O arrulho do amante

      Com o título de “Namoro institucional”, António Marçal aborda, no artigo desta quarta-feira, no Correio da Manhã, os processos negociais na Administração Pública.


      É curioso o título escolhido de “namoro” para classificar a relação institucional com a Administração Pública, logo agora que os Oficiais de Justiça sentem que, para si e entre si, o que houve não foi namoro, mas divórcio.


      A paixoneta foi interrompida, há um tempo de reflexão, e não se sabe bem se o galanteio regressará.


      Diz assim Marçal:


      «Os processos negociais na Administração Pública não podem ficar reféns das crises governativas. Em especial, os que envolvem áreas altamente especializadas, como os Funcionários Judiciais, que exigem continuidade, dado o seu impacto na Justiça e no funcionamento do Estado.»


      Considera Marçal que as interrupções e mudanças governativas são uma chatice. A Democracia a funcionar é aborrecida com tudo sempre a mudar, tudo seria mais tranquilo com uma direção imutável e, portanto, estável. Será que é isto que Marçal quer dizer? Não queremos acreditar, pelo que vamos ver o resto do artigo de opinião.


      Prossegue Marçal:


      «Estas negociações requerem estudo técnico, pareceres especializados e diálogo constante com várias entidades, como os Conselhos Superiores, pelo que a sua paralisação compromete soluções essenciais para o país.»


      Se a escolha da expressão “namoro” nos espantou, ler agora que Marçal considera que há necessidade de pareceres especializados e audição dos conselhos superiores das magistraturas, é algo que nos espanta a dobrar, uma vez que foi precisamente nada disso que sucedeu com a fulminante aprovação da lei laboral sem qualquer audição pública, como sucedeu noutros governos, tendo-se obtido análises muito pertinentes, tanto mais que desta vez não se introduzem apenas alterações na carreira, mas extingue-se a carreira e cria-se uma outra nova e diferente.


      Sabe-se que os enamorados ficam sempre algo inebriados e, consequentemente, com um discernimento perturbado.


      E assim sentencia Marçal:


      «O desenvolvimento de Portugal não pode ser suspenso a cada instabilidade política ou período eleitoral.»


      Certamente, Marçal, pensa na continuidade e no mais do mesmo a que está habituado, sem instabilidades e sem períodos eleitorais, desde logo que introduzam cortes ou suspensões, como sucede em algumas estruturas sindicais e como também sucederá com o próprio quando vencer as eleições à autarquia lousanense, continuando a mesma política do seu partido.


      Por isso, conclui Marçal, há necessidade de “continuar a namorar”.


      «É nosso dever institucional e social continuar a "namorar" o progresso, garantindo que a Justiça e outras áreas vitais do Estado evoluam em benefício de todos.»


      Não, António Marçal, não devemos namorar outra sem antes nos divorciarmos de quem nos sustenta. É imoral querer namorar duas ao mesmo tempo, especialmente se, para conseguir tal namoro, se torna necessário enganar uma ou ambas.


      Já cantava o falecido Marco Paulo a célebre canção “Eu tenho dois amores”, acrescentando que “em nada são iguais”.


      No entanto, Marco Paulo admitia o dilema e afirmava “não saber o que fazer”, concluindo que o melhor seria “amar as duas sem uma da outra saber” e explicava concluindo que “enquanto ninguém sabe somos felizes os três.»


      São complexos estes dilemas do coração, sendo certo que os cerca de 7000 Oficiais de Justiça esperam um enamoramento fiel, sem que os seus representantes se deixem encantar por desvarios e alucinações de cantos de sereias.


      Há Oficiais de Justiça que se sentem hoje traídos na relação sindical. Há Oficiais de Justiça casados e ainda enamorados do seu sindicato há décadas, mesmo há tanto tempo que nem querem acreditar num rompimento, nem na possibilidade de qualquer namorico.


Labios+DDOJ.jpg


      Fonte: “Artigo CM divulgado na página do SFJ no Facebook”.

Comentários

  1. Anónimo4/4/25 09:25

    Namorar é bom, mas com precaução e segurança, sabendo nós da promiscuidade que aí anda!

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  2. Anónimo4/4/25 10:00

    Carreira foi-se.
    Não há progressões para 99%.
    Aumentos da treta para mais 80% dos Oj´s e só uma minoria levou aumentos de jeito.


