A serena intranquilidade domesticada

      Depois da divulgação do exuberante despacho sobre o Movimento Ordinário deste ano que, afinal, é sobre dois Movimentos seguidinhos, o pequenino de 51 lugares e o denominado “mais alargado”, que se há de ver o que é, publicou ontem a DGAJ na sua página a notícia sobre este assunto, apropriadamente ilustrada com a fotografia da assinatura do acordo com os dois sindicatos, onde se pode ver nos extremos da foto os dois presidentes dos sindicatos, um deles sorrindo de satisfação e o outro com um semblante não tão feliz.


      E dissemos que a fotografia escolhida é a apropriada porque serve para, mais uma vez, mostrar ao mundo quem são os autores do acordo e o seu nível de comprometimento, recordando que se devem manter assim calmos e refreados, com sorriso ou sem sorriso, mas submissos.


      Começa assim na notícia:


      «O movimento ordinário de colocação de Oficiais de Justiça arrancou hoje, com 51 vagas disponíveis, resultantes de desistências no último concurso de recrutamento.»


      Quer isto dizer que se tivesse havido 100 desistências, ou apenas 10, seria este o tamanho do Movimento?


      A DGAJ confunde o Movimento Ordinário anual que pretende servir todo o universo dos Oficiais de Justiça, com um movimentozinho extraordinário que pretende resolver um problema concreto.


      O Movimento Ordinário, que é único e anual, é para todos os cerca de sete mil Oficiais de Justiça e não para tapar o buraco que os 51 desistentes deixaram, embora também pudesse servir para isso mesmo, mas não, nem nunca, em exclusividade. Transformar o Movimento Ordinário Anual nisto que foi apresentado é um insulto que nem com a colagem da fotografia dos dois presidentes dos sindicatos deixa os Oficiais de Justiça tranquilos e amansados.


      Um Movimento reduzido a 51 lugares, tantos quantos os ingressos autorizados pelas Finanças para perfazer a autorização dos 570, servirá os candidatos pendentes dos concursos de 2023 e de 2024 para ingressarem?


      Os candidatos estão cheios de dúvidas. Se, por um lado, gostariam de se candidatar já aos 51 lugares, para ingressarem o quanto antes, por outro lado não gostam desses lugares indicados que correspondem aos lugares dos desistentes, ponderando reservar-se para se apresentarem ao segundo Movimento, o tal que se anuncia como “mais alargado”.


      No entanto, os candidatos, esbarram na dúvida se no Movimento complementar que se seguirá haverá lugar a primeiros ingressos e a mais lugares disponíveis por todo o país. Esta é uma dúvida dilacerante, não só porque a tal menção de “mais alargado” não significa necessariamente mais lugares disponíveis, mas também porque caso os 51 lugares sejam tapados por novos ingressos no primeiro Movimento, já não haverá novos ingressos no segundo.


      Não é expectável que no segundo Movimento não haja alguns lugares para primeiros ingressos, acreditamos que deverá haver alguns lugares, embora possam ser em número reduzido. Porquê? Porque como o Movimento Ordinário está aberto aos Oficiais de Justiça já em funções, é natural que um par deles concorram e obtenham colocação num desses 51 lugares e, a acontecer isso, esses lugares ocupados por Oficiais de Justiça já em funções ficarão disponíveis para ingresso no segundo Movimento, mas, como dissemos, esses lugares poderão estar reduzidos a um par ou meia-dúzia de lugares, isto é, muito poucos lugares.


      Convém ainda avisar os candidatos ao ingresso que esperam lugares mais a norte no Movimento “mais alargado” que, a surgirem tais lugares, tendo em conta que o Movimento está aberto a todos os Oficiais de Justiça, estes terão prioridade na ocupação dos lugares.


      O que é que quer dizer o “mais alargado”? Que é mais alargado porque engloba a nova categoria de “Escrivão”? Ou que é mais alargado porque engloba as extintas categorias de Adjuntos e Auxiliares? Ou será mais alargado por incluir um número maior e mais diversificado de vagas a nível nacional? Ou é tudo isto ao mesmo tempo?


