Com o despertar abrem-se os olhos

      Um mês depois da publicação do Decreto-lei 27/2025 de 20MAR, saído do acordo firmado com o Governo cessante pelos dois sindicatos (SFJ e SOJ), resultante das negociações secretas, eis que vem o presidente, também cessante, do SFJ pedir, publicamente, em artigo de jornal diário com cobertura nacional, que a justiça abra os olhos.


      Na habitual coluna do Correio da manhã, em artigo intitulado "Justiça de olhos abertos", lia-se assim, logo a começar:


      «A cegueira persistente de tutelas políticas e chefias de topo na Administração Pública tem um custo elevado: o da injustiça prolongada e da correção forçada.»


      António Marçal atribui responsabilidades de "cegueira persistente" ao Governo e à Administração governamental (só a estes), pelo que apela de seguida a uma intervenção do Governo para se autocorrigir com urgência:


      «O Sindicato dos Funcionários Judiciais defende, por isso, que o atual Governo deve, mesmo em contexto político conturbado, rever com urgência o Decreto-Lei n.º 27/2025, de 20 de março.»


      E termina o artigo em grande, com uma afirmação fantástica, vejam bem:


      «Persistir no erro é repetir o passado. Ouvir os trabalhadores é, além de um dever democrático, o caminho mais curto para a justiça e a legalidade.»


      Sim, o presidente cessante do sindicato mais antigo, com maior número de associados, que esteve presente nas negociações secretas que resultaram no acordo que assinou e que deu origem ao Decreto-lei que agora quer - com urgência - ver alterado, diz mesmo isso: que "persistir no erro é repetir o passado" e ainda que "ouvir os trabalhadores é, além de um dever democrático, o caminho mais curto para a justiça e a legalidade".


      Daquilo que se lê, tudo indica que estamos perante um abrir de olhos, um despertar; uma saída do entorpecido estado de dormência, agora que a dor se começa a notar pela passagem do efeito da anestesia. Pena é que, como sempre, a anestesia seja tão forte e dure tanto tempo, muito para lá da concreta e ampla intervenção cirúrgica que tantos cortes fez.


      Foi preciso passar todo este tempo para a dor se começar a sentir? Não era dor que se poderia prever e evitar? Não se poderia ter tido os olhos abertos antes de assinar o acordo? Não se poderia ter previamente “ouvido os trabalhadores”, como agora bem se faz constar no artigo? É que, como bem diz agora Marçal, de facto “persistir no erro é repetir o passado”.


Expressao-EspantoAoAcordar+DDOJ.jpg


      Fonte: “Artigo de António Marçal no Correio da Manhã, reproduzido na página do Facebook do SFJ”.

Comentários

  1. Lousanense24/4/25 08:21

    Bom dia.
    Vou aguardar os comentários dos acólitos do grande líder Marçal e depois já cá venho comentar.
    Até já.

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  2. Pedro Damião Rodrigues24/4/25 08:43

    Eu quando levanto o copo e o bebo levanto outro para corrigir o ter bebido o primeiro....

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  3. É Inacreditável! É de uma irresponsabilidade vir agora comentar no Jornal que e cito, cfr., o Sr. Blogger escreveu "

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  4. O Sr. Marçal já despertou um pouco tarde não!?

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  5. Ah ah ah!
    Grd Marçal, basicamente não disse nada e conseguiu pôr toda a gente a pensar que disse muito e que não concorda com quase tudo desta histórica reestruturação da carreira.
    Só lhe posso dar os parabéns por esta saída em grande.

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  6. Bom dia,
    Entendendo a ironia do artigo de hoje, contudo deixaria apenas algumas questões para reflexão:


    Onde se lê “alterar” não se poderá, antes, entender como “melhorar”?


    De facto, todos sabemos que o Dec. Lei não é o ideal, mas, sabendo-se que era o possível face aos constrangimentos da situação política em que foi efetuado, seria melhor não ter havido nada? Ou, por isso mesmo é que, e bem, os Sindicatos têm de tentar melhorá-lo?


    Caso não tivesse sido feito o acordo, neste momento estaríamos todos à espera que um novo governo decidisse encetar negociações, desconhecendo-se quando. Seríamos contemplados com melhores ou piores propostas? 

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  7. Melhorar não é alterar? Ou melhorar será manter como está?
    Ele há cada um...

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  8. Deixe se de conversa da treta.
    Nem toda a gente que defende esta reforma da carreira o defende a ele.
    Por acaso estava no lugar certo à hora certa e tomou a atitude correta de fazer parte da solução.
    E fica um obrigado e felicidades na seu futuro profissional ou lá o que seja.
    Um obrigado pela disponibilidade demonstrada, porque fazer é uma coisa, ser papagaio como a maior parte das personagens que por aqui andam, é cousa bem diferente.
    Fico à espera de quem vá fazer melhor.