    E dever de disponibilidade permanente a preço de saldo.
    Adjuntos que andaram uma vida fora de casa para agora nunca mais chegarem a nada. Andaram para trás uma vida.


    Canalhada de acordo.
    Acordos feitos a dormir.


    Agora aguentem.

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  3. Anónimo4/4/25 10:02

    Marçal.
    O Coveiro.
    O que interessa é que os adjuntos vão fazer sala...
    Eh eh eh....
    Otários...

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  4. Anónimo4/4/25 10:29

    Dinheiro meu nunca mais, senhores dos sindicatos.

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  5. Anónimo4/4/25 10:40

    Para quando um verdadeiro líder sindical?

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  6. Anónimo4/4/25 10:56


    Á pergunta a um programa automático, isento e lógico (a IA) sobre o entende o artº 14º do no estatuto, a resposta foi e transcrevo:

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  7. Anónimo4/4/25 11:17

    Mas acham mesmo que quem gere recursos humanos vais estar condicionado a manter alguém numa secção só porque estava lá antes da alteração, ou a atribuir tarefas apenas idênticas às anteriores?
    Esqueçam isso, não vai acontecer, acima de tudo está o funcionamento dos serviços.

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  8. Anónimo4/4/25 11:35

    Tudo e todos a fazer a mesma coisa.
    Escrivão que chefia é que vai mandar quem e o que fazer.

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  9. Anónimo4/4/25 11:36

    E pode dizer/explicar  como vai ser feita a lista de graduação?

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  10. Anónimo4/4/25 11:37



    É só nivel, escravos.


    Venderam-se por 180€.
    Tristes.

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  11. Anónimo4/4/25 11:55

    O que sucede em termos de antiguidade, entre um auxiliar com 7 anos de antiguidade e aum adjunto com 5 anos de auxiliar e 2 anos de adjunto?

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  12. Anónimo4/4/25 12:00

    Outro Exemplo:


    Um auxiliar que estava com 1 mês de antiguidade no sexto escalão e um adjunto que estava a 1 mês de passar ao 2º escalão.
    Vão os dois (auxiliar e adjunto) ficar no mesmo escalão remuneratório, embora os separe em termos de antiguidade  6 anos menos 2 meses !...


    Brutal e termos de prejuízo para o adjunto!


     

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  13. Anónimo4/4/25 12:05

    Diga lá a sublinhado e a azul, o que é que vai acontecer com os Colegas que estão prestes a atingir um novo escalão e Outros que estáo a meses, um ano,...depois de Junho próximo, quando entrar em vigor este desgraçado e famigerado acordo da treta que o SFJ e SOJ nos brindou sem auscultar a CLASSE...
    Faça lá a sua teoria e retórica e comente o art. º17. º n. º2 do D. L 27/2025 e diga aqui taxativamente o que vai acontecer com os Colegas que vão por exemplo, passar ao escalão seguinte neste mês, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro,.... 
    Veja se é capaz e competente em esclarecer-nos este por maior. Veja se é capaz de nos convencer que aquele art. º 17.º que desgraçou as NOSSAS VIDAS...MONETARIAMENTE É BOM PARA NÓS... 

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  14. Anónimo4/4/25 13:33

    Só se os antigos auxiliares que estão ao teu lado forem anjinhos é que vão permitir continuar o abuso a que estás habituado.
    Se as coisas não mudarem que façam queixa. 
    De qualquer modo, onde trabalho já se estão a tomar diligências de modo a fazer cumprir na integra os novos conteúdos funcionais.

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  15. Lai Morais4/4/25 13:36

    ler artigo 16º p.f. mas nada de mais...
     

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  16. Anónimo4/4/25 14:03

    LOUSANENSE, QUERES SER GRAU 3!


    VOTA, MARÇAL!

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  17. Anónimo4/4/25 14:11

    Só se os adjuntos que trabalham a teu lado forem anjnhos e não se souberem mexer. Basta assustar com as estatisticas...

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  18. Anónimo4/4/25 14:23

    Jovem: daqui a Junho ainda há - de vir muita novidade...Não afie os dentes e vá - se habituando à ideia que daqui a 3, 4, 5, ou meia dúzia de anos os ex-adjuntos foram embora e você vai andar aqui até aos 70 anos  a fazer sala, a aturar juizes e advogados e a olhar para as paredes da sala de audiências a ver a sua vida a passar...