      A essas questões responde a DGAJ assim:


      «Este é o movimento ordinário do ano, conforme previsto na lei, e será seguido por um movimento mais alargado em julho próximo, abrangendo as duas novas categorias que compõem a carreira, segundo o novo estatuto, recentemente aprovado.»


      Ou seja, o tal “alargamento” parece ser assim designado apenas porque abrange as duas novas categorias (que são as únicas que existirão nessa altura), isto é, todos os Oficiais de Justiça em funções poderão concorrer para ser movimentados, embora não se saiba para onde nem em que quantidade, sendo certo que terá as muitas e habituais restrições de movimentação, concentrando as vagas nos lugares mais deficitários. Portanto, um tiro no escuro.


      Os candidatos ao ingresso estão perante um grande dilema e são raros os que sabem, com toda a certeza, o que vão fazer. Claro que a decisão final de cada candidato será tomada de acordo com as suas condições particulares, sejam familiares ou do emprego atual, bem como daquilo que cada um está disposto a passar para obter a colocação. É uma decisão muito pessoal e cada um terá os seus próprios motivos, não existindo nenhuma solução comum para todos.


      Por fim, lemos na mesma notícia de ontem o seguinte:


      «A par destas medidas, a Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Maria Clara Figueiredo, mandatou a Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) para elaborar a revisão dos mapas de pessoal, que datam de 2019 e já não refletem as necessidades atuais.»


      O que é que isto quer dizer? Que, afinal, os quadros serão alargados, aumentando a possibilidade de todos se movimentarem mais e alcançarem os lugares que desejam? Que a nova categoria de chefia será duplicada ou triplicada para dar oportunidade a muitos mais a ela poderem aceder? Claro que não, nada disso sucederá, bem pelo contrário, sucederá precisamente o contrário e as movimentações só ocorrerão futuramente por efeito das aposentações ou, como até aqui, pelas desistências.


      Seguem duas imagens das fotografias dos 5 subscritores do acordo, que constituem as ilustrações que a DGAJ e o Governo usam como cartaz para a tentativa de apaziguamento geral.


Acordo20250226-SFJ+SOJ+Gov2.jpg


Acordo20250226-SFJ+SOJ+Gov.jpg


      Fonte: “DGAJ”.

Comentários

  1. Anónimo2/4/25 08:41

    Porque diabo é que eu, sendo adjunto, não poderei concorrer ao movimento ordinário anual?
    Mais uma vez, mais uma demonstração de come e cala.
    Os 2 queridos sindicatos não farão nada, é claro.


    No antepenúltimo parágrafo, mais uma vez a confirmar a total incompetência, desnorte, etc. Então só agora é que se vai olhar para o mapa de pessoal. Acaba-se com os oficiais de justiça do judicial e o MºPº, mistura-se tudo como se faz numa salada de alface e tomate, e só muito depois é que se vai pensar na revisão do mapa de pessoal?????
    Ao tomar a decisão de unir, não se deveria já ter uma ideia, um pensamento estruturado????
    Triste país este, com este nível de dirigentes, com este nível de sindicatos e, acima de tudo, com estes oficiais de justiça tipo come e cala.

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  2. Anónimo2/4/25 09:34

    Os poucos otários que ainda pensam e dizem que este novo estatuto até é bom, vão ter uma grande surpresa quando a DGAJ divulgar os "novos" mapas das secretarias.
    Este estatuto espetou a faca, o mapa das secretarias vai rodar a faca bem devagarinho para sentirmos a dor.
    Somos mesmo uns otários.
    Agora que a DGAJ tem a faca e o queijo na mão, somos apenas uns míseros peões.
    Mas calma lá, o que interessa é que os adjuntos também vão fazer sala......