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  9. Lá diz o povo desde tempos imemoriais: "Mais vale um mal conhecido do que um bem por conhecer".
    Afinal há quem se sinta bem, mesmo quando o próprio assinante do acordo não se sente bem. Isto não é ironia, é uma desgraça!!!

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  10. Eu que estou no 6º e ultimo escalão remuneratório da tabela cessante agora passo á 4ª posição remuneratória da nova tabela, ao fim de 33 anos de serviço ainda nem a meio cheguei.
    Vou precisar de outros 33 anos mais de trabalho a ver se chego ao fim da tabela, agora com 11 posições remuneratórias.
    PALHAÇOS

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  11. Adolfo Dias24/4/25 09:21

    Mas acha que alguém no seu perfeito juízo, vai "melhorar" o que foi acordado e assinado dias antes?
    Quer dizer, o/a colega vende uma casa e dias depois, vai falar com o comprador para "melhorar" esse negócio, pedindo-lhe mais dinheiro.
    Se a profissão estava em descrédito, este senhor com este artigo, rebenta de vez uma classe profissional moribunda.
    Mais valia estar calado e escrever sobre a arte de cozer processos com agulha no século passado.

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  12. Ou muito me engano, ou os "lobbies" começaram a pressionar...
    Adeus à minha grande conquista: os adjuntos à sala...

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  13. Os adjuntos fizeram anos e anos de sala...

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  14. Ui, realmente deve estar muita gente preocupada e a ser pressionada por os ex adjuntos irem fazer sala.😅
    Enfim....

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  15. Bom dia.
    Aprestando-se uma data tão importante como é o 25 de abril, em que se celebra a liberdade, a maior conquista que se possa imaginar depois de se conhecer as amarras e prisões ideológicas, e não só, de um regime autoritário, conservador e de inspiração fascista que forçaram um estilo de vida sofrível, miserável e sem futuro, eis que o presidente do maior sindicato, porventura num processo revisionista e de reflexão pessoal, chegou à conclusão de que nos deveria ter escutado, a todos, a todos e não somente os que o rodeavam de mais de perto, porque esses, está visto, não eram desinteressados do assunto.
    Todos os que andam pelos tribunais ou contactam com o Direito, conhecem a expressão "venire contra factum próprium", que significa "vir contra os seus próprios atos", e é precisamente isso que a pessoa ensaiou no seu escrito semanal.
    Mas não o faz de forma repentina e inesperada, pois que todos, todos os que não gravitam em seu redor, depressa se aperceberam do enorme erro cometido assim que foi conhecido o prolatado decreto lei que nos condenou a um futuro sem promessas e de fracas e vãs expetativas.
    Em lugar de antecipar os problemas do futuro e ensaiar uma resposta séria às suas demandas, todas as partes cederam a uma espécie de encantamento, cuidando alcançarem a pacificação da classe - o que em certa medida lograram - deram início a uma bola de neve no cume de um a montanha que nos próximos tempos se vai agigantar e a todos engolir quando iniciar a descida aos vales que a rodeiam onde a realidade vive e se dá a conhecer enquanto tal sem utopias ou mundos fantasiosos.
    O líder sindical parece ter mudado como se muda nas invernosas, estas em função do tempo e estações do ano, aquele em função dos interesses próprios, pessoais e políticos, parecendo querer apascentar o seu "gado" sem grande preocupação pela sua segurança, desprezando aqueles que se perdem ou são comidos pelos lobos e sacrificando outros para seu repasto pessoal.
    As enormes injustiças que o famigerado decreto lei vai provocar, são elas próprias geradoras de instabilidade, de desmotivação e potenciadoras de abandonos precoces e perdas de conhecimento já bem sedimentado que vêm suportando os esteios da justiça.
    Na minha terra sempre se disse sobre os homens pequeninos (de pensamento e não apenas de fisionomia) que "ou são velhacos ou bailarinos" e eu ainda não me decidi sobre a pessoa em causa.

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  16. Mas este não esteve à mesa das negociações ???
    Ou será que ele, tal como o Putin, tem um sósia e foi quem lá esteve???
    Estamos bem entregues, estamos...
    Nesta fase do campeonato, continuo sem perceber como ainda há associados desta agremiação.
    Quanto mais me bates...

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  17. ANÓNIMUS24/4/25 09:50

    Bom dia!


    É de entendimento que se deve melhorá-lo, a base estruturante da nova carreira dos Oficiais de Justiça está lá, mas neste particular temos que apresentar soluções ao aperfeiçoamento ao que está mal do diploma.


    Mesmo questões a regime transitório de forma a haver maior equidade.