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  19. Anónimo4/4/25 14:38

    Vivam os auxiliares!
    O que importa é lixar o vizinho do lado.


    Mostra bem o ambiente de porcaria que se vive nos tribunais.
    Continuai 
    EScravos

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  20. Anónimo4/4/25 15:11

    14:23


    Bem verdade o que disse!


    Também já aqui referi que não passaram os Aux. a Adj. mas sim os Adj. a Aux.!

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  21. Anónimo4/4/25 15:16

    É preciso criar um grupo de Adjuntos que, à margem dos sindicatos, interponha uma Providência Cautelar para impedir que o MJ os faça regredir funcionalmente!


    É urgente agir, qaundo estamos a 15 dias, da entrada em vigor desta parte do acordo!


    Na minha opinião, é um coisa simples, e dada a jurisprudência existente, não será dificil darem razão aos adjuntos!


    Os sindicatos, "amordaçados", com futuras negociações nada farão!


     Estou disposto a co-financiar essa P. Cautelar, mas é preciso agir!


    Organizem-se e digam algo!

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  22. Anónimo4/4/25 15:54

    Pois eu estou bem contente.
    Em Junho vou receber uma pipa de massa + os retroativos do acordo...

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  23. Anónimo4/4/25 16:18

    Duvido que seja em junho...ou é já em Maio (por causa das eleições, claro) ou então no mês de julho (ou mais).

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  24. Anónimo4/4/25 16:18

    Pois mas alguém, talvez um grupo mais geograficamente coeso, possa inciar o processo e convidar os demais a juntarem-se!


    Não vai faltar quem adira, mas se ninguém fizer nada, se ninguém inciar o porcesso, então vamos ter chatices, e muitas, com as administrações das comarcas!

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  25. Anónimo4/4/25 17:14

    Excelente artigo! Compreenda-se que a ciência politica justifica todos os comportamentos. Cada um que faça a sua interpretação para com os últimos anos de sindicalismo de presidência, nomeadamente, do Marçal.

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  26. Anónimo4/4/25 17:41

    Pois é, espero que mereças o salário que vais começar a receber com a transição.

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  27. ser jovem4/4/25 19:06

    A namorar; trabalho de formiguinha; e outras pérolas para ajudar na escrita .
    Nunca se viu nada assim.Tudo muito bem escrito, explicado, e com palavras que o povo usa e entende. 
    Terem explicado aos principais interessados, fazerem contas, verem as situações abrangidas  antes de assinar o  tal acordo,  "é que está quieto".
    Era muita a pressa de todos, alegadamente.
    Porque seria?

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  28. Anónimo4/4/25 19:53

    No tribunal onde trabalho, já há adjuntos a pedir para frequentar ações de formação sobre as novas tecnologias de comunicação que estão a instalar nas salas de audiência.
    Louvo a iniciativa, afinal nem todos são meninos lamechas.

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  29. Anónimo4/4/25 19:56

    Ah ah ah!
    Que anjinhos.
    Força, o IGFEJ agradece as custas.🤑
    Mas antes se quiserem ler o atual estatuto pela primeira vez na vossa vida, percebem que tudo o que vao fazer já hoje está previsto.

    ResponderEliminar
  30. Anónimo4/4/25 20:03

    Eu tb quero participar fofinhas.
    Marcamos um cházinho todas para combinar a estratégia?

    ResponderEliminar
  31. Anónimo4/4/25 20:37

    A discutir sala?! 
    Agora é rezar, adjuntos e auxiliares, para não irem para o ministério público 🤣🤣

    ResponderEliminar
  32. Anónimo4/4/25 21:06

    19:56


    Parvinho e um pouco básico!


    Uma coisa é quando se entra em funções com  uma carreira definida, outra quando, a meio, ou quase no fim do jogo, mudam as regras, favorecendo a entidade patronal, prejudicando o trabalhador.


    Bem sei que alguns, poucos, pensarão que sendo o Estado a entidade patronal pode fazer tudo, ou quase, mas nada de mais errado, e as decisões dos tribunais são demonstrativas disso mesmo.


    Neste caso, especificamente dos Adjuntos,  há abuso do governo de Portugal, querendo fazer regredir funcionalmente os Adjuntos, extinguindo a categoria e criando uma nova, com velhos conteúdos!...