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  3. Adolfo Dias2/4/25 09:39

    Claro que já existe uma ideia estruturada.
    Mantenha-se calmo, porque o pior está para vir para algumas comarcas, com a redução de muitos lugares. 
    Então nas comarcas do interior vai ser uma razia.
    Isto é para ser feito a prestações para não criar alarme e revolta nos funcionários.
    A eventual sorte é o governo mudar de cor, caso contrário estamos ....... como o sporting quando o Bruno Fernandes saiu.

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  4. Anónimo2/4/25 09:42

    E como vai ser a graduação final de todos os oficiais de justiça, para efeitos de antiguidade, por exemplo um auxiliar com 30 anos de serviço e um adjunto com 25 anos de adjunto mais 5 de auxiliar, ambos com muito bom na última inspeção.

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  5. Anónimo2/4/25 09:58



    Muito bem Srs Blogurs,


    Dúvidas atrás de dúvidas, complicações atrás de complicações.
    Farto desta maneira de gerir, farto disto tudo.
    E  alista de graduação única como é????
    Ninguém tem dúvidas?
    VERGONHA DE PROFISSÃO
    Pena não ser mais novo e ainda ter filhos para criar, pois  não me apanhavam aqui.

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  6. Anónimo2/4/25 10:26

    Governo mudar de cor?
    Acredita no pai Natal? o que muda com a cor?
    Triste. Vai mudar o cheiro da merddddd é??

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  7. Anónimo2/4/25 10:27

    Triste mesmo colega!
    e VERGONHOSO

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  8. Anónimo2/4/25 10:32

    o que interessa é o grau III 

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  9. Anónimo2/4/25 10:34

    Sim o que é importante é adjuntos fazerem sala e todos com o nivel 3 para cima, com subsidio permanente de miséria.
    E quadros desfalcados. Uma aposentação por dia.

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  10. Anónimo2/4/25 10:54

    E nessa lista  um auxiliar  com 30 anos vai passar à frente de um adjunto com 20 anos? 

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  11. Anónimo2/4/25 11:02

    É ridículo este constante choradinho.
    Estão assim tão mal emigrem.

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  12. Anónimo2/4/25 11:33

    Na minha opinião, o mais justo é ordenarem pela antiguidade na carreira, independentemente de sermos auxiliares ou adjuntos. Contar o tempo todo deste a entrada em funções.

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  13. Anónimo2/4/25 11:54

    então os atuais auxiliares vão fazer sala a vida toda?

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  14. Anónimo2/4/25 11:55

    Emigrar não digo, mas mudar de carreira, já estive mais longe 

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  15. Anónimo2/4/25 12:11

    Não. Aqueles que conseguirem chegar a chefes deixam de fazer sala. Em 7000 serão uns 1000, quando os atuais se reformarem. Portanto, é só fazer contas.

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  16. ANÓNIMUS2/4/25 12:12

    Estes anos todos o que estamos a assistir no judiciário cá entre portas e no estrangeiro, a desajudialização da justiça e a perda de competências dos Oficiais de Justiça, seria inevitável este desfecho.
    A saída da ação executiva e outras funções de relevo dos Tribunais e dos Serviços do Ministério Público, deram a origem a tudo isto, a agravar a situação com a informatização e ainda a Inteligência Artificial que está aí à bica vai aprofundar esta situação.
    Os dirigentes sindicais o AM e o CM, sem querer ofender ninguém, na minha opinião sincera ao assinarem este acordo o possível mediante este cenário negro, salvaguardar a parte salarial e especial da carreira, com a atribuição da carreira de grau funcional III de natureza especial e a integração do SRP.
    Penso que prestaram um bom serviço à classe, na minha opinião sincera e estando solidário com todos os meus colegas sem exceção, acho que quem não quer ver a realidade como ela é, ainda não entendeu estes novos tempos que se avizinham.
    Abraços.    

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  17. Anónimo2/4/25 12:12

    Mais justo para quem?

