As valorizações salariais não são nada de extraordinário relativamente a todos os funcionários do Estado que tiveram aumentos no último ano.
Pensem, nós nem 1% somos dos funcionários do Estado.
Ao contrário de outros, que são aos 100 mil, professores, aos 50 mil, Polícia e GNR, etc, etc, em termos de orçamento somos uma gota no oceano, ou seja, pagar mais 100 ou 200 euros a 7000, Oficiais de Justiça são peanuts, e olhamos para estes aumentos que ainda por cima não são iguais para todos e vemos que a média é bem reduzida.
Até nesta merda, pouparam connosco.
Como é que os sindicatos embarcaram nesta ideia.
Como é que podem ser tão anjinhos.
Daqui a meia dúzia de anos, quando andarmos em greves a pedir um novo estatuto, alguém vai perguntar a razão, se os sindicatos assinaram este estatuto.
Isto é um convite à discricionariedade dos administradores.
Tudo ao monte.
Acabe-se com a especialização, até porque os magistrados ganham mais por isso.
Acabem-se com as categorias, coloquem-se escrivães escolhidos por quem todos nós sabemos a chefiar 3, 4 e 5 secções/juízos e o resto anda tudo ao monte.
Tudo isto a troco de 200 euros para uns, 47 para outros, 84 para outros, etc, etc.
Vamos ter colegas acabados de entrar a ganhar menos 100 euros dos que andam aqui há 15 anos.
Isto é normal??
Não há aqui uma disrupção que vai criar problemas.
Para não falar dos adjuntos.
Tudo atabalhoado, tudo à pressa, tudo para fazer de conta.....
Não esquecer ainda que, o valor ora integrado, passa a ser sujeito ao desconto dos 3,5% para a ADSE, bem como os 0,75% para os sindicatos, isto, obviamente para quem for sindicalizado, pelo que se traduz em mais uma perda salarial efetiva.
ResponderEliminarMas então há desvalorização ou não?
ResponderEliminarO colega não se esqueça que o suplemento não é suplemento é trabalho extra que vai ser prestado e pelo menos uma hora por dia. E não venham com a treta que nem toda a gente vai fazer, porque com o "novo estatuto" todo a gente vai ter que o fazer, não vai haver filhos e enteados, não vai haver secção central, arquivo, MP, apoio à gestão e secções e não vai ser só o pessoal das seções que vai assegurar as tais horas extras.
O suplemento não é suplemento é pagamento por trabalho extra, no mínimo uma hora por dia ou acha que só um ou outro é que o vão fazer e vai ser esporadicamente
ResponderEliminarE se pensar que saiu de casa para subir a adjunto e os auxiliares ficaram em casa.
ResponderEliminarVenha bem a justiça e progressão.
Será de ponderar ação em tribunal, sondarei advogados, sem duvida.
A mim o que me interessa é a "carreira" fico muito contente com o alcançado. Vão ser os novos colegas que me vão pagar as contas!!!! ou vão ser o colegas que foram aumentados 200 ou 300 euros!!! Que "carreira" a que acabou?
ResponderEliminarSerá que vai haver movimento anual em abril?
ResponderEliminarNem as desistências que houve tentaram substituir... Duvido que metam mais pessoal em breve. Os que cá estão que aguentem tudo
ResponderEliminarE ainda há quem ande por aí a apregoar que foi um bom acordo... Foi uma M**** de acordo é o que foi!
ResponderEliminarEu conheço alguns
ResponderEliminarAinda acredita no pai natal? Acha mesmo que após ter sido publicado em Diário da República que o governo ainda vai aceitar fazer qualquer tipo de alterações? Todas estas situações lesivas para centenas ou mesmo milhares de colegas estavam devidamente identificadas antes da assinatura do acordo, mas os sindicatos preferiram aceitar o acordo com as falhas, acreditando na boa-fé e boa-vontade dos governantes (como se tal coisa existisse!)
ResponderEliminarSó por acaso... eu!
ResponderEliminarQuando se começa a trabalhar nos Tribunais com 20 anos...
Estão a baralhar tudo outra vez. O suplemento é pago independentemente das horas.
ResponderEliminarPorque é o valor atual. O valor que está em vigor e não um valor passado.
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ResponderEliminarSó os apaniguados do sfj é que andam por aqui a defender o indefensável...
.
Segundo o diploma aprovado o SRP seria integrado na formula SRPx12:14. Ora só pderia ser o de 13,5% pois só esse era pago em 12 vezes. Se bem se lembra o anterior era só pago a 11 vezes.
ResponderEliminarEntão o colega não vai fazer horas extras? Vai dizer: hoje não posso tenho que ir buscar o meu filho à escola ou vai indicar outra justificação e de depois vai-se embora? é isso?
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ResponderEliminarsindicatos façam acontecer!!!
quero o meu escalão do tempo de eventual e o dinheiro porque preciso dele, estou deslocado e mal consigo pagar contas!!
EXECUTEM A SENTENÇA!!!
Aqui há uns anos, quiseram colocar mais 1 hora no horário de trabalho, isto é a sair ás 18H00. Durante um tempo ainda assim foi.
ResponderEliminarAgora, a troco de 1 euro e pouco, querem que se faça mais 1 hora por dia ! Tá bonito!!
Sobre a defesa da carreira, o que mais gostei de ver na Recomendaçāo foi o penúltimo parágrafo. Imparável!
ResponderEliminarO Partido do governo bem recomendou aos do partido que governa(va), coisas boas para os Of.Justiça, mas nem de tudo os governantes gostaram e os sindicatos também não esperaram mais, que têm mais que fazer . Já a seguir.