    Como também nos Oficiais de Justiça que foram prejudicados no tempo da "TROIKA" e períodos de congelamento ser lhes ajustado esse tempo de devolução como o fizeram a outras classes profissionais de forma por exemplo a passarem mais um ou dois escalões de bónus de forma a ser desta forma reposta justiça.


    São sugestões que se devem apresentar de forma a melhorar o novo decreto lei e a fazê-lo mais justo e equitativo.


    Abraços...

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  18. Concerteza que há muita coisa a melhorar, nas será nas negociações das restantes normas do novo estatuto.
    Quanto a este DL a única coisa a melhorar, será retificar algumas situações de transição de escalão para a nova tabela.
    Quanto à atribuição de de grau 3 a todos, foi um mal necessário.
    Alguns nem grau 1 deviam ter, mas enfim, compreende se que não podia ter sido de outra forma, é esperar que vão saindo e dr lugar a quadros mais qualificados.

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  19. Sim. Melhorar é alterar... para melhor! É nesse sentido que deve ser entendido. 

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  20. O exemplo citado é infeliz e não tem qualquer comparação!
    Passo a explicar-lhe:


    Num contrato de compra e venda de um imóvel existem duas vontades – a do comprador e a do vendedor. Se qualquer um deles não quiser efetuar o negócio (vamos comparar ao acordo) o imóvel não é comprado nem vendido, certo?


    No caso da alteração/revisão do Estatuto, pese embora sejam ouvidos os Sindicatos e Conselhos, mesmo que em nada concordem, isso não é impeditivo da sua aprovação UNILATERAL pelo Governo em simples reunião de Conselho de Ministros!


    É com isso em mente que os sindicatos, a meu ver, devem tentar “negociar”. E, negociar é isso mesmo… ir conseguindo o que se pretende, por vezes nem sempre tudo de uma vez…

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  21. Claro, alterar para melhor, porque para pior já basta assim.

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  22. Que medo da sala. sou adjunto e irei com todo o gosto, apesar de ter feito sala 20 anos.
    palhaçada de medrosos auxiliares agora com medo de sala também

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  23. E desativou as greves, sem mais!

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  24. Caro colega: escrevi aquilo com ironia...Mas, falando a sério, nem imagina as pressões...E fazer sala é só um exemplo: são também os muitos direitos legal e justamente adquiridos  que estão em causa! E não se esqueça que os adjuntos são 1/3 dos oficiais de justiça e têm a mesma ou mais influência junto de quem decide que as outras categorias...

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  25. SOJ


    não desativou greves, apenas suspendeu, ao menos isso.

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  26. depois de assinar o acordo é que vê que é uma merda?! valha-me deus

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  27. Ah pois é, o SOJ, já nem me lembrava que este sindicato existia.

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  28. As greves têm de ser fundamentadas e razões de ser.


    Quando se marca uma greve ela é fundamentada e as reivindicações constam do respetivo aviso prévio.


    Foram assim extintas as greves porque as reivindicações constantes dos respetivos avisos prévios, nomeadamente a que vinha a ser reclamada desde 1999, foram satisfeitas com o acordo e subsequente alteração (parcial) do estatuto, como, entre outras, a admissão de oficiais de justiça, a Integração do Suplemento de recuperação processual, pagamento de trabalho fora do horário normal, …

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  29. As greves desativam-se e, se for caso disso,  ATIVAM-SE!

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  30. Será que podia ser mais especifico e claro sobre quais são afinal as matérias que quer rever? Ou é o diploma todo? O que é que, segundo o SFJ, afinal está mal e é preciso alterar, ou rever, ou melhorar? Porque é que não é claro em vez de falar de forma hermética, sem que ninguém, além certamente dos que gravitam à sua volta, perceba o que pretende e se tem um site oficial porque não explica aí aos seus associados, pelo menos agora, o que é que pretende mudar ou o que está mal no acordo? Será que pensa que somos demasiado burros para entender?

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  31. ~RESPOSTA AO COMENTÁRIO DAS 09:08:
    CONCORDO EM ABSOLUTO.
    SE NADA FGOSSE FEITO ECPONSEGUIDO, ANDAVA TUDO A CRITICAR.
    ALGO FOI FEITO E CONSEGUIDO, ANDA TUDO A CRITICAR.
    CRITICAS E MAIS CRITICAS, CRITICAS E MAIS CRITICAS. QUEIXINHAS, É O QUE SÃO.

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  32. Se a hipocrisia fosse mérito ele seria grau 5


     

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  33. Ativar como estava a de fora de horas de  1999?


    Agora fixariam serviços minimos.
    Chapéu.
    O que foi correcto fez o SOF, apenas suspendeu e se for necessário reativa, isso sim  foi bem pensado.

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  34. Para o das 09.13 horas. Um bom papagaio és tu. E essa conversa do fazer melhor, não cola, ele está lá e a tempo inteiro e é para isso que é pago, portanto não fez mais que a obrigação dele.