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  18. Anónimo2/4/25 12:18

    Não sejam ridículos com a questão de não fazerem sala.
    Vão existir inevitavelmente movimentações entre secções.
    Por essa ordem de ideias se numa secção só estiverem ex adjuntos, como facilmente vai ocorrer,  mantinham a situação funcional e ninguém fazia sala.
    Enfim, não abram a pestana e vão ter problemas.

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  19. Anónimo2/4/25 12:27

    Sim, mas têm de se fazer afinações em relação à antiguidade na categoria!
    O MJ não pode, ou não deve, retirar a antiguidade na categoria sob pena de acabar com a equidade - Não se pode tornar igual o que é diferente!


    Depois temos outras questões a resolver, tais como a exclusividade, a idade de reforma, e até a possbilidade de emolumentos em alguns dos actos prtaicado (porque não?), enter outras.
    Há muito onde se pode melhor a carreira, em termos funcionais e remuneratórios!


    Claro está, que a recuperação dada aos professores tem de ser aplicada aos OJ.


    Abraço 

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  20. Adolfo Dias2/4/25 12:29

    Se é colega, diga-me o que foi retirado dos serviços do ministério público. É que se for pesquisar a nível local ou nacional, vê que cada vez existe mais trabalho naqueles serviços e cada vez mais crimes em investigação, com uma expressão que não havia antes. 
    Veja o caso da violência doméstica, crimes informáticos, a poluição, os crimes económico-financeiros, crimes sexuais. E se perguntar no Algarve, veja a resposta que lhe dão.

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  21. Anónimo2/4/25 12:32

    Bom serviço à classe?????????????
    Caramba.
    É cá cada um.....

    ResponderEliminar
  22. anónimo2/4/25 12:37

    Para o camarada das 11.02 horas. 
    Diz-me quantos anos tens de serviço e depois já se vê que autoridade tens para falar de "choradinho" e para mandar os outros emigrar. Pela conversa já se sabe onde vais por a cruzinha nas próximas eleições ou seja o partido cujo PM nos mandou a todos sair da "zona de conforto" 

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  23. Anónimo2/4/25 13:02

    Mais justo premiar quem nunca saiu de casa? quem nunca quis sair das saias da mãe  e sacrificar-se para tentar subir na carreira? é esse o prémio de uma vida?


    palhaços

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  24. Anónimo2/4/25 13:06

    Belissimo serviço, sim senhor, nivelar tudo por igual.


    é der rir para não chorar.
    afinal o que conta é o nivel.


    palhaçada

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  25. Anónimo2/4/25 13:17

    É o artigo 14 que assim o diz!


    Não sou eu!

    ResponderEliminar
  26. anónimo2/4/25 13:37

    Mais uma brilhante prédica do nosso Grande Líder no CM jornal que aqui partilho para profunda reflexão por todos nós e especialmente para os "amantes" do acordo celebrado:

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  27. Anónimo2/4/25 13:39

    "ninguém fazia sala" mas passam a fazer.

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  28. Anónimo2/4/25 13:41

    Para dar previsibilidade organizacional  e manter a continuidade dos serviços sem perturbação, mantém a colocação no Núcleo e e fica funcionalmente ligado ao judicial ou ministério público. Coisa diferente são as novas competências atribuídas. Julgo eu.

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  29. anónimo2/4/25 13:42

    Ainda tu não sabias a diferença entre uma sala e um quarto e já os adjuntos tinham feito dezenas de anos de sala ou não sabes para para se ser adjunto era preciso antes ser auxiliar e fazer sala era uma das nossas atribuições.

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  30. Anónimo2/4/25 13:43

    Viva o grau três
    Viva o suplemento de disponibilidade  que dividido por 24 horas possiveis dá menos que ordenado de senhora de limpeza
    Viva a vida de quem saiu da zona de conforto para ser adjunto e agora anda para trás!!


    Viva aos miseráveis que gostam de o  ser

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  31. Anónimo2/4/25 13:52

    Como eu compreendo o sorriso do presidente do maior sindicato, na foto!