    Mas não vai ser assim tão fácil, e a justiça está do lado deles (Adjuntos),


    Abraço.

    ResponderEliminar
  33. Anónimo4/4/25 21:09

    Não gostamos de comentários sexistas!


    As fofinhas, rapadinhas ou não, também bem vodca. O chá, de cicuta, fica para ti, "peludo"!.

    ResponderEliminar
  34. Anónimo4/4/25 21:13

    Não hã estratégia a combinar, não sejamos básicos!


    Se os sindicatos não patricionarem, é chegar a um jurista, especialista em Trabalho e funçoes públicas, e ... pagar!


    Mas disso já todos sabemos, que se formos tomar um café, ou comprar uma revista, vamos ter de pagar!


    É uma questão de adesão, e vamos ficar com o que governo dá mais com este acordo, sem ter de fazer as ilegalidades que estes pretendem,


    Percebeste agora, fofo?!!

    ResponderEliminar
  35. Anónimo4/4/25 21:18

    Há um conjunto de produtos "facilitadores" que antigamente só se viam à venda nas farmácias.


    Hoje em dia, estão em qq supermercado.


    Portanto, se pensa que o Taveira (Tomás) vai ser duro consigo, vá a um desses supermercados!


    Quanto a mim, não penso deixar que a minha entidade patronal abuse de mim!


    Fique bem, menino de coro!

    ResponderEliminar
  36. Anónimo4/4/25 23:49

    Ninguém vai abusar de si, apenas vão exigir que cumpra as suas obrigações.
    Mas claro, pode sempre optar em desobedecer e esperar pela entrevista.

    ResponderEliminar
  37. Anónimo5/4/25 00:02

    As minhas obrigações não dependem de visões casuisticas e oportunistas de uma entidade patronal que decide mudar as regras de jogo de forma unilateral, a meio desse jogo.


    Já quanto às entrevistas, só na presença do meu advogado, e só mais uma coisa - Será que aqueles que prejudicam a vida das pessoas corretas conseguem dormir bem à noite, ou andar a passear sem estrem sempre a espeitar para trás ou de lado?!!


    O seu comentário, nomeadamente o "esperar pela entrevista" é próprio de um elemento da Gestapo, e nós sabemos o mal que eles fizeram, mas também a paga que tiveram por isso, não sabemos!


    Você não venha aqui fazer ameaças, e use com moderação e ponderação as funções de entrevistador!


    Passe bem, ou não!...

    ResponderEliminar
  38. Anónimo5/4/25 09:39

    Vais deixar sim, com jeitinho vais.
    Depois conta como foi.

    ResponderEliminar
  39. Anónimo5/4/25 10:00

    Só há dois meses possíveis para a DGAJ processar retroativos tão substanciais.
    Ou Junho ou Novembro.

    ResponderEliminar
  40. Eduardo Comorbil5/4/25 10:47

    No nosso contexto sociopolítico contemporâneo de excelência, só se deixa abusar dentro do aparelho do Estado quem não souber usar a ultima ratio.
    Empaticamente mobilizadora, tão barata que ao fim de dois ou três meses já compensa, e relativamente duradoura.

    ResponderEliminar
  41. Anónimo5/4/25 11:06


    09:39




    Gostava de te encontrar cá fora, homem para homem, só para te abanar um pouco, homenzinho desprezível.

    Mas cá fora passas a rato, o que é normal do covardes!

    ResponderEliminar
  42. Anónimo5/4/25 12:40

    É que não tinha mais nada que fazer do que perder o meu tempo contigo.
    E o desprezo vindo de quem vem,  é algo que me conforta e ainda me faz mais convencer que estou no bom caminho.
    Se falei assim é porque já estou fartinho de voa aturar e estou convencido que vocês neste momento fazem mais mal do que bem a esta carreira.
    Já elogiei várias vezes os sindicatos por este grande salto em frente na carreira, é este o caminho a seguir, sem prejuízo de ainda se poder melhorar muita coisa.
    A minoria que não quer fazer parte da solução, deve simplesmente sair dos tribunais.

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  43. Anónimo5/4/25 23:38

    Sai tu dos tribunais! Pensas que por andares a entrevistar OJ já és grande coisa?!!

    ResponderEliminar

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