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  35. Vale mais tarde que nunca 

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  36. Ribeiro da Silva24/4/25 12:40

    Aprestando-se o trânsito da decisão (Acórdão) do STA, ou seja, definitória e definitiva, não havendo notícia de que haja sido objeto de qualquer reação processual, nada se sabe sobre a posição do maior sindicato dos oficiais de justiça, e também nada se sabe sobre as conclusões e estudo de uma qualquer solução a dar ao assunto pela tutela (falo do departamento jurídico da DGAJ/MJ).
    Sendo uma matéria importante que a todos afeta, também nada se sabe, ainda, sobre os quadros revistos das secretarias e os lugares de Escrivão a ocupar obrigatoriamente no prazo de um ano (!?) e que cursos ou regras a estabelecer para admissão dos eventuais proponentes.
    Esta vida de OJ é mesmo muito miserável.

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  37. Estás mesmo carregado de trabalho aí no Palácio para andares a debitar o mesmo discurso por todo o lado em horas de expediente. Deixa estar que a partir de Setembro vai terminar a mama e vais alombar como os outros…

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  38. Eheheheheheheh 


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  39. O das 09h50m é aquele que ontem dizia no grupo do whatsapp que agora "somos todos técnicos superiores".


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  40. A cegueira persistente que o dirigente refere para os outros e nāo para os restantes negociadores que nāo cuidaram de analisar bem  o que estava em causa, dá logo a imagem certa da coisa. Não é a primeira vez que diz menos bem do que assinou, parecendo que terá sido obrigado, quem sabe até, àquelas fotos do momento.
    Enfim, sabe-se que só os próprios sabiam em concreto o que negociavam, nāo ouvindo os principais interessados, os restantes trabalhadores, quanto mais não fosse para fazerem contas prèviamente.
     Talvez detetassem agora que na estrutura sindical também há prejudicados e daí a denúncia, para o  público leitor,  de algo que os próprios assinaram.
    Foram obrigados? Ameaçados? Anedótico este sindicalismo e nada a ver com dirigentes de outras área profissionais.

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  41. Adolfo Dias24/4/25 14:24

    Pois eu acho que isto é um sinal de preocupação do Marçal por aquilo que estará a ser cozinhado para o futuro da profissão, como por exemplo, regime de avaliação, quadros de funcionários, extinção de lugares em certos tribunais.
    Quase de certeza que saberá de algo prejudicial para a carreira e isto é um sinal de discordância para não ser apanhado depois da coisa acontecer.

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  42. Serviços mínimos a greves fora do período normal de trabalho?!!

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  43. Calado passava por um senhor!!!!!
    Pela sua lógica nem sequer era necessario Sindicatos claro!!!
    É pena é que a m... é somente nos nossos sindicatos, ao contrario de todos os outros!!!

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  44. Só vos digo uma coisa: esta quinta-feira havia mais motivos para a tolerância de ponto à tarde do que na outra passada.
    Vamos lá ver:
    -1- É também feriado na sexta-feira,
    -2- As pessoas também se podem deslocar para ir comemorar a Revolução ou
    -3- Deslocarem-se para os locais religiosos e mesmo ir a Roma para as cerimónias fúnebres.
    A Páscoa ocorre todos os anos, mas a morte de um Papa não. Portanto, esta quinta havia muitos mais motivos. Um erro crasso do Governo. Abram os olhos!!

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  45. Veja o lado positivo, na anterior tabela não ia mais ser aumentado, nesta, ainda tem a hipótese de subir um bocado.

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  46. Realmente.
    Com cada cromo.

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  47. LOUSANENSES, É ISTO QUE VOS ESPERA!


    QUANDO ASSINA ACORDOS ATÉ COMPRA CANETAS NOVAS PARA A FOTOGRAFIA!


    DEPOIS, INVENTA QUALQUER COISA PARA JUSTIFICAR O INJUSTIFICÁVEL!


    BOA SORTE PARA VÓS BEM A PRECISAIS.

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  48. Os dois primeiros motivos ainda aceito. O 3º não: o Estado é laico.

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  49. És tão burrinho valha nos Deus!

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  50. Técnico de Justiça24/4/25 19:50

    Se fosse mas é pentear macacos!
    Não é má pessoa, mas é teimoso e medroso.
    Cometeu erros graves desde o início da sua presidência e como é teimosso não ouviu ninguém e seguiu sempre com novos erros para tentar corrigir os anteriores,  ouvindo apenas quem lhe dizia Ámen.
    Cedeu à pressão por onde mais o pressionaram e porque é medroso e não teve coragem de admitir que estava errado.
    Não é má pessoa, mas não tem agora qualquer credibilidade, por culpa própria.

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  51. 18H15


    A ti só te faltam as penas para seres burro!

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