    1 MILHÃO PARA A FORMAÇÃO! 

    ResponderEliminar
  32. Anónimo2/4/25 13:54

    Só para contrariar um pouco, atualmente sou adjunto, já há bastantes anos, mas uma vez quando era auxiliar apareceu na minha unidade orgânica um adjunto que era administrativo na DGAJ pouco antes de ter saltado para lá com essa categoria, e nem sequer fez ano probatório nem nada.
    Portanto, não é verdade que todos os adjuntos tenham feito anos de sala antes de o serem.

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  33. Anónimo2/4/25 14:36

    Na comarca do PORTO, houve sem qualquer sombra de dúvida, desistências entre o movimento que colocou os 570.
    Qual a razão pela qual nenhum desses lugares vai ao "mini" concurso ?
    A administração da comarca não se manifestou em tempo ?

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  34. A resposta está no despacho - alínea a).

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  35. Anónimo2/4/25 15:52

    Espero que o "namoro" de A. Marçal resulte em algo de positivo!


    https://www.facebook.com/sfjudiciais

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  36. Anónimo2/4/25 16:36

    Neste caso é mais um ménage à trois!

    ResponderEliminar
  37. Anónimo2/4/25 16:43

    Claro! Ou pensa que os adjuntos andam a dormir e não conhecem o actual estatuto, nomeadamente este artº 14º e que só os auxiliares  é que são espertos? Agradeça aos sindicatos...

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  38. Anónimo2/4/25 16:45


    Repito o que escrevi acima:

    ResponderEliminar
  39. Anónimo2/4/25 16:49

    Deve pensar que só os auxiliares é que são espertos...Pensa que os adjuntos se vão deixar comer de cebolada? Está na Lei, meu caro!!!! Habitue - se!!!!

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  40. Ò Anónimus (que por acaso botou discurso no encontro do SFJ há umas semanas), podes inventar os nomes que quiseres que é muito fácil saber quem és (não é só pela careca que se descobrem…)
    Se te custa muito assumires quem és e de onde vens mandado, talvez daqui a uns meses mudes de opinião quando esse lugarzinho de ouro for ao ar e 

    ResponderEliminar
  41. Anónimo2/4/25 17:20

    O art 14 diz que mantém a situação funcional não o( fica no cível crime ou mp) não mantém o conteúdo funcional.
    Esta interpretação errada egoísta já enoja.
    Vai para a sala como os outros ou pensa que vai receber um valor pela disponibilidade dos outros?
    Quando calharem numa secção de ex adjuntos ficam a olhar uns para os outros.
    Santa ignorância.

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  42. Anónimo2/4/25 17:41

    Não me habituo porque pura e simplesmente me recuso a não ser alternado .
    O senhor não sabe a diferença entre situação funcional de conteúdo funcional é problema seu.
    Veja a comunicação do soj é bastante clara.
    Habitue-se a levantar o rabo da cadeira que até lhe  faz bem

    ResponderEliminar
  43. Anónimo2/4/25 17:46

    Não, não está na lei.
    O que está é o conteúdo funcional de TODOS os futuros técnicos independentemente da categoria de origem.
    É para cumprir e pouco barulho!

    ResponderEliminar
  44. Anónimo2/4/25 17:59

    As chefias das secções devem fazer cumprir os deveres funcionais a todos os técnicos.
    Caso não o façam, alguém estará atento a que os critérios de igualdade sejam observados.
    Por outro lado, eu no lugar dos antigos auxiliares, exigia que me fossem atribuídas todo o tipo de tarefas previstas no novo estatuto, e que não esteja apenas afeto a serviço de sala, pois tal podera ser prejudicial em termos de avaliação.