Também gostei da progressão na carreira com promoções regulares e do plano plurianual de ingresso...ainda mais se gosta.
Bem que nos podíamos juntar todos e colocar conjuntamente...
ResponderEliminarRepito uma outra vez:
ResponderEliminarHá muito para fazer por parte dos sindicatos, desde que não estejam a dormir!
Era positivo que, no entretanto, SFJ e SOJ fossem conversando sobre as outras questões do estatuto ainda não resolvidas, par não serem apanhados desprevenidos ... ou a dormir! ...
Credo... Que violência colega. Não havia necessidade...
ResponderEliminarColega, estou na mesms situacão. Os meus 8 anos de serviço valeram um aumento de 48euros. Isto não devia passar. E passou. Mais do mesmo.
ResponderEliminarMas apontaram-lhe alguma pistola à cabeça para concorrer para adjunto ?
ResponderEliminarPenso que já há malta a pensar em se juntar
ResponderEliminarpara executar
ResponderEliminarÓ invejoso, porque a tua postura não engana.
Os sindicatos incentivaram a aceitar as promoções, designadamente com ações em tribunal.
Por isso quem saiu de casa para ir para adjunto foi simplesmente aldrabado.
A tua conversa é de bosta, de gente invejosa e mesquinha que se está a borrifar par as injustiça. É demonstrativa da educação que te deram!
Para informação e enriquecimento pessoal do colega quem concorria era para progredir na carreira. Ou não sabe que para ser escrivão era preciso ser adjunto primeiro e antes disso auxiliar.
ResponderEliminarquem falou em 30 de junho?
ResponderEliminarNem as desta parte do acordo resolveram. Ficou tudo cheio de problemas por resolver, quanto mais prepcuparem-se com outras questões!
ResponderEliminarQue resolvam primeiro as injustiças e berbicachos que ajudaram a criar e pensem depois em outras matérias do estatuto!
E as minhas também cessam este mês. E todos aqueles que nos sentimos enganador e penso que seja a maioria, deveriam fazer o mesmo .
ResponderEliminarpara
ResponderEliminarenriquecimento que agora se revela aldrabice, ou você é cego? ou não quer ver?
por isso é que os ambientes nos tribunais estão cheios de gente sem valores morais.
Nunca considerei nem considero um sindicato a um clube de futebol (que é para a vida)!
ResponderEliminarAo contrário do sindicato do qual sou associado considero o acordo um desastre!
Como não tenho a mínima esperança que ocorra alguma mudança na sua liderança, só me restou no dia de hoje ter enviado o pedido para deixar de ser sindicalizado!
Sobre a recomendação/proposta da Assembleia, tudo bem que não passa disso mesmo, mas é de louvar a mesma, porque num espaço curto de tempo conseguiram ter a perceção das reivindicações dos oficiais de justiça, coisa que os sindicatos em anos não conseguiram.
Tenho 64 anos e 3 meses . Trabalho desde agosto de 1980! Não chega , foda ...... estou farto da m.... dos Tribunais e da injustiça que por lá grassa !
ResponderEliminarTomara que fosse.
ResponderEliminarE que pagassem logo logo os retroativos para ver se ainda recebia em férias para poder gozar umas belas e a seguir morrer descansado!!!
Isso a partir de agora está resolvido é esperar que os anos passem (5; 6; 7 anos, isso é coisa que ainda está a ser negociada) agora, sim é uma carreira atrativa
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ResponderEliminarPeço desculpa se ofendi o colega. Deduzo então que lhe tenham apontado a tal pistola à cabeça.
ResponderEliminarEu
ResponderEliminarConsegue a Assembleia o que os Sindicatos não viram... adormecidos na forma. Papados de cebolada!
ResponderEliminarCONTINUEM A PENSAR.......................................................
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ResponderEliminarComentários censurados como no tempo da velha senhora?
E já agora de acordo com o RGPD não pode o blog guardar os ips dos comentadores...
Aliás nem qualquer outra situação que permita chegar à pessoa.
DESCONFIO QUE ESTÁ A DAR TIROS NOS PRÓPRIOS PÉS!
Os comentários não são censurados, como diz, atrevendo-se ainda a comparar a liberdade que aqui desfruta com o "tempo da outra senhora".
ResponderEliminarNo que se refere aos endereços de IP também está enganado.
Relativamente aos tiros nos pés, saiba que o próximo passo será o bloqueio de todos os comentários, uma vez que há leitores empenhados em prejudicar esta iniciativa de 13 anos, pelo que, antes dos comentadores acabarem com a iniciativa, a iniciativa terá, infelizmente e perante a agressividade existente, que acabar com os comentadores.
Os oficiais de justiça com 10 anos disto estão agora a iniciar a carreira..e esta hem???
ResponderEliminarSe isto não é sermos tratados como lixo então não sei o k será...
Muito bem, na sua casa manda você. Quem não concorda que crie um blog e escreva o quiser.
ResponderEliminarEsta história do SRP a dividir por 14 meses já cheira mal.. como é óbvio, essas contas de sumir não podem ser feitas.. Quando recebemos os subsídios não está incluído o SRP, logo nunca poderia ser feito o cálculo por 14x. E não, não é uma perda salarial, o valor anual é exatamente o mesmo. Deixem-se de arranjar desculpas para continuarem a ser velhos do Restelo! Se há aspetos maus no acordo, a questão do cálculo do SRP a dividir por 14 meses não é um deles, é apenas pura desinformação
ResponderEliminarse é escrivão do 4.º escalão e escreve "de fato" já ficou apresentado...
ResponderEliminarseria importante os sindicatos pronunciarem-se sobre a resolução da assembleia
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