    ResponderEliminar
  45. Anónimo2/4/25 18:14

    No meu tribunal o Sr. Secretário já mandou adjuntos e auxiliares á formação do novo sistema webex.
    O resto é devaneios de adjuntivite 

    ResponderEliminar
  46. Anónimo2/4/25 18:52

    Tu a escrever já pareces uma dessas novas "chefias", deves ser um dos que vai estar "atento". Vê quais são as atribuições das "chefias" e vê quem é que decide quem faz o quê e na dependência funcional de quem 

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  47. Anónimo2/4/25 18:53

    Daqui a uns anos vou ver se tens a mesma opinião 

    ResponderEliminar
  48. Anónimo2/4/25 18:58

    Já que conheces bem o "novo estatuto" vai ver quem é que manda nas unidades e de quem é que eles dependem funcionalmente e depois diz-me que voto na matéria vão ter os novos "técnicos" quanto as tarefas que lhe vão ser atribuídas

    ResponderEliminar
  49. Anónimo2/4/25 19:01

    Recusa-se????Mas quem é você??? Habitue-se que lhe vai custar menos...Vai ser até aos 70 a fazer sala, a arder de inveja e impotência, a desejar a reforma ou a morte aos ex-adjuntos para dividir mais uma semanita de julgamentos! Segundo o artigo 14, de que já vi que não gosta e tenta deturpar ao seu gosto, mantém-se a colocação (ou seja, não muda de Tribunal, secção ou serviço) e a situação funcional, ou seja mantêm-se as funções de cada uma das categorias extintas! Se não chega lá ou não acredita pergunte à AI...

    ResponderEliminar
  50. Anónimo2/4/25 21:46



    É completamente ridícula esta converseta dos novos conteúdos funcionais, se mantém ou não situação funcional e o que isto significa.
    Por mim vai ser resolvido de modo muito simples: os números serão distribuídos  por TODOS os técnicos e todos praticam os atos inerentes a cada processo até ao VC.
    Não sabem aprendam, ainda têm 2 meses.

    ResponderEliminar
  51. Anónimo2/4/25 22:25

    Eu não me importo de fazer sala o sr é que tem complexos e por isso é que para si será mais difícil.
    Mas que vai fazer vai. Quer goste quer não goste.
    Por mim fazer sala, cumprir despachos é mais do mesmo já estou habituado.
    Para adjuntos  como o sr. ( Não são todos assim)   é que é pior devido á sua mentalidade tacanha que considera isso uma ofensa, mas o problema está apenas na sua cabeça.
    Sou tanto como o. Sr. Para me recusar é simples.

    ResponderEliminar
  52. Duarte Rocha2/4/25 23:54

    Colega, não generalize e muito menos seja tendencioso, eu desde que pude e as promoções foram descongeladas, concorri para Adjunto, nos últimos 5 movimentos em que as houveram, para todo o país e ilhas, mas as vagas, eram tão poucas que nunca apanhei nenhuma. Até lhe digo mais, residindo eu em Gondomar e colocado no Porto, recorri à figura de recurso hierárquico, por duas vezes, para saber o que tinha acontecido a vagas existentes na ilha da Madeira e que depois das colocações as mesmas deixaram de existir, tendo obtido a resposta que as respetivas, por lapso, tinha constado nos movimentos... mas, que as mesmas já tinham sido anteriormente ocupadas... com isto quero dizer que a maior parte dos Auxiliares se não são Adjuntos, foi por força dos congelamentos... e por as vagas libertadas, nos últimos movimentos, terem sido diminutas...

    ResponderEliminar
  53. Anónimo3/4/25 08:49


    Você é um ignóbil, não sabe ler, interpretar um artigo claro curto:
    Vai continuar a fazer as funções que desempenhou até ao dia de hoje mas, dela não sai. Aliás só sai quando for para a reforma! 
     

    ResponderEliminar
  54. Anónimo3/4/25 10:19

    Continuo na mesma.
    Na comarca do Porto houve novos OJ que desistiram, outros que nem sequer se apresentaram do total dos 570, e porque razão tais lugares não constam do mapa de vagas ? 

    ResponderEliminar
  55. Anónimo3/4/25 11:59

    Colega... Não se dê ao trabalho de responder... Eles não percebem nem querem perceber. Foram promovidos no tempo das vacas gordas, foi a sorte. Enfim. Pior cego é aquele que não quer ver.

    ResponderEliminar

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